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Um estudo indica que as sobrancelhas contribuem para uma melhor comunicação interpessoal

Ricardo Miguel Godinho, investigador do Centro Interdisciplinar de Arqueologia e Evolução do Comportamento Humano (ICArHEB) da Ualg, foi um dos investigadores envolvidos no estudo que analisou a arcada supraciliar de um crânio hominídeo fóssil icónico pertencente à coleção do Museu de História Natural de Londres, adiantou a UAlg em comunicado.

Segundo o estudo, o facto de as arcadas supraciliares se terem tornado mais pequenas devido à evolução da testa para uma forma mais vertical e suave, tornando as sobrancelhas mais visíveis e capazes de uma maior amplitude de movimentos, permitiu o desenvolvimento da comunicação não-verbal.

A comunicação não-verbal através dos movimentos das sobrancelhas, essencial na transmissão de emoções como a simpatia ou o reconhecimento terá permitido, segundo os investigadores, “uma maior compreensão e cooperação entre pessoas, essencial para a formação de redes sociais de grande dimensão”.

As espécies humanas ancestrais tinham arcadas supraciliares muito proeminentes, que poderiam funcionar como um sinal de dominância e agressividade, embora as teorias mais comuns relacionassem a sua presença com fatores espaciais, para ocupar o espaço entre a caixa craniana e as órbitas, ou mastigatórios, para a estabilização do crânio durante a mastigação.

O crânio utilizado no estudo, analisado através de técnicas computacionais de engenharia e denominado Kabwe 1, pertence àquela que é considerada por muitos como a nossa espécie ancestral, a “Homo heidelbergensis”, que terá existido há 600.000 a 200.000 anos.

Este estudo contribui para o debate acerca da razão porque outros hominídeos, incluindo a espécie “Homo heidelbergensis”, tinham arcadas supraciliares tão protuberantes, enquanto os “Homo sapiens” têm uma testa vertical com arcadas reduzidas.

Segundo Paul O’Higgins, da Universidade de York e coautor do artigo, “a função de comunicação não-verbal refinada da nossa testa terá inicialmente sido um efeito colateral da redução do tamanho das nossas caras nos últimos 100.000 anos”.

Este processo de redução facial acelerou nos últimos 10.000 a 20.000 anos, quando mudámos de caçadores recoletores para agricultores, um estilo de vida que resultou em menos atividade física e numa dieta menos variada e mais mole, refere.

De acordo com Penny Spikins, também professora da Universidade de York e coautora do artigo, os movimentos das sobrancelhas “permitem-nos expressar emoções complexas assim como perceber as emoções dos outros”.

Por outro lado, foi já demonstrado que pessoas que têm o movimento das sobrancelhas limitado devido, por exemplo, à aplicação de botox “são menos capazes de causar empatia e de se identificarem com as emoções de outros”.

O estudo, publicado na revista “Nature Ecology & Evolution”, foi parcialmente financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

ActionCOACH promove evento único de Team Building

Ao longo dos dois dias, haverá cinco provas de Team Building e Workshops contínuos com oradores conceituados que irão falar sobre temas como a gestão do tempo empresarial, o poder da comunicação em equipa, como construir equipas poderosas, entre outros temas importantes para os empresários e gestores de negócios. Simultaneamente, os pitstops do autódromo serão substituídos por expositores onde as empresas poderão divulgar os seus serviços e produtos.

O objetivo deste evento é aprender a desenvolver um forte espírito de grupo, desenvolver um caminho diferenciado na gestão de equipas e ao mesmo tempo capacitar as empresas com ferramentas de gestão enquanto expõe e publicita os seus produtos e serviços para um grande público.

Com o evento, a ActionCOACH procura ir ao encontro das necessidades que todas as empresas têm com as suas equipas, formando pessoas no sentido de alcançar melhores performances e igualmente marcar a diferença num mercado competitivo através de soluções criativas e diferenciadas.

As provas de Team Building estão preparadas para fomentar a componente de grupo. Os cenários foram construídos para que todos possam participar. Entre as provas estão, por exemplo, a mudança de rodas numa viatura estática, ao estilo Fórmula 1; condução de um percurso de olhos vendados, enquanto os restantes membros da equipa enviam as instruções do percurso, via rádio a partir do exterior ou uma corrida de karts, entre outras atividades.

Em todas as provas são fatores essenciais a organização da equipa, a comunicação e assertividade. A coordenação, espírito de equipa e sentido de entreajuda são fulcrais para o sucesso de todas as atividades.

O líder português quer ser um influenciador

Muitas vezes uma entrevista parece uma guerra, onde todos perdem – o jornalista, o entrevistado e principalmente a audiência que fica sem um grande momento de informação. Hoje os empresários sabem que uma entrevista eficaz e moderna ‘é como se fosse uma dança – onde um brilha enquanto o outro lidera e vice-versa’. É assim a visão de Sara Batalha, especialista em comunicação com 24 anos de experiência profissional. Foi ela própria jornalista durante 12 anos, passou pela RTP e pelo jornal Expresso, dedicou-se depois à consultoria em agências de comunicação, trabalhou como assessora do famoso futurista Alvin Toffler e há dez anos foi convidada pessoalmente por TJ Walker, referência mundial e fundador da Media Training Worldwide Global (MTW) para abrir o negócio em Portugal.  A MTW Portugal é uma consultora com génese norte-americana que tem como propósito treinar, desenvolver e transformar profissionais em líderes de opinião. 

Sabe o que é o Media Training 4.0? 

