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O BNU apoia o estabelecimento de empresas em Macau

O BNU é um dos dois Bancos emissores da Pataca e agente do Tesouro para o Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), sendo um dos principais Bancos comerciais do Território, com mais de 230 mil clientes, cerca de um terço da população de Macau. Presente também em Xangai desde 2006 e Zhuhai – Hengqin (província de Guangdong, adjacente a Macau e Hong Kong), esta última agência inaugurada no início de 2017, reforçando assim o seu posicionamento e adoptando uma postura ainda mais ativa na promoção dos negócios entre a China e os PLP.

O BNU faz parte do Grupo CGD, presente em 23 países e em todos os Países de Língua Oficial Portuguesa, à excepção de um. O Grupo CGD, está diretamente presente em sete países de expressão portuguesa, detendo uma posição de liderança em cinco deles. Uma instituição como a CGD com a sua vasta presença em mercados tão dispersos e com diferentes níveis de estágio de desenvolvimento, é uma fonte de conhecimento e experiência que se pode partilhar com os nossos clientes.

É conhecida a importância que o Governo Central da República Popular da China (RPC) e o Governo da RAEM atribuem ao papel de Macau na promoção da cooperação entre a RPC com os PLP.

Esta missão tem de ser aproveitada por Macau, não só explorando as históricas relações de amizade com os Países Lusófonos e a língua em comum, mas igualmente utilizando a sua posição geográfica privilegiada no Delta do Rio das Pérolas e a sua proximidade com Guangdong, uma das Províncias com maior contributo para o PIB da China. Para o Governo Central Chinês e para o Governo de Macau está clara essa posição do Território, mas caberá aos agentes económicos de Macau, em especial aos seus empresários, e obviamente ao setor financeiro, ajudar a implementá-la.

Esta ação exige a compreensão das especificidades socioeconómicas e culturais de cada um dos Países Lusófonos. A língua e o sistema jurídico são um ponto de partida, mas não são o suficiente para os compreender. Esta falta de compreensão, e até de certa forma de informação, é um verdadeiro obstáculo quando de trata da realização de negócios. Quem detiver este conhecimento e experiência está em posição de vantagem para o desenvolvimento da cooperação económica entre a China e os Países de Língua Portuguesa e aqui o BNU poderá fazer toda a diferença.

Macau tem sido utilizado por muitas empresas oriundas dos PLP como uma plataforma de preparação para a entrada no mercado chinês. Esta abordagem é frequentemente complementada através de parcerias, alianças estratégicas e contactos privilegiados com empresas locais.

A banca tem um papel crucial no apoio à implementação de empresas dos Países de Expressão Portuguesa em Macau, quer facilitando os contactos, quer prestando serviços financeiros, nomeadamente na área do trade finance e o BNU tem estado extremamente ativo e atento a este negócio.

Para tal, conta com equipas dedicadas ao negócio Cross Border com os Países de Língua Portuguesa. O BNU apoia o estabelecimento de empresas em Macau, tendo nos últimos anos facultado informação referente às condições necessárias para a abertura e constituição de empresas no Território. Em particular e através da CGD em Portugal, procura estabelecer um contacto logo que haja intenção da empresa se estabelecer em Macau, facultando naturalmente a informação sobre as condições fiscais favoráveis ao investimento no território e facilitando a abertura de conta no Banco.

O conhecimento que detém do mercado local é também utilizado para identificar potenciais parceiros, fornecedores e/ou potenciais clientes para estas empresas, ajudando, desta forma, no arranque/início dos negócios.

A experiência e a capilaridade do Grupo CGD são um fator determinante para este estabelecimento, que tem levado a um aumento do número de aberturas de conta de empresas Portuguesas em Macau. O mesmo também tem acontecido com a abertura de contas em Portugal, por parte de empresas Chinesas de Macau. No entanto, neste sentido o negócio continua a ser dominado pelos clientes particulares, muito relacionados com o programa ARI – Autorização de Residência para Actividade de Investimento (vulgo vistos Gold).

O elo de ligação destas plataformas é, certamente, o Renminbi (RMB), até porque com a sua inclusão no cesto de direitos especiais de saque do Fundo Monetário Internacional e sendo uma das moedas com maior crescimento nas transações comerciais mundiais, é expectável que esta moeda seja uma das principais divisas a ser utilizada nas trocas comerciais entre estes países e a China, sendo ainda esperado que o ritmo de liberalização nas transacções em RMB possa acelerar progressivamente.

