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Fidelizar o shopper infiel: Realidade ou Mito?

A disseminação da informação, o fator “experiência” e o alargamento das escolhas disponibilizadas leva a que os consumidores cada vez mais procurem produtos originais, de nicho e que lhes ofereçam valor acrescentado. Este ambiente de expetativa encontra-se a conduzir os consumidores a experimentar novos produtos, serviços e experiências.

Em Portugal, 89% dos consumidores assume gostar de comprar e experimentar novas marcas e produtos. Quase metade dos portugueses afirmam até que é agora mais provável que experimentem novas marcas do que há 5 anos atrás.

Neste contexto, será a lealdade um conceito do passado com os dias contados ou será este ainda mais valioso no sentido de estabelecer e potenciar a relação a longo-prazo com as marcas?

Para Ana Rei, Consumer Insights Leader da Nielsen, “as relações a longo-prazo são cada vez mais difíceis de conquistar. Segundo o estudo ShopperTrends, da Nielsen, os portugueses são dos mais ‘Brand Switching’[1] da Europa. Neste novo paradigma, as marcas necessitam de criar relações fortes e de permanecer no top of mind dos consumidores, que diariamente são aliciados por novas tendências, produtos e marcas. É crítico inovar de forma holística e contínua, não só ao nível do produto, como também da comunicação (através do conteúdo e dos meios) e dos canais de distribuição, procurando surpreender o shopper em todos os momentos de interação. As marcas devem criar experiências positivas que vão ao encontro das novas necessidades do consumidor e potenciem o engagement”.

O que leva o shopper a mudar de marca?

São várias as razões que podem levar o shopper a decidir experimentar ou trocar para uma nova marca. Em Portugal, a relação custo-benefício destaca-se claramente, com metade dos consumidores a afirmar que esta variável influencia sempre a sua decisão por uma nova marca. As promoções e reduções de preço, as recomendações, a qualidade, a conveniência e os benefícios associados são outras das características que promovem a experimentação de novas ofertas.

Qual é o peso da marca nas diferentes categorias?

De acordo com este estudo, a importância da marca difere entre categorias, impactando a lealdade do shopper. No processo de decisão de compra, a escolha da marca adquire maior relevância em categorias como as bebidas alcoólicas, o café, o chá ou os produtos para o cabelo e para a pele, e mostra-se menos importante na compra de produtos frescos, snacks salgados ou produtos de papel, entre outros.

Millennials são 1,3 vezes mais abertos à experimentação

Os Millennials privilegiam a novidade, estando mais abertos a novas tendências e conceitos criativos. Mais de metade dos consumidores desta geração a nível global (52%) revelam ter uma apetência particular por experimentar novas marcas e produtos. Uma deslealdade assumida que é condicionada essencialmente pela procura da qualidade e da conveniência.

“A deslealdade é o novo normal”

De acordo com os resultados do estudo da Nielsen, os consumidores estão cada vez mais conscientes e interagem com um maior número de marcas, o que põe à prova a capacidade de engagement e alcance das mesmas. É por isso crucial que as marcas consigam oferecer novidade e possibilidade de escolhas enquadradas nos interesses dos seus targets para conseguirem sobreviver e manter os seus clientes fidelizados.

“A deslealdade é o novo normal. O efeito da procura do consumidor por mais variedade, pela melhor relação qualidade-preço e por mais benefícios (via qualidade, sustentabilidade e conveniência) lança novos desafios aos marketeers. Há que acompanhar estas novas tendências ditadas pelo mercado para poder voltar a ambicionar uma maior lealdade junto deste shopper, que se tornou desleal por natureza”, conclui Ana Rei.

[1] Procuram ativamente as promoções na loja e compram marcas diferentes em função das mesmas

Mundial faz disparar pesquisas por televisores em Portugal

Assistir ao jogo da Seleção Portuguesa de Futebol numa TV nova em folha é o desejo de grande parte dos consumidores portugueses. Dados do KuantoKusta, comparador de preços líder em Portugal, demonstram que as pesquisas por televisores, no período de 01 a 10 de junho de 2018, aumentaram em 72%, comparando com o mesmo período do ano anterior. O redirecionamento dos consumidores para os sites das lojas registadas na plataforma teve um crescimento ainda mais expressivo, de 94% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo o departamento de Business Intelligence do KuantoKusta, o consumidor está a pesquisar por televisores de maiores dimensões (40 ou mais polegadas) e com ecrã de alta resolução (full HD ou 4K). De acordo com Thiago Borba, Diretor de Parcerias Estratégias, modelos com estas características registaram um aumento de 62% em relação a 2017.  “O nosso portfólio de comparação é bastante diversificado, tendo modelos para todos os gostos e para todas as carteiras, nas mais de 100 lojas disponíveis”, complementa.

