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Dor e desconforto na prática de exercício físico: o que é normal e o que deve preocupar

É para estes que fica o alerta de Francisco Guerra Pinto, ortopedista do Hospital Cruz Vermelha (HCV): “qualquer tipo de exercício físico pode causar dores se o atleta não estiver preparado. É extremamente importante entender que o desporto é saúde quando causa um cansaço apenas ligeiro, transitório e potencia uma resposta adaptativa favorável”.

Quando assim não é, podem surgir queixas “que indicam a existência de algum tipo de lesão irreversível”. Ou seja, para os corredores em boa forma, habituados a fazer maratonas, “uma corrida de 5 kms estará na sua zona de conforto”. Logo, “esse tipo de cargas não causa nenhuma resposta adaptativa nem causará desconforto”.

O cenário muda se pensarmos em alguém que acaba de iniciar a prática de corrida, tendo por hábito correr 3 kms em dias alternados. “Se aumentar a distância para 5 kms poderá ter, no início, algumas dores musculares e articulares. Estas queixas podem ser interpretadas como normais pelo aumento da carga e deverão resolver-se em poucos dias, traduzindo, provavelmente, uma resposta adaptativa do organismo”, refere o médico.

Já se a pessoa nunca correu ou praticou desporto e decidir aventurar-se numa corrida de 5 kms, tendo conseguido, com muito esforço, chegar ao fim, algo que se fez acompanhar de desconforto e dores dos joelhos que duram há várias semanas, “este tipo de situação não é normal e pode indicar a existência de uma lesão causada pela sobrecarga. Esta história relembra que todos nós podemos ser arrastados para níveis de atividade que ultrapassam a nossa prática habitual”.

Na presença de dores no joelho, “é importante considerar o contexto. No caso da corrida causar queixas importantes e limitantes que durem mais de que um ou dois dias, deve interromper-se a atividade física e equacionar uma consulta com um médico com diferenciação neste campo – ortopedia, fisiatria ou medicina desportiva”.

Situação diferente de uma queixa, explica o médico, “ou dor que tenha início após uma pancada ou um entorse. Estas situações são designadas de ‘traumáticas’ e têm uma maior probabilidade de indicar uma lesão desportiva. Pode acontecer em qualquer nível de performance do atleta e devem ser avaliadas por um médico para um diagnóstico mais preciso”.

Francisco Guerra Pinto refere que “o corpo  humano foi projetado para podermos andar e correr. As nossas articulações têm um sistema de amortecimento integrado, a cartilagem, que está preparada para os impactos da corrida. Por isso, não se poderá linearmente dizer que a corrida, por si, tem um elevado impacto físico”.

O especialista acrescenta que “a cartilagem é fortalecida pela corrida, exercício físico e desporto regrados. Parte da diversão de qualquer desporto é a sensação de progressão. O que não conseguimos fazer hoje poderemos fazer dentro de alguns meses, se respeitarmos os nosso limites e prestarmos atenção aos sinais de desconforto do nosso corpo. De uma maneira geral, a cartilagem agradece que não tenhamos atividade de impacto todos os dias”. De resto, refere, “o tempo de recuperação das pessoas depende da sua genética e da intensidade do treino. Apesar disso, é útil considerar que o corpo demora cerca de 48 horas a recuperar de alguma sobrecarga desportiva”.

Se está a pensar começar agora a correr, não terá necessariamente de consultar um médico. “Pessoalmente considero que as pessoas saudáveis não precisam de qualquer tipo de autorização para começarem a fazer desporto”. Mas se houver “pressentimento de que se fará um esforço muito acima da nossa atividade habitual, então é provável que seja mesmo um esforço demasiado. A maior parte das pessoas têm sensatez e capacidade de análise para não exagerar nas primeiras sessões”.

Já no caso das pessoas com patologia cardiovascular ou respiratória descompensada, estas “devem ser otimizadas pelo seu médico assistente que, provavelmente, lhes pedirá uma prova de esforço. O ortopedista deve ser considerado como o médico a quem se recorre quando há lesão, um problema consistente da ‘estrutura’, que se traduz em sintomas como dor, aumento de volume ou instabilidade de uma articulação ou segmento”.