Contratando em RMB, uma empresa pode reduzir custos e obter maior controlo sobre os custos cambiais. Nos vários PLP onde está representado, o Grupo CGD já disponibiliza aos seus clientes, particularmente às empresas importadoras/exportadoras para a China, um pacote de serviços em RMB, tais como pagamentos a fornecedores na China para operações de importação pelos PLP, Depósitos, Financiamento, Faturação e Pagamentos a empresas estabelecidas simultaneamente nos PLP e em Macau/China.

A CGD e o BNU têm, ainda, promovido diversas iniciativas, nomeadamente, recebendo os responsáveis do setor financeiro de Macau na Sede da CGD, organizando encontros entre responsáveis governamentais e empresários, match making de delegações de empresários dos PLP e empresários chineses e participando em colóquios na China.

Por outro lado, procura-se enfatizar as excelentes condições de negócio que Macau aporta aos particulares e às empresas que estejam a operar nestes mercados, através de um regime fiscal simples e competitivo e ainda os acordos de dupla tributação com alguns dos PLP. O BNU tem, igualmente, participado ativamente nas iniciativas do IPIM – Instituto de Promoção do Comércio e Investimento de Macau e do AICEP de Portugal, tendo estado presente em muitos dos eventos promovidos por estas entidades em Macau e em outras cidades na China e nos Países de Expressão Portuguesa.

A título de exemplo, em associação com ambas as entidades, a CGD e o BNU estiveram presentes no Encontro de Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, Lisboa 2018, realizado a 21 de Junho, onde assinaram um protocolo de cooperação, com o objetivo de estreitar e aprofundar ainda mais as relações entre ambas as instituições, criando mecanismos financeiros de apoio aos projetos de internacionalização das empresas Portuguesas para a China, assim como investimentos chineses no nosso país.

Celebração do protocolo entre a CGD e o BNU

Este protocolo foi assinado pelo Presidente da Comissão Executiva da CGD, Paulo Macedo, e pelos Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração do BNU, José João Guilherme e Carlos Cid Álvares, este último que passou a acumular funções de Presidente da Comissão Executiva do BNU a partir do dia 26 de Junho de 2018.

Esta postura dinâmica, alicerçada à estreita ligação aos Países Lusófonos, através do Grupo CGD, a par de um balanço robusto e de uma ampla liquidez disponível, assegura a continuidade do apoio do BNU a esta plataforma.

Opinião de Carlos Cid Álvares, Presidente da Comissão Executiva do Banco Nacional Ultramarino – BNU

Máquinas de lavar e colunas de som: os portugueses regressaram às compras

O ímpeto consumista foi refreado pela crise e os especialistas ditaram que o consumo em Portugal não voltaria a ser o mesmo. Mais racional, devorador de promoções, apostado em ter uma vida saudável e uma alimentação focada nos produtos frescos, o retrato do consumidor mudou radicalmente. Mas depois de anos a conter gastos, mesmo em alimentos básicos, os portugueses recuperaram alguma confiança e já estão a dispostos a gastar mais, incluindo em electrodomésticos.

No primeiro semestre, as vendas destes produtos aumentaram 11% para 202 milhões de euros, o valor mais elevado dos últimos três anos, comparando com o primeiro semestre de 2013, 2014 e 2015. Os dados do Barómetro de Vendas da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), divulgados nesta terça-feira, indicam ainda que dentro desta categoria (identificada como “linha branca”), destacam-se subidas expressivas nas vendas de máquinas de lavar a roupa (12,2%), máquinas de lavar a loiça (11,5%) e frigoríficos (4,5%).

As vendas de electrónica de consumo também seguiram a mesma tendência: cresceram 7,2% para 149 milhões de euros – ainda assim um valor menor face ao primeiro semestre de 2014 (159 milhões de euros). Em ano de campeonato europeu de futebol e de Jogos Olímpicos, os protagonistas foram as televisões, cujas vendas cresceram 10,7%. Houve também mais apetência por mini colunas de som (13,9%), enquanto as câmaras de vídeo perderam terreno e registaram quedas de quase 26% nas vendas no primeiro semestre.

Os equipamentos de telecomunicações já não conseguiram atingir níveis de crescimento de outros tempos – no primeiro semestre de 2014, por exemplo, as vendas dispararam 44% graças aos smartphones – e evoluíram apenas 1,1%. Analisando a categoria de produtos, os portugueses aumentaram as compras de auriculares (19%) e de acessórios para telemóveis e aparelhos semelhantes (8,2%). Quanto aos smartphones, as vendas recuaram 0,3%.

