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“É essencial sabermos o nosso potencial”

Quem é esta empresa e a mulher que ocupa a principal linha da frente da Bright Concept?
A Bright Concept nasceu para potenciar o brilho que há em cada pessoa, em cada equipa e em cada organização. Nós fazemos de cada cliente um caso de sucesso.
Vou revelar-lhe o segredo do nosso trabalho: tudo o que fazemos, fazemos com prazer e dedicação personalizada. Creio que foi esse motivo que nos levou ao 1º Lugar Global como Melhor Empresa Fornecedora de RH. Os nossos clientes, como a Siemens, BP, Sonae, Santander, Leroy Merlin, Tranquilidade, Itaú, REN e a FNAC, valorizam quando maximizamos o potencial dos seus colaboradores nas áreas da Liderança, Inteligência Emocional, Accountability, Influência, e Relação com os Clientes. Qual é o impacto daquilo que fazemos? Aumentamos a rentabilidade, a performance e a satisfação, tornando a missão dos clientes uma realidade!
Quanto a mim, esforço-me por transmitir os nossos valores. Por isso tento ser a personificação do entusiasmo, confiança, inovação e eficiência. A minha filosofia é muito simples: é essencial sabermos o nosso potencial, usá-lo sem interferências e realizar os nossos sonhos.

Hoje, são muitos os profissionais que não se sentem realizados com a sua carreira ou porque ainda não encontraram a empresa certa para trabalhar ou porque estão cansados do trabalho que desempenham. Com base nesta realidade, como é ser consultor em Portugal?
É fantástico ser consultor em Portugal. É ter a oportunidade de todos os dias contribuir para o desenvolvimento dos nossos clientes e crescer com isso. Todos os dias conhecemos e vivemos diferentes realidades exigindo um nível elevado de adaptação à mudança. Em que profissão é possível tudo isto? Só mesmo na Consultoria.

A Isabel acredita que “as pessoas podem ser mais do que aquilo que imaginam” e que, com o seu trabalho pode ajuda-las a “concretizar esse potencial”. Hoje em dia, no seio das empresas portuguesas, há uma real valorização do seu capital humano?
As grandes empresas portuguesas perceberam que é o investimento nos seus colaboradores que os pode levar à excelência. As empresas nacionais que nos contactam são as mais competitivas em Portugal e por isso estão a par e adotam políticas de recursos humanos muito idênticas às das multinacionais. Elas sabem bem que o retorno da nossa formação e coaching tem um ROI muito elevado.

Isabel Freire de Andrade
Isabel Freire de Andrade

Se a Bright Concept se assume como uma empresa que “dá mais brilho” às pessoas, quem lhe dá o seu brilho?
O brilho da Bright Concept advém da qualidade da minha calorosa equipa, dos nossos clientes que nos exigem mais e melhor e dos nossos parceiros que nivelam a qualidade da nossa intervenção. Dentro dos parceiros destacamos os que somos os representantes exclusivos em Portugal: A Partners In Leadership, uma empresa reconhecida mundialmente na área da Mudança da Cultura Organizacional e no desenvolvimento da Accountability. The Inner Game International School, na qual convidámos Tim Gallwey, o pai do coaching, a vir a Portugal para fazer um workshop e lançar a escola. A No Bully, o programa em que desenvolvemos a Inteligência Emocional dos jovens nas escolas para parar o bullying.

Na sua opinião, o que distingue uma liderança no feminino de uma liderança no masculino? Quais são as mais-valias de ter uma equipa com homens e mulheres com características tão distintas?
Uma liderança feminina é passível de ser mais multifacetada, versátil e flexível.
Já uma liderança de um homem costuma ser mais focada, eficiente e dedicada a 100% a cada tarefa separadamente. Assim, existem grandes vantagens em ter uma equipa de trabalho diversificada, para congregar as qualidades centrais de ambos e maximizar os variados objetivos.

Ser mulher, em algum momento da sua carreira, foi um impeditivo ou colocou algum tipo de entrave à realização de um objetivo?
Não, nunca foi um impeditivo, e também não deixaria que fosse um entrave no caminho dos meus objetivos! Atualmente a realidade ocidental permite-nos que a concretização dos nossos objetivos dependa principalmente de nós próprios e da nossa vontade. E eu sempre fiz questão que assim fosse comigo.

Para o futuro, que projetos quer ver concretizados no seio da Bright Concept?
O nosso principal objetivo é garantirmos que os nossos clientes estejam preparados para a 4ª revolução industrial, onde a forma de fazer negócios vai ser muito diferente. Para isso estamos a fazer formação, consultoria e coaching para que os nossos clientes sejam excelentes em Liderança, Inovação, Networking, e Desenvolvimento dos Colaboradores. Queremos assegurar que o nosso futuro e o dos nossos clientes seja Brilhante!

