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Quintela e Penalva – Real Estate representa a Knight Frank em Lisboa, Sintra, Cascais e Comporta

A parceria agora constituída resulta da procura crescente de imobiliário em Portugal por parte de investidores internacionais. Através desta relação, os investidores vão beneficiar do acesso proporcionado pela Quintela e Penalva – Real Estate a imobiliário de elevada qualidade e de um conhecimento profundo do mercado imobiliário de luxo em Portugal, assim como, do acesso à rede global de imobiliário da Knight Frank com profissionais em 520 escritórios distribuídos por 60 regiões.

Francisco Quintela e Carlos Penalva, fundadores da Quintela e Penalva – Real Estate, destacam que esta parceria nasce do objetivo estratégico que a Quintela e Penalva – Real Estate tem de se associar a entidades internacionais, de forma a impulsionar o reconhecimento da sociedade e da economia portuguesa, e a incentivar o investimento no mercado imobiliário português.

 Alex Koch de Gooreynd, partner da Knight Frank, afirma: estamos muito entusiasmados com esta parceria com a Quintela e Penalva – Real Estate como nosso agente preferenciais em Lisboa e nas regiões próxima. A atividade da Quintela e Penalva – Real Estate tem uma presença extremamente forte no mercado português e o seu negócio apresenta a reputação e a integridade que se enquadra na perfeição com a marca Knight Frank. Estamos a assistir ao interesse crescente dos clientes a nível mundial pelo investimento no mercado de Lisboa, por isso esta parceria com a Quintela e Penalva – Real Estate é uma passo natural e estratégico para a Knight Frank.

Predibisa colocou 42 mil m2 de área de escritórios no Grande Porto em 2018

Edifício Urbo Business Center

A Predibisa Corporate, consultora imobiliária especializada no norte do país, foi responsável pela colocação de uma área total de 42.605 m2, comercializada em 2018 no Grande Porto. Apesar do registo na procura por novas instalações e entrada de novas empresas na região, foram a mudança de instalações e a expansão de empresas que dominaram mais de metade dos negócios concretizados. O edifício Urbo Business Center, em Matosinhos, com a instalação do BNP Paribas e o  novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group, na Maia, foram as maiores transações do ano na região, colocadas pela Predibisa, ambas com uma área de mais de 15 mil m2.

Graça Ribeiro da Cunha, responsável da Predibisa para a área dos Escritórios, refere: “ O ano de 2018 foi muito representativo no segmento de escritórios no Grande Porto, confirmando o elevado dinamismo no ciclo de procura ao longo dos meses, facto que originou um acentuado incremento no número de transações. Se do lado da procura temos assistido a um crescimento alavancado pelas multinacionais, que elegem cada vez mais o Grande Porto para se instalarem, também as empresas já instaladas, mas em fase de crescimento, têm interesse em se deslocalizarem para edifícios com melhores infraestruturas.” 

Forte atratividade do Porto no mercado de procura de escritórios

Ao longo dos quatro trimestres do ano passado, no Porto, mais especificamente na Boavista (zona 1) e considerada zona prime, foi onde se concentraram o maior número de negócios (19), num total de 14.618 m2 transacionados. Constatámos também que Matosinhos (zona 6) e Maia (zona 5) foram os concelhos da Área Metropolitana do Porto com grande dinâmica no segmento, no que respeita aos maiores negócios em termos de ocupação de área. As maiores transações de 2018 na região asseguradas pelas Predibisa, ambas com uma área superior a 15 mil m2 dizem respeito ao edifício Urbo Business Center, em Matosinhos, com a instalação do BNP Paribas, e ao  novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group, na Maia.

A mudança de edifício e a expansão das empresas foram as principais motivações para a ocupação de área em 2018, num total de 44 negócios identificados, 26 dos quais realizados pela Predibisa Corporate. Os setores mais representativos foram o das “Energias Renováveis e Ambiente”, com o maior número de operações, seguido pelas “TMT’s & Utilities” e o setor de “Serviços Financeiros”, com o maior volume de área ocupada.