Resultados deste género reforçam ainda mais a importância que esta categoria tem vindo a ganhar, ano após ano, na vida dos portugueses. Acompanhando esses indicadores, o KuantoKusta está a transformar-se cada vez mais numa ferramenta de apoio do consumidor no momento da compra. Os televisores são um dos artigos mais procurados no e-commerce em geral. Entre as marcas mais pesquisadas no KuantoKusta, em vésperas do Mundial, estão a Samsung e a LG, as maiores vendedoras em território nacional, que representam 82% das pesquisas.

Thiago ressalta ainda a expectativa de que as pesquisas por esta categoria de produtos aumentem “caso a Seleção Portuguesa vença os seus adversários e garanta um lugar nos oitavos de final”.

As lojas vêem os acessos provenientes da plataforma a aumentar. Temos como exemplo a Prinfor, referência no sector de informática e electrónica, que registou um aumento de 242% no tráfego, após investir numa presença mais estratégica nas campanhas do KuantoKusta. Para o Paulo Gonçalves, CEO da Prinfor, o Mundial é um excelente período para investir em estratégias de venda, tendo o KuantoKusta como “um grande parceiro para chegar a um público cada vez maior e preparado para comprar”.

Nos últimos meses, o KuantoKusta implementou diversas ferramentas, como a Click Box, com o intuito de proporcionar ao consumidor uma melhor experiência no momento da tomada de decisão de compra. “Estamos sempre a pensar em funcionalidades que possam ajudar o consumidor, seja na comparação, no histórico de preços, nos alertas ou nas avaliações, bem como a melhorar a performance para os nossos parceiros”, finaliza Thiago.

Estas são as melhores estratégias para poupar dinheiro em comida

As compras de supermercado e mercearia são das que mais pesam no orçamento mensal, contudo, a azáfama do dia-a-dia e a falta de tempo para despender num estabelecimento fazem com que muitas compras sejam feitas à pressa e a escolha dos alimentos não seja a melhor. O resultado? Faturas grandes e desperdício ainda maior.

De acordo com o Independent, é possível poupar nas compras de supermercado adotando alguns truques, como evitar ao máximo o desperdício alimentar. E como é que isso se faz? De uma forma muito simples, dando uma nova ‘vida’ às refeições que sobram e estabelecendo ocompromisso de que apenas se vai às compras quando o frigorífico não tiver mais alternativas para preparar as refeições.

Recorrendo à situação britânica, em que o desperdício alimentar cresce de forma exorbitante, a publicação revela que as pessoas menos organizadas devem optar porinstalar no smartphone ou tablet aplicações móveis que permitam ter sempre à vista os alimentos que existem em casa e as possíveis refeições que podem ser feitas com eles.

Na hora de poupar na fatura da alimentação, as compras online mostram-se como bastante eficazes, uma vez que o preço total está sempre à disposição e a capacidade de resistir às tentações é maior, o que não acontece quando se está numa loja e se passa, por exemplo, no corredor das guloseimas.

Máquinas de lavar e colunas de som: os portugueses regressaram às compras

O ímpeto consumista foi refreado pela crise e os especialistas ditaram que o consumo em Portugal não voltaria a ser o mesmo. Mais racional, devorador de promoções, apostado em ter uma vida saudável e uma alimentação focada nos produtos frescos, o retrato do consumidor mudou radicalmente. Mas depois de anos a conter gastos, mesmo em alimentos básicos, os portugueses recuperaram alguma confiança e já estão a dispostos a gastar mais, incluindo em electrodomésticos.

No primeiro semestre, as vendas destes produtos aumentaram 11% para 202 milhões de euros, o valor mais elevado dos últimos três anos, comparando com o primeiro semestre de 2013, 2014 e 2015. Os dados do Barómetro de Vendas da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), divulgados nesta terça-feira, indicam ainda que dentro desta categoria (identificada como “linha branca”), destacam-se subidas expressivas nas vendas de máquinas de lavar a roupa (12,2%), máquinas de lavar a loiça (11,5%) e frigoríficos (4,5%).

