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Como Rikki foi estrangulado e 22 anos depois o suspeito da sua morte foi detido em Portugal

O corpo de Rikki Neave foi encontrado num bosque, num dia de inverno. Estava nu e havia sinais de que fora estrangulado. A sua roupa foi depois encontrada dentro de um bidão. Rikki, um miúdo de seis anos, tinha sido visto na véspera, às nove da manhã, a sair de casa, no bairro de Welland, não muito longe da autoestrada e dos campos que rodeiam Peterborough, uma cidade 120 quilómetros a norte de Londres. Isso foi em 1994.

James Watson também é de Welland. Na altura da descoberta do cadáver de Rikki tinha 13 anos. Hoje tem 35 anos. Em abril de 2016, 22 anos depois, a polícia foi bater-lhe à porta para o levar à esquadra. Foi interrogado e informado que passou a ser o principal suspeito do homicídio da criança. Apesar de não o terem mantido preso, porque ainda não está acusado formalmente, fixaram-lhe um termo de identidade e residência e proibiram-no de se ausentar do país. Mas em junho, Watson saiu. Escondeu-se dentro da autocaravana de um amigo e veio por aí abaixo: de Dover, na costa inglesa, pelo eurotúnel até Calais, em França, e daí para Espanha, até chegar a Portugal. Na cabeça dele, fazia sentido. Só precisava de se apresentar outra vez para ser interrogado no dia 20 de setembro, o que dava mais do que tempo para ir e vir.

Ex-Presidente Lula da Silva detido pela Polícia Federal brasileira

Lula da Silva

O ex-Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva foi detido e levado para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde deve prestar declarações à Polícia Federal (PF), divulgou a imprensa brasileira.
O jornal Folha de São Paulo citou membros da defesa de Lula da Silva, que confirmaram que o ex-Presidente está a ser levado para o aeroporto de Congonhas, onde deve prestar depoimento à Polícia Federal.
O ex-Presidente, segundo o jornal, reagiu bem quando a PF bateu à sua porta e estava “tranquilo”.

Detidos José Veiga e Paulo Santana Lopes

José Veiga

Segundo um comunicado da Polícia Judiciária, os detidos são suspeitos “dos crimes de corrupção no comércio internacional, branqueamento de capitais, tráfico de influências, participação económica em negócio e fraude fiscal”.

O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) confirmou, também em comunicado, que os detidos são suspeitos de “participação económica em negócio na compra e venda de ações de uma instituição financeira estrangeira, ações, essas, detidas por instituição de crédito nacional”.

Na informação prestada pela Judiciária adianta-se que “os detidos atuavam no âmbito da celebração de contratos de fornecimentos de bens e serviços, relacionados com obras públicas, construção civil e venda de produtos petrolíferos, entre diversas entidades privadas e estatais”.

“Os proventos gerados com esta atividade eram utilizados na aquisição de imóveis, veículos de gama alta, sociedades não residentes e outros negócios, utilizando para o efeito pessoas com conhecimentos especiais e colocadas em lugares privilegiados, ocultando a origem do dinheiro e integrando-o na atividade económica licita”, explica a PJ no comunicado.

A Polícia Judiciária confirma que “foram apreendidos vários imóveis, veículos automóveis de gama alta e saldos bancários”.

O DCIAP acrescenta, no seu comunicado, que se realizaram “cerca de três dezenas de buscas a domicílios e sedes de empresas mas também a uma instituição bancária e a três escritórios de advogados”. As detenções aconteceram na sequência destas ações, acrescenta.

Os três detidos serão “presentes ao juiz de instrução criminal para primeiro interrogatório judicial”. E a investigação tem dimensão internacional “com ligações aos continentes europeu, africano e americano”.

Polícia prende extremistas que preparavam atentado em Ancara

“Supomos que são dois membros do Estado Islâmico e que preparavam um atentado durante o Ano Novo na capital”, Ancara, disse a fonte, que pediu anonimato.

Os dois suspeitos foram interpelados pela polícia antiterrorista na zona de Mamak, arredores de Ancara, indiciou à AFP uma outra fonte oficial na capital turca.