“Gosto de desafios com riscos ponderados”

Paula Pires

“O futuro tem muitos nomes. Para os fracos, o inatingível. Para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes, é a oportunidade”. A frase de Vítor Hugo poderia ser o espelho do percurso de Paula Pires. Depois da sua formação em engenharia do vestuário, esteve cinco anos a trabalhar na área, onde já nessa altura estava muito direcionada para os mercados externos. “Foi uma aprendizagem muito rica não só por trabalhar com outros países mas sobretudo pelo relacionamento interpessoal e pela exigência imposta, que na área da consultoria é fator basilar”, defendeu. Depois de ter agarrado outras oportunidades profissionais, Paula Pires “entregou-se” à consultoria, estando hoje na liderança da empresa que a ajudou a crescer como profissional e pessoa. Nesse momento, quando ainda estavam a ser lançadas as primeiras pedras da PROCESS ADVICE, imaginar-se-ia a liderar os destinos desta empresa de consultoria, auditoria e formação? “Apesar de não ser uma ambição, uma vez que nunca gostei de grande destaque, com o evoluir da maturidade profissional e o nível de exigência imposto, acabamos por reunir condições para determinados cargos e desafios. Gosto de desafios com riscos ponderados”, confessou. E é esse nível de rigor que procura transportar para aquela que é a sua liderança. Mas mais do que uma liderança encabeçada por Paula Pires, a PROCESS ADVICE é o paradigma de uma liderança partilhada com as suas oito colaboradoras. A Diretora Geral não hesita: “mais do que líder, quero ser a amiga. Em qualquer cargo de gestão, tem de existir sempre a vertente humana. Naturalmente que os números são importantes, mas eles constroem-se com humanização. De mim, podem esperar uma ouvinte, alguém que acredita e confia na sua equipa e que investe no seu capital humano. Da equipa, espero lealdade, confiança e que acreditem no projeto PROCESS ADVICE. Se estes valores estiverem reunidos, acredito que conseguiremos elevar os níveis de confiança e de satisfação dos nossos clientes assumindo um posicionamento de excelência no mercado”, partilhou.
Ser uma empresa composta por oito mulheres poderia ser fruto do acaso mas não. Apesar de subcontratarem e recorrerem a serviços de consultores externos, já na anterior gestão, liderada por homens, existia esta apetência para que o trabalho fosse desenvolvido por mulheres. Porquê? Para Paula Pires tudo passa pelo sentido de organização e método. “Na consultoria, penso que as mulheres têm outra predisposição e sensibilidade para gerir a heterogeneidade de pessoas com as quais nos relacionamos, e têm outra destreza organizacional necessária à prestação destes serviços. Penso que esta característica nos é conferida pelo facto de, no dia-a-dia, termos a cargo a gestão de diversos “papéis”, defendeu, acreditando que essa distinção também se verifica nas diferentes gestões e lideranças que estiveram na retaguarda da PROCESS ADVICE desde o seu início.
Embora sempre se tenha caracterizado por ser uma liderança partilhada onde todos têm opinião, Paula Pires admite que as principais diferenças se prendem com as questões motivacionais e que, inevitavelmente, cada pessoa, cada líder e cada gestor têm a sua própria individualidade. No desempenho das suas funções, Paula Pires é apologista da transparência. “O rumo e posicionamento que pretendo conferir à empresa é partilhado com a equipa através da auscultação, do lançamento de ideias, permitindo também o seu envolvimento, o incremento motivacional e a partilha de projetos que considero de valor acrescentado aos clientes e de garantia da sustentabilidade da empresa”, asseverou. Isto só acontece porque Paula Pires tem bem clara uma perceção: “O capital humano é fundamental para o sucesso das organizações. Uma equipa coesa, focada nos objetivos estratégicos da empresa e que a entenda como um projeto de vida, são fatores relevantes da boa liderança. As pessoas que constituem esta equipa são o rosto da PROCESS ADVICE”, afirmou. Paula Pires não consegue gerir a organização em moldes diferentes. Daí que solicite constantemente opiniões, delegue responsabilidades e confira níveis de autonomia à equipa, mais do que uma atitude ativa, requer uma postura pró-ativa. “O core business da empresa não inclui atividades do design ou da arquitetura. No entanto, no ADN da empresa têm de estar presentes e interiorizados os conceitos de inovação, criatividade e assertividade nos serviços que oferecemos ao mercado e aos clientes. Estamos no mercado para robustecer a competitividade das organizações, sendo fundamental assegurar um portfólio de serviços diversificado e de valor acrescentado”, colmatou.

