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Comparadores digitais: sabe se está a fazer uma boa compra?

Com os comparadores de produtos e preços que disponibiliza a DECO PROTESTE quer assegurar ao consumidor que está a fazer um bom negócio, se o preço vale a pena ou se não está a ser enganado por falsos descontos.

Por exemplo, a ferramenta “Comparar Preços” pode ser usada por qualquer pessoa e ajuda a perceber, por exemplo, se os descontos anunciados em épocas como a Black Friday ou a Cyber Monday são boas de compra. Esta ferramenta de pesquisa regista a evolução dos preços dos produtos nas lojas online ao longo dos últimos dias, para aconselhar ou não a sua compra.

 “Os nossos comparadores digitais servem para selecionar os melhores produtos e serviços, através de avaliações de qualidade isentas, imparciais e rigorosas que fazemos, e servem também para perceber até que ponto um preço ou promoção é boa ou real”, diz-nos Miguel Lage.

Com tudo somado a DECO PROTESTE consegue colocar ferramentas à disposição dos consumidores que lhes permitem ter um processo de tomada de decisão informado, consciente e empoderado. “É exatamente isto que a tecnologia permite oferecer aos consumidores e queremos colocar essas mesmas tecnologias ao serviço de todos os consumidores”, acrescenta o nosso entrevistado.

Com uma presença na DECO PROTESTE repartida em dois momentos, Miguel Lage conhece a organização desde 2001. Hoje colabora ativamente na transformação digital da própria DECO PROTESTE. “Olhando para a sociedade como um todo e citando um autor que usou a expressão «a tirania da transparência», tomemos em atenção que, de facto, hoje em dia, temos tecnologias que permitem que os consumidores tomem decisões cada vez mais informadas, pois, na verdade, hoje está tudo ao alcance de uma simples pesquisa no Google, fóruns, blogues, redes sociais para, à partida, toda a gente conseguir tomar decisões mais ou menos informadas”, elucida Miguel Lage. “O consumidor tem, de facto, um empowerment cada vez maior para tomar decisões informadas e isso é que é a tirania da transparência”, acrescenta.

É, portanto, facilmente comprovável se uma marca está a dizer a “verdade” ou não, quando afirma que tem um produto de boa qualidade, ou quando um retalhista refere que tem os preços mais baixos por exemplo. A tecnologia tem vindo a ajudar nesse sentido e a DECO PROTESTE tem tirado, igualmente, partido da tecnologia através da sua oferta digital para ajudar os consumidores nesse processo de tomada de decisão de compra – quando se fala de produtos e serviços. “Temos vindo a melhorar cada vez mais as funcionalidades que permitem aos consumidores tomarem as melhores decisões de compra e corrigir a assimetria de informação que muitas vezes existe entre marcas e consumidores”, adianta Miguel Lage.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

A DECO PROTESTE participou pela primeira vez na Web Summit 2018 em Lisboa para apresentar os seus serviços e respostas aos desafios dos novos mercados digitais, enquanto uma organização de consumidores.

A participação da DECO PROTESTE na Web Summit, sob o mote da Inteligência Artificial, prendeu-se como facto de procurar perceber como é que as organizações podem tirar partido da inteligência artificial, tendo sempre a preocupação em respeitar a fronteira com a privacidade dos consumidores. “Acreditamos que a inteligência artificial virá, de facto, trazer uma maior conveniência, personalização e valor na oferta das organizações aos seus consumidores. Porém, os riscos associados às novas tecnologias têm de ser devidamente acautelados”, alerta Miguel Lage.

Para o nosso entrevistado, as empresas devem priorizar e respeitar a privacidade dos dados que usam e os limites da individualidade de cada consumidor. “É neste equilíbrio complexo que as organizações se movem e onde a DECO PROTESTE procurará também exercer a sua influência. Sendo certo que o futuro acabará por chegar, as condições para que esse futuro respeite, uma vez mais, os consumidores, deverá ser também acautelado pelas organizações”, diz-nos, ainda.

Ciente das brechas de dados que existem e continuam a persistir, a DECO PROTESTE lançou recentemente uma campanha intitulada de “Os meus dados são meus”. “A verdade é que os novos serviços assentes nestas novas capacidades relacionadas com o big data, Internet of Things ou inteligência artificial acabam por sofrer de alguma desconfiança por parte dos consumidores e não é isso que se quer. São serviços que trazem valor e que são benéficos para os consumidores, por isso mesmo temos de evitar que os riscos contaminem o benefício percebido por parte das pessoas”, explica Miguel Lage.

TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS

Conceitos como inteligência artificial, transformação digital ou economia digital estão a revolucionar o mercado e, consequentemente, as organizações. Nos seus comparadores digitais a DECO PROTESTE quer, para o futuro garantir uma interação mais intuitiva entre os consumidores e as suas plataformas, evoluindo para outras formas de interação digital com os consumidores. Plataformas de voz, chatbots ou realidade aumentada são apenas alguns dos exemplos do que a tecnologia nos permite fazer.

