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Cepsa e Cosmo Energy Group procuram novas oportunidades de parceria no mercado de lubrificantes

A Cepsa e a Cosmo assinaram hoje um memorando de entendimento (MOU, pelas suas siglas em inglês) para estudar novas oportunidades de negócio no mercado de lubrificantes a nível internacional, tanto em Espanha como no Japão.

O acordo celebrado abrange o estudo de potenciais sinergias na produção de lubrificantes e refrigerantes, a troca de tecnologia e formulações e a procura de possíveis parcerias na comercialização destes produtos, que lhes permitam ser mais eficientes.

Além disso, a parceria reflete também o interesse de ambas as empresas em alcançar um acordo para fabricar e fornecer lubrificantes e refrigerantes em nome da outra empresa, sob a marca Cepsa ou Cosmo.

Durante a assinatura do acordo, Pedro Miró, CEO da Cepsa, assinalou: “Este novo acordo com a Cosmo permite-nos continuar a partilhar experiência e tecnologia com uma das empresas mais relevantes do setor energético na Ásia, de modo a alcançarmos os pontos fortes complementares que permitam o crescimento das nossas várias áreas de negócio”.

Por sua vez, Hiroshi Kiriyama, CEO da Cosmo Energy Holdings, enfatizou: “É um grande privilégio para a Cosmo ampliar a colaboração com a Cepsa para partilhar o know-how e tecnologia. O novo acordo proporcionará também confiança e valor acrescido para os nossos clientes. A Cepsa tem sido um parceiro indispensável para a Cosmo na Europa e ambas as empresas estão dispostas a assumir novos desafios”.

Parceiros Estratégicos

As duas companhias, que integram o portfólio da Mubadala (a Cepsa a 100% e a Cosmo Energy Holdings em 20,8%), começaram a analisar oportunidades de negócios em 2014, quando assinaram um acordo inicial centrado no estudo de possibilidades de parcerias relativamente ao negócio de Exploração e Produção.

Esta aliança estabeleceu as bases para criar a subsidiária Cosmo Abu Dhabi Oil Exploration & Production Co. Ltd, a operar em conjunto nos Emirados Árabes Unidos. Através desta parceria (80% da Cosmo Energy Exploration, 20% da Cepsa), ambas as companhias operam quatro campos de petróleo em Abu Dhabi: Hail, Mubarraz, Umm Al-Anbar e Neewat Al-Ghalan, localizadas em águas pouco profundas a oeste do Emirado.

Negócio de Lubrificantes

A Cepsa possui um portfólio diversificado de lubrificantes, óleos-base e parafinas, que comercializa para mais de 80 países, desde 1950, através da sua equipa especializada em vendas. A Cepsa é uma das empresas líderes na produção e comercialização de lubrificantes e óleos-base em Espanha, onde tem duas fábricas especializadas, uma em San Roque (Cádiz) e outra em Paterna (Valência), onde, além dos lubrificantes, são produzidos refrigerantes de alta tecnologia. A companhia também exporta estes produtos para a Europa e outros mercados em expansão, como a América Latina, o Médio Oriente, o Norte de África e a Ásia.

Combustíveis mais baratos a partir da próxima semana

Os condutores portugueses vão pagar menos na hora de ir à bomba de gasolina na próxima segunda-feira. Por isso, se precisa de abastecer o seu automóvel o melhor é esperar.

Em causa estará uma descida de três cêntimos por litro no caso da gasolina e de meio cêntimo no caso do gasóleo, segundo apurou o Notícias ao Minuto junto de fonte do setor.

Esta descida surge depois de ambos os componentes terem registado um acréscimo no preço no arranque desta semana.

Na quinta-feira, o preço médio do gasóleo simples era de 1,436 euros por litro, ao passo que a gasolina simples 95 era de 1,608 euros por litro, segundo dados da Direção-Geral de Energia e Geologia, que reúnem informação de 2.817 postos de abastecimento.

