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Reino Unido receia que mísseis norte-coreanos possam atingir Londres

Gavin Williamson considerou que a Coreia do Norte “é uma ameaça real”, por estar atualmente “a caminho de ter mísseis balísticos que poderiam atacar” a capital britânica.

Referindo que o Reino Unido deve “intensificar” a forma de lidar com Pyongyang, porque é “um ator global” que ameaça a paz mundial, o membro do Governo de Theresa May afirmou que “o problema não é só para os Estados Unidos”.

“Nunca hesitaremos em lidar com a agressão ou a ameaça”, acrescentou, acentuando que o Reino Unido trabalha com os seus aliados e notando que dois vasos de guerra da marinha britânica foram direcionados para o Pacífico, para participar em operações conjuntas com os Estados Unidos e outros parceiros na região.

Gavin Williamson afirmou que o Reino Unido está a “trabalhar com os aliados na região, para assegurar que se continue a pressionar a Coreia do Norte”.

Especialistas norte-americanos estimaram que os mísseis do último ensaio da Coreia do Norte, realizado no mês passado, podiam percorrer uma distância até 13 mil quilómetros (Londres encontra-se a 8.600 quilómetros de Pyongyang).

O ministro da Defesa britânico concedeu a entrevista depois do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na apresentação da nova estratégia de segurança nacional, ter referido que China e Rússia estão contra os interesses norte-americanos.

LUSA

EUA responsabilizam Coreia do Norte por ataque informático à escala mundial

O regime de Pyongyang é suspeito de estar por detrás do ‘software’ malicioso que afetou o funcionamento de fábricas, bancos, hospitais, escolas e lojas e dos resgates exigidos posteriormente para recuperar os sistemas operativos.

Portugal também constou entre os países visados pelo ciberataque.

“Este vasto ataque custou milhares de milhões e a Coreia do Norte é diretamente responsável”, escreveu Tom Bossert, o conselheiro para a segurança interna do Presidente norte-americano, Donald Trump, num artigo no The Wall Street Journal, divulgado na segunda-feira à noite.

O mesmo responsável deve fornecer hoje mais pormenores num encontro com a comunicação social.

“Não avançamos com estas acusações de forma ligeira. São baseadas em provas”, referiu Tom Bossert.

Em outubro último, o governo britânico acusou a Coreia do Norte de estar na origem deste ataque informático, que afetou, entre outras entidades, o serviço de saúde pública britânico (NHS).

A 12 de maio, o ataque informático lançado através de um ‘software’ malicioso apelidado de “Wannacry” afetou, a par dos serviços de saúde britânicos, as fábricas do construtor automóvel francês Renault, a operadora espanhola Telefonica e a empresa norte-americana de entrega de encomendas FedEx.

Os responsáveis pelo ataque reclamaram um resgate para desbloquear os computadores afetados.

“Por mais de uma década, a Coreia do Norte tem agido mal, de forma quase incontrolável, e esse comportamento malicioso está a tornar-se cada vez mais flagrante e o ‘WannaCry’ foi irresponsável”, prosseguiu o conselheiro.

O Presidente Donald Trump “já pressionou a Coreia do Norte de forma a atacar os desenvolvimentos inaceitáveis na sua política nuclear e balística. E vamos continuar a exercer a pressão máxima sobre Pyongyang para limitar a sua capacidade de realizar ataques, informáticos ou outros”, reforçou Tom Bossert.

A empresa de segurança informática Symantec (norte-americana) chegou a atribuir o ataque ao grupo de piratas informáticos conhecido como Lazarus, suspeito de ter ligações ao regime norte-coreano.

Citado pelo diário The Washington Post, um responsável norte-americano declarou que a administração Trump incitou os países aliados a combaterem os ciberataques da Coreia do Norte e a aplicarem as sanções “apropriadas” no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

LUSA

ONU: Sanções são a via para a desnuclearização da Coreia do Norte

Segundo Guterres, as resoluções do Conselho de Segurança da ONU devem ser “totalmente aplicadas e respeitadas” pelo regime de Pyongyang, mas também por todos os outros países envolvidos na questão, de forma a garantir que as sanções atinjam os objetivos para que foram impostas, ou seja, a desnuclearização da península coreana.

“A unidade do Conselho de Segurança é crucial, mas também é importante permitir que a diplomacia se envolva numa resolução pacífica. É importante que todas as partes percebam a urgência de se encontrar uma solução que evite uma confrontação que trará consequências trágicas para todos”, sublinhou Guterres.

