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Obama eleito pelos americanos como “homem mais admirado”

A sondagem anual indica que o democrata Obama (que cumpriu dois mandatos na Casa Branca, de janeiro de 2009 a janeiro de 2017) foi escolhido por 17% dos americanos, três pontos percentuais à frente do republicano Donald Trump, o atual mandatário. Ainda assim, Obama perdeu cinco pontos percentuais face a 2016, o seu último ano como inquilino da Casa Branca.

Num terceiro lugar distante ficou o papa Francisco, à frente do reverendo Billy Graham, o senador republicano e ex-candidato presidencial John McCain ou diretor-executivo da companhia de automóveis elétricos Tesla, Elon Musk.

No seu inquérito anual, a Gallup pergunta aos norte-americanos não só quem é o homem que mais admiram, como também quem é a mulher.

Na classificação das mulheres, a vencedora – pela 16.ª vez consecutiva – foi Hillary Clinton, candidata democrata às eleições presidenciais de novembro 2016, derrotada por Donald Trump. No total, Hillary Clinton já foi escolhida como a mulher mais admirada pelos norte-americanos em 22 ocasiões.

Este ano obteve o apoio de 9% dos inquiridos, a sua pontuação mais baixa desde 2002, e com uma vantagem de apenas dois pontos percentuais face à antiga primeira dama Michelle Obama.

Na lista das senhoras também figura a chanceler alemã, Angela Merkel, e a atual primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.

A sondagem da Gallup realiza-se desde 1946 – com exceção do ano de 1976. O inquérito deste ano resulta de 1.049 entrevistas telefónicas realizadas entre 4 e 11 de dezembro a norte-americanos maiores de idade.

LUSA

Obama não perdoa Snowden

Horas depois da decisão do Presidente dos EUA de perdoar e reduzir a pena de Chelsea Manning, condenada a 35 anos de prisão por passar documentos confidenciais à WikiLeaks, a Rússia prolongou “por mais um par de anos” a “residência de Snowden”. Há vários apelos para que Edward Snowden, outro denunciante de práticas ilícitas dos EUA, seja também perdoado nas últimas horas de presidência de Barack Obama, mas a Casa Branca diz que há “uma diferença bastante forte” entre os dois casos.

Na sexta-feira, no encontro com a imprensa na Casa Branca, o porta-voz da Administração Obama, Josh Earnest, respondeu aos jornalistas que o questionavam sobre se também Snowden seria alvo de um perdão que embora os crimes cometidos por ambos sejam similares, “há algumas diferenças importantes”.

“Chelsea Manning é alguém que passou pelo processo de justiça militar criminal, foi exposta ao devido processo legal, foi considerada culpada, foi sentenciada pelos seus crimes e reconheceu a sua infracção”, frisou Earnest. Que prosseguiu, citado pelo New York Times, que “Snowden fugiu para os braços do adversário, procurou refúgio num país que recentemente fez um esforço concertado para minar a nossa confiança na nossa democracia”.

Edward Snowden, ex-analista informático que trabalhou para a Agência Nacional de Segurança norte-americana (NSA na sigla original), tornou pública documentação que revelou programas de vigilância maciça e ilegal a cidadãos em todo o mundo por parte de agências de serviços secretos norte-americanas. Está exilado na Rússia desde 2013, onde agora poderá ficar mais anos segundo a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russos, Maria Zakharova, que o disse nesta quarta-feira através do Facebook. Os documentos que Manning passou ao WikiLeaks “danificaram a segurança nacional” norte-americana, classificou Josh Earnest, mas “os divulgados por Snowden eram muito mais graves e muito mais perigosos”.

O norte-americano reagiu já à redução de pena de Chelsea Manning, agradecendo-lhe no Twitter. “Daqui a cinco meses, estarás livre. Obrigada pelo que fizeste por todos, Chelsea. Mantém-te forte mais um pouco!… Diga-se honestamente e com bom coração: obrigada, Obama… A todos os que fizeram campanha pelo perdão a Manning nestes últimos duros anos, obrigada. Vocês fizeram isto acontecer.”