As vendas de electrónica de consumo também seguiram a mesma tendência: cresceram 7,2% para 149 milhões de euros – ainda assim um valor menor face ao primeiro semestre de 2014 (159 milhões de euros). Em ano de campeonato europeu de futebol e de Jogos Olímpicos, os protagonistas foram as televisões, cujas vendas cresceram 10,7%. Houve também mais apetência por mini colunas de som (13,9%), enquanto as câmaras de vídeo perderam terreno e registaram quedas de quase 26% nas vendas no primeiro semestre.

Os equipamentos de telecomunicações já não conseguiram atingir níveis de crescimento de outros tempos – no primeiro semestre de 2014, por exemplo, as vendas dispararam 44% graças aos smartphones – e evoluíram apenas 1,1%. Analisando a categoria de produtos, os portugueses aumentaram as compras de auriculares (19%) e de acessórios para telemóveis e aparelhos semelhantes (8,2%). Quanto aos smartphones, as vendas recuaram 0,3%.

Em termos globais, as vendas no retalho não alimentar caíram 0,7% para 3491 milhões de euros, mas Ana Isabel Trigo de Morais, directora-geral da APED, explica que esta contracção é “efeito dos combustíveis”, que representam 45% da facturação total. A descida do preço do petróleo influenciou o valor e as próprias vendas deste produto, que caíram 2,4% nos primeiros seis meses.

“Vendo com mais detalhe, houve um crescimento do consumo de bens de equipamentos, à excepção da fotografia”, que caiu 13,8% fruto da “evolução tecnológica e alteração radical” nos hábitos do consumidor, que usa cada vez mais o smartphone para fotografar. “Está a acumular perdas consecutivas e qualquer dia já nem justifica incluí-la nos indicadores”, acrescentou.

Gastos com perecíveis em alta

A maior fatia dos gastos dos portugueses está, contudo, concentrada nos bens de grande consumo, incluindo comida e produtos para a casa. No primeiro semestre, as vendas cresceram 3,5% para 5103 milhões de euros, muito impulsionadas pelos perecíveis, ou seja, frutas, legumes, carne e peixe. Esta foi, aliás, a categoria que maior subida registou (+9,8%), reforçando ainda mais a tendência dos últimos anos. Em 2014, por exemplo, os gastos com produtos frescos subiram apenas 0,1 pontos percentuais.

“Este aumento evidencia a procura de uma vida mais saudável. Os consumidores têm sido bastante alertados para a prática de uma boa alimentação”, diz Ana Isabel Trigo de Morais, que também explica esta evolução com maiores investimentos das cadeias de grande distribuição nesta categoria e maior “variedade destes produtos produzidos em Portugal”. Os consumidores também gastaram mais dinheiro em congelados (2,3%), um sinal de que a “conveniência” dita as opções.

No carrinho de compras há produtos que estão a perder importância: os lacticínios e as bebidas. No primeiro caso, as quebras de consumo chegam aos 2,4%, nas bebidas o recuo é de 0,3%.

Apesar de alguma recuperação, as promoções continuam a determinar os gastos e a suportar o volume de negócios do retalho. São cada vez mais a regra, em vez da excepção. Entre Janeiro e Junho, 44,8% das vendas foram feitas com desconto, quando na mesma altura em 2015 a percentagem era de 39,7%. “Evidencia a dinâmica concorrencial e a forma como o consumidor continua a decidir o que comprar”, começa por dizer a directora-geral da APED. “Há uma tal intensidade que o consumidor se tornou centrado na promoção”, continuou, acrescentando que, “a prazo há uma tendência de preços baixos”.

Portugueses estão a fazer mais compras nos hipermercados

Os dados do barómetro de vendas da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) foram apresentados pela diretora-geral da APED, Ana Isabel Trigo de Morais, que se mostrou satisfeita com o desempenho das vendas nos primeiros seis meses, mas prudente quanto ao segundo semestre devido à “instabilidade” nos comportamentos de consumo.

“Os consumidores estão cada vez mais voláteis”, afirmou, acrescentando que os indicadores de confiança na evolução da economia e do país têm tido “grandes subidas e grandes descidas” e mostrando “alguma prudência” quanto às perspetivas até ao final do ano, face à instabilidade do comportamento do consumidor “que é capaz de travar de repente e influencia todo o comportamento do mercado”.

