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Bruno de Carvalho acusado de terrorismo e mais 98 crimes

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De acordo com partes do despacho de acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, a que a Lusa teve acesso, Bruno de Carvalho está acusado de 40 crimes de ameaça agravada, 19 de ofensa à integridade física qualificada, 38 de sequestro, um de detenção de arma proibida e crimes que são classificados como terrorismo, não quantificados.

Os mesmos crimes são imputados a Nuno Mendes, conhecido como Mustafá e líder da claque Juventude Leonina, e Bruno Jacinto, que à data dos factos tinha as funções de oficial de ligação do Sporting aos adeptos, e que está em prisão preventiva desde 9 de outubro. Mustafá está também acusado de um crime de tráfico de droga.

De acordo com a SIC Notícias, a procuradora, Cândida Vilar, incumbiu a Guarda Nacional Republicana (GNR) de notificar os arguidos, detidos e não detidos, da acusação do processo.

Em 15 de maio, recorde-se, a equipa de futebol do Sporting foi atacada na academia do clube, em Alcochete, por um grupo de cerca de 40 alegados adeptos encapuzados, que agrediram alguns jogadores, membros da equipa técnica e outros funcionários. A GNR deteve no próprio dia 23 pessoas e efetuou, posteriormente, mais detenções, que elevaram para 40 o número de arguidos, dos quais 38 estão em prisão preventiva.

LUSA

Jorge Jesus fica

O Sporting perdeu com o Desportivo de Chaves por 1-0 e está fora da Taça de Portugal. O único golo do encontro foi apontado por Carlos Ponck aos 87 minutos.

O presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, usou o Facebook para se pronunciar acerca da eliminação do Sporting da Taça de Portugal, após a derrota com o Chaves, esta terça-feira.

“Sem rodeios, esta época ao nível do futebol tem sido uma desilusão”, escreve Bruno de Carvalho. “Resta-nos lutar pelo campeonato. Atirar a toalha ao chão não é uma hipótese”, pode ler-se na publicação no Facebook oficial do presidente do Sporting.

“Estou triste, desolado, mas estados de alma não são compatíveis nem se podem confundir com as funções que assumi e que tenho tido a honra e o privilégio de exercer”, escreve Bruno de Carvalho.

Reconhecendo que nos ciclos negativos “tudo e todos são colocados em causa”, Bruno de Carvalho segura a equipa técnica. “Irei, com o treinador Jorge Jesus, fazer o que nos compete, isto é, manter a coesão de um grupo que necessita de elevar os seus níveis de entrega e de acerto técnico-tático, mas, para isso, a sua autoconfiança e autoestima têm de ser trabalhadas”.

“O plantel sofrerá um emagrecimento neste mercado de inverno, o que vai fortalecer o grupo”, revelou Bruno de Carvalho, com uma mensagem para o grupo de trabalho. “Precisamos dos melhores focados, e determinar, mais uma vez, a linha da exigência extrema que existe neste Clube”, acrescentou.

Ao Sporting só resta a Primeira Liga mas está a oito pontos do líder Benfica, numa altura em que se vai iniciar a segunda volta.

Jesus é o “verdadeiro artista” aos olhos de Bruno de Carvalho

O Sporting visitou ontem, quarta-feira, o reduto do Real Madrid. Surpreendentemente, os ‘leões’ estiveram quase sempre à frente do marcador, mas, nos minutos finais, acabaram por perder o encontro.

Esta quinta-feira, já com o resultado arrumado, Bruno de Carvalho, presidente do clube, pronunciou-se sobre o encontro, deixando rasgados elogios a Jorge Jesus, mas dando também os parabéns a adeptos e, claro está, jogadores.

“Não existem vitórias morais mas existem orgulho e dignidade. Um orgulho tremendo e agradecimento aos milhares de sportinguistas que fizeram questão de estar presentes. Um orgulho tremendo numa equipa que vincou o seu talento e personalidade no Santiago Bernabéu demonstrando que a nossa identidade não muda perante adversários ou recintos, que somos orgulhosamente Sporting Clube de Portugal”, começa por referir o dirigente máximo dos ‘leões’ numa publicação no Facebook.

“Um orgulho tremendo no treinador, restante equipa técnica e staff. Um verdadeiro artista cujo talento inspira os que comanda e que utiliza os campos para produzir obras de arte que vão sendo a imagem de marca do Sporting CP”, afirma o presidente do emblema de Alvalade.

“Foco, humildade e trabalho serão o segredo, o 12.º jogador o ingrediente extra que transforma tudo num grupo fortíssimo e extra motivado. Este ano queremos vencer, queremos atingir a Glória em todas as modalidades que representamos e contamos com todos para atingir esse objectivo”, finaliza.

Operação Fénix. Pinto da Costa entre os 53 acusados e Bruno de Carvalho é testemunha

Pinto da Costa

Começou por ser um processo de investigação sobre os métodos utilizados pela empresa de segurança SPDE e acaba (por agora) com Pinto da Costa e Antero Henriques, diretor-geral da SAD portista, sentados no banco dos réus. O Ministério Público decidiu este domingo acusar 53 pessoas no âmbito da Operação Fénix, conforme noticia a edição desta segunda-feira do “i”.

O centro da teia de acusações está na SPDE, uma empresa de segurança sediada no norte do país responsável pela segurança privada de nomes como Pinto da Costa, Bruno de Carvalho ou Anselmo Ralph. A SPDE faria a segurança privada destes e outros nomes, para além de vários espaços noturnos espalhados pelo país, de forma ilegal e recorrendo a métodos que lhe valem agora suspeitas de crimes de associação criminosa, extorsão ou ofensas à integridade física.

O Ministério Público suspeita que, para além de assegurar ilegalmente a segurança privada de Pinto da Costa e das instalações do estádio do Dragão, a SPDE estaria ainda encarregada de vigiar os jogadores da equipa principal e transmitir informações aos homens fortes do FC Porto – uma cadeia que chegaria até Pinto da Costa, diz o “i”.

O matutino explica que os contactos entre a empresa e o clube nortenho terão sido conduzidos por Antero Henriques, a quem foram, em julho, apreendidos mais de 70 mil euros. O “Correio da Manhã” avança esta segunda-feira que o diretor-geral da SAD portista seria um “sócio oculto” da empresa de segurança.

Anselmo Ralph e Bruno de Carvalho são testemunhas
Outros nomes conhecidos como Bruno de Carvalho ou Anselmo Ralph chegaram a recorrer aos serviços da SPDE, mas estarão envolvidos na investigação apenas como testemunhas porque o Ministério Público acredita que desconheceriam as atividades ilegais da empresa.

O dono da SPDE, Eduardo Silva, está detido preventivamente em Caxias desde julho de 2015, juntamente com 13 outros membros da empresa. Os detidos são suspeitos de associação criminosa, exercício ilegal da atividade de segurança privada, detenção de arma proibida, extorsão agravada, coação, ofensas à integridade física qualificada e favorecimento pessoal, diz o “i”.

O “Correio da Manhã”, que explica que o objetivo de Eduardo Silva seria controlar a segurança noturna do país através da “lei do medo”, acrescenta que em causa estará também um caso de homicídio ocorrido em 2013, no recinto da Queima das Fitas do Porto.

Também estarão a ser investigadas, avançam os dois títulos, as ligações da SPDE ao grupo conhecido como Ninjas, que atuava na zona de Vale do Sousa e é conhecido por ser “extremamente violento”, assim como a outro grupo de Lisboa. Eduardo Silva atribui as denúncias que originaram a abertura do caso a grupos rivais.

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