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Problemas de visão podem justificar falta de interesse e dificuldade de aprendizagem na escola

Foto Folha Vitória

É este o conselho de Sandra Barrão, oftalmologista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, até porque “a falta de interesse e dificuldade de aprendizagem, por vezes incorretamente entendida como incapacidade ‘natural’ do aluno para aprender (preguiça ou pouca vontade de estudar), pode ter como fator desencadeante um problema de visão. A dificuldade em ver pode prejudicar o desenvolvimento, a adaptação e o relacionamento com os outros, no ambiente escolar”.

De acordo com a oftalmologista, “estas avaliações oftalmológicas devem ser feitas por um oftalmologista, porque não se resume apenas a quantificar visões e receber óculos, se necessário, mas a fazer uma avaliação da globalidade da situação oftalmológica da criança”.

“Os erros refrativos são as doenças dos olhos que mais afetam as crianças – miopia, hipermetropia e astigmatismo, seguindo-se o estrabismo”, refere a médica. “A deteção precoce dessas situações e o seu tratamento correto tem um papel preponderante no combate à visão baixa”, acrescenta. “Quanto mais cedo se detetar uma deficiência, maior é a probabilidade de resolução da baixa visão, já que o olho humano atinge o desenvolvimento funcional por volta dos 10 anos de idade.

É logo a partir dos três, quatro anos, que os rastreios visuais devem começar a ser feitos, ainda que, refere Sandra Barrão, “idealmente, deve ser feito o primeiro rastreio entre os 12 e os 18 meses, altura em que o oftalmologista tem possibilidade de detetar e corrigir alguns fatores ambliogénicos (causadores de baixa visão). O protocolo de avaliação está adaptado para diferentes idades, os pontos a serem objetivados de forma a obter o máximo de informações possíveis na idade em questão”.

Estar atento é fundamental, até porque “os sintomas de deficiência visual nem sempre estão presentes. Há crianças que não apresentam qualquer tipo de sinal ou marca, principalmente aquelas em que um dos olhos vê mal, por pequenos estrabismos ou por anisometropia (diferença de graduação entre os dois olhos)”.

Olhos vermelhos, lacrimejo, prurido ocular, piscar muito os olhos, franzir os olhos e a testa, ter sensibilidade à luz, dores de cabeça, queixas de que vê desfocado, mal definido ou dobrado, perda de interesse em atividades em que o esforço é visual (ler, desenhar, colorir), posicionamento estranho a ler, aproximar muito ou afastar os objetos ou o que está a ser lido, fechar ou tapar os olhos com alguma frequência, confundir letras, são sinais que podem indiciar problemas de visão.

Para além dos rastreios, há que ter atenção às condições em que a leitura é feita, sobretudo no que diz respeito à iluminação correta da leitura local, à altura da cadeira, evitar maus posicionamentos, como ler a barriga para baixo (a distância de leitura deve ser de 30 a 40 cm). “Quando estamos a fixar um monitor de computador, os olhos devem estar num nível superior (10 a 20°) do centro do mesmo; se estamos a ver televisão, a distância deve ser cinco vezes superior à largura do ecrã; a posição dos aparelhos deve ser escolhida para evitar reflexos (focos de luz, janelas, etc.) e as pausas para descanso visual são muito importantes.”

Agosto assombrado com a LEGO

A partir de Agosto, os mais corajosos vão poder caçar os mais estranhos e assustadores fantasmas, através de LEGO Hidden Side, uma experiência única de construção e Realidade Aumentada que conjuga os dois Mundos, através de uma app e oito sets de construção.

A app permite às crianças ter a experiência na primeira pessoa, acompanhando duas personagens – Jack e Parker – à medida que eles exploram a sua cidade natal (Newbury), utilizando os seus telemóveis ou tablets para ver e resolver os mistérios paranormais escondidos por debaixo da superfície. Para jogar, as crianças têm de apontar o telemóvel com a aplicação para o modelo físico LEGO e interagir com os vários elementos, ou “pontos assombrados”, que libertam fantasmas virtuais que têm de ser capturados para acabar com a maldição. Cenários diferentes fazem com que a jogabilidade seja dinâmica e fazem com que as crianças tenham de ter “uma mão em cada mundo”, para progredir no jogo.