Como tudo começou?
A PROCESS ADVICE está no mercado há 16 anos, tendo como mentores Leonardo Silva e Cândido Pires. Criada para a prestação de serviços de consultoria, auditoria e formação especializada em intervenções orientadas para a obtenção de ganhos de eficiência e inovação organizacional. Desde cedo, Paula Pires se envolveu no projeto, como consultora, auditora e formadora. O projeto foi direcionado para a implementação, manutenção e melhoria de sistemas de gestão ao abrigo de referenciais nacionais e internacionais, entre outras ferramentas de apoio à gestão das organizações. Também a vertente formativa começou a ocupar o seu espaço sendo um complemento à atividade principal. Os serviços de realização de auditorias, tal como explicou Paula Pires, são implícitos à implementação e manutenção dos sistemas de gestão das organizações.
A empresa tem vindo ao longo dos anos, a destacar-se em diversas áreas de atuação. De salientar que, na área da Responsabilidade Social, se destacou pelo posicionamento assumido como uma das empresas Fundadoras da Rede RSO PT e pela integração de comissões técnicas para o desenvolvimento de referenciais e guias para a implementação de boas práticas da responsabilidade social e da igualdade de géneros.
A partir de 2006, a empresa passou a ser detentora e representante nacional de um software de apoio à gestão das organizações, conferindo aos seus clientes um incremento na eficácia e eficiência organizacional.
De outras empresas de consultoria, a PROCESS ADVICE distingue-se pela sua “versatilidade”. “Desde cedo, existiu uma clara orientação para a constituição de uma equipa multidisciplinar detentora de um nível de competências que nos conferisse a transversalidade e adequação a diversas áreas de negócio, desde o setor público (Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Hospitais, Instituições de Ensino) ao privado (comércio, industria e serviços) e do terceiro setor (Santas Casas, Instituições Particulares de Solidariedade Social, Mutualidades e Cooperativas).”, explicou a empresária. A PROCESS ADVICE integra um grupo de empresas conferindo-lhe outras valências e o incremento de sinergias win-to-win. Do território nacional (inclusive Açores) ao mercado externo, está centrada no robustecimento da capacidade competitiva dos clientes, respondendo a níveis de exigência distintos. “Ao longo dos anos, a empresa tem apresentado resultados positivos e demonstrativos de crescimento. No entanto, a instabilidade política e económica que se tem sentido, de forma global, tem vindo a condicionar a concretização de projetos, que permitiriam alavancar ou sustentar os negócios das PME através do desenvolvimento de novos produtos e/ou da sua internacionalização. Este cenário, contribui para que o setor privado se torne mais exigente, pois o esforço imprimido na garantia da sustentabilidade das organizações é superior requerendo elevada capacidade na gestão de risco do negócio ou das suas atividades. Ainda que, com recurso a sistemas de incentivos e de apoio ao investimento, constatamos que as PME ponderam com maior severidade os riscos associados a investimentos de capacitação do negócio, por forma a, garantirem o respetivo retorno. Estes sinais, têm conduzido a PROCESS ADVICE a focar-se, incisivamente, nas necessidades dos clientes e do mercado, ajustando os serviços ao cliente”, colmatou.

Um Olhar para o Mundo
Se a PROCESS ADVICE gosta de desafios, o mercado externo é, por isso, um palco predileto de atuação. Com os pés assentes na terra e pesando bem os riscos, a empresa tem trabalhado com outros mercados, com especial incidência em Angola, Moçambique e, no momento a avaliar a viabilidade de negócios em Cabo Verde. Fazendo parte de um grupo de empresas onde se verifica a fusão e a partilha de sinergias, a empresa marca presença um pouco por todo o mundo: “No mercado externo, o princípio passa por considerar que o posicionamento de uma empresa do grupo permitirá o posicionamento das restantes”, salientou.
Vivendo as dificuldades dos seus parceiros, a empresa sentiu, ao longo do último ano, as contingências vividas no mercado angolano, onde se encontra a implementar o Sistema de Gestão da Qualidade, segundo o referencial ISO 9001, na área hospitalar (em serviços clínicos e não clínicos), em conjunto com um parceiro. O know how comprovado na área hospitalar com a implementação de referenciais, especificamente em serviços de esterilização, permitiu que a PROCESS ADVICE integrasse este projeto. Apesar do impacto das dificuldades vividas no ano transato, Paula Pires acredita que o projeto será para continuar e, passo a passo, as condições certamente serão melhores.
Em Moçambique, a empresa desenvolveu um projeto promovido pelas Nações Unidas e que contou com o apoio do Banco Mundial.
Quanto a Cabo Verde, a empresa traçou algumas medidas estratégicas e está a incitar os primeiros passos na negociação de projetos de valor acrescentado para determinados nichos de atividade económica.
Apesar do balanço positivo da presença da PROCESS ADVICE no mercado externo, a empresa centra os seus serviços no mercado nacional, com a abertura, recente, de escritório no Porto.