Para o secretário-geral da ONU, não se pode entrar como “sonâmbulos numa guerra” devido à situação desencadeada pela Coreia do Norte, pelo que é necessário dar apoio à diplomacia.

“A pior opção seria a de entrarmos sonâmbulos numa guerra que poderá trazer consequências dramáticas”, sustentou.

Questionado sobre se planeia deslocar-se à Coreia do Norte para se reunir com o presidente Kim Jong Un, o secretário-geral da ONU manifestou-se “disponível, mas que tal terá de fazer sentido.

“As reuniões só fazem sentido se houver um objetivo. Estou pronto para ir a qualquer lado, desde que isso seja útil”, respondeu.

Por seu lado, Shinzo Abe concordou com a ideia de que o diálogo com a Coreia do Norte deve “fazer sentido”, visando sobretudo o fim do programa nuclear norte-coreano.

Na quarta-feira, o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, disse que Washington está aberto à possibilidade de negociações com Pyongyang, mas a Casa Branca defendeu que, primeiro, a Coreia do Norte deve “terminar com as provocações” e tomar “ações sinceras e significativas em direção à desnuclearização”.

Pyongyang confirma lançamento de míssil capaz de alcançar todo o território dos EUA

Tal como é hábito, coube à veterana pivô Ri Chung-hee fazer o anúncio, em tom solene, do “bem-sucedido” lançamento que foi “autorizado e presenciado pessoalmente pelo líder” Kim Jong-un, o primeiro que o regime de Pyongyang leva a cabo após dois meses e meio.

O míssil foi disparado em direção a leste a partir da província de Pyongan do Sul, a cerca de 25 quilómetros da capital norte-coreana, Pyongyang, por volta das 03:17 (18:17 de terça-feira em Lisboa).

O projétil percorreu cerca de 960 quilómetros, atingindo uma altitude de mais de 4.000 quilómetros, antes de se despenhar no Mar do Japão (denominado de Mar do Leste nas Coreias).

Tal representa a máxima altitude alcançada até à data por um míssil norte-coreano e sinaliza um novo e perigoso avanço do programa norte-coreano.

O Pentágono tinha já adiantado a possibilidade de se ter tratado de um míssil balístico intercontinental (ICBM), pelo que este é o terceiro deste tipo disparado pela Coreia do Norte depois dos dois lançados no passado mês de julho.

Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão já reagiram ao mais recente lançamento, acordando impulsionar mais sanções internacionais contra Pyongyang.

Washington, Seul e Tóquio pediram uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, que pode realizar-se hoje mesmo em Nova Iorque.

LUSA

Singapura cessa relações comerciais com Coreia do Norte

A informação é reportada pela Reuters, que teve acesso a uma nota  enviada para as autoridades alfandegárias de Singapura.

A cidade-estado asiática é atualmente a sétima maior parceira comercial da Coreia do Norte.

Apesar de tudo, a ministra dos negócios estrangeiros, Vivian Balakrishnan, salientou que Singapura não quer cortar todos os canais de conversações diplomáticas com os norte-coreanos. Esta decisão de suspender relações comerciais, porém, é mais um golpe na já de si frágil economia do país.

Coreia do Norte dispara novo míssil

A Coreia do Norte disparou um míssil a partir do distrito de Sunan, em Pyongyang.

O projétil foi lançado às 06h57 (hora local), sobrevoou a ilha japonesa de Hokkaido e caiu pelas 07h06 (hora local), segundo as autoridades japonesas, que acionaram o sistema de emergência J-Alert em várias regiões do norte do arquipélago. O míssil caiu a cerca de 2 mil quilómetros do Cabo Erimo, nas águas do Pacífico.

O Japão já condenou o disparo do míssil norte-coreano, que considerou ser uma “provocação intolerável”.

O projétil atingiu uma altitude de 770 quilómetros e voou por 3.700 quilómetros, de acordo com as autoridades sul-coreanas, distância suficiente para chegar a Guam, território norte-americano no Pacífico.

No mês passado, a Coreia do Norte disparou um míssil que sobrevoou o Japão, algo que foi considerado por Tóquio como uma “ameaça sem precedentes” ao país.

As autoridades sul-coreanas e norte-americanas estão a investigar os detalhes do lançamento.

O míssil ainda não foi identificado.

A ONU aprovou na segunda-feira o oitavo pacote de sanções contra a Coreia do Norte, destinadas a isolar economicamente o país em resposta ao sexto ensaio nuclear, realizado a 3 de setembro.