 

Futebol por uma causa: campanha de angariação de bens alimentares

Esta iniciativa convida vários atletas, familiares e residentes a marcarem presença num jogo amigável que assume um compromisso de ajuda à população carenciada da Costa de Caparica. Com uma apresentação de várias modalidades, a equipa de Veteranos do SL Benfica, a equipa de Seniores de Ponterrolense e a equipa de Juniores de Adceo procuram dar vida a esta iniciativa marcada pelo ambiente desportivo, de convívio, de partilha e, sem esquecer a componente solidária:

Agenda da iniciativa:

13h30: Abertura de portas e recolha de bens alimentares
14h15: Jogo amigável entre familiares
15h00: Apresentação de equipas (Futebol Masculino e Feminino, Jiu-Jitsu, Halterofilismo e Futebol de Praia)
16h00: Jogo amigável Veteranos – CDPCC VS SL Benfica
17h00: Jogo amigável Veteranos – CDPCC VS Ponterrolense
19h00: Jogo amigável Veteranos – CDPCC VS Adceo

Para fazer parte desta iniciativa, a entrada tem um custo simbólico de 1 euro e a entrega de um bem alimentar, referindo que dá ainda direito ainda a uma rifa para o sorteio por uma bola assinada pelos veteranos do SL Benfica.

Gondomar recebe a 7.ª edição do maior evento nacional de desenvolvimento pessoal e profissional

A 6 de junho, entre as 9h e as 18h30, o Pavilhão Multiusos de Gondomar recebe a 7.ª edição do maior evento gratuito de desenvolvimento pessoal e profissional do país: o DDC.

O encontro reúne oradores de topo da área de coaching, nutrição, desporto e ainda empresários de várias zonas do país, com negócios em diferentes áreas.

O objetivo passa por fomentar as redes de contactos dos participantes e por contribuir para a evolução pessoal e profissional dos mesmos, quer seja pela interação com outras empresas ou por se inspirarem em histórias de sucesso que os motivam a encontrar outros caminhos, promovendo o bem-estar e melhorando os negócios. O DDC 2018 prima pelo painel de oradores que apresenta, estando os intervenientes ligados a projetos de reconhecido valor na área da formação, da escrita e do acompanhamento personalizado em desenvolvimento pessoal.

Desde logo o anfitrião Samuel Soares, CEO da consultora Samsys e autor do livro “O Caminho do Sonhador”, que defende veementemente que “o sonho comanda a vida”. Na linha da frente do coach de alta performance surge Susana Torres – a primeira coach de alta performance em Portugal que, desde o Euro2016, ficou conhecida por ter feito parte do sucesso do jogador Éder Lopes – e Ricardo Peixe – que com 15 anos de experiência é responsável pelo desenvolvimento de mais de 40 mil pessoas e de 120 empresas. A estes nomes juntam-se Pedro Vieira – um profissional que aposta na Programação Neurolinguística (PNL) como forma de promover o autoconhecimento e de gerar resultados de excelência – e Ricardo Mendonza – especialista em resultados máximos, sendo o único europeu que acompanha o atual melhor coach do mundo, Anthony Robbins.

 

A 7.ª edição do DDC terá, ainda, uma estreia. Durante a manhã decorrerá um debate sobre a importância da implementação de prática desportiva e de uma boa alimentação e serão apresentadas algumas ferramentas para contornar a falta de tempo para esses hábitos.

Como protagonistas deste momento estão nomes sonantes do panorama desportivo como Gonçalo Uva (B2Run) e Carlos Sá (Ultra Runner), a nutricionista Carla Sousa (Prozis) e ainda alguns empresários de sucesso com exemplares estilos de vida, como Marta Castro (Medicalmedia), André Vieira de Castro (Argacol) e Miguel Soares (PARTTEAM & OEMKIOSKS).

São esperados 1500 empresários no DDC, um evento que assume uma forte aposta em palestras, num debate, diversas animações, surpresas e vários momentos de networking durante os coffee breaks, que visam, acima de tudo, promover a troca de conhecimento e de experiências entre os presentes.

De realçar a vertente solidária do evento, já que os participantes poderão dar o seu contributo com roupa, comida e outras ajudas, no recinto, doando-os a associações como a “Apela”, a “Pirilampo Mágico” e a “Por + Sorrisos”. O DDC surgiu em 2012 e a entidade responsável pela criação e organização do evento é a Samsys – Consultora especializada em tecnologias de informação, que criou posteriormente uma academia, a Academia Samsys. As iniciativas criadas pela Academia Samsys enquadram-se no âmbito de responsabilidade social da empresa-mãe e visam incutir conceitos como coaching, neurolinguística, felicidade nas organizações e liderança a empresários.

