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#EUNÃOFUMO. Dia Europeu do Ex-Fumador comemora-se com esta campanha

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Trata-se da campanha “#EUNÃOFUMO”, especialmente dirigida aos adolescentes no Dia Europeu do Ex-Fumador, uma efeméride criada pela Comissão Europeia.

Numa nota sobre esta iniciativa, José Pedro Boléo-Tomé e Paula Rosa, coordenadores da Comissão de Trabalho de Tabagismo da SPP, mostram-se preocupados com alguns dos dados relativos ao consumo de tabaco pelos adolescentes: “preocupam-nos, sobretudo, o aumento do consumo na população dos 15 aos 24 anos, muito em especial nas raparigas, que é onde ocorre o aumento maior”.

Segundo os mesmos responsáveis, há ainda outros dados preocupantes, uma vez que aos 18 anos 62% dos jovens já experimentou tabaco, e 43% consumiu nos últimos 30 dias.

Perante esta realidade – e respondendo ao apelo de escolas e encarregados de educação – a SPP lançou a campanha “#EUNÃOFUMO” e enviou para várias escolas nacionais um vídeo sob a temática “o tabagismo na adolescência”.

Neste vídeo, produzido pela SPP, o médico pneumologista Bruno Von Amann aborda de uma forma clara as principais questões relativas ao consumo de tabaco nas camadas mais jovens.

Na quarta-feira, será ainda realizada uma sessão informativa na escola EB 2,3 de Marinhais onde, além da reprodução do vídeo, estará presente um médico pneumologista da SPP para esclarecer os alunos das suas principais dúvidas.

No entender dos coordenadores da Comissão de Trabalho de Tabagismo, este tipo de ação junto dos adolescentes assume uma grande importância porque “estes jovens vão ser os fumadores e doentes de amanhã”, “são muito permeáveis às novas estratégias de marketing das tabaqueiras” e ainda pouco foi feito para “inverter esse processo e criar uma geração livre de tabaco”.

Os médicos pneumologistas consideram ainda essencial dar atenção à questão emergente dos cigarros eletrónicos ou tabaco aquecido: “a experiência de outros países mostra que são produtos apelativos aos mais novos, que a experimentação tem aumentado significativamente e que funcionam como porta aberta para experimentar outros produtos, como o cigarro convencional ou outras drogas recreativas”.

A SPP, à semelhança da Entidade Reguladora da Saúde e da Organização Mundial de saúde, não recomenda a utilização de nenhum destes produtos, e manifesta “sérias preocupações em relação à sua evolução futura”.

José Pedro Boléo-Tomé e Paula Rosa reconhecem “haver muito trabalho a fazer, quer a nível da prevenção primária, como é o caso dos jovens, quer no tratamento dos fumadores, que devem ter mais fácil acesso a apoio especializado, a fármacos comparticipados e a consultas de cessação tabágica.

“O acesso ao tabaco também deve ser cada vez mais dificultado e desnormalizado. O Dia do Ex-Fumador deve ser um dia de esperança num mundo com ar mais puro, mais liberdade sobre a própria vida e mais saúde e bem-estar”, concluem aqueles pneumologistas.

LUSA

Governo quer proibir roulotes de vender álcool em zonas “problemáticas”

AFPADEM - ALTAN

medida visa reforçar a segurança em zonas de concentração de bares e discotecas, com o objetivo de “reduzir o consumo em excesso de álcool e respetivo nível de conflitualidade nessas áreas”, afirma o Ministério da Administração Interna (MAI), em resposta a questões colocadas pela Lusa.

“A iniciativa decorre da implementação do ‘Programa Noite + Segura’ sendo que a implementação caberá, por regulamento, às autarquias. Estamos em estreita articulação com as Câmaras Municipais para implementação da medida e definição do calendário”, refere o MAI na resposta.

O ‘Programa Noite + Segura’ prevê a intervenção nos municípios de Lisboa, Porto e Albufeira.

Em entrevista à rádio TSF divulgada hoje de manhã, a secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto, esclareceu que as rulotes podem estar no local e vender alimentação e bebidas não alcoólicas; só não vão poder vender álcool, nem a maiores de idade. A governante lembra que no Porto já se verifica esta proibição.

Isabel Oneto justifica que estas três cidades foram identificadas como aquelas onde “existe maior grau de conflitualidade” ligada à diversão noturna, de acordo com as conclusões de um estudo efetuado pelas forças de segurança.

