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Banco BNI Europa atrai investidor de capital

O ano de 2017 foi mais uma vez caracterizado pelo crescimento significativo da atividade do Banco BNI Europa, o qual se traduziu no incremento dos ativos em 41% (de 362.034 m€ em 2016 para 509.474 m€ em 2017), da base de depósitos em 16% (de 262.234 m€ para 305.148 m€) e do produto bancário em 379% (2.750 m€ para 13.184 m€).

O resultado líquido atingiu os 2.286 m€, com os fundos próprios reforçados a situarem-se em 23.303 m€ e o rácio de solvabilidade confortavelmente acima dos limites regulamentares, ou seja, em 13%.

Durante 2017 o Banco BNI Europa continuou a assumir-se como um dos bancos que melhor remunerou os depósitos, tendo em paralelo robustecido o seu negócio de banca digital na relação com os clientes particulares e empresas, lançado, sob a marca Puzzle, a única plataforma de crédito ao consumo totalmente online a operar em Portugal, consolidado e alargado as parcerias com Fintech’s e dado continuidade ao desenvolvimento de produtos/serviços, que no decurso de 2018 introduzirão algo de inovador no mercado português, permitindo ao Banco ocupar segmentos que não estão a ser atendidos pelos demais operadores financeiros do mercado.

Consequência da estratégia de negócio arrojada e do crescimento alcançado, o Banco BNI Europa despertou o interesse de variados investidores de capital, tendo o Banco de Negócios Internacional, S.A., seu acionista de referência, assinado um contrato com um investidor estrangeiro para venda da maioria do capital detido no Banco BNI Europa.

A concretização da alienação, encontra-se sujeita à verificação de um conjunto de condições habituais neste tipo de transação, envolvendo designadamente a respetiva aprovação pelo Banco de Portugal.

Acerca do Banco BNI Europa

O Banco BNI Europa é hoje uma referência internacional enquanto “ChallengerBank” assentando a sua estratégia na lógica de arquitetura aberta e na diferenciação. Este posicionamento permite ainda ao Banco BNI Europa destacar-se como líder na nova geração “Fintech” de bancos Europeus e continuar com taxas de crescimento significativas. Neste âmbito, o Banco BNI Europa tem também vindo a especializar-se na gestão de soluções alternativas de captação de recursos e de crédito, tendo já estabelecido parcerias com 18 Fintech’s europeias, através das quais disponibiliza depósitos a prazo e financia operações de crédito em diversas jurisdições europeias, nomeadamente Alemanha, Reino Unido, Holanda, Áustria, França e Bélgica). As operações de crédito financiadas incluem crédito ao consumo a particulares e estudantes, crédito a PME’s, incluindo-se factoring e financiamento imobiliário.

Resultante da sua plataforma digital moderna e de processos de baixo custo com produtos inovadores, em 2018 o Banco BNI Europa foi considerado pelos seus clientes “Escolha do Consumidor” e “Cinco Estrelas” na categoria da Banca Digital.

Internacionalmente, o Banco BNI Europa também foi galardoado, nomeadamente com o “Most Innovative Bank in Portugal 2017” pela International Finance magazine, “Best Digital Bank in Portugal 2017” pela Global Banking & Finance News magazine and “Bank of the year 2017” pelo The European.

Os prémios mencionados são da responsabilidade das entidades que os atribuíram.

Banco BNI Europa: combate à iliteracia digital em Portugal

Esta parceria permitirá oferecer um curso intensivo de código de 14 semanas, associado a uma solução de crédito com condições especiais de pagamento, e tornar possível o ingresso nesta formação a todos os interessados que, por limitações financeiras, não têm oportunidade de o fazer. Neste momento, estão abertas inscrições para 60 vagas distribuídas pelos três novos bootcamps a decorrer em Lisboa, no Fundão e na Ilha Terceira.

Segundo João Magalhães, cofundador da <Academia de Código_>, “A parceria com a PUZZLE, por enquanto apenas aplicável ao curso de Lisboa, vem permitir, que as portas do bootcamp se abram a qualquer pessoa que tenha vontade de se converter num programador, com um emprego garantido.” Isto torna-se possível através da disponibilização de uma solução de financiamento PUZZLE com taxas bonificadas, maturidades longas e um período de carência de capital que permite que os formandos só iniciem a liquidação do crédito após o término do curso, que tem a duração de 4 meses, e quando já estiverem no mercado de trabalho. Segundo a <Academia de Código_> a taxa de empregabilidade dos seus cursos situa-se já nos 96%.

