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U2 estão de volta a Lisboa este fim de semana

Esta será a sexta vez que os U2 atuam em Portugal, oito anos depois de terem feito dois concertos lotados no Estádio Cidade de Coimbra, em outubro de 2010: Em 1982, tocaram no festival de Vilar de Mouros e em 1993, 1997 e 2005 atuaram no Estádio José de Alvalade, em Lisboa.

A atual digressão começou em maio nos Estados Unidos, mas a etapa europeia só arrancou no início deste mês, num concerto atribulado em Berlim, interrompido por problemas vocais de Bono.

Apesar de ser um regresso a Portugal – onde até já foram condecorados pelo Presidente da República -, para os U2 será uma estreia em recinto fechado perante os portugueses.

Se se mantiver o plano das datas mais recentes, os U2 deverão tocar em Lisboa mais de 20 músicas, com o alinhamento cenicamente dividido entre dois palcos, um com mais destaque visual e outro mais intimista.

Embora os dois registos mais recentes, ‘Songs of Innocence’ (2014) e ‘Songs of Experience’ (2017), sejam a razão de ser da digressão, deverá haver muito espaço para pegar no retrovisor e olhar para a carreira, que começou em 1976 em Dublin.

Os U2 chegam a Lisboa depois de quatro datas em Paris, onde tocaram temas como ‘Beautiful Day’, ‘Elevation’, ‘Sunday Bloody Sunday’, ‘I will follow’ e ‘City of blinding lights’. Abriram com ‘The blackout’ e fecharam com ’13 (There is a light)’, ambos de ‘Songs of Experience’.

Os U2 integram Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr.

LUSA

Concertos de verão para dinamizar centro histórico da Covilhã

Jornal do Fundão

Segundo a autarquia, os concertos, que apostam em “nova música portuguesa”, serão realizados a cada sábado, entre 4 agosto e 15 de setembro, tendo como cenário as diversas obras de artes urbanas que existem na cidade e sobre as quais será feito o respetivo enquadramento.

“O objetivo é o de que não seja apenas um concerto, queremos também contribuir para aumentar a cultura musical e o conhecimento sobre estas artes urbanas, que constituem um conteúdo tão relevante no nosso território e na nossa marca territorial”, explicou a vereadora da Cultura deste município, Regina Gouveia.

Esta responsável adiantou igualmente que, além dos concertos, também haverá visitas-guiadas encenadas que partem e regressam ao local do concerto para que o público possa conhecer melhor o centro histórico e aderir à oferta musical.

O primeiro desta série de concertos terá lugar a 4 de agosto, no Miradouro das Portas do Sol, com Sequin.

A música prossegue no dia 11 de agosto, com o covilhanense João Salcedas e o seu projeto Jazz Sax Live Act, na Praça do Município.

No dia 18, a artista Lince atua no Largo de Nossa Senhora do Rosário.

No dia 25 de agosto, o Campo das Festas acolhe um espetáculo solidário de apoio aos Bombeiros da Covilhã, que estará a cargo dos Cassete Pirata.

No dia 1 de setembro realiza-se o concerto Senhor Doutor, junto às escadinhas do Castelo.

A 08 de setembro, o músico local Renato Folgado apresenta o seu novo espetáculo “Nós os Dois”, no Largo da igreja de Santa Maria.

A fechar a iniciativa, Tio Rex atua, dia 15, no Paço 100 Pressa.

A autarquia frisa ainda que cada um dos concertos é realizado com o apoio de empresas da cidade, nomeadamente a Teleperformance, a Nata Lisboa, a Interprev, A Casa das Muralhas, a Casa com História e o Paço 100 Pressa.

LUSA

Lena d’Água, Sallim, Rafael Toral no ciclo Noites de Verão em Lisboa

© Facebook - Lena D'Água

Esta será a nona edição do ‘Noites de Verão’, programada para todas as sextas-feiras de julho e agosto, primeiro no Jardim dos Coruchéus e depois no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (MNAC).

O ciclo abrirá a 06 de julho com Norberto Lobo – repetente de edições anteriores – que atuará acompanhado por Ricardo Jacinto (violoncelo), Marco Franco (bateria) e Yaw Tembe (trompete), com quem gravou o álbum ‘Estrela’, editado nesta primavera.