Atualmente, a Predibisa está envolvida em três grandes projetos, como é exemplo o POP – Porto Office Park, um edifício novo projetado de raíz, em construção junto a Francos, e que resultará em mais 31 mil m2, a partir de setembro de 2019; a reabilitação do edifício do Palácio dos Correios, nos Aliados, com 17 mil m2 de área bruta locável e que estará pronto no último trimestre deste ano, e o projeto de expansão da Lionesa, em Leça do Balio, que  vai possibilitar a duplicação da oferta atual nos próximos anos.

Já o edifício BOC – Boavista Office Center, um edifício totalmente reabilitado foi colocado na sua totalidade em 2018 e será integralmente ocupado no início deste ano por uma só empresa, tendo reduzido em menos de 8 mil m2 de oferta neste segmento na Boavista, aquela que é considerada zona prime do Porto. A responsável da Predibisa considera, no entanto, que “estes projetos não serão suficientes para abranger a elevada procura por parte de novas empresas sobretudo multinacionais, que procuram o Porto como alternativa a outras cidades europeias, ou a deslocalização de empresas que se encontram mal instaladas e em fase de expansão.”

Cada pessoa é uma pessoa e cada casa é uma casa

Cidália Ribeiro começou, verdadeiramente, a traçar o seu caminho nesta atividade quando surgiu a oportunidade de integrar uma imobiliária com uma dimensão e estrutura significativas e com uma forte capacidade de recrutamento e acompanhamento dos comerciais. Aqui, teve a oportunidade de começar a destacar-se pelo seu trabalho.

Depois, surgiram os desafios. Desafios esses que passam pelo relacionamento interpessoal, pela confiança que têm de ganhar dos clientes, pelo fazer acreditar no que é feito neste setor ou, ainda, pelo deslumbramento. “É fácil deslumbrarmo-nos nesta atividade, mas temos que ter noção que é uma profissão de altos e baixos”, começa por referir a nossa entrevistada para quem, este percurso é, em si próprio, um desafio. “À medida que vamos crescendo vamos saindo da nossa zona de conforto e é importante estarmos rodeados de pessoas mais experientes que nos podem a ajudar a percorrer esse caminho. Sozinhos não conseguimos”, explica Cidália Ribeiro.

Outro dos desafios poderia passar pela desigualdade de género, visto tratar-se de um mercado que lida com setores mais orientados para o género masculino. No entanto, Cidália Ribeiro nunca encarou esse aspeto como um obstáculo, antes como um desafio onde encontrou soluções para o ultrapassar. “Não podemos ir contra uma parede até ela cair, mas sim saber contorná-la. Para isso é importante encontrar as pessoas certas para trabalharmos”, afirma.

Explica que, por vezes, as dificuldades que encontramos em ultrapassar alguns desafios prende-se com a falta de experiência ou alguma imaturidade normais quando estamos no início de uma atividade. “Nestes casos, a resiliência e a persistência são fundamentais. Senti que os desafios eram maiores à medida que ia evoluindo no mercado imobiliário, mas com o tempo fui ganhando ferramentas e audácia para os superar”, acrescenta Cidália Ribeiro.

Opinion maker do mercado imobiliário

Com objetivos bem definidos e estruturados, Cidália Ribeiro sabe para onde quer ir e como tem de fazer para lá chegar. Tem paixão pelo que faz e sabe.  procura informar-se e atualizar-se constantemente sobre esta atividade e sobre o que a rodeia. Gostava de ser uma opinion maker do mercado imobiliário e, juntamente com os objetivos que quer alcançar, já começou a redefinir a sua estratégia, bem como o seu plano de comunicação de informação.

Sabemos que, hoje em dia, as tecnologias trabalham a favor das empresas. Sites, redes sociais, vídeos e imagens são mais apelativos e são a porta de entrada para se conhecer uma empresa. “Nem sempre se consegue mostrar o potencial de uma casa através de fotografias, o vídeo vem complementar, dinamizar e ampliar a promoção da sua casa”, pode ler-se no site de Cidália Ribeiro.

“Estes vídeos técnicos do setor imobiliário trazem mais visibilidade o que acarreta, por conseguinte, credibilidade. Isto porque quem dá a cara não tem nada a esconder”, afirma a nossa entrevistada.

Encontra-se, portanto, a reunir ferramentas que se encaixam consigo e que lhe permitirão percorrer o seu caminho até aos resultados que quer alcançar. “De uma forma leve, atrativa e motivadora conseguimos alcançar as metas pretendidas e conseguimos fazer com que as pessoas sintam confiança nos processos de compra e venda e nos seus investimentos”, diz-nos, ainda, a nossa entrevistada.

