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Mazars cria a Mazars North America Alliance

 “Esta Aliança representa uma verdadeira mudança para a Mazars. Já estávamos presentes nos Estados Unidos e Canadá, no entanto esta Aliança permite-nos reforçar a nossa capacidade de serviço aos clientes internacionais na América do Norte” diz Hervé Hélias, CEO & Chairman do Grupo Mazars.

A Mazars North America Alliance é uma Aliança firmada entre a Mazars e cinco empresas líderes nos Estados Unidos e Canadá – BKD, Dixon Hughes Goodman, Moss Adams, Plante Moran (nos Estados Unidos) e MNP (no Canadá). Geograficamente, estas cinco empresas irão complementar a Mazars USA e a Mazars Canadá, permitindo à Mazars alcançar uma cobertura total na América do Norte.

Com esta Aliança, a Mazars passa a contar com 40.000 profissionais ao serviço dos seus clientes em todo o mundo: 24.000 profissionais em 89 países e territórios que fazem parte do partnership integrado Mazars e 16.000 profissionais nos Estados Unidos e Canadá via a Mazars North America Alliance. Com esta escala e amplitude de talentos, a Mazars consegue oferecer serviços personalizados, consistentes e de elevada qualidade aos seus clientes em qualquer parte do mundo.

“Esta Aliança aumenta a nossa capacidade para servir os nossos clientes internacionais em todo o mundo. Num mercado de auditoria e consultoria altamente concentrado, esta Aliança surge como uma alternativa. Temos uma longa história de colaboração e trabalho com estas cinco empresas com as quais partilhamos os mesmos valores de qualidade, ética e profissionalismo. As cinco empresas estão registadas no PCAOB (o órgão que supervisiona a auditoria às empresas públicas nos Estados Unidos) e através da Mazars North America Alliance vão contribuir para a qualidade e expertise que os nossos maiores clientes esperam da Mazars na América do Norte”, diz Hélias.

“Com a Mazars North America Alliance, a Mazars reforça a sua escala crítica para dar resposta às necessidades de grandes empresas internacionais, num momento em que a rotação obrigatória de empresas de auditoria está em vigor na Europa e onde o debate sobre a adoção da auditoria conjunta se torna cada vez mais relevante no Reino Unido”, conclui Hélias.

Mazars cria a Mazars North America Alliance

A Mazars, empresa internacional de auditoria e consultoria, anunciou a criação da Mazars North America Alliance.

A Mazars North America Alliance amplia substancialmente a cobertura da Mazars na América do Norte, dando aos seus clientes internacionais acesso a mais 16.000 profissionais de cinco grandes empresas de auditoria e consultoria nos EUA e no Canadá.

 “Esta Aliança representa uma verdadeira mudança para a Mazars. Já estávamos presentes nos Estados Unidos e Canadá, no entanto esta Aliança permite-nos reforçar a nossa capacidade de serviço aos clientes internacionais na América do Norte” diz Hervé Hélias, CEO & Chairman do Grupo Mazars.

A Mazars North America Alliance é uma Aliança firmada entre a Mazars e cinco empresas líderes nos Estados Unidos e Canadá – BKD, Dixon Hughes Goodman, Moss Adams, Plante Moran (nos Estados Unidos) e MNP (no Canadá). Geograficamente, estas cinco empresas irão complementar a Mazars USA e a Mazars Canadá, permitindo à Mazars alcançar uma cobertura total na América do Norte.

Com esta Aliança, a Mazars passa a contar com 40.000 profissionais ao serviço dos seus clientes em todo o mundo: 24.000 profissionais em 89 países e territórios que fazem parte do partnership integrado Mazars e 16.000 profissionais nos Estados Unidos e Canadá via a Mazars North America Alliance. Com esta escala e amplitude de talentos, a Mazars consegue oferecer serviços personalizados, consistentes e de elevada qualidade aos seus clientes em qualquer parte do mundo.

“Esta Aliança aumenta a nossa capacidade para servir os nossos clientes internacionais em todo o mundo. Num mercado de auditoria e consultoria altamente concentrado, esta Aliança surge como uma alternativa. Temos uma longa história de colaboração e trabalho com estas cinco empresas com as quais partilhamos os mesmos valores de qualidade, ética e profissionalismo. As cinco empresas estão registadas no PCAOB (o órgão que supervisiona a auditoria às empresas públicas nos Estados Unidos) e através da Mazars North America Alliance vão contribuir para a qualidade e expertise que os nossos maiores clientes esperam da Mazars na América do Norte diz Hélias.

“Com a Mazars North America Alliance, a Mazars reforça a sua escala crítica para dar resposta às necessidades de grandes empresas internacionais, num momento em que a rotação obrigatória de empresas de auditoria está em vigor na Europa e onde o debate sobre a adoção da auditoria conjunta se torna cada vez mais relevante no Reino Unido”, conclui Hélias.

KCS IT ultrapassa marca dos 10M€ de faturação

A KCS IT encerrou 2018 com um resultado de faturação de 11,6M€ em Portugal – um crescimento de 27% face ao ano anterior – ultrapassando pela primeira vez a marca dos 10M€. No ano transato a equipa da consultora registou também um incremento considerável, de 252 para 318 colaboradores.