Pyongyang afirmou ter testado com sucesso uma bomba de hidrogénio, conhecida como ‘bomba H’, miniaturizada o suficiente para poder ser colocada num míssil.

A explosão teve uma potência de 250 quilotoneladas, 16 vezes superior à da bomba lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, segundo as mais recentes estimativas divulgadas pelo portal especializado na Coreia do Norte, 38 North, com base na revisão em alta da magnitude do abalo gerado feita pela Organização do Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares.

As estimativas oficiais da potência da explosão ocorrida em 03 de setembro variam significativamente: Seul fala em 50 quilotoneladas, enquanto o Japão em 160.

Em resposta, Pyongyang prometeu esta quarta-feira acelerar os seus programas militares em resposta às sanções “maléficas” das Nações Unidas.

Coreia do Norte estende ameaça nuclear ao Japão e à Coreia do Sul

O regime norte-coreano acredita ser necessário “infligir um golpe” aos japoneses, que “não entraram nos eixos”, nem mesmo depois de um míssil balístico intercontinental ter sobrevoado o arquipélago, cujas ilhas “deviam ser afundadas pela bomba nuclear Juché [a ideologia oficial norte-coreana de autossuficiência]”, afirmou um porta-voz do Comité norte-coreano para a Paz da Ásia-Pacífico num comunicado reproduzido na noite de quarta-feira pela agência KCNA.

O comité norte-coreano também se manifestou contra o governo de Seul, que acusou de ser um grupo de “traidores” e de “cães dos Estados Unidos” por terem pedido sanções mais duras contra os seus “compatriotas”.

“O grupo de traidores pró-Estados Unidos deve ser severamente castigado e liquidado com um ataque de fogo, de modo a que não possam sobreviver. Só aí a nação coreana poderá prosperar num território unificado”, afirmou o regime, segundo a agência noticiosa oficial norte-coreana.

Pyongyang rejeitou assim o apoio dado pelos países vizinhos às novas sanções impostas na segunda-feira pelo Conselho de Segurança da ONU, que deixou o regime “furioso”.

A Coreia do Norte acusou o órgão da ONU de se ter convertido numa “ferramenta do mal” que serve os Estados Unidos, defendendo que em vez de garantir a paz e a segurança “destrói-a sem piedade”.

“O Conselho de Segurança da ONU é composto por países sem princípios e, por conseguinte, tal ferramenta inútil deve ser dissolvida de imediato”, de acordo com a KCNA.

A ONU aprovou na segunda-feira o oitavo pacote de sanções contra a Coreia do Norte, destinadas a isolar economicamente o país em resposta ao sexto e mais potente até à data ensaio nuclear, realizado a 03 de setembro.

Pyongyang afirmou ter testado com sucesso uma bomba de hidrogénio, conhecida como ‘bomba H’, miniaturizada o suficiente para poder ser colocada num míssil.

A explosão teve uma potência de 250 quilotoneladas, 16 vezes superior à da bomba lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, segundo as mais recentes estimativas divulgadas pelo portal especializado na Coreia do Norte, 38 North, com base na revisão em alta da magnitude do abalo gerado feita pela Organização do Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares.

As estimativas oficiais da potência da explosão ocorrida em 03 de setembro variam significativamente: Seul fala em 50 quilotoneladas, enquanto o Japão em 160.

Pyongyang ameaça EUA com “o maior sofrimento e dor” se insistir nas sanções

Num comunicado reproduzido pela agência de notícias oficial norte-coreana, KCNA, o Ministério dos Negócios Estrangeiros adverte que se Washington “avançar com esta ‘resolução’ ilegal sobre um endurecimento das sanções, a Coreia do Norte assegurará que seja absolutamente certo que os Estados Unidos paguem o preço”.

“As medidas que serão tomadas causarão aos Estados Unidos o maior sofrimento e dor em toda a sua história”, disse o ministério.

“O mundo será testemunha de como a Coreia do Norte domina os ‘gangsters’ americanos, lançando uma série de ações que serão mais duras do que jamais imaginaram”, referiu.

A pedido de Washington, o Conselho de Segurança da ONU vai votar, esta segunda-feira, novas sanções duras contra o regime de Kim Jong-un, acusado de ameaçar a paz com os seus programas de armamento nuclear e convencional.

A Coreia do Norte realizou, em 03 de setembro, o seu sexto ensaio nuclear, que disse ter-se tratado de uma bomba de hidrogénio, ou bomba H miniaturizada, apta a ser colocada num míssil balístico intercontinental (ICBM).

