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Coreia do Sul detetou sinais de que Pyongyang prepara um novo lançamento de um míssil

Os sinais de que a Coreia do Norte “prepara um novo lançamento de míssil balístico têm sido constantemente detetados desde o teste de domingo”, declarou o ministério, em referência ao sexto ensaio nuclear norte-coreano.

O Governo sul-coreano não avançou com mais informação sobre quando o míssil poderá ser lançado ou para onde.

Hoje o Ministério da Defesa estimou também que o sexto teste nuclear realizado pela Coreia do Norte teve uma potência de 50 mil toneladas.

A confirmar-se, esta quantidade de energia significa que o teste foi cinco vezes mais potente do que o quinto ensaio nuclear realizado pela Coreia do Norte, em setembro de 2016, e mais de três vezes superior ao da bomba que destruiu Hiroshima em 1945.

A comunidade internacional condenou unanimemente o novo desenvolvimento de armamento norte-coreano. Seul e Tóquio pediram mais sanções ao regime de Kim Jong-un.

O Presidente norte-americano disse estar a avaliar a possibilidade de suspender comércio com qualquer país que tenha negócios com Pyongyang e insinuou que não descarta um ataque à Coreia do Norte.

Coreia do Sul pede “punição forte” da Coreia do Norte após…

O Conselho de Segurança da ONU prevê reunir-se hoje com o objetivo de analisar o novo teste nuclear norte-coreano.

Coreia do Norte: 3,5 milhões de norte-coreanos querem alistar-se para lutar contra EUA

O Rodong Sinmun, jornal do Partido dos Trabalhadores, escreveu que 3,47 milhões de estudantes, jovens trabalhadores e militares na reserva pediram para se juntarem às Forças Armadas desde dia 07, quando o regime norte-coreano anunciou duras represálias devido às novas sanções adotadas pela ONU.

Segundo o diário oficial, que discriminou os alistamentos por dias e províncias, os norte-coreanos “estão a levantar-se por todo o país” para retaliar “milhares de vezes” contra os Estados Unidos, de acordo com a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

A Coreia do Norte tem uma população estimada em 25 milhões de habitantes e conta com um exército com entre 700.000 e 1,3 milhões de efetivos, um dos maiores do mundo.

Os meios de comunicação social norte-coreanos mostraram na quarta-feira imagens de uma mobilização de dezenas de milhares de cidadãos que desfilaram pela praça Kim Il-sung, em Pyongyang, com cartazes em defesa do líder Kim Jong-un e contra o mais recente — e mais duro até à data — pacote de sanções imposto pela ONU contra a Coreia do Norte pelos lançamentos de mísseis.

Segundo a agência de notícias norte-coreana KCNA, mobilizações idênticas repetiram-se por todo o país na quinta e na sexta-feira.

Pyongyang e Washington encontram-se em plena ‘guerra de palavras’, depois de os contínuos testes nucleares e de mísseis terem endurecido a retórica da Administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, por várias ocasiões, admitiu a possibilidade de realizar um ataque preventivo contra o regime de Kim Jong-un.

Esta semana, a tensão subiu de tom, depois de Donald Trump ter prometido responder com “fogo e fúria jamais vistos” às ameaças da Coreia do Norte.

Pyongyang retaliou e anunciou um plano para atacar a ilha de Guam, em cujas bases norte-americanas se encontram estacionados caças bombardeiros que o Pentágono envia regularmente para a península coreana e que, na terça-feira, voltaram a voar perto da Coreia do Norte.

Austrália apoiará EUA em caso de ataque à Coreia do Norte

Esta manifestação de apoio de Camberra ao aliado norte-americano surge em plena “guerra de palavras” entre Washington e Pyongyang, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prometido responder com “fúria e fogo” às ameaças da Coreia do Norte.

“Os Estados Unidos não tem um aliado mais forte do que a Austrália”, afirmou o primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, em declarações à rádio 3AW.