O plano para 2019/2020 integra como objetivos alargar a rede existente de clientes, potenciar a presença em mercados internacionais e identificar novos segmentos demográficos e setores de atuação.

Para Tiago Farinha, Diretor Geral da KCS IT, “o marco agora alcançado é a constatação de uma estratégia eficaz de procura de crescimento sustentado que temos vindo a desenvolver. A oferta de soluções originais, alinhadas com as necessidades identificadas no mercado e tendências esperadas para os próximos anos, permite posicionar-nos na dianteira no contexto nacional e apresentar uma experiência e know-how diferenciados.  Esta é uma estratégia a ampliar em 2019 e 2020, assegurando um papel de agente facilitador, tornando os processos dos nossos clientes mais eficientes e potenciando o seu sucesso.”

O ano de 2018 foi marcado pela aposta da consultora na reestruturação da oferta de serviços da unidade Key Services, que disponibiliza soluções no âmbito da Inovação, Research & Development, Nearshore Services e Desenvolvimento de Produtos Digitais. A reestruturação assentou em cinco eixos operacionais: liderança, retenção e obtenção de novos clientes, desenvolvimento, gestão de projeto e marketing digital. O objetivo de potenciar a unidade irá continuar em 2019, orientada ao crescimento em novas áreas, nomeadamente Marketing e Comunicação Digital, Business Intelligence e Data Science & Analytics.

A KCS iT foi reconhecida, em 2018, como empresa idónea pela Agência Nacional de Inovação para atividades de I&D. O carácter de criação e desenvolvimento de produtos diferenciadores faz parte, cada vez mais, da matriz da consultora.

A oferta da KCS iT passa a integrar em 2019 o carácter pioneiro na representação de importantes parceiros do ecossistema Salesforce, exemplo do Mulesoft, solução de integração, DocuSign, assinatura eletrónica, e Visual Cue, visualização de KPIs através de ícones de sinalização. 

Sobre a KCS IT:

A KCS IT é uma empresa de serviços de tecnologia com um alinhamento inovador e uma equipa ágil, orientada à criação de valor para Clientes através da execução de consultoria estratégica, gestão de projetos e formação. Possui uma multifacetada oferta de serviços e de parcerias com as quais eleva os negócios de Clientes a novos patamares de excelência. Desenvolve a sua inovação empresarial. É reconhecida pela experiência em gestão de projeto, através da implementação de boas práticas internacionais do PMI®. Está alinhada com as soluções Microsoft, Oracle, Esri, Salesforce e VisualCue. Cria valor para os negócios na era digital, desenvolvendo estratégias e dinâmicas através da unidade Key Services. Informação adicionais em www.kcsit.pt.

“Dotar os recursos humanos de competências é e será a chave para o sucesso”

A RMP surge para ser o parceiro na gestão e organização do negócio de pequenas e médias empresas. Comecemos por perceber que verdadeiros desafios enfrentam as empresas nesta era da transformação digital?

A aceleração digital é um tema incontornável. Para além da gestão dos recursos humanos a transformação digital é o grande desafio das organizações. As empresas estão a sistematizar o seu ecossistema, a desenvolver as infraestruturas digitais, a diagnosticar necessidades e a contornar desafios, os quais são transversais.

E a própria RMP, enquanto parceiro na gestão e organização das empresas, a que principais desafios responde atualmente?

A RMP tem vindo a reorganizar-se internamente e a adaptar-se à era digital, agindo em antecipação, facto que nos tem permitido reduzir os impactos.

Ainda hoje, e por inerência e exigência legal o contabilista certificado dedica demasiado tempo ao cumprimento declarativo. É nossa expectativa que a revolução digital nos permita dedicar ao que acrescenta valor às empresas e aos empresários através da consultoria e da mentorização.

Quais são, efetivamente, as mais-valias para uma organização que procura um parceiro de gestão?

A era digital vem assim valorizar o papel do contabilista certificado na análise e aconselhamento do negócio, no seu papel de consultor, com uma maior interação com os parceiros, apoiando a definição estratégica da empresa e contribuindo ativamente para a sua sustentabilidade.

Neste sentido, que soluções diferenciadoras apresenta a RMP? Qual é, efetivamente, o seu papel junto das organizações?

A RMP surgiu no mercado para ser o parceiro na gestão e organização do negócio de pequenas e médias empresas, utilizando uma metodologia de trabalho focada na avaliação de resultados.

As nossas propostas simplificam, antecipam e organizam as várias áreas de Gestão reduzindo impactos e potenciando o crescimento sustentado dos negócios.

Transformação digital, economia digital ou inteligência artificial são apenas alguns dos conceitos desta nova era digital. O tecido empresarial português está suficientemente preparado para esta transformação digital?

O tecido empresarial português está a prepara-se e a adequar-se a esta transformação digital, a diferentes velocidades, investindo em software e hardware, em formação e no acesso à informação.

Acreditamos que só os empresários que encarem este desafio como uma oportunidade e implementem mudanças ao nível da liderança, conseguirão ultrapassar o tema do digital de forma inócua.

Como serão as organizações do futuro? Quais são as expectativas?

O investimento no capital intelectual será o mais relevante no ciclo de vida das organizações. Dotar os Recursos Humanos de competências é, e será, a chave para o sucesso.