Relações assentes na Confiança
A confiança é o cerne de qualquer relação, seja pessoal ou profissional e, pelo testemunho dos seus clientes, esta é a uma característica intrínseca à identidade da PROCESS ADVICE. Tudo graças a um fator, aparentemente, simples, mas que para esta equipa é uma mais-valia e um fator de diferenciação. “A PROCESS ADVICE valoriza a presença no cliente e isso transmite-lhe confiança. Assumimo-nos como parte integrante da equipa do cliente, vestimos a sua pele e encaramos o seu sucesso como o nosso sucesso”, explicou. E, efetivamente, à data, o percurso da empresa tem estado pautado pelo sucesso. “Com mais de mil intervenções, nunca tivemos um desaire e é de realçar o facto de, tratando-se da implementação de sistemas de gestão, o trabalho desenvolvido nos clientes é validado por entidades independentes, sempre que os clientes recorrem à respetiva certificação”, explicou Paula Pires atribuindo o mérito aos seus clientes e, mais uma vez, à sua equipa. E é com esta equipa que quer crescer, em volume de clientes e de negócio e na diversidade de serviços prestados que irão surgindo em função das necessidades. Daí que no futuro a PROCESS ADVICE apostará com outro vigor nas formações à medida. “Estando a PROCESS ADVICE tão imbuída da realidade dos seus clientes, e estando as organizações dependentes do conhecimento e competências das pessoas, iremos transportar para a formação as suas reais necessidades”, concluiu Paula Pires.
Longe estão os tempos em que um aperto de mão era o suficiente para selar um negócio. Hoje as exigências são outras e, da estratégica cidade de Braga para qualquer outro local, a PROCESS ADVICE está apta para responder à altura.

Necessidades formativas direcionadas para o Terceiro Setor:
– Gestão de conflitos nas equipas;
– Coaching nas equipas;
– Coaching para a terceira idade;
– Demências: Estratégias para a intervenção;
– Alimentação criativa na terceira idade;
– Cuidados de saúde diários na área das demências;
– O marketing como ferramenta para a sustentabilidade da IPSS;
– Institucionalização dos idosos: o papel da família;
– Entre outras.

Abertura de novos projetos no âmbito do Portugal 2020
– SI Inovação (Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva): tem como objetivo apoiar projetos de inovação empresarial promovidos por empresas, reforçando a inovação, a competitividade, a sustentabilidade e a qualidade do emprego.
– SI Qualificação (Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo Qualificado e Criativo): o objetivo é criar ou dinamizar empresas dotadas de recursos humanos qualificados e que desenvolvam atividades em setores com forte crescimento, em setores com maior intensidade de tecnologia e conhecimento, ou que apliquem resultados de I&D na produção de novos bens e serviços.
– SI Qualificação (Sistema de Incentivos à Qualificação de PME): pretende reforçar a competitividade das PME e promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego, apoiando a capacitação empresarial das PME através da inovação organizacional, aplicando novos métodos e processos organizacionais, e incrementando a flexibilidade e a capacidade de resposta no mercado global, com recurso a investimentos imateriais na área da competitividade.
– SI Internacionalização (Sistema de Incentivos à Internacionalização de PME): pretende reforçar a competitividade das PME e promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego, apoiando a capacitação empresarial das PME através do desenvolvimento dos seus processos de qualificação para a internacionalização, valorizando os fatores imateriais da competitividade, permitindo potenciar o aumento da sua base a capacidade exportadora.

Cushman&Wakefield diz que 2015 foi o “melhor ano de sempre”

Cushman & Wakefield

“Não fechámos o ano acima dos dois milhões de euros, como tínhamos previsto, porque há investimento que passou para este ano”, afirmou o diretor-geral da Cushman & Wakefield, Eric van Leuven, adiantando que a consultora tem 500 milhões de euros de investimentos prontos, “à espera de assinar contrato”.

Numa conferência de imprensa de apresentação de resultados, hoje em Lisboa, na qual o diretor geral ressalvou não estarem ainda encerrados os indicadores de 2015, mas serem uma estimativa muito próxima dos valores definitivos, Eric van Leuven destacou o ano passado como “o melhor ano de sempre”, acima do investimento de 2007, considerado até agora o melhor ano da empresa em Portugal.

“O número de operações nem é muito superior ao de outros anos, o que foi maior foi o volume das transações”, explicou, especificando que 90% do volume e 72% das transações foram efetuadas por investidores estrangeiros, entre os quais se destacam os ingleses e americanos, como os que apostam nas maiores transações, e os alemães, holandeses e franceses como os que mais operações fazem.

“O tradicional fundo imobiliário nacional tem atraído capital estrangeiro. É verdade que muitas operações de sociedades gestoras portuguesas têm capital estrangeiro por trás”, constatou Eric van Leuven.

Cerca de 60% do capital investido este ano no imobiliário foi no retalho (lojas), a maioria (100 das 350 lojas abertas em 2015) na área da restauração, com destaque para a região de Lisboa, mas também foram transacionadas lojas em centros comerciais e de comércio de rua.