A inscrição é gratuita e pode ser feita em academia.samsys.pt

“O ENSINO DO DESPORTO NUMA CIDADE DO DESPORTO”

JOÃO MOUTÃOA funcionar desde 1998, a ESDRM, é uma instituição de referência na formação do ensino superior, na área do desporto, e que conta atualmente com cerca de mil estudantes (muitos vindos de diversas partes do mundo através do programa Erasmus), cem professores e funcionários não docentes e uma oferta formativa muito específica e adaptada às necessidades do mercado do desporto.

O aparecimento da ESDRM está associado à aposta que Rio Maior fez no desporto enquanto eixo estratégico para o seu desenvolvimento. Rio Maior intitula-se como a cidade do desporto por concentrar um conjunto vasto de premiadas infraestruturas desportivas, as quais servem de suporte ao desenvolvimento das atividades desportivas de entidades como a Escola Superior de Desporto, o Centro de Estágios e Formação Desportiva, o Centro de Alto Rendimento de Natação, entre outras. Aqui respira-se e transpira-se “desporto”, começa por referir João Moutão.

Esta aposta inovadora marca também a natureza do projeto educativo da ESDRM, o qual veio romper com o paradigma de formação generalista existente na altura. A oferta formativa diferencia-se por ser orientada para as profissões do desporto, com forte ligação ao mercado de trabalho, e assente num sólido saber de base científica, pedagógica e tecnológica. “Esta oferta formativa diferenciadora vai ao encontro da evolução do mercado profissional do desporto em Portugal, o qual se tem segmentado em contextos específicos de intervenção”, explica o diretor.

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OFERTA FORMATIVA
As licenciaturas da escola (3 anos; 6 semestres; 180 ECTS) orientam-se para: o contexto do Treino Desportivo, visando a formação de treinadores de desporto numa modalidade específica à escolha do estudante; o contexto do Fitness, para o qual formam Técnicos de Exercício Físico e Diretores Técnicos de ginásios e academias, responsáveis por avaliar a condição física e desenvolver programas de treino; o contexto do Desporto de Natureza e Turismo Ativo, objetivando a formação de técnicos especializados nas atividades físicas e desportivas de contato com a natureza, que dominem os equipamentos e normas de segurança próprias; o contexto da Gestão do Desporto, dando resposta à crescente procura de quadros especializados que possam intervir no vértice estratégico das organizações desportivas permitindo-lhe estabelecer a estratégia, os objetivos e as políticas globais de desenvolvimento; e, por último, o contexto da Atividade Física e Estilos de Vida Saudáveis, formando profissionais com competência para promover a mudança de comportamentos e prevenir as principais doenças crónicas associadas ao sedentarismo, como a obesidade e a diabetes tipo II, assim como as doenças cardiovasculares. Mais recentemente, a escola desenvolve também Cursos Técnicos Superiores Profissionais (TeSP), os quais têm a duração de 2 anos (4 semestres; 120 ECTS) e pretendem atrair para o ensino superior um público não só de jovens, mas também de adultos que queiram aprimorar as suas competências de intervenção profissional. Atualmente está disponível um TeSP em Vendas de Produtos e Serviços do Desporto, vocacionado para a formação de comerciais na área do desporto, e um TeSP em Manutenção de Piscinas, direcionado para a formação de técnicos para realizar as tarefas de conservação e manutenção de piscinas, com recurso a técnicas de gestão e controlo funcional.

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“Pretendemos que o nosso ensino seja centrado no estudante e no seu objetivo profissional, promovendo, ao longo do curso, diferentes momentos de contato com instituições nas suas áreas de especialização e interesse”, realça João Moutão. Este contato gradual culmina com a realização de um estágio em regime tutorial, permitindo uma integração no mercado de trabalho cruzada com a aplicação dos conhecimentos adquiridos. Nesta escola “levamos muito a sério a questão da empregabilidade”, avança João Moutão. “É para isso que trabalhamos”. No final de cada ano a ESDRM realiza sempre uma grande exposição final de estágios, que denominam de “BlastOff”, a qual visa dar visibilidade junto das entidades empregadoras às competências adquiridas pelos estudantes finalistas, promovendo o seu recrutamento. Este ano o “BlastOff” inclui pela primeira vez um concurso de ideias no âmbito da inovação e empreendedorismo no desporto, denominada Sportup Challenge Day. Neste concurso, as melhores ideias e planos de negócios desenvolvidos pelos alunos são apresentados e avaliados por um júri de reputadas personalidades do ecossistema empreendedor da região. “Achamos que esta é uma forma de estimular o espírito empreendedor junto dos nossos estudantes, promovendo o seu autoemprego, através do apoio à maturação das suas ideias de negócio”, afirma o diretor. O desenvolvimento da ESDRM também se tem centrado na investigação aplicada ao desporto. Tem mais de 70% do corpo próprio da ESDRM é doutorado e está afiliado a centros de investigação reconhecidos pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, como seja o Centro de Investigação em Qualidade de Vida (CIEQV), e o Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD).