É nossa convicção que as relações de trabalho serão inteligentes, existirão novos sistemas de remuneração e estímulos à inovação, empoderamento da empresa ao nível da cultura organizacional e valores, maior proximidade com o consumidor, gestão profissional, tendência para fusões nas entidades que não se conseguirem adaptar, tecnologia de ponta, crescimento sustentável e responsabilidade social são as tendências das organizações do futuro.

A automação integrada aumentará a competitividade, a produção ou prestação de serviços tornando-se, assim,  mais adaptada e menos padronizada. Existirão alterações a nível organizacional e nos processos de trabalho, que irão incorporar de forma crescente a flexibilidade e a polivalência.

Por outro lado, surgirão novas funções, novos processos de trabalho e um novo tipo de trabalhador altamente especializado, polivalente e criativo focado não só em resultados como também em obter qualidade de vida.

Os nativos digitais, ou “millenials”, serão uma constante presença na força de trabalho e no mercado de consumo.

Os clubes de saúde são uma “moda” que veio para ficar?

Que conselhos dá às pessoas que querem iniciar um negócio próprio na indústria do fitness?

Neste negócio, tal como noutros, só serão bem-sucedidos aqueles que possuam bases sólidas e experiência na área. Assim, na minha opinião, os empresários que consideram abrir um negócio de fitness têm duas opções: fazê-lo por conta própria ou através de um modelo de franchising. Tomar esta decisão exige uma análise muito ponderada e cuidadosa e, para isso, é importante definir se pretendem ser independentes ou fazer parte de um franchising. Tudo se resume à personalidade, experiência e escolha pessoal. É necessário decidir se os sistemas e o suporte de um modelo de franchising justificam a liberdade empreendedora de ser proprietário de uma empresa independente. Como esta decisão nem sempre é a mais fácil, o que eu sugiro é que as pessoas adquiram alguma experiência do negócio e da forma como ele funciona. Para isto, o melhor é começarem por trabalhar em clubes bem estruturados e organizados, de forma a que possam aprender e perceber melhor todas as variáveis deste negócio. Depois, e caso continuem com dúvidas, há a opção de contratar alguém com conhecimento na área do fitness que lhes trará clareza, direção e o suporte necessários para que possam decidir o que melhor se adapta aos seus objetivos.

Para além de uma alimentação mais saudável, os portugueses estão cada vez mais adeptos da prática de atividade física regular. Os clubes de saúde são uma “moda” que veio para ficar?

Sim, sem dúvida! Apesar de ainda haver um longo caminho a percorrer, os clubes de saúde vieram para ficar. Cada vez mais, os clubes passarão a ser uma extensão da vida dos portugueses, pois, para além das questões de perda de peso e alimentação saudável, as pessoas já perceberam que o exercício físico regular as ajuda a melhorar o seu bem-estar geral e a sua saúde mental. Neste momento já temos clubes que olham para si enquanto um local de encontro, o que lhes permite construir pequenas comunidades com interesses comuns e, consequentemente, aumentar a lealdade das pessoas pelo clube, fomentando, assim, esta “moda” de boas práticas.

Qual é o futuro do mercado do fitness?

Com o aparecimento de grandes cadeias low cost os consumidores têm muitas e boas alternativas. Para além dos ginásios tradicionais, existem também boxes de cross fit, estúdios de fitness com especialidades, desde o yoga, ao pilates, boxe, etc. Para além disto, há várias empresas a apostar em programas de promoção de saúde no local de trabalho, recorrendo aos serviços de profissionais de fitness para a implementação destes programas. Depois temos, finalmente, alguns médicos e outros profissionais de saúde a recomendar a prática de exercício físico aos seus pacientes, reforçando a importância de serem mais ativos para melhorar a sua saúde e reduzir o risco de doenças.

Os praticantes de hoje procuram experiências de fitness cada vez mais personalizadas seguindo algumas tendências. Acredita que estas tendências podem beneficiar o negócio do fitness?

As tendências são uma das verdades por excelência da humanidade e uma das principais verdades do capitalismo. Tendências influenciam a forma como pensamos, o que queremos acreditar ou não, como agimos e como reagimos. Do ponto de vista comercial, as tendências dizem-nos para onde o mercado está a ir, o que os nossos concorrentes estão a fazer e o que os consumidores pretendem. Assim, caberá aos donos das empresas de fitness distinguir entre as tendências orientadas pela opinião, e as que são baseadas em dados, e, então, agir apropriadamente dentro do mercado.

Na minha opinião, ao nível das tendências, acredito que as tecnológicas irão transformar as experiências dos utilizadores, pois à medida que os consumidores obtêm maior controlo sobre os seus dados de saúde e condição física, sentir-se-ão mais fortalecidos. A exploração de várias tecnologias atualmente desenvolvidas para o fitness é uma das grandes oportunidades diferenciadoras para os clubes e para os proprietários que desejem obter alguma vantagem competitiva face à concorrência.

Qual é a maior ameaça para a indústria do fitness atualmente?

