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Lisboa segue Europa com Sonae e BPI a liderarem ganhos

Cerca das 9:30 em Lisboa, o PSI20, que agora apenas inclui 17 empresas, estava a subir 0,65%, para 4.891,51 pontos, com 11 ‘papéis’ a valorizarem-se e seis a cairem, depois de ter descido a 11 de fevereiro para 4.460,63 pontos, um mínimo desde julho de 2012.

A partir de 21 de março, o PSI20 vai passar a incluir 18 cotadas, com a entrada da Corticeira Amorim, do Montepio e da Sonae Capital, depois de serem excluídos os ‘papéis’ da Impresa e da Teixeira Duarte.

Estas alterações fazem parte da revisão anual do índice e foram anunciadas na segunda-feira pela Nyse Euronext.

Com estas alterações, o setor financeiro passa a ter três cotadas, com o Montepio a juntar-se ao BPI e ao BCP, sendo que a Sonae Capital se junta à sua casa-mãe, a Sonae SGPS.

A Teixeira Duarte e a Impresa, que voltarão em breve para o índice geral, tinham sido promovidas ao PSI20 no início de 2014.

Entretanto, os ‘papéis’ da Sonae SGPS e do BPI estavam a subir 1,45%, para 0,958 euros, e 1,28%, para 1,185 euros.

Além da Sonae SGPS e do BPI, a Jerónimo Martins, os CTT e o BCP eram outros dos que mais estavam a subir, designadamente 1,14%, para 513,79 euros, 1,07%, para 7,68 euros e 1,04%, para 0,039 euros.

Na Europa, as principais bolsas estavam hoje em alta, apesar de Wall ter terminado em baixa na terça-feira devido à queda do preço do petróleo e dados negativos da economia chinesa.

Em Nova Iorque, Wall Street terminou em baixa na terça-feira, com o Dow Jones a descer 0,64%, para 16.964,10 pontos, depois de ter subido a 19 de maio passado até aos 18.312,39 pontos, o atual máximo de sempre desde que foi criado.

Ao nível cambial, o euro abriu hoje em baixa no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,0976 dólares, contra 1,1047 dólares na segunda-feira.

A sessão da bolsa de Xangai, principal indicador dos mercados chineses, terminou em baixa, a cair 1,34%, bem como a de Tóquio, que fechou em baixa, com o Nikkei a cair 0,84%.

Entretanto, os investidores continuam pendentes da reunião do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE) na próxima quinta-feira, da qual esperam a adoção de novos estímulos monetários.

Depois de o presidente do BCE, Mario Draghi, ter dito que o conselho de governadores vai rever e reconsiderar os atuais estímulos monetários na próxima reunião de 10 de março, os investidores também aguardam as novas projeções macroeconómicas do BCE de crescimento e inflação para a zona euro, que incluem 2018.

Draghi também considerou que esta revisão da política monetária ocorre num contexto em que a incerteza sobre a evolução dos países emergentes, juntamente com a volatilidade nos mercados financeiros e no de matérias-primas, aumentam os riscos do crescimento mundial.

O presidente do BCE reiterou que o BCE está disposto a utilizar todos os instrumentos disponíveis no âmbito da política monetária para impulsionar os preços.

Os mercados preveem que o BCE corte esta semana ainda mais a taxa de juro de depósito, que atualmente está em -0,30%, mas não sabem se aumentará o volume de compra de dívida ou aprovar outras medidas.

O barril de petróleo Brent, para entrega em abril, abriu hoje em alta, mas a cotar-se a 39,86 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, mais 0,68% do que no encerramento da sessão anterior.

Ações da PT fizeram a Segurança Social perder milhões

Portugal Telecom

A Segurança Social teve, entre 2010 e 2014, perdas de 152 milhões de euros com as ações que detém na Portugal Telecom, noticia o i.

Os títulos detidos pelo Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) – criado para acautelar o pagamento de pensões em caso de sufoco financeiro – mereceram críticas do Tribunal de Contas, inscritas no parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2014.

Se, no final de 2010, a participação da Segurança Social na PT estava avaliada em 169,8 milhões de euros, no final de 2014 as ações valiam apenas 17,5 milhões. A desvalorização reflete essencialmente a descida da cotação dos títulos na bolsa.

O Tribunal de Contas considera, por isso, que “não existe qualquer explicação para a manutenção dos investimentos que geram perdas sucessivas”.

Semana de Ano Novo começa com Europa entre o verde e o vermelho

Bolsa de Valores

Pelas 8:25 [hora de Lisboa], o índice Euro Stoxx 50 avançava uns ligeiros 0,04% para 3.285,68 pontos.

Em Madrid, a bolsa espanhola abriu em terreno negativo, com o índice IBEX a recuar 0,03%. Já Paris contrariou a tendência da praça espanhola, com o índice CAC a valorizar 0,1% na abertura da sessão, à semelhança de Frankfurt, com o índice DAX a progredir 0,19%.

