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O seu sucesso é nosso sucesso

Empresária há 35 anos, Cidália Marques abriu a sua primeira empresa com 27 anos, a Lisaccount, uma empresa de administração e gestão que presta serviços personalizados em Contabilidade, Consultoria de Gestão Financeira, Fiscalidade, Serviços Administrativos e Financeiros, Outsourcing e Recursos Humanos.

Com instalações no centro de Lisboa, a Lisaccount oferece serviços de excelência com uma vasta experiência no mercado nacional e internacional. A palavra de ordem é qualidade e dedicação e tem como principal objetivo a satisfação total dos seus clientes, pelo que é pautada pela qualidade dos serviços prestados e não pela quantidade.  Num mercado de recessão a empresa mantém uma carteira de clientes fidelizados que contam com a Lisaccount como um parceiro de confiança que os acompanha em todas as suas necessidades permanentes. Os clientes da Lisaccount não são números, há um acompanhamento contínuo e apoio permanente à gestão das empresas.

“POR DETRÁS DE UMA GRANDE EMPRESA HÁ UMA GRANDE MULHER”

Lisaccount tem uma cara e essa cara é Cidália Marques, uma mulher de números, mas que sabe fazer bem a gestão de pessoas. O segredo do seu sucesso? Rigor e dedicação. “No início da empresa, durante muitos anos, trabalhava 16 horas por dia, de segunda a domingo e feriados”, refere Cidália Marques que manteve sempre o foco no seu percurso profissional. Exigente consigo própria, com o seu trabalho e com as pessoas que a rodeiam, Cidália Marques sempre revelou um espírito empreendedor. Em 1996 faz nascer um projeto que viria a ter um forte impacto no país – Os Ursitos. Pioneiro em soluções completas e integradas de mobiliário infantil e juvenil até aos 15 anos, Os Ursitos primou pela pormenorização e pela sua particularidade, não fosse Cidália Marques também ela mãe e não tivesse o projeto resultado na procura do quarto de sonho para o seu bebé. Um projeto que veio de Espanha, após uma procura incessante e resiliente pelo quarto que Cidália Marques idealizava para o seu filho e que não conseguia encontrar em Portugal.

Presente no mercado até 2004 e com 25 lojas abertas no país em regime de franchising, n’Os Ursitos era possível encontrar-se móveis pintados à mão, as mais recentes novidades em design de mobiliário moderno, produtos de decoração e ainda todos aqueles mil e um acessórios que completam e personalizam um ambiente infantil. Aqui, todas as mães poderiam encontrar “um quarto de sonho, para uma criança de sonho”.

ESPÍRITO EMPREENDEDOR

Mulher com forte presença no mundo dos negócios, Cidália Marques abraçou dois novos projetos que prometem surpreender. Podemos avançar que um dos projetos será o lançamento de um livro que contará a história de vida de Cidália Marques, “Mulher, Mãe e Amante – 60 anos de vida”. É um objetivo há muito ambicionado e que agora terá os seus frutos. Neste livro encontrará a história de vida de uma mulher que trabalha desde os 11 anos de idade, conciliando sempre os estudos com a sua educação e formação profissional, até a abertura da sua empresa em 1982. Uma empresa cuja atividade, na altura, era exclusivamente dominada por homens. Garra e determinação definem Cidália Marques e foi esta garra que permitiu, ao longo de 62 anos, contornar os obstáculos, superar dificuldades e ser sempre uma pessoa muito ativa. O segundo projeto está ligado ao automobilismo, não podendo ser para já revelado. Contudo, promete revolucionar mais uma vez o “mundo de homens”, não fosse Cidália Marques uma mulher empreendedora com espírito de liderança, sempre à procura de desafios. Uma mulher otimista por natureza que nunca baixou os braços, que ama a humildade e honestidade em detrimento da hipocrisia e falsidade.

Projetos estratégicos, resultados únicos

A LUMO Consultoria de Gestão é uma empresa de consultoria empresarial que desenvolve a sua atividade focalizada na gestão dos projetos dos seus clientes. Aquando a criação da LUMO que principais lacunas no mercado visavam colmatar?

A LUMO surgiu em torno de uma ideia: gerir os projetos das empresas do início até ao encerramento físico e financeiro do investimento. Criada por cinco profissionais com cerca de 20 anos de experiência no mercado, apercebemo-nos que, durante o nosso percurso profissional, as pequenas e médias empresas não têm a lógica de funcionamento da criação de uma equipa permanente para a execução e acompanhamento de um projeto. E é aqui que a LUMO entra, quando nos apercebemos das falhas existentes neste nicho do mercado, como especialistas de gestão e projetos e com cinco áreas de atuação: Incentivos, Sistemas de Gestão, Capital Humano, Marketing e Internacionalização e Corporate Finance.

É missão da LUMO contribuir para o desenvolvimento sustentado das empresas, auscultando as suas necessidades e desenvolvendo serviços e soluções integradas. De que forma orientam a sua prestação destacando-se das demais do setor?

A nossa especialização na gestão de projeto é o fator-chave da LUMO. Assumimos um compromisso com a empresa de que o projeto vai chegar à reta final cumprindo as metas definidas. Contamos com estas áreas de competência que nos permitem intervir e, ao longo do projeto, suprir as necessidades que vão surgindo, auxiliando o cliente para que tenha o resultado esperado. Somos uma equipa de séniores com uma vasta experiência e especialização em diferentes áreas e a nossa visão alargada em gestão de projetos é a nossa diferenciação.

A LUMO é entidade acreditada para prestação de serviços no âmbito dos vales. Prestam serviços de consultoria no âmbito dos vales Empreendedorismo e Inovação. Em que aspetos as empresas necessitam de maior apoio?

As empresas pretendem otimizar os seus recursos e focalizam-se no seu negócio, não tendo muitas vezes recursos para gerir internamente os projetos. A nossa abordagem passa pela criação de equipas integrando elementos da empresa, da LUMO e outros recursos externos específicos para cada projeto. Após a conclusão dos projetos, a LUMO mantém o contacto com as empresas, existindo recorrentemente a possibilidade de surgir novos projetos após esta cooperação. É necessária uma atuação próxima do cliente e esta relação de proximidade é muito importante.

A acreditação do Portugal 2020 é um fator importante para a LUMO, que defende a acreditação não só para quem presta os serviços, mas também para quem elabora e acompanha as candidaturas, pois só beneficiaria a qualidade do serviço prestado, constituindo assim uma garantia para as empresas que contratam o serviço de elaboração e acompanhamento das candidaturas. Tem de haver rigor e profissionalismo nesta questão. É importante dar respostas adequadas às necessidades que vão surgindo.

A importância da experiência e a capacidade de resposta às empresas é o que define a LUMO pela sua especialização e experiência no mercado. Queremos ser uma mais-valia e criar valor acrescentado nas empresas com as quais trabalhamos.

A LUMO apoia, igualmente, o desenvolvimento de projetos de investimento das empresas, desde a ideia original até à sua conclusão física e financeira. De forma a LUMO ajuda as empresas a contornar os obstáculos durante o acompanhamento?

O sucesso de uma candidatura a um sistema de incentivos, não se resume à sua aprovação, esse é apenas o ponto de partida para o desenvolvimento do projeto de investimento na empresa.

Ao longo desse processo a LUMO identifica cinco fases, acompanhando cada uma delas de modo a assegurar a eficácia da prestação do serviço. Numa primeira fase fazemos o diagnóstico e o enquadramento daquilo que o cliente pretende. Saber como podemos ajudar e quais são as soluções disponíveis. É uma fase importante de relacionamento com o cliente. A segunda e terceira fase, correspondem à elaboração e gestão da candidatura, respetivamente, onde prestamos um trabalho técnico para ajustar o processo às regras exigidas. A quarta fase é a fase de acompanhamento num contacto permanente junto das entidades financiadoras, propondo alterações e soluções com vista a maximização do incentivo recebido. É a fase mais importante e onde fazemos a diferença, pela experiência que acumulamos em diversos processos. Por fim, a fase do encerramento, que corresponde ao fim da execução física do investimento e análise do cumprimento das metas do projeto, o grande objetivo de cada projeto.