“Estamos a trabalhar ativamente para começarmos a prestar um serviço ao cliente mais próximo e intuitivo através, por exemplo, de soluções de chat, que nos vão permitir melhor serviço prestado e personalizado a cada utilizador. Miguel Lage dá o exemplo do atendimento telefónico onde estas novas formas de interação permitirão a possibilidade de um atendimento rápido, um correto direcionamento da chamada e uma correta perceção daquilo que o cliente pretende quando os contacta, garantindo uma maior satisfação ao utilizador e permitindo automatizar alguns dos processos de backoffice da DECO PROTESTE.

“No que diz respeito ao processo de tomada de decisão, estamos também a analisar até que ponto conseguiremos autonomizar algumas das etapas pelas quais o consumidor passa, tendo em conta o seu perfil. Vamos procurar aliar a informação que temos sobre aquilo que o consumidor procura com o que estamos a disponibilizar naquele momento e naquela circunstância ao consumidor. Queremos personalizar o serviço e garantir a sua satisfação na entrega”.

Miguel Lage acredita que uma das áreas mais promissoras para o futuro será, de facto, a da voz. As interações através de plataformas de voz são mais naturais, emotivas e intuitivas e a verdade é que as pesquisas e a interação com assistentes de voz estão a crescer a um ritmo bastante acelerado. Acredita-se que os assistentes virtuais ativados por voz mudarão as relações de consumo e as estratégias de vendas e que com a rápida evolução da Inteligência Artificial vão surgir novas competências que tornarão os assistentes de voz uma opção bastante viável e económica para o nosso dia-a-dia.

Por isso mesmo a DECO PROTESTE está a procurar perceber até que ponto existe essa necessidade e vontade nos consumidores portugueses de passarem a interagir com a DECO PROTESTE, por exemplo, livre das barreiras e das constrangimentos de um portal online, permitindo-lhe uma maior envolvência na sua interação. No entanto, para Miguel Lage, o mais importante não é a tecnologia em si. Ela já está lá e vai continuar a evoluir. “Temos é de ter em atenção o consumidor. Temos de ter essa filosofia sempre presente quando lançamos produtos novos para o mercado e colocar questões como: «isto é valorizado pelas pessoas» ou «cumpre com o que os utilizadores querem?». E é com base nessas respostas e nos estudos que fazemos que tomamos a decisão de avançar ou não, de forma a conseguir corresponder às necessidades e exigências dos consumidores”, afirma Miguel Lage.

Os desafios serão, por isso mesmo, cada vez mais complexos, principalmente porque a DECO PROTESTE assume um duplo papel. “Por um lado, nós próprios oferecemos um serviço aos consumidores e para os quais esperamos que exista recetividade. Por outro lado, procuramos assegurar que as organizações assumam uma postura correta perante os consumidores. Uma postura justa, correta, que respeita a individualidade e a privacidade dos consumidores”, refere Miguel Lage.

“Acreditamos que estamos a fazer um bom trabalho. Temos cerca de 400 mil associados e chegamos regularmente a mais de 1 milhão de pessoas que reconhecem o valor que a DECO PROTESTE aporta”, conclui.

Emma lança colchão de bebé: Emma Kids

Depois do lançamento do colchão Emma Original, seguiram-se os lançamentos de acessórios como a almofada, a capa protetora Smartsleeve e a cama rebatível. A marca alemã lança agora o colchão Emma Kids, um produto desenvolvido a pensar exclusivamente nas crianças.

Pensado nas necessidades dos mais pequenos, este colchão tem a dureza ideal para a estatura e peso de um bebé, garantindo as melhores condições para o seu desenvolvimento saudável. Fibras com canais de ar, garantem a circulação do ar de forma optimizada mantendo um ambiente fresco, regulando a humidade. Fabricado na Alemanha, é indicado para crianças dos 0 aos 5 anos e está disponível em dois tamanhos: 60 cm por 120 cm e 70cm por 140cm.

“A nossa promessa é dar a quem nos procura, uma experiência de descanso sem preocupações. Com o lançamento deste novo produto queremos dar aos pais a certeza de que o seu bebé está a dormir no melhor colchão, pensado pela nossa equipa de especialistas e desenvolvido com a melhor tecnologia alemã. À semelhança do que fazemos com o Emma Original, esta será a escolha de qualidade para o bebé, que chega a casa do cliente de forma rápida, com as garantias de um serviço de qualidade que já são a nossa assinatura no mercado: 100 noites de teste, 10 anos de garantia e entrega e recolha gratuita.” refere Filipa Guimarães, responsável do Mercado Ibérico.