No segmento escritórios, o ano também correu bem para a consultora, tendo sido classificado como “o melhor dos últimos seis ou sete anos” e que deve ter encerrado acima dos 140 mil m2 de transações, entre as quais se destaca o negócio da ocupação da EDP da sua sede em Santos, Lisboa.

“As rendas não tiveram grandes subidas”, disse o diretor geral, adiantando ainda que no Parque das nações, em Lisboa, a taxa de desocupação (que estava a aumentar os últimos anos) está a descer, segundo os indicadores do ano passado.

Primeira empresa de engenharia em Portugal com certificação ISO9001:2015 pela SGS

Representante da SGS e Sónia Gomes, Partner da ASL Associados

A SGS atribuiu, no passado dia 23 de novembro, a Certificação ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade, à ASL ASSOCIADOS, uma empresa fortemente vocacionada para a área de projeto e consultoria em engenharia civil.

O âmbito da certificação centrou-se na prestação de serviços de projetos de engenharia, gestão e fiscalização de obras, certificação energética, medições acústicas e diagnóstico de patologias em edifícios.

Ao certificar-se pela norma ISO 9001:2015, pela SGS, uma entidade independente e devidamente acreditada, esta empresa mostra não só o seu espírito pioneiro, porque falamos de uma norma recentemente atualizada e publicada, mas também o seu compromisso com a Qualidade e satisfação dos seus clientes.

A norma ISO 9001:2015 posiciona a nova versão como parte integrante dos esforços de uma organização em direção ao desenvolvimento sustentável e tem uma maior abordagem à gestão de qualidade baseada no risco, realçando-se aqui a relevância da adoção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) como uma ferramenta de decisão estratégica.

Sobre a empresa ASL ASSOCIADOS, (www.aslassociados.com)

Na cerimónia da 2.ª edição dos Prémios Reabilitação na Construção, novembro 2015, o Júri atribuiu à ASL o 1º prémio, na categoria Gabinete. As razões da escolha são apresentadas na pág. 85 https://goo.gl/mLb504

A ASL ASSOCIADOS é uma empresa fortemente vocacionada na área de projeto e consultoria em engenharia civil. Fundada em 2006, baseia a sua estratégia de atuação na oferta de um serviço global de engenharia, nomeadamente, a Consultoria e Assistência ao Dono da Obra, a Elaboração de Estudos e Projetos Multidisciplinares, assim como todas as atividades inerentes à Fiscalização e Gestão de Obra, assegurando assistência na gestão e supervisão da sua construção (controlo de custos, prazos, encomenda e receção de materiais, coordenação e gestão de subempreiteiros em obra, etc.).

A ASL ASSOCIADOS é uma sociedade independente de quaisquer fornecedores de bens de equipamentos, construtores e instaladores.

Sobre o Grupo SGS (www.sgs.pt)

O Grupo SGS é o líder mundial no domínio da inspeção, verificação, análises e certificação. Com mais de 80 000 colaboradores, a SGS opera uma rede de mais de 1650 escritórios e laboratórios em todo o mundo.

Presente em Portugal desde 1922, a SGS conta com uma vasta equipa de colaboradores especializados, apoiados por uma rede de modernos laboratórios acreditados nas áreas Agroalimentar, Detergentes, Produtos de Higiene, Cosméticos, Dispositivos Médicos, Ensaios Não Destrutivos, Ambiental e Segurança Ocupacional.

Enquanto Organismo de Certificação, a SGS foi o primeiro a obter a acreditação para a Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade em 1998. Desde então, sempre liderou o mercado, inovando nos serviços, de acordo com as principais tendências internacionais, nomeadamente na certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade, Ambiente, Segurança Ocupacional, Segurança Alimentar, Responsabilidade Social, Serviços e Produtos, entre outros.

“O outsourcing revelou ser um instrumento importante de modernização e dinamização das empresas”

Natacha Santos Franco

Enquanto consultora independente, a TeSera promove uma melhor gestão e organização nas empresas da área da saúde pública. Por se dedicar a este setor específico, é altamente qualificada, mostrando-se como um parceiro de excelência. Qual a caraterística que melhor define o serviço TeSera?
Aquilo que distingue a TeSera é, sem dúvida, o seu know-how na contratação pública, especializado no setor da saúde, o que lhe permite assessorar rapidamente as empresas com que trabalha, estabelecendo mais verdadeiras parcerias win to win.

Os vossos serviços oferecem um acompanhamento total no âmbito da gestão da contratação pública, sendo especializados em áreas como auditoria e a assessoria jurídica. O que podemos esperar destes diferentes setores de atuação?
Colocamos a nossa experiência na contratação pública à disposição do cliente, esforçando-nos por simplificar as tarefas do dia-a-dia, através de ferramentas como a avaliação dos processos internos da empresa, externalização total ou pontual da gestão dos concursos públicos ou até mesmo a certificação legal de um documento urgente à apresentação de uma proposta.