Pedro Pinto Coelho, Presidente Executivo do Banco BNI Europa, refere que “o banco tem apostado firmemente no desenvolvimento de parcerias com start-ups focadas no apoio à inovação e esta colaboração com a <Academia de Código_> permite, não só continuar a seguir esta linha estratégica, como aliar uma vertente de apoio social, facilitando o acesso a este curso intensivo e contribuindo para o desenvolvimento do conhecimento digital em Portugal.”.

Em atividade desde 2015, a <Academia de Código_> afirma já ter convertido 222 profissionais das mais diversas áreas em programadores. Com a parceria com a PUZZLE está lançado o desafio para que qualquer “mente brilhante” motivada para aprender a programar, e independentemente da idade, formação académica prévia ou da situação profissional ou financeira, o possa fazer através da obtenção de financiamento fácil, rápido e simples e com condições de pagamento muito favoráveis.

A PUZZLE junta-se assim, como parceiro, à <Academia de Código_> para responder à elevada taxa de desemprego qualificado e à considerável oferta de emprego nas áreas de Tecnologias de Informação com a missão de, até 2020, requalificar e alocar 10.000 candidatos ao mercado de trabalho e combater a iliteracia digital em Portugal. 

PUZZLE: Créditos que encaixam contigo

A PUZZLE, marca do Banco BNI Europa, é uma plataforma de crédito totalmente online, focada no crédito ao consumo e que nasceu para agilizar e revolucionar a forma como se concede crédito em Portugal.

Com diferentes prazos de pagamento, pretende ser uma resposta rápida a pequenas necessidades de crédito, que podem ser satisfeitas de forma desburocratizada, simples e rápida. Em apenas alguns minutos o processo de concessão do crédito poderá ser concluído pelo cliente, permitindo que, num prazo até 24 horas após a aprovação do mesmo, o cliente tenha o dinheiro na conta à ordem do seu Banco habitual. Assente numa tecnologia de vanguarda, qualquer processo é 100% online, confidencial, responsável e seguro.

Com a PUZZLE, a partir de agora obter um crédito é fácil, rápido e simples.

É por isso, e por outras razões, que os nossos créditos encaixam contigo.

Site: https://www.puzzle.pt/pt/

<Academia de Código_>: a oferecer um presente com futuro desde 2015

Fundada em 2015 por Domingos Guimarães e João Magalhães, a <Academia de Código_> orgulha-se de ter recebido, até à data, mais de 6500 candidatos e ter formado 222 alunos que fixaram a taxa de empregabilidade nos 96%.

Nesta área, o desemprego é virtualmente 0, e os ordenados médios de entry level dos alumni são de 950 Euros/mês. Empresas como a Altran, Logicalis, Ernst&Young, Novabase, Uniplaces, Accenture e Bring Global têm recebido os recém-convertidos desta Startup. 

Considerada uma Best Practice pela Comissão Europeia e Champion do World Summit on the Information Society (WSIS), a <Academia de Código_> não fica por aqui. No passado dia 25 de Janeiro, venceu a final nacional do Chivas Venture e está agora na corrida pelo prémio final de um milhão de dólares.

Site: www.academiadecodigo.org

Banco BNI Europa: soluções especializadas à distância de um clique

Num mundo cada vez mais digital, também a banca está em profunda mudança.  Entre os desafios que o setor da banca enfrenta, a experiência do cliente é um ponto fulcral, dada a relação direta que existe. E a verdade é que um dos pontos visíveis da transformação digital é que as exigências dos clientes, com a evolução dos tempos, estão a levar as instituições a repensarem o negócio e hoje as pessoas têm “múltiplas formas de se dirigir ao banco”. Quer seja pela internet ou através do smartphone, as instituições financeiras “foram, ao longo do tempo, criando novas formas e canais, acompanhando a evolução dos tempos”.

