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BIM, o modelo que está a revolucionar o setor da construção

Imagine-se a poder construir o mais complexo dos edifícios vários meses antes sequer das máquinas entrarem no terreno. Durante muitos anos a deteção de problemas com a exequibilidade dos projetos, coordenação das várias especialidades e também deteção de desvios nas previsões das quantidades de projeto apenas acontecia em fase de obra. Com a implementação do BIM essa “construção virtual” permite-nos tentar detetar e resolver esses problemas em fases mais embrionárias dos empreendimentos.

O que é o BIM?

O conceito BIM passa pela modelação digital, não apenas na sua questão geométrica (3D), mas com muitas camadas adicionais de informação que vão desde especificações técnicas dos materiais, marcas, datas (planeadas, entrada em obra), durações de manutenção previstas, etc. Estas várias camadas de informação transformam o que pode ser subvalorizado como apenas um modelo 3D num modelo nD (representando n as várias camadas de informação presentes em cada elemento). Com as várias equipas a trabalhar em BIM (mesmo que em softwares diferentes) permite trabalhar de uma forma mais colaborativa. Permite também olhar para o ciclo de vida de uma outra forma: a informação digital que vai, não só, acompanhar as fases de projeto e construção como a operação e manutenção.

A adoção do BIM tem sido relativamente lenta em Portugal. Tudo começa na valorização que se dá à qualidade do projeto. Há alguns donos de obra que “ainda não percecionam a mais-valia de um projeto com BIM integrado”, conta Bernardino Lima. “No entanto, a nível internacional já existem exigências para que se utilize o BIM, pelo que a sua utilização permanente tornar-se-á algo inevitável”, elucida Romeu Simões.

Em alguns países que a sua utilização é obrigatória já há alguns anos. Em Portugal, ainda não o é mas os nossos interlocutores acreditam que seja algo que acontecerá num futuro próximo. Mais importante que ser obrigatório será haver a perceção das suas vantagens evidentes: mais trabalho colaborativo e melhor comunicação são os pontos mais visíveis numa primeira fase. O BIM traz consigo uma capacidade de otimizar custos e de redução de erros.

Os nossos entrevistados falam no papel das Entidades Públicas que será crucial para o começo do uso do BIM: “Se estes organismos assumirem o papel de impulsionador será bom para que depois os investidores privados lhe sigam o exemplo.” Algumas entidades já estudam a sua aplicabilidade e obrigatoriedade de, por exemplo, submissão de projetos de licenciamento em algumas câmaras municipais em BIM.

“Nas grandes obras o cliente não hesita em ter e exigir a modelação BIM pelas mais-valias que representa. Em Portugal, alguns projetos de alguma dimensão já estão a adotar o modelo” referem os nossos entrevistados.

Em Portugal “ainda se pensa pouco na manutenção dos edifícios e mais apenas no investimento inicial”, diz Bernardino Lima. O BIM associado a outras ferramentas de facility management também acrescentam valor à fase de exploração e manutenção dos empreendimentos e não apenas às fases iniciais de projeto e construção.

O BIM na Techonis

A TECHONIS é uma empresa de engenharia, criada em 2016, por fundadores com uma vasta experiência internacional. A génese da empresa é Engenharia de Estruturas mas a oferta estende-se a todas as especialidades de engenharia necessárias aos projetos de construção, de uma forma integrada. Grande parte do seu trabalho desenvolve-se a nível internacional estando já presentes em sete mercados e três continentes. A área de projeto e consultoria representa cerca de 90% da atividade da empresa mas que também realiza trabalhos de fiscalização e coordenação de segurança em obra. Com uma equipa experiente nessa área oferece desde a sua génese consultoria e projeto baseado em BIM.

Ainda não é de uso generalizado e em algumas obras em que intervêm onde a aplicação do BIM ocorre apenas em algumas especialidades e outros intervenientes não trabalham em BIM, a mais-valia que acrescentaria o modelo de algumas das especialidades é menor.