Apesar da gama alargada de serviços, a externalização de recursos humanos às empresas farmacêuticas e distribuidoras de dispositivos médicos é o que melhor vos carateriza. O que podemos esperar nesta vertente da vossa marca?
O outsourcing na contratação pública é, sem dúvida, um dos nossos serviços mais procurados, no qual os clientes beneficiam não só dos nossos recursos, mas também da assessoria jurídica especializada. Outro ponto a destacar é o facto de sermos uma empresa com uma estrutura muito flexível e dinâmica, a qual facilmente se ajusta às necessidades concretas do cliente.

Com base neste conjunto de serviços que a TeSera presta aos seus parceiros, de que forma as empresas com que trabalham saem valorizadas com o vosso apoio e gestão?
Numa só palavra: segurança. Ao trabalhar connosco, os nossos parceiros sentem-se apoiados em todos os passos atinentes à celebração de um contrato com o Estado, os quais não poucas vezes impactam nos resultados financeiros da empresa em milhões de euros.

A terceirização de departamentos e funções para outros organismos é um conceito cada vez mais procurado pelo tecido empresarial. Como vê a recetividade do mercado português a esta ferramenta?
O outsourcing revelou ser um instrumento importante de modernização e dinamização das empresas, deixando-as livres para se dedicarem ao seu negócio, confiando ao mesmo tempo na descentralização de certas atividades em especialistas como a TeSera. Em larga medida, o outsourcing tem constituído a chave do sucesso de muitas empresas, sendo que em Portugal cada vez mais são aquelas que aderem e recomendam o modelo.

Atualmente atuam junto de empresas sediadas em Portugal e Espanha. Num futuro próximo, poderemos ver a marca TeSera alargada a outros países? Que outros objetivos têm já definidos para 2016?
O ano de 2016 será o ano da consolidação da marca TeSera no mercado português, através de iniciativas várias como sejam os seminários, participação em grupos de trabalho de regulação do setor e ações de formação. Vários clientes já nos têm incitado a expandir-nos mais além do mercado Ibéria pelo que é, sem dúvida, um dos nossos projetos de futuro.

“Deixámos de ser um outsider e passámos a ser vistos pelo mercado como uma referência de qualidade, credibilidade e independência”

Paulo André e Tiago Almeida (Tax Partner)

A Baker Tilly reforçou este ano a sua presença em Portugal com a integração da Pires de Matos & Pinheiro Torres. Qual o balanço que pode ser feito da estratégia de crescimento da empresa no nosso país?
Considero que o balanço da estratégia de crescimento da Baker Tilly é muito positivo, conforme evidenciado nos nossos indicadores de performance, bem como de dimensão e dados operacionais. Temos vindo a aumentar consecutivamente o número dos nossos profissionais e número de clientes. Definitivamente deixámos de ser um outsider e passámos a ser vistos pelo mercado como uma referência de qualidade, credibilidade e independência. A marca Baker Tilly em Portugal veio definitivamente para ficar, atraindo jovens licenciados que procuram desafios e projetos de forte crescimento. Para dar sustentação ao projeto, reformulámos recentemente as áreas de Outsourcing e Consultoria, passando estas a ser lideradas por novos sócios, mais alinhados com a nossa estratégia, cultura e ambição. Também em 2015, incorporámos por fusão uma equipa de auditoria no Porto (ex-Pires de Matos, Pinheiro Torres SROC), equipa constituída por jovens muito motivados e ambiciosos, tecnicamente muito competentes, que acompanham de perto o negócio dos clientes. Esta equipa é liderada por dois sócios (Luis Pinheiro Torres e Manuel Pires de Matos), conhecedores em detalhe do mercado do norte, que atuam de forma muito dinâmica e comprometida com os objetivos dos clientes: a qualidade técnica, a ética e a independência, bem como o cumprimento de prazos. Acreditamos que o nosso escritório no Porto acompanhará o movimento de crescimento que temos experimentado nos últimos seis anos.