“Se [os Estados Unidos] forem atacados pela Coreia do Norte invocaremos o Tratado ANZUS. A Austrália irá em auxílio dos Estados Unidos da mesma forma que viriam em nosso auxílio no caso de nos atacarem”, disse.

O apoio da Austrália, perante um cenário de ataque, “dependerá das circunstâncias e de consultas com os aliados”, detalhou Turnbull, que falou ao telefone com o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, ao qual afirmou ter transmitido um apoio “sólido como uma pedra”.

Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos subscreveram, em 1951, o Tratado da Aliança ANZUS, de cooperação na Defesa, que foi invocado pela última vez por Camberra depois dos ataques de 11 de setembro de 2011 perpetrados nos Estados Unidos.

Contudo, em 1986, os Estados Unidos suspenderam o pacto no que concerne à Nova Zelândia, mantendo-se em vigor a posição de que um ataque contra qualquer dos signatários é interpretado com uma agressão contra todos para o caso da Austrália.

O regime de Pyongyang anunciou na quinta-feira estar a finalizar um plano para atacar a ilha de Guam, adiantando que o mesmo vai ser submetido, dentro de dias, à apreciação do líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Esse plano prevê o lançamento de mísseis “Hwasong-12”, de médio alcance, em direção a Guam para enviar “um forte sinal de advertência aos Estados Unidos”, informou na quinta-feira a agência oficial de notícias norte-coreana KCNA.

Guam tem uma população estimada em 162 mil habitantes, além dos seis mil soldados estacionados nas bases militares norte-americanas.

Ocupada pelo Japão durante a Segunda Guerra Mundial, Guam foi a base utilizada para o envio de bombardeiros B-52 nos ataques contra Hanói durante a guerra do Vietnam (1955-1975).

Economicamente depende da presença dos militares, mas também do turismo que gera uma grande parte dos empregos.

União Europeia anuncia que vai ampliar sanções à Coreia do Norte

bloco europeu acrescentou nove pessoas e quatro empresas norte-coreanas à lista de indivíduos e entidades sancionados com medidas como o congelamento de bens e restrições de movimento.

Numa reação aos programas balístico e nuclear norte-coreanos, e à violação de outras resoluções anteriores, o Conselho de Segurança da ONU adotou, por unanimidade, no passado fim de semana uma resolução que reforçou fortemente as sanções impostas à Coreia do Norte, que, caso for respeitada, privará o regime de Pyongyang de mil milhões de dólares de receitas anuais.

O texto representou um êxito para os Estados Unidos, que conseguiram convencer a China — principal apoiante do regime liderado por Kim Jong-Un – e a Rússia a aumentar a pressão internacional sobre a Coreia do Norte, acusada de ser uma “ameaça global”.

“A decisão eleva para 62 o número total de indivíduos que são afetados pelas medidas restritivas contra a Coreia do Norte e para 50 o número de entidades listadas pela ONU”, assinalou o Conselho da UE, numa nota informativa.

A par desta lista, a UE designou “de forma autónoma” um grupo composto por outros 41 indivíduos e outras sete entidades “completando e reforçando o regime de sanções da ONU”.

A decisão do Conselho da UE, que representa os atuais 28 Estados-membros do bloco, foi aprovada por procedimento escrito e será publicada no Jornal Oficial da União Europeia na sexta-feira.

Coreia do Norte com plano de ataque quase pronto

exército norte-coreano “está a analisar seriamente o plano” para executar um ataque envolvendo quatro mísseis Hwasong-12, de médio alcance, em direção a Guam para enviar “um forte sinal de advertência aos Estados Unidos”, diz a agência oficial norte-coreana KCNA.

Este plano “vai ser finalizado em meados de agosto e será reportado ao comandante-chefe das forças nucleares da DPRK [sigla em inglês de República Democrática da Coreia, nome oficial do país], aguardando as suas ordens”, afirmou o comandante das Forças Estratégicas norte-coreanas, Kim Rak-Gyom, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un.

