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Air Transat e Air Canada concluem acordo para combinação das duas empresas

Sob os termos do acordo vinculante, aprovado por unanimidade pelo Conselho de Administração da Transat, a Air Canada adquiriu todas as ações em circulação da Transat por US $ 13 por ação. O valor da transação em dinheiro é de aproximadamente US $ 520 milhões.

“Estamos muito satisfeitos por ter chegado a este acordo definitivo para combinar a Transat com a Air Canada de forma a alcançar o melhor resultado possível para todas as partes interessadas. Para os acionistas da Transat e da Air Canada, esta combinação oferece excelente valor, ao mesmo tempo que proporciona maior segurança no emprego para ambas as empresas através de maiores perspetivas de crescimento. A Air Canada pretende preservar as marcas Transat e Air Transat e manter a sede da Transat e as suas principais funções em Montreal. Ambas as empresas demonstraram excelência como evidenciado pelo 2019 Skytrax Awards. Os viajantes beneficiarão das capacidades aprimoradas das empresas fundidas no altamente competitivo mercado global de viagens de lazer e do acesso a novos destinos, mais tráfego de conexão e aumento de frequências. A economia de Quebec obterá a máxima vantagem de ter um campeão global de aviação voltado para o crescimento na aviação, com sede em Montreal, o negócio mais internacional do mundo”, disse Calin Rovinescu, presidente e diretor executivo da Air Canada.

“Estamos muito satisfeitos por unir forças com um player tão bem-sucedido na nossa indústria. A combinação com a Air Canada dará à Transat novas perspetivas de crescimento, com o apoio de uma forte rede que oferece muitas opções para conectar tráfego.”, disse Jean-Marc Eustache, presidente e diretor executivo da Transat. “Para os nossos clientes, oferecerá ainda mais opções e possibilidades. Por enquanto, eles podem continuar a reservar os seus voos e pacotes com total confiança, pois todas as reservas serão honradas antes e depois da conclusão da transação.”

A transação permanece sujeita a aprovações regulatórias e de acionistas e outras condições de conclusão usuais neste tipo de transação. Se tais aprovações forem obtidas e as condições forem atendidas, a transação deverá ser concluída no início de 2020.

Sede da Air Canada em Montreal

Sediada em Montreal desde 1949, a Air Canada mantém uma das maiores sedes globais no Quebec e foi nomeada uma das maiores empregadoras de Montreal nos últimos seis anos.

A Air Canada atende 11 aeroportos em todo o Quebec. O Aeroporto de Montreal-Trudeau é um centro estratégico para a Air Canada conectando a sua rede doméstica do Quebec e Canadá Atlântico, com os seus voos transfronteiriços, caribenhos, europeus, norte-africanos, asiáticos e sul-americanos dos EUA. Apenas para os EUA, a Air Canada conecta Montreal-Trudeau a cerca de 24 cidades.

Desde 2012, a Air Canada lançou 35 novas rotas de Montreal-Trudeau para mercados globais, incluindo Xangai, Pequim, Tóquio, Tel Aviv, Lima, São Paulo e Casablanca. Este crescimento permitiu que Montreal se classificasse entre as 50 cidades mais conectadas internacionalmente do mundo e se tornasse um dos maiores hubs norte-americanos.

A Air Canada atendeu mais de 10 milhões de passageiros em Montreal em 2018.

Companhias aéreas alvo de mais de 700 queixas em 2019

O Portal da Queixa – uma referência nacional em matéria de consumo -, analisou as reclamações recebidas referentes ao setor do Turismo. As companhias aéreas voltam a liderar o setor, com mais de 700 reclamações registadas em 2019, verificando-se um aumento face ao ano anterior.  Em época de férias, fica ainda o alerta do Portal da Queixa aos consumidores para a importância de fazer compras seguras e para os direitos que têm quando algo não corre bem.

