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Nove razões para considerar ‘largar’ de vez o café

A necessidade de beber café pode ser mais um hábito psicológico ou social.

Mas se existem bons motivos para beber café, também existem várias razões para considerar largar este hábito – ou pelo menos reduzir a sua ingestão de cafeína.

O site Bustle listou nove boas razões para considerar ‘largar’ o café:

1. O café pode deixá-lo mais stressado;

2. O café ‘mexe’ com os seus níveis de insulina – mais ainda se coloca sempre muito açúcar nesta bebida;

3. Esta bebida pode provocar indigestão, dores de estômago e azia, devido à sua acidez;

4. Provavelmente dormirá melhor à noite se não beber café;

5. O café pode aumentar bastante os seus níveis de ansiedade;

6. Apesar de inicialmente custar, o seu corpo irá aprender a gerir e a viver da sua própria energia;

7. A ‘moleza’ da tarde não será sequer comparável, pois as pessoas que bebem café tendem a sentir muito mais a queda de energia depois do almoço;

8. Não terá de deixar de ter o ritual, pode sempre beber chá ou apreciar um sumo de frutas quando combina ir ‘beber café’ com os seus amigos;

9. Na verdade não precisa tanto do café como pensa – aliás, o café pode estar a diminuir a capacidade de o seu corpo ter mais energia.

Tornou-se no café ‘mais famoso’ do Instagram graças a esta receita

The Grind Coffee Company. O nome deste pequeno bar, restaurante e coffee shop em Joanesburgo, na África do Sul, dificilmente seria notícia, apesar do seu ambiente descontraído e cosmopolita – quantos cafés descontraídos e cosmopolitas não há espalhados pelo mundo? Acontece que este pequeno bar conseguiu inventar algo que fará falar dele pelo mundo: serve café expresso dentro de um cone de gelado.

Desde janeiro, a foto que colocaram na rede social Instagram, teve mais de um milhão de likes. E o sucesso não é apenas virtual. Diariamente os clientes fazem fila para provar a criação que é tão óbvia quanto improvável. Como é que ninguém se lembrou disto mais cedo?

A baunilha não amolece porque há uma base de chocolate a servir de «parede». Mas não foi fácil chegar a este truque. Tentaram-se receitas e mais receitas até a consistência do chocolate preto ser a ideal. O mais certo é que a invenção se espalhe um pouco por todo o mundo e que, daqui a uns anos, ninguém saiba ao certo onde nasceu.

 

OS PAÍSES NA EUROPA ONDE SE PAGA MAIS POR UM CAFÉ

Só no século XVII chegou à Europa, trazido do Oriente pelos mercadores. Foram os holandeses a trazer as plantações para o Velho Continente e daí para Java, na Indonésia. Os colonizadores espalharam a planta pelo Novo Mundo, e ganhou importância pela sua rentabilidade e crescente procura. Portugal levou-a a São Tomé, ao Brasil e a Angola, onde prosperou, tornando-se a principal riqueza. Ainda hoje, o Brasil é o maior produtor mundial.

O café conquistou definitivamente a Europa a partir de 1615, trazido dos países árabes por comerciantes italianos. Em Veneza, as botteghe del caffè tornaram-se pontos de encontro. Em 1687, os turcos tentaram conquistar Viena sem successo e abandonaram sacas de café, que se tornaram um símbolo da vitória.

A primeira coffee house surgiu, então, e a partir delas se difundiu o hábito de coar a bebida e bebê-la adoçada com leite – o famoso café vienense. Cafés como o Procope, em Paris, ou o Florian, na Piazza San Marco, em Veneza, ainda de portas abertas, foram pioneiros na Europa.

Exportações de café aumentam e batem recordes da última década

Mais de 15 empresas nacionais juntaram-se hoje no Porto para o X Encontro Nacional dos Profissionais do Setor do Café, para discutir soluções para crescer nos mercados internacionais, aproveitando o ritmo de crescimento das exportações e o aumento do consumo de café a nível mundial (2,5%).

Portugal importa principalmente café verde, ou seja, não torrado, nem descafeinado, que posteriormente transforma, exportando sobretudo café torrado.

O Vietname é o principal fornecedor de café verde, contribuindo com 12.400 toneladas das cerca de 46.300 importadas para Portugal no ano passado.

Portugal importou ainda 7.600 toneladas de café torrado, não descafeinado, ou seja café cuja torrefação é feita no estrangeiro.

Em 2015, Portugal exportou quase 11.800 toneladas de café (mais 4,15% do que em 2014), das quais mais de dez mil relativas a café torrado, num total de quase 63 milhões de euros (cerca de 52 milhões de euros de café torrado) que compara com menos de 57 milhões de euros registados em 2014.