Pyongyang renovou hoje a sua retórica bélica depois de, na véspera, a tensão entre Estados Unidos e Coreia do Norte se ter agudizado com a ameaça de Pyongyang de um eventual ataque a Guam. Essa ameaça surgiu em reação ao aviso do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que Washington irá responder com “fogo e fúria jamais vistos” se esse tipo de ameaças não cessarem.

Após a réplica norte-coreana, o Pentágono decidiu enviar dois bombardeiros estratégicos B-1B (estacionados em Guam) para perto da península da Coreia.

No comunicado de hoje, o mesmo responsável militar norte-coreano acusa o Presidente dos Estados Unidos de “dizer uma série de disparates” e de “não ser capaz de entender a gravidade da situação”.

A Coreia do Norte “vai continuar a observar atentamente as declarações e comportamento dos Estados Unidos”, refere ainda a KCNA.

“Contenção”, pede Alemanha aos EUA e à Coreia do Norte

“Seguimos com a maior preocupação a escalada na retórica em torno da península coreana […] Apelamos consequentemente à contenção de todas as partes”, afirmou o porta-voz da diplomacia alemã, Martin Schäfer.

Um porta-voz do Exército Popular da Coreia do Norte afirmou hoje que Pyongyang “analisa meticulosamente um plano operacional” para um ataque em torno de Guam com mísseis de médio/longo alcance Hwasong-12 para “conter as principais bases estratégicas dos Estados Unidos na ilha, incluindo a de Andersen”, segundo um despacho da agência oficial norte-coreana KCNA.

Guam, um dos territórios “não incorporados” dos Estados Unidos, localiza-se a 3.430 quilómetros a sudeste da Coreia do Norte.

A base aérea de Andersen, situada no nordeste da ilha, acolhe bombardeiros B-1B com capacidade nuclear, que na terça-feira chegaram a ser enviados pelos Estados Unidos para a península coreana, de acordo com fontes militares sul-coreanas citadas pela agência de notícias da Coreia do Sul, a Yonhap.

A ameaça da Coreia do Norte teve lugar horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter advertido o regime de Kim Jong-un de que “é melhor não fazer mais ameaças aos Estados Unidos”, dado que terão como resposta “fogo e fúria nunca vistos”.

Trump promete à Coreia do Norte “fogo e fúria” se continuar com ameaças

Trump emitiu a advertência durante uma sessão sobre dependência de opiáceos que decorreu no seu campo de golfe em Bedminster, Nova Jérsia, onde se encontra de férias.

O ministério da Defesa japonês e a imprensa norte-americana divulgaram hoje que a Coreia do Norte foi bem-sucedida na produção de ogivas nucleares miniaturizadas que cabem dentro dos seus mísseis, o que constitui um marco nos esforços de Pyongyang para se tornar uma potência nuclear de pleno direito.

As preocupações de Washington com as tentativas do líder norte-coreano, Kim Jong-Un, para alcançar o poder nuclear intensificaram-se no último mês, com a realização por Pyongyang de dois testes de mísseis balísticos intercontinentais, ou seja, com capacidade para atingir território norte-americano.

O regime norte-coreano assegurou na segunda-feira que o endurecimento das sanções das Nações Unidas não o impedirá de continuar a desenvolver o seu arsenal nuclear, ameaçando os Estados Unidos de que os “fará pagar mil vezes o preço do seu crime”.

Sob iniciativa de Washington, o Conselho de Segurança da ONU impôs à Coreia do Norte sanções que poderão custar-lhe mil milhões de dólares de receitas anuais, restringindo transações económicas fundamentais com a China, o seu principal aliado e parceiro económico.

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, excluiu um regresso rápido ao diálogo com Pyongyang, considerando que o novo pacote de sanções demonstra que a comunidade internacional perdeu a paciência com as ambições nucleares de Kim Jong-Un.

