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APRENDIZAGEM NO SÉCULO XXI

img_ana_fernandes (002)A empresa Distance Learning Consulting (DLC) vocacionada para a Formação em eLearning e em bLearning, pretende constituir-se como uma empresa de referência no fornecimento de serviços de eLearning e bLearning. De que modo funciona cada uma destas apostas da DLC?

Somos mesmo uma empresa de referência a nível nacional, embora neste momento a estratégia definida pela DLC seja alargar a nossa qualidade, prestígio e eficácia ao espaço internacional; sempre com um grande enfoque nos países da CPLP, pelo fato de falarmos todos a mesma língua, todavia, sem esquecer o resto do mundo, uma vez que a nossa Plataforma de Formação/Educação está em Mandarim, Russo, Árabe, Inglês, Espanhol, Português, Francês e Romeno; além disso, em breve, vão ser acrescentados outros idiomas, sempre em função dos clientes de outras nacionalidades que solicitem a Plataforma NetForma.

 

img_antonio_fernandes (002)Os nossos cursos são também em mLearning, pois a Plataforma é responsive, ou seja, ela trabalha com igual qualidade com computadores, tablets ou mesmo smartphones. Queremos que os modernos “telemóveis” sejam dentro em breve o principal instrumento de aprendizagem, por essa razão, lançámos em 2015 o 1º curso do mundo destinado a ensinar a Língua Portuguesa a estrangeiros, com base nas metodologias de eLearning e mLearning, onde cada pessoa se poderá inscrever, pagar o curso e usá-lo durante um ano, sem pagamentos extra. A DLC propõe que o smartphone seja utilizado no autocarro, comboio ou em qualquer local, mesmo de lazer, como a praia ou o campo, com o objetivo de aproveitar os tempos livres para estudar português.

 

A DLC disponibiliza um serviço inovador ancorado num modelo pedagógico testado (SAFEM-D), uma Plataforma de eLearning, NetForma Da Vinci 2.0 – 3.0. De que se trata esta plataforma? Quais são as mais-valias da mesma?

A DLC criou este modelo pedagógico em 1998, tendo estado na sua origem uma Tese de Doutoramento. Depois, a partir de 2000, em conjunto com a Plataforma NetForma, já foi utilizado por mais de 300.000 profissionais. Paralelamente, este instrumento pedagógico duplo foi estudado nos últimos 16 anos em 53 Teses de Mestrado, dois Doutoramentos e um Pós-doutoramento. Dito de outro modo, além de receber a experiência de muitas empresas e de milhares de formandos, numa ótica técnica, científica e de resultados, tem vindo a ser continuamente avaliado por umas largas dezenas de investigadores.

Embora o conjunto: SAFEM-D e NetForma sejam um produto nacional, será com certeza à escala mundial o mais inovador Learning Management System, pois é o único que mede os Estilos de Aprendizagem e a Inteligência Emocional e que, é capaz de incorporar os seus resultados no processo de ensino/aprendizagem. Oferece a possibilidade de medir as Inteligências Múltiplas e a Personalidade e, ainda possui o mais criativo e eficaz Sistema de Avaliação que, entre um número vasto de soluções, categoriza as perguntas por famílias, bem como avalia e afere o Índice de Dificuldade das perguntas, para além de possuir um simulador que gera qualquer tipo de prova, com controlo estatístico e pedagógico.

 

A DLC procura criar projetos de valor adequados às necessidades e mudanças do contexto socioeconómico. Que principais aspetos visam colmatar com os serviços que disponibilizam?

O Ensino à Distância durante muitos anos, embora já tivesse atingido enorme maturidade, de que são exemplos a Open University no Reino Unido, a UNED em Espanha e o IFB/ISGB em Portugal, foi sempre um “produto” de 2ª escolha, pois quem tinha dinheiro, disponibilidade e proximidade preferia sempre o Ensino Presencial. Com o advento da Internet, especialmente, da Banda Larga, o EAD, através do eLearning, passou a ser uma 1ª escolha, com vantagens financeiras, pedagógicas, de comodidade, geográficas e, sobretudo, de eficácia e eficiência.

A DLC, além de uma plataforma e de um modelo pedagógico-multimédia únicos, teve a ousadia de criar algo muito diferente daquilo que faz a concorrência nacional e internacional; que ora simula o Presencial Expositivo ou os Métodos Ativos, conseguindo oferecer ao mercado um produto de aprendizagem capaz de gerar enorme motivação para o formando/aluno, e que, concomitantemente, leva este a alcançar resultados superiores em 20% ao Presencial, de modo que, quando se pergunta aos milhares de utilizadores deste processo se preferem a metodologia Presencial ou o eLearning da DLC, em média, 86% escolhem o nosso modelo de Ensino a Distância.

 

A empresa assume um posicionamento diferenciador pretendendo alcançar a liderança no sector e o reconhecimento junto do público-alvo, nos mercados nacional e internacional e ser uma empresa de referência para os profissionais do futuro. Qual é o peso do mercado internacional no acesso aos serviços disponibilizados pela DLC?

Em Portugal a DLC é a líder incontestada na Saúde, nos Seguros/Banca, na Distribuição, na Tecnologia Automóvel, nas Ciências Desportivas, no Ensino do Português e nas Áreas Comportamentais/Comerciais, contudo, por razões nem sempre fáceis de explicar, mas que se podem prender com a língua portuguesa (embora a DLC trabalhe em qualquer idioma) ou do elevado protecionismo de alguns países, de que o Brasil é um exemplo claro, quiçá mesmo, por não possuir os meios financeiros que exigem uma internacionalização em regiões ou países como, por exemplo, a China, a Rússia, os USA e a América Latina, pois neste negócio, a penetração nos mercados daqueles que vêm de fora exige avultados investimentos e algum tempo para o seu retorno; mesmo assim, já ganhámos, em parceria com a Universidade de Sevilha um Concurso Internacional, lançado pela Assembleia da República do Peru.

Possuímos uma plataforma e um modelo pedagógico e multimédia únicos no mundo, bem como 120 cursos em todas as áreas, os quais podem ser traduzidos para qualquer idioma. Possuímos ainda a tecnologia para trabalhar em qualquer língua, produzindo cursos de eLearning e bLearning para qualquer organização ou país, daí procurarmos parceiros que queiram connosco arriscar na conquista de novos mercados.

 

Procuram estabelecer parcerias e acordos estratégicos com organizações de referência em diferentes sectores do mercado, de modo a expandir e diversificar os serviços e projetos. Neste sentido, que importância assume as parcerias e cooperação realizadas no espaço lusófono? Que postura assume a DLC nesta questão?

A DLC possui praticamente tudo o que é necessário para ser um sucesso além- fronteiras, exceto a logística necessária para, em cada um dos países onde quer implementar o seu negócio e a sua marca, podendo atuar a partir de Lisboa ou de qualquer outra cidade do mundo, bem como liderar e coordenar a partir daí todo o processo, pois os conteúdos dos cursos estão na “nuvem”, os países e as pessoas estão ligadas em rede, portanto, poder-se-á desenvolver a formação profissional, o ensino médio e o superior em qualquer área do conhecimento, tanto de um modo assíncrono como síncrono, realizando as sessões teórico-práticas através do computador, que poderá simular uma intervenção cirúrgica, o tratamento crónico da diabetes, uma operação financeira ou ainda preparar um treinador de futebol, de ténis ou de golfe, que é o mesmo que dizer, elaborar toda a sua parte técnica e científica, deixando para cada federação o treino de campo, pois todos os aprendentes já tiveram a oportunidade de na plataforma e no curso realizarem prática simulada.

Em suma, não existem limites para o Modelo Pedagógico e Multimédia da DLC, pois através do design web e da programação, aliados ao uso do 3D, do vídeo e da Plataforma NetForma, todos conseguem simular qualquer área científica ou técnica, com enormes vantagens sobre o Presencial, pois aqui o aprendente, a partir de um computador, tablet ou smartphone, poderá deste modo vivenciar qualquer aprendizagem, por mais complexa que seja a matéria, integrando esta ação com sessões síncronas online, videoconferências ou webinar, bem como, utilizando a NetForma e os cursos, associados a pequenos módulos presenciais com base nos Métodos Ativos.

