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Agência de Viagens Globalis recebe certificação pela norma ISO 9001/2015

A sistematização dos processos e procedimentos, rotinas bem definidas e monitorizáveis, um corpo de colaboradores capacitados e focados na melhoria continua, são os pilares do compromisso desta empresa para com os seus colaboradores e clientes.

Em comunicado a agência de viagens afirma que“ … na Globalis a personalização do serviço é total. Desenhamos uma operativa específica para cada cliente, em função das suas necessidades e perfil.… “, refere Fátima Silva, sócia gerente da Globalis que acrescenta “ … numa empresa de serviços a standartização coloca-se a nível interno nos processos e procedimentos. Esta certificação, obriga-nos a avaliações permanentes, induzindo a melhorias na gestão e na organização do trabalho, refletindo-se na produtividade e serviço ao cliente…”

No último trimestre de 2016, a empresa lançou um modelo operacional inovador denominado “Evidência “ que pretende, segundo a responsável, evidenciar em cada pedido, a caracterização tarifária, os tempos e a qualidade da resposta, para posteriormente consolidar a informação e propor planos de poupanças. Fátima Silva afirma “ …. Interpretamos as tendências mundiais do setor e privilegiamos relações comerciais, assentes em políticas de “open book” e transparência”.

Renascimento obtém a mais ambicionada certificação a nível europeu no âmbito do tratamento de REEE

A Renascimento é detentora de três unidades especializadas no tratamento do fluxo específico dos Resíduos elétricos e eletrónicos (REEE) localizada no distrito de Lisboa, Aveiro e Faro. Estas unidades estão licenciadas e certificadas (normas ISO9001 e ISO14001 e OSHAS 18001) para rececionar e efetuar as várias etapas de tratamento deste tipo de resíduos. Cada categoria de REEE que dá entrada nas várias unidades de gestão de resíduos da Renascimento segue um processo de triagem e tratamento específico, sendo de destacar que todas as operações de recolha, transporte, gestão e tratamento estão licenciadas pelo Ministério do Ambiente.

A Renascimento é membro do sistema integrado de gestão de REEE gerido pelas entidades gestoras portuguesas Amb3E e ERP Portugal desde o início.

Tal como referido pela Diretora de Negócios e porta-voz da empresa, Elsa Nascimento “ Estamos convictos que temos desenvolvido todos os esforços em Investigação e desenvolvimento assim como todos os investimentos financeiros necessários à implementação das melhores práticas disponíveis até à data, a Renascimento já iniciou em 2013 este processo de certificação do referencial WEEELABEX (normas internacionais especificas para REEE), o qual significa a excelência no tratamento de REEE a nível europeu”.

Resultante da auditoria afeta a este processo para avaliação da conformidade, a qual decorreu no passado mês de novembro de 2015, a Renascimento obteve a pontuação de 92% para o tratamento de grandes equipamentos e de 93% referente ao processo de tratamento de pequenos equipamentos e obteve o MELHOR DOS RECONHECIMENTOS PARA PREMIAR A EXCELENCIA da SUA ACTIVIDADE DE TRATAMENTO DE REEE – A CERTIFICAÇÃO WEEELABEX.

Os requisitos normativos WEEELABEX estabelecem medidas relativas à proteção do meio ambiente e da saúde e segurança humanas mediante a prevenção e mitigação dos efeitos negativos da logística de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE), refere Alexandra Fernandes.

O Diretor operacional Paulo Nascimento refere ainda que todo o processo conducente à obtenção deste reconhecimento foi longo e penoso, já foi iniciado em 2013 através da realização de uma auditoria piloto que pretendeu “testar” a adaptabilidade da empresa ao referencial WEEELABEX e que no final de 2014 foram realizados os restantes testes formais de tratamento ou “batch tests” (auditoria operacional) que implicaram a mobilização, durante 3 dias, de toda a unidade de tratamento de REEE para aferição da nossa metodologia de tratamento e obtenção de taxas de tratamento e reciclagem com base em amostras representativas”.