Formação profissional para qualificar

Earth Consulters surge em 2010 com o principal objetivo de qualificar as empresas e os particulares, desenvolvendo ações de formação profissional certificada e obrigatória. Que principais lacunas visava colmatar no mercado?

Quando se iniciou o projeto Earth Consulters existiam ainda lacunas no mercado para responder à legislação da formação profissional em Portugal. Pretendíamos, dessa forma, prestar um serviço que aconselhasse as entidades da obrigatoriedade da formação profissional, em várias vertentes, bem como a importância que esta tem para reforçar a produtividade e competitividade. Atualmente, a Earth Consulters continua a intervir na capacitação de recursos humanos, promovendo e realizando projetos de formação e intervenção inovadores.

Com a premissa de aumentar as competências profissionais dos seus clientes, qual tem sido o elemento diferenciador que destaca a Earth Consulters dos demais no setor?

A Earth Consulters tem vindo a destacar-se no mercado por manter contacto próximo e regular com os formandos, apostando em práticas de excelência, desde o primeiro contacto. Queremos ser os melhores, renovando esse objetivo todos os dias. Além do rigor com que atuamos, temos uma equipa vocacionada para o atendimento personalizado ao cliente, prestando apoios necessários na resolução de problemas, fazendo com que os empresários se dediquem apenas ao negócio, deixando o excedente connosco.

“O nosso sucesso advém dos nossos clientes e por isso, damos uma resposta adequada, de rigor e excelência a quem nos procura tantas e tantas vezes”. Que outros valores definem a Earth Consulters?

A dedicação e ambição das equipas de alto rendimento e que integram a estrutura são considerados os pilares basilares do sucesso. O sucesso aparece quando se tenta atingi-lo. O sucesso não é tudo, mas querê-lo é. Somos produto das nossas decisões. A integridade, credibilidade e solidez, são outros valores enraizados, na medida em que a conduta para com os nossos stakeholders, rege-se sempre por práticas de excelência. Credibilidade e solidez «andam de mãos dadas».

Com formadores qualificados, um departamento de formação dedicado e homogéneo e um departamento comercial que faz acompanhamento em todas as fases.

Damos às pessoas responsabilidade, poucas outras coisas podem ajudar mais as pessoas, deixamos que sintam que confiamos nelas.

A Earth Consulters é uma empresa de Consultoria e Formação Profissional. Que balanço é possível perpetuar do seu percurso até aos dias de hoje?

O balanço que se faz é cada vez mais um balanço positivo e o feedback ainda melhor, com crescimento e evolução consolidados. Tal como um avião, descolamos contra o vento, mas hoje estamos em plena velocidade de cruzeiro e está a ser uma viagem excecional, pelos desafios que se nos apresentam. O trabalho duro, as batalhas invisíveis dentro de nós reforçam o crescimento, observável com a posição que alcançamos no setor da formação profissional. O reforço e consolidação no mercado tem permitido capacitar as empresas a serem mais competitivas e produtivas e darem respostas céleres às exigências laborais.

A Earth Consulters tem como visão a promoção e realização de projetos de formação e de intervenção inovadores, de qualidade e de valor sustentável. Que papel pretende assumir a empresa na sociedade?

Pretendemos assumir o topo, sermos os melhores, o lugar de destaque, alcançando tudo e todos. A Earth Consulters sabe que existe uma percentagem significativa de pessoas que desconhece a legislação e não cumpre com obrigações laborais. Nem sempre é fácil chegar a elas, nem encontrar a melhor estratégia para lá chegar, e fazer compreender que a formação profissional é mais que mera obrigação ou dever. A Earth Consulters quer alargar o seu setor de atividade, tendo já feito pedido de alargamento de áreas na DGERT. Tentar que as pessoas se preparem cada vez melhor para o futuro, mostrar que as limitações, a maior parte das vezes, apenas vivem dentro das suas cabeças. As pessoas têm de ter desejo de sucesso. Esse desejo tem de ser maior que o medo do fracasso. Temos de nos aperfeiçoar, dessa forma tornamos o mundo melhor. As pessoas têm medo de crescer devagar demais, que a aprendizagem corra devagar, devem ter medo é de ficarem paradas.

A Earth Consulters encontra-se sediada na cidade de Viseu. Porquê? Qual é a estratégia e onde está a empresa presente para além desta cidade?

Viseu é central, chamou-me a atenção mas não só, porque muitas coisas me chamam a atenção, só decido avançar para as que me chamam também o coração. Viseu sempre nos pareceu estrategicamente um bom ponto para chegar a bom porto, pela proximidade com várias capitais de distrito. Não obstante Viseu possuir ótimas vias de comunicação, a Earth, quer estar perto das pessoas, para que tenham acesso direto a informação e formação, sem terem de se deslocar. Para alcançar essa proximidade com pessoas e entidades, a Earth alavancou o seu crescimento, abrindo em Portugal espaços em Braga, Porto, Lisboa e Faro, e recentemente nas Ilhas da Madeira e Açores.

Com forte presença no continente e nas Ilhas da Madeira e Açores, a Earth Consulters tem alargado a sua área de atuação, tendo já entrado no mercado de trabalho de Moçambique. Quais as principais diferenças entre os mercados português e moçambicano?

As diferenças são muitas. Existem obstáculos para o crescimento das empresas naquele País, começando pelos recursos humanos pouco qualificados.

É um país que apresenta sistemas contabilísticos, fiscais e jurídicos semelhantes ao nosso, mas apresenta insuficiências nas infraestruturas económicas, sociais, viárias e energéticas. Moçambique tem uma economia débil, com limitados recursos financeiros sendo o custo de vida desajustado à realidade dos ordenados. Praticarmos os valores de investimento médio que aqui praticamos, seria impensável, traduzir-se-ia num investimento inconcebível de cerca de 10 mil meticais, mais que o salário da maior parte dos Moçambicanos. É o país da África Austral com menor taxa de escolaridade efetiva. A falta de bases para potenciar a aprendizagem na idade adulta é outro problema. Junto com os E.U.A., Maurícias e África do Sul, Portugal é dos países que mais tem investido em Moçambique, com mais de 300 milhões de euros de investimento em 2014. Vivem cerca de 25 mil portugueses na nossa ex-colónia. É um desafio.

Com um reforço e consolidação no mercado bem visíveis, por onde passa o futuro da Earth Consulters? A sua expansão nos Palop é uma realidade?

Nós queríamos muito que fosse uma realidade sólida, mas como deve compreender, as expansões de atividade são um desafio que tem de ser equacionado em muitas vertentes. A vida fecha-nos portas, mas também nos abre outras. Quase nunca vemos as que se abriram, porque ficamos demasiado tempo focados a olhar para as que se fecharam. Nós temos o farol sempre nas que se abrem. Estamos a trabalhar nesse sentido. A alma é o segredo do negócio.

Os planos de formação elaborados pela Earth Consulters pretendem ir de encontro às necessidades dos clientes, proporcionando planos feitos à medida. Quais as áreas de formação disponibilizadas pela empresa?

O nosso core business é baseado na necessidade do cliente em obter formação obrigatória para o exercício de uma determinada área de negócio. A Earth Consulters ministra formação profissional obrigatória e formação à medida. As ações de formação profissional que dispomos são certificadas pela DGERT, o que por si só, já é o reconhecimento da nossa capacidade enquanto entidade formadora. A Earth Consulters dispõe ainda de reconhecimento do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, para ministrar ações de formação na área da Agricultura. Estamos ainda reconhecidos pelo IMT- Instituto da Mobilidade e dos Transportes, IP., para ações de formação na área dos Serviços de Transporte. A Agricultura, os Serviços de Transporte, a Segurança e Higiene no Trabalho, entre tantas outras, são áreas de extrema importância para a economia e por isso apostamos na capacitação de quem as exerce.