A campanha de sensibilização sobre o consumo de álcool por parte dos jovens e adolescentes, no âmbito do programa ‘Noite + Segura’, vai ser lançada hoje à noite no Largo de Camões, em Lisboa, com a presença dos ministros da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, além do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

A campanha, cuja primeira fase vai decorrer até ao final de julho, será lançada em Lisboa, mas vai também incidir no Porto e em Albufeira.

Segundo o MAI, esta campanha contempla a distribuição de panfletos aos comerciantes de bebidas alcoólicas e de cartões a adolescentes e jovens, bem como a divulgação de um vídeo sobre a vulnerabilidade do seu consumo.

Esta iniciativa vai ser também alargada às redes sociais da PSP e GNR que vão divulgar o lema da campanha, “A Bebedeira Passa. O Resto Não!” no Facebook.

Antes do incremento das ações de fiscalização, vão realizar-se ações de sensibilização com a distribuição, por parte das forças de seguranças, de 3.000 cartões junto dos comerciantes, alertando-os sobre os riscos da venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.

Durante a campanha, os organismos tutelados pela Administração Interna, Saúde e Educação vão divulgar um vídeo, com cerca de 30 segundos, que alerta os adolescentes e jovens para os perigos inerentes ao consumo de álcool.

De acordo com o MAI, nesta primeira fase, cerca de 15.000 cartões com o lema da campanha vão ser também distribuídos aos menores de 18 anos.

Estes cartões serão distribuídos pelas forças de segurança, equipas de rua do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD) e por desportistas conhecidos.

LUSA

Portugueses mobilizam-se para campanha nacional que celebra imigrantes no Reino Unido

A iniciativa partiu do vereador e vice Mayor de Lambeth, Guilherme Rosa, mas teve o apoio do grupo ‘Lambeth For Europe’, um grupo de ativistas que se formou para fazer campanha pela permanência do país na União Europeia (UE) e que continua ativo numa área onde 79% dos eleitores votaram contra o ‘Brexit’.

Guilherme Rosa disse à agência Lusa que o objetivo é mobilizar a comunidade portuguesa, que se estima ter cerca de 40 mil pessoas na área e onde existem dezenas de restaurantes e estabelecimentos portugueses, razão para ser apelidada de ‘Little Portugal’.

“Começou por ser dinamizado por portugueses, mas foi alargado a europeus e outras comunidades. Vamos ter discursos, um mapa com mensagens em ‘post it’ e vamos fazer um vídeo para partilhar nas redes sociais”, adiantou.

Para colocar os participantes a interagir no centro Wheatsheaf Community Hall, vai ser feito um ‘speed dating’, em que as pessoas terão alguns minutos para se conhecer antes de passarem ao próximo encontro.

Guilherme Rosa vai aproveitar também para promover um projeto intitulado ‘Welcoming Town Initiative’ [Iniciativa de Boas Vindas à Cidade].

“É destinada a mostrar abertura aos imigrantes, sobretudo fora das zonas urbanas, onde as comunidades estão mais isoladas, para criar coesão, promovendo o uso de bandeiras nacionais ou a organização de torneios de futebol e atividades com línguas”, adiantou à Lusa.

O evento de sábado insere-se numa campanha nacional lançada pelo jornalista e escritor britânico Matt Carr, cuja ideia surgiu em 2016, após o referendo que ditou a saída do Reino Unido da UE, em discussões nas redes sociais.

“O ‘One Day Without Us’ começou como uma sugestão de greve nacional, à semelhança do que aconteceu em 2006, nos EUA, e em 2009, em Itália”, contou à Lusa, enfatizando, todavia, que não é uma campanha contra o ‘Brexit’.

“É uma resposta à xenofobia e ao racismo que foram estimulados e legitimados pelo referendo. Houve pessoas que sentiram que tinham ganho que e que [o referendo] não era apenas sobre sair da UE, era a possibilidade de expulsar pessoas do país”, recordou.

O aumento dos crimes de ódio e do discurso político contra a imigração criou um ambiente hostil, pelo que Carr, que já escreveu livros sobre o tema da migração, sentiu que era necessário fazer algo simbólico.

A ideia de uma greve nacional não teve grande aceitação, pelo que este ano a iniciativa foi agendada para o fim-de-semana e marcada sobretudo por eventos locais e uma concentração junto ao parlamento britânico, em Westminster, com posters e faixas de protesto.