Para o BNI Europa, como qualquer instituição, a sua principal preocupação é o cliente. No entanto, “temos de saber distinguir bem a capacidade do cliente de se ajustar às plataformas digitais, dependo de, entre outros fatores, da idade e da sua relação com as tecnologias e adaptação às novas ferramentas. Para isso é preciso haver alguma aculturação e educação tecnológica”, começa por referir Pedro Pinto Coelho.

O BNI Europa tem apostado nas plataformas digitais e acredita que podem ser utilizadas por qualquer pessoa que esteja habituada a trabalhar com aplicações no seu telemóvel e isso é “realmente trazer o setor para o presente e o futuro, até porque a grande transformação que se está a dar não é tanto a banca eletrónica, mas sim no que diz respeito à possibilidade de o cliente, através do seu telemóvel, a qualquer momento e em qualquer lugar, poder aceder ao seu banco, quer seja para consultas, quer seja para efetuar transações ou até mesmo contrair um crédito”, avança o nosso entrevistado.

Os bancos estão a transformar-se internamente para que os processos sejam desmaterializados e o mais otimizados e automatizados possíveis. Por sua vez, na relação com o cliente, estão a ser desenvolvidas ferramentas para que, de forma intuitiva, as pessoas possam rapidamente encontrar e solucionar o que procuram.

Parcerias e especialização

O Banco BNI Europa e a Edebex celebraram uma nova parceria com vista à disponibilização imediata de uma plataforma online de compra e venda de faturas junto das empresas portuguesas com necessidades de tesouraria. Pedro Pinto Coelho afirma que o BNI Europa está empenhado em investir na economia portuguesa, nomeadamente no segmento das PME e que está, igualmente, focado em encontrar produtos para determinados nichos de mercado que possam estar “mal servidos”, isto é, cujos produtos e soluções não correspondam verdadeiramente às suas necessidades. “O BNI Europa já era parceiro da Edebex noutros países onde operam e decidimos trazer esta solução para Portugal por dois motivos: é uma forma de agregar um produto inovador ao banco e, por outro lado, trata-se de trazer algo inovador e diferenciador para o mercado português. A grande vantagem acaba por se prender com o facto de se tratar de um processo inteiramente digital. Desde o momento em que o cliente se regista na plataforma online até ao momento em que recebe o valor da fatura, todo o processo é digital”, avança Pedro Pinto Coelho.

Para o nosso interlocutor, este é um segmento que tem sido menosprezado pela banca. “Como sabemos, o tecido empresarial português é composto, maioritariamente, por pequenas e médias empresas. Os processos são muito morosos e os bancos não mostram muito interesse neste segmento. Quando mostram, tentam “amarrar” o cliente ao serviço universal do banco. É aqui que o BNI Europa se diferencia. Vai ao encontro destes nichos e oferece soluções para necessidades específicas”, realça o Executive Chairman do Banco BNI Europa.

Este é mais um passo na direção que o banco quer seguir, de implementar uma estratégia digital para impulsionar os investimentos do banco através de plataformas de Fintech.

O BNI Europa pretende ser um player especializado e seguir essa linha de se focar em segmentos específicos, ao mesmo tempo que quer abraçar parcerias com empresas tecnológicas que lhe permite acelerar o leque de oferta. “Rapidamente os bancos vão chegar à conclusão de que é muito difícil desenvolverem todos os seus produtos sozinhos. Está a assistir-se a profundas evoluções tecnológicas e ao surgimento de startups que procuram encontrar formas diferentes de oferecer soluções, o que obriga os bancos a equacionarem a forma de fazerem as suas transações. Mas nem a banca, nem este tecido de empresas, normalmente chamadas de Fintech, sairão vencedoras ou perdedoras. O que vai acontecer, no futuro, é uma solução híbrida de colaboração, onde o BNI Europa será o pioneiro na aposta destas parcerias”, salienta Pedro Pinto Coelho.

Fintech, ou tecnologia financeira, é um setor composto por empresas que operam no setor financeiro e que disponibilizam soluções inovadoras. Soluções que estão a mudar o panorama da banca por todo o mundo.

