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Exposição “Álvaro Siza: Gateway to the Alhambra” inaugurada hoje no Canadá

A exposição “Álvaro Siza: Gateway to the Alhambra” vai ser hoje inaugurada no Museu Aga Khan, em Toronto, no Canadá, com uma apresentação do processo criativo de um dos projetos do arquiteto português, intitulado “Puerta Nueva”, em Espanha.

A exposição, com curadoria de António Choupina, foi apresentada no início de julho, no Centro Ismaili, em Lisboa, no âmbito da quinta edição do roteiro Open House, que abriu ao público obras de referência da arquitetura, na capital portuguesa.

De acordo com o sítio, na internet, do museu de Toronto, o projeto “Puerta Nueva”, em Alhambra, Granada, “é um convite a visitar a mente extraordinária” de “um dos maiores arquitetos da atualidade”, vencedor do Prémio Pritzker da Arquitetura em 1992.

“Através de desenhos, maquetes, vídeos e entrevistas, a exposição explora a forma como Siza foi, simultaneamente, inspirado e desafiado pela grandiosa Alhambra, uma cidade que cresceu a partir de uma modesta fortaleza do século IX para uma cidadela, cinco séculos depois”, enquadra o texto do museu, sobre a mostra do arquiteto português.

Classificada Património Mundial da Humanidade, Alhambra recebe atualmente cerca de 8.500 pessoas por dia, que são acolhidos no centro de acolhimento de visitantes, desenhado por Álvaro Siza.

Nascido em Matosinhos, Álvaro Siza Vieira estudou na Faculdade de Belas Artes do Porto, onde foi professor, e criou em Portugal obras emblemáticas como, entre outras, o Pavilhão de Portugal, e a reconstrução da zona do Chiado, destruída por um incêndio, em 1988, em Lisboa, e o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto.

No estrangeiro, são da sua autoria, entre outros, o museu para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, no Brasil, o Centro Meteorológico da Villa Olimpica em Barcelona, e a reitoria da Universidade de Alicante, ambos em Espanha.

Canadá estuda a hipótese de introduzir a hipótese de género neutro num documento identificativo

Foi proposta a utilização de um terceiro indicador de género, para além de masculino ou feminino, num cartão de identificação — o indicador X — pela província de Ontário, Canadá. Este domingo, Justin Trudeau, o primeiro-ministro canadiano, afirmou que o governo canadiano está a ponderar a hipótese da introdução de uma opção de género neutro.

Foi durante uma parada do orgulho gay, nas ruas de Toronto este domingo que Justin Trudeau confirmou à estação televisiva CP24 que o governo estava a explorar as “melhores opções” e a estudar a jurisdição existente, informa o The Guardian.

A opção que está a ser estudada é a introdução de um género neutro – género X – nos documentos de identificação, como a carta de condução. Países como a Austrália, Nepal e Nova Zelândia já têm a opção do indicador de género X.

O primeiro-ministro elogiou ainda a decisão canadiana de “aligeirar” as restrições impostas a homossexuais quando vão dar sangue — poderão dar sangue se tiverem passado um ano em abstinência, sendo que anteriormente tinham de estar cinco anos.

Trudeau referiu ainda o atentado em Orlando, Florida, nos Estados Unidos. Durante o tiroteio num bar gay, morreram 49 pessoas.

Canadá envia mil militares para a Letónia no âmbito de operação da NATO

Segundo o ministro da Defesa canadiano, Harjit Sajjan, explicou, em comunicado, que o Canadá, em conjunto com os Estados, Reino Unido e Alemanha, “será uma das quatro nações” que vão fortalecer a presença avançada da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) na Europa de Leste e Central.

“O Canadá vai dirigir um batalhão tático multinacional”, salientando que mais detalhes vão ser divulgados durante a próxima cimeira da NATO, que vai decorrer entre 08 e 09 de julho em Varsóvia.

Os militares canadianos vão integrar uma força de quatro efetivos da NATO nos estados bálticos e na Polónia.

Lusodescendente cria linhas de roupa para cães no Canadá

Uma empresária lusodescendente criou duas linhas de roupa para cães no Canadá e comercializa já os seus produtos para diversos mercados.

“Cresci na indústria da moda. Os meus pais sempre trabalharam em áreas da produção de roupa. Sempre fui uma pessoa bastante criativa em tudo o que fazia. Amo a moda. Comecei a ter formação nesta área, e após a escola secundária fui estudar design de moda. Após a graduação, recebi o diploma e comecei a trabalhar neste mundo”, explicou à agência Lusa Lucy Medeiros, de 52 anos.

A lusodescendente, natural de Montreal (sudeste do Canadá), referiu que em 2005 era funcionária de uma empresa que operava na indústria da moda, e que devido à restruturação dessa mesma companhia perdeu o seu emprego.

“Precisava de procurar outra coisa, mas de certa maneira queria trabalhar por conta própria, foi algo que sempre desejei. Decidi então fazer uma pausa para saber o que realmente pretendia. Então comecei a trabalhar com animais de estimação, até porque tinha há pouco tempo um cão”, acrescentou a luso-canadiana, filha de emigrantes de S. Miguel (Açores).

Lucy Medeiros resolveu começar a desenhar coleiras com cristais para cães, com o objetivo de se afastar do “mundo da moda” com pessoas, pois estava um pouco desiludida com aquela indústria, uma área que “não é tão fascinante como dizem”.

“Depois, uma amiga incentivou-me a elaborar uma coleção de roupas para cães, mas na altura não pensei, pois é um enorme processo. É necessária muita pesquisa, depois há a questão do design, do desenvolvimento e da elaboração do produto, e não sabia se queria voltar a trabalhar naquela indústria”, frisou.

A empresária disse que aproveitou a experiência que adquiriu na formação que teve no programa de design de moda do Lasalle College em Montreal e adaptou-a à “moda para cães”.

Hoje, considera que o que faz “não é trabalho” mas sim “paixão”

Em 2008, apresentou em Nova Iorque a sua empresa, Roxy and Lulu, inicialmente com a coleção ‘Urban Doggie Wear’, roupa para utilização diária, com produtos que vão desde os 60 aos 125 dólares (56 aos 118 euros).

Em 2011, Lucy Medeiros apresentou a nova coleção denominada ‘High Fashion Line’, uma linha de roupa de alta gama, com produtos com preços que vão dos 150 aos 600 dólares (141 aos 565 euros).

“Atualmente, comercializo os meus produtos a nível mundial, não só no Canadá, mas tenho clientes em toda a parte, de norte a sul dos Estados Unidos, nomeadamente em Nova Iorque, no Texas e na Flórida, na Europa, quer em lojas de retalho, em boutiques e hotéis para cães”, disse a empresária.

Lucy Medeiros foi contratada em 2011 para desenvolver e produzir um casaco para ser utilizado por um cão num anúncio para o Canadá da Target, segunda maior rede de lojas de retalho dos Estados Unidos para o Canadá.

A lusodescendente tem também presenças assíduas em programas televisivos no Canadá.

No futuro, Lucy Medeiros pretende comercializar os seus produtos nas grandes superfícies comerciais, em lojas de marcas reconhecidas, porque “faz todo o sentido” que quando as pessoas vão às compras, “também possam adquirir os produtos para os seus animais”.

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