O nosso modelo de negócio é totalmente replicável em qualquer país do mundo, pois a DLC pode funcionar como fábrica de conteúdos multimédia e interativos, distribuídos através da Plataforma NetForma a uma escala planetária a partir da Internet. Dito de outro modo, seja através do sistema de franchising ou criando fábricas em países onde o modelo SAFEM-D seja replicado e também criados colones da Plataforma NetForma, numa lógica semelhante às rede sociais ou à da Google. Obviamente, nos países da CPLP ou mesmo nos PALOP, o fator língua pode ser altamente facilitador, pois no mundo lusófono com 300 milhões de habitantes, a produção de um curso ou área temática para o Ensino Básico, Secundário ou Superior, tal como para a Formação Profissional, será escalável e haverá um único investimento, com a vantagem de unificar os diferentes modos da Língua Portuguesa; situação que nenhum Acordo Ortográfico foi capaz de alcáçar até hoje.

Portanto, as parcerias com as entidades oficiais e com as empresas do espaço da CPLP são totalmente desejadas pela DLC, com a vantagem de estas serem facilmente implementadas, dado que possuímos mais de 120 cursos em áreas centrais como medicina, seguros, banca, tecnologia automóvel, segurança no trabalho, desporto, etc., dado que, pode colocar-se em funcionamento toda uma estratégia formativa para um país de grandes dimensões em pouco tempo, pois a língua é a mesma; apenas há necessidade de acertar questões de natureza operacional.

 

Desenvolvendo soluções de eLearning e de bLearning inovadoras e personalizadas que proporcionam uma vantagem competitiva às empresas clientes, a DLC também oferece serviços relacionados com a Consultoria e Gestão da Formação. O mercado português apresenta fragilidades nestes aspetos? Quem recorre aos vossos serviços de consultoria que principais preocupações apresentam?

A DLC é a empresa que em cada ano mais trabalhadores forma em Portugal, pois tem clientes que realizam cursos para mais de 12.000 colaboradores com ações de 35 horas por pessoa, ou seja, aproximadamente 420.000 horas em 12 meses. Quando utilizavam só a metodologia presencial, formavam menos de 5%, ou seja, não cumpriam a Lei da Formação Obrigatório, o que os obrigava a elaborar Relatórios Únicos com alguma criatividade.

Hoje, fazem formação em todo o País, com vantagens extraordinárias para os resultados dessas empresas nossas clientes, as quais são medidos por clientes- mistério, cabaz de compras, da diminuição drástica das reclamações, aumento muito significativo do grau de satisfação dos clientes finais, das chefias e dos colaboradores; medido através de várias sondagens e questionários. Todo este processo formativo ocorre em entidades com profunda distribuição geográfica, o que se traduz, não só numa diminuição significativa dos gastos com deslocações e estadias, bem como, numa acentuada redução do custo/hora/formação devido à economia de escala, com a enorme vantagem de tudo isto ocorrer sem que os colaboradores, em cada ano, tenham de sair da empresa durante uma semana para fazerem a formação obrigatória, dado que o eLearning da DLC permite, com melhores resultados que os alcançados no Presencial, todos os colaboradores façam a formação nas horas de menor ocupação na empresa ou, mesmo, nos seus tempos livres, o que tudo somado gera ganhos exponenciais.

A DLC não é só uma “fabrica” de cursos em eLearning, bLearning e mLearning, faz também a transferência do seu conhecimento através de meios e processos no âmbito da consultoria, isto é, por maior que a entidade seja, como ocorreu com um Grupo Empresarial que, no início de 2016 passou a ser nosso cliente, para o qual criámos uma Plataforma NetForma comum às metodologias de tipo Presencial, eLearning e bLearning, ajudando os técnicos e a sua diretora, num conjunto de tarefas destinadas a criar uma Academia de Formação Profissional para mais de 25.000 colaboradores, na sua maioria distribuídos geograficamente por todo o País, os quais possuem um denominador comum que urge reverter: a baixa escolaridade.

Nascemos em 1998, numa década em que a Formação Profissional atingia em Portugal o seu expoente máximo, todavia, com a chegada do ano 2.000, por todo o mundo as Tecnologias da Informação e Comunicação começaram a fazer parte do cotidiano da maioria dos cidadãos, principalmente, com o advento da Internet. Como sempre aconteceu no mundo, o nascimento de uma nova tecnologia vem sempre acompanhado da sua má utilização e, o eLearning, não podia fugir à regra. Durante toda a primeira década deste século, aparecerem no mercado mundial “aprendizes de feiticeiro”, ou seja, pessoas que dominavam a tecnologia mas nada sabiam de pedagogia nem de aprendizagem. Foi o caos, pois 16 anos depois ainda estamos a pagar a fatura gerada por estas pessoas, pois tanto empresas como formandos ficaram cansados de “ler” exclusivamente textos na Plataforma Moodle, sem qualquer trabalho de natureza pedagógica e sem um design ajustado à aquisição de conhecimentos ou funcionalidades multimédia indispensáveis à motivação neste tipo de aprendizagem.

Obviamente, este movimento do anti-eLearning não ocorreu só em Portugal, mas em quase todos os países desenvolvidos, o que obriga que hoje, empresas como a DLC tenham necessidade de romper com este ciclo vicioso instalado e generalizado à maioria das organizações, o que exige às empresas uma enorme capacidade de persuasão, bem como a utilização de muitos recursos e tempo para, deste modo, poderem demonstrar a validade do seu eLearning.

No que concerne à DLC, a mais antiga empresa portuguesa de eLearning, tem havido um esforço sobre-humano e uma resiliência enorme, pois só através dela foi possível andar a “pregar no deserto” até que alguém nos ouvisse ao longo dos últimos 18 anos. Porém, os anos de 2014, 2015 e 2016 tem sido os da viragem, pois começa de forma crescente a existirem cada vez mais empresários que acreditam nesta metodologia e, deste modo, a reduzirem os custos de forma significativa e a aumentarem os resultados da formação exponencialmente.

Só com a resiliência citada e com o contínuo aperfeiçoamento técnico-científico, foi possível chegar a clientes tão distintos como a indústria farmacêutica, ordens e sociedades científicas da área da saúde, faculdades de medicina, bancos, seguradoras, federações desportivas, hipermercados, centros de inspeção automóvel, empresas de restauração coletiva e de catering, de segurança, de equipamentos auditivos, de call center, de venda a retalho, etc.; em suma, umas largas dezenas de empresas que cobrem quase todo o espetro das atividades económicas, que nos foram encomendando formação profissional ao longo dos últimos 18 anos, para mais de 300.000 colaboradores.

 

Possuindo a DLC uma experiência de 18 anos e tendo criado a sua própria Plataforma e Modelo Pedagógico e Multimédia, como vê o futuro da Formação Profissional, quiçá, a Académica e que inovação propõe para estes âmbitos.

Em junho de 2015 apresentámos num Seminário sobre Aprendizagem no ISCTE – IUL o Sistema Trial. Esta metodologia pedagógica e andragógica nasceu do Sistema Dual alemão, responsável pelo milagre económico da Alemanha do pós-guerra.

O Sistema Dual é, pedagogicamente, um sistema perfeito, pois o formando/aluno aprende primeiro a parte teórico-prática da sala de formação e, produto a produto tema a tema, vai passado em alternância para a formação de posto de trabalho ou em contexto de trabalho. Dito de outro modo, o aprendente adquire na sala os conhecimentos e alguma prática simulada e, em seguida, vai para o posto de trabalho treinar o que aprendeu até saber fazer. Este é um processo cíclico, que ocorre no espaço do 10º, 11º e 12º anos, onde a permanência na formação em sala vai diminuindo mês a mês e aumentado na mesma proporção o treino no posto de trabalho. Este sistema em alternância permite a passagem objetiva do conhecimento à competência, de onde se infere que, embora seja usado quase em exclusivo no Ensino Secundário, ele pode ser aplicado com êxito em muitas áreas do Ensino Superior.