Trazer o passado para o presente

A banca, como os restantes setores, precisa de estar constantemente a reinventar-se até porque, para Pedro Pinto Coelho a transformação digital chegou tardiamente ao setor financeiro por duas razões: Por um lado, a banca já funciona da mesma forma há bastante tempo e há todo um conjunto de infraestruturas que precisa de ser atualizado. Por outro lado, existe uma regulamentação que, muitas vezes, não está pensada para a era da digitalização. “Noutros setores verificamos que os clientes usam todas as ferramentas digitais disponíveis sem as questionar e estão à espera que o setor financeiro acompanhe essa evolução. Trata-se de uma questão de adaptação e de um reajustamento das normas e regulamentos que permitam aos clientes deste setor tratar de diversos assuntos relacionados com o seu banco de uma forma remota, sem papéis e sem terem, obrigatoriamente, que se dirigir a um espaço físico”, explica-nos o Chairman do BNI Europa.

O sistema financeiro e o futuro

É defendido que o «blockchain” (tecnologia subjacente à bitcoin e que está a ser alvo de estudo para várias outras soluções) e a inteligência artificial são dois dos temas que vão ser importantes para o sistema financeiro nos próximos anos.

Para Pedro Pinto Coelho, esta componente do “blockchain” vai revolucionar uma série de processos, mas não só no setor financeiro. Dando o exemplo do Trade Finance, que apoia atividades de comércio exterior, Pedro Pinto Coelho explica que tudo o que esteja relacionado com financiamento às importações ou exportações, que exige uma grande carga burocrática, com o “blockchain” o processo vai ficar menos penoso. “Será possível desburocratizar o sistema financeiro por se tratar de um conjunto de etapas que irá fazer, eficazmente, o rastreamento de todo o processo. Todos os processos que impliquem uma terceira entidade para validar irão beneficiar deste sistema, sobretudo o sistema financeiro, devido à otimização do tempo e do esforço da área operacional”, reforça o nosso entrevistado.

Quanto à inteligência artificial, com as novas tecnologias de Machine Learning que permite analisar toda a informação, os bancos, particularmente, vão beneficiar desta capacidade de analisar as várias fontes de informação que têm, o registo das transações do cliente de forma a poder, mais tarde, analisar o seu comportamento e melhor direcionar os seus produtos para os diferentes tipos de clientes.

Puzzle: a plataforma eletrónica focada no crédito ao consumo

Esta plataforma foi lançada com o objetivo de agilizar o processo de obter um crédito bancário. Se até aqui havia um sistema burocrático complexo para a concessão de crédito, com o Puzzle os clientes podem, de forma online, solicitar um empréstimo. Basta introduzir os seus dados e, rapidamente, é feita uma análise dos mesmos, do histórico e da identidade da pessoa através de uma assinatura digital, sendo dada uma resposta em menos de 24 horas. “O processo acaba por ser muito mais ágil e flexível. O BNI Europa começou pelo crédito ao consumo, mas acreditamos que podemos levar esta tecnologia a outros produtos”, afirma Pedro Pinto Coelho.

A grande vantagem do Puzzle é que pode ser integrado com outras soluções, ou seja, esta plataforma eletrónica pode ser utilizada num site de e-commerce permitindo que o cliente possa adquirir produtos optando pelo método de pagamento de crédito onde, automaticamente, o Puzzle analisa se é possível ou não a concessão de crédito e disponibiliza a transação.

Banco de Portugal altera taxas máximas a cobrar no crédito ao consumo

Crédito pessoal e cartões de crédito potencialmente mais caros, crédito automóvel mais barato para as compras com locação financeira e ligeiramente mais pesado se for pedido para reserva de propriedade: estas são as mudanças implementadas pelo Banco de Portugal no que toca ao crédito ao consumo. 

Depois de uma subida na quantidade de empréstimos e de dinheiro pedido em janeiro deste ano, o segundo trimestre de 2016 vai começar com taxas máximas ligeiramente diferentes, como consequência da leitura que o banco regulador nacional faz do mercado bancário.

Uma semana após o corte da taxa de juro referência do Banco Central Europeu para 0%, surge a alteração trimestral das taxas a aplicar pela banca portuguesa. Caso queira consultar os juros aplicáveis a cada tipo de crédito, pode consultar o comunicado do Banco de Portugal.

 

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