Entretanto, a Amnistia Internacional, a American Civil Liberties Union, Human Rights Watch, Demand Progress e CREDO Action uniram-se numa petição para pedir a Obama que perdoe Snowden. A Amnistia Internacional Portugal vai entregar a sua petição, com 60 mil assinaturas de portugueses, a uma delegação da embaixada dos Estados Unidos em Lisboa, composta pelo conselheiro político Gregory Macris e pela assessora para os assuntos políticos Georgina Félix, às 11h.

A Reuters lembra também que 15 antigos integrantes da comissão Church, que nos anos 1970 liderou uma investigação do Congresso dos EUA às actividades ilegais da CIA e de outras agências de serviços secretos norte-americanos, pediram já a Barack Obama que termine o “exílio insustentável” de Snowden na Rússia. Barack Obama deixa a presidência esta sexta-feira, dia 20 de Janeiro.

Oito anos de presidência Obama

Barack Obama fez durante a madrugada de quarta-feira o último discurso como Presidente dos EUA e ressalvou a necessidade de continuar a lutar contra o racismo.

O último discurso de Barack Obama como Presidente norte-americano aconteceu na terça-feira à noite (madrugada de quarta-feira em Portugal), no centro de convenções McCormick Place de Chicago, perante cerca de 20 mil apoiantes.

Na sua emocionada despedida, Obama defendeu que os EUA estão melhores do que há oito anos, mas assinalou ameaças à democracia.

Barack Obama reconheceu o legado que deixa como primeiro Presidente afro-americano dos EUA.

 

 

Obama foi o que mais protegeu habitat natural na história dos presidentes dos EUA

Durante oito anos Obama colocou 548 milhões de acres de habitat sob proteção.

Isto abrange a tundra ártica, floresta de montanha, e recifes de coral com tanta biodiversidade como florestas tropicais.

O presidente cessante criou as duas maiores reservas marinhas na terra e a segunda maior reserva de desertos do mundo. Coletivamente, este conjunto de terras e mar abrange uma área nove vezes maior que o Reino Unido. Obama tem protegido mais habitat natural do que qualquer presidente na história americana, superando os 290 milhões de acres pelo fundador dos Parques Nacionais dos EUA de Theodore Roosevelt.

Ao todo, Obama acrescentou 22 novos parques ao sistema do Parque Nacional dos EUA, muito acima dos seis criados pelo seu antecessor, George W. Bush.

Sábado Obama apela ao voto dos negros e domingo ao das mulheres

O Presidente Barack Obama sugeriu este domingo que o sexismo e a persistência dos respetivos preconceitos poderão estar a prejudicar a campanha de Hillary Clinton.

“Há um motivo para que nós nunca tenhamos tido uma mulher como Presidente; para nós, enquanto sociedade, ainda sermos reticentes em relação a mulheres com poder”, afirmou durante uma ação de recolha de fundos em Nova Iorque.

Estas declarações foram proferidas um dia depois de Obama ter lançado um forte repto aos afro-americanos para que apoiem a candidata democrata às presidenciais. Aproveitando a sua intervenção numa gala de uma fundação afro-americana em Washington, que também contou com a presença de Hillary Clinton, o atual Presidente foi mesmo ao ponto de afirmar que caso tal não aconteça encarará isso como um insulto pessoal.

“O meu nome pode não estar no boletim (de voto) , mas o nosso progresso está (…) A tolerância está no boletim. A democracia está no boletim. A justiça está no boletim”, declarou.

Durante as primárias, Clinton teve grande apoio de eleitores afro-americanos, em especial de mulheres idosas negras, que contribuíram para a sua vitória frente ao senador Bernie Sanders. As sondagens dão lhe agora 83% das intenções de voto dos afro-americanos, face à fraquíssima popularidade popularidade que o seu rival, Donald Trump, tem entre este grupo.