O Emma Kids, foi desenvolvido seguindo as recomendações de especialistas e as normas europeias para a produção de produtos deste segmento. Na Europa, já recebeu o Selo LGA, que testa substâncias nocivas como Ftalato; o Selo RAL DGM, um conceito ecológico global na produção que testa a estabilidade e durabilidade; o Selo Ökotext Standard 100, que comprova a segurança dos materiais, têxteis, e produtos para crianças; e o Selo FKT, que afirma que os tecidos usados são agradáveis quando em contacto com a pele.

À semelhança do colchão Emma Original, também o Emma Kids pode ser testado durante 100 noites e, em caso do bebé não se adaptar, pode ser devolvido. A Emma irá recolher de imediato, reembolsa na totalidade o valor e entrega o colchão a uma associação de solidariedade social.

Sobre a Emma
A Emma é uma startup alemã fundada em 2015. Com o seu conceito de colchão in a box, um visual clean e minimalista e qualidade alemã, já foi reconhecida e premiada pela DECO Proteste. O seu colchão, no modelo one size fits all, é fabricado na Alemanha e desenvolvido por uma equipa especialista, de modo a acompanhar a o últimos desenvolvimentos da tecnologia do descanso. Já recebeu inclusive prémios em diversos países. O colchão Emma pode ser testado durante 100 noites,sem compromisso e tem uma garantia de dez anos.

Estes municípios cobram mais pelo abastecimento de água

© iStock

“A esmagadora maioria dos municípios com as tarifas mais elevadas têm contratos de concessão com entidades gestoras”, avançou a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO), advogando que são “contratos de concessão desequilibrados – denunciados em 2014 pelo Tribunal de Contas -“, em que as “cláusulas, muitas vezes, preveem consumos futuros de água que dificilmente se concretizarão, pela desproporção da estimativa”.

Neste sentido, as previsões “economicistas irrealistas” dos contratos de concessão com entidades gestoras acabam por fazer com que o consumidor pague um “preço alto” pelo abastecimento de água.

De acordo com os dados da associação, os municípios mais caros no abastecimento anual de 120 metros cúbicos de água – preços sem IVA [imposto sobre o valor acrescentado] – são Santo Tirso (240,61 euros)Trofa (240,61 euros)Vila do Conde (238,87 euros)Gondomar (210,63 euros)Carregal do SalTondela, Mortágua, Santa Comba DãoTábua e Santa Maria da Feira (estes últimos concelhos a 209,16 euros).

“Para reduzirem o peso imputado ao consumidor, as câmaras de Trofa e de Santo Tirso estabeleceram um protocolo com a concessão (Indaqua Santo Tirso/Trofa) e passaram a comparticipar parte da tarifa variável”, apurou a DECO PROTESTE, indicando que o preço no abastecimento de água baixou nestes dois municípios de 2017 para 2018, de 253,31 euros para 240,61 euros.

Igualmente “preso” a um contrato com uma concessionária, o município de Paços de Ferreira “quebrou as amarras em relação àquelas cláusulas desequilibradas e o preço da tarifa baixou substancialmente”, apontou a associação, explicando que “a despesa foi cortada em metade”, passando de 226,56 euros em 2017 para 121,68 euros em 2018.

Em relação à transição entre um gasto anual de 120 para 180 metros cúbicos, considerando peso global da fatura (abastecimento, saneamento e resíduos), “em 2018, tal como em 2017, paga-se, em 17 municípios, mais de 160 euros anuais quando o gasto anual aumenta”, com o município do Fundão a registar o maior salto: sobe de 342,88 euros para 655,70 euros, um acréscimo de 312,82 euros.

A diferença de custo entre um consumo e outro é abissal“, afirmou a DECO PROTESTE, concluindo que “poupar água compensa mesmo“.

Sobre o tarifário social no acesso à água, a associação considerou que “é incompreensível a lógica subjacente à atribuição da tarifa social, quando cada município decide quase a bel-prazer a respetiva implementação ou não, bem como a lógica da aplicação”.

Relativamente às tarifas de saneamento, “a estrutura não é uniforme”, já que “não há uma linha condutora na forma de calcular as tarifas”, referiu a DECO PROTESTE, acrescentando que, apesar de ser aplicada em quase todos os municípios (à exceção de cinco no Continente e 12 nos Açores), a forma de cálculo é bastante diversificada.

“Em 85 autarquias é claro que a tarifa se baseia na aplicação de um coeficiente de caudal ao custo da água consumida. Ou seja, só se paga o tratamento de uma parcela da água gasta. Mas o problema é que o coeficiente não está uniformizado. Muitas vezes, é cobrado o tratamento de toda a água consumida, quando parte não chega a ir para o esgoto”, advogou a associação.

No que diz respeito aos resíduos sólidos, a DECO PROTESTE defendeu a aplicação de “um método de cálculo mais justo e equitativo para os resíduos – o PAYT (de Pay As You Throw ou, em português, “pagar o que deita fora”) –, que exclui a quantidade de água para calcular a parcela dos resíduos”, revelando que Guimarães é a cidade pioneira na cobrança da tarifa dos resíduos com base no lixo produzido.

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