“O Media training é só para políticos é pensamento dos anos 80”, começa por explicar a nossa entrevista, que afirma que “o líder moderno sabe que tem a responsabilidade e missão de ser ele próprio um media – um líder de opinião. Através dos media, em diferentes palcos e junto das suas equipas e pares”. Antes, responsabilizava-se o jornalista por descontextualizar a mensagem, mas ao que parece, o empresário de hoje compreende melhor que “todas as audiências querem ser ouvidas, valorizadas e respeitadas”. E para isso tem que se preparar com eficácia e significado, tal como executa a sua gestão, assim assume a sua liderança comunicativa. “Hoje um orador já descobriu que se for aborrecido ou apenas informativo perde a audiência. A comunicação acompanha os ciclos de liderança e de economia, o que significa que também evolui. E sim, em Portugal é possível ver essa evolução analisando o perfil de influenciador – o estilo de comunicação que os gestores portugueses mais necessitam de desenvolver e para o qual nos contratam”.

Nem só o americano é que sabe comunicar    

O perfil do líder português é quase oposto ao líder americano. “Os americanos são High Profile Communicator e os portugueses preferiam o Low Profile Communication”. Mas nestes últimos cinco anos houve uma grande transformação e importância dada à comunicação do líder e hoje o serviço mais procurado junto da MTW Portugal é o treino de ‘Communication to Influence’. Uma necessidade que aponta uma tendência na evolução dos estilos de liderança – “saber comunicar para influenciar é essencial ao gestor português. E isto treina-se!”

Foi este contexto socioeconómico que levou Sara Batalha a transformar totalmente o seu modelo de negócio e metodologias consoante o perfil dos seus clientes nacionais. “Mantemos o melhor da eficácia da escola de consultoria americana e apostamos em três pilares: comunicação científica, relação a longo prazo com o cliente e rigor nos resultados. E foi o que fizemos de melhor.” Com um crescimento de 20% ao ano, a MTW Portugal deu um salto de 60% o ano passado, contando hoje com 13 colaboradores, quase 6 mil clientes, e uma lista de clientes com nomes sonantes das maiores empresas em Portugal, e internacionais.

Qual o segredo da MTW Portugal 

O segredo do trabalho da MTW incide na autenticidade. “Sim, porque a autenticidade treina-se!” Quando subimos a um palco e nos sentimos menos seguros ou menos preparados é natural que os nossos comportamos se alterem. É quando alguém nos diz: ‘Nem parecias tu, a tua voz estava diferente, estavas tão sério ou porque é que não estavas ‘natural’ como és?’ Isso acontece porque nos sentimos ameaçados. Da mesma forma quando alguém escreve um discurso para ser lido pelo gestor, ou o mesmo tem que apresentar algo no qual não acredita, o que acontece? “Muitas vezes, uma branca e depois uma bronca”, brinca Sara Batalha. Um bom momento de comunicação tem que ser congruente, e para tal deve existir um equilíbrio entre a comunicação do corpo, da palavra e do comportamento. Todo este trabalho é assente nos valores pessoais do orador e no seu estilo de comunicador, para garantir e potenciar o melhor da sua autenticidade. Segundo a antiga jornalista, “os portugueses ainda estão a descobrir qual é a diferença entre informar e comunicar” mas tem a certeza que em breve um português será o ‘novo Steve Jobs’ da comunicação internacional. 

“Esta é a minha terceira vida”

Sara Batalha gosta de se desafiar porque garante que “só assim crescemos e aprendemos”.

“Trabalho há 24 anos em comunicação e fui jornalista durante 12 anos em todos os tipos de meios de comunicação. Isto deu-me bagagem e uma perspetiva para perceber o que é necessário para um jornalista poder fazer uma boa entrevista e saber que o entrevistado necessita de um pacote de características para ter um bom desempenho e resultado. Tem de dominar o assunto, ser muito bem preparado e conseguir ajustar a sua mensagem à audiência, ao jornalista e ao media. Tem de ser empático, saber transmitir emoções através da sua postura e da própria voz e saber inspirar, motivar e levar à ação através da sua comunicação. Isto só se consegue com uma equipa e muito trabalho, tal como na gestão. Isso é ser um líder comunicativo eficaz”. 

“Para mim, são a melhor equipa do mundo!” 

E assim surge a MTW Portugal com uma equipa multidisciplinar e com diferentes saberes e com dez anos de formação intensiva em diversas áreas complementares à comunicação core. A MTW Portugal tem uma equipa altamente especializada com formação internacional em – Message Mapping, Body language, Vocal Coaching, Values Messaging, Branding, Image and Credibility, Presentation Training, Public Speaking, Talks Production and CEO communication strategy.

“Porquê que faço isto?” 

A maior parte dos nossos clientes são profissionais com bastante experiência profissional e de comunicação. Uma grande parte já são bons comunicadores, mas como são muito exigentes consigo próprios e querem ser muito bons ou até excelentes influenciadores através da sua comunicação, tal como são na sua gestão. E este perfil represente 80% do nosso negócio. Mas de vez em quando a equipa da MTW Portugal aceita casos que também desafiam a própria equipa. É o caso da Elisabete. “Há uns cinco anos, recebi uma chamada de uma pessoa que tinha lido uma entrevista minha no Expresso. Ligou-me porque queria a nossa ajuda. Tinha ficado viúva e com um império de negócios para gerir. O problema? Nunca tinha feito tal coisa. Nunca lidou com os negócios de forma ativa. Fazia uma gestão silenciosa. Depois da morte do marido viu-se obrigada a desafiar-se… e a ter que falar e comunicar em público, mas sentia pânico.