Em julho, nos Coruchéus, destaque ainda para o concerto de Lena d’Água, no dia 20, e com ela estarão os músicos Primeira Dama, Inês Matos, João Raposo e Martim Brito, do coletivo Xita Records.

Naquele espaço acontecerão também atuações do grupo jamaicano Equiknoxx, com a cantora Shanique Marie, (dia 13), e do músico alemão Mark Ernestus, com música eletrónica contaminada pelas sonoridades do Senegal (dia 27).

Em agosto, o ‘Noites de Verão’ transita para o jardim do MNAC, começando com a folk da cantora irlandesa Brigid Mae Power (dia 03), prosseguindo com Rafael Toral, que revisitará, no dia 10, a música ambiente que compôs para guitarra há cerca de duas décadas, em particular para o álbum ‘Wave Field’.

A 17 de agosto, a proposta segue com “o repertório elegante das canções doces” para voz e guitarra – como descreve a organização – da cantora portuguesa Francisca Salema, que assina como Sallim, e a fechar o ‘Noites de Verão’, no dia 24, atuará o contrabaixista norte-americano Barre Philips.

Esta será uma estreia do músico de 83 anos a solo em Portugal, depois de várias atuações em formato banda, nomeadamente no Jazz em Agosto.

Todos os concertos do ‘Noites de Verão’ têm entrada gratuita.

LUSA

Lisboa acolhe primeiro Solo Fest dedicado a atuações sem artifícios

Criado por Alcides Nascimento, músico e promotor há vários anos ligado à divulgação da música africana em Lisboa, o Solo Fest decorrerá de 27 de fevereiro a 02 de março com atuações a solo repartidas entre o B’leza e a Casa Independente.

No dia 27, o palco do B’leza será do pianista Mário Laginha e no dia seguinte dará lugar a Tatanka, guitarrista e vocalista dos The Black Mamba.

A cantora angolana Aline Frazão, que prepara novo álbum, a editar em setembro, atuará no B’leza a 01 de março.

O Solo Fest terminará a 02 de março na Casa Independente numa sessão de “despique com os pratos e a mesa de mistura”, com Wilson Vilares, um das metades da dupla Celeste/Mariposa.

Em comunicado, Alcides Nascimento explica que esta primeira edição é dedicada a atuações solo na música, e que nas próximas edição serão “incluídas outras disciplinas artísticas”.

LUSA

Doze horas de música em França para ajudar vítimas de fogos em Portugal

espetáculo ‘Solidarité Portugal’, que vai acontecer na sala Le Rex Cabaret, vai começar às 16:00 locais de sábado (menos uma em Lisboa) e vai durar até às 04:00 de domingo, juntando mais de 20 artistas franceses e portugueses, de acordo com o organizador, o artista David Dany.

Advertisement“Coloquei um anúncio no Facebook a dizer que ia organizar o evento e tive muitos artistas portugueses e franceses a ligarem. Tive tantos artistas, que decidimos fazer um espetáculo de 12 horas e cada artista tem meia hora para atuar”, explicou David Dany, que organizou o evento com a produtora Cath Phil Productions.

As receitas vão reverter para as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande, em junho – em que morreram 64 pessoas e uma mulher foi atropelada quando fugia – porque o concerto estava a ser organizado antes dos fogos de domingo.

Com os últimos incêndios, que fizeram mais 43 vítimas mortais e cerca de 70 feridos, a iniciativa ganhou “ainda mais sentido”, acrescentou David Dany, que vai tentar organizar novo concerto para angariar mais fundos para os que foram afetados pelos novos fogos.

“O concerto foi preparado especialmente para Pedrógão, mas vamos ver se podemos fazer outro evento. Vamos ter palavras para todos os portugueses que estão em sofrimento e vamos motivar outras pessoas a fazer mais eventos. É muito importante a gente dar um apoio ao nosso país”, concluiu o artista, de 55 anos, que vive em França há 46.

O concerto vai juntar cantores “de todos os estilos, desde rock, pop, hip hop, fado, música folclórica, ‘chanson française'” e vai contar com os artistas David Dany, Claude Cedric, Alain Alban, Karine Ayello, Valérie Oriana, Margot Lou, Juline, Dj YS Francois, Rodolphe Revel, Bruno Santos, Hugo Markes, Sónia Flávia, Eufrásia, Alves Fonseca, Os Latinos, Dany Joe, Ameja, Elio Voulzy, Marcel Azna, Groove Academy, Belly Ophelie, Annie Jeannin e Corentin.