De que forma podem ser ministradas?

As ações podem ser ministradas, logo no momento em que haja necessidade expressa para a sua realização. Além das nossas
infra-estruturas, temos nos vários pontos do país, estabelecidos protocolos de cooperação e cedência de salas, que permite ministrar formação em locais apropriados, que cumpram com requisitos para o bem-estar dos formandos e a qualidade pedagógica da ação. Por forma a responder a uma das maiores necessidades dos formandos, proximidade do local de trabalho/ residência ao local da formação, a nossa equipa encontra a solução que melhor se adequa às situações. Para a prática, contamos com uma bolsa de formadores altamente qualificada, e com uma experiência profissional enquadrada no setor de atividade a que a formação se refere.

Refere que a formação profissional certificada e complementar ao exercício de determinadas profissões assume-se cada vez mais como “natural”. Os profissionais estão consciencializados para a importância que a formação complementar assume nos dias de hoje?

Temos ainda uma parte significativa que não vê a importância da formação complementar nos dias de hoje e que, na maioria das vezes, realiza a ação apenas para cumprir com a legislação ao invés da aprendizagem e know-how adquiridos. Ainda existe a ideia de que a formação profissional é uma medida política, o que não corresponde à verdade. A formação profissional contínua fomenta o espirito crítico e preventivo, incrementando a competitividade e a qualificação de recursos humanos.

Inovação é cada vez mais a palavra de ordem no universo empresarial. De que forma a Earth Consulters tem conseguido corresponder às necessidades dos seus clientes num mercado competitivo e exigente?

A estratégia sempre foi inovar, acompanhando os desafios que a globalização nos colocou. As realidades estão sempre a alterar-se e por isso fazemos questão de acompanhar sempre os nossos clientes, conhecendo hábitos e problemas para também nós nos sentirmos na vanguarda. Este conhecimento e acompanhamento permite ajustar a nossa missão, qualificando também nós a nossa equipa para que sejamos capazes de implementar a mudança. Os paradigmas da era da globalização levaram-nos a adotar novas estratégias, recorrendo ao processo de internacionalização para reforçar o crescimento e expansão em novos mercados.

A Earth Consulters disponibiliza, igualmente, aos seus clientes serviços de consultoria. Quais as áreas de atuação? As empresas compreendem a relevância dos serviços de consultoria para o seu reforço e expansão no mercado?

As empresas vão compreendendo a relevância destes serviços, após nos terem conhecido na vertente da formação profissional, onde são sensibilizados para outras áreas de atuação. Prestamos consultoria jurídica, auxiliando os nossos clientes no melhor caminho a trilhar, na resolução de problemas jurídicos que tenham inerentes à sua atividade profissional. Prestamos ainda consultoria na área do Marketing e do novo quadro comunitário, auxiliando os clientes a incrementar a sua área de negócio, tornando-os mais competitivos num mercado já saturado em muitos setores de atividade.

Com uma experiência consolidada na promoção de formação a nível nacional, a aposta da empresa passa pela formação com elevado grau de empregabilidade ou em formação obrigatória para o desempenho de uma área de atividade. Por quem são mais procurados? Empresas ou particulares?

Inicialmente seria mais por empresas que estariam, nessa fase, ainda sem conhecimento da legislação e que apostaram na qualificação dos recursos humanos. Atualmente, podemos afirmar que a discrepância entre Particulares e Empresas é reduzida, uma vez que os Particulares já procuram obter certificação em áreas distintas, como forma de serem mais competitivos, mas também de garantir a empregabilidade.

Eleita PME líder em 2016

Eleita PME líder em 2016 o que podemos esperar da Earth Consulters para 2017?

Tudo o que sonhamos ser, ou que sonhamos que podemos fazer, temos de começar. Arriscar, ser ousados. Pretendemos evoluir, mantendo presentes os valores e a nossa missão. Queremos fazer mais e melhor. Não podemos dar nada por adquirido, pelo que cada dia e não cada ano é um desafio. A nossa dedicação e ambição torna tudo possível, procurando em cada um dos dias, novos caminhos para alcançar o sucesso. Há sempre arestas a limar e novos trajetos para percorrer, e, em 2017, contamos também com os nossos clientes para tornar a Earth Consulters mais e melhor.

 

O QUE É SER DIRETOR FINANCEIRO OU CHIEF FINANCIAL OFFICER (CFO) NUMA ORGANIZAÇÃO?

São os próprios CFO que o sentem e o sabem e que aliás vários estudos levados a cabo por académicos (Cheng, por exemplo) ou por consultoras (como a Capgemini ou a Accenture, por exemplo) também o atestam, de forma clara. Em épocas de recessão económica (como a vivida entre 2008 e 2014) os CFO são sobretudo os primeiros responsáveis por cortes nas despesas e nos investimentos, por maior controlo de custos, de liquidez e de capital, gerindo sempre a complexidade inerente a essas situações. Entretanto, quando o crescimento económico ressurge (e embora não descurando as anteriores funções) os CFO têm uma participação mais “positiva”, avaliando novos investimentos e respetivas fontes de financiamento, participando de forma mais evidente na tomada de decisões estratégicas e contribuindo de forma decisiva para a criação de valor das organizações.  Ou seja, o focus da função financeira está a deslocar-se mais recentemente (à medida que desanuvia o clima económico) do tema da “eficiência” (tentar fazer o mesmo com menos recursos) para o da “eficácia” (tentar fazer o melhor com os recursos necessários). Os próprios CFO ficam mais satisfeitos e motivados quando a sua função é sobretudo canalizada para criar valor, emprego e investimento. Nessas alturas, a sua motivação leva-os a pensar em melhorar os seus conhecimentos e competências, em fazer formação executiva (seja de cariz técnico ou mais comportamental), pois eles sabem que só CFO motivados e competentes podem participar positivamente dos desafios mais exigentes da cada vez mais complexa economia do futuro.

A complexidade, é precisamente (segundo os próprios CFO) o maior desafio que enfrentam na sua atividade, seja devido aos riscos inerentes aos negócios (que não param de aumentar por força da globalização), seja por força da incapacidade de muitos sistemas informáticos, ou ainda da necessidade de trabalhar com uma rede complexa de stakeholders e de sistemas operativos não totalmente funcionais, não esquecendo ainda que se perspetiva uma “revolução” digital nos próximos anos e que introduzirá desafios novos na função de gestor financeiro. Na verdade, muitas empresas vão certamente investir nos próximos anos montantes significativos em cloud em software as a service, em big data e em todos esses investimentos estarão envolvidos CFO, primeiro no próprio processo de decisão, depois na gestão e aproveitamento desses recursos. Claro que ser CFO não é exatamente o mesmo em microempresas ou em grandes empresas; em empresas familiares ou em multinacionais mas em todas se exige um corpo comum de competências e quem apresenta mais competências não só apresenta melhores resultados corporativos, como inclusivamente pode vir a atingir de forma mais provável a posição de Chief Executive Officer (CEO) da organização. Com efeito, um estudo recente da IBM (IBM Global CEO) mostrou que CFO possuidores de superiores competências nos domínios da capacidade de integrar informação proveniente de diferentes origens, da capacidade de planeamento e de previsão, da capacidade de monitorização da performance empresarial, da capacidade de visão e perceção e ainda da capacidade de gerir riscos estão mais próximos de contribuir para organizações com superiores volumes de negócios e resultados. Neste caminho para superiores performances organizacionais, alguns estudos realizados nos Estados Unidos mostram existir uma correlação positiva forte entre a performance económico-financeira das empresas e o facto de o respetivo CFO ter experiência profissional na mesma entidade (antes de ser CFO); da mesma forma, foi detetada uma relação negativa entre a performance empresarial e o facto de o respetivo CFO ter trabalho antes noutras entidades mas de outros setores de atividade económica.  Fica, assim, clara a ideia de que, sem desprezar a importância do papel do CEO, mais atenção deve ser dada ao perfil, formação e experiência dos CFO para garantir que as organizações alcançam os seus objetivos, melhoram a sua performance, em suma criam mais valor.

