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Alterações ao abono de família começam hoje. Famílias receberão mais

O aumento do abono de família nos 1.º, 2.º e 3.º escalões entra em vigor esta segunda-feira e tem como principais objetivos “o combate à pobreza, à exclusão social, às desigualdades e a recuperação dos rendimentos das famílias”.

A promessa deixada por António Costa chegará agora às famílias com crianças e jovens inseridos em famílias monoparentais e em famílias numerosas, que verão os montantes atualizados dependendo das idades e dos escalões em que estão inseridos. Esta medida irá beneficiar mais de 1,1 milhões de crianças e jovens.

De acordo com informações disponibilizadas ao Notícias ao Minuto pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, as crianças inseridas no 1.º escalão com idade igual ou inferior a 12 meses receberão 145,69 euros, enquanto as restantes ficarão a receber 36,42 euros.

No segundo escalão, os menores até aos 12 meses ficam com um valor mensal de 119,66 euros, e as outras idades receberão 29,92 euros. No último escalão a sofrer alterações, as famílias dos menores até aos 12 meses vão receber 94,14 euros e as restantes crianças 27,07 euros.

Às alterações aos escalões continuarão ainda a ser aplicadas as “majorações para as famílias monoparentais e famílias numerosas ou o montante adicional atribuído no mês de setembro para a compensação com os encargos escolares”, esclarece a tutela.

Em 2016 haverá mais algum dinheiro no bolso. Vejamos como

António Costa assumiu desde cedo que a estratégia do PS passa por contrariar a austeridade dos últimos anos. Como fazê-lo? Desde o aumento do salário mínimo à reposição de valores congelados (ou cortados) em anos mais recentes, são algumas as medidas. Vamos ver passo a passo o que podemos esperar de 2016.

O aumento do salário mínimo tem sido uma das medidas mais badaladas mas até ao momento esbarrou no ‘nim’ de sindicatos e associações patronais, com quem não há acordo. O plano original passava por passar dos 505 euros para os 530 euros já em 2016, aumentando-se depois gradualmente até se chegar aos 600 euros em 2019.

O aumento, porém, poderá mesmo verificar-se, como dá conta o Jornal de Negócios. O Governo já aprovou a medida e o ministro do Trabalho ainda tem confiança num acordo em torno deste assunto. Recorde-se que só em 2015 houve aumento do ordenado mínimo, depois de nos três anos anteriores ter estado congelado.

Em janeiro está também prevista a atualização do abono de família – ao todo estima-se que 1,1 milhões de crianças sejam abrangidas, mas os mais beneficiados serão os casos de famílias monoparentais, onde a majoração passa de 20% para 35%.

Também no rendimento social de inserção haverá novidades, com reposição parcial do valor (na ordem dos 1,6%), uma ligeira compensação em relação aos cortes de 6% levados a cabo pelo governo anterior nos anos da troika.

E as novidades chegam também às pensões mais baixas. O valor, porém, ainda é marginal, na ordem dos 0,3 ou 0,4%. Já o mesmo não se deverá verficar na Função Pública, onde após anos de cortes, o momento que se segue será de reposição de salários.

Conta o Jornal de Negócios que metade do esforço orçamental extra está aqui: 450 milhões de euros. Não por acaso, será também aqui que o novo Governo quererá apostar na sua estratégia de dar outro vigor à economia, recorrendo a uma participação extra do consumo interno. Ordenados brutos acima de 1.500 euros terão direito a reposições graduais, a um ritmo trimestral.

O que fazer ao dinheiro em 2016?

João Pereira Leite

Tomar a decisão certa para proteger ou rentabilizar as poupanças pessoais exige uma antecipação, sempre difícil, do que vai acontecer ao país e ao mundo no próximo ano. Quem, no início de 2015, foi capaz de apostar nas obrigações gregas a 10 anos? Foram o melhor investimento em obrigações, entre os países desenvolvidos com um ganho de 20%!

Quem diria que as ações da Volkswagen seriam uma péssima escolha? Perderam 60% do seu valor! Quantos analistas e investidores escolheriam a Jamaica como destino de investimento em ações? A bolsa da Jamaica foi a que mais subiu no mundo, com uma valorização de 75%! Os mercados, por estarem tão dependentes da vida das pessoas, das empresas e dos governos, vivem de imponderáveis e imprevistos.

Como não é possível adivinhar o que proporcionará o melhor retorno, o primeiro conselho é o de ouvir a opinião de gestores profissionais. Estão mais informados, mais habituados a ler os sinais e podem interpretar melhor a tendência dos preços dos ativos. Pedir uma reunião e consultar a opinião, de acordo com o seu perfil e expectativas, pode ajudá-lo bastante antes de tomar uma decisão.