Jardim Municipal de Oeiras transforma-se em galeria de arte e sala de concertos

O Iminente – que tem lotação esgotada nos três dias – foi criado “para mostrar a nova música moderna e a nova arte moderna” que se fazem em Portugal e países lusófonos, e irá reunir no mesmo espaço mais de 40 artistas individuais e coletivos, entre músicos, DJ, produtores, ‘designers’, ilustradores, ‘writers’ e artistas visuais.

A organização promete surpresas, mas foi já levantado o véu em relação ao momento “único, uma estreia a nível mundial” que irá encerrar o festival no domingo: uma performance artística de Vhils e DJ Ride.

Além de Vhils, no cartaz de atos artísticos do Iminente estão também o argentino Felipe Pantone e os portugueses ±maismenos±, Berru, Bordalo II, Draw e Contra, Estúdio Pedrita, Fábio Colaço, FAHR 021.3, Glam, Jorge Charrua, Kruella d’Enfer, Maria Imaginário, Mosaik, Obey SKTR, Teresa Esgaio, The Caver, Youthone e Pedro Coquenão.

Este último, músico e produtor, “vai ter uma emissão de rádio a passar no festival”, durante a qual se poderá “perceber as influências artísticas que o levam a fazer música”.

Do cartaz musical, a organização destaca as atuações dos Orelha Negra, hoje, dia em que editam o terceiro álbum de originais, e do ‘rapper’ Allen Halloween, também hoje, que irá apresentar pela primeira vez ao vivo “Unplugueto”, um disco acústico.

Hoje atuam também TRKZ, Young, You Can’t Win, Charlie Brown, Kroniko, Slow J, Scúru Fitchádu, Throes + The Shine, Mike El Nite, Capitão Fausto, DJ Yen Sung e DJ Marfox + DJ Nervoso.

Para sábado estão marcadas as atuações de Cachupa Psicadélica, NBC, Vado Más Ki As, Chullage e convidados, Karlon, Hollyhood e convidados, DJ Big, Regula, Shaka Lion, Branko, Enchufada Na Zona (Raustronaut e convidados), e Xinobi e Moullinex.

No domingo atuam Pro Seeds, Noiserv, Bruno Pernadas, Rock Marsiano e Meu Kamba Sound, Capicua, DJ Maskarilha, Carminho e, a encerrar, DJ Ride e Vhils.

Os concertos dividem-se entre o palco e uma pista de carrinhos de choque.

Haverá também uma loja da Underdogs, plataforma responsável pela curadoria da parte artística do festival, com uma seleção de livros, edições artísticas e outros produtos. No âmbito do Iminente serão disponibilizadas edições novas, pré-lançamentos e as edições criadas para o festival em Londres.

Tal como no ano passado, uma parcela das receitas do Iminente irá reverter a favor de uma associação sem fins lucrativos. Em 2016 a beneficiária foi a Batoto Yetu. “Este ano ainda vamos escolher”, referiu Adilson.

As portas do festival abrem às 14:00 nos três dias e os concertos começam às 16:20, hoje, 15:40, no sábado, e 15:00, no domingo. Os bilhetes são de entrada única, “quem quiser sair do recinto não poderá voltar a entrar”.

Apple. Nova tecnologia impede que fãs filmem concertos

Em concertos, há sempre dois tipos de pessoas: as que filmam quase tudo com o telemóvel e as que optam por não o fazer. Mas em breve, graças a uma patente conseguida pela Apple, o cenário poderá ser bem diferente. A marca criou um sistema que usa emissores de raios infravermelhos para desligar as câmaras dos telemóveis em locais onde a captura de imagens é proibida.

A patente tem um nome complicado — “Sistemas e métodos para receber informação infravermelha com uma câmara e desenhados para detetar imagens baseadas na luz visível” — mas o funcionamento em concertos de música é fácil de explicar: os emissores de raios infravermelhos são colocados no palco e enviam comandos para desligar temporariamente as câmaras dos telemóveis. Os telemóveis recebem esses comandos, interpretam-nos e o público deixa de ter acesso às câmaras dos seus próprios dispositivos.