Em termos globais, as vendas no retalho não alimentar caíram 0,7% para 3491 milhões de euros, mas Ana Isabel Trigo de Morais, directora-geral da APED, explica que esta contracção é “efeito dos combustíveis”, que representam 45% da facturação total. A descida do preço do petróleo influenciou o valor e as próprias vendas deste produto, que caíram 2,4% nos primeiros seis meses.

“Vendo com mais detalhe, houve um crescimento do consumo de bens de equipamentos, à excepção da fotografia”, que caiu 13,8% fruto da “evolução tecnológica e alteração radical” nos hábitos do consumidor, que usa cada vez mais o smartphone para fotografar. “Está a acumular perdas consecutivas e qualquer dia já nem justifica incluí-la nos indicadores”, acrescentou.

Gastos com perecíveis em alta

A maior fatia dos gastos dos portugueses está, contudo, concentrada nos bens de grande consumo, incluindo comida e produtos para a casa. No primeiro semestre, as vendas cresceram 3,5% para 5103 milhões de euros, muito impulsionadas pelos perecíveis, ou seja, frutas, legumes, carne e peixe. Esta foi, aliás, a categoria que maior subida registou (+9,8%), reforçando ainda mais a tendência dos últimos anos. Em 2014, por exemplo, os gastos com produtos frescos subiram apenas 0,1 pontos percentuais.

“Este aumento evidencia a procura de uma vida mais saudável. Os consumidores têm sido bastante alertados para a prática de uma boa alimentação”, diz Ana Isabel Trigo de Morais, que também explica esta evolução com maiores investimentos das cadeias de grande distribuição nesta categoria e maior “variedade destes produtos produzidos em Portugal”. Os consumidores também gastaram mais dinheiro em congelados (2,3%), um sinal de que a “conveniência” dita as opções.

No carrinho de compras há produtos que estão a perder importância: os lacticínios e as bebidas. No primeiro caso, as quebras de consumo chegam aos 2,4%, nas bebidas o recuo é de 0,3%.

Apesar de alguma recuperação, as promoções continuam a determinar os gastos e a suportar o volume de negócios do retalho. São cada vez mais a regra, em vez da excepção. Entre Janeiro e Junho, 44,8% das vendas foram feitas com desconto, quando na mesma altura em 2015 a percentagem era de 39,7%. “Evidencia a dinâmica concorrencial e a forma como o consumidor continua a decidir o que comprar”, começa por dizer a directora-geral da APED. “Há uma tal intensidade que o consumidor se tornou centrado na promoção”, continuou, acrescentando que, “a prazo há uma tendência de preços baixos”.

Exportações caem pelo terceiro mês consecutivo

Mais uma vez, as exportações portuguesas registaram uma variaçõ negativa: em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado, as vendas de bens e serviços ao exterior caíram 0,7% para um total de 4,221 mil milhões de euros.

As dificuldades da economia portuguesa para exportar mais têm sido uma constante em 2016, depois dos dois melhores anos de sempre no que toca ao comércio externo. Desde o início do ano, apenas em fevereiro se registou uma variação positiva nas exportações, que foi ainda assim anulada por uma subida ainda mais forte das importações.

[Notícia em atualização]

Comércio entre China e países de língua portuguesa caiu 14,55% até maio

O comércio entre a China e os países de língua portuguesa caiu 14,55% entre janeiro e maio, face ao período homólogo de 2015, indicam dados oficiais divulgados esta quarta-feira.

Segundo as estatísticas dos Serviços da Alfândega da China, publicadas no portal do Fórum Macau, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa totalizaram 32,73 mil milhões de dólares (29,59 mil milhões de euros) nos primeiros cinco meses do ano.

Pequim comprou aos países de língua portuguesa bens avaliados em 22,31 mil milhões de dólares (20,17 mil milhões de euros) – mais 2,37% – e vendeu produtos no valor de 10,42 mil milhões de dólares (9,42 mil milhões de euros) – menos 36,89% comparativamente aos primeiros cinco meses de 2015.

O Brasil manteve-se como o principal parceiro económico da China, com o volume das trocas comerciais bilaterais a cifrar-se em 24,05 mil milhões de dólares (21,75 mil milhões de euros), valor que traduz uma queda de 9,88% em termos anuais homólogos.

As exportações da China para o Brasil atingiram 7,65 mil milhões de dólares (6,91 mil milhões de euros), traduzindo uma diminuição de 39,19%, enquanto as importações chinesas totalizaram 16,40 mil milhões de dólares (14,83 mil milhões de euros), refletindo, em sentido inverso, uma subida de 16,25%.

Com Angola, o segundo parceiro chinês no universo da lusofonia, as trocas comerciais caíram 33,93%, para 5,80 mil milhões de dólares (5,25 mil milhões de euros).