“Estão marcados 53 eventos em todo o país, mas mais surgem sempre mais nos últimos dias. Queríamos algo feito por todo o país, para mostrar a contribuição dos imigrantes nas comunidades de todo o país”, disse Carr, que refere que esta é uma campanha apolítica e feita por pessoas sem experiência.

É o caso da portuguesa Alice Barros, uma enfermeira num consultório de dentista em Peterborough, 150 quilómetros a norte de Londres, onde o voto a favor do ‘Brexit’ ascendeu aos 61%, superando a média nacional de 52%.

No ano passado, organizou um evento que recebeu cerca de 300 pessoas de diferentes comunidades, a maioria britânicas que quiseram manifestar apoio, mas muito poucos portugueses, afirmou à Lusa.

Porque foi abordada várias vezes sobre uma nova edição em 2018, decidiu repetir, novamente com comida e bebidas de várias partes do mundo, atividades para crianças e, como novidade, um ‘quiz’ [concurso de perguntas e respostas] e poesia.

O evento será no centro da cidade, na igreja de St. John, junto à centenária Catedral de Peterborough.

“Vai chamar-se ‘1 Day With Us’ [Um dia Connosco] porque achámos que era mais positivo e vamos fazer uma celebração da contribuição dos emigrantes para a cidade. Queremos que as pessoas que vão ao evento falem com as outras e convivam”, explicou.

Apesar de viverem na cidade cerca de 2.000 portugueses e existirem vários cafés portugueses, nenhum quis realizar o seu próprio evento, desinteresse que também encontrou nas comunidades polaca e lituana, igualmente numerosas.

Natural da Póvoa do Varzim e residente em Peterborough há 14 anos, Alice Barros admite ter sido vítima de racismo no início, mas, apesar de tal não ter acontecido após o referendo, foi nessa altura que ponderou deixar o país e regressar a Portugal.

“Mas sou casada com um britânico e temos filhos aqui. Não é assim tão fácil porque ele não fala português. Mas agora, desde que comecei a fazer o ‘One Day’, sinto mais apoio das pessoas e sou capaz de ficar”, revelou.

LUSA

Exército quer recrutar candidatos de género e sexualidade diferentes

campanha de recrutamento foi lançada há vários meses e neste fim de semana as mensagens serão difundidas novamente na rádio, na televisão e na Internet.

Os vídeos, dos quais foram difundidos alguns excertos, visam garantir às mulheres, às pessoas homossexuais, aos muçulmanos e a outros que não terão problemas de aceitação no seio das forças armadas, colocando perguntas como: “Posso ser gay no exército?”, “E se me tornar emocional no exército?” ou ainda “posso praticar a minha fé no exército?”.

O chefe do Exército britânico, o general Nick Carter, explicou que o exército tinha o hábito de recrutar “jovens homens brancos dos 16 aos 25 anos”.

“[Estes] já não existem tanto à nossa volta como no passado. A nossa sociedade mudou”, disse o general à emissora BBC.

“Esta campanha é uma forma de reconhecer que atualmente já não dispomos de um exército tão grande, que a demografia do nosso país mudou e que devemos chegar a uma comunidade muito maior”, concluiu.

No final do ano passado, o exército britânico contava com pouco mais de 78.000 elementos a tempo inteiro, perto do objetivo governamental de chegar aos 82 mil até 2020.

No entanto, a campanha motivou críticas contra o exército, acusado, sobretudo, de ter cedido ao “politicamente correto”.

“As pessoas mais interessadas no exército não querem saber se vão ser entendidos ou se vão poder exprimir as suas emoções”, disse o coronel Richard Kemp, antigo comandante das tropas britânicas no Afeganistão, também em declarações à BBC.

“O que os inquieta mais é a forma como vão enfrentar o combate. Serão afetados pelas imagens de combate, porque é essa a razão pela qual as pessoas se alistam no exército”, salientou.

O general Nick Carter defendeu a campanha, afirmando-se “muito orgulhoso que o exército respeite verdadeiramente a origem étnica e social e o género de cada um”, sublinhando que nos últimos nove meses, os pedidos de entrada aumentaram entre 30 e 35%.

“Somos o tipo de empregador que não tem escalas de remuneração diferentes, será a mesma seja qual for o vosso género”, disse o general.

LUSA

Rui Rio prevê gastar 90 mil euros na campanha interna e Santana Lopes 70.300

Estes valores estão inscritos nas atas de candidatura dos dois candidatos, disponíveis desde hoje no ‘site’ do PSD.

