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Associação feminina cria formação inovadora que ajuda mulheres a criar e a gerir os seus negócios

Ana Cláudia Vaz, ex-manequim e atual Presidente Executiva, reuniu um grupo de mentoras, cada uma especialista numa área, e em conjunto desenvolveram esta formação, inspirada em fatores reais e pensada estrategicamente para diminuir o medo de falhar.

Biz-School: Faz a tua Empresa Acontecer, promete ser dinâmica e intensiva, tal e qual como é na realidade gerir um negócio. Conforme os resultados da pesquisa de mercado, realizada pela AASM, 67% das Mulheres em Portugal, nunca chega a realizar o sonho de ter um negócio próprio, por ter medo de falhar.

Seguem-se depois outras razões, como a falta de apoio, motivação e alguns incentivos. Passam 20 anos, e só depois de adquirir uma certa maturidade e experiência, é que a Mulher volta a pegar nesse sonho que deixou para trás.

As 33% que se lança na aventura, acaba por cometer muitos erros e desistir nos primeiros 3 anos, ou nunca vê o seu negocio desenvolver, principalmente por falta de (in)formação.

É aqui que a ASM BIZ-SCHOOL pretende fazer a diferença. O programa tem 8 semanas, 6 módulos, 7 mentoras, um grupo exclusivo de apoio e entrega de certificados presencialmente. Mistura o on-line, e as vantagens de poder fazer ao seu ritmo, em casa, com o mentoring e o aconselhamento personalizado.

Os módulos estão interligados, e criam entre si uma corrente positiva com resultados, inspirados nas principais habilidades a desenvolver na empreendedora.

Adequado a Aspirantes a empresárias, as que têm muitas ideias e não sabem como se organizar, Start ups prontas a crescer, e as Empreendedoras Imigrantes que desejem abrir uma empresa em Portugal.

O que vão aprender?

Análise & Estratégia de negócio | Criação de uma marca (branding) | Técnicas de marketing | Vendas Inteligentes | Perfil da Empreendedora | Principais Obrigações legais | Networking | e como bónus, testemunhos reais de empreendedoras que vieram de longe e começaram um negócio em Portugal.

A aluna tem todo o acompanhamento durante as semanas do programa, e ainda, a possibilidade de fazer parte de uma rede (associação sem fins lucrativos) internacional de confiança, que lutará pelos seus sonhos. Nunca mais estará sozinha!

Para as empreendedoras imigrantes que sonham com uma vida nova, sejam muito bem-vindas! Esta é a melhor formação no mercado de confiança, para conhecer o cliente português, as leis, diminuindo o esforço psicológico e financeiro, que muitas acabam por enfrentar.

Para mais informações é só consultar o site: http://www.adorosermulher.com/biz-school

Grupo Jetclass com novo projeto de expansão

O empreendedorismo do grupo e o rápido desenvolvimento da empresa obriga a um contínuo investimento na sua estrutura, culminando no novo projeto de expansão. A inauguração dos trabalhos de ampliação da fábrica será no próximo dia 17 de janeiro 2019 pelas 15h30 e contará com a presença do Presidente da Câmara de Valongo, Dr. José Ribeiro e a sua comitiva, e do Secretário de Estado da Internacionalização, o Exmo. Dr. Eurico Brilhante Dias.

A unidade fabril passará de 7.000m2 a 12.000m2, num investimento de 12 milhões de euros. Serão criadas novas unidades produtivas, carpintarias próprias, serralharia e um novo setor de iluminação destinado à produção de candeeiros e instalações elétricas certificadas. As unidades de folha, melamina, madeira, pintura, estofo serão ampliadas, assim como o showroom. Será adquirida maquinaria de ponta completamente automatizada que se juntará ao já existente espólio da empresa. Desta forma, a empresa aumentará a rapidez e o rigor da sua produção em série, prevendo-se a duplicação da faturação anual para 12 milhões de euros.

Está prevista a criação de cerca de 50 novos postos de trabalho para os diferentes setores, recuperando artes que se perderam no tempo, como por exemplo a elaboração da talha e a aplicação de folhas de ouro.

