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Consulta inovadora faz abordagem conjunta de doenças do coração e AVC

Forever Young Sapo

“Muitas doenças do coração podem provocar acidentes vasculares cerebrais. Daí ser importante uma abordagem conjunta, pois não se pode separar a patologia vascular cerebral da patologia cardiovascular.” Uma relação que o Heart Center privilegia, o que torna esta consulta inovadora no País. “Não existe entre nós outra unidade que junte estas duas áreas que se interligam: o coração e o cérebro”, confirma o especialista.

No mesmo espaço, faz-se uma abordagem conjunta dos problemas comuns aos dois órgãos. “Dispondo dos mais modernos meios de diagnóstico onde se incluem TAC, Ressonância Magnética, entre outros, permite uma grande eficácia nas atitudes quer diagnósticas quer terapêuticas e, portanto, actuando na melhoria da qualidade de vida das pessoas”, afirma o médico neurologista.

Quer sejam pessoas já com situações definidas, quer ainda numa perspectiva de rastreio e identificação atempada de situações de risco, “o centro está aberto para todos: os que já tenham sofrido um AVC de qualquer tipo ou apenas um evento suspeito de doença vascular cerebral, isto na perspetiva de identificação e tratamento adequado evitando o pior.

Ou seja, refere Vítor Oliveira, “beneficiarão as pessoas com situações associadas a maior probabilidade de ter um AVC, com os chamados ‘fatores de risco’, entre os quais a hipertensão arterial, diabetes, obesidade, fumadores ou ex-fumadores e pessoas mais idosas e com doenças cardíacas”. O grande objetivo é, reforça, “prevenir a ocorrência de AVC, sobretudo nas pessoas em maior risco, mas também avaliar e acompanhar os doentes que já tiveram um AVC prevenindo a ocorrência de um novo evento. Devemos ter sempre presente que a atitude mais eficaz é a prevenir.”

O especialista termina ao alertar que “no caso de: boca ao lado, falta de força num braço e dificuldade em falar não hesite em contactar o 112.”

Passos simples para manter a saúde do coração

Para ter uma vida melhor e alcançar a saúde cardiovascular, a Associação Americana do Coração sugere que é preciso ter o que chama de ‘Life’s Simple 7’ (‘Os sete simples da vida’, em tradução livre).

São passos relativamente simples (dependendo do estado actual do seu corpo) que pode dar no caminho de uma vida saudável:

1. Mantenha-se ativo. A associação aconselha a praticar pelo menos 150 minutos de exercício físico moderado, 75 minutos por semana de exercício físico vigoroso ou a combinação dos dois.

2. Controle o colesterol. Deve analisar com frequência os seus níveis de colesterol. Se o seu LDL (colesterol ‘mau’) estiver a 200 ou mais, está na categoria de risco e deve considerar mudar de estilo de vida.

3. Coma melhor. Uma alimentação e um estilo de vida saudáveis ajudarão a combater a possibilidade de uma doença cardiovascular.

4. Controle a tensão arterial. A tensão arterial alta é o fator de risco mais importante no que toca à saúde cardiovascular. Vigie a tensão arterial com regularidade e faça as mudanças de estilo de vida necessárias para a normalizar.

5. Perca peso. Se tem excesso de peso ou sofre de obesidade, poderá reduzir o seu risco de sofrer de doenças cardiovasculares ao perder peso. Manter um peso saudável é uma questão de equilíbrio entre uma alimentação saudável e actividade física.

6. Reduza o açúcar no sangue. Mais uma vez é importante conhecer os níveis. Se tem diabetes, trabalhe com o seu médico no sentido de lidar com a doença e reduzir os factores de risco.

7. Deixe de fumar. De acordo com a associação americana, fumar é a causa possível de prevenir mais importante no que toca à morte prematura. Se fuma mas quer manter a sua saúde, faça o possível para largar o vício.

Autocarro interativo mostra inovações no tratamento das doenças do coração

O MILLIE, um autocarro com 12 metros de comprimento, vai “estacionar” nos hospitais portugueses durante as próximas 3 semanas.
De 19 de Fevereiro a 13 de Março, os profissionais de saúde portugueses, nomeadamente médicos e técnicos de Cardiopneumologia, vão poder assim conhecer e experienciar de forma única e inovadora as últimas tecnologias no campo do diagnóstico e tratamento das perturbações do ritmo cardíaco.
No interior do veículo, para além da exposição dos dispositivos, haverá ainda simuladores de implante, jogos interativos e sessões de e-learning para os clínicos.
Uma das principais atrações desta iniciativa é a possibilidade de conhecer o pacemaker mais pequeno do mundo que mede apenas 2,5cm – um décimo do tamanho de um pacemaker convencional – e o registador miniaturizado de eventos cardíacos, que permite a deteção precoce de arritmias através da monitorização à distância.
A primeira paragem do MILLIE, em Portugal, será no congresso Arritmias, no Hotel Miragem em Cascais (19 e 20 de fevereiro), onde os especialistas poderão ver de perto estas inovações.
Depois de Portugal, o autocarro vai viajar até à Eslováquia, República Checa, Suécia e Polónia.
O MILLIE é uma iniciativa da empresa Medtronic, líder mundial em tecnologia médica, e insere-se numa campanha internacional de formação a especialistas médicos.
Mais informações em www.heartexpress.eu

Diga ‘sim’ ao vegetarianismo pelo coração e pela conta bancária

Abdicar da carne em prol da saúde é uma tendência com cada vez mais adeptos. O consumo de carne vermelha e carnes processadas foi recentemente desaconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas existe um outro (forte) motivo para abdicar da proteína animal em prol dos alimentos de origem vegetal: o dinheiro.

Diz o El País que um estudo publicado na revista Journal of Hunger & Enviromental Nutrition indica que uma dieta vegetariana poupam cerca de 704 euros anuais quando comparados com as pessoas que consomem proteína de origem animal frequentemente – leia-se, diariamente.

O mesmo estudo revela que as pessoas que seguem uma dieta vegetariana poupam, em média, 13,78 euros por semana, embora façam mais refeições ao longo por dia.

Mas a dieta vegetariana pode, porém, sair cara. “[O preço] é razoável até certo ponto. Mas há que introduzir uma ressalva: na dieta vegetariana há um interesse na agricultura biológica e estes produtos são mais caros do que o habitual. Ainda assim, os custos de produção de carne são mais elevados”, explica o nutricionista Juanjo Cáceres.

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