RIO MAIOR NOS JOGOS OLÍMPICOS
Rio Maior – a Cidade do Desporto – tem seguramente uma das maiores comitivas de atletas com ligações ao concelho que estão presentes nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a realizarem-se de 5 a 21 de agosto. Ao todo, entre atletas, treinadores e até a presidente da autarquia, estima-se que 19 “riomaiorenses” viajaram até ao Rio de Janeiro, muitos deles fruto da instalação na cidade do Centro de Estágios e da Escola Superior de Desporto. Um motivo de orgulho para a escola que reflete o trabalho que tem desenvolvido e a preocupação da envolvência entre toda a comunidade académica e a população local para continuar a fazer de Rio Maior a cidade do desporto.

MASSIFICAR O ENSINO SUPERIOR
Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, defende que Portugal deve ter mais estudantes e que o acesso ao conhecimento passa por “massificar o ensino superior”. A aposta na qualificação dos portugueses é algo com o qual João Moutão concorda. De acordo com a OCDE em Portugal um licenciado ganha, em média, mais 69% do que a população com o ensino secundário. Apesar disso, o diretor refere que “apenas 31% dos jovens adultos (dos 25 aos 35 anos) em Portugal tem formação superior, o que reflete um baixo nível de qualificação se considerarmos que a média dos países da OCDE se situou nos 50% em 2015. O mesmo é concluir que não temos instituições de ensino a mais, temos estudantes a menos”.

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Também o setor do desporto, em constante desenvolvimento, reclama por uma maior qualificação. “Não tenho dúvidas nenhumas de que os sucessos desportivos que o País está a viver se devem em parte ao aumento da qualificação profissional verificada neste setor nos últimos anos. É esse o caminho”, refere o diretor.
A experiência de estudar numa localidade pequena como Rio Maior nada tem a ver com a de estudar num grande centro urbano. Aqui os estudantes passam grande parte do tempo juntos e estabelecem laços de amizade muito fortes. Para além de ser uma cidade segura, nunca ninguém está sozinho. Existe um forte sentimento de “família” que é experienciado em Rio Maior e que, poderá explicar a frase muitas vezes repetida de esta ser a melhor escola de desporto do mundo.

De acordo com dados disponibilizados pela Direção-Geral do Ensino Superior, para o concurso que arrancou no dia 21 de julho até 10 de agosto, há mais 133 vagas do que as 50.555 disponibilizadas no ano anterior, o que se traduz num aumento ligeiro, distribuído entre várias instituições, mas que contraria uma tendência de queda do número de vagas iniciada em 2012. Quanto às expectativas no que diz respeito ao número de candidatos à ESDRM para o novo ano letivo, o diretor acredita que a qualidade da oferta formativa diferenciadora que a escola apresenta são razões para que se continue a verificar o aumento do número de candidatos observado no ano passado.

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Beckenbauer suspeito de comprar votos em 2006

Há seis alemães que têm algo em comum. Wolfgang Niersbach, Helmut Sandrock, Theo Zwanziger, Horst R. Schmidt, Stefan Hans e Franz Beckenbauer foram todos dirigentes da Federação Alemã de Futebol (DFB), antes ou depois de o país ganhar o direito a organizar o Campeonato do Mundo. Só que nenhum tem o nome, a história e o palmarés do último, que é um senhor que ganhou tudo e mais alguma coisa no futebol e que, agora, é suspeito de ter feito “possíveis pagamentos indevidos e contratos para ganhar vantagem no processo de seleção do anfitrião do Mundial de 2006”.

O Comité de Ética da FIFA anunciou esta terça-feira, via comunicado, que começou a investigar os seis antigos dirigentes germânicos. Franz Beckenbauer é a cara mais conhecida entre eles — enquanto jogador, conquistou o Europeu de 1972, o Mundial de 1974 e três Taças dos Clubes Campeões Europeus seguidas (entre 1973 e 1976), antes de vencer um Campeonato do Mundo como selecionador alemão (1990). É por isto, e pela forma como jogava à bola, que é visto como um dos melhores futebolistas de sempre e que ganhou a alcunha de Der Kaiser (O Imperador).