Por outro lado, e de acordo com as cadeias de televisão turcas, os dois homens estavam referenciados “há algum tempo” pelo corpo especial de polícia que decidiu proceder à detenção.

A Turquia encontra-se em estado de alerta depois do atentado suicida que fez 103 mortos e mais de 500 feridos, na estação de comboios de Ancara no dia 10 de outubro.

Segundo o Governo, os extremistas do grupo Estado Islâmico são os principais suspeitos do atentado de outubro, apontado como o mais grave de sempre na Turquia.

Após o atentado na estação ferroviária de Ancara multiplicaram-se as detenções de suspeitos de envolvimento em grupos extremistas islâmicos, na Turquia.

Detidos em Bruxelas presentes a tribunal na quinta-feira

Este habitante de Anderlecht, uma das comunas de Bruxelas, foi condenado a seis anos de prisão por envolvimento em roubos de restaurantes entre 2008 e 2009.

No mandado para a sua prisão constavam acusações de ameaças de ataques, participação em atividades de um grupo terrorista enquanto dirigente e recrutamento para ações terroristas, como autor e coautor.

Mohamed Karay, de 27 anos, através do seu advogado, contestou as acusações e negou ser radicalizado e garantiu não ter antecedentes criminais.

Também originário de Anderlecht, o homem foi detido na sua casa, onde foi encontrado material do grupo extremista Estado islâmico (EI) e equipamento de Airsoft, um desporto que envolve o uso de réplicas de armas de guerra e camuflagem.

Karay foi colocado sob prisão devido a ameaças de ataques e participação em atividades de um grupo terrorista, como autor ou coautor.

Nas operações não foram encontradas quaisquer armas.

A Procuradoria belga divulgou terça-feira a detenção de seis pessoas, quatro das quais foram libertadas, no quadro de uma investigação que revelou “ameaças sérias de atentados em locais emblemáticos de Bruxelas durante as festas de fim de ano”.

A imprensa local relatou uma “operação antiterrorista discreta, mas importante” realizada nos últimos dias, em Bruxelas, na região de Liège e na província Brabante flamenga.

Para tomar a decisão de manter, ou não, os festejos do final de ano no centro de Bruxelas, o presidente daquela comuna, Yvan May, pediu ao Órgão de Coordenação para a Análise de Ameaças (OCAM, em francês) um parecer e que deve ser feito esta tarde.

A Bélgica mantém o nível 3 de alerta, que inclui uma vigilância maior em ocasiões de concentração de pessoas, tendo o último Conselho de Ministros decidido prolongar a presença de militares nas ruas até 20 de janeiro.

Nas esquadras policiais o nível foi aumentado, até 4 de janeiro, por terem sido apontadas como possíveis alvos de ataques.

A organização responsável pela análise de ameaças não defendeu o aumento generalizado do alerta por “não ser iminente” um ataque, mas sim “uma possível e credível ameaça, ao mesmo estilo dos ataques em Paris”.

Dois detidos por suspeita de planearem atentados para o fim do ano

A investigação, que resultou na detenção de seis pessoas, das quais quatro foram libertadas, revelou “ameaças sérias de atentados em lugares emblemáticos de Bruxelas durante as festas de fim de ano”.

Um dos suspeitos foi preso sob a suspeita de planear ataques e também por “desempenhar um papel de liderança em atividades de um grupo terrorista e recrutar”, enquanto outro enfrenta acusações de planeamento e “participação em ativistas de um grupo terrorista”, refere o mesmo comunicado.

A imprensa local relata uma “operação antiterrorista discreta, mas importante” realizada nos últimos dias, em Bruxelas, na região de Liège e na província Brabante flamenga, no âmbito de um mandato ordenado por um juiz de instrução da capital belga, especializado em questões de terrorismo.

“Nem armas, nem explosivos foram descobertos”, segundo a mesma fonte, que não confirmou informações da imprensa sobre “ameaças concretas” contra uma esquadra da polícia localizada junto da Grand Place, um dos locais mais frequentados por turistas, e acerca do aumento do estado de alerta nas esquadras do nível dois para três.

O comunicado indicou que as detenções não estão relacionadas com os atentados de 13 de novembro de Paris, que causaram 130 mortos, e que para o “interesse” do processo “não serão dadas mais informações por agora”.

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