O investimento será também aplicado em parcerias com faculdades, nomeadamente o INEGI, num estudo sobre a automação e controlo de tecnologias avançadas de fabrico e sistemas mecatrónicos complexos. O objetivo é a criação de mobiliário tecnológico, usando a domótica e robótica, tornando a Jetclass mais uma vez pioneira internacionalmente neste tipo de mercado. Esta iniciativa insere-se no programa Indústria 4.0 e o lançamento das primeiras coleções está previsto para 2022.

A capacidade produtiva da Jetclass permitirá servir uma maior quantidade de grandes projetos e grupos hoteleiros e ainda permitir aos seus clientes o desenvolvimento e produção das suas próprias marcas.

“Toda a minha carreira e vida pessoal foi e é dedicada às pessoas”

A PEOPLE FOR PEOPLE foi edificada no mercado tendo como principal desiderato oferecer uma resposta na vertente da gestão do capital humano. Neste sentido, quais as características que perpetuam na mesma uma dinâmica fomentadora de qualidade, excelência e credibilidade?

A People For People nasceu no mercado de software de recursos humanos. Este mercado insere-se num nicho altamente saturado e a decisão de escolha, está tipicamente associada a um dos seguintes fatores: a solução ser garantida pelo fornecedor de ERP; a adoção de
ferramentas reconhecidas internacionalmente; a relação pré-estabelecida que o gestor tem com uma determinada marca ou solução. Perante estes fatores e de forma a nos posicionarmos e construirmos o nosso mercado, tivemos de nos diferenciar, optando por assumir uma estratégia maioritariamente de consultoria especializada.

Do ponto de vista de quem nos procura, somos muito precisos na nossa abordagem, na medida em que, por um lado damos respostas adequadas ao perfil de uma consultora, e por outro, somos capazes de apoiar os nossos parceiros na implementação de propostas de valor que crescem naturalmente no decorrer da nossa atividade de consultoria. O facto de termos competências tecnológicas e não dependermos de tecnologia de terceiros, traz-nos vantagens competitivas perante o mercado.

a nossa tecnologia encontra-se num patamar de maturidade elevado, amplamente testada nas implementações que foram feitas ao longo dos últimos anos, transmite bastante tranquilidade a quem já nos conhece e a quem nos procura. Não é por acaso que ainda hoje trabalhamos com organizações cujo arranque se deu no início da minha carreira. Por mais alterações que as suas equipas tenham tido, a realidade é que a confiança que depositam em nós é denominador comum, há mais de 20 anos.

Assumem-se como uma marca focada no capital humano. Assim, que serviços disponibiliza a PEOPLE FOR PEOPLE e de que forma é que cada um deles é promotor de valor para os vossos parceiros/clientes?

Os nossos serviços encontram-se divididos em duas grandes áreas: a administrativa/operacional e a estratégica. Por norma, não endereçamos questões estratégicas sem garantir que as questões operacionais estão salvaguardadas.

Atualmente, prestamos serviços de auditoria, consultoria e formação, bem como serviços de outsourcing, quer numa vertente apenas operacional, como numa vertente de substituição do departamento de Recursos Humanos.

Gostamos e queremos ser tratados como o parceiro de confiança na estrutura de apoio à gestão (e em particular à gestão de capital humano) das organizações, e por isso todos os nossos serviços são direcionados para essas pessoas ou equipas. Em alguns casos, somos os responsáveis pelo cumprimento integral de toda a função de RH, o que torna fundamental conhecermos profundamente o negócio e a realidade organizacional dos nossos parceiros.

Hoje o universo da gestão de recursos humanos mudou o seu paradigma, fruto das inovação e novas tecnologias. De que forma é que as ferramentas e metodologias tecnológicas inovadoras vieram alterar a forma como são geridos os recursos humanos? Qual a vossa visão sobre a gestão dos recursos humanos no contexto de digitalização das empresas?

a génese desta mudança de paradigma não é fruto de uma vontade genuína de valorização do capital humano e de inovação da função de RH, mas sim de necessidades que surgiram ao longo dos últimos anos. Inicialmente surgiu a necessidade de diminuição significativa das equipas de RH. Numa segunda fase, o aumento das obrigações legais e o surgimento de questões de mercado relacionadas com a implementação de novas práticas, muitas delas associadas à qualidade produtiva, têm contribuído para se fazer cada vez mais, com menos recursos.