Beckenbauer, hoje com 70 anos, é um de quatro ex-dirigentes que é suspeito de ter efetuado pagamentos em trocos de votos a favor da candidatura alemã ao Mundial de 2006 (os outros são Zwazinger, Schimdt e Hans). Já Niersbach e Sandrock serão investigados por alegadamente não terem reportado à FIFA uma violação do Código de Ética da entidade.

Wolfgang Niersbach demitiu-se do cargo de presidente da Federação Alemã de Futebol em novembro do ano passado, quando as suspeitas de corrupção começaram a rodear a candidatura germânica ao Campeonato do Mundo. Um mês antes, o Der Spiegel publicou uma investigação que deu conta da alegada existência de uma conta bancária, na Suíça, que serviria para alojar os fundos com que seriam realizados os pagamentos ilegais e os subornos. Niersbach sempre negou a existência de tal conta, embora Theo Zwanziger, homem que o antecedeu na presidência da DFB, admitisse o contrário, escreve o The Guardian.

Quanto a Franz Beckenbauer, o ex-internacional germânico já negou, por várias vezes, que tenha efetuado qualquer pagamento ou suborno. “Nunca dei dinheiro a ninguém para garantir votos. E tenho a certeza que nenhum outro membro do comité de candidatura fez algo do género”, chegou a dizer, em outubro de 2015.

Operação Fénix. Cúpula do FC Porto tenta evitar julgamento

Pinto da Costa

O presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, e o seu braço-direito na direção do clube, Antero Henrique, vão tentar evitar uma ida a julgamento no âmbito da Operação Fénix. Os dois dirigentes requereram a abertura de instrução do processo em que foram constituídos arguidos por suspeitas de recorrerem a seguranças privados ilegais. O objetivo, nesta fase, passa por convencer o juiz de instrução Carlos Alexandre de que não há razões para serem julgados.

A fase de instrução arrancou no início desta semana, mas tudo aponta para que se possa arrastar por algum tempo. O debate instrutório – última fase da instrução, antes de o juiz decidir se os arguidos são ou não julgados – está marcado para o início de abril. Mas esse prazo poderá derrapar tendo em conta o número de arguidos (quase 30, dos 57 constituídos neste processo) que optaram por também requerer a instrução do processo.

Os primeiros já começaram a ser confrontados com as provas que os procuradores João Centeno e Filomena Rosado, do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, reuniram desde o início do processo, ainda em 2014. Em causa estão crimes de associação criminosa, ofensas à integridade física (alguns dos crimes na forma qualificada), coação, posse de arma proibida, extorsão (alguns também na forma agravada), favorecimento pessoal e exercício ilícito da atividade de segurança privada.

No centro do processo, uma empresa: Segurança Privada, Departamento de Eventos (SPDE). E um homem: Eduardo Silva, o seu dono, aquele a quem caberia garantir a segurança pessoal de Jorge Nuno Pinto da Costa. “Edu” é suspeito de ter montado uma rede de seguranças da noite que conquistavam e mantinham “território” com recurso à violência e à intimidação dos clientes. Foi ao empresário que Antero Henrique recorreu para entregar a segurança do Estádio do Dragão e do número um do clube.

Afastamento do juiz Agora caberá a Carlos Alexandre decidir quem deve e quem não deve ser pronunciado – e, portanto, quem deve seguir para a fase de julgamento ou ver as acusações de que é alvo serem arquivadas.

Mas isso só acontecerá se o Tribunal da Relação de Lisboa der respaldo ao juiz de instrução e mantiver o magistrado na condução desta fase do processo, ao contrário do que pretende um dos arguidos. Também no início da semana, ao mesmo tempo que Carlos Alexandre começava a receber os primeiros arguidos do processo no Tribunal Central de Instrução Criminal, os desembargadores de Lisboa recebiam da defesa de José Fernando Pinto Dias (conhecido pela alcunha de “Negreto”) um pedido de afastamento do juiz.

Até ao momento, a Operação Fénix passou por quatro pares de mãos. Além de Carlos Alexandre, também os juízes João Bártolo e Ivo Rosa tiveram intervenção no processo (juntamente com outra juíza que compensou as ausências nas últimas férias de Natal dos magistrados).