Decisivo poderá ser o próximo Orçamento do Estado: “estamos muito atentos ao que se vai discutir. Já há uma elevada carga fiscal sobre as famílias e onerar ainda mais terá imediatamente impacto sobre o consumo”, alertou a responsável da APED.

No retalho alimentar, o volume de negócios das empresas representadas pela APED cresceu 3,5% para cinco mil milhões de euros, com destaque para o aumento de 9,8% da categoria Perecíveis.

A diretora-geral da associação que representa os hipermercados sublinhou que esta terá sido a altura em que se registou um “salto maior” desta categoria, associando a tendência às preocupações dos consumidores com saúde e bem-estar.

“O aumento muito expressivo dos perecíveis, como as frutas, legumes e vegetais indica que há alterações de consumo e maiores preocupações com a saúde e bem-estar”, disse Ana Isabel Trigo de Morais.

Questionada se esta subida foi também influenciada pelo baixo preço das matérias-primas, afirmou que resulta de vários fatores, incluindo o investimento forte dos retalhistas nesta categoria e a grande variedade de produtos nacionais disponíveis.

Já a categoria dos Laticínios destacou-se pela negativa, com uma quebra de 2,4%

“Estamos preocupados com a diminuição cada vez mais expressiva dos consumos de leite”, admitiu a diretora-geral da APED, rejeitando responsabilidades da distribuição nos problemas do setor.

Ana Isabel Trigo de Morais salientou que as importações de leite têm vindo a diminuir (de 20% em 2010 para 14% em 2015) e apelou à realização de uma campanha para aumentar o consumo de leite e “desmistificar” mitos sobre os alegados impactos deste alimento para a saúde humana.

Notou, por outro lado, que existe um desequilíbrio entre a oferta e a procura, já que a Europa continua a produzir mais leite do que consome, adiantando que a resolução das dificuldades dos produtores de leite passa “muito por decisões políticas”, devido ao fim das quotas leiteiras.

Assinalou ainda que apesar de haver quebra no consumo de leite, tem aumentado o consumo de produtos transformados como a manteiga e o queijo, incentivando a produção e a indústria a acompanharem “as alterações de padrão de preferências do consumidor”, disponibilizando outras categorias de produtos.

O retalho não alimentar apresentou uma queda de 0,7% face ao período homólogo, o que, segundo a responsável da APED foi “altamente influenciado” pelo consumo de combustíveis, cujos preços são inferiores aos do primeiro semestre de 2015.

O mercado de Linha branca (equipamentos para o lar como máquinas de lavar roupa e loiça e frigoríficos) foi o que mais cresceu (11%), aumentando a faturação para 202 milhões de euros entre janeiro e junho de 2016 face ao semestre homólogo, em contraste com a Fotografia, que perdeu 13,8% para 25 milhões de euros.

 