Na primeira vez em que nos encontramos analisei o seu perfil, traçámos um plano e ela quis fazer um contrato de um ano. Fizemos a primeira sessão. A cliente não conseguia articular três linhas de texto.

Tínhamos cumprido oito horas de treino quando ao discutir com o nosso Managing Partner que não a conseguiria ajudar, adiantei que não era caso para nós e que seria melhor para a cliente indicarmos-lhe um parceiro, rescindir o contrato e devolver-lhe o investimento. Pois bem… De volta à sala e antes de poder comunicar-lhe a nossa decisão, oiço: Dra. Sara, muito obrigada por não desistir de mim! Engoli em seco, e seguimos em frente, fazendo o impossível acontecer. Dois anos depois a cliente cumpriu o seu sonho – é guia intérprete, faz vídeos a falar para a câmara e é uma referência para nós de como a atitude e a resiliência podem ultrapassar os obstáculos mais desafiantes. Este é um caso extremo e desafiante, mas bem representativo do nosso reason why. Porque fazemos o que fazemos e como o queremos fazer diferente e melhor. Acredito profundamente que saber comunicar o nosso valor é um direito que todos os portugueses devem ter”.

GS1 Portugal renova estratégia de comunicação para reforçar posicionamento

A GS1 Portugal relança a estratégia de Comunicação com o objetivo de tornar mais clara, presente e percetível a atuação da Associação no mercado nacional e a relevância dos serviços que disponibiliza. Simultaneamente, pretende tornar a comunicação mais alinhada com o Plano Estratégico definido em 2015 para o horizonte 18/20. Tendo surgido associada à aplicação de um sistema de código de barras em Portugal – Sistema GS1 – a GS1 alcança hoje uma realidade alargada enquanto entidade responsável pela adoção e implementação de normas que revolucionam a forma de fazer negócio, em setores tão diversificados como o Retalho e Bens de Consumo, a Administração Pública ou a Saúde, num total de aproximadamente 8 mil Associados.

A estratégia idealizada integra um plano de posicionamento sustentado no contacto dirigido aos órgãos de comunicação social, na presença em plataformas online, em eventos nos quais a organização intervém e na relação de proximidade estabelecida com os Associados da GS1 no mercado nacional, em particular com as Micro e PMEs. Vai ser implementada em parceria com a Say U Consulting.

JOAO_CASTRO_GUIMARAESPara João de Castro Guimarães, Diretor-Executivo da GS1 Portugal, “a realidade de atuação da GS1 Portugal é hoje claramente distinta do início da sua atividade, quando em 1985 a Associação introduziu o sistema de códigos de barras uniformizados em Portugal. A GS1 é hoje mais do que uma organização de standards comerciais, assumindo-se enquanto agente neutro na rede de parceiros que colaboram para melhorar a eficiência das operações, a qualidade da informação comercial, promover o desenvolvimento dos negócios e a partilha de boas práticas numa comunidade empresarial, vital ao sucesso do mercado. Esta intervenção de caráter diversificado é visível na inauguração, no ano passado, da nossa nova Sede e Centro de Inovação e Competitividade, mas também na forte dinamização de projetos de valor acrescentado e na consolidação do nosso papel enquanto parceiro de confiança dos nossos Associados e empresas nacionais”.

A GS1 Portugal tem como principal visão ser o parceiro de confiança dos seus Associados e Stakeholders. É com esta premissa que procura estar ao lado das empresas no sentido de acompanhar a evolução do mercado e apresentar as melhores soluções para responder aos atuais e futuros desafios de mercado, sempre com o objetivo de melhorar a eficiência dos negócios. Desta forma a definição das macrotendências globais[1] – sustentabilidade, saúde e bem-estar, segurança alimentar e economia end-to-end – estão na base da definição das prioridades da GS1 Global, designadamente: transparência, fidelização do cliente, rastreabilidade e modelo de loja de futuro; prioridades que foram consideradas no Plano Estratégico da GS1 Portugal, elaborado em 2015 para o horizonte temporal de três anos, e que é hoje implementado em todas as soluções que são desenvolvidas a nível nacional. Um plano que define, de forma clara e objetiva, qual o posicionamento da GS1 Portugal: um agente neutro, que promove uma rede colaborativa de parceiros de negócio e fomenta a unidade de ação entre as empresas sempre com o objetivo final da satisfação do cliente. Desta forma, a inovação (especialmente na área de serviços para a transformação digital), a garantia da qualidade dos dados dos produtos e a promoção da partilha segura de informação fidedigna ao longo das cadeias de valor são prioridades no trabalho diário da GS1 Portugal.

A Associação assegura que a informação dos serviços, produtos, bens e ativos dos seus Associados é identificada, capturada e partilhada com os seus parceiros comerciais – e recebida por estes com a mesma exatidão e rigor, em qualquer ponto da cadeia de abastecimento, em qualquer parte do mundo. O caráter neutro e sem fins lucrativos permite à GS1 Portugal reunir hoje empresas de toda a cadeia de valor, muitas vezes concorrentes entre si – desde produtores de matérias-primas, detentores de marcas, distribuidores e retalhistas a associações industriais e prestadores de serviços tecnológicos – atuando como um parceiro de confiança na conquista de negócios mais eficientes e sustentáveis.