Após a realização destes testes seguiu-se um ano de trabalhos que visaram a consolidação de todos os aspetos identificados neste procedimento e que conduziram à realização da última auditoria para obtenção do reconhecimento de excelência WEELABEX.

A Renascimento encontra-se assim listada e reconhecida oficialmente e internacionalmente como operador WEEELABEX na List of attested WEEELABEX Treatment Operators, sendo pois o único operador português a figurar na referida à data de hoje.

A direção da empresa acredita que este reconhecimento venha a incentivar ainda mais os fabricantes de equipamentos elétricos e eletrónicos, os importadores, os distribuidores, os armazenistas, a logística, as lojas de eletrodomésticos e o consumidor em geral a enviar os seus resíduos para empresas certificadas por estas normas, evitando desta forma o encaminhamento destes materiais para “sucateiros” e para empresas que não lhe garantam a mesma qualidade de serviço e a mesma proteção do ambiente.

Para mais informação sugere-se a consulta do site do WEEELABEX em:

http://www.weeelabex.org/conformity-verification/operators/

Quem é a Renascimento:

A Renascimento – Gestão e Reciclagem de Resíduos, Lda, é uma empresa vocacionada para a Gestão global de resíduos, sendo uma referência no mercado da gestão global de resíduos, sobretudo pela originalidade da sua postura.

Constituída em 1995, e contando com uma equipa jovem e especializada, posiciona-se junto das mais variadas indústrias e serviços a nível nacional, atuando fundamentalmente na vertente da gestão de resíduos, através da disponibilização de formação ambiental, de um conjunto variado de atividades e serviços, nomeadamente operações de acondicionamento, transporte, triagem, tratamento e reciclagem de toda a variedade de resíduos.

Atualmente a Renascimento conta com cerca de 200 colaboradores e parceiros que continuamente recebem formação na área da qualidade, saúde, higiene e segurança no trabalho de forma a garantir a eficácia e eficiência dos serviços prestados.

De forma a suportar toda a sua atividade operacional de gestão global de resíduos a empresa implementou-se a nível nacional, possuindo unidade de receção, tratamento e gestão de resíduos em Lisboa, Porto e Faro.

De forma a garantir o controlo, a gestão e a melhoria contínua de todos os seus processos e áreas de negócio a empresa encontra-se certificada em Qualidade, Ambiente e Segurança pelas normas ISO 9001 e ISO 14001 e pela OSHAS 18001.

“A floresta portuguesa necessita de intervenção urgente – a regulação do mercado é inadiável”

Na comercialização de madeira, quais são os compromissos assumidos pela BSL? Que preocupações têm em consideração para que nada vá contra os vossos princípios?
Estamos a plantar em Portugal espécies que não devíamos porque estão com pragas, ou seja, quer no pinho como no eucalipto, existem pragas que afetam fortemente a produção e que não se conseguem eliminar. Tal como se faz noutros países como o Brasil, Chile, Tasmânia ou Uruguai, há investigação permanente e plantam-se outros clones ou outras espécies já geneticamente mais evoluídas e mais resistentes às pragas. O grande problema de Portugal é que tem um défice que se agrava todos os anos nas espécies que tem plantadas e os preços são fixados pela indústria. Quanto mais baixos os preços, mais défice tem, mais abandono há e entramos num ciclo vicioso que será fatal para a floresta.

Portugal deveria, por isso, seguir o exemplo desses países que mencionou?
Sim, sem dúvida. Portugal deveria seguir o exemplo do Brasil que diria que é o líder mundial na investigação genética de algumas espécies que temos em Portugal, seguindo também o exemplo do Chile, do Uruguai e da Tasmânia, sendo que este último é o país originário do eucalipto que temos cá e que já se encontra a especializar noutras espécies. Mesmo no norte da Galiza, com terrenos muito semelhantes e condições climáticas muito aproximadas às nossas, já se aposta em espécies diversificadas que dão muito mais rendimento ao proprietário e para as quais a indústria se tem de adaptar.