Gasóleo vai descer meio cêntimo

Os condutores portugueses vão pagar menos para ir abastecer o depósito na próxima segunda-feira, já que se prevê uma descida do preço de ambos os componentes.

Em causa estará uma descida de meio cêntimo no caso do gasóleo e de um cêntimo e meio no caso da gasolina.

Preço do gasóleo volta a subir mas há novidades

preço do gasóleo deverá ficar ligeiramente mais caro já na próxima segunda-feira, mas nem tudo são más notícias já que o preço da gasolina deverá manter-se, refletindo as cotações da matéria-prima nos mercados internacionais.

O gasóleo deverá custar mais meio cêntimo por litro, ao passo que o preço da gasolina deverá manter-se, depois de ter ficado mais barata no início desta semana, segundo apurou o Notícias ao Minuto junto de fonte do setor.

Na quinta-feira, o preço do gasóleo simples custava 1,361 euros por litro, de acordo com dados da Direção-Geral de Energia e Geologia. Por outro lado, a gasolina simples 95 custava cerca de 1,593 euros por litro também na quinta-feira.

Ainda assim, saliente-se, as cotações podem variar nos vários postos de abastecimento, uma vez que o preço fixado tem também em conta o nível de concorrência, da oferta e procura em cada mercado e os custos fixos de cada gasolineira.

Combustíveis: Há boas notícias!

Na semana seguinte a ter atingido os preços mais altos dos últimos dois anos e meio, a gasolina vai sofrer uma revisão em baixa nos postos de abastecimento nacionais.

As contas do Economia ao Minuto feitas com base nas cotações de mercado disponibilizadas pela Bloomberg apontam para uma queda de um cêntimo e meio a dois cêntimos por litro no preço da gasolina, um valor que deverá ultrapassar a descida do gasóleo.

O combustível mais utilizado em Portugal poderá ficar cerca de um cêntimo por litro mais barato, também graças à variação nos mercados internacionais.

O gasóleo deverá assim afastar-se da barreira dos 1,3 euros por litro em alguns locais e a gasolina volta a cair para menos de 1,5 euros em vários postos de abastecimento.

Combustíveis mais baratos marcam a primeira descida de preços de 2017

A maior parte dos postos de abastecimento nacionais baixaram o custo do gasóleo em um cêntimo por litro e o da gasolina em meio cêntimo; no entanto, a queda da gasolina não aconteceu em todos os locais. Olhando para vários postos nacionais, o preço do segundo combustível mais utilizado em Portugal ficou inalterado.

Os mercados proporcionaram um ligeiro alívio ao bolso dos portugueses, mas não chegaram sequer perto de compensar a subida da primeira semana de 2017. Para compensar os aumentos das últimas sete semanas seria necessário um período semelhante de descidas, algo que não se prevê tendo em conta o acordo de limitação da produção de petróleo assinado no fim do ano passado pelos membros da OPEP.

Combustíveis: Próxima semana promete trazer ligeiro alívio

A semana passada trouxe uma subida ligeira do preço da gasolina e uma manutenção do preço do gasóleo, mas a queda do preço dos dois combustíveis nas bolsas promete trazer um alívio ligeiro esta semana.

Olhando para os números das trocas entre investidores, a queda da gasolina e do gasóleo face à semana passada poderá permitir uma revisão em baixa de cerca de um cêntimo por litro na gasolina e no gasóleo, mas atenção: a decisão final caberá a cada marca.

Esta semana, os dois combustíveis mais utilizados em Portugal não refletiram totalmente a tendência de forte subida nos mercados e por isso a porta ficou aberta para um reajustamento na próxima segunda-feira.

De acordo com os mais recentes dados da Comissão Europeia, Portugal tem o 10º gasóleo mais caro da zona euro após impostos e a 6ª gasolina mais cara.