LEGO Hidden Side inclui uma série de oito sets de construção “assombrados”, cheios de funcionalidades e de surpresas secretas, que por si só, já o vão divertir durante a construção e consequentes brincadeiras físicas. Ao ativar a App de RA, desenvolvida em conjunto com os sets, traz o conjunto à vida, revelando uma série de mistérios e desafios interativos para resolver. Quando combinados, os dois mundos tornam-se ainda mais divertidos.

A app tem também um jogo digital, que pode ser utilizado independentemente dos sets e vai estar em constante atualização, para que a brincadeira nunca se esgote, para miúdos e graúdos. A app vai estar disponível para download gratuito na App Store e no Google Play.

Os novos sets Hidden Side estão disponíveis nas lojas ou em www.shop.LEGO.com, com preços entre os 19,99€ e os 129,99€.

Consumo de produtos de alimentação infantil cresce 4%

Com a recente estabilização dos valores da natalidade depois de quebras acentuadas em 2013 e 2014, seria agora esperada estabilidade do sector. No entanto, este crescimento pode ser explicado, em grande medida, pelo considerável aumento das vendas de Produtos Homogeneizados (boiões, saquetas, tacinhas) – 14% em valor e 9% em volume, que se encontram a conquistar lares em Portugal e mantêm a oportunidade para crescer.

No que à Higiene do Bebé diz respeito, a categoria não sofreu alterações significativas quando comparada com 2017, saldando-se num valor de 112,9M€ de vendas no último ano. A venda de Fraldas, o mais importante produto nesta categoria, confirma a tendência geral e não demonstra oscilações relevantes.

“O segmento de Saquetas é impulsionador da categoria aliando não só o lançamento de novos produtos e a conquista de linear por este segmento, mas também a tendência de procura pela conveniência sentida na globalidade do mercado nacional” afirma Ana Raquel Santos, Client Consultant Senior da Nielsen. Esta não é a única tendência que afecta os FMCG e as categorias de Alimentação Infantil. Para a especialista da Nielsen, “no último ano houve um maior foco na aposta em produtos biológicos e na reformulação de receitas nos produtos desta categoria, desde farinhas infantis a homogeneizados, aproximando-se das exigências alimentares e nutricionais procuradas pelos pais”.

 

Etiópia: proibida a adoção de crianças etíopes por cidadãos estrangeiros

© Reuters

“Agora que aprovámos a lei que proíbe a estrangeiros adotar crianças etíopes, falta tratar da regulação e das diretivas para definir o que se passará com os casos que estão em curso”, explicou o diretor das Relações Públicas do Ministério da Mulher e da Infância, Alemayehu Mammo, admitindo que estas regras estão ainda “pouco claras”.

Apesar de não existirem dados oficiais sobre o número de adoções internacionais no país, os casos anuais passaram de milhares para 400 em 2017, indicou Mammo.

As adoções de crianças etíopes por cidadãos estrangeiros estavam suspensas de abril de 2017, face a informações de casos de abusos de pais adotivos, tendo o parlamento em Adis Abeba aprovado na terça-feira a proibição definitiva.

Um dos casos de abusos citado pela EFE dá conta de um casal norte-americano que foi condenado a 37 anos de prisão (a mulher) e a 28 (o marido) por terem deixado a criança adotada na Etiópia em 2008 morrer de fome e de frio.

A Etiópia, salienta a EFE, é um dos países africanos preferidos por famílias norte-americanas para adotar crianças, sendo um dos casos mais conhecidos o da atriz Angelina Jolie.

Mammo explicou que as principais razões pelas quais a lei foi aprovada no parlamento passam pela intenção de “prevenir os abusos e as crises de identidade” que acabam por sofrer muitas das crianças adotadas.