O sucesso de alguns operadores do mercado tem feito com que haja uma maior concorrência. Como em qualquer indústria, as pessoas “copiam” as boas práticas e tentam, desta forma, melhorar os seus serviços. Claro que copiar algo sem saber o que está por detrás de muitas ações trará, a médio prazo, problemas que poderão ser difíceis de resolver e até colocar a viabilidade das empresas em causa. É necessário que as empresas percebam que é fundamental definir o seu posicionamento no mercado, assim como as suas estratégias de comunicação e marketing, pois, como sabemos, as empresas que melhor comunicam são as que conseguem apresentar melhores resultados e, por conseguinte, ser bem-sucedidas. Por último, convém não esquecer a questão do mercado imobiliário que, da forma como se encontra, proporcionará dificuldades acrescidas na obtenção e aquisição dos lugares certos para a abertura de novas unidades e este sim será, para mim, o maior desafio que se avizinha para a indústria do fitness.

O seu trabalho é prestar serviços de consultoria e apoio estratégico na gestão. Que lacunas tem encontrado?

Como sabemos, para a construção de uma marca de sucesso é necessário uma equipa de gestão forte, um grupo de consultores de confiança e uma estra-tégia de marca clara e objetiva. Neste momento, em Portugal, há, ainda, muitos clubes/ginásios que não têm estas questões bem definidas e que precisam de ajuda para se adaptarem às novas realidades de mercado. Na minha atividade de consultoria presto um  apoio à gestão e aconselhamento profissional apoiando esses proprietários ou investidores a alcançarem o sucesso, auxiliando-os na tomada de decisões e na elaboração de um plano estratégico em termos de liderança e gestão das equipas a curto, médio e longo prazo, necessário para o crescimento dos seus negócios. A base da minha consultoria assenta na criação e implementação de Dasboards de Gestão (KPI’s), reports diários e acompanhamento das equipas, por forma a proporcionar melhores resultados, assim como uma maior eficácia e rentabilidade.

Novo Chairman da Mazars apela a mais transparência e responsabilidade

Hélias tinha sido nomeado CEO do grupo em 2016 e sucede agora a Philippe Castagnac, que ocupou com sucesso os cargos de Executive Chairman durante os últimos sete anos e de CEO do grupo de 2011 a 2016.

Hervé Hélias traz consigo mais de trinta anos de experiência no setor da auditoria e consultoria. Enquanto responsável por alguns dos principais clientes da Mazars, incluindo o BNP Paribas de 2000 a 2009, liderou a área de auditoria a Entidades de Interesse Público (PIE) e ocupou a posição de Managing Partner da Mazars em França, em simultâneo com o cargo de co-CEO do grupo desde 2012.

“Estamos muito satisfeitos por Hervé Hélias assumir o cargo de Chairman da Mazars neste emocionante período de crescimento para a firma”, afirma Philippe Castagnac. “Trabalhei de forma próxima com o Hervé durante os últimos anos para fazer da Mazars o player global original e independente que é atualmente. Atuando em conjunto com a restante equipa de liderança global da Mazars, tenho plena confiança que irá ser bem-sucedido na condução da firma ao seu próximo nível, sustentando-se na herança de independência, visão a longo-prazo e excelência da Mazars. Graças à nossa colaboração próxima ao longo dos anos, antevemos uma transição tranquila e organizada.”

Ao longo dos últimos 75 anos a Mazars experienciou um crescimento contínuo e ininterrupto, que atribui ao seu modelo único e integrado. A empresa, que iniciou a sua atividade como um pequeno gabinete de contabilidade em Rouen, no ano de 1945, e cujo projeto internacional se iniciou em 1995, tornou-se hoje num reconhecido e respeitado player internacional, contando com quase 23.000 colaboradores em 89 países e territórios, sem nunca perder os seus valores ou comprometer os seus princípios fundadores.

“Sob a liderança do seu fundador, Robert Mazars, a nossa firma cresceu para se tornar num especialista em auditoria e contabilidade em França.  A visão e liderança de Patrick de Cambourg transformou a Mazars num verdadeiro ator a nível continental, com escritórios na maioria dos países Europeus e, nos últimos 15 anos, expandimo-nos para além da Europa e desenvolvemos a nossa operação na Ásia, África, América do Norte e do Sul”, explica Philippe Castagnac.

Num contexto de mudança sem precedentes, a Mazars encontra-se a acelerar a sua transformação para ajudar os gestores a navegar com confiança uma confluência de reformas regulatórias, disrupção digital e volatilidade geopolítica – que colocam uma enorme pressão e complexidade no modo como as organizações conseguem conformidade, performance e sustentabilidade.

“Quando ingressei na Mazars, há trinta anos, a minha decisão foi motivada pelos valores da empresa, que se refletem no nosso modelo integrado que oferece uma perspetiva única aos nossos clientes, colaboradores e sócios. Atuando sobre a herança do Philippe Castagnac, a Mazars vai continuar a inovar diariamente para integrar capacidades analíticas e digitais, cultivando um modelo multidisciplinar e equilibrado, sustentado na integração e na inclusão. Vamos continuar a criar novas funções habilitadas pela tecnologia, mantendo ao mesmo tempo relações próximas e uma grande atenção para entregar qualidade de elevado nível aos nossos clientes”, aponta Hervé Hélias. 

