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Estas serão as novas notas de 100 e 200 euros

© Reuters

Como o BCE decidiu deixar de fazer notas de 500 euros a partir de finais deste ano e já não as inclui na série Europa, as novas notas de 100 e 200 euros são as últimas desta série.

As notas de cinco, 10, 20 e 50 euros desta série começaram a circular em 2013, 2014, 2015 e 2017, respetivamente. A nota de 50 euros foi introduzida no dia 04 de abril de 2017.

“As novas notas de 100 e 200 euros têm dimensões diferentes das notas de 100 e 200 da primeira série. A largura destas duas denominações é igual à da nota de 50 euros. O comprimento permanece, contudo, inalterado — quanto maior é o comprimento, mais elevado o valor da nota”, refere um comunicado divulgado pelo Banco de Portugal.

De acordo com a mesma descrição, as novas notas podem “ser tratadas e processadas com mais facilidade pelas máquinas e cabem melhor nas carteiras de quem as utiliza e têm maior durabilidade, visto que estarão sujeitas a menor desgaste e deterioração”.

Os novos elementos de segurança oferecem maior proteção contra a falsificação e aumentam a segurança das notas.

LUSA

Draghi diz que falta de modelos estatísticos comuns aumenta custos para banca

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, disse esta quarta-feira que a falta de modelos comuns para recopilar dados estatísticos aumenta os custos para os bancos e destacou a falta de dados das áreas mais complexas da banca.

A falta de modelos comuns “aumenta o risco de erros ou de interpretação equivocada”, defendeu Draghi na inauguração da oitava conferência sobre estatística organizada pelo BCE em Frankfurt.

Esta é uma opinião que foi sublinhada pela banca e que o presidente do BCE afirmou hoje que “tem algo de verdade”.

Segundo Draghi, existem importantes áreas do setor financeiro na qual falta uma cobertura estatística completa, especialmente nas áreas mais complexas da banca.

“Estas áreas incluem alguns produtos de mercado e instrumentos complexos”, precisou o presidente do BCE, referindo que “os reguladores e a indústria têm um claro interesse comum em centrar-se na recopilação de dados e na discussão dos mesmos”.

“Isto permitiria aos bancos conter a carga de informar e continuarem a ser competitivos a um nível global e aos reguladores melhorar a qualidade e relevância dos dados que recebem”, defendeu Draghi.

O presidente do BCE disse que “estes dois grupos têm funções bastante diferentes, mas compartem objetivos comuns”.

“Precisamos de mais informação dos vínculos entre setores individuais da economia e entre grandes instituições financeiras”, referiu ainda Draghi.

BCE apresenta nova nota de 50 euros, que entra em circulação em 4 de abril de 2017

O Banco Central Europeu (BCE) apresentou a nota de 50 euros da série Europa, anunciando que vai entrar em circulação em 04 de abril de 2017.

A entrada em circulação da nova nota cor de laranja marca mais um passo na transformação das notas ainda mais seguras, depois da introdução das de 5 euros, 10 euros e 20 euros da segunda série de notas em euros, refere o BCE num comunicado.

“A introdução da nova nota de 50 euros vai tornar a nossa divisa mais segura”, afirmou Yves Mersch, membro luxemburguês do Conselho Executivo do BCE, adiantando que “faz parte dos contínuos esforços para preservar o euro como uma divisa estável”.

Mersch sublinhou que a decisão de não incluir a nota de 500 euros na nova série Europa não está relacionada com o desaparecimento do dinheiro em ‘cash’.

“O ‘cash’ está aqui para ficar”, afirmou Mersch quando apresentou a nova nota de 50 euros, que é mais difícil de falsificar.

Sendo a nota mais utilizada, a de 50 euros também é a mais falsificada.

O euro é utilizado por 338 milhões de pessoas diariamente na zona euro.

Da totalidade das notas em euros em circulação, mais de 8.000 milhões, cerca de 45%, são de 50 euros, segundo dados do BCE.

“Os avançados elementos de segurança contribuem para proteger o nosso dinheiro. São fruto de constantes esforços para preservar a estabilidade do euro, afirmou Mersch.

BCE vai travar compra da dívida pública portuguesa

O Banco Central Europeu (BCE) vai fechar a torneira para a compra da dívida portuguesa, conta o Jornal de Negócios. A razão é simples: o BCE está impedido de deter mais de um terço das obrigações emitidas por um Estado-membro. A Irlanda encontra-se na mesma situação de Portugal.

O mesmo artigo explica que será essa a razão pela qual, em abril, o BCE terá aumentado apenas em 16% o que gastou com a dívida pública portuguesa, significativamente abaixo do que aconteceu com Irlanda (33%) e a maioria dos países do euro (50%).

Novo Banco pode receber mais uma ajuda do Fundo de Resolução

Novo Banco

Afinal, o investimento do Fundo de Resolução no Novo Banco poderá ainda não ter chegado ao fim. De acordo com o Jornal de Negócios, o Banco de Portugal está a considerar a venda da seguradora GNB Vida ao instrumento de apoio à banca, como forma de acelerar o reequilíbrio financeiro exigido pelo Banco Central Europeu.

O regulador financeiro da zona euro identificou falhas de 1.400 milhões de euros nos níveis de capital do ‘banco bom’ do antigo BES e por isso mesmo, é necessário repor o equilíbrio. Além da reestruturação, a liderança de Stock da Cunha quer vender vários ativos não-essenciais e em primeiro lugar da lista surge a GNB Vida, considerada uma das empresas mais valiosas do grupo Novo Banco.

Devido à provável demora de um processo de venda aos privados, o Fundo de Resolução é visto como possível comprador pelo Banco de Portugal.

O balanço do instrumento é, no entanto, o principal problema: a ajuda ao Novo banco deixou o Fundo com menos do que os 400 milhões de euros em que a seguradora está avaliada, mesmo tendo em conta as contribuições da banca durante o último ano.

De acordo com o Jornal de Negócios, existe ainda o risco de a nova ajuda custar dinheiro ao Estado, como se verificou no resgate prestado após a queda do Banco Espírito Santo e respetiva transformação no Novo Banco.

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