Para reforçar a capacidade de integração e coordenação das diversas especialidades o BIM aparece como uma forma de aumentar a qualidade do projeto e a qualidade da própria coordenação. Numa fase inicial há sempre inevitavelmente uma fase de investimento de tempo em formação e aprendizagem mas em fase “cruzeiro” já se nota também optimização do tempo nas tarefas de projeto e coordenação.

Neste momento um bom exemplo das mais-valias que representa o BIM pode ser visto num projeto em que a TECHONIS está envolvida a nível de projeto e de coordenação. A ampliação do aeroporto de Santiago do Chile em que trabalha diretamente para o consórcio VINCI-ASTALDI está a ser desenvolvido integralmente em BIM. “Há equipas espalhadas pelos quatro cantos do mundo em vários fusos horários” referem os entrevistados. A vertente colaborativa baseia-se numa plataforma central para intercâmbio dos modelos das várias especialidades bem como para partilha dos modelos de coordenação.

O BIM neste projeto é utilizado em várias vertentes, tendo começado no desenvolvimento dos anteprojetos, durante toda a fase dos projetos de execução e também para fabrico, construção e manutenção. Dos modelos BIM são extraídas todas as informações necessárias para se efetuar o fabrico e encomenda dos vários elementos que compõe a construção e, posteriormente, os mesmos modelos e informação extraída deles serve de apoio à construção propriamente dita. No final os modelos BIM terão a informação de projeto mas também toda a informação relativa à construção (modelo “as built”) que servirá de base a todas as operações de manutenção (“facility management”).

Como a tecnologia BIM está a revolucionar as empresas

Que principais marcos contam a história do vosso percurso?

A Global Geosystems é uma empresa que conta com quase 20 anos de experiência na distribuição de equipamentos e software com aplicação nas áreas da topografia, construção, arquitetura, controlo de máquinas, e sistemas de informação geográfica, entre outros.

Contamos com cinco escritórios no norte de Espanha, e procuramos agora marcar presença física também em Portugal, país onde já temos um volume assinalável de negócios, a partir da nossa loja online, topotienda.com.

Nos últimos cinco anos, em estreita colaboração com a Leica Geosystems, temos vivido um período de crescimento muito significativo, que nos tem colocado num patamar de grande importância neste setor na Península Ibérica.

Hoje, que papel a Global Geosystems assume no mercado?

A Global Geosystems é o maior distribuidor da Leica Geosystems em toda a Península Ibérica, e um dos maiores a nível europeu.

Disponibilizamos um serviço de assistência técnica com o nível de qualificação mais elevado que a marca outorga e reconhece.

Para além da venda de equipamentos e software, contamos com um moderno e amplo parque de aluguer, em todas as vertentes de atividade a que nos dedicamos.

Os nossos cerca de 20 profissionais têm uma elevada qualificação técnica, o que nos permite garantir aos nossos clientes o aconselhamento, formação e suporte técnico mais indicado para a sua realidade, de acordo com as suas necessidades e especificidades.

O BIM (Building Information Modelling), mais que uma solução ou conjunto de ferramentas tecnológicas, é um conceito operacional que tem por base a integração, partilha, colaboração e verificação de um conjunto de processos inerentes à conceptualização e execução de uma determinada estrutura. Trata-se de um novo paradigma na digitalização da indústria?

O conceito BIM visa principalmente a adoção de novos fluxos de trabalho na gestão de todo o ciclo de vida de qualquer edifício ou estrutura, seja novo ou preexistente. Isto porque estes fluxos de trabalho podem ser implementados imediatamente na fase de conceção e projeto, ou mais tarde, numa fase de utilização e exploração. Pode inclusive ser aplicado a edifícios históricos ou com interesse patrimonial, numa ótica de apoiar e melhorar a sua gestão, manutenção ou reabilitação.