Segundo Mammo, as autoridades etíopes não dispunham de mecanismos para identificar os antecedentes e a personalidade as famílias adotivas estrangeiras, para poder acompanhar as crianças nos países de acolhimento.

O Ministério da Mulher e da Infância etíope está há vários anos a tentar criar mecanismos para favorecer as adoções dentro do próprio país e tem conseguido uma tendência crescente de resultados otimistas, segundo a perceção do responsável deste departamento governamental.

“Há pedidos suficientes para adotar crianças dentro da própria Etiópia e assim poderemos ajudá-los a crescer dentro da sua cultura e mantendo a identidade cultural”, acrescentou, garantindo que muitas famílias que davam os filhos para adoção o faziam por razões económicas, embora nem sempre vivessem em situações de pobreza.

Segundo a EFE, que cita dados do Ministério da Saúde., Serviços Sociais e Igualdade de Espanha, cerca de 460 famílias espanholas aguardavam pela tramitação dos processos de adoção, ficando agora sem possibilidade de os ver avançar.

Por outro lado, outras 46 famílias já tinham uma criança destinada e ficarão a aguardar a forma como o Governo etíope poderá desbloquear a situação.

LUSA

Predadores sexuais usaram Youtube, revela o The Times

A história é contada numa investigação do britânico The Times que refere o caso de um youtuber em particular, brasileiro, que só em dezembro terá publicado dezenas de vídeos de menores.

Nos vídeos – quase todos de cerca de 10 segundos, explica o mesmo jornal – surgiam crianças simplesmente em silêncio ou a dançar. Em cada vídeo surgia um email de contacto do pedófilo. Quando o repórter do The Times o contactou de forma anónima, este youtuber admitiu ter 315 ‘gigas’ de material com crianças “nuas”.

O algoritmo do YouTube chegou a incluir a página deste youtuber entre os canais recomendados, revela ainda a mesma publicação. E nas ligações recomendadas terá sido sugerida pelo algoritmo a página de um outro predador que tinha vídeos de crianças e que se oferecia para trocar “material explícito” através do Telegram, uma aplicação encriptada.

As duas páginas de youtubers descobertas e expostas pelo The Times já foram entretanto sinalizadas pelo YouTube, que por sua vez reencaminhou para a unidade norte-americana dedicada a casos de crianças desaparecidas.

Pais vão poder acompanhar filhos durante anestesia e no recobro

Segundo um despacho hoje publicado em Diário da República, sempre que não se verifique a existência de uma situação clínica grave, “o pai ou a mãe ou pessoa que os substitua, no exercício do consentimento informado, esclarecido e livre, pode estar presente no bloco operatório até à indução anestésica e na fase do recobro”.

O despacho indica que, por determinação do cirurgião ou do anestesista, “cessa a presença do pai ou da mãe ou da pessoa que o substitua sempre que, no decurso da indução anestésica ou no recobro, surjam complicações inesperadas que justifiquem intervenções tendentes a preservar a segurança da criança ou jovem”.

O diploma sublinha que “a indução da anestesia pode ser uma das experiências mais marcantes da vida da criança ou jovem” e que há estudos que evidenciam a associação entre induções anestésicas difíceis e alterações do comportamento no pós-operatório.

“Estudos efetuados no Reino Unido e nos Estados Unidos da América demonstram que a presença dos pais no processo pré-operatório diminui a ansiedade da criança e aumenta a cooperação o que beneficia a criança em si, os pais e a própria equipa de saúde”, recorda o diploma.

O despacho, assinado pelo secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, diz ainda que estas permissões são igualmente aplicáveis a pessoas maiores de idade com deficiência ou em situação de dependência, “com as necessárias adaptações no que respeita à pessoa acompanhante”.

As instituições hospitalares, segundo o diploma, devem prestar formação ao pai ou à mãe (ou a quem os substitua), através de consultas pré-operatórias a realizar por parte da equipa de saúde, e definir um circuito em que o pai ou a mãe possa movimentar-se “sem colocar em causa a privacidade de outras crianças o jovens e seus familiares, nem o normal funcionamento do serviço”.