Como caracteriza o mercado nacional de auditoria atualmente? A entrada de novos players tem-se traduzido em ganhos efetivos para os clientes?
O mercado nacional de auditoria tem registado algumas mudanças, essencialmente motivada pelo fenómeno “renovação” das estruturas existentes. Os tempos estão a mudar. Regulamentos mais exigentes entram em vigor em 2016. É necessário estar mais organizado e alinhado com as metodologias internacionais. As normas internacionais de auditoria passam a ser a referência a partir de 1 de janeiro de 2016. Aumenta o controlo de qualidade, bem como as penalizações e sanções. O relato financeiro, em particular as contas auditadas, ganha importância. Aumenta o foco sobre o risco e introduzem-se novas regras nas políticas de rotação de auditores. As empresas também se têm vindo a tornar mais exigentes e organizadas, generalizando-se o funcionamento de comités de auditoria em particular em entidades de interesse público. A pressão dos mercados, stakeholders, investidores e reguladores centra-se no aumento da qualidade, independência e rigor do auditor em benefício de todos aqueles. A CMVM toma a liderança da supervisão e implementação deste processo. A pressão recai, uma vez mais, essencialmente sobre o auditor. Mas este movimento exige um envolvimento maior da auditoria (equipas maiores, mais experientes e maior consumo de horas). Este objetivo só se pode atingir na plenitude e com qualidade, se os honorários forem também ajustados em alta. A constante pressão dos honorários em baixo apenas compromete a qualidade e, no final do dia, não beneficia os stakeholders. O órgão de gestão das empresas deve também assumir as suas responsabilidades, no governance das empresas e na qualidade das demonstrações financeiras. Da parte das empresas tem-se verificado um aumento da visão global dos seus negócios, resultado dos incentivos à exportação, da abertura a mercados para além dos tradicionais (UE e PALOPS), do galopante desenvolvimento dos meios de comunicação, da necessidade de aceder a informação crítica e tempestiva a cada momento e com uma dependência de parceiros “certos” cada vez mais vincada. As empresas começam a operar com maior frequência fora de Portugal e nestas situações procuram trabalhar com um auditor (uma marca) que esteja também nos mercados onde operam fora de Portugal. Temos vindo a ter muitas solicitações na sequência deste movimento, culminando muitas vezes em nossos clientes em Portugal, após já trabalharem connosco noutros mercados, nomeadamente Angola e Moçambique.
Dadas as exigências profissionais impostas à profissão de Revisor Oficial de Contas e, bem assim, as exigências técnicas requeridas por parte das empresas, seria de prever que a entrada de novos “players” só vingaria com equipas de pessoas especializadas em áreas específicas ou através de parcerias.
A nível nacional, o peso dos pequenos e médios negócios não é de negligenciar e a presença física de um interlocutor tem ainda uma influência considerável na altura da escolha, não poucas vezes em detrimento da qualidade técnica dos profissionais. No entanto, esta escolha tem condicionantes óbvias caso a empresa decida desenvolver ou fazer crescer o seu negócio.

Acredita que a tendência seja a perda de impacto no panorama nacional das Big Four nos próximos anos? Começa a notar-se uma maior abertura do mercado como resultado das reformas que têm sido implementadas na atividade de auditoria mais exigentes no que concerne à rotação de firmas?
Acreditamos que o “altar” das Big Four tem cada vez mais vindo a ser desmistificado e questionado. Nem vale a pena entrar em detalhes. Big Four é apenas uma expressão comercial que significa “dimensão”, mas não significa “exclusivo de qualidade”. Adicionalmente, o maior rigor, padrões de ética, o profissionalismo, qualidade e renovação etária de muitos dos que fazem parte desta classe profissional contribuíram para esta mudança. Já muitos perceberam que esta alteração na composição do peso dos atuais players é necessária para um melhor funcionamento do mercado, dando maior protagonismo a outros “players”. Acreditamos que a Baker Tilly tem vindo a contribuir para esta alteração e perceção do mercado quanto à existência de muita qualidade e capacidade de entrega noutras organizações. As constantes solicitações de novos clientes, de grande dimensão e de referência nos seus respetivos setores e nas mais variadas indústrias (serviços, industrial, financeiro, segurador) são a melhor evidência de que aquela mudança está em curso e que a Baker Tilly apanhou o comboio e está no bom caminho. A rotação dos auditores é um tema controverso. Mas no nosso entendimento justifica-se. Não porque o auditor se familiariza com o cliente e “amolece”. Não acredito que isso aconteça. Acredito sim mais no facto de que a rotação é um incentivo para questionar mais vezes o que tem vindo a ser feito pelas organizações e como vem sendo feito. É também uma mola para o desenvolvimento da profissão o surgir de novas ferramentas informáticas de tratamento de dados, de revisão analítica e uma pressão saudável para que os auditores se preocupem em estar ainda mais atualizados sobre aspetos técnicos contabilísticos, fiscais e outros, bem como sobre as best practices das várias indústrias. Por outro lado, há países (França, por exemplo) onde está muito vulgarizada a “auditoria conjunta”, feita por duas empresas de auditoria, as quais tiram sinergias técnicas e operacionais do processo de auditoria, beneficiando o cliente em termos de qualidade e eficiência (preço).