O Sistema Trial nasceu para fazer evoluir o Sistema Dual e adaptá-lo ao século XXI, pois além da formação em sala e de contexto de trabalho, possui também a formação em eLearning. As suas vantagens são enormes, já testadas em muitas áreas profissionais e no ensino superior, podendo mesmo estender-se para o ensino básico e ainda para o dos cidadãos portadores de deficiência. Ao acrescentar o eLearning multimédia e interativo às outras duas componentes pedagógicas, podemos chegar aos locais mais recônditos de cada país, onde o desenvolvimento sempre tardou em chegar, alcançando deste modo um número significativo de pessoas que, dificilmente, prosseguiam os estudos e oferecendo-lhes a possibilidade de, nos três anos de curso, poderem fazer quase dois anos de formação a partir da sua residência, ou seja, a formação em sala fica reduzida a alguns meses, onde a metodologia Presencial só pode usar os Métodos Ativos: Estudo de Casos, PBL – Problem Based Learning, Role-Playing, Dramatização, Jogos Pedagógicos, etc., gastando uma parte substancial do ano na ação prática e no treino continuado, de modo a adquirir as competências exigidas para aquele curso.

As vantagens do Sistema Trial são inúmeras: uma redução exponencial dos custos, pois dos 3 anos, o aprendente fica quase 2 só na sua residência, para além de conseguir uma aprendizagem mais eficiente, devido aos estímulos multimédia, ao grau de concentração, à atenção seletiva dispensada a materiais, ao treino e a exercitação através das aulas práticas online e ao próprio Sistema de Avaliação, que funciona de um modo formativo, como sendo o feedback de todo o processo de ensino/aprendizagem. Paralelamente, a formação em sala permitirá o treino do trabalho em equipa e das competências sociais, no âmbito do saber estar e saber ser, deixando para a formação em contexto de trabalho o elo à prática, onde os algoritmos mentais criados na formação em eLearning e na sala, vão agora ser consolidados de forma definitiva, ligando o saber ao treino, para assim o aprendente poder adquirir, em estreita ligação com a prática, as competências necessárias às diferentes atividades profissionais.

MARCAR A DIFERENÇA NO MERCADO GLOBAL

 

A Startup Business Consulting é uma empresa que atua na área da consultoria financeira, com foco no apoio à criação de startups e no desenvolvimento sustentável das mesmas. A criação de startups tem sofrido uma evolução positiva no nosso país? O empreendedorismo em Portugal está numa fase ascendente?

Sim, bastante positiva! O ecossistema das startups tem vindo a sofrer um impacto muito positivo, com a criação de novos projetos diferenciadores, não só em termos nacionais, mas também internacionalmente. O mercado de criação de startups tem vindo a crescer tanto quantativamente como qualitativamente, sendo atualmente responsável por uma importante fatia do desenvolvimento da nossa economia.

Têm como objetivo potenciar ideias incubadas, para as quais os promotores muitas vezes necessitam de algum tipo de apoio, estratégico ou financeiro. Que trabalho é desenvolvido pela Startup Business Consulting neste sentido? Que serviços disponibilizam?

Gostamos de considerar o nosso trabalho como um serviço ao cliente a 360º. Apoiamos os nossos clientes desde a fase da conceptualização do negócio até à sua implementação. Realizamos todo o planeamento necessário, apoiamos os empreendedores nas suas decisões estratégicas, conectamos os nossos empreendedores a parceiros-chave, realizamos candidaturas a fundos comunitários enquadráveis com as necessidades específicas de cada projeto… Apoiamos os nossos projetos a dar os primeiros passos!

Trabalhamos também com diversos investidores privados nacionais e internacionais, pelo que também faz parte do nosso trabalho a negociação de investimentos e a mediação dos mesmos entre os nossos empreendedores e os investidores interessados.

Adicionalmente, iremos lançar em Setembro um periódico mensal sobre o tema das Startups (chamado Startup!) que irá ajudar a guiar novos empreendedores e onde se poderá encontrar informação relevante para projetos, empreendedores e investidores.

A Startup Business Consulting possui uma bolsa activa de investidores, nacionais e internacionais, com quem trabalha de forma constante. Dependendo do tipo de negócio, do grau de risco envolvido e do montante a financiar, enviam os projetos para análise, com vista a obter as melhores condições para ambas as partes. Que mais-valias oferecem a quem procura este tipo de serviços?

Somos o braço direito dos empreendedores na busca e negociação de investimento. A nossa experiência no mercado permite-nos obter bons negócios e maximizar o potencial do projeto perante os investidores.

O nosso planeamento e análise de negócio completo e minucioso, para além de ser uma exigência do mercado, permite aos investidores com quem trabalhamos conhecer os projetos a fundo e facilmente aferir o seu potencial de mercado, agilizando todo o processo e garantindo uma taxa de sucesso muito elevada na negociação.

Na negociação de projetos já existentes no mercado, nomeadamente empresas de renome e com percurso de mercado que pretendam ser investidas, realizamos previamente todo um trabalho de valorização de negócio, incrementando em média o seu valor de mercado entre 40% a 60%, com o intuito de serem investidas a curto prazo.

Trabalham com linhas de apoio ao empreendedorismo e com fundos comunitários. No que concerne ao programa Portugal 2020 e aos vales simplificados que visam o apoio à aquisição de serviços de consultoria para projetos de iniciativas empresariais de PME’s, que apoio a Startup Business Consulting presta aos seus clientes?

Os Vales são um excelente apoio para empresas em início de atividade! Trata-se de um apoio a fundo perdido de 15.000€ para apoiar o projeto desde a sua fase de implementação. Permitem ao promotor investir no seu projeto com capitais comunitários, podendo desta forma adquirir serviços de consultoria, marketing digital, deslocações e estadias internacionais, entre outras despesas elegíveis.

A Startup Business Consulting é uma entidade credenciada na submissão de candidaturas aos Vales Simplificados, o que é sem dúvida uma mais-valia para os nossos empreendedores.

Num Estudo Global de Empreendedorismo da Amway 2015 , só 16% dos portugueses inquiridos consideram a sociedade em que vivem favorável ao empreendedorismo. Esta foi uma das conclusões da sexta edição do estudo, feito pela Amway, recentemente publicado em Portugal. Um valor que colocou o país em penúltimo lugar (43º) neste aspeto. Quais consideram ser os principais entraves para o empreendedorismo em Portugal?

Os principais entraves são sem dúvida a cultura mais conservadora do nosso país, uma baixa tolerância ao risco e também, em muitos casos, a falta de informação disponível. Existem diversos apoios aos empreendedores que os mesmos desconhecem pelo facto de não existir uma eficiente propagação da informação. No entanto, estes paradigmas estão a mudar rapidamente, especialmente entre a Geração Y, com um maior acesso à informação, maior formação académica, maior tolerância ao risco e maior valorização do ecossistema das startups, vendo o empreendedorismo como uma oportunidade de marcar a diferença no mercado global.

 

 

DIRETOR EXECUTIVO DA WELLPARTNERS CONSULTORES ASSOCIADOS

Apostar na Inovação, na criação de um espírito empreendedor, na qualificação do Capital Humano e na qualidade e modernização
dos processos de produção, corresponde não só à alternativa que mais se adequa à realidade concreta das empresas portuguesas mas, também, à única das opções que possibilitará alcançar um nível de crescimento económico razoável, sustentado e que possibilite
a criação de riqueza e de emprego.

O novo programa de coesão concretiza uma aposta nas empresas, na sua capacidade de desenvolvimento de novos produtos e serviços que resultem de novos vetores de atuação no mercado, criados e focados na satisfação das necessidades e expetativas dos clientes, substituindo uma lógica de produção e prestação de serviços, onde os fatores internos prevaleciam.

Inovação, Empreendedorismo, Qualificação e Internacionalização, são quatro vetores de uma nova lógica de desenvolvimento, que visam possibilitar às empresas portuguesas o acesso a recursos financeiros, materiais e humanos, tornando-as modernas e competitivas num ambiente de concorrência global.

O processo de Globalização mudou o paradigma de desenvolvimento de produtos e serviços, tornando universal o espaço de concorrência e competitividade, numa lógica de atuação que penaliza as empresas menos capazes em termos tecnológicos, onde a valorização do Capital Humano é deixada em último lugar na lista de prioridades e onde os aspetos operacionais são sobrepostos à definição de uma estratégia de desenvolvimento que assuma os desafios de cada momento mas perspetive, igualmente, o posicionamento que se pretende obter no futuro.