A criança ou jovem com idade superior a 16 anos pode, “no exercício do consentimento informado, esclarecido e livre, indicar a pessoa acompanhante que pretende que esteja presente no bloco operatório até à indução anestésica e na fase de recobro”, acrescenta.

Juntos por uma causa: Leilão solidário da bola da final do Euro 2016

A bola de futebol do jogo que deu o primeiro título de Campeão Europeu de Futebol a Portugal, na final do EURO 2016, está a ser leiloada até ao próximo dia 30 de julho.  O total da verba angariada reverte para a Fundação Infantil Ronald McDonald™, com vista a apoiar o primeiro Espaço Familiar Ronald McDonald em Portugal. Este Espaço, que recentemente abriu as suas portas no Hospital Santa Maria, em Lisboa, é um lugar especial de descanso e descontração para as famílias das crianças em tratamento hospitalar – embora dentro do hospital, está longe do ambiente clínico e suficientemente perto das crianças.

A bola do jogo França-Portugal, que decorreu no dia 10 de julho de 2016, está acompanhada do certificado de autenticidade da UEFA, comprovando que a bola foi utilizada por ocasião do jogo da vitória. O leilão, que está a decorrer na plataforma eSolidar, aqui, teve como base de licitação 500 Euros e já atingiu os 3.000 Euros. Teve início no dia 10 de julho e termina no próximo dia 30 de julho. Cada participante pode licitar mais do que uma vez se pretender cobrir o valor mais alto até à ao último dia do leilão. Os participantes têm que estar devidamente identificados e indicar contacto telefónico. O anúncio do vencedor será feito no dia 31 de julho, através da plataforma eSolidar. A bola será entregue ao vencedor do leilão a partir do dia 31 de julho.

A verba angariada neste leilão reverte, na totalidade, para a Fundação Infantil Ronald McDonald e em particular para o seu novo programa, o Espaço Familiar Ronald McDonald, que recentemente abriu as suas portas no Hospital de Santa Maria – Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN). O Espaço Familiar Ronald McDonald conta com a parceria do Centro Hospitalar Lisboa Norte e a Associação para as Crianças de Santa Maria. Através deste Espaço, localizado no piso 1 do Hospital de Santa Maria, a Fundação Infantil Ronald McDonald continua a aproximar as famílias e as suas crianças e a contribuir para o seu bem-estar. É um Espaço onde as famílias podem estar, descansar, lavar as suas roupas e preparar as suas refeições num ambiente mais familiar, continuando a acompanhar de perto as suas crianças, que estão em tratamento no hospital.

Em Portugal, a Fundação Infantil Ronald McDonald tinha até agora como programas as Casas Ronald McDonald, localizadas em Lisboa e no Porto – que no total já acolheram mais de 1600 famílias. Junta-se agora o primeiro Espaço Familiar Ronald McDonald.

Sobre a Fundação Infantil Ronald McDonald em Portugal:

A Fundação Infantil Ronald McDonald é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de reconhecida Utilidade Pública, que tem como missão a promoção e realização de iniciativas que contribuam para o bem-estar das crianças e suas famílias. A McDonald’s Portugal e os seus franquiados são os principais mecenas da Fundação Infantil Ronald McDonald. Criada em 2000, conta ainda com o apoio da sociedade civil e de muitos outros parceiros. A Casa Ronald McDonald de Lisboa situa-se no Largo Conde Pombeiro, perto do Hospital Dona Estefânia. A Casa Ronald McDonald do Porto situa-se no campus do Hospital de S. João, no Porto.  No total, as duas Casas já acolheram mais de 1600 famílias.  A Fundação Infantil Ronald McDonald abriu o primeiro “Espaço Infantil Ronald McDonald” em Portugal. No mundo existem 216 Espaços Familiares Ronald McDonald e 365 Casas Ronald McDonald.

EUA: Dois irmãos, de 2 e 5 anos, conseguiram roubar o carro à mãe e conduzir durante 5 quilómetros

Conforme noticia o Jornal de Notícias, as duas crianças só pararam quando bateram ao fim de cinco quilómetros de percurso, em Red House, no West Virginia, na segunda-feira, saindo ilesas do acidente de carro.