O que é que faz da Baker Tilly uma alternativa de peso às Big Four? Quais os pontos fortes da empresa que importa destacar?
A Baker Tilly destaca-se pelo seu espírito jovem, dinâmico e transparente. É uma equipa de “furões”, que não descansa enquanto não conclui as suas tarefas, estando atenta a todos os detalhes e oportunidades de melhoria de processos dos nossos clientes. A rentabilidade não é a nossa primeira métrica. Precisamos de ganhar dinheiro para ser sustentáveis, mas não temos uma fobia pela margem. Se um projeto necessitar de mais recursos, alocamos mais tempo, as pessoas podem envolver-se mais e debitar mais horas a esse projeto, que não são prejudicadas por esse facto. Acima de tudo, queremos dar qualidade aos nossos clientes. Também por isso, somos uma organização, onde as várias firmas nos vários países se entreajudam entre si. É frequente estar ao telefone, no Skype ou mesmo em reuniões com outros sócios a discutir (brainstorming) e analisar em detalhe questões técnicas complexas, bem como a partilhar experiências. Em vários projetos, temos o envolvimento de sócios da Baker Tilly de outros países. E esse envolvimento é factual. Ocorrem com frequência deslocações a Portugal de sócios de outros países que convidamos a fazer parte das nossas equipas e projetos e com quem partilhamos honorários, assegurando assim equipas mais seniores, experientes e competentes. Sinto que somos uma organização internacional, muito disponível para parcerias e entreajuda entre os vários países. Os nossos clientes reconhecem que com esta estratégia lhes proporcionamos valor acrescentado.

A Baker Tilly Portugal é responsável pelo desenvolvimento de operações em Portugal, Angola e Moçambique. Em qual destes países o crescimento da empresa tem sido mais acentuado?
Portugal, sem dúvida. Em seis anos passámos de duas pessoas para cerca de cem pessoas. Temos registado um crescimento contínuo e acentuado. Sentimos que em Portugal já ganhámos o nosso espaço, ainda que nos pareça evidente que ainda temos muito por onde crescer. Os nossos valores reais continuam a ser superiores aos valores orçamentados. Acreditamos que em 2016 todas as áreas vão crescer significativamente, nomeadamente o outsourcing e a consultoria, pois a partir do início de 2016 teremos nova liderança, mais preparada e atenta às necessidades dos clientes. Moçambique é o nosso segundo mercado, mas é uma economia mais pequena. Sentimos que os tempos que se aproximam não serão fáceis (os problemas já vividos em Angola começam agora a notar-se em Moçambique). Mas temos um escritório, equipas e logística permanentes em Maputo. É um mercado onde queremos continuar e onde temos capacidade de resposta imediata para os nossos clientes. Acreditamos que apesar de tudo 2016 será um ano de crescimento. Em Angola, como sempre, atuamos através de um parceiro. Utilizamos o seu escritório e a sua logística, mas operamos com a marca Baker Tilly e controlo de qualidade de Portugal. Em todos os nossos projetos, os respetivos partners, managers e na maior parte dos casos também os seniores são portugueses, nossos colaboradores diretos, cuja responsabilidade de desenvolvimento profissional e formação é nossa. Apenas o staff é do nosso parceiro local. Angola é já um mercado exigente, onde apenas os que têm qualidade e disponibilidade de recursos conseguirão ser sustentáveis. Para já temos apenas a ambição de nos mantermos no mercado, sem perder a nossa posição.

Quais as estratégias de crescimento da Baker Tilly para cada um deles?
Conforme dei a entender anteriormente, para Portugal e em 2016 estimamos para a Baker Tilly um crescimento a dois dígitos, em todas as suas linhas de serviço. A nossa área de incentivos tem-se envolvido em muitos projetos do Portugal 2020. A área de Transactions e Corporate Finance (nomeadamente avaliações e due diligencies financeiros e fiscais) tem trabalhado a um ritmo muito elevado. Sentimos que a abertura do capital das nossas empresas e movimentos de M&A continuarão a ocorrer em número relevante em 2016 e que o mercado (acionistas, investidores, capitais de risco, etc.) quer trabalhar connosco e nos envolve cada vez com mais frequência. Provavelmente, a mudança política ocorrida recentemente trará novas estratégias e alterações ao quadro fiscal das empresas, o que constituirá uma nova oportunidade para os nossos consultores fiscais. Acreditamos que no Porto esse crescimento será também relevante. Mas não queremos comprometer a qualidade. Estamos a investir mais em formação e no recrutamento. Não queremos apenas pensar para fora, para o crescimento. Queremos preparar-nos por dentro. Quer do ponto de vista organizacional, quer do ponto de vista de recursos. Em relação a Angola a nossa expectativa é manter a nossa posição e em Moçambique estimamos crescer, pois continua a haver investimento estrangeiro relevante oriundo de países onde temos muitos clientes (África do Sul, Índia, China, Brasil). Antecipamos, portanto, que 2016 será uma vez mais um grande desafio, e motivo de orgulho para as nossas equipas, com muito trabalho à mistura.

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