A praça de Milão abriu em terreno negativo, com o índice FTSE MIB a recuar 0,01%.

Em Lisboa, o índice PSI20 abriu hoje em terreno negativo, a cair 0,45%, para os 5.325,22 pontos depois de, na quinta-feira, a bolsa de Lisboa ter encerrado a subir 0,06%, para os 5.349,50 pontos.

No mercado de futuros de Londres, o preço do barril de petróleo Brent, para entrega em fevereiro, abriu hoje em baixa, a valer 37,74 dólares, menos 0,42% do que no fecho da sessão anterior.

Na quinta-feira, o barril de crude Brent, para entrega em fevereiro, encerrou no mercado de futuros de Londres em alta, para os 37,90 dólares.

Quanto à abertura dos mercados de divisas de Frankfurt, o euro subia hoje face à divisa norte-americana e transacionava nos 1,0963 dólares, face aos 1,0959 dólares a que negociou nas últimas horas de quinta-feira.

Banif recupera 30% e arrasta Portugal para o verde

Banif

Cerca das 9:30 em Lisboa, o PSI20, que inclui 18 empresas, estava a avançar 0,66% para 5.184,12 pontos, com 10 ‘papéis’ a valorizarem-se, seis a cair e dois estáveis.

Os ‘papéis’ do Banif – que atingiram o mínimo de sempre de 0,0008 euros na segunda-feira – estavam a subir, depois do primeiro-ministro, António Costa, ter afirmado na terça-feira que está garantida a integridade do dinheiro dos depositantes no Banif, independentemente dos montantes envolvidos, e ter deixado uma mensagem de confiança no sistema financeiro português.

António Costa falava na Assembleia da República, à entrada para o jantar de Natal do Grupo Parlamentar do PS, que começou com mais de uma hora de atraso, depois de o primeiro-ministro ter recebido em São Bento os diferentes líderes parlamentares para falarem sobre a situação financeira do banco.

“Neste momento, o processo do Banif continua em apreciação nas instituições europeias, o processo de venda continua em curso e em qualquer circunstância o Estado garantirá sempre a integridade dos depósitos independentemente do seu montante”, declarou o líder do executivo.

De acordo com António Costa, durante as reuniões sobre o Banif, em São Bento, o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, bem como outros representantes do supervisor financeiro nacional, “tiveram a gentileza de transmitir aos diferentes grupos parlamentares a informação que têm transmitido ao Governo”.

Como os títulos do Banif, os da Pharol e da EDP Renováveis também estavam a subir, designadamente 5,69% para 0,26 euros e 1,34% para 6,678 euros.

Em sentido contrário, as ações da Mota-Engil lideravam as perdas, estando a perder 1,14% para 1,909 euros.

Na Europa, as principais bolsas estavam hoje de manhã em alta, à espera que a Reserva Federal norte-americana (Fed) anuncie a primeira subida das taxas de juro dos últimos nove anos.

Os investidores só saberão hoje ao fim do dia, já com os mercados fechados, a decisão da Fed, apesar de há meses ser como dada como certa uma subida do preço do dinheiro em dezembro depois de nove anos de contenção devido à recuperação da economia norte-americana. A decisão da Fed apesar de esperada é ‘muito temida’ pelos investidores.

Entretanto esta semana pode ser uma das mais complicadas do ano, segundo operadores contactados pela Efe, porque termina na sexta-feira com uma quadrupla ‘hora bruxa’, vencimento trimestral de quatro tipos de contratos, as opções e futuros sobre índices e as opções e futuros sobre ações, um fenómeno que costuma ser acompanhado por grande volatilidade.

Em Nova Iorque, Wall Street terminou na terça-feira em alta, com o Dow Jones a subir 0,90% para 17.524,91 pontos, depois de ter avançado a 19 de maio passado até aos 18.312,39 pontos, o atual máximo de sempre desde que foi criado.

Ao nível cambial, o euro abriu hoje em alta no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,0947 dólares, contra 1,0921 dólares na terça-feira.

O barril de petróleo Brent, para entrega em janeiro, abriu hoje em baixa, a cotar-se a 38,23 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, menos 0,57% do que no encerramento da sessão anterior.

Bolsa de Lisboa inverte perdas mas com Banif ainda a cair quase 43%

Bolsa de Valores

Cerca das 09:25 em Lisboa, o PSI20, que inclui 18 empresas, estava a avançar 0,21% para 5.096,81 pontos, com 12 ‘papéis’ a valorizarem-se, cinco a caírem e um estável.

Ao contrário dos títulos do Banif, os do BPI, REN e Semapa lideravam os ganhos, estando a valorizar-se 1,43% para 1,131 euros, 1,15% para 2,732 euros e 1,07% para 12,785 euros, respetivamente.