Esquema do funcionamento da tecnologia patenteada pela Apple. Imagem: Apple/US Patent and Trademark Office

Os concertos não são a única aplicação para uma tecnologia deste género. No entanto, como explica o jornal The Guardian, uma patente como esta ganha relevância no contexto da indústria da música (aliás, os esquemas apresentados pela marca mostram mesmo uma banda no palco e um iPhone com a indicação “Gravação Desativada”). Em muitos concertos, as bandas pedem aos fãs que não filmem e muitas queixam-se dos baixos valores pagos em royalties quando as suas músicas são filmadas e carregadas para plataformas como o YouTube.

Embora esta tecnologia não resolva o problema na totalidade, poderá ser um passo em frente no que toca a impedir que vídeos não autorizados acabem na internet. É também possível que a tecnologia se aplique só aos iPhones, o que não impede que utilizadores com outro tipo de dispositivos — como, por exemplo, uma câmara fotográfica — filmem os concertos.

HARMOS leva ao Porto e não só 30 concertos de música de câmara

Organizado pela ESMAE — Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo, do Politécnico do Porto, o evento irá apresentar um conjunto de projetos de música de câmara que serão apresentados no Porto (Câmara Municipal e Casa da Música), em Barcelos, Braga, Lousada, Matosinhos e Santa Maria da Feira.

Segundo fonte da ESMAE, “serão 30 concertos em seis cidades, tendo como novidade este ano a realização da 1.ª Conferência Internacional de Música de Câmara, que propõe uma reflexão sobre diferentes desafios da Música de Câmara para o século XXI”.

Acrescentou que o HARMOS é “reconhecido a nível europeu pela sua singularidade, quer na programação quer no conceito, já que é o único que reúne os melhores alunos de algumas das melhores escolas superiores de música, apoiado pela Associação Europeia de Conservatórios e reconhecido com a EFFE Label para festivais europeus de referência”.

O objetivo é “não só promover a música de câmara, mas cima de tudo colocar os estudantes de música portugueses em contactos com outros alunos oriundos de escolas de excelência”.

Este exercício de confrontação, de acordo com o diretor artístico do HARMOS, Bruno Pereira, “tem trazido frutos importantes, porque ajudou a perceber que a formação em Portugal, nomeadamente na ESMAE, do Politécnico do Porto, está ao nível de escolas de excelência no estrangeiro”.

“Por de pé 30 concertos, em cinco dias, em seis cidades constituirá um esforço de produção enorme, mas pretende-se descentralizar um evento que é único em Portugal e na Europa”, considerou o responsável.

Segundo Bruno Ferreira, “esta descentralização tem como missão a promoção da coesão, de forma que, quer grandes cidades, quer localidades nem sempre na rota dos eventos artísticos, possam aceder a uma oferta comparável”.

A Portugal vão deslocar-se 12 agrupamentos de música de câmara de Portugal (ESMAE), Espanha, Alemanha, Holanda, Bélgica, Lituânia, Noruega, Inglaterra e Áustria.

O HARMOS 2016 tem o concerto de abertura na terça-feira, às 19:00, na Câmara Municipal do Porto, com a presença de Rui Moreira e da presidente do Politécnico do Porto, Rosário Gambôa, além de representantes das seis cidades HARMOS.

Abre este festival um Quarteto de Cordas Alemão, que vem em representação do Instituto Internacional de Madrid, considerada uma escola de elite, apadrinhada pela rainha Sofia. Nos dias seguintes, quarta, quinta e sexta-feira, pelas 13:00, a Câmara Municipal do Porto acolherá concertos. Entre os dias 09 e 12 haverá, todos os dias, concertos na Casa da Música.

Nas mesmas datas realizam-se também concertos nas restantes cinco cidades portuguesas.

A 1.ª Conferência Internacional de Música de Câmara, que marca uma década de HARMOS, vai realizar-se na sexta-feira e no sábado, dividida entre a Casa da Música e a Biblioteca Pública Municipal do Porto. Esta ação, em parceria com o NIMAE, Núcleo de Investigação em Música, Artes e Espetáculo, vai trazer ao Porto investigadores e pensadores da música de câmara.

 

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