A questão é que muitos jovens negros associam-na a políticas implementadas pelo seu marido enquanto foi Presidente, o que poderá levar muitos deles a pura e simplesmente não se deslocarem às urnas. “As pessoas dizem, ‘não interessa se Hillary Clinton obtiver 90 % do voto afro-americano’ (…) A questão é, ‘90% do quê?’”, questionou Charlie King, destacado democrata de Nova Iorque, em declarações citadas pelo “The New York Times”.

Onde nasceu Obama? Campanha de Trump vira jogo contra Clinton

A campanha de Trump, mas não o próprio Trump, diz que Obama nasceu nos Estados Unidos.” Foi assim que a CNN e outros media noticiaram esta sexta-feira o comunicado enviado às redações pela equipa do candidato presidencial republicano, onde é reconhecido que o atual Presidente norte-americano nasceu de facto no país que lidera — e não no Quénia, como foi defendido por vários republicanos durante a campanha presidencial de Obama para as eleições de 2008.

O reacender do chamado “movimento birther”, iniciado durante o primeiro mandato de Barack Obama e que punha em causa a sua certidão de nascimento, emitida no Hawai, teria sido uma surpresa para os jornalistas, não fosse o facto de, no mesmo documento, a campanha do magnata tornado candidato republicano acusar Hillary Clinton de ter sido ela, e não Trump, a dar início a esta campanha de “difamação”.

Como com outros temas abordados pela equipa do candidato à Casa Branca, não há quaisquer provas que sustentem esta versão. O mesmo não se pode dizer do envolvimento de Donald Trump nas primeiras acusações a Obama, comprovadas em inúmeros artigos, como esta reportagem que o “New York Times” publicou em julho deste ano, sobre a forma como Trump tentou capitalizar as acusações em 2011.

Reagindo a mais esta teoria da conspiração, a candidata democrata, que serviu como secretária de Estado no primeiro mandato de Obama, escreveu no Twitter que o próximo Presidente dos EUA “não pode e não vai ser o homem que liderou o movimento racista” sobre a “verdadeira” naturalidade de Obama.

O comunicado emitido na quinta-feira à noite, madrugada desta sexta em Portugal, e assinado pelo conselheiro de Trump Jason Miller, surge depois de uma entrevista dada pelo candidato republicano ao “Washington Post”, na qual se recusou a admitir que Obama nasceu efetivamente nos Estados Unidos, declarando que não queria responder a essa questão.

As acusações surgidas em 2008 tinham por base o argumento de que, como Obama nasceu no Quénia e não nos EUA, não podia ser eleito Presidente do país. Alguns media norte-americanos sugeriram na altura que o movimento tinha sido lançado por fortes apoiantes de Hillary Clinton, que à data já sabia que ia perder a nomeação democrata para Obama. Contudo, não existem quaisquer provas de que a antiga senadora ou qualquer pessoa da sua equipa tenham estado envolvidos nas acusações.

Presidente Barack Obama alerta que a corrida presidencial vai ser renhida

PHILADELPHIA, PA - SEPTEMBER 13: U.S. President Barack Obama campaigns for Democratic nominee Hillary Clinton on September 13, 2016 outside the art museum in Philadelphia, Pennsylvania. Hillary Clinton stayed home to rest Monday after she called off a fundraising event and the rest of her planned travel in California this week following her pneumonia diagnosis on Friday. (Photo by Jessica Kourkounis/Getty Images)

“Isto não deveria ser renhido, mas é renhido,” disse o presidente Barack Obama na noite de terça-feira, 13 de Setembro, durante um evento de angariação de donativos para a Comissão de Campanha Congressional Democrata, realizado em Nova Iorque. “A corrida presidencial, nós devemos ganhar. Mas Donald Trump conseguiu a nomeação, por isso coisas estranhas acontecem,” acrescentou.

O presidente Obama fez campanha por Hillary Clinton, candidata do Partido Democrata e ex-Secretária de Estado, na manhã de terça-feira, em Filadélfia, e disse repetidamente que tem a certeza de que Trump não vai ganhar, segundo relata o Politico. No que foi interpretado como uma forma de pressão sobre os doadores, Obama sublinhou a importância da eleição presidencial. “É um ‘cliché’ que cada eleição é mais importante do nosso tempo de vida, mas eu tenho que vos dizer, esta conta,” declarou Obama.