Opinião de Armando Silva, Pró-Presidente e Coordenador da Porto Executive Academy

“NÃO TEMOS O QUE MERECEMOS MAS SIM O QUE NEGOCIAMOS”

No final de 2014 sai do Banif e começa a trabalhar como consultora numa empresa de marketing. Mais tarde entrou numa empresa dedicada apenas a consultoria e começou a fazer candidaturas no âmbito do Programa Portugal 2020. A par disto decide inscrever-se no BNI (Business Network International), rede mundial constituída por pequenos grupos de empresários que se reúnem uma vez por semana, para trocarem oportunidades de negócio. Aliam-se como parceiros empresariais ou, através da sua rede de contactos no exterior, proporcionam outras parcerias empresariais lucrativas e certo é que quem dá recebe sempre em troca. A rede BNI foi fundada em 1985, por um empresário norte-americano, Ivan Misner, que começou a trocar contactos (prefere chamar-lhes “referências”) com um grupo de amigos e passou a ser solicitado para criar outros encontros com o mesmo objetivo. Hoje, o BNI está em 69 países e liga mais de duzentos mil homens e mulheres no mundo dos negócios.

CONSULTORIA FINANCEIRA

Com contactos recolhidos da BNI, decide fundar a EGENI, em junho de 2016, uma empresa de consultoria, fruto de toda a aprendizagem que reuniu ao longo dos anos. No entanto não parou e ao mesmo tempo é hoje Consultora da marca I Have the Power. Uma empresa com um sistema totalmente integrado de treino de pessoas para o êxito.

LIGAÇÃO AOS PALOP

Ermelinda Gonçalves está também ligada aos PALOP desde junho. Foi numa festa que conheceu um contacto chave, que percebeu a potencialidade da nossa entrevistada e que decidiu por isso fazer-lhe uma proposta. Tornaram-se parceiros com o intuito de estabelecer sinergias entre empresários portugueses da construção civil e trading para investirem em vários países de África e não só: Guiné-Bissau, são Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e também da América Latina (Argentina e Bolívia).

SER MULHER

Porém, a nossa interlocutora revela que “nem sempre é fácil lidar com o facto de ser mulher em alguns países, simplesmente porque a liderança no feminino é algo que não é aceite”. Mesmo assim, esse não é um problema para a nossa entrevistada que garante que há sempre forma de contornar os obstáculos. “Em África as mulheres não discutem política nem negócios. Temos de respeitar alguns fatores culturais”.

“Há mentalidades complicadas e formas de realizar negócios pouco claras. São mentalidades que têm de ser combatidas mas com calma, sem correr riscos. É necessária uma sensibilidade especial”. Relativamente ao papel da mulher na sociedade e à importância que em alguns lugares ainda lhes é devida, Ermelinda Gonçalves considera que há um caminho a percorrer e que são, também, as mulheres a ter de o fazer: “o ideal é que as mulheres sejam valorizadas pela sociedade e que se aproveite o que de diferente têm dos homens. As mulheres precisam de ir à luta. Existem muitos casos de mulheres que também não querem sair da sua zona de conforto, têm medo. Comigo aconteceu, também tive medo. Porém a minha educação permitiu-me aprender que eu tenho valor, que me instruí para nunca ser o tapete de ninguém. É errado não nos opormos àquilo com que não concordamos. Se as mulheres continuarem preocupadas com o que os homens pensam delas nunca ultrapassarão os limites que a sociedade lhes impõem em várias áreas da vida”. E tudo começa e pode mudar a partir de casa, com a educação, garante: “as mães têm de ensinar aos seus filhos rapazes que eles não são mais do que as raparigas, quer na vida profissional quer na vida pessoal”. Quanto ao resto, Ermelinda Gonçalves afirma que na vida “não temos o que merecemos, mas sim o que negociamos”.

TRABALHADORES FELIZES FAZEM UMA EMPRESA FELIZ

HUMAN SKILLSPresente no mercado há cerca de um ano, a HumanSkills-HR surge com a motivação de acrescentar valor e criar novos métodos de trabalho na área de recursos humanos, área que tem vindo a assumir uma importância acrescida no universo empresarial.

A valorização do capital humano apresenta-se, hoje, como fator de diferenciação e de sucesso empresarial, pelo que a aposta nesta componente é uma mais-valia, devendo as empresas entender que as pessoas são o principal fator competitivo.

A HumanSkills-HR assume-se no mercado com serviços de consultoria de recursos humanos, recrutamento e seleção (nacional e internacional), formação e desenvolvimento e outplacement. Com uma diferenciação e ajuste às necessidades atuais das empresas, a HumanSkills-HR procura, para cada serviço, conhecer por completo a empresa cliente. “Todos os clientes são diferentes, por isso, procuramos sempre reunir com o mesmo, definir a necessidade da empresa cliente, conhecer o setor de atividade, a cultura e os todos os aspetos relevantes de forma a garantir um serviço eficaz. Falamos de um serviço personalizado, sem dúvida!”, refere Maria Varela Marques. É um “trabalho de terreno”, que é feito lado a lado com o cliente, através de uma comunicação clara e transparente e onde a palavra de ordem é proximidade.

VALORIZAÇÃO DO CAPITAL HUMANO

A verdade é que as empresas começam a ter noção que um dos elementos de diferenciação e de competitividade, são as pessoas. “Se não apostarmos nos recursos humanos corremos o risco de prestar um serviço como qualquer outra empresa do seu ramo de atividade. É nas pessoas que está a diferença e é com elas que as empresas conseguirão destacar-se no mercado. Por isso mesmo, verificamos que as empresas estão a investir cada vez mais na formação e desenvolvimento, na motivação e na retenção de talento”, explica a CEO da HumanSkills-HR.

Motivação, formação e desenvolvimento dos colaboradores e retenção de talentos apresentam-se, assim, como fatores importantes para a competitividade, bem como o bom ambiente empresarial, o trabalho em equipa e a comunicação entre os colaboradores dos diferentes departamentos e cargos, onde o gestor de recursos humanos é uma peça fundamental. “O GRH deve assumir um papel de relevo nas empresas. É importante que tenha liberdade para trabalhar e que faça parte da estratégia organizacional e de desenvolvimento da mesma. Deverá ser responsável pelo recrutamento e seleção, desenvolvimento do capital humano através de formação e de políticas de motivação e avaliação de desempenho que deverá ser sempre uma ferramenta de desenvolvimento de forma a incentivar os colaboradores a melhorar e retenção de talentos. O GRH deve ser próximo dos colaboradores, essa proximidade trará clareza nos processos de decisão”, afirma Maria Varela Marques.

O trabalho do departamento de recursos humanos nas empresas, como é muitas vezes definido, não é, portanto, apenas o recrutamento e seleção de colaboradores e a prestação de serviços administrativos. É sim, ou deve ser, muito mais abrangente. Maria Varela Marques defende que o organograma empresarial deve ser circular, neste organograma não há preocupação em representar a hierarquia, mas sim ressaltar a importância do trabalho de equipa. Verifica-se então uma relação de proximidade entre os colaboradores, nas atividades ou processos chave da empresa, com o responsável por cada uma delas. “Quando há comunicação há troca de ideias, quando há troca de ideias coisas novas surgem, por isso é importante a proximidade, comunicação e confiança para um bom trabalho em equipa. São estes fatores que fazem a diferença. Colaboradores felizes dão mais de si e fazem, sem dúvida, empresas felizes e produtivas”, acrescenta a CEO da HumanSkills- HR.