De acordo com estas atas, Rui Rio entregou a sua candidatura com 2446 assinaturas validadas e um orçamento de campanha com 90.000 euros de receitas e despesas de igual montante.

Já Pedro Santana Lopes viu serem validadas 2103 subscrições da sua candidatura e entregou um orçamento de campanha com receitas de 70.300 euros e despesas de igual montante.

Também disponíveis no ‘site’ do PSD estão as moções de estratégia global de Pedro Santana Lopes e Rui Rio, os únicos candidatos às eleições diretas de 13 de janeiro, já que o prazo para a entrega de candidaturas terminou na terça-feira às 18:00.

Rui Rio formalizou a sua candidatura na quinta-feira, com a entrega na sede nacional do PSD, em Lisboa, da moção intitulada “Do PSD para o país”, que foi apresentada publicamente um dia antes, em Leiria.

Pedro Santana Lopes formalizou na terça-feira a candidatura, entregando na sede nacional a moção “Unir o partido, ganhar o país”.

O PSD escolherá o seu próximo presidente em 13 de janeiro em eleições diretas, com Congresso em Lisboa entre 16 e 18 de fevereiro.

Mais de 70 mil militantes do PSD vão poder participar na escolha do futuro presidente social-democrata, universo eleitoral semelhante a outras eleições do partido em que houve disputa de liderança.

De acordo com a secretaria-geral do PSD, os militantes com quotas pagas até ao fecho dos cadernos eleitorais (15 de dezembro) e que poderão votar nas eleições são 70.385.

LUSA

Puigdemont encerra campanha catalã através de videoconferência a pedir voto útil

“Se sou investido presidente entrarei no Palau da Generalitat [palácio do executivo catalão] acompanhado de todo o governo legítimo”, assegurou Puigdemont numa intervenção que marcou o final da campanha oficial da lista “Juntos pela Catalunha” para as eleições regionais que vão ter lugar na quinta-feira.

A intervenção em direto, apresentada como um megacomício de encerramento da campanha da lista “Juntos pela Catalunha”, foi transmitida para cerca de 100 espaços públicos na comunidade autónoma.

O comício central na praça da Virreina, não muito longe do centro de Barcelona, teve várias centenas de pessoas, a aplaudir de forma entusiástica as partes mais importantes do discurso de Puigdemont que durou 20 minutos.

Joan, um simpatizante da lista independentista, explica à agência Lusa que estas intervenções por videoconferência acabam por mobilizar poucas pessoas, visto que muitos ficam em casa e assistem à intervenção pela Internet.

Joan lamenta que o partido ERC (Esquerda Republicana da Catalunha, socialistas), que nas eleições anteriores de 2015 esteve coligado com Partido Democrata Europeu Catalão (PDeCAT) de Puigdemont, tenha decidido concorrer separadamente.

“Eles estão convencidos de que podem ser o partido mais votado, mas eu acho que se enganam”, considera Joan.

No entanto, as sondagens indicam que a ERC e o Cidadãos (constitucionalista, direita liberal) estão à frente na intenção de votos dos catalães, com cerca de 23 a 25% dos votos.

Mais atrás estão o “Juntos pela Catalunha” e o PSC (Partido Socialista Catalão, associado ao PSOE), na casa dos 15 a 20% dos votos.

Um outro apoiante, Henrique, manifestou à Lusa o seu grande desencanto com os Estados-membros da União Europeia, que não apoiaram até agora a luta “legítima” pela criação de uma República na Catalunha, independente de Espanha.

Na fila da frente do comício, como em todos os que têm sido organizados nesta campanha, há várias cadeiras vazias, com o nome de Puigdemont e outros candidatos que o acompanham no seu refúgio belga ou que estão presos preventivamente numa prisão dos arredores de Madrid por suspeitas de delitos de rebelião, sedição e peculato.

O “Juntos pela Catalunha” (“Junts pel Catalunya”, na língua catalã) é uma aposta pessoal de Carles Puigdemont que inclui nomes do seu Partido Democrata Europeu Catalão (PDeCAT) e independentes.

O número dois dessa lista é o ex-presidente do movimento cívico independentista Assembleia Nacional Catalã (ANC), Jordi Sánchez, preso desde 16 de outubro por suspeitas de crime de sedição no quadro do processo de independência da Catalunha.