Desde o início do ano, até ao dia 24 de junho, o Portal da Queixa registou 716 reclamações dirigidas a companhias aéreas, um aumento face ao período homólogo, onde foram registadas 658 reclamações.

A análise da equipa do Portal da Queixa permitiu ainda constatar que, entre os períodos analisados (1 janeiro a 24 junho 2019 e período homólogo), maio de 2019 foi o mês com mais reclamações registadas desde 2018, com 145 queixas dirigidas às companhias aéreas.

Em ambos os períodos analisados, a TAP lidera o Top3 das companhias aéreas com maior número de reclamações, 325 (2019) e 320 (2018). Segue-se a Ryanair com 154 (2019) e 122 (2018). O terceiro lugar é ocupado pela EasyJet, com 63 queixas (2019) e 56 no período homólogo.

No período entre 1 de janeiro a 24 de junho de 2019, os principais motivos de reclamação apresentados pelos consumidores ao Portal da Queixa estão relacionados com atrasos nos voos, pedidos de reembolso, bagagem danificada/perdida, cancelamento de voo, falta ou mau atendimento.

[ Período: 1 janeiro – 24 junho 2019 ]

Principais motivos das reclamações N.º % representa
Atrasos de voo 163 22.8%
Pedidos de Reembolso 110 15.4%
Bagagem danificadas/Perdidas 100 14%
Cancelamentos de voo 78 10.9%
Falta/mau atendimento 52 7.3%

A insatisfação dos consumidores em relação às três companhias aéreas mais reclamadas reflete-se na página das marcas no Portal da Queixa. Na TAP, o Índice de Satisfação gerado pelos consumidores é de apenas 8,6% (em 100), e as Taxas de Solução e Resposta de 7,3%. Na Ryanair, o Índice de Satisfação é de apenas 4,5%, sendo as Taxas de Solução e Resposta de 3,8%. Na EasyJet, o Índice de Satisfação dos consumidores é de apenas 3,6%, sendo as Taxas de Solução e Resposta de 3,2%.

De salientar que o tratamento e a resolução das reclamações entre as marcas e os consumidores são da inteira responsabilidade dos intervenientes diretos, não existindo qualquer mediação ou interferência na comunicação pelo Portal da Queixa. Por essa razão, a plataforma disponibiliza de forma totalmente gratuita às marcas, as ferramentas de gestão de reclamações, tais como dar resposta e resolver, com vista a que estas possam chegar do problema à solução, sem custos e de forma a potenciarem a sua reputação positiva junto dos consumidores, gerando um reforço de confiança.

Férias à porta? O Portal da Queixa dá-lhe algumas dicas!

Existem vários fatores que podem ameaçar o tão esperado descanso e dar-lhe algumas dores de cabeça. Desta forma, o Portal da Queixa apresenta-lhe algumas dicas para o ajudar a solucionar possíveis problemas. O importante é saber que há solução para tudo e o consumidor está protegido de muitas formas.

  1. Pesquise antes de comprar

Na altura da pesquisa por local de alojamento ou agência de viagens, sugerimos que pesquise por opiniões públicas ou reclamações que possam estar disponíveis online, como no caso do Portal da Queixa. Este pode ser um ponto crucial para a tomada de decisão e para uma escolha mais segura.

  1. Voos atrasados ou cancelados

Muitas vezes o atraso de um voo significa problemas para quem vai de férias. Desta forma, a legislação europeia prevê que o consumidor tem direito a uma indeminização entre 125 e 600 euros, tendo em conta a distância do voo e a duração dos atrasos.

Caso o seu voo seja cancelado, deve ser-lhe dada a opção de reembolso do preço total do bilhete, no prazo de sete dias, ou deve ser apresentada uma outra opção razoável. Poderá ter ainda direito a uma indeminização entre 250 a 600 euros, exceto se o atraso do voo for por causa maior.

  1. Cuidado com as bagagens em viagens de avião

Bagagens perdidas, danificadas ou em atraso são um dos principais problemas associados a companhias aéreas como o Portal da Queixa alerta nesta mesma publicação. Caso se depare com uma situação destas, saiba que tem direito a uma indeminização até 1.223 euros, de acordo com a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.