Refletindo acerca dos atuais desafios, Hélias defende que “o setor sofre de uma desconfiança sem precedentes e é a nossa missão coletiva assegurar que a confiança no setor permanece intacta. Enquanto entidade global e reflexo da nossa visão ‘business for good’ a nossa contribuição consistirá em garantir que todos os nossos stakeholders de clientes e colegas a reguladores e ao público – beneficiam das nossas práticas modernas, perspetiva independente e cultura orientada por valores”. 

Esta mudança marca a terceira transição de liderança na Mazars desde a sua fundação e acontece num momento em que a expansão global da consultora se encontra em aceleração.

Tem uma empresa? A Logicalbrain ajuda-o a pensar no que pode melhorar

A aventura começou há quase há um ano e veio colmatar lacunas existentes em áreas como o RGPD: “havia poucas empresas a perceber e tratar esta área. Surgimos neste nicho de mercado e todas as relações de negócio prestadas até agora avaliam, analisam e corrigem processos de trabalho das empresas, com especial incidência na forma de trabalhar das pessoas”.

“Hoje, todas as áreas de atividade das empresas necessitam de processos bem definidos, seguros e totalmente adaptados às atuais necessidades informáticas. E, obviamente, colaboradores ou prestadores de serviço alinhados com esse objetivo.”

A LogicalBrain oferece, assim, serviços de consultoria informática, gestão de projetos e processos, proteção de dados, auditorias informáticas a sistemas de informação e arquitetura de sistemas, bem como produção de conteúdo e copywriting, em regime de outsourcing.

“Ter um firewall não livra as empresas de riscos informáticos”

“Esta é uma área interessante e desafiante porque o mercado precisa de quem realmente se interesse pela segurança informática. Raramente as empresas conhecem os riscos que correm”, esclarece o especialista, que explica que “a informação e a formação são fundamentais para combater estes riscos”.

Porém, apesar de se apontar o caminho a seguir, a alteração de hábitos e processos implementados é “de difícil concretização, com grande resistência à mudança”. Algo que, segundo Francisco, se contorna provando que a mudança é positiva. “Temos de transmitir conhecimento e provar às pessoas que elas vão trabalhar melhor, de forma mais fácil e com resultados surpreendentes”.

“Nem todos os riscos podem ser anulados mas podem e devem ser reduzidos. Depois de analisarem os resultados as empresas ficam recetivas. Passam a ouvir mais, a pedir conselhos. E a melhor forma de trabalhar é sempre em equipa, que deve ser ouvida e estar sempre envolvida. Depois, quem decide verá o fruto desta atitude.

“A palavra depende devia ser menos usada”

Por vezes reparo que é complicado responder à questão “o que é que faz na empresa?”. Normalmente respondem “Depende”, que fazem um pouco de tudo. Segmentar, compartimentar, criar procedimentos, são ações importantes para clarificar questões e responsabilizar intervenientes, reduzindo drasticamente os riscos existentes.

A passagem da informação entre os elementos das equipas de trabalho deve ser feita de forma cuidada e limpa, assim como a gestão deve ser objetiva e envolvente, resultando em produtividade pura. Documentar processos e procedimentos é quase como criar um livro de estilo que auxilia em situações de crise, simplifica ações e guia os colaboradores no sentido do que se espera que seja feito por cada um deles, de forma integrada.

“Fatiar o elefante”

O termo é aplicado a projetos, problemas, necessidades em geral, que normalmente possuem uma dimensão considerável e são de difícil execução. A estratégia que deve ser adotada é dividir (fatiar) essas necessidades em pequenas partes exequíveis, e esta é a maravilha da gestão de processos.

“Formação contínua”

“Uma parte considerável das empresas está sustentada em pessoas únicas, que utilizam no seu dia a dia metodologias pessoais, não formatadas. Essas empresas funcionam para elas e não elas para a empresa e essas pessoas sentem-se insubstituíveis. Nada mais errado. De forma a prevenir a falta que certas pessoas possam fazer, os empresários devem perceber a importância de formar continuamente os seus colaboradores”.

Porém, segundo o consultor, muitas empresas continuam a considerar a formação um custo e não um investimento. Aliados às necessidades das empresas, “os colaboradores devem aceitar e entender que quem mais vai ganhar com a sua formação são eles mesmos, são eles que vão ficar mais ricos em conhecimento”.

O que é urgente mudar?

“Formas e métodos de trabalho e nessa área a LogicalBrain colabora e ajuda a dinamizar. Os empresários têm de passar a ouvir mais e tentar que os seus colaboradores percebam que são realmente úteis e parte essencial do sucesso de um projeto. Pessoas motivadas e valorizadas trabalham melhor e sentem orgulho no seu trabalho.”

 

 

“Impulsionamos carreiras, potenciamos negócios!”

Com o propósito de encontrar o talento certo para as empresas, a WithCompass é um negócio de pessoas dirigido a pessoas, “pois encaramos a progressão profissional dos
nossos candidatos como um investimento conjunto no sucesso”.

O talento certo é, aqui, algo muito mais complexo e que para a WithCompass significa encontrar o equilíbrio e o sucesso para as duas partes intervenientes: o recrutador e o profissional.

“Sempre foi difícil reter talento, uma vez que estamos a falar de pessoas que dispõem de diversas competências técnicas, mas também de motivações, ambições e expectativas”, começa por referir Marta Santos.