Sobre a GS1 Portugal:

Fundada em 1985 pela Indústria da Produção e do Retalho, a GS1 Portugal é uma das 112 organizações-membro da GS1 e a entidade autorizada para gerir o Sistema de Standards GS1 em Portugal – desenvolve, adota e implementa normas (standards) que revolucionam a forma de fazer negócios. Perto de 8.000 empresas dos diferentes setores de atividade aderiram e acreditam no Sistema GS1 para transformar a maneira como trabalhamos e vivemos. Informações adicionais em http://www.gs1pt.org.

[1] Estudo The Future Value Chain com a participação da GS1 Global

Para fotógrafos de… telemóvel

Em poucos anos, os smartphones mudaram radicalmente as nossas vidas. Ter um telemóvel no bolso para fazer/receber chamadas ou enviar SMS já parecia avançado na década de 90, mas hoje a maioria de nós já anda com um pequeno computador no bolso. A evolução destes telefones inteligentes tem feito com que prescindamos de apetrechos que antes considerávamos essenciais, como agendas, relógios e… câmaras.

A qualidade crescente das câmaras dos smartphones tem feito com que o utilizador prefira usar o terminal para tirar fotos no dia-a-dia em vez de andar carregado com outro equipamento que serve unicamente para fotografar. Isto teve impacto a nível de vendas no mercado das câmaras, mas também abriu portas para um nicho interessante: o de acessórios para fotografia com o telemóvel. E neste segmento, o Koziro Cinemamount é um dos produtos mais interessantes que já testámos. Basicamente, o Cinemamount é um “rig” com um design universal, onde é possível fazer ajustes horizontais e verticais para acomodar e alinhar a objetiva do smartphone com a lente grande angular do suporte. Por design universal entenda-se que pode ser utilizado por todos os terminais que tenham um comprimento de até 6,4” e uma largura de até 3,2”.

FOTO D.R.

A principal mais-valia, que foi bem notória nos nossos testes, é que a lente grande angular 0.45x presente no suporte permite capturar um campo de visão muito mais amplo do que a objetiva original do smartphone (usámos um Samsung A5 para este artigo).

A construção do Cinemamount tem tanto de simples como de prática: os ajustes e o alinhamento são fáceis de fazer e, mais importante, garantem que o telemóvel não sai mesmo do sítio. As pegas de alumínio tornam o transporte mais fácil e a madeira na lateral é confortável para os dedos, embora não se revele muito ergonómico no momento em que se quer fotografar, pois o polegar não consegue interagir convenientemente com o ecrã do smartphone se tivermos a mão na pega.

FOTO D.R.

Um detalhe de que gostámos particularmente é a inclusão de um nível de bolha no canto superior direito, que pode contribuir decisivamente para resultados mais perfeitos (especialmente em vídeo). É possível remover a grande angular para expor a lente macro 5x e o Cinemamount inclui ainda dois filtros graduados – de densidade neutra e azul –, juntamente com o respetivo adaptador.

Há que salientar que é possível montar o rig num tripé (não incluído) e que o Cinemamount incorpora uma sapata que permite montar diferentes acessórios, como iluminação ou microfones. Em suma, duas lentes capazes num rig confortável e que garante longevidade, pois, além de ser universal, também pode funcionar com outras lentes.

E AGORA… SÓ PARA FÃS DA APPLE

FOTO D.R.

Dentro do nicho de acessórios de fotografia para telemóveis pode ser-se ainda mais específico e ir até àqueles que funcionam unicamente com um modelo específico de smartphone. É o caso do Ztylus Kit Z-Prime, que funciona apenas com iPhone 6 e 6s. Este é um produto que pertence à categoria dedicada à iPhoneography, que consiste essencialmente na “arte”de tirar fotografias com um iPhone.

E porque é que o Z-Prime funciona apenas com estes terminais da Apple? Porque as lentes são colocadas não num rig mas numa capa Ztylus desenhada especificamente para as dimensões do iPhone 6 e 6s, que ajuda a proteger o telemóvel e inclui até um kickstand na traseira. O kit inclui duas lentes, cada uma delas com cinco elementos de vidro em quatro grupos: uma grande angular de 0.63x que oferece um ângulo de visão de 100°; e uma telefoto 2x, para imagens mais próximas ou de detalhe.

De salientar que também vem incluído um clip que permite transportar as lentes mais facilmente – pode ser preso a uma tira da mochila, por exemplo – e que as tampas das lentes são magnéticas, o que diminui o risco de se perderem. Será isto suficiente para investir tanto dinheiro num kit para tirar fotos com um iPhone? Só se for fã de iPhoneography…

ACESSÓRIOS “PRÓ BONECO”

Koziro Cinemamount
Preço: €169
Lentes: grande angular 0.45x e macro 5x
Porta filtros: 85×95 mm, 1 filtro degradé azul e 1 filtro degradé cinza
Sapata universal
Nível de bolha

Ztylus Kit Z-Prime
Preço: €225
Lente: grande angular 0.63x e lente telefoto 2x
Capa de metal
Clip de transporte
Bolsa para as lentes

“Sempre tive espírito de Líder”

Isabel Barreto

No sentido de contextualizar o nosso leitor, quando foi edificada a Anis Branding, quais são as principais mais-valias da marca e de que forma se assumem como um parceiro ideal do vosso cliente?
A Anis Branding & Emotions é uma agência de Design e Comunicação que surgiu há cerca de um ano e meio. E que resultou da vontade empreendedora de dois amigos, ambos com longa experiência profissional na área do marketing e publicidade/design, em criar um projeto próprio que refletisse a nossa forma de estar e de trabalhar junto dos clientes. Nunca descurar a qualidade e a eficácia das propostas, assim como a proximidade com o cliente e a vontade de trabalhar em desafio mútuo, é o ponto de partida que entendemos ser necessário para o processo de planeamento estratégico e criativo. Esse é o nosso compromisso: entregarmo-nos de corpo e alma a cada projeto.