“Eu acredito genuinamente que o carácter básico deste país está dependente do que acontecer agora. As apostas são realmente elevadas,” insistiu o presidente, referindo-se à escolha entre a democrata Clinton e o republicano Trump. De resto, mais do que a enaltecer Clinton (que apoia assumidamente), focou o seu discurso nas críticas a Trump: “Vocês têm um nomeado de um grande partido que demonstra não ter consciência de princípios básicos de política doméstica ou externa, promove a sua ignorância todos os dias, proclama que o seu modelo de liderança é Vladimir Putin.”

Obama cancela encontro com Presidente das Filipinas após ser insultado

Filho da p…” parece ser o insulto preferido de Rodrigo Duterte, o novo Presidente das Filipinas que continua a cometer gafe atrás de gafe política desde que venceu as eleições nas Filipinas em maio deste ano. Pior que as gafes, desde essa altura milhares de pessoas já morreram numa campanha de execuções extrajudiciais patrocinada, aprovada e incitada pelo “Justiceiro”, como Duterte se autoproclama.

Por causa da situação nas Filipinas, onde o novo governo tem dado aval não só às autoridades mas também aos cidadãos comuns para que matem indiscriminadamente todos os que julguem ser toxicodependentes ou traficantes de droga, Barack Obama disse aos jornalistas na segunda-feira que pretendia discutir a questão com Duterte assim que aterrasse no Laos para a cimeira da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, na sigla inglesa).

A promessa de Obama antes de partir de Hanghzou, na China, onde esteve a participar na cimeira do G20, irritou profundamente o homólogo filipino, que numa conferência de imprensa chamou ao Presidente norte-americano “filho da p…”. Conselheiros da administração Obama confirmariam, pouco depois, o cancelamento da reunião entre ambos que estava marcada para esta segunda-feira; em vez de encontrar-se com Duterte, Obama irá estar reunido com a Presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye.

O QUE FOI DITO

Questionado pelos jornalistas em Manila sobre a promessa de Obama em discutir as violações de Direitos Humanos nas Filipinas, Duterte acusou o homólogo norte-americano de ser “rude” antes de começar a insultá-lo. “Putang ina [filho da p…] é o que lhe vou dizer naquele fórum. Vamos chafurdar na lama como porcos se [Obama] fizer isso.”

Na mesma conferência, Duterte continuou por referir a campanha que já conduziu à morte de mais de 2400 pessoas nas Filipinas desde que tomou posse em junho, uma que várias ONG bem como Obama e outros líderes mundiais consideram corresponder a graves violações de Direitos Humanos. “A campanha contra as drogas vai continuar”, prometeu Duterte. “Muita gente vai morrer, muitas pessoas serão mortas até que o último dealer esteja fora das ruas, até que o último produtor de droga seja morto iremos continuar.”

Diz a BBC que inicialmente Obama pareceu minorizar o insulto, dizendo que tinha pedido aos seus conselheiros que sondassem se esta era “uma altura em que possamos ter conversas construtivas e produtivas”. Mais tarde o encontro foi cancelado.

Duterte publicou entretanto um comunicado onde diz lamentar que o Presidente norte-americano tenha ouvido nas suas palavras um ataque pessoal. “A causa imediata [do cancelamento] foram os meus comentários fortes perante certas questões da imprensa, que causaram preocupação e angústia, mas também lamentamos que tenha parecido um ataque pessoal ao Presidente dos EUA.”

No curto espaço de tempo em que tem tido os holofotes virados para si, Duterte tem apostado forte nos insultos a quem discorda de si, tendo já chamado “filho da p…” ao Papa Francisco, “maluco” ao secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e “filho gay de uma p…” ao embaixador dos EUA em Manila.