Cidália Ribeiro promove, igualmente, através de vídeos, o auto-conhecimento para ajudar as pessoas a ultrapassarem os seus próprios desafios, obstáculos e limitações. E para também elas terem sucesso. “Mudar o nosso pensamento vai ajudar a mudar o nosso comportamento e os resultados serão diferentes”, afirma. 

A Keller Williams

Cidália Ribeiro abraçou este projeto da Keller Williams logo no momento em que a marca entrou em Portugal. “O objetivo da Keller Williams para cada um de nós é que sejamos um millionaire real estate agent, por isso toda a formação dentro da Keller Williams está estruturada para isso mesmo. Desde a formação inicial, para que os colaboradores se integrem nos métodos e sistemas de trabalho da empresa, passando pelo apoio durante o processo inicial de angariação de clientes e, desenvolvimento de toda a atividade, passando pelo o apoio nos processos de compra e venda, faz com as pessoas acreditem que é possível alcançarem os seus objetivos”, explica a nossa entrevistada.

Esta formação contínua durante todo o desenvolvimento e crescimento dos colaboradores dentro da empresa permite-lhes mudar a forma de pensar. “Muitas vezes não conseguimos chegar mais longe exatamente porque os nossos pensamentos nos limitam. Como Osho diz no título do seu livro: “Saia da sua frente”. Se conseguirmos mudar a forma como pensamos, automaticamente mudamos o que sentimos, o que resulta na mudança do nosso comportamento”, elucida-nos Cidália Ribeiro.

A Keller Williams é, para Cidália Ribeiro, uma excelente ferramenta de motivação e uma escola de aprendizagem que “nos ajuda a construir a nossa bagagem e a solidificá-la. Dá-nos asas para crescer e para nos identificarmos com um negócio que sentimos como sendo nosso”, acrescenta. 

“Não vendemos casas” 

Para Cidália Ribeiro o processo de venda de um imóvel não se trata apenas de vender uma casa. “Não vendemos casas. Isto é uma atividade de pessoas para pessoas e de relacionamentos. Quando falamos em “vender” implica estar a forçar alguém para comprar algo que pode não ser o que quer. Não é isso o que fazemos”, começa por referir.

Com o mercado imobiliário português ao rubro e bastante atrativo é necessário perceber muito bem o que é o cliente quer, o que não gostaria, de todo, de ter na sua casa e aquilo que é prioritário para ele numa casa. “Temos de traçar um perfil, qualificar as pessoas e, no momento em que está a ver o imóvel, perceber se há alguma empatia entre a pessoa e a casa. Temos de saber ler bem a sua expressão corporal e a sua comunicação não-verbal”, adianta a nossa entrevistada.

Cada pessoa é uma pessoa e cada casa é uma casa.” Não podemos ter o mesmo tratamento e fazer as mesmas perguntas a todos os nossos clientes. A compra de uma casa é uma compra bastante emocional. É, muitas vezes, a decisão mais importante da vida de muitas pessoas”, afirma Cidália Ribeiro.

Gestão de pessoas 

Para uma boa gestão de pessoas é importante, acima de tudo, conhecê-las muito bem e perceber onde é que elas podem brilhar, diz-nos Cidália Ribeiro. “Recrutar uma pessoa para um determinado cargo quando, na realidade, ela brilha noutro, é estar a apagar essa pessoa. Isso vai refletir-se na sua rentabilidade”.

Portanto, ler as pessoas e perceber onde é que se integram melhor, nas atividades, de acordo com a sua maneira de ser é um bom caminho. “Temos de ouvi-las e ouvir as suas necessidades e tentar perceber quais são as suas ambições. Porque quando temos uma equipa essa equipa tem de caminhar lado a lado como se fôssemos todos um só para alcançar resultados”, explica Cidália Ribeiro.

Ainda, sobre a igualdade de género, a nossa entrevistada defende que esta é uma atividade que se adequa perfeitamente tanto a homens como a mulheres. “Ela precisa do lado masculino, pragmático e com uma visão mais lúcida e clara.

Por sua vez, é necessária a sensibilidade da mulher com o seu lado acolhedor para compreender e ser empática em determinadas situações”, conclui.

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