“Somos focados nas emoções humanas. Tornar as marcas relevantes e assegurar o retorno das suas interações com os seus públicos é o que fazemos”. Que significado tem este vosso lema e de que forma é que as emoções humanas são essenciais para o crescimento das marcas?
Entendemos que hoje a estratégia de focar a comunicação apenas nas vantagens de um produto ou de um serviço para o tornar “sexy” já não funciona. Para se poderem reforçar e crescer, garantindo o sucesso, as marcas têm que se centrar no cliente/consumidor e proporcionar-lhe experiências. E proporcionar essa experiência passa pela exploração das emoções humanas, por encontrar novas formas de interagir, de criar ligações que já não passam pelo produto ou serviço em si, mas por toda uma envolvente que se cria. As relações são criadas pelas emoções. Nunca nos podemos esquecer que de ambos os lados de qualquer marca, em qualquer negócio, estão sempre as pessoas, o ser humano, e as suas emoções e formas de sentir.

É legítimo afirmar que uma das vossas grandes valias passa pela personalização de cada cliente, ou seja, cada caso é um caso? Que conceitos «emprestam» à vossa orgânica que seja único?
Exatamente por cada caso ser um caso é que apostamos em relações de parceria e interação, no sentido de tornar as marcas mais relevantes, garantindo o seu sucesso. Mais do que um fornecedor, assumimo-nos como um parceiro de negócio.

Qual é o ponto/foco principal que uma marca deve ter para singrar no mercado? Sente que os empresários portugueses estão hoje mais sensibilizados e recetivos a compreender a importância da marca e a explorar isso mesmo?
Com o digital, vivemos hoje num mercado verdadeiramente global. Tudo e todos estão à distância de um clique e um cliente/consumidor pode adquirir o que quer, onde quer e como quer. Mas, ao mesmo tempo, estamos cada vez mais a entrar na era da personalização e dos serviços e produtos à medida. E essa é uma enorme oportunidade para as marcas locais, que têm cada vez mais consciência que têm que centrar as suas estratégias no cliente, conhecer os seus gostos e preferências e até antecipar os seus desejos, criando propostas que acrescentem valor. E a realidade mostra que os empresários nacionais estão a reconhecer cada vez mais a importância desta alteração de fundo.

A forma de pensar e de observar é diferente num homem e numa mulher. Na sua opinião, o que distingue uma liderança no feminino de uma liderança no masculino? Quais são as mais-valias de ter uma equipa tão diferenciada, com homens e mulheres com características tão distintas?
Ainda que as exceções confirmem as regras, na minha opinião o que os distingue é a forma como imprimem diferentes níveis de energia a cada uma das competências necessárias para liderar e motivar equipas. Seja uma líder ou um líder. Tudo depende da sua personalidade, capacidade, competências, objetivos e estratégia. E ter uma equipa diferenciada garante multidisciplinariedade e complementaridade, fundamentais para o sucesso dos projetos.

Ser mulher, em algum momento da sua carreira, foi um impeditivo ou colocou algum tipo de entrave à realização de um objetivo? Em que medida?
Nunca senti qualquer tipo de entrave na minha carreira por ser mulher. Sempre tive espírito de líder nas várias funções que assumi ao longo do meu variado percurso profissional e sempre me senti aceite pelas minhas equipas, fossem elas maioritariamente femininas ou masculinas. Felizmente, nasci num tempo em que as coisas já estavam a mudar para as mulheres, tendência essa que se tem vindo a afirmar.

Quais as principais prioridades e desafios da Anis Branding de futuro?
Crescer e desenvolver com os nossos clientes verdadeiras relações de parceria que lhes permitam ser relevantes e ter sucesso no desenvolvimento das suas estratégias. No fundo, garantir relações win-win. www.anis-branding.pt

“É essencial sabermos o nosso potencial”

Quem é esta empresa e a mulher que ocupa a principal linha da frente da Bright Concept?
A Bright Concept nasceu para potenciar o brilho que há em cada pessoa, em cada equipa e em cada organização. Nós fazemos de cada cliente um caso de sucesso.
Vou revelar-lhe o segredo do nosso trabalho: tudo o que fazemos, fazemos com prazer e dedicação personalizada. Creio que foi esse motivo que nos levou ao 1º Lugar Global como Melhor Empresa Fornecedora de RH. Os nossos clientes, como a Siemens, BP, Sonae, Santander, Leroy Merlin, Tranquilidade, Itaú, REN e a FNAC, valorizam quando maximizamos o potencial dos seus colaboradores nas áreas da Liderança, Inteligência Emocional, Accountability, Influência, e Relação com os Clientes. Qual é o impacto daquilo que fazemos? Aumentamos a rentabilidade, a performance e a satisfação, tornando a missão dos clientes uma realidade!
Quanto a mim, esforço-me por transmitir os nossos valores. Por isso tento ser a personificação do entusiasmo, confiança, inovação e eficiência. A minha filosofia é muito simples: é essencial sabermos o nosso potencial, usá-lo sem interferências e realizar os nossos sonhos.