 

GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS

A apostar no desenvolvimento de um novo serviço, a HumanSkills-HR prepara-se para disponibilizar aos seus clientes um serviço de Gestão Administrativa de Recursos Humanos para pequenas empresas que, na maioria das vezes, não têm um departamento de recursos humanos. “Pretendemos com este serviço criar um departamento de recursos humanos que faça esse trabalho. É um departamento que estamos a desenvolver e que fará a diferença”, conclui Maria Varela Marques.

“O CRESCIMENTO DO NOSSO CLIENTE É O NOSSO CRESCIMENTO”

Presente no mercado há cerca de um ano, a Mind Consulting disponibiliza aos seus clientes um conjunto de serviços que os ajuda a dinamizar, inovar, crescer e criar valor no mercado. Num mercado cada vez mais competitivo e exigente devido à globalização, a verdade é que as empresas enfrentam desafios mais complexos e também eles, globais. Para Telma Paz e Débora Neves, o maior obstáculo que se impõe, atualmente, às empresas está relacionado com o financiamento. Para Telma Paz, os financiamentos públicos que estiveram parados durante algum tempo, a dificuldade em obter financiamento por parte da banca, a burocracia e a morosidade dos processos de avaliação das candidaturas a incentivos, acabaram por ser um grande entrave para os empresários. “Contudo, o nosso tecido empresarial tem tido uma evolução bastante positiva. As empresas apresentam um mind set atual e demonstram capacidade de resposta para SE adaptarem rapidamente às exigências da internacionalização e do mercado global”, refere Telma Paz.

SERVIÇOS DE “A” A “Z”

“É o projeto das nossas vidas”, começam por referir Telma Paz e Débora Neves, que já tinham trabalhado juntas, vindo a demonstrar vontade de ter um projeto próprio. Contudo, o passo foi dado quando outra grande mudança se deu nas suas vidas pessoais: foram mães. “Era a fase indicada, pois estávamos a iniciar um projeto novo pessoalmente também”, explicam as empresárias.

A experiência profissional na área de captação de incentivos e na área de contabilidade e gestão de empresas permitiu-lhes concluir que existiam algumas falhas no universo empresarial que queriam colmatar. “Os pequenos projetos e os pequenos empresários muitas vezes não eram apetecíveis para a maioria das consultoras, não tendo o devido acompanhamento. Para nós isso tornou-se num nicho de mercado explorável”, avançam as nossas entrevistadas.

E assim surgiu a Mind Consulting com um leque de serviços bastante abrangente e completo para as pequenas e médias empresas desde a área da contabilidade, passando pela consultoria financeira até à área dos incentivos fiscais e financeiros. “Juntámos, assim, as nossas competências e valências e colocámo-las ao serviço das PME’s no apoio à gestão de uma forma mais integradora”, explicam.

Com serviços complementares em várias áreas, a Mind Consulting presta apoio no âmbito da contabilidade de A a Z para pequenas e médias empresas ou empresários em nome individual. No que diz respeito à gestão financeira, são incluídos os apoios aos financiamentos, desde candidaturas no âmbito do IEFP a financiamentos de maior escala (Portugal 2020 e Horizonte 2020). Outro serviço prestado pela empresa concerne ao outsourcing administrativo para pequenas empresas que não teÊm o volume necessário para possuir um departamento administrativo, pelo que procuram apoio nessa área. Consultoria de gestão é outro serviço prestado pela Mind Consulting, onde é feito o acompanhamento dos investimentos das empresas e de empresários em nome individual desde o seu início, são feitos estudos de mercado e de viabilidade, bem como planos de negócio, gestão de recursos humanos, mapas de rentabilidade e indicadores de negócio ou, ainda, gráficos de performance da empresa.

“O nosso objetivo é prestar um serviço personalizado e adequado às necessidades específicas de cada cliente porque cada empresa procura um serviço e apoio em componentes diferentes para diferentes objetivos”, afirmam Telma Paz e Débora Neves. Pelo que apostam fortemente na formação e nas parcerias com outras empresas para complementar os seus serviços de forma a posicionarem-se ao lado do cliente como verdadeiro parceiro e, de A a Z, acompanhá-lo, aconselhá-lo, ajudando o seu negócio a tornar-se viável para crescer, “pois o crescimento do nosso cliente é o nosso crescimento”, referem.

O DESAFIO

Mulheres de negócios, esposas e mães. Assim é para Telma Paz e Débora Neves que, quando questionadas sobre se, entre a pressão e a capacidade de equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, tem sido fácil fazer esta gestão, respondem que é o maior desafio das suas vidas. “É importante, acima de tudo estarmos sincronizadas e apoiarmo-nos. Tem sido fundamental podermos contar com a nossa equipa sem qual tinha sido um processo muito difícil. O nosso esforço pode ser máximo, mas inevitavelmente tivemos momentos em que não podíamos estar tão disponíveis e a 100%”, explicam as nossas entrevistadas para quem, inevitavelmente, a mulher acaba por ter um papel muito mais ativo, apesar de não tirarem o mérito à liderança no masculino.

Deloitte contratada para modelo de acompanhamento de preços em Angola

Consultores da Deloitte vão apoiar o Governo angolano a definir um modelo de acompanhamento do preço base de bens e serviços à venda no país, segundo um documento governamental a que a Lusa teve esta sexta-feira acesso.

A contratação do consórcio formado pelas empresas Deloitte & Touch e Deloitte Consultores, oficializada no final de julho, surge numa altura em que a inflação no país, a um ano, já ultrapassa os 30%, afetando nomeadamente os preços do pão, arroz ou leite, entre outros.

Nas previsões do Governo na revisão do Orçamento Geral do Estado deste ano a inflação pode atingir até dezembro os 45%.

A contratação do grupo Deloitte, segundo a documentação consultada pela Lusa, envolve o Instituto de Preços e Concorrência de Angola e visa o “desenho e implementação de um modelo de acompanhamento do preço base dos serviços no mercado nacional”, mas não adianta valores envolvidos no acordo de prestação de serviços.

O preço vigiado de mais de 30 produtos e serviços básicos em Angola, medida que entrou em vigor em fevereiro devido à crise que afeta o país, passou a ser definido em função da estrutura de custo, noticiou a Lusa em junho passado.

A decisão consta de um decreto assinado pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, com data de 30 de maio, alterando a legislação que regulamenta o Sistema Nacional de Preços, para “assegurar uma melhor compreensão e implementação do regime de preços vigiados” definidos pelo Governo.

“O preço vigiado assume a forma de preço de referência, que é determinado com base na estrutura de custo do respetivo bem ou serviço”, lê-se na alteração então implementada.

Mais de 30 produtos e serviços, como arroz, leite, pão ou tarifas de transportes, integram a lista de “preços vigiados” em Angola desde 15 de fevereiro, mas a forma como esses preços eram definidos não foi esclarecida, permitindo a continuação na especulação de preços.

Desde 2011 que se aguardava um despacho que permitisse regulamentar o Sistema Nacional de Preços e a fiscalização policial, o que aconteceu este ano, numa altura de aumentos generalizados nos preços e escassez de alguns produtos.

Em causa está a crise financeira, económica e cambial em que o país está mergulhado, fruto da quebra para metade nas receitas petrolíferas e dificuldades nas importações, pela falta de divisas.

Contudo, apesar da vigilância mais apertada, os preços em Angola não param de aumentar, segundo os registos mensais da inflação divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, afetando especialmente produtos da cesta básica.

O Governo angolano colocou sob o regime de “preços vigiados”, para travar a especulação, ainda produtos como açúcar, carne, peixe, sal, batata, tomate, cebolas, farinha, massa, óleo ou fuba.