Esta tendência obrigou as organizações a repensarem a importância das suas pessoas e as empresas tecnológicas a desenvolverem
ferramentas ágeis e optimizadoras dos processos.

Porém, sinto que as gerações mais jovens estão a mudar a tendência e estão cada vez mais focadas em gerar valor, não só através dos métodos tradicionais, mas fundamentalmente através das pessoas. Estes fatores obrigam-nos a ser mais exigentes na definição do nosso modelo de negócio.

Como é que essas ferramentas permitem otimizar os processos no domínio dos recursos humanos? Em que moldes tem participado a PEOPLE FOR PEOPLE neste domínio?

Sendo o nosso foco as Pessoas, a primeira questão que nos colocamos quando ponderamos desenvolver o innergyRH é: em que medida é que esta ferramenta simplifica as tarefas associadas às funções de RH, de forma a que os cuidadores das pessoas nas organizações se possam dedicar mais às suas pessoas e menos aos processos rotineiros?

Encontrada a resposta à questão anterior, estamos em condições de assegurar a tão desejada otimização de processos, garantindo que estamos a contribuir proativamente para equipas de gestão de Pessoas mais saudáveis e consequentemente, para organizações psicológica e emocionalmente mais saudáveis.

Sendo uma marca direcionada para a vertente do capital humano, quão relevante são os recursos humanos «made in» PEOPLE FOR PEOPLE para o sucesso da instituição?

Podemos ter o melhor know-how e a melhor tecnologia, mas se não tivermos as melhores pessoas, não conseguiremos diferenciarmo-nos. Por isso, as nossas pessoas, para além de únicas, são o fator crítico do nosso sucesso.

Sente que em Portugal os empresários lusos começam a ter outra noção e sentido de responsabilidade perante a relevância para o êxito do seu projeto ao nível dos recursos humanos? A recetividade por parte dos empresários a ferramentas e metodologias inovadoras na gestão de recursos humanos por tem aumentado?

Penso que isso depende muito do setor de atividade. De forma geral, estou certa de que nos últimos anos os empresários têm valorizado muito mais as suas pessoas, percebendo que estas são fundamentais para o sucesso e sustentabilidade dos seus negócios. Porém, há ainda um longo caminho a percorrer… Mas é para isso que cá estamos!

Uma das vossas ferramentas denomina-se por INNERGY RH e foi desenvolvido para automatizar um conjunto de processos centralizados no Departamento de Recursos Humanos. Fale-me um pouco mais deste método e refira as mais-valias do mesmo.

A nossa ferramenta integrada, é o innergyRH. De uma forma muito simplista, o innergyRH pode ser considerado o ‘ERP’ do Capital Humano, com a particularidade de integrar com qualquer outro ERP das outras áreas.

Tratamos, para além das habituais questões relacionadas com os colaboradores, a informação de todas as pessoas que se relacionam com a organização, não esquecendo os prestadores de serviços, trabalhadores temporários, formadores, entre outros.

O facto de tratarmos o Capital Humano das organizações como um todo, torna possível processar um conjunto vasto de dados de forma estruturada, credível e integrada, aumentando assim a fiabilidade da tomada de decisão.

A PEOPLE FOR PEOPLE já acompanha clientes no processo de internacionalização e a apoia empresas estrangeiras a instalarem-se em Portugal? Porquê esta aposta no domínio internacional?

Claramente que a nossa aposta no mercado internacional tem sido reativa. No entanto, espero que em breve possamos começar a escrever um novo capítulo.

É fácil para uma mulher sair da sua zona de conforto para se tornar numa empreendedora de sucesso? Que obstáculos se enfrenta? Conte-nos um pouco sobre a sua história.