O teste com uma bomba de hidrogénio foi o mais potente já realizado pelo regime norte-coreano e suscitou a condenação da comunidade internacional, aumentando a tensão na região.

Em julho, aquele país asiático já tinha realizado dois disparos de ICBM.

Estas atividades nucleares e balísticas violam as resoluções das Nações Unidas, que já infligiram sete conjuntos de sanções a Pyongyang.

UE prepara novas sanções para a Coreia do Norte

“Hoje, vou propor aos ministros que trabalhem nos próximos dias para aumentar as sanções autónomas da UE”, declarou a responsável à chegada para uma reunião com os ministros da Defesa, e depois dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, na Estónia.

Mogherini disse que “é necessário fortalecer a pressão económica sobre a Coreia do Norte, apoiando uma nova resolução do Conselho de Segurança da ONU e adotando medidas económicas mais duras, incluindo sanções específicas da União Europeia.

“A nossa linha europeia é muito clara sobre este ponto: mais pressão económica, mais pressão diplomática e unidade com nossos parceiros regionais e internacionais”, explicou.

É preciso “evitar entrar em uma espiral de confronto militar que poderia ser extremamente perigoso não só para a região, mas para o mundo inteiro”, insistiu.

A UE já tem uma ampla gama de sanções, tanto ligadas à ONU como autónomas, contra a Coreia do Norte.

A União Europeia considera agora impor sanções a vários setores da economia norte-coreana – que ainda permitem a entrada de divisas e, portanto, permitem ao regime financiar as suas atividades nucleares -, como portos e pescas, ou um embargo de petróleo, adiantou fonte diplomática citada pela Agência France Presse (AFP).

Outra opção seria colocar o líder norte-coreano Kim Jong-Un na lista negra da União Europeia, o que congelaria seus recursos na UE e o impediria de viajar ou deslocar-se pelo seu território, disse esta fonte.

Na quarta-feira, os Estados Unidos apresentaram seu projeto de resolução sobre novas sanções internacionais contra a Coreia do Norte, que propõe um embargo sobre o petróleo (incluindo produtos refinados e gás líquido) para a Coreia Norte e pretende evitar as suas exportações de têxteis.

Os americanos também defendem o congelamento dos ativos de Kim Jong-un, assim como pretendem impedir o financiamento de expatriados norte-coreanos em todo o mundo, estimado em mais de 50 mil pessoas pela ONU e uma importante fonte de renda para o regime, de acordo com o texto do acordo citado pela AFP.

A proposta dos EUA na ONU é apoiada pela França e pelo Reino Unido, mas corre o risco de enfrentar o veto da China e da Rússia.

Entretanto, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, apelou hoje à comunidade internacional para exercer “a maior pressão possível” no regime de Pyongyang para forçar o regime norte-coreano a “abandonar” seu programa de mísseis nucleares.

“A comunidade internacional deve unir-se para exercer a maior pressão possível sobre a Coreia do Norte”, disse Abe, num discurso à margem de um fórum económico em Vladivostok, na Rússia, onde participa, assim como os presidentes russo, Vladimir Putin, e sul-coreano, Moon Jae-in.

Putin: Sanções à Coreia do Norte serão “inúteis e ineficazes”

“A Rússia condena estes exercícios” da Coreia do Norte, que reivindicou no domingo o teste bem-sucedido de uma bomba H, “mas o recurso a seja que sanções forem é, neste caso, inútil e ineficaz”, afirmou Putin, à margem de uma cimeira dos países BRICS.

A criação de uma “histeria militar não tem qualquer sentido (…) Tudo isso pode levar a uma catástrofe planetária”, sublinhou.

A Coreia do Norte fez no domingo o seu sexto teste nuclear, desta vez com o lançamento de uma bomba de hidrogénio, a mais potente até à data, um artefacto termonuclear que segundo o regime de Pyongyang pode ser instalado num míssil intercontinental.

A comunidade internacional condenou unanimemente o novo desenvolvimento de armamento norte-coreano. Após uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, os Estados Unidos propuseram votar novas sanções ao regime de Kim Jong-un na próxima segunda-feira, uma medida que já tinha sido defendida pela Coreia do Sul e pelo Japão.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse estar a avaliar a possibilidade de suspender o comércio com qualquer país que tenha negócios com Pyongyang e insinuou que não descarta um ataque à Coreia do Norte.

Por seu lado, a China e a Rússia apelaram ao diálogo com Pyongyang e propuseram o congelamento das manobras militares conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul e a suspensão dos programas de armamento norte-coreanos, mas esta proposta foi recusada pelos Estados Unidos.

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