A lista integra 32 produtos, mas também serviços como tarifas de passagem aérea, de transporte rodoviário, marítimo e ferroviário, de passageiros e carga, mas também de táxi (transportes públicos informais).

Além destes, o decreto de fevereiro – complementado com a alteração de 30 de maio – estipula que seja o Governo a fixar os preços de gás, petróleo iluminante, água canalizada, eletricidade e tarifas do transporte público coletivo urbano.

APRENDIZAGEM NO SÉCULO XXI

img_ana_fernandes (002)A empresa Distance Learning Consulting (DLC) vocacionada para a Formação em eLearning e em bLearning, pretende constituir-se como uma empresa de referência no fornecimento de serviços de eLearning e bLearning. De que modo funciona cada uma destas apostas da DLC?

Somos mesmo uma empresa de referência a nível nacional, embora neste momento a estratégia definida pela DLC seja alargar a nossa qualidade, prestígio e eficácia ao espaço internacional; sempre com um grande enfoque nos países da CPLP, pelo fato de falarmos todos a mesma língua, todavia, sem esquecer o resto do mundo, uma vez que a nossa Plataforma de Formação/Educação está em Mandarim, Russo, Árabe, Inglês, Espanhol, Português, Francês e Romeno; além disso, em breve, vão ser acrescentados outros idiomas, sempre em função dos clientes de outras nacionalidades que solicitem a Plataforma NetForma.

 

img_antonio_fernandes (002)Os nossos cursos são também em mLearning, pois a Plataforma é responsive, ou seja, ela trabalha com igual qualidade com computadores, tablets ou mesmo smartphones. Queremos que os modernos “telemóveis” sejam dentro em breve o principal instrumento de aprendizagem, por essa razão, lançámos em 2015 o 1º curso do mundo destinado a ensinar a Língua Portuguesa a estrangeiros, com base nas metodologias de eLearning e mLearning, onde cada pessoa se poderá inscrever, pagar o curso e usá-lo durante um ano, sem pagamentos extra. A DLC propõe que o smartphone seja utilizado no autocarro, comboio ou em qualquer local, mesmo de lazer, como a praia ou o campo, com o objetivo de aproveitar os tempos livres para estudar português.

 

A DLC disponibiliza um serviço inovador ancorado num modelo pedagógico testado (SAFEM-D), uma Plataforma de eLearning, NetForma Da Vinci 2.0 – 3.0. De que se trata esta plataforma? Quais são as mais-valias da mesma?

A DLC criou este modelo pedagógico em 1998, tendo estado na sua origem uma Tese de Doutoramento. Depois, a partir de 2000, em conjunto com a Plataforma NetForma, já foi utilizado por mais de 300.000 profissionais. Paralelamente, este instrumento pedagógico duplo foi estudado nos últimos 16 anos em 53 Teses de Mestrado, dois Doutoramentos e um Pós-doutoramento. Dito de outro modo, além de receber a experiência de muitas empresas e de milhares de formandos, numa ótica técnica, científica e de resultados, tem vindo a ser continuamente avaliado por umas largas dezenas de investigadores.

Embora o conjunto: SAFEM-D e NetForma sejam um produto nacional, será com certeza à escala mundial o mais inovador Learning Management System, pois é o único que mede os Estilos de Aprendizagem e a Inteligência Emocional e que, é capaz de incorporar os seus resultados no processo de ensino/aprendizagem. Oferece a possibilidade de medir as Inteligências Múltiplas e a Personalidade e, ainda possui o mais criativo e eficaz Sistema de Avaliação que, entre um número vasto de soluções, categoriza as perguntas por famílias, bem como avalia e afere o Índice de Dificuldade das perguntas, para além de possuir um simulador que gera qualquer tipo de prova, com controlo estatístico e pedagógico.

 

A DLC procura criar projetos de valor adequados às necessidades e mudanças do contexto socioeconómico. Que principais aspetos visam colmatar com os serviços que disponibilizam?

O Ensino à Distância durante muitos anos, embora já tivesse atingido enorme maturidade, de que são exemplos a Open University no Reino Unido, a UNED em Espanha e o IFB/ISGB em Portugal, foi sempre um “produto” de 2ª escolha, pois quem tinha dinheiro, disponibilidade e proximidade preferia sempre o Ensino Presencial. Com o advento da Internet, especialmente, da Banda Larga, o EAD, através do eLearning, passou a ser uma 1ª escolha, com vantagens financeiras, pedagógicas, de comodidade, geográficas e, sobretudo, de eficácia e eficiência.

A DLC, além de uma plataforma e de um modelo pedagógico-multimédia únicos, teve a ousadia de criar algo muito diferente daquilo que faz a concorrência nacional e internacional; que ora simula o Presencial Expositivo ou os Métodos Ativos, conseguindo oferecer ao mercado um produto de aprendizagem capaz de gerar enorme motivação para o formando/aluno, e que, concomitantemente, leva este a alcançar resultados superiores em 20% ao Presencial, de modo que, quando se pergunta aos milhares de utilizadores deste processo se preferem a metodologia Presencial ou o eLearning da DLC, em média, 86% escolhem o nosso modelo de Ensino a Distância.

 

A empresa assume um posicionamento diferenciador pretendendo alcançar a liderança no sector e o reconhecimento junto do público-alvo, nos mercados nacional e internacional e ser uma empresa de referência para os profissionais do futuro. Qual é o peso do mercado internacional no acesso aos serviços disponibilizados pela DLC?

Em Portugal a DLC é a líder incontestada na Saúde, nos Seguros/Banca, na Distribuição, na Tecnologia Automóvel, nas Ciências Desportivas, no Ensino do Português e nas Áreas Comportamentais/Comerciais, contudo, por razões nem sempre fáceis de explicar, mas que se podem prender com a língua portuguesa (embora a DLC trabalhe em qualquer idioma) ou do elevado protecionismo de alguns países, de que o Brasil é um exemplo claro, quiçá mesmo, por não possuir os meios financeiros que exigem uma internacionalização em regiões ou países como, por exemplo, a China, a Rússia, os USA e a América Latina, pois neste negócio, a penetração nos mercados daqueles que vêm de fora exige avultados investimentos e algum tempo para o seu retorno; mesmo assim, já ganhámos, em parceria com a Universidade de Sevilha um Concurso Internacional, lançado pela Assembleia da República do Peru.

Possuímos uma plataforma e um modelo pedagógico e multimédia únicos no mundo, bem como 120 cursos em todas as áreas, os quais podem ser traduzidos para qualquer idioma. Possuímos ainda a tecnologia para trabalhar em qualquer língua, produzindo cursos de eLearning e bLearning para qualquer organização ou país, daí procurarmos parceiros que queiram connosco arriscar na conquista de novos mercados.

 

Procuram estabelecer parcerias e acordos estratégicos com organizações de referência em diferentes sectores do mercado, de modo a expandir e diversificar os serviços e projetos. Neste sentido, que importância assume as parcerias e cooperação realizadas no espaço lusófono? Que postura assume a DLC nesta questão?

A DLC possui praticamente tudo o que é necessário para ser um sucesso além- fronteiras, exceto a logística necessária para, em cada um dos países onde quer implementar o seu negócio e a sua marca, podendo atuar a partir de Lisboa ou de qualquer outra cidade do mundo, bem como liderar e coordenar a partir daí todo o processo, pois os conteúdos dos cursos estão na “nuvem”, os países e as pessoas estão ligadas em rede, portanto, poder-se-á desenvolver a formação profissional, o ensino médio e o superior em qualquer área do conhecimento, tanto de um modo assíncrono como síncrono, realizando as sessões teórico-práticas através do computador, que poderá simular uma intervenção cirúrgica, o tratamento crónico da diabetes, uma operação financeira ou ainda preparar um treinador de futebol, de ténis ou de golfe, que é o mesmo que dizer, elaborar toda a sua parte técnica e científica, deixando para cada federação o treino de campo, pois todos os aprendentes já tiveram a oportunidade de na plataforma e no curso realizarem prática simulada.