Hoje, são muitos os profissionais que não se sentem realizados com a sua carreira ou porque ainda não encontraram a empresa certa para trabalhar ou porque estão cansados do trabalho que desempenham. Com base nesta realidade, como é ser consultor em Portugal?
É fantástico ser consultor em Portugal. É ter a oportunidade de todos os dias contribuir para o desenvolvimento dos nossos clientes e crescer com isso. Todos os dias conhecemos e vivemos diferentes realidades exigindo um nível elevado de adaptação à mudança. Em que profissão é possível tudo isto? Só mesmo na Consultoria.

A Isabel acredita que “as pessoas podem ser mais do que aquilo que imaginam” e que, com o seu trabalho pode ajuda-las a “concretizar esse potencial”. Hoje em dia, no seio das empresas portuguesas, há uma real valorização do seu capital humano?
As grandes empresas portuguesas perceberam que é o investimento nos seus colaboradores que os pode levar à excelência. As empresas nacionais que nos contactam são as mais competitivas em Portugal e por isso estão a par e adotam políticas de recursos humanos muito idênticas às das multinacionais. Elas sabem bem que o retorno da nossa formação e coaching tem um ROI muito elevado.

Isabel Freire de Andrade
Isabel Freire de Andrade

Se a Bright Concept se assume como uma empresa que “dá mais brilho” às pessoas, quem lhe dá o seu brilho?
O brilho da Bright Concept advém da qualidade da minha calorosa equipa, dos nossos clientes que nos exigem mais e melhor e dos nossos parceiros que nivelam a qualidade da nossa intervenção. Dentro dos parceiros destacamos os que somos os representantes exclusivos em Portugal: A Partners In Leadership, uma empresa reconhecida mundialmente na área da Mudança da Cultura Organizacional e no desenvolvimento da Accountability. The Inner Game International School, na qual convidámos Tim Gallwey, o pai do coaching, a vir a Portugal para fazer um workshop e lançar a escola. A No Bully, o programa em que desenvolvemos a Inteligência Emocional dos jovens nas escolas para parar o bullying.

Na sua opinião, o que distingue uma liderança no feminino de uma liderança no masculino? Quais são as mais-valias de ter uma equipa com homens e mulheres com características tão distintas?
Uma liderança feminina é passível de ser mais multifacetada, versátil e flexível.
Já uma liderança de um homem costuma ser mais focada, eficiente e dedicada a 100% a cada tarefa separadamente. Assim, existem grandes vantagens em ter uma equipa de trabalho diversificada, para congregar as qualidades centrais de ambos e maximizar os variados objetivos.

Ser mulher, em algum momento da sua carreira, foi um impeditivo ou colocou algum tipo de entrave à realização de um objetivo?
Não, nunca foi um impeditivo, e também não deixaria que fosse um entrave no caminho dos meus objetivos! Atualmente a realidade ocidental permite-nos que a concretização dos nossos objetivos dependa principalmente de nós próprios e da nossa vontade. E eu sempre fiz questão que assim fosse comigo.

Para o futuro, que projetos quer ver concretizados no seio da Bright Concept?
O nosso principal objetivo é garantirmos que os nossos clientes estejam preparados para a 4ª revolução industrial, onde a forma de fazer negócios vai ser muito diferente. Para isso estamos a fazer formação, consultoria e coaching para que os nossos clientes sejam excelentes em Liderança, Inovação, Networking, e Desenvolvimento dos Colaboradores. Queremos assegurar que o nosso futuro e o dos nossos clientes seja Brilhante!

O pioneirismo está-lhes no sangue

Diretoras da Agência na comemoração dos 20 anos

Com 23 anos, Mónica Chaves não imaginaria o que viria a construir. “Longe disso” acrescenta. Mas a verdade é só uma. A mulher que é hoje CEO da Brandkey ajudou a escrever as primeiras linhas da história do marketing promocional no nosso país, com a criação da Nomimarketing. No livro de Marketing “Mercator” de 1989, que fazia alusão ao nascimento da primeira agência de marketing promocional em Portugal, a Nomimarketing começou logo a dar que falar e numa das frentes deste barco estava Mónica Chaves, convidada por dois marketeers para integrar este projeto. O marketing promocional passou a marketing below-the-line, com especializações nas áreas de trade marketing, design e eventos e, num mercado em constante transformação, outras mudanças foram surgindo. Em 2006, a Nomimarketing deixa de existir, dando lugar à Brandkey, uma agência “guiada” por Mónica Chaves que manteve as suas equipas de trabalho, desenvolvendo ainda mais a atividade e a sua carteira de clientes, um fator que “nos diferencia da concorrência e que é o nosso sinal de confiança, credibilidade no mercado e know how acumulado”, garantiu a responsável.
Desde logo, inovar, renovar e inventar tornaram-se características intrínsecas ao ADN desta equipa que procurou surpreender e adaptar-se às novas e crescentes exigências de clientes que se mantiveram fiéis a uma empresa que não é de todo igual a tantas outras. Aliás, de acordo com dados da APAP (Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação), a relação entre um cliente e uma agência tem uma duração média de quatro anos. A Brandkey ultrapassa qualquer média estipulada, trabalhando há 26 anos com empresas que se fidelizaram e nela depositam total confiança, criando-se assim uma relação de verdadeira parceria, tais como a Unilever, SumolCompal, PT, entre muitas outras!
Desenvolvendo campanhas e estratégias criativas e eficazes, a Brandkey consegue “de A a Z implementar dentro de casa um serviço integrado que vai desde o desenvolvimento da ideia criativa à execução das campanhas, como assegura a sua implementação em várias vertentes (como a adaptação do conceito às redes sociais, novas plataformas comunicacionais estratégicas)”, explicou. E para que o sucesso seja garantido, criatividade não basta. “A solução passa por sermos criativos e termos conhecimento suficiente que nos permita, por um lado, sermos consultores mas, principalmente, desenvolvermos campanhas eficientes. Não podemos ter uma ideia ‘out of the box’ mas que, no terreno, não é implementável e/ou não produz resultados eficazes”, exemplificou Mónica Chaves. Assim, mais do que criativa, a Brandkey acumula o conhecimento necessário para saber se uma solução é funcional ou não.