Apostar na Inovação, na criação de um espírito empreendedor, na qualificação do Capital Humano e na qualidade e modernização dos processos de produção, corresponde não só à alternativa que mais se adequa à realidade concreta das empresas portuguesas mas, também, à única das opções que possibilitará alcançar um nível de crescimento económico razoável, sustentado e que possibilite a criação de riqueza e de emprego. Introduziu este novo programa, novos desafios e novas obrigações por parte das empresas:

– Não chega fazer, não chega concretizar e executar, torna-se vital, no que se refere aos projetos aprovados, assegurar o cumprimento dos objetivos definidos, garantindo a rentabilidade do investimento efetuado e a concretização da estratégia definida.

– Não é suficiente assumir “a vontade de fazer”, existe a necessidade de direcionar os recursos para as áreas de desenvolvimento que são vitais à criação de valor por parte das empresas, à criação de vantagens competitivas sustentadas que tornem o financiamento por parte do estado verdadeiramente produtivo.

Exige-se às empresas, a capacidade de avaliar mercados, informação e competências, definindo metas de desenvolvimento, estratégias de marketing, aposta em canais de comercialização e distribuição que garantam o seu sucesso.

Exige-se aos seus gestores, capacidade de liderança, de organização e de comunicação, de avaliação e de seleção dos processos que melhorem e garantam a concretização da Missão da sua organização e o cumprimento dos seus objetivos estratégicos, reunindo as equipas de colaboradores cujo talento e competências sejam os adequados a tais objetivos.

São desafios exigentes, associados a um modelo de Inovação e Competitividade que o Programa de Coesão Portugal 2020 assume e para o qual, no entender da WellPartners, não existe alternativa.

Para crescer, para se desenvolver, para criar emprego qualificado, Portugal tem de assumir uma estratégia de diferenciação, baseada em qualidade e na aposta nos setores onde a tecnologia, a inteligência e a qualificação dos Recursos Humanos possibilitem a criação de vantagens competitivas. Para crescer, terá o País de assumir, de forma definitiva, a necessidade de nos tornarmos mais competitivos, apostando na Inovação e no Empreendedorismo, na criação de processos que permitam aumentar a produtividade, a eficácia e a eficiência, reduzindo custos e aumentando margens de contribuição. Como empresa de consultadoria, a WellPartners disponibiliza aos seus clientes um conjunto de competências e serviços na área da Gestão Estratégica, combinando Pessoas, Territórios, Mercados, Empresas, Administração Pública e, em particular as Autarquias Locais, num ecossistema circular e promotor de sustentabilidade que garante o sucesso e o crescimento sustentável. WellPartners, Inovação e Competitividade para um Portugal com futuro.

 

ACREDITAMOS EM SI E NO SEU PROJETO!

Com 15 anos de experiência na área de consultoria de gestão e formação profissional, Mónica Bastos decidiu apostar, em parceira com Pedro Pinto, Chief Product Officer, e com Bruno Bastos, Chief Communications Officer, num projeto onde pudesse colocar em prática todo o know-how adquirido ao longo do seu percurso profissional.

“Tivemos um investidor, que acreditou em nós e no nosso projeto, chamado Tomás Kendall. Daí o nome comercial escolhido para a nossa empresa ter sido Kendall – Consultores de Gestão”, começa por abordar Monica Bastos.

Uma equipa diversificada e multidisciplinar é um fator obrigatório nesta empresa, atualmente contamos com sete colaboradores, provenientes de diferentes áreas disciplinares. Isto porque, embora as candidaturas aos sistemas de incentivos do Portugal 2020 estejam muito focadas na inovação de marketing e na inovação organizacional, existe uma importante componente financeira e social associada.

As valências da Kendall, Consultores de Gestão não se resumem aos projetos de investimento ao abrigo do Portugal 2020, ou a outros sistemas de incentivos disponíveis, a empresa também presta serviços de implementação de diferentes sistemas de gestão, de formação profissional especializada e orientada para o saber-fazer e ainda, e como não podia de deixar ser serviços, na área de Marketing & Comunicação. De salientar, que todos os serviços que a Kendall presta, são complementares.

Consultores 2020

“O que estamos a verificar é que em Portugal, de facto, existem empreendedores e empresários com objetivos, muito bem definidos, e que querem investir, não só no mercado português, mas também no mercado internacional ”, salienta Mónica Bastos.

Os nossos clientes têm, à partida, um plano estratégico definido, a curto prazo, com todos os pontos nos quais pretendem, apostar ou inovar, para que, posteriormente, a Kendall avance com o desenvolvimento de um plano de negócios e do respetivo estudo de viabilidade económica e financeira, de acordo com as necessidades e propósitos do projeto, apoiando a concretização de todo o processo.

“Em primeira estância temos que entender, o que faz a empresa cliente, os objetivos a que se propõem alcançar, quais as ações que pretende executar, e em que período de tempo, antes de fazermos qualquer proposta de trabalho”, refere a CCO, Bruno Bastos

De seguida, após a informação recolhida, é realizada uma análise minuciosa, e é selecionado a tipologia enquadrável aos objetivos estratégicos definidos pela empresa cliente e respetivas ações, visando, por exemplo, as diferentes tipologias ao abrigo do Portugal 2020, tais como, SI “Internacionalização das PME”, “Qualificação das PME”, “Empreendedorismo Qualificado e Criativo”, “I&DT” e “Inovação Produtiva”, entre outras.

Sistemas de gestão

Considerando que a qualidade é uma filosofia de atuação cada vez mais presente nas empresas, modernas e competitivas, tornando-se numa condição imperativa de acesso a mercados mais exigentes, a Kendall apoia todas as empresas clientes na implementação dos diferentes sistemas de gestão da qualidade, ambiental, entre outros, favorecendo uma melhor performance das empresas e consequentemente do tecido empresarial português.

A formação profissional especializada

“Uma das nossas grandes responsabilidades é aumentar a credibilidade da Formação Profissional em Portugal”, afirma Pedro Pinto, CPO da Kendall – Consultores de Gestão.

Assim, pretendemos com os nossos atuais e potenciais clientes, fugir do quadrado da formação em sala de aula e apostar no saber-fazer, para que o formando adquira as capacidades e competências necessárias, para melhorar a sua performance profissional.

Marketing & Comunicação

Outra das vertentes da Kendall é o Marketing & Comunicação, destacando-se pela elaboração de todas as ferramentas de marketing e suas variáveis, como o plano de marketing, o plano de marketing internacional e, posteriormente, o desenvolvimento das ferramentas de comunicação como o plano de comunicação, a gestão das redes sociais ou a otimização dos motores de busca, de acordo com os objetivos estratégicos da empresa.

“Estamos em constante aprendizagem e absorção de novas informações, devido ao contacto com empresas tão diversificadas. Cada empresa é um caso e cada projeto é um projeto. Nenhum dia é igual na Kendall, o que é estimulante e um desafio constante”, conclui Mónica Bastos. ▪

“SIMPLIFIQUE O NEGÓCIO COM UMA ÚNICA SOLUÇÃO”

A blink-iT Solutions foi edificada tendo como visão  prestar um serviço de excelência de apoio às empresas. Neste âmbito, como é que tem vindo a ser realizado este périplo da marca?

Apesar de a empresa ser jovem, a média de experiência dos consultores que colocamos nos projetos é de mais de dez anos, acrescentando valor e diferenciando-nos dos restantes players do mercado. Debatemo-nos com as dificuldades, desafios e necessidades das empresas por onde passámos e com isso orientamos e otimizamos agora o nosso trabalho em busca da melhor solução com vista a atingir os objetivos dos nossos clientes. Apostamos também na formação contínua, estabelecemos protocolos com os Institutos de Ensino Superior e privilegiamos a motivação dos nossos recursos.

Quais são os principais serviços e metodologias da blink-iT e de que forma é que as mesmas podem ser fundamentais para o aumento da competitividade do universo empresarial que vos procura?