Caso a bagagem chegue até si danificada, deve apresentar queixa à companhia aérea até sete dias após receber a bagagem. Se o caso for de atraso na receção da bagagem tem até 21 dias para reclamar. O mais importante de tudo é: Não esquecer de guardar as cópias da reclamação!

  1. Tenha atenção aos alojamentos locais

Arrendar uma casa para férias através de anúncios (online ou em jornais) é uma modalidade cada vez mais procurada por quem vai de férias. Na maior parte dos casos, os contratos são celebrados por telefone e o pagamento feito antes de usufruir do espaço. O problema é que nem sempre o anúncio publicado corresponde à realidade. Caso se depare com uma situação fraudulenta, ou seja, se o que alugou não corresponde à realidade, pode pedir uma indeminização por danos. Para que tal aconteça, deve recorrer a um julgado de paz ou a um tribunal.

  1. Conheça os seus direitos!

Imagine que vai de férias, seja através de uma agência de viagens ou de uma reserva/compra online, e algo corre mal? Chega ao destino e nada é como aquilo que idealizava e tinha adquirido. Como pode reclamar e exercer os seus direitos?

  • Reclamar diretamente com a agência

Caso tenha adquirido as suas férias através de uma agência de viagens, esta é a forma mais simples de resolver o seu problema. Pode fazer a sua reclamação por email ou através do telefone diretamente com a agência.

O recomendável é fazer a sua reclamação via email, para que fique registada por escrito, e o mais rapidamente possível, ou seja, se chegar ao seu local de destino e não se deparar com o que comprou, deve fazer a reclamação de imediato.

  • Fundo de Garantia de Viagens e Turismo

Caso a sua agência de viagens não resolva o problema ou caso tenha comprado online e não obtêm uma solução para a sua situação, pode e deve requerer que lhe seja arbitrada uma indeminização através deste fundo de garantia. Existe uma plataforma online onde a sua reclamação deve ser apresentada.

  • Livro de reclamações

Caso chegue a uma unidade hoteleira e não está a usufruir do que comprou pode pedir o livro de reclamações e escrever qual o motivo pelo qual está a reclamar.

A reclamação é enviada para a ASAE e se o cliente tiver razão, pode ser aplicada uma coima ao hotel.

  • Provedor do cliente

O Provedor do Cliente é uma figura que existe para resolver problemas relacionados com o que foi comprado e o que foi ofertado.

Existe um site que contém todas as informações referentes a esta figura e onde tem um formulário próprio para fazer a sua reclamação. A partir do momento que chega a Portugal (caso tenha viajado para o estrangeiro) ou ao seu local de residência no fim das férias, tem 20 dias para apresentar a sua reclamação.

Esta plataforma não funciona em todos os casos, uma vez que, se alugar uma casa a alguém e esta não corresponder ao que pediu, se o titular da casa não for aderente ao Provedor do Cliente, a plataforma não pode interferir.

O que fazer nestes casos?

As plataformas online de reservas têm locais próprios para fazer comentários. Esses comentários têm impacto, uma vez que o titular do alojamento local está sempre com muita atenção aos comentários dos consumidores, porque se um comentário for negativo é mais difícil que o alojamento volte a ser alugado (obtém uma má classificação).

A verdade é que quanto mais bem informado estiver enquanto consumidor, melhor saberá resolver um constrangimento durante as férias. No entanto, não deve deixar que estes problemas estraguem os dias que tinha planeado. E se já está de partida para o merecido descanso, desejamos-lhe: Boas Férias!

Novas medidas de segurança para passageiros com destino aos EUA

A administração Trump está a requerer às companhias aéreas nacionais e estrangeiras para adotarem medidas de segurança em todos os voos para os Estados Unidos. Todos os passageiros, norte-americanos e estrangeiros, estão sujeitos a novos protocolos, que entraram em vigor na quinta-feira.