Creio que no meu caso a mudança não foi assim tão radical porque toda a minha carreira foi dedicada a negócios deste género. A grande novidade não estava no negócio, mas sim na oportunidade que tive de o desenvolver da forma que considero mais adequada e correta, adaptada às necessidades de mercado.

Sou naturalmente bastante ativa, logo o conforto é algo com que não me identifico. Por este motivo, é-me relativamente simples ‘sair’ da minha zona de conforto. Quanto ao termo ‘empreendedora de sucesso’, creio ainda ser cedo para o afirmar de forma perentória, já que me pauto por uma certa prudência.

Creio que enfrento os obstáculos de qualquer gestor, obstáculos esses que têm de ser ultrapassados com tranquilidade e sentido crítico.

A minha história é como a de tantas outras pessoas. Cresci numa família humilde, que me ensinou que existem regras, e que estas são para ser cumpridas. Foram-me ensinados valores pelos quais me oriento no meu dia-a-dia. Comecei a trabalhar enquanto ainda estudava, e tive a sorte de começar a minha carreira profissional pouco tempo após ter concluído os meus estudos, com a vantagem de trabalhar numa área que sempre me fascinou, os RH. Toda a minha carreira e vida pessoal foi e é dedicada às pessoas, pois é com as pessoas que realmente me identifico.

O preconceito de género continua a ser o principal entrave ao empreendedorismo feminino, a nível mundial. É ou foi o seu caso? Já teve de enfrentar obstáculos pelo facto de ser mulher?

Felizmente nunca tive problemas sérios de desigualdade de género. De uma forma geral, sinto que ao longo da minha carreira consegui sempre ter acesso às mesmas oportunidades que os meus colegas do género oposto.

Podia elencar um conjunto de dificuldades acrescidas pelo género (a assistência à família e em particular aos meus filhos quando eram crianças, à minha mãe e à minha avó na sua fase terminal). No entanto, também conheço homens com o mesmo problema, por isso estou certa que os obstáculos que me surgiram não se devem ao facto de ser mulher.

Portugal é o 6º país do mundo com melhores oportunidades e condições de apoio para as mulheres prosperarem enquanto empreendedoras. Na sua opinião, estamos, de facto, num bom caminho?

Portugal é uma excelente incubadora de sonhos que se transformam em projetos. Já o fazemos há mais de 500 anos e seria uma pena destruir esse caminho, que embora turbulento foi, é, e espero que continue a ser, frutífero.

Como CEO e Fundadora da PEOPLE FOR PEOPLE, que mensagem gostaria de deixar a todas as mulheres?

A mensagem que gosto de deixar a todas as pessoas: não desistam dos vossos sonhos, construam o vosso caminho com determinação e sejam felizes!

O que podemos esperar de si e da people for people para o futuro?

Podem esperar acima de tudo um caminho de coerência, honestidade e continuidade, assente naquilo que é a nossa estratégia e os nossos valores.

Estamos a repensar o futuro de uma forma ainda mais estratégica, por isso podem contar com um caminho de melhoria constante, não obstante estarmos a preparar um conjunto de novidades para 2019.

Concurso Montepio Acredita Portugal regressa com nova edição à procura de mais ideias empreendedoras

A iniciativa pretende apoiar qualquer pessoa com uma ideia de negócio, independentemente da idade, nível de formação e localização no território nacional, apoiando projetos promissores com know-how especializado para o seu desenvolvimento e avaliação. Os melhores projetos têm contacto direto com investidores, especialistas e mentores, assim como o acesso a formação personalizada e a oportunidade de integrar um programa de pré-aceleração.

Para Fernando Amaro, Diretor do segmento Economia Social e Setor Público da CEMG, “o Montepio Acredita Portugal é um excelente veículo para potenciar o empreendedorismo de impacto. Há cada vez mais pessoas a procurar e a encontrar no empreendedorismo um caminho para desenvolver soluções para a sociedade”.