A nossa principal aposta é na área da consultoria em projetos de implementação de soluções de gestão, i.e., apoiar as empresas no processo de identificação, decisão, implementação e gestão dessas soluções. Os SI são fundamentais para as empresas. Os ERP (na gestão dos recursos da empresa), CRM (na gestão do relacionamento com os clientes, vendas e marketing) e sistemas de apoio à decisão (BI) suportam o crescimento e melhoria contínua das empresas. Desenvolvemos parcerias com empresas estratégicas, como a Microsoft, que nos permitem estar na vanguarda das melhores práticas, tecnologias e metodologias de implementação e desenvolvimento. Partilhamos regularmente no nosso blogue e para a rede interna de clientes, notícias e artigos de interesse em formatos resumidos e de leitura rápida como e-books e infográficos. Esta interação aproxima-nos dos nossos clientes, que nos vêem como um parceiro, proporcionando contactos com potenciais clientes.

As organizações mundiais necessitam de reinventar os processos e sistemas das suas organizações através da transformação digital para acompanharem a constante  evolução dos mercados. Acredita que atualmente os responsáveis do universo empresarial já têm essa noção? Esta é uma das vossas «batalhas», ou seja, passar a mensagem da relevância numa readaptação face às exigências modernas e tecnológicas?

Sim, cada vez mais. Os métodos de gestão e organização antigos, rígidos e com processos repetitivos pertencem ao passado. As empresas precisam de agilidade, dinâmica e rapidez. A adoção das melhores práticas atuais, suportadas pela utilização de sistemas avançados, escalonáveis e de fácil integração com outras ferramentas permitem isso mesmo. Num projeto recente substituímos os livros de encomendas num cliente com presença regular em feiras internacionais, por dispositivos móveis onde, para além de registarem as encomendas, consultam o stock e preços de venda online.

De que forma é que os vossos serviços de TI promovem um negócio mais produtivo?

Os ganhos em produtividade conseguem-se, entre outros, com a eliminação de tarefas redundantes, redução do erro humano, mais qualidade prevenindo custos de devolução ou otimização de processos desde a comercial ao pós-venda. A utilização de ferramentas que fomentam a organização, o controlo, a melhoria e adaptação ao mercado e o acesso a informação fundamental à gestão, garantem às empresas essa produtividade, de uma forma natural.

Enquanto consultores especializados, a blink-iT apoia os clientes na decisão, implementação e manutenção de Sistemas de Informação. Quais são as grandes dúvidas dos vossos clientes neste processo?

O mercado está inundado de soluções e cada solução “faz precisamente aquilo que o cliente procura” – expressão das forças de vendas de qualquer fornecedor de sistemas. Sem o conhecimento abrangente das diversas soluções, principais falhas e vantagens de cada uma, as empresas facilmente optam pela solução mais económica ou com “melhor demonstração produto”, sem que muitas vezes seja essa a melhor solução para responder aos seus requisitos a curto e médio prazo.

Conseguem responder às necessidades de qualquer entidade e estar presente em qualquer sector de mercado?

Sim. Sendo cada projeto um projeto e cada cliente um cliente, investimos sempre mais tempo no processo de conhecimento e análise da empresa.

A blink-iT é entidade acreditada no âmbito do Portugal 2020 para a realização de projetos simplificados ao nível da Investigação e Desenvolvimento Tecnológico e Empreendedorismo. Porquê a aposta da marca nesta ferramenta?

Estes estímulos pretendem apoiar o investimento, o crescimento sustentável, as exportações… A implementação de um SI que suporte esse crescimento é, por norma, elegível nestes projetos. Com esta acreditação aceleramos o ROI aos nossos clientes.

De futuro, quais são as grandes prioridades da blink-iT?

A nossa prioridade é, e será sempre, garantir a satisfação dos nossos clientes, convertendo a aposta que fazem em nós, em mais-valias para eles.

Grow in a blink.

“DOMUS CAPITAL | OS SEUS OLHOS NO MUNDO DOS NEGÓCIOS”

A necessidade da internacionalização das empresas é cada vez mais notória, perante o panorama do mercado nacional, sendo esta uma alternativa cada vez mais viável, “é o único caminho possível”, confirma Sérgio Duarte. “Portugal tem muito valor além-fronteiras, mais do que uma necessidade, a exportação e a internacionalização são a valorização do país e das empresas portuguesas” concluiu o nosso interlocutor.

Analisar e iniciar o processo

O primeiro ponto é traçar um perfil da empresa que pretende começar a exportar, uma vez que há empresas que não reúnem as condições necessárias. “Fazemos um diagnóstico, e isto é essencial, dedicamos muito do nosso tempo à investigação que é necessária fazer de modo a integrar a empresa no mercado que pretende. O diagnóstico é feito pela informação que o cliente nos dá sobre a sua empresa mas também fazemos um diagnóstico no terreno, de forma a perceber realmente se a exportação é possível” garante o nosso entrevistado.

Sobre as principais motivações que levam as empresas portuguesas a quererem explorar mercados internacionais, Sérgio Duarte, aponta como principais fatores a decadência atual do mercado nacional e a vontade de recuperar as perdas de faturação perdidas.

Os processos de integração numa económica internacional requer todo um estudo de investigação. Existem dificuldades que se encontram com mais frequência nos mercados internacionais, posto isto, é função da Domus Capital intervir como mediador e agilizar para que haja uma simplificação das mesmas. A empresa fornece não só um canal de vendas, mas também todas as práticas legais, administração e logística, de modo a aliviar a carga da existência de um Departamento Internacional, que requer um investimento em escritórios e recursos humanos qualificados.

“As empresas sozinhas não têm capacidade financeira para suportar os custos” constata Sérgio Duarte. A partir deste facto surge o projeto da empresa intitulado “Domus International Best Business”, um projeto que garante uma maior visibilidade, criação raízes e ligações de confiança com os locais no mercado de inserção a partir de uma feira de exposição, com um caráter mais prolongado das que já existem, que têm uma duração curta, com este projeto as empresas estão presente ao longo de um ano inteiro. “Este é um processo de integração. A partir daqui a empresa faz uma leitura correta do mercado e pode depois mexer-se no lugar” afirma o nosso interlocutor.

A expansão para outros mercados

A Domus Capital enquanto plataforma para o comércio internacional analisa as oportunidades e constantes exigências dos nossos clientes o que levou à expansão do alcance para a Europa, Brasil, EUA, Colômbia e países africanos, em particular, Angola, Guiné, Moçambique e Cabo Verde. Mostrando assim a preparação empresarial para enfrentar os desafios do futuro. a Domus construiu uma unidade produtiva com ligações, contactos e oportunidades de projetos e de interesses comerciais e hoje afirma- se como uma fábrica de negócios. Munidos de equipamento sofisticado e atual com um capital humano preparado para enfrentar situações adversas e colher do mercado soluções empresariais para qualquer desafio que possa surgir. Para Domus Capital é simples, “quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe”.

 

A CRESCER COM UMA «POSTURA EXEMPLAR»

A Revista Pontos de Vista conversou com Manuela Caçador, Diretora de Engenharia Financeira da Postura Exemplar – Consultoria e Engenharia Financeira, que nos deu a conhecer um pouco mais da marca, bem como dos projetos e desafios em que a mesma se encontra envolvida. Mas saiba mais.

No mercado há mais de 15 anos, e com uma experiência consolidada na vertente da Engenharia Financeira, o que tem levado a Postura Exemplar a assumir-se como uma marca com uma «postura exemplar» no mercado?

As expectativas dos clientes de hoje com as empresas e marcas estão mais do que nunca relacionadas com ética, responsabilidade e transparência. As marcas que tiverem estas características terão mais confiança e boa reputação junto dos stakeholders. Oferecendo a confiança e boa reputação são como uma blindagem protetora, sendo associados financeiramente à Postura Exemplar, os nossos clientes protegem a sua empresa contra turbulências de mercado e influenciam positivamente as análises de economistas, corretores e restantes stakeholders.

Assim, o nosso posicionamento transmite o diferencial e assume um compromisso com todos os nossos clientes. Através dos valores da Postura Exemplar, atributos da nossa marca e estratégia competitiva definimos como as empresas que acompanhamos se posicionarão bem como se irão diferenciar no meio de tantos concorrentes e de tanta informação.