Compreende este conceito, sem dúvida, um paradigma totalmente novo nos processos de projeto, construção e manutenção de edifícios e estruturas, com especial ênfase na introdução do conceito de trabalho colaborativo, suportado na partilha de informação, utilizando como base um “gémeo digital” do edifício ou estrutura real, que replica, tanto quanto possível, todo o tipo de comportamentos e respostas do objeto real, na sua análise com recurso a software dedicado.

Surge assim como uma solução para modernização e reestruturação da indústria, estimulando a colaboração, incentivando a desmaterialização e elevando a importância de melhores desempenhos e processos mais eficientes. De que forma o BIM se apresenta, portanto, uma mais-valia nas operações da Global Geosystems?

Como distribuidor oficial da Leica Geosystems, a Global Geosystems tem acompanhado, desde o início, a adoção das soluções tecnológicas da marca nas necessidades de empresas e pessoas que implementam, ou pretendem implementar, todas, ou parte, das fases de um fluxo BIM. Estas soluções constituem já uma parte importante do nosso volume de negócios, com um rápido crescimento tanto no mercado espanhol, como no português.

Temos capacidade de prestar serviços de venda, mas também de aluguer, formação e consultoria técnica, relativos às diversas soluções tecnológicas que a marca tem desenvolvido para aplicação neste conceito.

As soluções desenvolvidas pela Leica Geosystems, com aplicabilidade no conceito BIM, compreendem ferramentas de hardware como: laser scanners fixos ou móveis, estações totais robóticas, recetores GNSS, veículos aéreos não tripulados, e sistemas de deteção de elementos e estruturas subterrâneos; e ferramentas de software que se aplicam a todas as fases de trabalho do conceito BIM, como por exemplo: documentação do estado existente em todas as fases de vida do edifício ou estrutura; criação de modelos 3D de todos os elementos construtivos; verificação e validação de todas as fases de construção e reabilitação, em todas as especialidades; partilha de dados e apoio ao trabalho colaborativo sobre o modelo ou documentação da realidade; ou deteção de colisões, entre outros.

Mas que desafios esta abordagem acarreta?

Como resultado do nosso conhecimento técnico e comercial, e à nossa experiência no mercado da construção, temos a capacidade de apoiar os nossos clientes a superar todos os desafios que se coloquem no seu trabalho diário.

Sabemos que a adoção deste novo conceito produz a necessidade de identificar e implementar as ferramentas de hardware e software, e os fluxos de trabalho, que melhor se adequam à sua atividade, mercado, clientes e projetos, bem como de formar, de maneira suficiente e eficiente, os seus recursos humanos, para poder obter o maior benefício dessa adoção, minimizando o impacto inicial na sua produtividade.

De qualquer maneira, a adoção deste conceito constitui uma necessidade para todas as empresas e profissionais ligados de alguma maneira aos setores da construção, manutenção, reabilitação e gestão de edifícios e estruturas, da qual não poderão mais prescindir, no curto ou médio prazo. Adiar a transição para este novo conceito coloca um risco elevado de perda de competitividade, tanto no mercado internacional, como no nacional.

Em resumo, acreditamos que o risco de prescindir da adoção deste conceito é muito maior que o custo de superar os desafios que coloca a sua implementação.

Desde que o conceito de BIM surgiu que o debate se prende em torno do seu valor e aplicação, mas mais do que isso o que se deve saber para ser implementado com sucesso e desbloquear o seu verdadeiro valor?

Fundamentalmente, conhecer e recorrer aos serviços de empresas especializadas, como a Global Geosystems, que são capazes de suprir todas as necessidades de consultoria técnica e comercial, e de formação, que cada profissional e empresa possam sentir para a completa e eficiente implementação deste conceito no seu trabalho diário.

“O trabalho colaborativo é uma vantagem intrínseca do BIM”

De forma a contextualizar o nosso leitor, o que é o Building Information Modelling (BIM)?

O BIM é uma abordagem tecnológica inovadora que está a revolucionar o setor da Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC). Consiste em replicar a edificação num modelo digital 3D que centraliza toda a informação – arquitetura, estrutura, redes de água, eletricidade, instalações mecânicas, etc.