Os novos procedimentos cobrem cerca de 2.100 voos diários de todo o mundo para os Estados Unidos. Mas a forma como cada companhia aérea implementa a medida varia, e alguns dos procedimentos já entraram em vigor antes noutras partes do mundo.

Embora alguns passageiros tenham descrito momentos tensos e longas filas, não houve relatos de grandes disrupções nas viagens internacionais na quinta-feira.

Mantém-se, no entanto, alguma confusão sobre as novas regulações, com as companhias aéreas a descreverem diferentes métodos de implementação e algumas a dizerem que pediram autorização para atrasar a respetiva entrada em vigor até ao próximo ano.

Todd Gilliland, 40 anos, aterrou no aeroporto de O’Hare, em Chicago, proveniente do Uganda, onde ele e a mulher gerem uma escola para crianças carenciadas. Viajou para os Estados Unidos a partir de Bruxelas, onde disse ter notado mais questões e mais agentes de segurança do que antes, sem que tivesse sido antes informado pela companhia aérea das novas medidas.

Disse ter ficado surpreendido pelo tipo de perguntas antes do embarque: “Perguntaram-me qual é o meu trabalho e eu perguntei porque é que isso era relevante. Então, o homem começa: ‘Estás a ser difícil”. E eu respondi: ‘Rapaz, tu estás a ser terrivelmente rude’. Ele disse: ‘Tu não estás a colaborar’. E eu disse, ‘tudo bem'”.

Gilliland afirmou, não obstante, que o responsável da segurança não insistiu numa resposta, nem o colocou noutra fila ou tomou qualquer medida.

No aeroporto internacional do Dubai, o mais movimentado em termos de voos internacionais, a transportadora Emirates começou a questionar os passageiros sobre a sua bagagem, líquidos, e destino de origem. Os passageiros tiveram as suas bagagens de mão revistadas, assim como os seus equipamentos eletrónicos.

A Air France disse que iria fornecer questionários para todos os passageiros com destino aos EUA preencherem.

Já os passageiros da Singapore Airlines podem ser obrigados a “sofrer medidas de segurança mais rigorosas”, incluindo inspeção de dispositivos eletrónicos pessoais, “bem como questionários de segurança durante o ‘check-in’ e embarque”, informou a transportadora no seu site.

Outras operadoras que anunciaram novas regras são a Cathay Pacific Airways, com sede em Hong Kong, e as companhias aéreas do grupo alemão Lufthansa e a EgyptAir.

A Korean Air Lines, Asiana Airlines e Royal Jordanian disseram que foram dispensadas de implementar as novas medidas até ao início do próximo ano.

No aeroporto Newark Liberty International, em Newark, Nova Jersey, Alexander Wegner, um turista alemão que viajou num voo da Lufthansa, disse que estava surpreendido pela natureza de algumas das questões com que foi abordado no seu voo.

“Do meu ponto de vista, foi uma inconveniência. É inútil. Qualquer pessoa pode responder a esse tipo de questões. Qual é o teu hobby? Jogging. Ah, ok. Isso é interessante. Para quê?”, afirmou.

Chris McGinnis, um consultor de viagens internacional do Travel Skills Group, disse que as novas medidas eram implementadas durante um período tradicionalmente baixo para viagens internacionais, de forma a facilitar a transição. Além disso, observou que em alguns países onde o tráfico de droga e o terrorismo são preocupações, as companhias aéreas já questionam há muito tempo os passageiros com destino aos EUA.

“Eles não estão à procura das respostas certas. Eles estão à procura de comportamentos suspeitos, se ficas a suar de forma anormal, podes ser sujeito a um exame mais minucioso”, disse McGinnis.

A novidade é que tais medidas estão agora a ser aplicadas em todos os países.