O Conselho Nacional do PDeCAT deu carta-branca à direção do partido e a Carles Puigdemont para prepararem a lista que considerarem mais adequada para concorrer às eleições regionais e que pretendiam que fosse mais abrangente e penetrasse noutros setores independentistas da Catalunha.

A proposta foi feita depois de os partidos independentistas não terem conseguido chegar a acordo sobre a apresentação de uma lista comum, como em 2015.

Nas eleições regionais anteriores, a Convergência Democrática da Catalunha (CDC e agora PDeCAT) formou uma coligação com a Esquerda Republicana Catalã (ERC) com o nome de “Juntos pelo Sim”, com o objetivo de declarar a independência da região.

A antiga CDC foi até 2010 a maior força política na Catalunha, mas depois dessa data tem perdido força, ao mesmo tempo que a ERC ia crescendo em importância.

As eleições de quinta-feira foram convocadas pelo chefe do Governo espanhol, Mariano Rajoy, no final de outubro, no mesmo dia em que decidiu dissolver o parlamento da Catalunha e destituir o executivo regional presidido por Carles Puigdemont.

Os partidos separatistas ganharam as eleições regionais em 2015, o que lhes permitiu formar um governo que organizou um referendo de autodeterminação em 1 de outubro último que foi considerado ilegal pelo Estado espanhol.

LUSA

“Renting com tudo à grande”

A campanha “Renting com tudo à grande”, que decorre entre os dias 20 de novembro e 3 de dezembro, coloca ao alcance do mercado em geral a possibilidade de usufruir de um carro novo por apenas 179€/mês (IVA incluído). Este valor mensal inclui ainda todos os serviços associados à utilização do automóvel: manutenção, seguro, pneus ilimitados, veículo de substituição, seguro de recondicionamento, assistência 24 horas e imposto único de circulação (IUC).

O modelo em campanhAF Imprensa (SEAT IBIZA)a é o SEAT IBIZA 1.0 Reference, 75 cv, 5 portas, com equipamento completo de série e equipamento opcional que, para além da pintura metalizada, inclui ainda o Pacote Reference Plus, com ar condicionado, sensores de estacionamento traseiros, faróis de nevoeiro dianteiro com função cornering, vidros traseiros elétricos, pacote de condução – crise control + sistema de deteção de fadiga, sistema de som media car – volume multifunções + 6 altifalantes + ecrã tátil 5’’e jantes de liga leve 15’’ enjoy 20/1 com pneus 185/65 R15.

Para Pedro Pessoa, Diretor Comercial da LeasePlan em Portugal: “Fazermos mais uma  campanha vocacionada essencialmente para os Particulares, confirma o objetivo da LeasePlan de alargar o acesso ao renting, despertando-os para os benefícios desta modalidade. Para quem procura carro novo a custo fixo, o renting é claramente uma solução económica, cómoda e muito segura. Para além de garantir a previsibilidade de custos, liberta o cliente de todas as preocupações relacionadas com a utilização do automóvel. Todos os serviços estão incluídos na renda mensal proporcionando uma melhor experiência para o cliente”.

Todos os interessados em aderir a esta campanha exclusiva, poderão visitar o site http://www.tudoagrande.pt ou falar diretamente com um dos promotores que estarão nos Centros Comerciais Colombo (20 a 26 de novembro) e Vasco da Gama (27 de novembro a 3 de dezembro).

Sobre a LeasePlan Portugal

A LeasePlan é líder nacional no mercado do renting e gestão de frotas, presente em Portugal desde 1993 com escritórios em Lisboa e no Porto. A LeasePlan Portugal tem no cliente e no condutor o centro da sua atividade e procura oferecer um serviço de renting de qualidade com redução contínua de custos na gestão da sua frota. Foi a primeira empresa de aluguer operacional em Portugal a obter a certificação de qualidade em 1998, tendo transitado para a norma ISO 9001:2015, em 2016, e que se encontra atualmente em vigor.

Para mais informações, consultar www.leaseplan.pt.

Qualquer carro, a qualquer hora e em qualquer lugar

Para Tex Gunning, CEO do Grupo LeasePlan: “Estamos a viver tempos de enormes mudanças, onde as pessoas estão a deixar de ter carro próprio para passarem à utilização do conceito “Car-as-a-service”. Ao mesmo tempo, assistimos também a mudanças importantes na tecnologia dos próprios carros à medida que mudamos de veículos a motor de combustão interna para veículos híbridos, totalmente elétricos e autónomos. Neste mundo em rápida mudança, a LeasePlan pretende ser a empresa que conhece e representa What’s next. Estou, por isso, encantado por lançar com o Richard Hammond a campanha global What’s next, que confirma o nosso compromisso de oferecer aos nossos clientes o que de mais recente há em mobilidade automóvel de forma económica, sem complicações e sustentável. Em última análise, o nosso ambicioso objetivo é fornecer um serviço totalmente flexível ‘Any car, Anytime, Anywhere’. Para nós, este é o futuro da mobilidade”.