Uma ideia partilhada por Fernando Fraga, Diretor de Inovação da Acredita Portugal: “Os candidatos com os quais contactamos estão mais informados, têm uma visão de oportunidades distinta e são também mais exigentes na procura que fazem das plataformas para potenciar a sua ideia de negócio. A Acredita Portugal reuniu-se de parceiros de referência no sentido de disponibilizar uma rede de suporte e aceleração que facilite o processo go to market de empreendedores e pessoas com ideias transformadoras e com potencial de impacto”.

Informações adicionais disponíveis em www.acreditaportugal.pt

As inscrições podem ser submetidas online, de forma gratuita, até dia 20 de janeiro de 2019 através do site acreditaportugal.pt.

Concurso Montepio Acredita Portugal regressa com nova edição à procura de mais ideias empreendedoras

© Montepio

A iniciativa pretende apoiar qualquer pessoa com uma ideia de negócio, independentemente da idade, nível de formação e localização no território nacional, apoiando projetos promissores com know-how especializado para o seu desenvolvimento e avaliação. Os melhores projetos têm contacto direto com investidores, especialistas e mentores, assim como o acesso a formação personalizada e a oportunidade de integrar um programa de pré-aceleração.

As inscrições podem ser submetidas online, de forma gratuita, até dia 20 de janeiro de 2019 através do site acreditaportugal.pt. O processo de seleção começa pela análise do mercado e do modelo de negócio das centenas de ideias a concurso, depois os candidatos passam por etapas sucessivas de desenvolvimento, análise do plano de marketing e plano financeiro até à apresentação do projeto em formato de pitch, onde são eleitos os vencedores de cada categoria.

Para Fernando Amaro, Diretor do segmento Economia Social e Setor Público da CEMG, “o Montepio Acredita Portugal é um excelente veículo para potenciar o empreendedorismo de impacto. Há cada vez mais pessoas a procurar e a encontrar no empreendedorismo um caminho para desenvolver soluções para a sociedade”.

Uma ideia partilhada por Fernando Fraga, Diretor de Inovação da Acredita Portugal: “Os candidatos com os quais contactamos estão mais informados, têm uma visão de oportunidades distinta e são também mais exigentes na procura que fazem das plataformas para potenciar a sua ideia de negócio. A Acredita Portugal reuniu-se de parceiros de referência no sentido de disponibilizar uma rede de suporte e aceleração que facilite o processo go to market de empreendedores e pessoas com ideias transformadoras e com potencial de impacto”.

Informações adicionais disponíveis em www.acreditaportugal.pt

Sobre a Caixa Económica Montepio Geral:

Fundada em 1844, a Caixa Económica Montepio Geral é um banco de retalho que se diferencia pela sua matriz mutualista e representa os valores da participação associativa e da solidariedade, o que lhe confere um estatuto único no panorama bancário português. Está vocacionada para a captação de poupanças e para o crédito aos segmentos de particulares, empresários em nome individual, microempresas e pequenas e médias empresas, bem como instituições do Terceiro Setor. Fazer a diferença para ir mais longe está na sua essência, que se traduz na assinatura “Só um banco diferente nos leva mais longe”.

Sobre a Acredita Portugal:

A Acredita Portugal é uma organização sem fins lucrativos focada no desenvolvimento e promoção do empreendedorismo nacional, que nasceu em 2008 pela mão de José Miguel Queimado. Desde então, a Acredita Portugal trabalha por, e para todos os portugueses, independentemente da sua formação ou cultura, permitindo que qualquer cidadão tenha oportunidade de perseguir o seu sonho empreendedor. Cada ideia em competição é submetida de forma gratuita, passando por uma avaliação e vendo desenvolvido o seu plano de negócios. Aos projetos vencedores é dada a oportunidade de desenvolver parcerias estratégicas com vista à sua implementação no mercado.

Lançamento do livro “Empreendedoras por Natureza”

Brasil e Portugal unem-se através de duas empreendedoras: Rosely Cruz, luso-brasileira natural de São Paulo, empreendedora em série, investidora anjo no Brasil, Estados Unidos e Portugal, é advogada e fundadora do escritório de advocacia com a filosofia “neolaw.”, e também fundadora e Presidente do IBAJUD e Sandra Isabel Correia, portuguesa natural do Algarve, “Melhor Empresária da Europa” em 2011 e fundadora da Pelcor e do Women’s Club.