A Postura Exemplar – Consultoria e Engenharia Financeira, Lda inaugurou no dia 12 de dezembro, as suas novas instalações. O escritório fica localizado na Via Foral D Teresa 2003, em Ponte de Lima, e conta com um espaço amplo, requintado e com acessibilidade, tudo para oferecer o melhor atendimento aos seus clientes. Desde a assunção desta nossa marca (cinco meses) já criamos oito novas empresas empreendedoras, estamos em análise financeira em regime de avença continuada a mais 21 empresas que vão desde Vila Praia de Âncora a Paços de Ferreira,

Que serviços apresenta a marca? Quais são as mais-valias de cada e apenas se destinam ao universo empresarial ou também ao particular?

É nas alturas de contenção de custos, como a que estamos a atravessar, que os empresários e empreendedores mais precisam de soluções que permitam alavancar os negócios e ter fôlego para novos investimentos, numa perspetiva de redução de custos ao essencial, pois já não estamos no tempo da gestão pelos “guardadores de livros”, ter apenas um serviço de contabilidade não é suficiente para acompanhar a empresa. A aposta no Potencial Humano da região é urgente.

Aparece assim a necessidade da aplicação de análise financeira (Gestão empresarial + serviços de apoio administrativo + contabilidade geral e analítica + consultoria financeira, fiscal e de gestão + implementação e gestão de sistemas de qualidade, HST e HACCP + formação de competências aos Recursos Humanos) e a valorização do Potencial Humano da Região.

Apresentamos como inovação do escritório virtual. Ou seja, a Postura Exemplar, pode exercer os seus serviços desde a sede de uma empresa (para empresários) à cama de um hospital (para os cidadãos). Todos estes serviços são também disponibilizados a todos os cidadãos, a título particular, pois todos nós somos contribuintes. As mais-valias decorrentes do envolvimento da equipa da Postura Exemplar na gestão da empresa (sob a forma de apoio à gestão da empresa, acesso a serviços especializados de desenvolvimento de produto e negócio, marketing, inovação e valorização geral da empresa e do negócio) poderão revelar-se fulcrais na promoção da inovação e da internacionalização.

Qual tem sido o papel da Postura Exemplar no domínio do Portugal 2020 – Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização das PME? Que análise perpetua deste sistema de incentivos? Quais as mais-valias do mesmo?

Os indicadores de sucesso correspondem ao conjunto de metas que pretendemos atingir com a implementação da estratégia e plano de ação e cuja monitorização irá permitir avaliar o maior ou menor impacto alcançado e, consequentemente, maior ou menor sucesso dos modelos de atuação em rede e respetivas atividades.

Vejamos os números, que provam o valor de mercado da Postura Exemplar no domínio do Portugal 2020. Nestes cinco meses, aprovámos 287 235€ de incentivos para 12 empresas do Alto Minho, sendo 207 235€ incentivos não reembolsáveis, ou comummente designados por fundos perdidos.

No domínio do Portugal 2020 – Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização das PME vamos apresentar nesta fase quatro empresas, com um investimento total de 752 321€ dos quais 564 240€ representam incentivos dos quais 338 544,45€ são não reembolsáveis.

Num total estamos a falar em investimentos aprovados cedidos a 16 PME´s do Alto Minho da ordem dos 1 039 556€, dos quais 851 475€ (82%) são incentivos dos quais 545 779,45€ (64%) são a Fundo Perdido, tudo isto em cinco meses de mercado.

Estamos a negociar mais 210 500€ de incentivos, através de linhas do Plano Junker (linhas PME e linhas Turismo) para três outras empresas.

Ter 100% de candidaturas aprovadas, quando sabemos que sete em cada dez candidaturas são rejeitadas, só pode atestar a Qualidade da Postura Exemplar.

Da análise do Portugal 2020 considero que o mesmo reflete as lições da experiência identificadas na generalidade dos projetos anteriores no âmbito do benchmarking realizado, que associam as vantagens ou fatores de sucesso do recurso a financiamentos no apoio direto às PME a elementos como a alavancagem, a capacidade de mobilização da expertise da Postura Exemplar, a flexibilidade e a capacidade de partilha de riscos.

As PME que atuam em Portugal enfrentam, por isso, um duplo desafio: recuperação do crescimento e melhoria do balanço, nomeadamente com uma redução da dívida bancária. Só a continuação de incentivos com alta atratividade para exportar bens e serviços pode combater a diminuição do consumo das famílias portuguesas.

Que tipo de apoio prestam no âmbito do apoio à Qualificação e Internacionalização das PME?

A POSTURA EXEMPLAR – ENGENHARIA E CONSULTORIA FINANCEIRA disponibiliza, os serviços de informação solicitado, em especial no que respeita às matérias seguintes: Oportunidades de negócios, programas de apoio a fundos comunitários, internacionalização e legislação publicada.

POSTURA EXEMPLAR – ENGENHARIA E CONSULTORIA FINACEIRA prestará aos empresários e potenciais investidores, serviços de apoio informativo ao nível da criação e implementação de empresas, estudos de viabilidade referentes a projetos de investimento, licenciamentos, planos de marketing, diagnósticos e planos estratégicos para candidaturas aos empresários ou empreendedores, nomeadamente, preenchimento nos programas desde que a constituição e registo legal da empresa, bem como a análise contabilística se processe na Postura Exemplar (devido à necessidade de o projeto e o pacto social ser de CAE Prime).

De que forma identificam as mais-valias e as lacunas das entidades que vos procuram no apoio a este programa?

Um dos obstáculos à melhoria da performance das empresas é, muitas vezes, o desconhecimento da legislação aplicável às atividades que desenvolvem. Este desconhecimento impede uma organização de tomar as medidas necessárias ao cumprimento das suas responsabilidades económicas. Assim, numa primeira fase fazemos uma avaliação à constituição da empresa e à sua performance financeira nos últimos três anos.

Caso não esteja economicamente equilibrada, trabalhamos com a empresa esse equilíbrio seja nos métodos organizacionais, seja no imobilizado ou mesmo na correção de inventários. A principal lacuna que encontramos é que a economia dos impostos nunca é realizada. Os empresários limitam-se a pagar os valores produzidos pela contabilidade.

Em seguida definimos os objetivos da empresa, sobretudo para exportação, relembrando por exemplo que o mercado espanhol fica muito mais perto do que o mercado da metrópole do Porto.

E criamos um projeto com objetivos SMART e validados por uma análise SWOT. O projeto não acaba na submissão da candidatura, todos os indicadores de realização são acompanhados pelos nossos técnicos. Finalizado este, avançamos com novos objetivos e um novo apoio a este programa.

No domínio da Qualificação e da Internacionalização, qual a capacidade da Postura Exemplar para apoiar o universo empresarial nas diversas fases?

Da nossa equipa fazem parte um Consultor Financeiro, um Consultor Sénior, um consultor especializado em PME, três TOC, duas solicitadoras, um marketeer. Para além da nossa equipa, temos protocolos com empresas recetoras de produtos dentro e fora da união europeia. Todos os nossos clientes trabalham em rede.

Do seu conhecimento, de que forma é o Portugal 2020 um meio/sistema fundamental para o crescimento do tecido empresarial português?

Investir nas PME portuguesas não é só uma boa estratégia para criar empregos e crescimento: é a melhor rota para o desenvolvimento das regiões, uma vez que cerca de um quarto dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento disponibilizados a Portugal servirão para apoiar pequenos negócios e startups, os verdadeiros motores do crescimento e da inovação.

Se conseguíssemos duplicar a sua utilização face ao ciclo 2007/2013, os instrumentos financeiros seriam capazes de gerar até EUR40 mil milhões de investimento adicional nos próximos anos. Os instrumentos financeiros podem mesmo multiplicar o impacto dos investimentos no terreno, facilitar o acesso das empresas ao tão necessário financiamento e ter um impacto positivo na competitividade da economia portuguesa”.

O que asseguram às empresas que pretendem apostar neste vetor (Portugal 2020) e procuram o apoio da Postura Exemplar?