Recuar no tempo
Falar dos momentos mais importantes que dão cor à história de uma empresa que sempre se habituou a dar asas ao seu espírito pioneiro é já por si uma tarefa difícil. De qualquer modo, mesmo defendendo que todos os dias são importantes desde que se tenha o reconhecimento dos clientes e o sucesso das suas marcas, Mónica Chaves recordou algumas passagens que tornaram esta equipa a melhor dentro das suas áreas de especialização. A cisão da Nomimarketing foi, inquestionavelmente, uma delas. “Fiquei sozinha. Eu e o meu ex sócio tínhamos criado duas empresas dentro do mesmo ‘umbrella name’ (a Nomimarketing) e, com a cisão, continuei com a minha equipa e com a minha carteira de clientes”, relembrou. Com a criação de um departamento especializado em Marketing Infantil em 2005, a Brandkey encabeçou outros três momentos pioneiros em Portugal, tal como explicou a empresária. “Fui co-autora do primeiro livro de Marketing Infantil (Kids Power – A geração net em Portugal), lançámos os primeiros seminários de Marketing Kids & Teens que perduram até hoje e realizámos o maior estudo de mercado feito no país de forma contínua sobre comportamentos e atitudes das crianças portuguesas, o Fórum Criança, em colaboração com a Apeme”, contou Mónica Chaves, uma profissional referenciada no setor.
Se, por um lado, a sua maior obra-prima são os seus quatro filhos, a nível profissional, Mónica orgulha-se daquilo que construiu. “Considero uma grande conquista ter dado um emprego feliz a centenas de pessoas até hoje. E fico feliz por realizar que formei tantos óptimos profissionais”, defendeu. Quanto ao sucesso, em primeira instância importa relativizar este conceito. “Há dias com sucesso, outros não”, brincou. Mas a verdade é que Mónica Chaves é constantemente requisitada como oradora ou júri de vários eventos da área, o que, por si só, reflete o “peso” do seu nome neste mercado. Por isso, falar em sucesso não é, de todo, algo desapropriado e, para Mónica Chaves, este reflete-se no reconhecimento do mercado. “São 26 anos de experiência a trabalhar numa área com muita paixão. São 26 anos a trabalhar muitas marcas de setores completamente distintos e esta abrangência deu-me um conhecimento muito transversal do marketing e da comunicação”, afirmou. Para os próximos 26 anos quem sabe, Mónica Chaves tem um grande objetivo: “quero fazer com que a Brandkey perdure no tempo e não esteja dependente de um nome”. Para esta passagem de testemunho, a CEO da Brandkey deposita nas suas pessoas total confiança para que continuem à frente deste barco com os mesmos valores e princípios que têm feito com que esta empresa todos os dias chegue a bom porto. E, confidencia-nos: “a qualidade do trabalho da equipa é, por si só, o segredo da fiabilidade da marca Brandkey”.

Holding Brandkey é composta por:
-Brandkey;
-Brandkey Digital (trabalha as marcas na construção de canais de comunicação e marketing digital);
-Intess (agência de promotoras, hospedeiras e tradutores profissionais);
-Call to Action (empresa consultora em Fundraising e Marketing Social para o terceiro setor).

Mónica Chaves
Mónica Chaves

Biografia de Mónica Chaves
– Licenciou-se em Relações Públicas e Publicidade pelo Instituto de Novas Profissões.
– Foi sócia-fundadora de uma das primeiras agências de Marketing promocional em Portugal, a Nomimarketing, em 1989.
– Após a cisão desta empresa, em 2005, fundou a Brandkey – agência de ativação de marca.
– Trabalha há mais de 25 anos com empresas como o grupo Unilever, Sumol-Compal, Nestlé, Nespresso, Colgate, Unicer, PT, Pepsi Internacional, Matutano, entre outras, participando ativamente nas estratégias e campanhas de marketing e comunicação das suas marcas (Marketing Promocional, Trade Marketing, Eventos – BtoB and BtoC – e Marketing Infantil).
– Em 2003 abriu o Departamento de Marketing Infantil, especializado em comunicação para este target específico, reconhecendo o seu elevado potencial.
– No mesmo ano, realizou o Primeiro Seminário de Marketing Infantil em Portugal, o qual conta já com a organização da sétima edição.
– Lançou, com dois parceiros, projetos inovadores como o Fórum Criança e o All About Teens, que visam promover o conhecimento e incrementar a comunicação com os segmentos infantil e adolescente.
– É coautora do primeiro livro de Marketing Infantil em Portugal – “Kids Power – a geração net em Portugal”.
– Em 2007 foi uma das sócias fundadoras da Call to Action, uma empresa de consultoria em Fundraising e Marketing Social para o terceiro setor.
– No mesmo ano fundou a Brandkey Digital, uma agência especializada em comunicação web, verificando que a comunicação on-line e o off-line estão interligadas.
– Em 2008, aproveitando o know-how acumulado de duas décadas, a Brandkey entrou em Espanha.
– Em 2009, Mónica tornou-se membro da Direção da APAP (Associação Portuguesa de Agências de Publicidade), assumindo a direção da área de ativação.
– Foi em 2010 que adquiriu a Intess, uma agência com 30 anos no mercado, de hospedeiras, promotores e tradutores, integrando-a no departamento de eventos.
– Faz parte do grupo de peritos do projeto Media Smart, da APAN (Associação Portuguesa de Anunciantes), bem como do painel ThinkTank, uma iniciativa da revista Briefing.
– Foi júri no Festival Eurobest, na categoria de Direct, Promo&Activation, bem como júri nos Young Lions pela terceira vez consecutiva.
– Como especialista em comunicação, tem sido requisitada como oradora para Seminários da especialidade, bem como alvo de entrevistas diversas nos meios de comunicação social.