Em suma, não existem limites para o Modelo Pedagógico e Multimédia da DLC, pois através do design web e da programação, aliados ao uso do 3D, do vídeo e da Plataforma NetForma, todos conseguem simular qualquer área científica ou técnica, com enormes vantagens sobre o Presencial, pois aqui o aprendente, a partir de um computador, tablet ou smartphone, poderá deste modo vivenciar qualquer aprendizagem, por mais complexa que seja a matéria, integrando esta ação com sessões síncronas online, videoconferências ou webinar, bem como, utilizando a NetForma e os cursos, associados a pequenos módulos presenciais com base nos Métodos Ativos.

O nosso modelo de negócio é totalmente replicável em qualquer país do mundo, pois a DLC pode funcionar como fábrica de conteúdos multimédia e interativos, distribuídos através da Plataforma NetForma a uma escala planetária a partir da Internet. Dito de outro modo, seja através do sistema de franchising ou criando fábricas em países onde o modelo SAFEM-D seja replicado e também criados colones da Plataforma NetForma, numa lógica semelhante às rede sociais ou à da Google. Obviamente, nos países da CPLP ou mesmo nos PALOP, o fator língua pode ser altamente facilitador, pois no mundo lusófono com 300 milhões de habitantes, a produção de um curso ou área temática para o Ensino Básico, Secundário ou Superior, tal como para a Formação Profissional, será escalável e haverá um único investimento, com a vantagem de unificar os diferentes modos da Língua Portuguesa; situação que nenhum Acordo Ortográfico foi capaz de alcáçar até hoje.

Portanto, as parcerias com as entidades oficiais e com as empresas do espaço da CPLP são totalmente desejadas pela DLC, com a vantagem de estas serem facilmente implementadas, dado que possuímos mais de 120 cursos em áreas centrais como medicina, seguros, banca, tecnologia automóvel, segurança no trabalho, desporto, etc., dado que, pode colocar-se em funcionamento toda uma estratégia formativa para um país de grandes dimensões em pouco tempo, pois a língua é a mesma; apenas há necessidade de acertar questões de natureza operacional.

 

Desenvolvendo soluções de eLearning e de bLearning inovadoras e personalizadas que proporcionam uma vantagem competitiva às empresas clientes, a DLC também oferece serviços relacionados com a Consultoria e Gestão da Formação. O mercado português apresenta fragilidades nestes aspetos? Quem recorre aos vossos serviços de consultoria que principais preocupações apresentam?

A DLC é a empresa que em cada ano mais trabalhadores forma em Portugal, pois tem clientes que realizam cursos para mais de 12.000 colaboradores com ações de 35 horas por pessoa, ou seja, aproximadamente 420.000 horas em 12 meses. Quando utilizavam só a metodologia presencial, formavam menos de 5%, ou seja, não cumpriam a Lei da Formação Obrigatório, o que os obrigava a elaborar Relatórios Únicos com alguma criatividade.

Hoje, fazem formação em todo o País, com vantagens extraordinárias para os resultados dessas empresas nossas clientes, as quais são medidos por clientes- mistério, cabaz de compras, da diminuição drástica das reclamações, aumento muito significativo do grau de satisfação dos clientes finais, das chefias e dos colaboradores; medido através de várias sondagens e questionários. Todo este processo formativo ocorre em entidades com profunda distribuição geográfica, o que se traduz, não só numa diminuição significativa dos gastos com deslocações e estadias, bem como, numa acentuada redução do custo/hora/formação devido à economia de escala, com a enorme vantagem de tudo isto ocorrer sem que os colaboradores, em cada ano, tenham de sair da empresa durante uma semana para fazerem a formação obrigatória, dado que o eLearning da DLC permite, com melhores resultados que os alcançados no Presencial, todos os colaboradores façam a formação nas horas de menor ocupação na empresa ou, mesmo, nos seus tempos livres, o que tudo somado gera ganhos exponenciais.

A DLC não é só uma “fabrica” de cursos em eLearning, bLearning e mLearning, faz também a transferência do seu conhecimento através de meios e processos no âmbito da consultoria, isto é, por maior que a entidade seja, como ocorreu com um Grupo Empresarial que, no início de 2016 passou a ser nosso cliente, para o qual criámos uma Plataforma NetForma comum às metodologias de tipo Presencial, eLearning e bLearning, ajudando os técnicos e a sua diretora, num conjunto de tarefas destinadas a criar uma Academia de Formação Profissional para mais de 25.000 colaboradores, na sua maioria distribuídos geograficamente por todo o País, os quais possuem um denominador comum que urge reverter: a baixa escolaridade.

Nascemos em 1998, numa década em que a Formação Profissional atingia em Portugal o seu expoente máximo, todavia, com a chegada do ano 2.000, por todo o mundo as Tecnologias da Informação e Comunicação começaram a fazer parte do cotidiano da maioria dos cidadãos, principalmente, com o advento da Internet. Como sempre aconteceu no mundo, o nascimento de uma nova tecnologia vem sempre acompanhado da sua má utilização e, o eLearning, não podia fugir à regra. Durante toda a primeira década deste século, aparecerem no mercado mundial “aprendizes de feiticeiro”, ou seja, pessoas que dominavam a tecnologia mas nada sabiam de pedagogia nem de aprendizagem. Foi o caos, pois 16 anos depois ainda estamos a pagar a fatura gerada por estas pessoas, pois tanto empresas como formandos ficaram cansados de “ler” exclusivamente textos na Plataforma Moodle, sem qualquer trabalho de natureza pedagógica e sem um design ajustado à aquisição de conhecimentos ou funcionalidades multimédia indispensáveis à motivação neste tipo de aprendizagem.

Obviamente, este movimento do anti-eLearning não ocorreu só em Portugal, mas em quase todos os países desenvolvidos, o que obriga que hoje, empresas como a DLC tenham necessidade de romper com este ciclo vicioso instalado e generalizado à maioria das organizações, o que exige às empresas uma enorme capacidade de persuasão, bem como a utilização de muitos recursos e tempo para, deste modo, poderem demonstrar a validade do seu eLearning.

No que concerne à DLC, a mais antiga empresa portuguesa de eLearning, tem havido um esforço sobre-humano e uma resiliência enorme, pois só através dela foi possível andar a “pregar no deserto” até que alguém nos ouvisse ao longo dos últimos 18 anos. Porém, os anos de 2014, 2015 e 2016 tem sido os da viragem, pois começa de forma crescente a existirem cada vez mais empresários que acreditam nesta metodologia e, deste modo, a reduzirem os custos de forma significativa e a aumentarem os resultados da formação exponencialmente.

Só com a resiliência citada e com o contínuo aperfeiçoamento técnico-científico, foi possível chegar a clientes tão distintos como a indústria farmacêutica, ordens e sociedades científicas da área da saúde, faculdades de medicina, bancos, seguradoras, federações desportivas, hipermercados, centros de inspeção automóvel, empresas de restauração coletiva e de catering, de segurança, de equipamentos auditivos, de call center, de venda a retalho, etc.; em suma, umas largas dezenas de empresas que cobrem quase todo o espetro das atividades económicas, que nos foram encomendando formação profissional ao longo dos últimos 18 anos, para mais de 300.000 colaboradores.

 

Possuindo a DLC uma experiência de 18 anos e tendo criado a sua própria Plataforma e Modelo Pedagógico e Multimédia, como vê o futuro da Formação Profissional, quiçá, a Académica e que inovação propõe para estes âmbitos.

Em junho de 2015 apresentámos num Seminário sobre Aprendizagem no ISCTE – IUL o Sistema Trial. Esta metodologia pedagógica e andragógica nasceu do Sistema Dual alemão, responsável pelo milagre económico da Alemanha do pós-guerra.