Estas duas mulheres contam a sua história desde a infância, confessam os segredos do percurso, revelam os percalços que encontraram e explicam as armas com que conseguiram vencer. O sonho delas é inspirar outras mulheres a concretizarem o seu sonho.

O lançamento será no dia 18 de outubro, em Lisboa, na Associação Corações com Coroa, às 18h00.

Empreender no Interior: uma questão de vontade e de coragem

Deste ponto de vista, a aposta no empreendedorismo de pequenas e médias empresas é fundamental como fonte de criação de emprego, aliás, a mais imediata que se pode ter. Ao implementarmos um negócio, geramos e respondemos a necessidades e, consequentemente, criamos postos de trabalho que têm ser imediatamente preenchidos.

Em segundo e terceiro lugares, o papel do empreendedorismo é decisivo na introdução de inovação na cadeia económica, contribuindo para o desenvolvimento da nossa comunidade, bem como para o desenvolvimento regional e crescimento da economia.

Por último, o empreendedorismo constitui uma opção de carreira extremamente aliciante, na ótica de uma nova geração à descoberta de novas profissões, de práticas da inovação, de fomento da criatividade e de necessidade de autonomia.

Devemos, pois, deixar de lado o empirismo que nos guia nestas áreas e verificar que os países com mais atividade empreendedora detêm um crescimento do PIB mais elevado, onde o empreendedorismo explica um terço da diferença de crescimento entre países, sobretudo ao nível das PME, a tipologia responsável por triplicar as exportações, com a vantagem do reinvestimento ser superior às filiais de grandes empresas.

Eis as razões pelas quais se justifica uma política integrada, tanto mais quanto, já em 2002, Portugal foi identificado como o único país da União Europeia onde eram desenvolvidas ações que tinham como objetivo fomentar o espírito empresarial, sem qualquer enquadramento no quadro do sistema nacional de educação.

Contudo, foi no interior, mais concretamente na Covilhã, que o “Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã” – implementou um dos primeiros projetos educativos nesta área, nomeadamente o Projeto Empresários na Escola – Percursos de Acompanhamento à Criação de Novas Empresas de Base Tecnológica que tinha como objetivo primordial o desenvolvimento de competências empreendedoras dos jovens.

Todas estas razões evidenciam a importância considerável do empreendedorismo para o desenvolvimento de uma região ou de um país. Como diria o Prémio Nobel, Hayek (1974), “o empreendedor é a chave para o desenvolvimento”. Mas que instrumentos temos para se apoiarem os empreendedores de forma organizada?

Para além da formação especializada de que tanto carecemos, existem dois instrumentos fundamentais que têm de ser incentivados, tanto por instituições bancárias como universitárias e ainda por medidas governamentais e políticas. Salientamos aqui a urgência do apoio de fundos de capital de risco, sobretudo porque, em Portugal, o número de empresas que recebem apoio de capital de risco é muito baixo quando comparado com o que acontece noutros países. Uma boa incubação de empresas é outro instrumento particularmente importante para o incremento do empreendedorismo no nosso país que pode ser a almofada de apoio que evite as elevadas taxas de mortalidade das PME empreendedoras nos primeiros 5 anos de vida.

Termino, desafiando os leitores a analisarem toda a faixa interior de Portugal, de norte a sul, e a encontrarem o local onde todos estes instrumentos se reúnam e possam construir um verdadeiro ecossistema de empreendedorismo.

A verdade é que, neste momento, esse local simplesmente não existe.

No entanto, um verdadeiro Eldorado empreendedor no interior poderá bem vir a ser a Covilhã, cidade que reúne as condições necessárias, tanto ao nível académico (com uma das 150 melhores universidades do mundo com menos de 50 anos), como ao nível empresarial (um dos concelhos com maior taxa de exportação de todo o  interior), com um clima e uma cultura de juventude e inovação dinamizados pelos quase 7500 alunos que podem propiciar uma das atmosferas académicas mais eletrizantes do nosso país, terminando pela respetiva localização geográfica (praticamente no centro de um triângulo quase perfeito entre Lisboa-Porto-Madrid com Salamanca à espreita).