Explica que, “tem-se observado uma crescente preocupação por parte das empresas em introduzir ações na tentativa de reter os seus colaboradores. Por vezes, medidas simples como a introdução de planos de desenvolvimento de carreira estruturados e a possibilidade de um maior envolvimento dos colaboradores perante o negócio e a missão da empresa, podem ajudar neste tema. É fundamental, que no âmbito de um Processo de Recrutamento e Seleção se alinhem competências técnicas, pessoais e motivacionais que permitam um adequado enquadramento do profissional na estrutura organizacional da empresa, integrando o seu ADN”, acrescenta Marta Santos.

Com a geração Millennials caracterizada pela necessidade constante de mudança e de desafios permanentes, a dificuldade, para as empresas, não é a atração dos Millennials, mas sim a sua retenção.

Os desafios direcionaram-se agora para os recrutadores? Marta Santos sabe que “o mercado evoluiu para um sistema exigente por parte de quem recruta e de quem é recrutado. As mudanças ocorrem de uma forma muito rápida e é necessário um ajustamento de ambas as partes. No que respeita à retenção daquela que é a geração entendida por “Millennials”, estes movem-se muitas das vezes pelo propósito da empresa, sentindo uma necessidade de identificação com a mesma, quase como que uma conexão. São profissionais que valorizam empresas evoluídas do ponto de vista tecnológico, que procuram uma maior eficiência e são detentoras de uma estratégia bem definida de desenvolvimento. Existe uma ambição por parte destes profissionais, em reunir estas características num projeto e alcançarem-no de forma rápida, muitas vezes a uma velocidade diferente daquela que as empresas conseguem acompanhar”. No entanto, sempre existiu este desafio. “Recrutar sempre foi um processo desafiante por ter que combinar dois lados diferentes que se pretendem juntar, para um objetivo comum. Hoje existem fatores que contribuem para essa dificuldade, e nós, Especialistas de Recrutamento, não podemos contrariar a realidade nem a tendência do mercado, mas podemos ajudar o cliente e o candidato na gestão de expectativas, facilitando o processo”, afirma a nossa entrevistada, explicando que hoje é mais fácil captar e chegar aos candidatos, mas que depois existe todo um trabalho posterior ao recrutamento de seleção e de ajuste ao que se pretende de ambos os lados.

A WithCompass trabalha, por isso mesmo, no sentido de permitir às empresas o acesso aos melhores profissionais do mercado e, por outro lado, oferecer aos candidatos oportunidades de carreira capazes de fazer a diferença, assegurando um acompanhamento personalizado e de assessoria.

SAIR DA ZONA DE CONFORTO

Mulheres e homens enfrentam dificuldades no que diz respeito a questões relacionadas com o empreendedorismo, quer seja no que diz respeito aos receios do que se vai encontrar quando se dá este passo, quer seja porque se vai sair da zona de conforto.

No entanto, para as mulheres, essas dificuldades acrescem. A desigualdade de género ainda está bem presente no nosso país e é transversal a vários aspetos.

Esta não é, felizmente, uma realidade para Marta Santos, embora afirme que está bastante atenta e sensibilizada para temas como a desigualdade de género, liderança feminina e mulheres empreendedoras.

“Ao longo do meu percurso tive a felicidade de ter excelentes oportunidades e de ir progredindo, não sentindo que o tema de desigualdade de géneros fosse um obstáculo. Hoje existem cada vez mais mulheres em cargos de direção e a ocuparem a posição de CEO de empresas de referência no mercado. Existe a necessidade de se continuar a abrir a mentalidade das oportunidades e também de incentivar os profissionais, independentemente do género, a apostarem no seu desenvolvimento profissional. Cabe a todos nós assumirmos o nosso papel de contributo para uma sociedade que funcione, aos olhos de cada um, de uma forma mais adequada”.

E como é que surge a WithCompass na vida de Marta Santos? A WithCompass surge de uma forma bastante natural, dando continuidade a um percurso consolidado enquanto Especialista de Recrutamento & Seleção e Gestora, oferecendo às empresas um serviço capaz de fazer a diferença. “Sempre trabalhei de uma forma bastante próxima do cliente e foi-se tornando evidente a necessidade de uma parceria que fosse para além da seleção dos futuros colaboradores, mas que surgisse acompanhada de um serviço de assessoria que acrescentasse valor ao negócio”, explica Marta Santos.

As empresas precisam de alguém que, percebendo a sua cultura e as suas necessidades, identifiquem o talento certo, com sentido prático, mas com um serviço de qualidade. “Sim…uma das premissas que esteve na base do nascimento da WithCompass”, conclui.

 

Será a sua empresa ciber segura?

A CA4BC está no mercado desde 2013, é especializada em serviços de consultoria na área de segurança de informação, proteção de dados e continuidade de negócio e conta com consultores com uma vasta experiência.  Estivemos à conversa com Cecília Soares, CEO e Paulo Gonçalves, Sócio, que explicaram o trabalho que têm desenvolvido junto de PME’s e alguns organismos ou empresas de grande dimensão.

Na sequência da segurança de informação vem todo um conjunto de temas relacionados com a cibersegurança e com a proteção de dados.

Cibersegurança prevê que as empresas se preparem para ataques desta natureza. A confidencialidade é uma das características dos dados (um determinado dado pode ou não ser confidencial). Os dados pessoais são, pela sua natureza, confidenciais.