A campanha What’s next, que é lançada hoje nos 32 países onde a LeasePlan atua, foi desenvolvida nos últimos meses como parte integrante da nova estratégia da LeasePlan para desbloquear oportunidades de crescimento sustentável num setor de mobilidade dinâmico. A peça central da campanha é um filme de 3 minutos com Richard Hammond. Filmado no centro de Los Angeles, What’s Next: O filme destaca as mais recentes tecnologias e tendências de mobilidade, assim como o papel principal da LeasePlan para levar aos seus clientes What’s next. “A LeasePlan tem disponibilizado, há mais de 50 anos, o car-as-a-service aos seus clientes corporativos. Estamos, portanto, totalmente preparados para liderar a transição para ‘Any car, Anytime, Anywhere’”, conclui Tex Gunning.

Video still LeasePlan_What's next

Como parte da campanha, a LeasePlan lançou também um conjunto de novos produtos e serviços What’s next. Dirigido a clientes nos segmentos Corporate, PME e Particulares, estas novas propostas incluem a oferta ‘Trocar, Clicar & Guiar’, que permite às PME entregar à LeasaePlan os seus carros usados e trocarem por novos; bem como uma proposta de veículos elétricos completa para clientes Corporate sedeados na Europa. A proposta VE da empresa baseia-se no anúncio de que se tornou um dos membros fundadores da iniciativa EV100, uma parceria de grandes empresas que em conjunto se comprometem em fazer a transição para frotas totalmente elétricas. Nos próximos meses serão anunciados mais produtos e serviços What’s next.

Veja o filme What’s next com Richard Hammond aqui

SOBRE A LEASEPLAN PORTUGAL

A LeasePlan é líder nacional no mercado do renting e gestão de frotas, presente em Portugal desde 1993 com escritórios em Lisboa e no Porto. A LeasePlan Portugal tem no cliente e no condutor o centro da sua atividade e procura oferecer um serviço de renting de qualidade com redução contínua de custos na gestão da sua frota. Foi a primeira empresa de aluguer operacional em Portugal a obter a certificação de qualidade em 1998, tendo transitado para a norma ISO 9001:2015, em 2016, e que se encontra atualmente em vigor. Para mais informações, consultar www.leaseplan.pt. 

SOBRE A LEASEPLAN

A LeasePlan é uma das empresas líder de gestão de frotas e soluções de mobilidade, com cerca de 1,7 milhões de veículos sob gestão em mais de 30 países. O nosso core business envolve a gestão em todo o ciclo de vida do veículo para os nossos clientes desde a compra, seguro e manutenção até à revenda dos automóveis. Com mais de 50 anos de experiência, somos um parceiro de confiança para os nossos clientes privados, PME, empresas e serviços de mobilidade. A nossa missão é fornecer soluções inovadoras e sustentáveis de renting automóvel para quem precise, esteja onde estiver – para que se possa concentrar no What’s next. Saiba mais em www.leaseplan.com.

CNN recusa passar anúncio de Trump

No anúncio da campanha de Trump, que em 19 de janeiro se declarou candidato à reeleição, assegurou-se que “a América raramente viu tal sucesso” e listou uma série de ações dos primeiros 100 dias da sua presidência.

“Você não o saberia vendo as notícias. A América está a ganhar e o presidente Trump está a tornar a América grande outra vez”, proclamava-se no anúncio.

Da mesma forma, este espaço comercial exibia os rostos dos jornalistas de televisão Andrea Mitchell (NBC), Wolf Blitzer (CNN), Rachel Maddow (MSNBC), George Stephanopoulos (ABC) e Scott Pelley (CBS) com a frase ‘fake news’ (notícias falsas) sobreposta.

A CNN adiantou que requereu que fosse removido este “falso” gráfico.

“Os principais meios de comunicação social não divulgam notícias falsas, pelo que o anúncio é falso e, por política, só seria aceite se este gráfico fosse apagado”, adiantou a estação, em mensagem divulgada na sua conta na rede social Twitter.

LUSA

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