Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2021
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EUA criam primeira área marinha protegida no Atlântico

Segundo a Casa Branca, trata-se de um ecossistema com “características geológicas únicas”, que é berço de raras espécies em perigo de extinção, que foi objeto de exploração e descobertas científicas desde a década de 1970.

A nova área protegida vai chamar-se “Monumento Nacional dos Canhões do Nordeste e dos Montes Submarinos”, já que debaixo das suas águas esconde três canhões mais profundos do que o do Colorado e quatro montanhas.

Estes oferecem habitat a diferentes tipos de tartarugas marinhas, assim como baleias, cachalotes, além de corais únicos no mundo, peixes e moluscos.

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai falar sobre a nova área protegida durante a terceira edição da conferência “Nosso Oceano”, cuja criação foi impulsionada pelo próprio.

A conferência realiza-se em Washington hoje e na sexta-feira com objetivo de transformar a proteção do ambiente marinho numa prioridade a nível global.

Segundo a Casa Branca, durante a iniciativa deste ano, aproximadamente 20 países vão anunciar a criação de 40 áreas marinhas protegidas que juntas somam 1.191.395 quilómetros quadrados.

Em agosto, os Estados Unidos já criaram, em águas territoriais do Havai, a maior área marinha protegida do mundo, batizada de “Monumento Nacional Papahanaumokuakea, com cerca de 1,5 milhões de quilómetros quadrados.

Nunca se protegeu tantos quilómetros de extensão marinha no mundo como em 2016.

Obama fez das alterações climáticas, e em particular do seu impacto nos oceanos, uma das prioridades do seu segundo mandato na Casa Branca.

#Election2016. Michelle Obama, o ás de trunfo contra Trump

O que pareceu começar como uma piada de mau gosto transformou-se num pesadelo bem real. Ao som de “We Are The Champions”, o milionário deixou o aviso na convenção do partido: “Oh, vamos ganhar. Vamos ganhar em grande”. Que Deus nos ajude!

Nestas coisas o melhor é não deixar o destino nas mãos do divino, como bem explicou esta quinta-feira o selecionador nacional de futebol na RTP. Mesmo um homem de fé como Fernando Santos sabe que os milagres se fazem em terra. Não é que seja preciso um milagre para bater a antiga estrela da reality TV – a generalidade das sondagens continua a dar vantagem a Clinton – mas mais vale não deixar nada ao acaso, não vá o Trump tecê-las.

Na próxima semana, durante a convenção democrata, Hillary tem a oportunidade de colocar os seus trunfos na mesa. Para começar, não deve esquecer Bernie Sanders, juntando-a à sua equipa, como Barack Obama fez com ela há oito anos. Mas é para a mulher do atual presidente que Clinton deve olhar para fazer cheque-mate na eleição de 8 de novembro. Michelle é a escolha ideal para vice-presidente: é extremamente popular, garantiria os votos da população afro-americana e piscaria o olhos aos mais jovens.

É o complemento perfeito de Hillary, porque tem tudo aquilo que falta à mais do que provável candidata democrata: é mais jovem, é bonita, é empática, tem estilo. Os media adoram-na e o povo também. É uma excelente embaixadora de qualquer causa, está habituada aos corredores do poder de Washington e tem uma energia contagiante, como ainda esta semana mostrou ao cantar Beyonce e Stevie Wonder no Carpool Karaoke de James Corden.

Uma aliança Clinton-Obama seria também o antídoto perfeito para o poder de Trump junto dos media. A imprensa adora a história do magnata do imobiliário que virou estrela de TV, que virou candidato à presidência, e que diz um montão de disparates e um montão de coisas perigosas. Imagine-se o que não faria se tivesse em mãos a história das duas mais recentes primeiras-damas do lado democrata, a darem as mãos para derrotarem o vilão que promete tornar o mundo num lugar ainda mais perigoso?

Quanto paga Donald Trump em impostos? “Meta-se na sua vida”, diz o republicano

Donald Trump mantém a recusa em divulgar a sua declaração de impostos e deixar que o público saiba qual é a taxa efetiva de imposto que o milionário paga. Numa entrevista à televisão ABC News, o presumível candidato republicano à Casa Branca respondeu a uma questão do jornalista sobre essa taxa efetiva de imposto e respondeu: “It’s none of your business” (o que pode traduzir-se por Não é da sua conta, ou Meta-se na sua vida).

O milionário tem sido alvo de críticas por parte de figuras como a rival democrata Hillary Clinton e, também, o antigo candidato republicano Mitt Romney, por não mostrar a declaração de rendimentos. Esse documento permitiria saber quanto Trump paga em impostos e, claro, ter uma ideia mais fundamentada sobre que dimensão tem, afinal, a sua fortuna. Mas o empresário diz que não pode divulgar o documento porque está a ser sujeito a uma auditoria “de rotina” às suas finanças.

Trump deixa uma promessa de publicar os documentos assim que for concluída a auditoria, que abrange os seus rendimentos de 2009 a 2014. Mas recusa-se, por outro lado, a tornar públicas as suas declarações de rendimentos anteriores, que não estão a ser auditadas. E o fisco norte-americano já veio esclarecer que não há qualquer impedimento legal a que Donald Trump divulgue as declarações fiscais, só pelo facto de estarem a ser auditadas. Isso aconteceu com Richard Nixon, em 1973, recorda o Financial Times.

O público norte-americano, defende Trump, não tem um direito de espreitar para a sua situação fiscal. It´s none of your business, respondeu Trump ao jornalista da ABC News que o entrevistou. Trump reconheceu que luta “com grande intensidade para pagar o mínimo possível em impostos” mas deixa a garantia de que não tem “contas na Suíça nem offshores.

As pessoas não vão aprender nada [ao consultarem essas declarações]. Aprende-se muito pouco com declarações de rendimentos mas, mesmo assim, eu divulgarei quando as auditorias terminarem. Não tenho qualquer problema com isso… Não tenho contas bancárias na Suíça, nem offshores. Sou dono de uma empresa muito, muito limpa”.

Casa Branca e tecnológicas vão discutir uso da internet por terroristas

Executivos do Facebook, Google, Microsoft, Apple, Twitter e Dropbox, entre outros, vão reunir-se com os oficiais norte-americanos durante o dia de hoje para discutir o que é possível fazer para prevenir o recrutamento por organizações terroristas através da internet. Diz o The Verge que as empresas não deverão enviar os seus CEO, com exceção da Apple que será representada pelo próprio Tim Cook.

A NSA, a inteligência nacional, o FBI e a procuradoria-geral estão entre as entidades a representar o lado do governo.

As redes sociais serão um dos principais tópicos de discussão. Os Estados Unidos querem que as empresas façam mais para prevenir que o ISIS, assim como outros grupos, usem as redes sociais para espalhar propaganda e recrutar novos seguidos.

Uma das esperanças é que as empresas de tecnologia consigam identificar os padrões de grupos de recrutamento terroristas e avisar as autoridades. Outro dos pontos da reunião será formas de como as redes sociais podem ser usadas para conter e ‘contra-atacar’ os grupos com mensagens opostas.

Apesar dos Estados Unidos pedirem as tecnológicas que mudem a sua encriptação, a Reuters afirma que este não será um tópico a ser discutido no encontro.

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