“Uma empresa nunca pode garantir que os ataques não aconteçam. O que têm de fazer é estar preparadas para que se acontecer estejam protegidas o mais possível para defender os seus ativos (pessoas, instalações, dados)”, comenta Cecília Soares, que acrescenta que “algumas estão bem preparadas como por exemplo os bancos. Aquelas que não têm obrigatoriedade legal ou regulação existe um pouco de tudo”.

Por isso o RGPD é visto como uma excelente oportunidade para as empresas que nunca se preocuparam com estas questões e para muitos empresários que se pautaram pela dificuldade em aceitar a mudança.

Paulo Gonçalves explica que “a análise do risco não é feita. Alguns empresários desvalorizam esta questão. Temos trabalhado bastante fora dos grandes centros e no interior do país onde existem muitas empresas dedicadas à produção e cujo objetivo é não parar a produção. Existem empresas que começaram os processos de certificação por exigências externas (clientes ou exportação) e que depois chegaram à conclusão de que toda a reestruturação lhes trouxe muitas vantagens e acordaram, assim, para alguns riscos que corriam sem todo aquele processo”.

Os custos são um obstáculo para o investimento em segurança

O não ter dinheiro para investir, aliado à descrença de que lhes pode acontecer, são as maiores razões que levam as empresas a negligenciarem a segurança. “Isto passa muito por mudar a cultura da empresa, por mais medidas técnicas que se implementem e que custam bastante ao nível do investimento financeiro. Na maioria das vezes, formar os funcionários é uma mudança essencial e que faz toda a diferença e que, além disso, acarreta menos custos. Se formos comparar os preços para implementar medidas técnicas com a formação que é necessária dar aos colaboradores, verificamos que não fica assim tão caro”, afirma a CEO da CA4BC.

“Estamos a sofrer uma mudança superinteressante no tecido empresarial português. Fora das grandes cidades, vemos um fenómeno extraordinário a acontecer: aqueles patrões, que criaram a empresa, algumas com cariz familiar, e que, por isso, têm uma ligação emocional muito forte e a nova geração que chega com ideias diferentes. Apesar do choque geracional, chegam a verificar que estas novas gerações, com outras qualificações, trazem ideias realmente inovadoras, e estas estão a receber o devido valor”, elucida Paulo Gonçalves.

Não é possível evitar um ataque mas há que preveni-lo para que as consequências sejam as menos nefastas. As organizações deverão assim estar cientes de que é apenas uma questão de tempo até sofrerem um ataque bem-sucedido. Depois de um ataque, aquilo que é medido e que garantirá a continuação do sucesso da organização é a capacidade de resposta, através da minimização do impacto no seu negócio.

“Há cerca de dez anos quando se falava em certificação de qualidade as pessoas consideravam irrelevante, não era prioritário. Hoje quando dizemos que somos certificados isso já é um carimbo de qualidade e por vezes normal”, refere Paulo Gonçalves.

Para muitos empresários a cibersegurança ainda é uma realidade distante. Outro fator distinto é o nível de digitalização de cada empresa. Quanto menos informatizados, maior o desinteresse. Porém, é pertinente que entendam que a segurança informática é importante porque sem ela todos sofrem consequências.

Cecília Soares alerta que qualquer empresa que sofra um ataque tem como consequência direta o abalo da sua reputação. Este é um peso que não é mensurável. Gera desconfiança em parceiros, clientes ou fornecedores. Por outro lado, e para avaliar o grau de impacto que uma empresa pode ter, é necessário analisar os processos de negócio, quais os mais críticos, que sistemas de informação é que estão associados, e qual a exposição de cada um ao mundo exterior.

Em caso de ataque, o que vem a seguir?

Na sequência de um ataque cibernético, as empresas preparadas deverão seguir os seus planos de resposta ao incidente, coordenado por um plano de gestão de crise da organização e complementado com a execução de planos de recuperação, dependendo dos danos sofridos.

O que fazer para se preparar?

É realizado um estudo que começa por avaliar os processos de negócio dentro de uma organização que são mais críticos – aqueles que sofram algum dano e que possam fazer parar a empresa, parar o negócio. São identificados os sistemas de informação que os suportam e são avaliados de forma a perceber, para cada um, qual o grau de exposição a ataques cibernéticos.

Tudo isto é avaliado, incluindo tempos de paragem, de reparação e quanto custa todo este tempo e outras consequências, como faturação que se perde ou que não se ganha, indeminizações que têm de ser pagas, legislação que não se cumpriu e penalizações – ou seja, tudo isto é traduzido de uma forma financeira.

“Explicar isto a uma empresa que está a crescer é muito complicado e exige delicadeza da nossa parte. A melhor forma é fazer analogias com exemplos do dia-a-dia para que eles absorvam o impacto que as consequências poderão ter”, refere Paulo.

“O interesse maior destas pessoas é continuar a trabalhar e por isso tirar tempo deles para formação ou mudança de procedimentos é difícil. Felizmente depois de lhes explicarmos eles entendem bem a necessidade”, completa Cecília.

Portugal vs Europa

“Portugal, assim como todos os outros países do sul da Europa são muito diferentes dos restantes, sendo que a Alemanha está particularmente à frente”, revela a CEO, que explica que “o sul da Europa é caracteristicamente mais resistente à mudança, mas por outro lado conseguem responder muito bem e de forma improvisada”.