Asseguramos ter a competência e a persistência necessária em tornar cada empresa uma potência no Minho e na Região.

A POSTURA EXEMPLAR- ENGENHARIA E CONSULTORIA FINANCEIRA também está a promover um Concurso de Ideias e prestará, durante o ano de 2016, aos 15 melhores empreendedores e potenciais investidores no Litoral Norte, serviços de apoio informativo ao nível da criação e implementação de empresas, estudos de viabilidade referentes a projetos de investimento, licenciamentos, planos de marketing, diagnósticos e planos estratégicos, oferecendo um Prémio de 4000€ em serviços a cada vencedor (toda a informação no site).

É importante para a marca assumir-se como um pilar de Ponte de Lima e da própria região? Como o têm preconizado?

Durante o discurso de inauguração, o Eng. Victor Mendes, Presidente do Município de Ponte de Lima, realçou a importância que o Município atribui ao empreendedorismo e tecido empresarial, “ao reforçar a ajuda da gestão por empresas especializadas” e parabenizou a Postura Exemplar por ser a primeira Consultora de Engenharia Financeira a abrir portas no Concelho de Ponte de Lima.

Assumir a marca como pilar é imprescindível, pois a POSTURA EXEMPLAR- ENGENHARIA E CONSULTORIA FINANCEIRA tem como objetivo principal a defesa, promoção e desenvolvimento das atividades económicas do Minho, em especial dos seus clientes, nos domínios técnico, económico, comercial, associativo e cultural.

O empenho da POSTURA EXEMPLAR – ENGENHARIA E CONSULTORIA FINANCEIRA na dinamização do tecido empresarial da Região, em particular através da análise e divulgação da implementação de políticas de desenvolvimento económico dos Concelhos, com vista ao reforço da sua competitividade e modernização, analisando as principais oportunidades e ameaças.

Faz também todo um esforço imprescindível para aprofundar, estabelecer e manter laços de cooperação entre as instituições que visam promover o desenvolvimento sustentado da Região, nomeadamente através da dinamização do seu tecido económico e da criação de infraestruturas e serviços de apoio às empresas;

Quais são, neste domínio, as principais prioridades e desafios da marca de futuro?

No passado, os consumidores eram apenas recetores. Hoje, são também emissores que aconselham e influenciam a compra das marcas como nunca aconteceu. Os consumidores de hoje credibilizam mais a mensagem vinda de terceiros do que a mensagem veiculada pela comunicação da marca via Internet e à velocidade de propagação das redes sociais, blogs, fóruns.

Sendo assim, construir uma boa reputação e uma relação de confiança é a garantia que os stakeholders recomendam e defendem a marca, os seus produtos e serviços. Os stakeholders recomendam mais as empresas construídas e geridas de forma ética, socialmente justa e ambientalmente correta, pois são elas que vão ao encontro de um novo paradigma. Um paradigma que as obriga a assumir um maior compromisso com a sociedade.

MGR CONSULTING | MANAGING PARTNERSHIPS

O projecto MGR Consulting alia a componente legal à técnica na obtenção de uma solução integrada de serviços de consultoria. Apostaram assim neste projecto comum, diferenciador no que consideram ser “um nicho de mercado”. “Esta solução, em que as duas valências são disponibilizadas aos clientes de uma forma integrada, garante a consolidação de soluções e estratégias, que, aliado a uma forte atitude proactiva, permitem a colmatação de lacunas na gestão dos projectos, mitigando, contratualmente, os riscos associados aos mesmos”, referem os consultores

Guilherme e Mónica Rios apostam naqueles que são os conhecimentos adquiridos ao longo dos seus anos de formação e experiência profissional, oferecendo serviços nas áreas de Procurement, Gestão Contratual e de Projetos, Auditorias, Peritagens e Arbitragens.

Com o lema “Managing Partnerships”, os serviços da MGR Consulting permitem, por um lado, obter as melhores parcerias e soluções de compromisso entre promotores e demais entidades envolvidas, com vista à concretização de projetos, e por outro, a consultoria técnico-legal a empresas, antes, durante e após a execução dos contratos. “A definição cuidada e adequada da estratégia de Procurement para um projeto é essencial para o sucesso do mesmo”, explicam Guilherme e Mónica Rios. Neste contexto, é forte e consolidada a experiência da equipa MGR Consulting em contratação pública e privada, a nível nacional e internacional (modelos FIDIC e Banco Mundial). “Nós apostamos, sobretudo, na especialização em Procurement. Oferecemos um serviço competente, de excelência, transparente, obedecendo aos padrões de sigilo e confidencialidade, assessorando, técnica e legalmente, um projeto de A a Z”, referem os consultores. “Somos parte da solução”, prestando aos clientes uma assessoria que visa o cumprimento, por todos os intervenientes, dos requisitos definidos, nomeadamente, ao nível dos budgets, prazo, qualidade, segurança e ambiente.   O forte conhecimento de mercado detido pela MGR Consulting traz outras vantagens: “Este conhecimento permite-nos aconselhar o promotor de um projeto sobre quais serão as soluções de contratação e os parceiros potencialmente mais adequados em função das características, dimensão e natureza do projeto”, explicam Guilherme e Mónica Rios.

A melhor aposta na concretização de projetos

O papel da MGR Consulting é, neste contexto, o de assessorar, em continuidade, o promotor no projeto em todo o processo decisório, visando o seu target, nomeadamente, investidores ou project managers com projetos de construção e/ou remodelação. Detentora de um forte know-how e especialização, a MGR Consulting promove a criação de economias de escala, potenciando e otimizando os resultados de um projeto. “Desenvolvemos e acompanhamos todo o processo de Procurement, desde a definição de estratégias, seleção dos candidatos, elaboração das peças dos procedimentos, análise de propostas, elaboração de relatórios e pareceres, negociação e apoio na adjudicação e procedimentos inerentes à adjudicação. Todo o processo é desenvolvido com vista à obtenção da solução técnica e economicamente mais competitiva e vantajosa para o projeto”, acrescentam.

Complementarmente, a MGR Consulting presta também, por força da sua especialização nesta área, serviços de formação contínua e apoio no âmbito de procedimentos de contração pública: “Quando um cliente concorre a um procedimento de contratação pública, ao nível das empreitadas, prestação de serviços ou fornecimentos, o nosso apoio passa pelo aconselhamento durante o processo, através da emissão de pareceres, análises aos relatórios e às demais propostas, em estrito cumprimento de todos os preceitos legais aplicáveis, mas, naturalmente, sempre com o foco na defesa do interesse do nosso cliente”, esclarecem os consultores. “Temos também correspondido a solicitações dos clientes no desenvolvimento de sessões de esclarecimento e formação contínua certificada nas suas estruturas, no âmbito do Código dos Contratos Públicos”, referem.

A MGR Consulting, que detém certificação PME, é também uma das entidades acreditadas no Portugal 2020, para os “Vales” internacionalização e empreendedorismo. “Habilitámos a MGR Consulting junto do Portugal 2020 para podermos apoiar as empresas nas suas candidaturas de empreendedorismo e internacionalização. Ajudamos a empresa a estruturar-se, a procurar o melhor segmento de mercado e de negócio lá fora”, afirmam Guilherme e Mónica Rios.

Ainda que em “contra ciclo económico”, a MGR Consulting considerou que seria este o momento oportuno para avançar com um projeto ambicioso, especializado e diferenciador, assessorando as organizações na realização e desenvolvimento das suas estratégicas e planos, com vista ao sucesso dos seus projetos.

