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A. Ezequiel investe 5 milhões em duas unidades comerciais

Com a designação comercial de QUIEL Cash & Carry, a unidade da região da Guarda está prevista abrir no mês de setembro e no primeiro trimestre de 2020, está prevista a abertura na zona da Covilhã, mais especificamente em Tortosendo.

Sediada no Parque Industrial do Tortosendo, a A. Ezequiel tem 32 anos de presença na área da distribuição alimentar grossista com forte implantação nos canais Horeca e Retalho Alimentar e desenvolve a sua atividade nos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Guarda, Viseu, Coimbra, Aveiro e Leiria com um total de 3.500 clientes.

Segundo o seu fundador, António Ezequiel, “A estratégia da A. Ezequiel assenta na oferta global ao mercado de uma forma diversificada de produtos de qualidade superior e com um serviço de distinção de modo a satisfazer as expectativas dos clientes. E para cumprir esse objetivo é determinante fazer um forte investimento a nível de infraestruturas para fazer face ao crescimento da atividade e responder às necessidades crescentes dos nossos clientes. Exemplo desse esforço é a abertura de dois novos QUIEL Cash & Carry, em setembro próximo da cidade da Guarda e no primeiro trimestre de 2020 em Tortosendo, na zona da Covilhã”.

Para a diretora geral da Euromadi, Cristina Mesquita, “é sempre muito importante e significativo ver os nossos associados crescerem, quer em termos de estrutura, como de relevância no mercado. Pois, o sucesso dos nossos associados é o sucesso da Euromadi Portugal.”

Sobre a Euromadi Portugal

A Euromadi Portugal é uma central de negociação e serviços integrante do Grupo Euromadi, que atua no mercado nacional desde 2006. É membro da Central European Marketing DIstribution (EMD), a maior central de serviços de operadores independentes da Europa e não só (também presente na Austrália, Nova Zelândia e Coreia do Sul) e líder na distribuição, presente em 20 países.  A Euromadi Portugal é a central de negociação e serviços de referência no mercado nacional, proporcionando aos seus associados importantes ganhos financeiros e de competitividade.

Empreender no Interior: uma questão de vontade e de coragem

Deste ponto de vista, a aposta no empreendedorismo de pequenas e médias empresas é fundamental como fonte de criação de emprego, aliás, a mais imediata que se pode ter. Ao implementarmos um negócio, geramos e respondemos a necessidades e, consequentemente, criamos postos de trabalho que têm ser imediatamente preenchidos.

Em segundo e terceiro lugares, o papel do empreendedorismo é decisivo na introdução de inovação na cadeia económica, contribuindo para o desenvolvimento da nossa comunidade, bem como para o desenvolvimento regional e crescimento da economia.

Por último, o empreendedorismo constitui uma opção de carreira extremamente aliciante, na ótica de uma nova geração à descoberta de novas profissões, de práticas da inovação, de fomento da criatividade e de necessidade de autonomia.

Devemos, pois, deixar de lado o empirismo que nos guia nestas áreas e verificar que os países com mais atividade empreendedora detêm um crescimento do PIB mais elevado, onde o empreendedorismo explica um terço da diferença de crescimento entre países, sobretudo ao nível das PME, a tipologia responsável por triplicar as exportações, com a vantagem do reinvestimento ser superior às filiais de grandes empresas.

Eis as razões pelas quais se justifica uma política integrada, tanto mais quanto, já em 2002, Portugal foi identificado como o único país da União Europeia onde eram desenvolvidas ações que tinham como objetivo fomentar o espírito empresarial, sem qualquer enquadramento no quadro do sistema nacional de educação.

Contudo, foi no interior, mais concretamente na Covilhã, que o “Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã” – implementou um dos primeiros projetos educativos nesta área, nomeadamente o Projeto Empresários na Escola – Percursos de Acompanhamento à Criação de Novas Empresas de Base Tecnológica que tinha como objetivo primordial o desenvolvimento de competências empreendedoras dos jovens.

Todas estas razões evidenciam a importância considerável do empreendedorismo para o desenvolvimento de uma região ou de um país. Como diria o Prémio Nobel, Hayek (1974), “o empreendedor é a chave para o desenvolvimento”. Mas que instrumentos temos para se apoiarem os empreendedores de forma organizada?

Para além da formação especializada de que tanto carecemos, existem dois instrumentos fundamentais que têm de ser incentivados, tanto por instituições bancárias como universitárias e ainda por medidas governamentais e políticas. Salientamos aqui a urgência do apoio de fundos de capital de risco, sobretudo porque, em Portugal, o número de empresas que recebem apoio de capital de risco é muito baixo quando comparado com o que acontece noutros países. Uma boa incubação de empresas é outro instrumento particularmente importante para o incremento do empreendedorismo no nosso país que pode ser a almofada de apoio que evite as elevadas taxas de mortalidade das PME empreendedoras nos primeiros 5 anos de vida.