O norte da europa caracteriza-se, portanto, como mais metódico e com estratégias muito bem definidas e estruturadas. “Estudam todos os cenários possíveis e por isso, caso aconteça alguma coisa, seguem os planos que têm preparados e são mais rápidos na resposta”, conclui Cecília.

Pouco ou muito informatizada, grande ou pequena, qualquer empresa pode ser alvo de um ataque. As consequências podem, no seu limite, terminar com o ciclo de vida das organizações e, por isso, vale a pena tentar perceber o que se pode fazer dentro das possibilidades.

Uma visão integrada da gestão de segurança da informação

A PGM Consultores marca presença no mercado há cerca de 15 anos, sendo um importante player no âmbito da consultoria em diversos serviços. Desta forma, qual tem sido a evolução da marca ao longo destes 15 anos e quais as principais características da mesma que perpetuam uma dinâmica de confiança e satisfação perante o cliente?

A PGM tem uma história de 15 anos de trabalho em parceria com os clientes, numa relação de máxima confiança e com o propósito de ajudar o cliente a desenvolver competências internas, diferenciadoras das dos seus concorrentes, tendo sempre em consideração que cada cliente é único, seja pela atividade ou pela cultura interna. São estes valores que nos garantem a fidelização dos clientes e a solicitação e recomendação de novos serviços.

Que marcos no percurso da empresa podem ser destacados?

Os marcos da PGM são os dos seus clientes, sendo que esses são tão relevantes para a PGM como o são para cada cliente e que podem passar por conseguir a certificação de um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (ISO 27001), num prazo de cinco meses.

A PGM destaca como marco relevante o reconhecimento pela PECB enquanto entidade formadora, o que lhe permite disponibilizar cursos de formação com reconhecimento internacional em áreas como sejam a da Segurança da Informação.

Apresentar uma visão integrada da gestão de segurança da informação, de sistemas de informação (SI) e da cibersegurança, é algo complicado em Portugal?

Sem dúvida. na maior parte das organizações ainda não são tratados estes três pilares de forma consistente e integrada. Sendo a segurança da informação mais abrangente, deviam as empresas iniciar a identificação da informação relevante e crítica para a organização e implementar os níveis de segurança e controlo no âmbito dos sistemas de informação e da Cibersegurança, na perspetiva de garantir a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade da informação.

A nível nacional, como avaliam aquilo que está a ser feito a nível de Cibersegurança e do RGPD (Regulamento Geral de Proteção de Dados)? Acredita que a introdução do RGPD foi uma medida bem pensada e concretizada?

O RGPD veio alertar para a transmissão de dados pessoais e como podem estes ser um bem valioso para quem gere as bases de dados de contactos, sendo que os valores limites das coimas, ao contrário do que se passava na lei anterior, vieram fazer com que as empresas ficassem preocupadas e tomassem algumas medidas.

Em Portugal a medida está a ser atrasada pela falta da publicação da legislação de implementação do RGPD e pelo facto da CNPD ainda não ter sido formalmente nomeada “Autoridade de Controlo”. como tal, temos um vazio legal.

E sobre a cibersegurança? É importante aumentar o conhecimento e a utilização de boas práticas de todos em relação à cibersegurança?

Claro que sim. numa sociedade cada vez mais dependente dos meios de comunicação, da ligação à internet disponível 24h/dia, em que uma operação pode ser realizada em qualquer local, é muito importante todos termos uma noção do risco que corremos com esses comportamentos. Por muitas medidas técnicas que se implementem, todas elas são insuficientes se o comportamento humano, em termos de Segurança da Informação, falhar.

Simples regras como a não partilha de códigos de acesso e passwords, a utilização de passwords robustas e de as mudar com alguma frequência ainda não são práticas existentes nas organizações.

A Cibersegurança exige um forte investimento? Este pode ser o maior desafio para as organizações? Qual o papel da PGM no domínio da cibersegurança e do RGPD?

A Cibersegurança exige algum investimento, maior ou menor em função do nível de risco a que a organização está exposta e do nível de risco residual que está predisposta a aceitar.

A PGM continuará a dar apoio na implementação de sistemas de gestão de segurança da informação, onde se inclui Cibersegurança e RGPD, de modo as organizações poderem reduzir o risco para níveis aceitáveis, com o mínimo investimento possível.

60% das PME’S abrem falência após um ataque cibernético, há consciência de forma generalizada sobre isto?

Não há, nem estão recetivas a falar sobre o assunto, pois acham que nunca lhes vai acontecer. As empresas deveriam ter Planos de Continuidade de Negócio, onde são avaliados os riscos e definidas medidas de mitigação e de continuidade de fornecimento do produto ou serviço ao cliente, minimizando o risco de encerramento ou de perda dos clientes, em caso de algum ataque cibernético ou de outro tipo.

Quais são os principais desafios da PGM de futuro? O que podemos esperar da marca?

Continuar a crescer na consultoria e auditorias dos Sistemas de Segurança da Informação (ISO 27001) e Continuidade de Negócio (ISO 22301), sendo cada vez mais uma empresa de referência nesta área pelo nível de serviço prestado.

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