O pioneirismo está-lhes no sangue

Diretoras da Agência na comemoração dos 20 anos

Com 23 anos, Mónica Chaves não imaginaria o que viria a construir. “Longe disso” acrescenta. Mas a verdade é só uma. A mulher que é hoje CEO da Brandkey ajudou a escrever as primeiras linhas da história do marketing promocional no nosso país, com a criação da Nomimarketing. No livro de Marketing “Mercator” de 1989, que fazia alusão ao nascimento da primeira agência de marketing promocional em Portugal, a Nomimarketing começou logo a dar que falar e numa das frentes deste barco estava Mónica Chaves, convidada por dois marketeers para integrar este projeto. O marketing promocional passou a marketing below-the-line, com especializações nas áreas de trade marketing, design e eventos e, num mercado em constante transformação, outras mudanças foram surgindo. Em 2006, a Nomimarketing deixa de existir, dando lugar à Brandkey, uma agência “guiada” por Mónica Chaves que manteve as suas equipas de trabalho, desenvolvendo ainda mais a atividade e a sua carteira de clientes, um fator que “nos diferencia da concorrência e que é o nosso sinal de confiança, credibilidade no mercado e know how acumulado”, garantiu a responsável.
Desde logo, inovar, renovar e inventar tornaram-se características intrínsecas ao ADN desta equipa que procurou surpreender e adaptar-se às novas e crescentes exigências de clientes que se mantiveram fiéis a uma empresa que não é de todo igual a tantas outras. Aliás, de acordo com dados da APAP (Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação), a relação entre um cliente e uma agência tem uma duração média de quatro anos. A Brandkey ultrapassa qualquer média estipulada, trabalhando há 26 anos com empresas que se fidelizaram e nela depositam total confiança, criando-se assim uma relação de verdadeira parceria, tais como a Unilever, SumolCompal, PT, entre muitas outras!
Desenvolvendo campanhas e estratégias criativas e eficazes, a Brandkey consegue “de A a Z implementar dentro de casa um serviço integrado que vai desde o desenvolvimento da ideia criativa à execução das campanhas, como assegura a sua implementação em várias vertentes (como a adaptação do conceito às redes sociais, novas plataformas comunicacionais estratégicas)”, explicou. E para que o sucesso seja garantido, criatividade não basta. “A solução passa por sermos criativos e termos conhecimento suficiente que nos permita, por um lado, sermos consultores mas, principalmente, desenvolvermos campanhas eficientes. Não podemos ter uma ideia ‘out of the box’ mas que, no terreno, não é implementável e/ou não produz resultados eficazes”, exemplificou Mónica Chaves. Assim, mais do que criativa, a Brandkey acumula o conhecimento necessário para saber se uma solução é funcional ou não.

Recuar no tempo
Falar dos momentos mais importantes que dão cor à história de uma empresa que sempre se habituou a dar asas ao seu espírito pioneiro é já por si uma tarefa difícil. De qualquer modo, mesmo defendendo que todos os dias são importantes desde que se tenha o reconhecimento dos clientes e o sucesso das suas marcas, Mónica Chaves recordou algumas passagens que tornaram esta equipa a melhor dentro das suas áreas de especialização. A cisão da Nomimarketing foi, inquestionavelmente, uma delas. “Fiquei sozinha. Eu e o meu ex sócio tínhamos criado duas empresas dentro do mesmo ‘umbrella name’ (a Nomimarketing) e, com a cisão, continuei com a minha equipa e com a minha carteira de clientes”, relembrou. Com a criação de um departamento especializado em Marketing Infantil em 2005, a Brandkey encabeçou outros três momentos pioneiros em Portugal, tal como explicou a empresária. “Fui co-autora do primeiro livro de Marketing Infantil (Kids Power – A geração net em Portugal), lançámos os primeiros seminários de Marketing Kids & Teens que perduram até hoje e realizámos o maior estudo de mercado feito no país de forma contínua sobre comportamentos e atitudes das crianças portuguesas, o Fórum Criança, em colaboração com a Apeme”, contou Mónica Chaves, uma profissional referenciada no setor.
Se, por um lado, a sua maior obra-prima são os seus quatro filhos, a nível profissional, Mónica orgulha-se daquilo que construiu. “Considero uma grande conquista ter dado um emprego feliz a centenas de pessoas até hoje. E fico feliz por realizar que formei tantos óptimos profissionais”, defendeu. Quanto ao sucesso, em primeira instância importa relativizar este conceito. “Há dias com sucesso, outros não”, brincou. Mas a verdade é que Mónica Chaves é constantemente requisitada como oradora ou júri de vários eventos da área, o que, por si só, reflete o “peso” do seu nome neste mercado. Por isso, falar em sucesso não é, de todo, algo desapropriado e, para Mónica Chaves, este reflete-se no reconhecimento do mercado. “São 26 anos de experiência a trabalhar numa área com muita paixão. São 26 anos a trabalhar muitas marcas de setores completamente distintos e esta abrangência deu-me um conhecimento muito transversal do marketing e da comunicação”, afirmou. Para os próximos 26 anos quem sabe, Mónica Chaves tem um grande objetivo: “quero fazer com que a Brandkey perdure no tempo e não esteja dependente de um nome”. Para esta passagem de testemunho, a CEO da Brandkey deposita nas suas pessoas total confiança para que continuem à frente deste barco com os mesmos valores e princípios que têm feito com que esta empresa todos os dias chegue a bom porto. E, confidencia-nos: “a qualidade do trabalho da equipa é, por si só, o segredo da fiabilidade da marca Brandkey”.