Em declarações à Lusa, a secretária-geral da associação industrial do café, Cláudia Pimentel, afirmou que os produtores acreditam que “vai manter-se este valor de exportações” no futuro, considerando que para isso contribuirá a tendência de crescimento verificada no mercado asiático, mas também na Europa, com vários países a transformarem o consumo habitual de café de saco em café expresso, o produto que os produtores portugueses mais comercializam.

“Também contribui para isso as máquinas de café mais limpas, que estão a introduzir café em países que não tinham esse hábito, ao facilitarem beber o café, mas também pelo fim do mito de que o café faz mal à saúde”, acrescentou.

Questionada sobre em quais os países antevê maiores crescimentos, Cláudia Pimentel não quis fazer prognóstico, mas voltou a referir que os países asiáticos como China ou Coreia do Sul, que tradicionalmente bebem chá, deverão continuar a aumentar o consumo do café.

“Temos um café com qualidade e caraterísticas específicas e valorizadas, não só por nós portugueses mas também pelos estrangeiros que visitam Portugal. Esta vaga de turismo beneficia o setor do café”, afirmou a líder da Associação Industrial e Comercial do Café.

Torrefatora de café de Coimbra quer entrar no mercado chinês

No presente ano, a FEB prevê também entrar no Peru e no Chile durante o primeiro semestre de 2016, mas a China é “a maior aposta” da torrefatora criada em 1944, disse à agência Lusa Nuno Gomes.

Segundo o responsável, regista-se um “aumento de consumo de café” no mercado chinês, crescendo “a dois dígitos” todos os anos, o que torna a China um mercado aliciante para a FEB, que pretende entrar no mercado associada à “qualidade e características do expresso português”.

Para 2016, a FEB tem um plano de negócios “ambicioso”: espera atingir 320 toneladas de café e dois milhões de euros em faturação, além de 30% da faturação via exportações.

Em 2015, a empresa de Coimbra registou um aumento de “6% a 7%” na faturação, atingindo 1,4 milhões de euros, e um incremento de mais de 30% na produção, passando de 150 toneladas em 2014 para mais de 200 toneladas no ano que passou, sublinhou.

O desfasamento entre o aumento da produção e a faturação deve-se à estratégia de eliminar a distribuição feita por meios próprios, explanou.

Segundo Nuno Gomes, em 2015 as exportações representaram 15% da faturação, estando a FEB já presente no Canadá, Macau, França, Inglaterra, Angola e Moçambique.

Aquando da entrada em novos mercados, a FEB procura sempre associar o seu café “à história, visto que é das mais antigas torrefatoras do país”, bem como à diferenciação do produto português, frisou.

Angola vai apostar no café como produto de exportação

João Ferreira falava à imprensa, à margem da reunião de peritos, que antecede, na terça-feira, a 11.ª Assembleia-geral da Rede de Pesquisa de Café Africana, que deverá reunir em Luanda cerca de 500 pessoas, de 25 países.

Segundo o responsável, numa altura que Angola realiza esforços para diversificar a sua economia, face à crise petrolífera, o Governo tem que pensar no modelo agroexportador para ganhar “alguma divisa na produção agrícola”, sendo que no passado já foi um dos maiores produtores mundiais de café.

“Não me parece que as outras culturas consigam impor-se no mercado internacional, até porque a competitividade de países tem custos de produção muito mais inferiores”, disse João Ferreira.

O responsável referiu que Angola tem hoje uma “fraquíssima” produção de café, de cerca de 12 mil toneladas por hectare, e regista igualmente níveis baixos de industrialização.

Na reunião de hoje, segundo João Ferreira, estão a ser analisados alguns projetos e programas, do ponto de vista técnico e científico, com o objetivo de fazer a médio prazo o continente africano dar respostas aos desafios da economia global.

De acordo com o responsável, um dos desafios é munir o continente africano de tecnologia de ponta, para se passar da “cultura do café intensiva em mão de obra para uma cultura intensiva em capitais”.

“África precisa mecanizar a cultura do café, é preciso utilizar alguns agroquímicos, é preciso revermos o nosso setor do café, para torná-lo mais competitivo. O que estamos a discutir hoje do ponto de vista da investigação é um pouco isto: que projetos fazer, que tipo de tecnologias abordar, que tipos de laboratórios termos, se vamos para o tipo de reprodução do café, por sistema de produção generativa vegetativa, que tipos de variedades conservar”, explicou.

O fórum terá mais dois eventos complementares, a partir de hoje à tarde a primeira reunião da rede de pesquisa cafeeira africana e um simpósio que vai discutir o papel da mulher e da juventude na indústria cafeeira africana.

Angola detém atualmente a presidência da Assembleia-geral da organização inter-africana do café. Um total de 25 países africanos produtores de café integra a organização.

África representa hoje cerca de 5% da produção mundial de café, tendo uma baixa competitividade, fracas produções por hectare, que variam entre as 300 e os 500 quilogramas por hectare, enquanto os outros países apresentam produções de cerca 3.000 quilogramas por hectare.

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