E, já agora, escolha um profissional que faça a gestão das suas poupanças. É um mito pensar que só os muito ricos podem ter gestores profissionais ao seu serviço. Embora nem todas as soluções sejam acessíveis a todos os clientes – há investimentos que exigem montantes iniciais mais elevados – no Banco Carregosa temos opções de poupança e de investimento mais flexíveis para quem pretende um conselho profissional, embora disponha de um montante que não cabe na tradicional segmentação de banca privada.

A terceira sugestão é para escolher bem o banco e/ou o gestor para tratar do seu dinheiro. Atente à história do banco, aos seus acionistas, às pessoas que o gerem, à equipa de gestão de ativos, aos rácios da instituição, aos produtos propostos e às comissões cobradas.

Não acredite se alguém lhe recomendar o investimento em ativos milagrosos. O cliente só deve esperar ganhar aquilo que estiver disposto a perder. A isto se chama tolerância ao risco. Quanto mais ou menos risco tiver um investimento, potencialmente, maiores ou menores ganhos poderá ter. Tudo o que vier a mais será mérito de quem gere o dinheiro.

Sendo verdade que ninguém tem a poção mágica para adivinhar o que vai acontecer, podemos contar com algumas tendências ou dados inevitáveis: o crescimento da economia mundial e a inflação global estão abaixo da média história; nos países da OCDE as taxas de juro estão próximas de zero; os preços dos ativos financeiros estão acima da sua valorização histórica e o rebalanceamento da economia chinesa está a fazer descer o preço das matérias-primas, a afetar o crescimento da economia e dos ativos dos países emergentes, o que dará origem ao fenómeno da exportação da deflação e à valorização do dólar norte-americano, por oposição à queda do yuan.

Uma das nuvens mais negras quando olhamos para o horizonte é a do endividamento: a dívida mundial face ao PIB está nos 300%; a dívida pública dos países desenvolvidos subiu 75% desde 2007; desde essa data, a dívida chinesa subiu 400%; em 80% dos países, a dívida das famílias subiu e metade das obrigações dos Estados pagam uma taxa inferior a 1%. E qual tem sido o comportamento das empresas? Muitas, aproveitando o acesso fácil e barato ao dinheiro, emitem dívida (e sendo obrigações high yield apresentam taxas muito baixas para o risco que comportam). As que não precisam de dívida e têm excedentes de liquidez recompram ações. Ora, sabendo nós que não devemos esperar uma evolução positiva das matérias-primas, das obrigações de países emergentes e das obrigações high yield, este pode ser um sinal interessante a seguir. A compra de ações próprias por parte das empresas é uma forma de premiar os investidores. Por isso, para 2016, uma das apostas do Banco Carregosa é a escolha seletiva de ações em que valha a pena investir. Outra alternativa que tem dado bons resultados é a dos depósitos indexados – têm capitais garantidos mas tendem a pagar mais que os tradicionais depósitos a prazo. A nossa sugestão é para escolher depósitos indexados com maturidades mais longas. Como alternativa às classes tradicionais de ativos, sugerimos criar carteiras ou portfólios de fundos de Fundos de retorno absoluto.

Estas são algumas das propostas em que temos proposto aos nossos clientes de banca privada. Construímos carteiras de forma balanceada para que nos deem o máximo conforto em qualquer cenário de mercado. As carteiras são construídas apenas com o que acreditamos ser o melhor para os clientes, de forma transparente, simples e fácil de entender. Procuramos que, ainda assim, tenham um retorno acima da média. Há, contudo, uma característica ter em conta: as nossas decisões de gestão e investimento não são feitas a pensar nas próximas semanas, mas sim no médio e longo prazo. Bons investimentos e bom 2016!

Multibanco oferece dinheiro durante uma hora

Isto porque uma máquina multibanco, que estava num supermercado, começou a dar dinheiro grátis aos utilizadores que a usaram esta quarta-feira.

A máquina estava a disponibilizar o dobro dos montantes que os utilizadores estavam a pedir e nas contas apenas estava a ser debitado o valor que pediam. Por exemplo, quem pedia 20 libras recebia 40, mas apenas ficava sem 20 na conta.

À imprensa local, um responsável do supermercado explicou que se tratou de uma avaria na máquina.

O incidente terá começado por volta das 22h00 e não se sabe ao certo quantas pessoas conseguiram utilizar as máquinas, já que nas redes sociais muitos garantiram que havia filas de espera.

Gostava de ter mais dinheiro? Faça já estas mudanças

Quem não gostava de ser rico? Não prometemos que fica milionário mas partilhamos algumas dicas que o podem deixar com um orçamento mais folgado.

O site australiano Courier Mail publicou algumas mudanças que deve fazer para começar já a poupar o que no final do ano podem dar umas centenas de euros (dependendo do seu estilo de vida).

Poupe na energia. De acordo com vários inquéritos a energia é a maior conta doméstica, sendo ultrapassada apenas pela renda ou pelo empréstimo da casa. Portanto, tudo o que conseguir poupar aqui terá grande impacto no seu orçamento. Tente negociar o seu plano de energia, aproveitar descontos e, acima de tudo, desligar luzes e aparelhos eletrónicos sempre que possível, de forma a diminuir os seus gastos.