Por cada três mil pessoas há uma bomba de gasolina

Em Portugal, em média, existe um posto de combustível para cada 2923 habitantes. Apesar de “uma forte assimetria” entre o litoral e o interior, a distância média entre cada bomba são 2,7 km, embora no distrito de Lisboa exista o caso de dois postos separados por 1,1 km e em Beja tenha sido identificado um outro “bastante isolado”, a 41 km do posto mais próximo.

Os números são do estudo “Contributo da indústria petrolífera para a economia portuguesa”, desenvolvido pelo Audax/ISCTE para a Apetro, a associação que representa as empresas do sector. Além de medir o impacto económico, o estudo quis aferir “o nível de serviço à comunidade”. Assim, além da cobertura geográfica das bombas de gasolina, a análise abordou os horários de funcionamento existentes nos quase três mil postos existentes em Portugal, constando que existem 62 horários diferenciados por todo o país.

Olhando ao impacto económico, o estudo concluiu que, em 2014, a indústria petrolífera teve um peso na economia de 670 milhões de euros, uma diminuição de 10,9% face a 2012 (os três anos sobre o qual recai a análise), quando o Valor Acrescentado Bruto (VAB) rondava os 845 milhões de euros. O sector atingiu uma produção de 9400 milhões (essencialmente refinação de produtos petrolíferos), o equivalente a 4,4% da produção nacional. Neste período marcado pela crise económica e pela diminuição das vendas, o volume de negócios encolheu cerca de 3%, para 22.517 milhões de euros (7% do total nacional). O estudo destaca ainda “a forte redução do investimento” do sector nos últimos anos, com uma queda de 23,7% entre 2012 e 2014, quer pela conclusão de alguns projectos (como as reconversões das refinarias da Galp), quer pela “conjuntura do país”.

O que não diminuiu foi a sua “relevância na receita fiscal”. Em 2012 e 2013, o montante dos impostos sobre os produtos petrolíferos atingiu “em média, 4100 milhões de euros”, representando cerca de 20% do total de receitas de impostos sobre os produtos. “Não há outro sector que represente tanto”, lê-se na conclusão do estudo, que recorda que no início de 2016 os combustíveis voltaram a sofrer um aumento da carga fiscal (via ISP).

Em 2014, a indústria petrolífera (composta por 2300 empresas, das quais cerca de duas mil se dedicavam ao comércio de combustíveis) dava emprego a cerca de 20 mil pessoas (0,6% do emprego no país), a maioria das quais empregadas nos postos de abastecimento. As actividades de refinaria (onde se concentra a maioria dos profissionais altamente qualificados do sector) empregavam 1729 pessoas e o comércio por grosso de produtos petrolíferos, outras 3314.

Os cerca de 15 mil empregados dos postos receberam menos de metade (cerca de 148 milhões de euros) dos 313 milhões de euros de remunerações directas pagas em 2014. Ainda que o salário médio na indústria ronde os 1228 euros (mais 12,7% que a média nacional), nas bombas de gasolina a remuneração média está nos 768 euros, mas nas refinarias aproxima-se dos 3400 euros.

Apesar de notar que “a indústria tem um peso natural do lado das importações [a matéria-prima]”, a análise destaca o seu perfil exportador, nomeadamente a venda de produtos refinados a países exportadores de petróleo, como o México. O estudo refere que em 2015 as exportações do sector representaram 7% do total nacional e atingiram 3500 milhões de euros (uma queda de 0,6% entre 2012 e 2015, num contexto de descida de preços).

Além de analisar o contributo específico do sector petrolífero para a economia portuguesa, o estudo do Audax-ISCTE procurou ainda medir os seus efeitos indirectos sobre os restantes sectores de actividade. Assim, por cada ano avaliado, a actividade do sector terá “gerado uma produção adicional na economia portuguesa de cerca de 3400 milhões de euros”, conclui a análise.

Angola importou 80% dos combustíveis que vendeu em 2015

Angola comprou mais de 6,241 milhões de toneladas de produtos refinados em 2015, mas a reduzida capacidade de refinação nacional obrigou a concessionária estatal Sonangol a importar cerca de 80% desse total.