Nos últimos anos, acredita que tem havido essa consciência da parte dos diferentes agentes económicos ligados à área florestal para seguirem o caminho já trilhado por outros países?
Na área florestal as pessoas têm consciência mas não podem fazer nada porque temos uma estrutura proprietária de minifúndio e essas pessoas, só por elas, não podem alterar o estado das coisas. A regulação do mercado é inadiável. Deveria ser feito esse trabalho através de associações de proprietários ou de cooperativas mas como os preços são unilateralmente impostos pela indústria, as pessoas não têm nenhuma capacidade negocial. A indústria, por sua vez, só baixa os preços com base na quantidade que quer. Só o ano passado importaram-se cerca de 500 mil toneladas de eucalipto e no próximo ano já foram anunciadas 800 mil toneladas.

Dentro deste cenário, quais são as principais prioridades de atuação da BSL no sentido de garantirem o futuro da floresta em Portugal?
Nos seminários e nas conferências onde vamos temos alertado para estas situações mas, de facto, qualquer agente, só por si, não consegue porque a indústria tem um peso desmedido. Hoje o que importa para as empresas é a cotação em bolsa, as ações e o valor dos dividendos que distribuem no final do ano. Não estão, por isso, muito preocupadas com o que pode acontecer no médio e longo prazo, contrariamente ao interesse do proprietário. Também não temos uma mata certificada porque não se trata de plantar uma espécie qualquer num sítio qualquer. Trata-se de certificar e ter planos de gestão que são adaptados para plantar as espécies que têm de ser em sítios que, do ponto de vista ambiental, seja adequado e possibilite que o proprietário tenha a produtividade certa.

De que modo a certificação florestal deve ser encarada como um instrumento essencial para a sobrevivência e competitividade das principais fileiras florestais em Portugal?
É vital porque existe uma relação de causa e efeito. Se tiver uma mata certificada tem a garantia, por definição, de que a plantação que se faz naquela área é adequada e existe um plano de gestão e um planeamento do corte, da fertilização e isso é fundamental. Mas para certificar é necessário ter um cadastro digitalizado e que, infelizmente, não existe. Ao contrário da Galiza, se tiver uma mata qualquer em determinado local, vai ao seu computador e coloca o polígono e a parcela e aparece de imediato a mata com o nome dos proprietários e dos vizinhos inclusivamente. Isso em Portugal não acontece porque temos de ir às Finanças ver quem é o vizinho, entre outros elementos. Há um trabalho enorme a fazer. O país gastou 472 milhões de euros desde 1985 com as florestas e a verdade é que há um abandono crescente da floresta, pelas razões que já mencionei. As espécies que estamos a plantar não são adequadas, não têm produtividade e, por isso, as pessoas não investem porque sabem que quando forem cortar a sua madeira não irá compensar o investimento feito. Depois disso, é muito frequente dizer que nos meses de verão existem muitos incêndios e, como tal, é necessário obrigar os proprietários a limpar as florestas. Mas isso não resulta. Temos sim de ter um sistema organizado que permita tirar rendimento da floresta porque, se assim for, naturalmente que eles irão limpá-la porque terão mais produtividade.

O risco de incêndio acaba por ainda ser a principal ameaça com que a floresta portuguesa se depara atualmente?
Os fogos são uma consequência da situação existente. Há fogos em todos os países naturalmente e por diversas razões mas se tivéssemos uma mata que fosse rentável as pessoas preocupavam-se mais. Na Galiza as associações de proprietários fazem vigilância 24 horas por dia, durante o período de verão e a taxa de incidência de fogos é muito inferior à nossa. Não podemos deixar as matas abandonadas. Com vigilância não evitaríamos todos os fogos mas, sendo a maior parte dos casos fogo posto, certamente que muitos poderiam ser evitados.