“Violenta violação da nossa soberania”, declarou Pyongyang sobre as sanções atribuídas pela ONU

“Pyongyang não recuará um único passo no reforço do [seu] poderio nuclear”, refere o texto.

A Coreia do Norte promete ainda represálias: “Cobraremos o preço devido aos Estados Unidos pelo seu hediondo crime contra a nossa nação e o nosso povo”.

“Levaremos a cabo uma ação justa e decisiva tal como já advertimos”, refere o mesmo despacho, sem facultar mais detalhes.

“Se os Estados Unidos acreditam que estão em segurança, porque há um oceano que nos separa, estão redondamente enganados”, afirmou Pyongyang, advertindo que os países que colaboraram com Washington apoiando a resolução também deverão prestar contas.

Proposta pelos Estados Unidos, a resolução 2371 adotada pelo Conselho de Segurança da ONU tem como objetivo interditar as exportações norte-coreanas para pressionar Pyongyang a negociar, após o lançamento de dois mísseis intercontinentais em julho.

Se for respeitada deverá privar a Coreia do Norte de receitas anuais na ordem dos mil milhões de dólares (cerca de 850 milhões de euros).

EUA pensam proibir norte-americanos de viajar para a Coreia do Norte

De acordo com o documento do Departamento de Estado hoje publicado, estas restrições aplicam-se durante um ano e podem ser renovadas.

Os Estados Unidos tinham anunciado a intenção de impedir qualquer deslocação à Coreia do Norte após a morte de Otto Warmbier em 13 de junho. Este estudante norte-americano foi repatriado alguns dias antes para os EUA em estado de coma, após 18 meses de detenção na Coreia do Norte.

A sua morte acentuou as já fortes tensões entre Washington e Pyongyang, num contexto de corrida ao armamento nuclear pelo regime norte-coreano, que parecia já aguardar esta decisão.

“Se o Governo americano diz que os americanos não podem vir ao país, isso não nos diz respeito”, declarou na semana passada à agência noticiosa France Presse (AFP) em Pyongyang Han Chol-Su, um alto responsável norte-coreano.

Esta proibição regista algumas exceções no caso de “interesse nacional”, relacionados com critérios humanitários ou caso o requerente seja um representante da Cruz Vermelha.

Cerca de 5.000 turistas ocidentais, incluindo cerca de 1.000 norte-americanos, visitam anualmente a Coreia do Norte, segundo as agências de viagens que organizam estas deslocações, totalmente enquadradas pelo regime.

O circuito mais comum prolonga-se por sete dias com um preço de cerca de 2.000 dólares (1.692 euros).

Coreia do Sul apela à Coreia do Norte para que se abstenha de testes com mísseis

“O Governo responderá severamente às provocações da Coreia do Norte [se acontecer um novo teste balístico]. Espero que o Norte tome uma decisão inteligente”, afirmou um porta-voz do Ministério da Unificação sul-coreano, citado pela agência noticiosa sul-coreana Yonhap.

As declarações surgem pouco depois de a cadeia televisiva norte-americana CNN ter informado que a Coreia do Norte poderia estar a preparar um novo lançamento a propósito do “Dia da Vitória”, nome que o regime de Pyongyang dá ao aniversário do armistício que pôs fim à Guerra da Coreia (1950-53) e que se assinala na quinta-feira.

O regime de Pyongyang realizou o último ensaio balístico no passado dia 02 de julho, quando disparou pela primeira vez um míssil intercontinental com aparente capacidade para alcançar algumas zonas dos Estados Unidos.

Os contínuos testes de armamento da Coreia do Norte contribuíram para elevar a tensão na península coreana e provocaram um endurecimento da retórica em Washington, onde a administração de Donald Trump insinuou a possibilidade de efetuar ataques preventivos contra o país.

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