Work Time – Parceiro de Excelência

Implantada há quase duas décadas, mais concretamente em 1998, a Work Time surgiu direcionada para o segmento do trabalho temporário e parceiro de formação para orientar e formar militares que tivessem terminado a sua carreira militar. Isto porque, o nosso interlocutor, era militar contratado e formado em engenharia. Quando terminou o curso sentiu que havia uma lacuna na colocação de ex-militares no mercado de trabalho.
A primeira lei da termodinâmica diz-nos que aquilo que não está a crescer está a morrer e se deixarmos de evoluir enquanto pessoas ou entidades, estamos a aproximar-nos do fim, sendo portanto necessário e urgente que se criem medidas e metodologias alternativas em prol de soluções que sejam capazes de marcar a diferença. Foi neste princípio e orientação que a Work Time foi criada e funciona atualmente.
Presentemente, o maior contingente da área de trabalho centra-se em empreitadas para a requalificação do parque habitacional, nomeadamente em projetos integrados de reabilitação na cidade de Lisboa, sendo igualmente solicitados para trabalhos, ao nível da instalação de equipamento de segurança contra intrusão e incêndio em edifícios, redes estruturadas, informática, controlo de acessos biométricos, CCTV, telecomunicações e videoporteiros. E é ao sistema biométrico que vamos dar especial atenção. imagens 2
Para os sistemas biométricos de controlo de acessos por impressão digital, a Work Time é representante em Portugal da empresa ekey biometric systems GmbH, com sede em Linz, Áustria, sendo considerada a número um na Europa e portanto um dos principais players deste setor.
Através da sua representada, os produtos ekey já se encontram em Portugal nos principais revendedores de equipamento de controlo de acesso, fabricantes de portas, de fechaduras e centros de domótica. Os leitores biométricos por impressão digital são os mais cómodos e mais seguros para acesso a zonas privadas, convertendo o dedo na chave de acesso a qualquer porta.
Ligado à área da segurança e conhecedor profundo deste segmento, Eduardo Rocha procurou trabalhar na área que conhecia bem. Começou por, ao serviço de outra empresa, delinear um projeto para uma conferência ibero-americana onde apresentou um sistema que fotografava e apresentava as fotografias num diapositivo quando as pessoas chegavam ao pórtico. Este sistema obteve sucesso imediato e contribuiu para o seu reconhecimento em Macau chegando a ser convidado para, mais tarde, desenvolver um outro projeto de controlo de acesso numa cerimónia nesta cidade.
Ao nível do sistema biométrico, quando Eduardo Rocha viu uma empresa espanhola fornecedora de equipamentos fechar portas, foi «obrigado» a desenvolver um projeto por conta própria. Assim, antes desta representada austríaca, tentou fabricar a nível nacional o equipamento, mas rapidamente percebeu que o mercado era bastante exíguo. “O produto tem de ser continuamente melhorado e só especializando uma determinada área é que conseguimos criar uma mais-valia para o mercado. Entretanto, eu e mais dois colegas fizemos um estudo de mercado e foi desta forma que chegamos à Áustria, pois tinha um produto que em termos de relação qualidade-preço e em termos de tecnologia era o melhor que podíamos ter na europa. Estou a falar da ekey”, explicou-nos Eduardo Rocha. Um leitor de impressão digital colocado no exterior dos edifícios que permite o controlo de acesso apenas com a impressão digital da(s) pessoa(s) associada(a).

Um sistema de ponta e que faz a diferença

Considerado altamente seguro e aliado à tecnologia de ponta o sistema ekey prima pelo design. O equipamento pode ser integrado numa parede, um scanner saliente justaposto na parede, no videoporteiro, nas aparelhagens elétricas e, ainda, utilizado pela domótica – uma tecnologia que permite a gesimagem 1tão de todos os recursos habitacionais.

O produto austríaco chega a Portugal a um preço reduzido o que permite aos fabricantes portugueses inserirem o sistema biométrico nos seus equipamentos conferindo-lhes, assim, um valor acrescentado para exportação.

O produto austríaco associado ao produto nacional cria uma mais-valia para os dois países: para o produto austríaco porque consegue, devido à relação preço-qualidade, fazer-se representar noutros países; e para o produto português que, aliado à qualidade nacional, beneficia de uma tecnologia de ponta. “É nesta simbiose que nos situamos, ou seja, criar um valor acrescentado com os vários produtos que estão disponíveis no mercado, neste caso, o europeu”, refere Eduardo Rocha.

Não se limitando ao comércio nacional, a Work Time tem uma grande projeção nos PALOP tendo já o produto com uma aplicação significativa em Angola. Aliando a segurança, o conforto e o design atrativo do sistema austríaco à qualidade da tecnologia nacional tem conseguido colocar o equipamento no estrangeiro através de grandes projetos.

Com zero clientes/parceiros insatisfeitos, o futuro da Work Time passa pela satisfação dos mesmos e pela constante inovação dos seus produtos. “Depois do produto vendido estamos sempre disponíveis para a resolução de problemas que possam surgir. Ao nível da manutenção e assistência técnica temos de ter o nosso cliente satisfeito porque é essa satisfação que garante o nosso sucesso e o futuro da marca. Tem de sentir o apoio necessário. Os produtos ekey são assegurados com cinco anos de garantia porque são produtos de qualidade e alta eficiência”, enaltece Eduardo Rocha.

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“Sozinhos não conseguimos”

A parceria com a Áustria é para continuar, bem como aumentar a colaboração com empresas internacionais. “Estamos numa aldeia global, pelo que hoje em dia tudo passa pela formação de parcerias para estarmos em constante inovação e atualização. Todo o conhecimento funciona a nível global, temos de estar a par do que se passa à nossa volta e atentos às necessidades do mercado. É importante encontrar parceiros que tragam uma mais-valia para o produto. Sozinhos não conseguimos”, conclui Eduardo Rocha.

Brand Queen Consulting e a Excelência

Liliana Monteiro

Ao longo da história, a liderança e o empreendedorismo têm sido associados maioritariamente ao mundo masculino. Hoje em dia e com o passar dos anos  com as novas exigências sociais, as mulheres foram conquistando o seu espaço no mundo laboral dando possibilidade ao surgimento da liderança feminina.

Quando falamos de liderança feminina podemos também pensar em empreendedorismo, e percebemos então que ambos têm vindo a conquistar cada vez mais espaço e confiança no mundo corporativo tanto a nível nacional como internacional. Como mulher e empreendedora, posso dizer que este conceito na prática, assenta em premissas como inovação, persistência, responsabilidade, dedicação, sacrifício, dinamismo e alguma ambição com o objetivo primário de evoluir e criar algo de novo.
“Tenho em mim todos os sonhos do mundo” escreveu Fernando Pessoa,  posso dizer que é assim que penso, e quando regressei de Angola há um ano atrás para um país que claramente estava e está em crise, decidi tornar realidade um sonho que tinha de criar uma start up ligada á prestação de serviços de Marketing e Comunicação.
A experiência que trago de estar na cadeira do cliente permite-me conseguir estar alinhada a 100% com as reais necessidades dos nossos clientes e portanto perspetivar propostas com a maior coerência possível.
Assim, nasce a Brand Queen Consulting em 2015, com objetivo de prestar consultoria na área de Marketing e Comunicação não só ao mercado europeu em geral, mas também com especial enfoque em África e Médio Oriente. A residência em alguns países de África e a passagem recorrente por motivos profissionais pelo Médio Oriente, permitem a existência de uma visão alargada e a assimilação do funcionamento destes mercados que em muito são diferentes da realidade europeia.
A BQ Consulting rodeia-se de parceiros competentes e com implementação já consolidada nos mercados que consideramos estratégicos. Com base nesta equipa assente em parcerias, foram criadas agora em 2016 mais algumas áreas de intervenção nomeadamente a área de Project Management para a indústria e engenharia (BQ Project Management), uma área de consultoria e implementação de projetos na área da saúde (BQ Healthcare)  e uma área ligada á tecnologia que apresenta para já um software de otimização industrial (BQ Technology).
É meu principal objetivo assegurar que este projeto se consolide ao longo dos próximos anos, e acima de tudo, não defraudar as expetativas dos nossos clientes que depositam toda a sua confiança no nosso trabalho.
Tendo em conta tudo isto apresento-me como uma defensora da presença feminina no mundo dos negócios, mas acredito que o equilíbrio entre os dois mundos feminino e masculino, seja o ideal. Devemos analisar o individuo como pessoa única, e não através duma perspetiva de género generalizada, que integra competências e mais-valias que poderão ajudar a desenvolver a economia portuguesa de forma inovadora e sustentada.
O mundo tal como o conhecemos hoje, aceita de forma invulgar e pacífica a liderança feminina e cada vez mais as mulheres se assumem não só como ícones familiares, mas também como gestoras de eleição. E ainda bem que assim é!

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