Esta inovação permite, pela primeira vez, manter a informação atualizada e acessível, simultaneamente, a todos os participantes no processo (donos de obra, projetistas, empreiteiros, gestores de exploração) e em todas as fases de vida de uma edificação: desde o início do projeto ao planeamento da obra, construção, operação e manutenção.

A que desafios vem responder o BIM e, sobretudo, porque se tornou crucial na Indústria da Arquitetura, Engenharia e Construção?

O imperativo da evolução BIM nasce dos avanços tecnológicos dos últimos anos, de uma maior competição do mercado, das crescentes exigências dos Donos de Obra e das imposições da legislação.

De facto, as metodologias tradicionais vão deixando de dar resposta adequada à evolução do setor; a construção baseia-se ainda em projetos de especialidade distintos, desenvolvidos por entidades diferentes, sequenciais, pouco colaborativos e integrados, e que facilmente apresentam indicações divergentes. Exemplificando, é frequente surgirem incompatibilidades entre estrutura (pilares, vigas) e instalações (canalizações, ar condicionado, etc.).

A integração de toda a informação é uma etapa imprescindível no final do projeto, implicando um considerável consumo de tempo e recursos, e não dispensa a compatibilização dos projetos durante a construção.

A metodologia BIM ultrapassa estes condicionalismos. Recorrendo a softwares interoperacionais e complementares, atuando em processos controlados, possibilita o desenvolvimento sincronizado das várias especialidades, com deteção automática de incompatibilidades (clash-detection), permitindo a rentabilização dos recursos, a redução dos imprevistos e consequentes aumentos de custos e prazos.

O impacto desta metodologia estende-se muito para além da conclusão da obra. O projeto e a construção significam apenas 20% do custo total da vida do edifício, enquanto a sua exploração e manutenção atingem 80%. Um projeto BIM proporciona uma gestão centralizada eficaz, com efetiva redução dos custos de operação.

Estas vantagens tornam a adoção do BIM uma tendência generalizada e uma exigência crescente de Donos de Obra, particularmente em mercados internacionais.

A par dos edifícios eficientes, o trabalho colaborativo é também o foco do BIM. Mas que outras vantagens ou mais-valias, igualmente fulcrais, apresenta o BIM?

O trabalho colaborativo é uma vantagem intrínseca do BIM, pois permite o envolvimento de diversas entidades, ainda que geograficamente dispersas, no projeto; uma mais-valia significativa num mundo cada vez mais especializado e global.

Contudo, a característica fundamental e diferenciadora da metodologia BIM é a centralização de toda a informação num modelo único, validado e em permanente conexão, que abrange todos os intervenientes em todas as fases da vida de uma edificação.

Este modelo fornece acesso seguro a informação atualizada, melhorando a comunicação e gerando uma dinâmica de distribuição de tarefas por equipas altamente especializadas, partilha de experiências, deteção de conflitos e resolução de problemas, que conduz a uma maior eficácia do processo e promove a obtenção de projetos mais funcionais e sustentáveis, com economia de meios.

A utilização de objetos paramétricos/inteligentes, que possuem uma geometria 3D associada a propriedades (modelos, números de série, datas de validade, etc.) e regras específicas, incrementa a automatização e permite a disponibilização de informações essenciais.

Atinge-se, assim, uma otimização da produção – por ex., as peças desenhadas são geradas automaticamente, libertando as equipas para tarefas mais especializadas; a extração de quantidades é possível em qualquer momento; a análise das atividades no espaço e no tempo, face às necessidades de enquadramento, equipamento e aprovisionamento, possibilita uma gestão de obra mais eficaz.

Qual será o futuro do BIM e, principalmente, dos setores onde opera?

O setor AEC é uma das indústrias menos eficientes da atualidade: a maioria dos processos não está automatizada e a generalidade das edificações é um protótipo sem replicação. Numa época em que a gestão de recursos é imperativa, a estandardização inteligente do setor é essencial para garantir a otimização da produção com aumento da qualidade e segurança.