Taiwan e Pequim instalam “telefone vermelho”

Ma Ying-jeou, presidente de Taiwan, e o homólogo chinês, Xi Jinping

A instalação desta linha direta entre os dirigentes de Taipei e Pequim, criada para evitar mal entendidos e resolver conflitos, é uma das consequências do resultado do encontro entre o presidente de Taiwan, Ma Ying-jeou, e o homólogo chinês, Xi Jinping, acordado em Singapura a 7 de novembro.

Taiwan espera que a primeira conversa telefónica entre os líderes dos dois territórios aconteça “nos próximos dias”, anunciou o ministro de Taiwan do Conselho dos Assuntos Chineses, Hsia Li-yan num encontro com os jornalistas, citado pela agência noticiosa espanhola Efe.

O “telefone vermelho” enquanto meio de comunicação direta entre países em conflito celebrizou-se quando foi instalado em 20 de junho de 1963 na Casa Branca e no Kremlin, para evitar uma guerra nuclear entre as duas maiores potências mundiais.

Ministério Público vai ter controlo direto de contas suspeitas nos bancos

Amadeu Guerra, Diretor do DCIAP

Atualmente, os depósitos sinalizados são apenas os superiores a cinco mil euros, mas em 2017, depois de transposta uma diretiva europeia, esse valor vai descer para mil euros.

Esta é uma medida anunciada pelo líder do DCIAP, Amadeu Guerra, no plano de atividades para o departamento do Ministério Público (MP) para o próximo ano. Segundo o que fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR) explicou ao DN, “o que se pretende é a transmissão automatizada ao MP das comunicações de branqueamento. Ou seja, uma ferramenta informática que permita a comunicação – por parte das entidades financeiras e não financeiras e o registo automático dos dados no sistema informático do DCIAP”.

Até aqui o que existia apenas era uma obrigação por parte de entidades financeiras (como bancos, seguradoras ou fundos de capital de risco) ou não financeiras (como casinos, notários ou revisores oficiais de contas) de avisar a PGR ou a Polícia Judiciária de algum tipo de operação que se revele suspeita. Medidas tomadas em março do ano passado para reforçar a prevenção da lavagem de dinheiro e de financiamento do terrorismo. A questão é que essas comunicações não têm sido automáticas e levam sempre algum tempo, que poderia já estar a ser usado na investigação. Agora, segundo a mesma fonte da PGR, “fica assim suprimida a fase de introdução de dados, que necessariamente envolve tempo e trabalho, com completa salvaguarda da exatidão da informação”.

CGD deu o alerta às autoridades

Pensemos num exemplo concreto. No ano passado, bastou um depósito de milhares de euros feito por Carlos Santos Silva na conta do ex-primeiro-ministro José Sócrates para que a Caixa Geral de Depósitos fizesse um alerta à PGR. A instituição financeira limitava-se a cumprir essa obrigação de alerta, mas a denúncia ainda demorou alguns dias até que Rosário Teixeira pegasse nessas suspeitas e as transformasse num inquérito, que culminou na detenção de José Sócrates, a 21 de novembro de 2014, no âmbito da Operação Marquês.

Esta obrigação impõe assim aos bancos que estejam atentos a movimentos bancários suspeitos, desde transferências de elevados fundos, depósitos feitos em dinheiro ou operações com entidades estrangeiras, sem justificação aparente para a origem do dinheiro. Mais atentos terão de estar se se tratar de ex-governantes que são pessoas politicamente expostas, de maior risco e que exigem por isso uma vigilância reforçada das suas operações, que se estende ainda aos seus familiares e a parceiros de negócio. Mas algum tempo poderia ter sido poupado caso esta ferramenta já estivesse ativa.

Filipa Marques Júnior, advogada da Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, admite que “essa aplicação, caso não exista já, possa facilitar a investigação, ao permitir um tratamento mais célere da informação recebida”. A advogada refere ainda que lhe parecem “boas ideias quando comparadas com a receção das comunicações por e-mail (que implicam uma necessidade de tratamento e agregação da informação por via manual). De qualquer forma, estamos apenas a falar da receção de comunicações, a análise da informação aí contida terá sempre de ser feita caso a caso”. Entre as várias obrigações a que os bancos estão sujeitos consta a identificação pelas instituições financeiras de quem pretenda fazer um depósito em dinheiro em montantes iguais ou superiores a dez mil euros, mesmo que através de operações distintas. O dever de identificação foi alargado a cinco mil euros e chegará aos mil euros daqui a um ano, numa conta que não seja a sua, no caso de os sistemas internos de alerta do banco indiciarem suspeitas de risco elevado de lavagem.

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