A ONU tem repetidamente condenado as políticas de Duterte como uma violação de direitos humanos, tal como Obama fez ontem e organizações não-governamentais têm feito há vários anos, desde que o agora Presidente era autarca de Davao — um cargo que ocupou 22 anos, durante os quais defendeu e aplicou uma campanha de execuções semelhante à que agora está em marcha em todo o país. Em agosto, dois especialistas da organização acusaram Duterte de incitar à violência e ao homicídio, “um crime sob a lei internacional”.

Jornalistas americanos no G20 protestam por falta de tapete vermelho para Obama

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu aos jornalistas americanos que o acompanharam à cimeira do G20 em Hangzhou, na China, para não “exagerarem no significado” das falhas de protocolo que a imprensa identificou. Os casos aconteceram no sábado, quando a segurança chinesa não deixou os jornalistas assistirem ao momento em que Obama saiu do Air Force One.

O Presidente saiu do avião presidencial não pela habitual porta, mas por outra, que fica na barriga do avião, em frente da asa, e usando as escadas que pertencem à própria porta. A imprensa americana notou que não havia uma escada alta, que permitisse a Obama sair pela porta de cima.

A falta de passadeira vermelha foi outra das queixas apontadas pelos jornalistas americanos. Mas não só. Segundo a BBC, um elemento da comitiva de Obama, funcionário da Casa Branca, queixou-se à segurança chinesa por esta quebra no protocolo, tendo-lhe sido respondido “Este é o nosso país”. A conselheira de Segurança Nacional Susan Rice também se juntou ao protesto, segundo o New York Times.

Mas o jornal de Hong Kong China Morning Post — considerado um órgão de comunicação independente — cita uma fonte oficial chinesa que diz que a China disponibilizou escadas com passadeira vermelha para a chegada de todos os líderes, “mas o lado dos EUA… recusou e insistiu que não precisava da escada de aeroporto”.

Nas fotografias que a agência Reuters pôs em linha, há uma imagem com a seguinte legenda: “Pessoal da segurança a inspeccionar uma escada de avião antes da chegada do Presidente dos EUA”. Sobre a escada está um homem, que não é chinês, a fazer uma inspecção, e esta está coberta por uma passadeira vermelha.

As fotografias das agências noticiosas também mostram que havia uma guarda de honra à espera de Obama.

Obama desvalorizou os episódios, considerando que não se destinaram a diminuir a delegação americana. E explicou aos jornalistas que os chineses têm uma cultura diferente em relação aos media.

“Nós pensamos que é importante que a imprensa tenha acesso ao trabalho que fazemos, que tenha a oportunidade de fazer perguntas”, disse Obama. “Não temos que abandonar os nossos valores quando fazemos estas viagens, mas é possível que haja algumas fricções”.

Os jornalistas acusaram a segurança chinesa de os ter impedido de assistir ao desembarque de Obama por não ter havido passadeira vermelha, o que levou o Presidente a sair pela barriga do avião — uma situação só habitual em viagens de alto risco, por exemplo ao Afeganistão.

“Fomos abruptamente travados por uma fita azul, que guardas seguravam. Nos seis anos que levo a cobrir a Casa Branca, nunca vi um anfitrião impedir os media de assistir ao desembarque de Obama”, disse à BBC Mark Land, doNew York Times.

Obama também sublinhou que esta não foi a primeira vez que os jornalistas que viajam com ele não se entendem com a segurança chinesa. “Desta vez o tom dos protestos subiu mais do que é costume”, concluiu o Presidente americano que, na China, viveu momentos de um raro bom clima político com Xi Jinping.

Obama reduz penas de 214 reclusos em apenas um dia

A maioria dos reclusos abrangidos por esta medida foram condenados por delitos menores relacionados com drogas.

De acordo com o decreto presidencial, estes reclusos poderão sair da prisão a partir do dia 1 de dezembro. Obama comutou mais penas durante os dois mandatos presidenciais do que todos os nove antecessores na Casa Branca e mais do que qualquer outro presidente em quase um século.

Desde que assumiu funções como presidente dos EUA em 2009, Barack Obama já concedeu mais de 550 perdões a reclusos, incluindo perto de duas centenas de condenados a prisão perpétua.

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