O Sistema Dual é, pedagogicamente, um sistema perfeito, pois o formando/aluno aprende primeiro a parte teórico-prática da sala de formação e, produto a produto tema a tema, vai passado em alternância para a formação de posto de trabalho ou em contexto de trabalho. Dito de outro modo, o aprendente adquire na sala os conhecimentos e alguma prática simulada e, em seguida, vai para o posto de trabalho treinar o que aprendeu até saber fazer. Este é um processo cíclico, que ocorre no espaço do 10º, 11º e 12º anos, onde a permanência na formação em sala vai diminuindo mês a mês e aumentado na mesma proporção o treino no posto de trabalho. Este sistema em alternância permite a passagem objetiva do conhecimento à competência, de onde se infere que, embora seja usado quase em exclusivo no Ensino Secundário, ele pode ser aplicado com êxito em muitas áreas do Ensino Superior.

O Sistema Trial nasceu para fazer evoluir o Sistema Dual e adaptá-lo ao século XXI, pois além da formação em sala e de contexto de trabalho, possui também a formação em eLearning. As suas vantagens são enormes, já testadas em muitas áreas profissionais e no ensino superior, podendo mesmo estender-se para o ensino básico e ainda para o dos cidadãos portadores de deficiência. Ao acrescentar o eLearning multimédia e interativo às outras duas componentes pedagógicas, podemos chegar aos locais mais recônditos de cada país, onde o desenvolvimento sempre tardou em chegar, alcançando deste modo um número significativo de pessoas que, dificilmente, prosseguiam os estudos e oferecendo-lhes a possibilidade de, nos três anos de curso, poderem fazer quase dois anos de formação a partir da sua residência, ou seja, a formação em sala fica reduzida a alguns meses, onde a metodologia Presencial só pode usar os Métodos Ativos: Estudo de Casos, PBL – Problem Based Learning, Role-Playing, Dramatização, Jogos Pedagógicos, etc., gastando uma parte substancial do ano na ação prática e no treino continuado, de modo a adquirir as competências exigidas para aquele curso.

As vantagens do Sistema Trial são inúmeras: uma redução exponencial dos custos, pois dos 3 anos, o aprendente fica quase 2 só na sua residência, para além de conseguir uma aprendizagem mais eficiente, devido aos estímulos multimédia, ao grau de concentração, à atenção seletiva dispensada a materiais, ao treino e a exercitação através das aulas práticas online e ao próprio Sistema de Avaliação, que funciona de um modo formativo, como sendo o feedback de todo o processo de ensino/aprendizagem. Paralelamente, a formação em sala permitirá o treino do trabalho em equipa e das competências sociais, no âmbito do saber estar e saber ser, deixando para a formação em contexto de trabalho o elo à prática, onde os algoritmos mentais criados na formação em eLearning e na sala, vão agora ser consolidados de forma definitiva, ligando o saber ao treino, para assim o aprendente poder adquirir, em estreita ligação com a prática, as competências necessárias às diferentes atividades profissionais.

MARCAR A DIFERENÇA NO MERCADO GLOBAL

 

A Startup Business Consulting é uma empresa que atua na área da consultoria financeira, com foco no apoio à criação de startups e no desenvolvimento sustentável das mesmas. A criação de startups tem sofrido uma evolução positiva no nosso país? O empreendedorismo em Portugal está numa fase ascendente?

Sim, bastante positiva! O ecossistema das startups tem vindo a sofrer um impacto muito positivo, com a criação de novos projetos diferenciadores, não só em termos nacionais, mas também internacionalmente. O mercado de criação de startups tem vindo a crescer tanto quantativamente como qualitativamente, sendo atualmente responsável por uma importante fatia do desenvolvimento da nossa economia.

Têm como objetivo potenciar ideias incubadas, para as quais os promotores muitas vezes necessitam de algum tipo de apoio, estratégico ou financeiro. Que trabalho é desenvolvido pela Startup Business Consulting neste sentido? Que serviços disponibilizam?

Gostamos de considerar o nosso trabalho como um serviço ao cliente a 360º. Apoiamos os nossos clientes desde a fase da conceptualização do negócio até à sua implementação. Realizamos todo o planeamento necessário, apoiamos os empreendedores nas suas decisões estratégicas, conectamos os nossos empreendedores a parceiros-chave, realizamos candidaturas a fundos comunitários enquadráveis com as necessidades específicas de cada projeto… Apoiamos os nossos projetos a dar os primeiros passos!

Trabalhamos também com diversos investidores privados nacionais e internacionais, pelo que também faz parte do nosso trabalho a negociação de investimentos e a mediação dos mesmos entre os nossos empreendedores e os investidores interessados.

Adicionalmente, iremos lançar em Setembro um periódico mensal sobre o tema das Startups (chamado Startup!) que irá ajudar a guiar novos empreendedores e onde se poderá encontrar informação relevante para projetos, empreendedores e investidores.

A Startup Business Consulting possui uma bolsa activa de investidores, nacionais e internacionais, com quem trabalha de forma constante. Dependendo do tipo de negócio, do grau de risco envolvido e do montante a financiar, enviam os projetos para análise, com vista a obter as melhores condições para ambas as partes. Que mais-valias oferecem a quem procura este tipo de serviços?

Somos o braço direito dos empreendedores na busca e negociação de investimento. A nossa experiência no mercado permite-nos obter bons negócios e maximizar o potencial do projeto perante os investidores.

O nosso planeamento e análise de negócio completo e minucioso, para além de ser uma exigência do mercado, permite aos investidores com quem trabalhamos conhecer os projetos a fundo e facilmente aferir o seu potencial de mercado, agilizando todo o processo e garantindo uma taxa de sucesso muito elevada na negociação.

Na negociação de projetos já existentes no mercado, nomeadamente empresas de renome e com percurso de mercado que pretendam ser investidas, realizamos previamente todo um trabalho de valorização de negócio, incrementando em média o seu valor de mercado entre 40% a 60%, com o intuito de serem investidas a curto prazo.

Trabalham com linhas de apoio ao empreendedorismo e com fundos comunitários. No que concerne ao programa Portugal 2020 e aos vales simplificados que visam o apoio à aquisição de serviços de consultoria para projetos de iniciativas empresariais de PME’s, que apoio a Startup Business Consulting presta aos seus clientes?

Os Vales são um excelente apoio para empresas em início de atividade! Trata-se de um apoio a fundo perdido de 15.000€ para apoiar o projeto desde a sua fase de implementação. Permitem ao promotor investir no seu projeto com capitais comunitários, podendo desta forma adquirir serviços de consultoria, marketing digital, deslocações e estadias internacionais, entre outras despesas elegíveis.

A Startup Business Consulting é uma entidade credenciada na submissão de candidaturas aos Vales Simplificados, o que é sem dúvida uma mais-valia para os nossos empreendedores.

Num Estudo Global de Empreendedorismo da Amway 2015 , só 16% dos portugueses inquiridos consideram a sociedade em que vivem favorável ao empreendedorismo. Esta foi uma das conclusões da sexta edição do estudo, feito pela Amway, recentemente publicado em Portugal. Um valor que colocou o país em penúltimo lugar (43º) neste aspeto. Quais consideram ser os principais entraves para o empreendedorismo em Portugal?

Os principais entraves são sem dúvida a cultura mais conservadora do nosso país, uma baixa tolerância ao risco e também, em muitos casos, a falta de informação disponível. Existem diversos apoios aos empreendedores que os mesmos desconhecem pelo facto de não existir uma eficiente propagação da informação. No entanto, estes paradigmas estão a mudar rapidamente, especialmente entre a Geração Y, com um maior acesso à informação, maior formação académica, maior tolerância ao risco e maior valorização do ecossistema das startups, vendo o empreendedorismo como uma oportunidade de marcar a diferença no mercado global.

 

 

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