Pequim vendeu a Luanda produtos avaliados em 611,6 milhões de dólares (552 milhões de euros) – menos 67,95% face aos primeiros cinco meses de 2015 – e comprou mercadorias avaliadas em 5,19 mil milhões de dólares (4,69 mil milhões de euros), ou seja, menos 24,49%.

Com Portugal, terceiro parceiro da China no universo lusófono, o comércio bilateral ascendeu a 2,09 mil milhões de dólares (1,89 mil milhões de euros) – mais 19,80% -, numa balança comercial favorável a Pequim, que vendeu a Lisboa bens na ordem de 1,56 mil milhões de dólares (1,41 mil milhões de euros) – mais 36,60% – e comprou produtos avaliados em 536 milhões de dólares (485 milhões de euros), menos 11,80%.

Em 2015, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa caíram 25,73%, atingindo 98,47 mil milhões de dólares (90,60 mil milhões de euros ao câmbio da altura), a primeira queda desde 2009.

Os dados divulgados incluem São Tomé e Príncipe, apesar de o país manter relações diplomáticas com Taiwan e não participar diretamente no Fórum Macau.

A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como a sua plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003, ano em que criou o Fórum Macau (Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa), que reúne ao nível ministerial de três em três anos.

A próxima conferência ministerial – a quinta desde 2003 – realizar-se-á este ano, mas ainda não há data marcada.

Vendas a retalho crescem 1,6% na zona euro em maio. Portugal tem a maior quebra

As vendas do comércio a retalho na zona euro aumentaram, em maio, 1,6% face ao mesmo mês de 2015 e 0,4% na comparação com abril, divulga o Eurostat.

Portugal registou a maior quebra da zona euro em termos mensais (-1,7%), enquanto na comparação homóloga, este indicador subiu 1,2% em maio.

No conjunto dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE), as vendas a retalho aumentaram 2,8% na variação homóloga e 0,4% na comparação com abril.

Face a abril, os países que mais avanços registaram nas vendas a retalho foram a Suécia (2,1%), a Estónia (1,5%) e a Irlanda (1,3%), enquanto os recuos mais pronunciados se observaram em Portugal (-1,7%), Roménia (-1,6%) e Dinamarca (-1,1%).

Ainda segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, na comparação com o mês homólogo, as principais subidas nas vendas a retalho foram observadas na Roménia (13,8%), no Luxemburgo (10,0%), na Estónia (7,0%), na Irlanda (6,7%), no Reino Unido (6,5%) e na Polónia (6,4%), tendo a Bélgica tido a única quebra (-1,0%).