O BIM será certamente protagonista neste cenário. A sua poderosa capacidade de simulação de cenários diversos, de alcançar as soluções mais vantajosas, já a tornam na metodologia state-of-the-art para o setor AEC. As possibilidades de gestão centralizada das construções, através da integração de equipamentos inteligentes, tornarão o BIM na pedra basilar da transformação digital do setor.

Com a experiência de quase um século, de que forma a Teixeira Duarte tem respondido aos desafios da transformação digital na construção?

A Teixeira Duarte, enquanto empresa empenhada na inovação tecnológica, procurou desde sempre integrar as metodologias mais avançadas para garantir a qualidade do seu processo de produção.

A evolução para a digitalização não constituiu exceção, tendo-se consolidado na implementação do BIM a partir de 2016, com a formação específica das equipas, a conceção de procedimentos, o desenvolvimento de projetos e divulgação.

Entre os trabalhos executados pela empresa nesta metodologia contam-se obras públicas e privadas, hospitais, estruturas marítimas e rodoviárias, em diversos países.

Como reconhecimento da sua atividade nesta área, a Teixeira Duarte foi distinguida com o 1º lugar no Prémio de Excelência BIM 2017 na categoria de “Construção e Coordenação”, promovido pela Comissão Técnica BIM Portuguesa (CT 197 – BIM).

Fundada em Portugal, a Teixeira Duarte – Engenharia e Construções, S.A. atua atualmente em que mercados internacionais?

A Teixeira Duarte – Engenharia e Construções, S.A. é uma empresa portuguesa constituída em 1934 com uma estrutura e experiência que remontam ao início de atividade do seu fundador, Eng.º Ricardo Esquível Teixeira Duarte, em 1921.

Atua nas áreas de Geotecnia e Fundações, Reabilitação, Obras Marítimas, Edificações, Infraestruturas, Metalomecânica, Obras Subterrâneas e Obras Ferroviárias, com um total de cerca de 4.000 colaboradores. Para além de Portugal, a empresa está presente em 16 países: Angola, Argélia, Brasil, Colômbia, Equador, Espanha, Estados Unidos da América, França, Gabão, Koweit, Macau, Marrocos, Moçambique, Peru, Reino Unido e Venezuela.

Pioneira na construção e com uma reconhecida capacidade na conceção, inovação, construção e gestão de grandes projetos e empreendimentos, a Teixeira Duarte está a dois anos de festejar o centenário. São cem anos de Teixeira Duarte, são cem anos de…?

… cem anos de Engenho, Verdade e Compromisso, valores estruturantes na conduta dos colaboradores da Teixeira Duarte e que têm permitido à empresa cumprir a sua missão: Fazer, contribuindo para a construção de um mundo melhor.

Qual a importância da Construção no Grupo Teixeira Duarte?

A Construção é a génese e a base do Grupo Teixeira Duarte, sendo a Teixeira Duarte – Engenharia e Construções, S.A. a empresa do Grupo de referência neste setor.

Para além da Teixeira Duarte – Engenharia e Construções existem outras sociedades participadas que operam em áreas específicas, nomeadamente nas obras subterrâneas e ferroviárias.

O constante e sustentado crescimento desta atividade dotaram a Teixeira Duarte de uma capacidade empresarial forte, com meios e recursos que lhe permitiram múltiplos processos de internacionalização e a diversificação da sua atividade a outros setores. Hoje, para além da construção, o grupo atua nas concessões e serviços, imobiliária, hotelaria, distribuição e automóvel, operando em 19 países, em quatro continentes, com a colaboração de mais de 11.000 colaboradores.

Em termos consolidados, a construção representou, em 2018, 58% do volume de negócios do grupo, tendo a atividade desenvolvida nos mercados externos um peso de 73%.

Em termos não consolidados, acrescenta-se que os proveitos operacionais alcançados pelas empresas do grupo no setor da construção em 2018 atingiram o valor global de 636.061 milhares de euros, um aumento de 4,5% face a 2017.

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