O acidente ocorreu numa zona residencial, tendo os moradores contactado de imediato as autoridades. As crianças foram encaminhadas para o hospital, apenas por precaução, pois não tinham ferimentos.

Os dois irmãos sabiam que a mãe tinha uma chave suplente debaixo do tapete e decidiram conduzir o carro sozinhos.

Enquanto a criança mais velha controlava os pedais, a mais nova segurava o volante do Ford Focus da mãe que não deu pela falta das crianças e do carro até que lhe levaram os filhos a casa.

As autoridades estão a trabalhar com os serviços de proteção de menores para perceber como é que a mãe não deu conta de nada.

Ambiente poluído mata mais de 1,7 milhões de crianças por ano

A agência da ONU publicou os estudos “Herdando um mundo sustentável: Atlas sobre a saúde das crianças e o ambiente” e “Não contamines o meu futuro” que analisam a relação entre a saúde dos mais novos e o que os rodeia.

Entre os riscos ambientais listados está a poluição do ar interior e exterior, exposição a fumo de tabaco, insalubridade da água ou a falta de saneamento e de higiene.

Do total das 1,7 milhões de mortes, cerca de 570 mil devem-se a infeções respiratórias, como pneumonia, que podem atribuir-se à poluição do ar interior e exterior assim como à exposição ao fumo de tabaco, enquanto 361 mil crianças são vítimas de diarreias devido à falta de acesso a água potável e ao insuficiente saneamento e falta de condições de higiene.

“Um ambiente poluído é mortal, particularmente para as crianças mais novas”, referiu a diretora geral da OMS, Margaret Chan, citada num comunicado da entidade.

Deco alerta para pinturas faciais à venda prejudiciais para a saúde

De acordo com a Deco, numa amostra de nove produtos de maquilhagem para crianças usados no Carnaval, todos incluíam ingredientes desaconselhados para a saúde ou desrespeitavam as regras de rotulagem.

Entre 10 e 13 de fevereiro, a Deco visitou várias lojas e verificou que a lista de ingredientes obrigatória nestes produtos, por poderem conter químicos capazes de causar reações alérgicas e irritações em peles mais sensíveis, não estava indicada na embalagem de alguns deles.
“Ainda não havia muita oferta, nomeadamente nos supermercados. A pesquisa não foi exaustiva, mas reunimos uma amostra de nove produtos que não cumprem os nossos requisitos, por conterem ingredientes suspeitos de provocar doenças.

Três dos nove produtos não incluíam a lista de ingredientes, o que viola a lei”, refere a Deco numa nota disponível no seu ‘site’ na internet, sublinhando que vai denunciar o caso ao Infarmed para que os produtos sejam retirados do mercado.

“Se há suspeitas sobre a segurança dos ingredientes, porque são usados nos cosméticos”, questiona a Deco, que frisa que “ainda não existem estudos que comprovem de forma inequívoca os efeitos negativos dessas substâncias”.

Além disso, insiste, “vários fatores influenciam o impacto desses ingredientes na saúde, como o grau de exposição, de absorção ou até a sua formulação química”.

“Até que os estudos eliminem todas as dúvidas sobre a segurança de tais substâncias, seguimos o princípio da precaução. Para diminuir possíveis impactos negativos na saúde, desaconselhamos o uso de cosméticos com estes ingredientes, principalmente em crianças (em que a taxa de absorção pode ser maior) e em produtos que ficam na pele (o que contribui para uma maior absorção)”, acrescenta.

Como exemplo de ingredientes desaconselhados nas pinturas faciais a Deco aponta os parabenos Propyl e Buthylparaben, usados como conservantes em cosméticos e em produtos de higiene corporal.

“Suspeita-se que alguns atuem como desreguladores endócrinos e contribuam para o aparecimento de problemas hormonais e doenças, como diabetes e infertilidade”, recorda a Deco.

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