Holding Brandkey é composta por:
-Brandkey;
-Brandkey Digital (trabalha as marcas na construção de canais de comunicação e marketing digital);
-Intess (agência de promotoras, hospedeiras e tradutores profissionais);
-Call to Action (empresa consultora em Fundraising e Marketing Social para o terceiro setor).

Mónica Chaves
Mónica Chaves

Biografia de Mónica Chaves
– Licenciou-se em Relações Públicas e Publicidade pelo Instituto de Novas Profissões.
– Foi sócia-fundadora de uma das primeiras agências de Marketing promocional em Portugal, a Nomimarketing, em 1989.
– Após a cisão desta empresa, em 2005, fundou a Brandkey – agência de ativação de marca.
– Trabalha há mais de 25 anos com empresas como o grupo Unilever, Sumol-Compal, Nestlé, Nespresso, Colgate, Unicer, PT, Pepsi Internacional, Matutano, entre outras, participando ativamente nas estratégias e campanhas de marketing e comunicação das suas marcas (Marketing Promocional, Trade Marketing, Eventos – BtoB and BtoC – e Marketing Infantil).
– Em 2003 abriu o Departamento de Marketing Infantil, especializado em comunicação para este target específico, reconhecendo o seu elevado potencial.
– No mesmo ano, realizou o Primeiro Seminário de Marketing Infantil em Portugal, o qual conta já com a organização da sétima edição.
– Lançou, com dois parceiros, projetos inovadores como o Fórum Criança e o All About Teens, que visam promover o conhecimento e incrementar a comunicação com os segmentos infantil e adolescente.
– É coautora do primeiro livro de Marketing Infantil em Portugal – “Kids Power – a geração net em Portugal”.
– Em 2007 foi uma das sócias fundadoras da Call to Action, uma empresa de consultoria em Fundraising e Marketing Social para o terceiro setor.
– No mesmo ano fundou a Brandkey Digital, uma agência especializada em comunicação web, verificando que a comunicação on-line e o off-line estão interligadas.
– Em 2008, aproveitando o know-how acumulado de duas décadas, a Brandkey entrou em Espanha.
– Em 2009, Mónica tornou-se membro da Direção da APAP (Associação Portuguesa de Agências de Publicidade), assumindo a direção da área de ativação.
– Foi em 2010 que adquiriu a Intess, uma agência com 30 anos no mercado, de hospedeiras, promotores e tradutores, integrando-a no departamento de eventos.
– Faz parte do grupo de peritos do projeto Media Smart, da APAN (Associação Portuguesa de Anunciantes), bem como do painel ThinkTank, uma iniciativa da revista Briefing.
– Foi júri no Festival Eurobest, na categoria de Direct, Promo&Activation, bem como júri nos Young Lions pela terceira vez consecutiva.
– Como especialista em comunicação, tem sido requisitada como oradora para Seminários da especialidade, bem como alvo de entrevistas diversas nos meios de comunicação social.

Natal. Mais de 50% dos portugueses usa subsídio para presentes

Maior parte dos portugueses usam subsídio de Natal para comprar presentes

Mais de metade dos portugueses, 55%, tenciona utilizar o subsídio de Natal para comprar presentes, revela o mais recente estudo do Observador Cetelem, sobre as intenções de consumo nesta época.

Esta percentagem é superior à registada em 2014 (46%), mas longe dos 82% verificados em 2011, assinala o mesmo documento.

De salientar que cerca de 8% dos portugueses afirmam não comprar presentes de Natal.

Questionados sobre se utilizam o subsídio de Natal para comprar presentes, um quarto dos portugueses afirma utilizar apenas uma pequena parte. Já 27% dos consumidores confessam utilizar uma parte significativa e apenas 4% utilizam todo o subsídio, mas não o consideram suficiente. Uma percentagem ainda considerável de consumidores (26%) afirma não receber subsídio de Natal.

Na análise por faixa etária, constata-se que os indivíduos com idades compreendidas entre os 35 e 44 anos são os que mais afirmam utilizar o subsídio de Natal para comprar presentes (72%), seguidos pelos consumidores entre os 25 e 34 anos (64%). Este último grupo apresenta a maior percentagem de inquiridos que afirmam utilizar o subsídio de Natal na totalidade e de o considerar insuficiente (7%).

Este estudo foi desenvolvido pelo Observador Cetelem, em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos por telefone, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 28 de setembro e 1 de outubro de 2015. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

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