Um site em .pt gera confiança nos negócios online

Luisa Gueifão

Ao contrário do que aconteceu em alguns países europeus e nos Estados Unidos, o comércio eletrónico em Portugal teve uma expressão e um desenvolvimento diferente, sendo que só muito recentemente é que o país começou a ter uma quota de online significativa. Mas, apesar de alguma resistência inicial, o e-commerce “apoderou-se” dos hábitos dos portugueses, conquistando e fidelizando o consumidor que olha para este segmento com muita expectativa. As vantagens saltam desde logo à vista. Um comércio global, sem horários de funcionamento, com custos mais reduzidos e que permite, com um simples acesso à Internet, comparar produtos, serviços e preços. Com entregas mais céleres, o comércio eletrónico é ainda um aliado da privacidade uma vez que permite efetuar uma compra sem que outra pessoa tenha conhecimento disso. Para Luisa Gueifão, Presidente do Conselho Diretivo da Associação DNS.PT, entidade que gere o domínio de topo português, .pt, apesar das inúmeras vantagens serem as principais potenciadoras do e-commerce, há um constrangimento que pode ter um peso significativo. “A relação de proximidade entre quem vende e quem compra deixa de existir. As gerações menos jovens podem ainda sentir a necessidade de ter do outro lado alguém que os aconselhe mas penso que os mais novos, que serão certamente as gerações do futuro, já cresceram neste mundo e não vão sentir essa necessidade”, defendeu.
Dentro deste cenário, as imensas oportunidades de negócio associadas ao crescimento do comércio eletrónico vão ter também impacto no domínio de topo nacional. Defendendo sempre um registo no domínio .pt, a Associação DNS.PT tem procurado criar condições para que as empresas portuguesas se possam afirmar na Internet, possam ter uma presença online e, caso queiram, possam enveredar pela venda online. Como? “Temos várias iniciativas e temos trabalhado com os nossos registrars nesse sentido. Temos, por exemplo, uma iniciativa emblemática, conhecida por 3 em 1, veja-se em www.3em1.pt. Todas as empresas que são criadas no âmbito da iniciativa ‘Empresa na Hora’ têm gratuitamente ao longo de um ano um domínio registado sob .pt, uma ferramenta para a construção de um site e o respetivo alojamento e caixas de correio eletrónico. Assim, a empresa em causa fica de imediato online, isto ainda que não tenha qualquer interesse em direcionar a sua atividade para o comércio eletrónico”, referiu a responsável.
Se invariavelmente falamos nas imensas vantagens associadas ao e-commerce, por outro lado, existem ainda questões que inevitavelmente são levantadas. Será que irei receber aquilo que comprei? Não há problema em inserir os meus dados pessoais? Apesar de ter conquistado terreno, o e-commerce ainda é encarado com desconfiança por alguns consumidores e empresas. Mas, a par da legislação que tem procurado proteger o consumidor, há muitas entidades que têm trabalhado para reforçar a confiança neste segmento. Por exemplo, ao contrário de um domínio genérico, o .pt, considerado a bandeira de Portugal na Internet, cria logo uma relação de proximidade, segurança e confiança no momento de compra. “O utilizador da Internet é hoje mais conhecedor e é mais educado nesta matéria e, por isso, sabe distinguir e, obviamente, prefere e elege um site que lhe gere confiança. O domínio .pt constitui e assume-se como uma ferramenta geradora dessa mesma confiança. Quem adere ao e-commerce irá comprar mais facilmente num site .pt cuja origem conhece, do que numa plataforma ou site que nem sabe onde está alojado e por quem é gerido”, explicou Luísa Gueifão.
A verdade é que Portugal está entre os 50 países do mundo melhor posicionados nesta matéria e, apesar de ter conhecido um desenvolvimento mais tardio, para a responsável da Associação DNS.PT, esse facto não é negativo uma vez que permite que não se cometam, ou pelo menos se repliquem menos, os erros do passado. No que respeita aos registos de nomes de domínio em .pt, as expectativas não poderiam ser mais animadoras. “No que se refere ao crescimento nos últimos três anos, fazemos parte do top 5 dos países europeus e, inclusivamente, estamos a crescer muito mais do que os nossos congéneres europeus. É verdade que eles começaram a crescer antes de nós mas, enquanto, do nosso lado, a curva contínua em linha ascendente, em muitos países da União Europeia existe já uma tendência de crescimento negativo”, referiu Luisa Gueifão, acreditando ainda que no futuro o e-commerce passará, por exemplo, pelo aperfeiçoamento da assistência no pós-venda. “O desafio passará por termos acesso a sites que gerem confiança a todos os níveis, não só na escolha do produto mas em todas as fases do ciclo de venda”.
Para continuar na linha da frente, a Associação DNS.PT continuará a assumir o posicionamento que a tem caracterizado, apoiando as empresas portuguesas nos seus processos de internacionalização e ajudando-as a ter uma presença sustentada, segura e confiante na Internet. “Mostrar às empresas nacionais que o domínio .pt é uma vantagem para o seu negócio será sempre a nossa estratégia”, concluiu Luisa Gueifão.

Novidades para breve
Nos primeiros meses deste ano será apresentada uma nova iniciativa, em que a Associação DNS.PT se constituirá como parceira, que passará pelo reforço da confiança do consumidor online e que fará com que seja atribuído a muitos dos sites sob .pt um selo de confiança, segurança e qualidade.  Novidades para breve.

AEBA promove o comércio local com sorteio de 500€

O concurso “Torne o seu Natal num sonho especial – compre no comércio local”, promovido pela AEBA e pela Câmara Municipal da Trofa, está patente desde o dia 9 de dezembro e decorre até às 10h00 do Dia de Reis, 6 de janeiro de 2016. Inserido no programa de atividades natalícias na Trofa – «O Natal na Trofa está na Moda», este sorteio tem como objetivo dinamizar a economia do comércio local e habilita os trofenses a um prémio de 500€.

Para concorrer, os participantes devem dirigir-se a uma das lojas de comércio aderentes e preencher um cupão de participação. O vencedor do prémio será sorteado no dia 15 de janeiro de 2016, nas instalações da AEBA. A pessoa identificada no cupão será contactada pela Associação nos 5 dias úteis após o sorteio e o prémio será entregue mediante a apresentação de um documento identificativo da pessoa a que corresponda o cupão sorteado.

O resultado do sorteio será anunciado aqui e através dos meios de comunicação social locais. O prémio não reclamado no prazo de 30 dias reverterá para uma instituição de solidariedade social, designada pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

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