Com o início de um novo ciclo político, quais são as suas expectativas? Acredita que este assunto passará a estar mais presente na agenda política nacional?
Pensaria que sim mas hoje há um Ministério do Mar e um Ministério da Agricultura e não se ouve falar em florestas. No anterior governo, não existia um secretário de estado das florestas e não havia ninguém com essa responsabilidade. Na minha opinião deveria existir um Ministério de Recursos Naturais, que englobasse a agricultura, o mar e a floresta, e que permitisse ter alguém que efetivamente olhasse para a floresta de uma forma mais aprofundada. Não vi o perfil do novo governo mas não podemos estar à espera do executivo para isto. Tem de ser a sociedade civil. Por exemplo, o Uruguai, um país com 3,5 milhões de habitantes, está a fornecer a maior parte da madeira que vem para a indústria portuguesa e nós não somos capazes de dialogar e de nos juntarmos à mesa para dividir tarefas.

Para o futuro, estando a BSL fortemente dedicada à certificação e desenvolvimento da floresta, que objetivos querem ver concretizados?
A BLS está a procurar diversificar a atividade, ainda que dentro do setor florestal. A nossa atividade é a comercialização de produtos florestais e já ficaríamos satisfeitos se fossem lançadas as bases e fosse acordado um plano nacional para a plantação das árvores que devem ser plantadas nos sítios certos. Com isso, em dez anos teríamos madeira para exportar. Não havendo uma intervenção forte e não se colocando as pessoas à mesa a falar sobre a floresta e a tomar medidas de planeamento sem limitar a liberdade, não vamos a lado nenhum.

Alguns factos:
1- Congresso da AIFF de outubro de 2014: conclusão de que a floresta tem uma rentabilidade negativa para o proprietário. Estudo da Universidade Católica.
2- Em Aveiro, a plataforma florestal representante da indústria referiu uma preocupação perante o abandono crescente das terras. Os diâmetros cada vez maiores da madeira entrada em fábrica.
3- No seminário da Feira Nacional de Agricultura foi referido que, desde 1985, foram gastos 472 milhões de euros e existe menos área florestada, havendo um decréscimo desde 1995, segundo representante do ICNF.

O ciclo vicioso da floresta:
– Rentabilidade negativa para os proprietários;
– Baixas produtividades;
– Espécies erradas;
– Défice para a indústria;
– Importação muito cara;
– Baixa de preços no mercado ibérico para não aumentar a média do preço de compra;
– Mais abandono e mais défice.

Utilizações:
– Importamos carvão;
– Reciclamos para indústria de aglomerado, do mercado nacional e importamos;
– Subsidiamos a queima de madeira;
– Exportamos para queimar a madeira que o país precisa para a indústria;
– Subsídios dados para a construção de fábricas sem se exigir uma garantia de abastecimento.

Floresta ferida e maltratada:
– Biologicamente temos nemátodo e gonípteros;
– Estruturalmente:
1. A indústria tem de se adaptar à floresta no seu próprio interesse, de longo prazo;
2. Temos de plantar o que maior produção der, vulgo casos do Brasil, Chile e Uruguai;
3. Aposta na investigação de espécies com melhor produção, resistentes e de maior rendimento, casos de empresas que venderam as propriedades aos fundos e abandonaram a investigação;
4. Estado/Universidades como grandes investigadores;
5. Necessidade de regulação do mercado. Oferta atomizada, procura concentrada;
6. Proprietário receberá mais vendendo madeira para queimar, exportar, do que para a indústria. Caso do navio de eucalipto da África do Sul para França.

Ações:
– Urgentes e inadiáveis:
1. Novas espécies/híbridos;
2. Espécies rentáveis pinho marítimo vs taeda;
3. Empresas intermédia rendáveis e sustentáveis.
– Digitalização do cadastro;
– Certificação integral em todo o território;
– Mais ação, mais debate;
– Risco de perda de grande riqueza e setor com milhares de empregos.