Arguido continua em fuga No verão de 2015, a Operação Fénix partiu para o terreno. Fez mais de uma dezena de detenções e, nos meses seguintes, constituiu quase 60 arguidos.

Mas houve um que nunca foi encontrado pelas autoridades: Francisco Vasconcelos, acusado de nove crimes entre associação criminosa, exercício ilícito da segurança privada, ofensas à integridade física grave e qualificada (um de cada), extorsão agravada e favorecimento pessoal. Era um dos elementos com responsabilidade na SPDE de Eduardo Silva (um dos homens em quem o empresário depositaria mais confiança). Mas até ao momento, não foi encontrado.

Ao que o i apurou ainda em janeiro deste ano, o homem poderá estar fora do país à espera que o julgamento comece.

Campeonatos Europeus de Kettlebell Sport: um evento a não perder!

Prática da modalidade
Cartaz do evento
Cartaz do evento

Entre os dias 13 a 15 de maio de 2016, o Portugal Kettlebell Club será o anfitrião dos próximos campeonatos da Europa de Kettlebell Sport, realizados pela IGSF – International Gira Sport Federation e que decorrerão na cidade de Matosinhos, mais concretamente no Pavilhão de Congressos de Matosinhos.

Durante os três dias, atletas de toda a Europa irão levantar kettlebells nas disciplinas de Biathlon (Jerk e Snatch), Long Cycle e Snatch e nas categorias de Elite, Veteranos e Amadores.

Decorrerão, igualmente, os Mundiais de Estudantes nas disciplinas de Long Cycle para masculinos e Snatch para femininos. Além disso, o Portugal Kettlebell Club irá ainda realizar um Open Nacional para que todos os iniciantes e entusiastas possam participar neste grande evento. Não perca esta grande oportunidade!

“Regresso ao FC Porto é questão de tempo. Treinar o Benfica? Não”

André Villas-Boas

André Villas-Boas antigo treinador e confesso adepto do FC Porto assegura que nunca irá treinar o Benfica. O técnico do Zenit, adversário do Benfica na Liga dos Campeões, garante que o regresso à cidade Invicta “é uma questão de tempo”.

“Penso que o regresso ao FC Porto será uma questão de tempo, não sei em que posição, nem tenho prazo estabelecido para isso. Tive um período muito feliz que me dá essa possibilidade de regressar. Felizmente, sei que tenho essa porta aberta, e espero um dia ser útil ao FC Porto”, atirou, em entrevista à SIC, respondendo de forma pragmática caso fosse sondado pelo Benfica sobre a possibilidade de orientar as ‘águias’: “Não, obviamente que não”.

Sabia que a Internet também já serve para comprar jogadores?

Na era em que a Internet resolve todos os nossos problemas, um clube de futebol da Eslovénia decidiu contratar um jogador precisamente através da… internet.

De acordo com o jornal O Jogo, o treinador dos NK Domzale, Luka Elsner, utilizou a rede social LinkedIn para procurar o lateral direito que tanto precisava. Depois de ter feito o anúncio, três dias depois, o clube esloveno recebeu cerca de 150 ofertas. Entre elas, encontrou a do espanhol Álvaro Brachi, jogador de 30 anos. O antigo jogador do Videoton acabou então por assinar contrato.

“Era a melhor maneira de obter a maior informação possível, rapidamente. Creio que acertámos na contratação”, disse o treinador da equipa ao jornal francês L’Équipe.

Aplicação quer pô-lo em forma com 7 minutos de exercícios diários

Essa é a proposta inusitada de «Seven – 7 Minutes Workout Challenge», eleito “app da semana” para Windows Phone, mas que também está disponível gratuitamente para Android e iOS.

Embora pareça que apenas sete minutos de exercícios diários não sejam suficientes para obter uma boa forma, o princípio da aplicação foi baseado em estudos científicos elaborados. Sem precisar de muito tempo, nem aparelhos específicos de ginásio ou mesmo uma conexão com a Internet, com esta aplicação qualquer um se exercita adequadamente com facilidade.

«Seven – 7 Minutes Workout Challenge» cria um desafio para o utilizador em forma de jogo, em que este é penalizado caso se esqueça de fazer exercício e ganha recompensas se seguir o treino corretamente e cumprir tarefas especiais. Pode obter conquistas para metas alcançadas e partilhar os seus avanços pelas redes sociais.

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