Termino, desafiando os leitores a analisarem toda a faixa interior de Portugal, de norte a sul, e a encontrarem o local onde todos estes instrumentos se reúnam e possam construir um verdadeiro ecossistema de empreendedorismo.

A verdade é que, neste momento, esse local simplesmente não existe.

No entanto, um verdadeiro Eldorado empreendedor no interior poderá bem vir a ser a Covilhã, cidade que reúne as condições necessárias, tanto ao nível académico (com uma das 150 melhores universidades do mundo com menos de 50 anos), como ao nível empresarial (um dos concelhos com maior taxa de exportação de todo o  interior), com um clima e uma cultura de juventude e inovação dinamizados pelos quase 7500 alunos que podem propiciar uma das atmosferas académicas mais eletrizantes do nosso país, terminando pela respetiva localização geográfica (praticamente no centro de um triângulo quase perfeito entre Lisboa-Porto-Madrid com Salamanca à espreita).

Replicar, redimensionar e diversificar, constitui per si, a condição necessária ao desafio de empreender no interior… Será que não temos coragem e força coletivas para o fazer?

Opinião de Luís Santos, Presidente do PSD Covilhã

Concertos de verão para dinamizar centro histórico da Covilhã

Jornal do Fundão

Segundo a autarquia, os concertos, que apostam em “nova música portuguesa”, serão realizados a cada sábado, entre 4 agosto e 15 de setembro, tendo como cenário as diversas obras de artes urbanas que existem na cidade e sobre as quais será feito o respetivo enquadramento.

“O objetivo é o de que não seja apenas um concerto, queremos também contribuir para aumentar a cultura musical e o conhecimento sobre estas artes urbanas, que constituem um conteúdo tão relevante no nosso território e na nossa marca territorial”, explicou a vereadora da Cultura deste município, Regina Gouveia.

Esta responsável adiantou igualmente que, além dos concertos, também haverá visitas-guiadas encenadas que partem e regressam ao local do concerto para que o público possa conhecer melhor o centro histórico e aderir à oferta musical.

O primeiro desta série de concertos terá lugar a 4 de agosto, no Miradouro das Portas do Sol, com Sequin.

A música prossegue no dia 11 de agosto, com o covilhanense João Salcedas e o seu projeto Jazz Sax Live Act, na Praça do Município.

No dia 18, a artista Lince atua no Largo de Nossa Senhora do Rosário.

No dia 25 de agosto, o Campo das Festas acolhe um espetáculo solidário de apoio aos Bombeiros da Covilhã, que estará a cargo dos Cassete Pirata.

No dia 1 de setembro realiza-se o concerto Senhor Doutor, junto às escadinhas do Castelo.

A 08 de setembro, o músico local Renato Folgado apresenta o seu novo espetáculo “Nós os Dois”, no Largo da igreja de Santa Maria.

A fechar a iniciativa, Tio Rex atua, dia 15, no Paço 100 Pressa.

A autarquia frisa ainda que cada um dos concertos é realizado com o apoio de empresas da cidade, nomeadamente a Teleperformance, a Nata Lisboa, a Interprev, A Casa das Muralhas, a Casa com História e o Paço 100 Pressa.

LUSA

Militar da GNR alvejado por um foragido à justiça

Um militar da GNR foi hoje atingido por um tiro de caçadeira durante uma operação realizada na zona da Covilhã para deter um homem que estava evadido da prisão há 14 anos, disse fonte policial.

“O militar foi atingido a tiro, mas estava protegido com um colete [à prova de bala], pelo que não teve qualquer ferimento”, disse o tenente-coronel Fernando Miranda à agência Lusa.

Por precaução, o militar da GNR foi transportado para o Centro Hospitalar da Cova da Beira, na Covilhã, distrito de Castelo Branco, onde se encontra em observação.

Segundo a mesma fonte, o incidente registou-se hoje ao início da manhã, sendo que o alegado agressor apenas efetuou um disparo, uma vez que o militar da GNR apesar de atingido ainda o conseguiu manietar.

“A situação não tomou outras proporções porque o militar teve o sangue-frio para conseguir manietar o indivíduo”, disse. Além do evadido, os militares da GNR ainda detiveram um segundo homem.

O homem que disparou está foragido há 14 anos. Terá sido condenado a seis anos e meio de prisão por vários furtos, de acordo com informação da TVI24.

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