O Banif disse hoje que qualquer cenário de resolução ou imposição de uma medida administrativa não tem “sentido ou fundamento”, após a divulgação de notícias que dão conta de que o Estado se prepara para intervir no banco.

“Em linha com a comunicação que efetuou ao mercado em 11 de dezembro, o Conselho de Administração reafirma que se encontra atualmente em curso, em articulação com as autoridades responsáveis, um processo aberto e competitivo de venda da posição do Estado português no Banif, no qual se encontram envolvidos diversos investidores internacionais, pelo que qualquer cenário de resolução ou imposição de uma medida administrativa não tem qualquer sentido ou fundamento”, refere o Banif.

Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o banco liderado por Jorge Tomé afirma ainda, sobre notícias divulgadas pela TVI24, que “não deixará de apurar em sede judicial toda a responsabilidade dos autores de tais ‘notícias’ e dos que contribuíram para a sua propagação, na defesa dos melhores interesses dos seus clientes, colaboradores e acionistas”.

No domingo à noite, a TVI24 e o jornal Público davam conta de que o Estado estuda a aplicação de uma medida de resolução na instituição financeira.

Contágio chinês empurra Europa para o vermelho

Bolsa de Valores

Cerca das 8:30 em Lisboa, o EuroStoxx 50, o índice que representa as principais empresas da zona euro, seguia a desvalorizar 0,43%, negociando nos 3.483,03 pontos.

As principais praças europeias seguiam a negociar entre as perdas de Londres de 0,55% e as de 0,29% de Madrid. Em Lisboa, o PSI20 conseguia manter-se em terreno positivo e avançava uns ligeiros 0,9%, para 5.352,60 pontos.

Para hoje, haverá reunião do Conselho Económico da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), em antecipação da reunião de 4 de dezembro, e será publicado o indicador de confiança da zona euro de novembro

O euro subia hoje na abertura do mercado de divisas de Frankfurt e trocava-se a 1,0630 dólares, face aos 1,0618 dólares da sessão de quinta-feira.

O barril de crude Brent para entrega em janeiro, por sua vez, abriu hoje em baixa no mercado de futuros de Londres, nos 45,55 dólares, depois de ter fechado a 45,59 na sessão anterior.

Galp Energia arrasta Portugal para terreno negativo

Bolsa de Valores

Cerca das 9:10 em Lisboa, o PSI20, que inclui 18 empresas, estava a descer 0,11%, para 5.302,31 pontos, com 12 ‘papéis’ a desvalorizarem-se, quatro a subirem e dois estáveis.
As ações da Galp Energia estavam a descer 1,08%, para 9,45 euros, depois de a petrolífera italiana Eni ter anunciado na sexta-feira a saída definitiva da empresa.

A petrolífera italiana Eni anunciou no final da semana passada a sua saída em definitivo do capital da Galp Energia, ao vender a sua última participação de 4%, por 325 milhões de euros, a um preço de 9,81 euros por ação.
Em comunicado então enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, a Galp Energia informou que recebeu da Eni a informação de que “concluiu a venda de 33.124.670 ações ordinárias representativas de aproximadamente 4% do capital social da Galp Energia SGPS, S.A. e correspondentes à totalidade da participação da Eni no capital social da Galp”.
Segundo os italianos, “a contrapartida total da venda ascendeu a aproximadamente 325 milhões de euros, a um preço de 9,810 euros por ação”, correspondendo a um desconto de 2,5% em comparação com a cotação da Galp no fecho da sessão de quinta-feira.

No outro extremo, as ações do Banif, Teixeira Duarte e BCP lideravam os ganhos, estando a subir respetivamente 4,17%, para 0,0025 euros, 1,50% para 0,407 euros e 1,03% para 0,0492 euros.
Na Europa, as principais bolsas estavam hoje de manhã em baixa, com os investidores ainda a avaliarem o futuro impacto dos atentados em Paris a 13 de novembro.
Esta última semana de novembro, que se iniciou com Tóquio fechado, é a da “Black Friday”, um dia intenso de vendas pré-natalícias que se segue ao dia de Ação de Graças, e durante o qual Wall Street permanece fechada.

Hoje, o Eurogrupo debate dos orçamentos de Estado nacionais para 2016 dos países da zona euro, depois da Comissão Europeia (CE) ter emitido o seu parecer e a Alemanha emite dívida a 12 meses.
Em Nova Iorque, Wall Street terminou na última sessão em alta, com o Dow Jones a subir 0,51%, para 17.823,81 pontos, depois de ter avançado a 19 de maio passado até aos 18.312,39 pontos, o atual máximo de sempre desde que foi criado.
Ao nível cambial, o euro abriu hoje em baixa no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,0620 dólares, contra 1,0657 dólares na sexta-feira.
O barril de petróleo Brent, para entrega em janeiro, abriu hoje em baixa, a cotar-se a 43,81 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, menos 1,80% do que no encerramento da sessão anterior.

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