Os dados, compilados esta quinta-feira pela agência Lusa, constam da versão final do relatório e contas da petrolífera angolana e indicam que o consumo de combustíveis por Angola caiu 5% em 2015, na mesma proporção da importação de produtos refinados, essencialmente gasolina e gasóleo, face a 2014.

Contudo, os dados da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) referem que o país comercializou diretamente no mercado interno 4,864 milhões de toneladas de produtos refinados, enquanto 1,3 milhões de toneladas foram vendidas ao mercado externo.

Para este volume de necessidades, a refinaria de Luanda apenas produziu 1,134 milhões de toneladas de combustíveis, ainda assim um aumento de 11%, tendo em conta a produção de 2014, indica o mesmo relatório.

Angola é atualmente o maior produtor de petróleo de África, com 1,7 milhões de barris por dia, mas depende da operação da única refinaria do país em funcionamento.

Construída em 1955, a refinaria de Luanda tem uma capacidade atual de 65.000 barris de petróleo por dia, operando a cerca de 70% da sua capacidade e com custos de produção superior à gasolina e gasóleo importados, segundo um relatório sobre os subsídios do Estado angolano ao preço dos combustíveis, elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em 2014.

No relatório da Sonangol, a empresa pública recorda que para garantir o aumento da capacidade de refinação interna está em curso o projeto de construção da refinaria do Lobito, com capacidade para processar 200.000 barris de petróleo por dia e conclusão prevista para 2018.

O documento refere que estão concluídas as infraestruturas públicas de suporte, nomeadamente, a estrada de transporte de carga pesada e o terminal marítimo, “restando por concluir o projeto de captação de água”.

O Governo angolano deixou de comparticipar o gasóleo desde 01 de janeiro de 2015, passando ao regime de preço livre, tal como acontecia desde abril de 2015 com a gasolina.

A decisão foi divulgada a 31 de dezembro de 2015 pelo Ministério das Finanças de Angola, em comunicado sobre o ajuste no gasóleo, produto que passa a “pertencer ao regime de preços livres, cessando assim a obrigação do Estado com a subvenção de preços”.

A decisão foi então justificada com a conjuntura internacional, devido à quebra na cotação internacional do barril de crude.

Estas alterações – quarto aumento de preços em menos de dois anos – foram então implementadas pela Sonangol, com o litro de gasóleo a passar a custar 135 kwanzas, face aos anteriores 90 kwanzas (de 50 para 74 cêntimos).

Em simultâneo, o preço do litro de gasolina – que está em regime de preço livre – passa a custar 160 kwanzas, contra os anteriores 115 kwanzas (de 63 para 87 cêntimos).

Estas subvenções, que em 2013 foram de 700 mil milhões de kwanzas (cerca de cinco mil milhões de euros), serviam para manter os preços dos combustíveis artificialmente baixos.

Combustíveis trazem boas e más notícias na próxima semana

Aumento para uns, queda para outros. Assim vai ser a próxima semana dos condutores portugueses, confrontados com boas ou más notícias dependendo do combustível que usarem no carro.

Para quem tem carro a gasóleo, as notícias não são boas: nos mercados, o combustível mais utilizado em Portugal aumentou de preço face à semana passada e por isso espera-se um novo agravamento do preço final em relação à semana passada. Ainda assim, a boa notícia é que a revisão não será tão pesada, devendo cifrar-se em cerca de meio cêntimo a mais do que o preço médio praticado hoje em Portugal.

Na gasolina, as notícias são melhores, com uma queda dos preços nos mercados a fazer prever uma semana de ligeiro alívio nos postos de abastecimento. O corte poderá chegar ao meio cêntimo por litro, mas em algumas bombas de gasolina poderá não haver qualquer variação de preços.

A tendência não é ainda significativa o suficiente para ter certezas, por isso até ao final da sessão de hoje esperam-se novidades que afetarão o bolso dos condutores portugueses.

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