Conclusões:
– Como potencial de enormes recursos não explorados;
– Como gerador de dezenas de milhares de postos de trabalho;
– A montante, na propriedade e sua gestão e na indústria intermédia e final de produção de pasta e de papel;
– A floresta portuguesa necessita de intervenção urgente;
– Sem a participação dos proprietários, associações e cooperativas, operadores florestais, associações ambientais e indústria na discussão urgente da floresta, ela continuará a arder e, em breve, estará no abismo.

CAIXAS DE TEXTO REDIGIDAS POR JOSÉ ESTIMA REIS

Primeira empresa de engenharia em Portugal com certificação ISO9001:2015 pela SGS

Representante da SGS e Sónia Gomes, Partner da ASL Associados

A SGS atribuiu, no passado dia 23 de novembro, a Certificação ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade, à ASL ASSOCIADOS, uma empresa fortemente vocacionada para a área de projeto e consultoria em engenharia civil.

O âmbito da certificação centrou-se na prestação de serviços de projetos de engenharia, gestão e fiscalização de obras, certificação energética, medições acústicas e diagnóstico de patologias em edifícios.

Ao certificar-se pela norma ISO 9001:2015, pela SGS, uma entidade independente e devidamente acreditada, esta empresa mostra não só o seu espírito pioneiro, porque falamos de uma norma recentemente atualizada e publicada, mas também o seu compromisso com a Qualidade e satisfação dos seus clientes.

A norma ISO 9001:2015 posiciona a nova versão como parte integrante dos esforços de uma organização em direção ao desenvolvimento sustentável e tem uma maior abordagem à gestão de qualidade baseada no risco, realçando-se aqui a relevância da adoção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) como uma ferramenta de decisão estratégica.

Sobre a empresa ASL ASSOCIADOS, (www.aslassociados.com)

Na cerimónia da 2.ª edição dos Prémios Reabilitação na Construção, novembro 2015, o Júri atribuiu à ASL o 1º prémio, na categoria Gabinete. As razões da escolha são apresentadas na pág. 85 https://goo.gl/mLb504

A ASL ASSOCIADOS é uma empresa fortemente vocacionada na área de projeto e consultoria em engenharia civil. Fundada em 2006, baseia a sua estratégia de atuação na oferta de um serviço global de engenharia, nomeadamente, a Consultoria e Assistência ao Dono da Obra, a Elaboração de Estudos e Projetos Multidisciplinares, assim como todas as atividades inerentes à Fiscalização e Gestão de Obra, assegurando assistência na gestão e supervisão da sua construção (controlo de custos, prazos, encomenda e receção de materiais, coordenação e gestão de subempreiteiros em obra, etc.).

A ASL ASSOCIADOS é uma sociedade independente de quaisquer fornecedores de bens de equipamentos, construtores e instaladores.

Sobre o Grupo SGS (www.sgs.pt)

O Grupo SGS é o líder mundial no domínio da inspeção, verificação, análises e certificação. Com mais de 80 000 colaboradores, a SGS opera uma rede de mais de 1650 escritórios e laboratórios em todo o mundo.

Presente em Portugal desde 1922, a SGS conta com uma vasta equipa de colaboradores especializados, apoiados por uma rede de modernos laboratórios acreditados nas áreas Agroalimentar, Detergentes, Produtos de Higiene, Cosméticos, Dispositivos Médicos, Ensaios Não Destrutivos, Ambiental e Segurança Ocupacional.

Enquanto Organismo de Certificação, a SGS foi o primeiro a obter a acreditação para a Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade em 1998. Desde então, sempre liderou o mercado, inovando nos serviços, de acordo com as principais tendências internacionais, nomeadamente na certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade, Ambiente, Segurança Ocupacional, Segurança Alimentar, Responsabilidade Social, Serviços e Produtos, entre outros.

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