Atenção às telecomunicações. Reavalie o seu plano de telecomunicações. Tente negocia-lo ou aproveitar um que lhe saia mais barato.

Seguros. Mudar de seguro de saúde, carro ou casa pode resultar em grandes poupanças. Analise com calma os seus contratos e analise as opções que existem no mercado. Se as condições até lhe agradarem tente negociar com as suas seguradoras mas se verificar que há melhores opções na concorrência, mude de seguradoras.

Dinheiro. Mantenha um diário de onde gasta o seu dinheiro, não perca de vista nenhum das suas despesas e tente perceber onde é que pode poupar. Vá ao seu banco e analise bem as taxas e juros que paga sobre empréstimos e cartões.

Nova nota de 20 euros entra em circulação amanhã

Nova nota de 20 euros

“A nota de 20 euros é a que tem mais contrafações apreendidas”, disse o administrador do Banco de Portugal João Amaral Tomaz, numa cerimónia em Lisboa para apresentação da nova nota, que vai ser lançada a partir de quarta-feira também em mais 18 países da Europa.

Além dos elementos de segurança já conhecidos, como o holograma, a marca de água e o número esmeralda, a nova nota de 20 euros vai ser mais resistente à falsificação por causa de uma janela com retrato no holograma que, observada contra a luz, torna visível um retrato da deusa Europa, observado na frente e verso.

Tal como aconteceu com as notas de cinco euros e de dez euros da série Europa, lançadas em 2013 e em 2014, não será necessário trocar as notas de 20 euros da primeira série por estas novas notas da série Europa, mantendo-se ambas as notas em circulação.

A nova nota mantém a cor dominante azul e o mesmo tamanho da anterior nota de 20 euros, mantendo o seu valor indefinidamente: “Mesmo depois de a nota [da primeira série] perder o seu curso legal, pode ser trocada [num banco] por um período ilimitado”, explicou o administrador do Banco de Portugal.

Muitos fabricantes e outros fornecedores de equipamentos que utilizam notas já adaptaram as suas máquinas e dispositivos à nova nota, mas o Banco de Portugal admite que possam surgir problemas.

“Não podemos garantir que todos os equipamentos estão aptos a receber a nova nota já” na quarta-feira, afirmou João Amaral Tomaz.

A nova nota de 20 euros foi apresentada pela primeira vez a 24 de fevereiro na sede do Banco Central Europeu (BCE), em Frankfurt, na Alemanha, e em Portugal a 16 de março na sede do Banco de Portugal, em Lisboa.

Economia cresce 1,4%, menos do que o previsto

De acordo com a estimativa rápida das contas nacionais no terceiro trimestre, publicada hoje pelo INE, o Produto Interno Bruto (PIB) registou um aumento de 1,4% em termos homólogos, uma variação homóloga inferior à de 1,6% registada no segundo trimestre.
Já comparativamente com o segundo trimestre, o PIB registou uma taxa de variação nula (0,0%) em termos reais, quando no segundo trimestre observou um aumento em cadeia, ou seja, face ao primeiro trimestre, de 0,5%.

O INE explica que o contributo positivo da procura interna diminuiu no terceiro trimestre, “refletindo a desaceleração do investimento e, em menor grau, do consumo privado”, e que a procura externa líquida registou um “contributo negativo para a variação homóloga do PIB, porém de magnitude inferior à observada no segundo trimestre”.

Comparando com o trimestre anterior, o INE refere que “o contributo da procura interna foi negativo devido principalmente à redução do investimento, enquanto a procura externa líquida contribuiu positivamente, tendo as importações de bens e serviços diminuído de forma mais intensa que as exportações de bens e serviços”.

O comportamento do PIB no terceiro trimestre ficou aquém do esperado, uma vez que as estimativas de departamentos de estudos económicos recolhidas pela agência Lusa apontavam para um crescimento económico homólogo a rondar os 1,8% e em cadeia perto de 0,4%.
Entre as previsões recolhidas pela Lusa, a menos otimista era a do Grupo de Análise Económica do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), que antecipava um crescimento económico entre 0,2% e 0,3% em cadeia e de 1,6% em termos homólogos, enquanto a mais otimista era a do Núcleo de Estudos sobre a Conjuntura da Economia Portuguesa (NECEP) da Universidade Católica, que estimava que o PIB avançasse 0,5% em cadeia e 1,9% em termos homólogos.

Também os departamentos de estudos económicos do BBVA, do Montepio e do BPI estimavam um crescimento económico em cadeia entre os 0,4% e os 0,5% e uma melhoria homóloga em torno dos 1,8%.
O Governo liderado por Pedro Passos Coelho estima que a economia portuguesa tenha crescido 1,6% no conjunto deste ano, uma previsão em linha com a do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas mais conservadora do que a da Comissão Europeia e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), que estimam que a economia cresça 1,7% este ano.

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