“Penso que muitos viajantes de negócios vão ficar surpreendidos porque eles estão habituados a ter uma passagem rápida no aeroporto”, afirmou McGinnis. “O meu conselho é que, a curto prazo, vão um pouco mais cedo. Mas eventualmente vão habituar-se”, acrescentou.

Resolvida avaria que obrigou à suspensão dos voos da Delta Airlines

A avaria informática que esteve na origem da suspensão dos voos da Delta Airlines desta segunda-feira de manhã já está resolvida e a circulação aérea está a ser retomada pouco a pouco, anunciou a transportadora aérea norte-americana.

Os voos estão a ser retomados “de forma limitada”, realçou a companhia, na sua página na Internet, reconhecendo que as anulações e os atrasos vão continuar, devido às mais de três horas de suspensão da circulação aérea.

Photo published for Delta resumes limited flights; continued delays expected

A avaria técnica na origem do problema foi causada por um corte de energia no terminal-sede de Atlanta, no Estado da Geórgia (Sul),que bloqueou o sistema informático e operacional, por volta das 2h30 locais (7h30m em Lisboa).

A Delta reconheceu que poderá haver “cancelamentos em larga escala” durante esta segunda-feira, um dia com 3.300 voos programados.

As falhas de energia não são raras na aviação, mas as desta dimensão costumam levar vários dias a serem resolvidas.

A Delta Airlines, fundada em 1929, é uma das principais transportadoras aéreas dos Estados Unidos, opera mais de 5.400 voos por dia e voa para 64 países.

Presidente da Air France diz que greve vai custar 90 milhões de euros

A greve iniciada há uma semana pelo pessoal de cabine da Air France vai custar à empresa cerca de 90 milhões de euros, indicou esta terça-feira o presidente da companhia aérea, Frédéric Gagey.

“É uma soma extremamente importante, o valor de um avião de longo curso”, disse Gagey à emissora France Info, no último dia do protesto.

Gagey lamentou o impacto “muito negativo” na imagem da empresa e indicou os 180 mil passageiros que, segundo os seus números, foram afetados pela paralisação.

Desde o início da greve, na passada quarta-feira, foram cancelados mais de 900 voos.

Para esta terça-feira, a Air France tinha previsto o cancelamento de 10% dos voos, depois dos 20% de anulações de segunda-feira.

A greve destina-se a pressionar a administração a negociar o acordo que fixa as condições de trabalho, remunerações e promoções. O atual acordo expira no final de outubro e a administração propôs um prolongamento por mais 17 meses, mas os sindicatos querem um novo acordo com uma vigência de três a cinco anos.

Companhias aéreas europeias com maior crescimento de passageiros desde 2011

“De acordo com as primeiras estimativas da nossa equipa, as associadas da AEA alcançaram o maior crescimento no tráfego de passageiros desde 2011. As companhias aéreas da AEA transportaram perto de 307 milhões de passageiros nos voos regulares em 2015, um aumento de 12,6 milhões perante 2014, o que representa um aumento de 4,3%”, avança a associação.
Segundo a Lusa, nos voos dentro da Europa e em voos domésticos, as companhias membro da AEA transportaram mais 10,1 milhões de passageiros (um aumento de 4,5%) em 2015, enquanto os voos de longo curso registaram uma melhoria marginal no transporte de passageiros (3,3%).
O presidente executivo da AEA, Athar Husain Khan, destacou que as companhias aéreas europeias “foram capazes de alcançar resultados positivos depois de uma reestruturação séria e da introdução de novas estratégias comerciais”. “Infelizmente, o enquadramento regulatório na Europa não ajudou as companhias aéreas, que ainda precisam de uma política europeia que lhes permita alcançar o crescimento sustentável no futuro”, acrescentou.
Nesse sentido, “a associação aguarda o anúncio muito esperado da Estratégia de Aviação da Comissão Europeia, que é o resultado de um ano de trabalho da Comissão”, apesar de apontar críticas ao documento: “Falta ambição e não propõe medidas que apoiem a competitividade dos operadores”.

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