Replicar, redimensionar e diversificar, constitui per si, a condição necessária ao desafio de empreender no interior… Será que não temos coragem e força coletivas para o fazer?

Opinião de Luís Santos, Presidente do PSD Covilhã

“Se é o que vos permite ser e faz feliz, vale a pena”

Não demorei muito a perceber que queria ser dona do meu tempo. Gerir os meus dias, tarefas e os “quando” e “onde” da minha vida. Sou psicóloga clínica de formação, mas durante todo o meu percurso académico trabalhei em eventos como promotora, hospedeira, babysitter e a fazer alguns trabalhos de coordenação e recrutamento. Sempre em regime freelancer – eu escolhia as datas em que trabalhava e se queria fazer aquele trabalho ou não. Não tinha dias parados e monótonos, nunca. Entusiasmava-me representar diversas marcas, trabalhar com diferentes equipas e ir conhecendo pessoas novas.

Quando terminei o curso em 2012 comecei a trabalhar num centro de saúde como psicóloga clínica (e até tinha funções bastante diversificadas que não me permitiam cair facilmente na monotonia), mas a rotina de trabalhar das 9h às 18h sufocava-me. Ter de pedir férias naqueles dias e esperar para ver se era possível ou não, era uma angústia para mim. Principalmente porque uso grande parte do meu tempo livre para ir em missões humanitárias, sendo que quando não conseguia ter essa disponibilidade para ir ajudar, sentia-me perdida dentro de mim.

Foi então que tudo fez sentido – tinha de mudar de vida! Acredito que para muita gente seja necessário, para o seu bem-estar emocional, ter a segurança de receber um salário-fixo mensal ou ter garantido, à partida, aquela quantia todos os meses para fazer face às despesas fixas. Mas o meu bem-estar emocional está mais ligado ao facto de poder gerir a minha vida à minha maneira: estar com quem quero, onde quero, quando quero sem ter “amarras” que me limitem.

Saí do centro de saúde com a ideia de abrir um consultório privado de psicologia (podia marcar eu as consultas, gerindo a minha agenda), mas depressa comecei a receber convites de trabalho de empresas de marketing e gestão de recursos humanos (das empresas para as quais trabalhava como colaboradora pontualmente mas com regularidade). Foi uma surpresa para mim começar a receber tantos convites de trabalho nessa área, mas de novo – ao aceitar uma dessas oportunidades – iria sentir-me presa com a rotina própria de um trabalhador por conta de outrem. Em todo o caso foi todo este encadear de acontecimentos que deu origem à Make Happiness Events.

“As minhas pessoas” incentivaram-me a abrir um negócio próprio, sim, mas em vez de ser um consultório privado de psicologia seria uma empresa de gestão de recursos humanos e de eventos. Porquê? Já conhecia a área de negócio, tinha staff de confiança em todo o país, já tinha o meu nome neste mercado bem referenciado, iria trabalhar com pessoas e para pessoas – ajudando os seus projetos e marcas a crescer (ou seja, faria o que realmente gosto de fazer – ajudar o outro) e, por fim, o risco e o investimento eram menores (visto que é uma área onde é possível trabalhar muito via online). Estavam então criadas todas as condições para abrir a minha empresa, o meu projeto de vida – a Make Happiness Events.

Agora posso ir viajar ou ir em missões humanitárias e trabalhar à mesma via online, à distância. Ajudo as pessoas pontualmente dando-lhes oportunidades de trabalhos pontuais ou fixos e ajudo as marcas a crescerem no mercado. Ajudo as empresas a criar ativações de marca que fazem crescer o volume de receitas e potenciais clientes. Ajudo qualquer pessoa a fazer uma surpresa a outra ou a organizar um evento especial. Organizo atividades solidárias e apoio associações com cariz social. Agora sou feliz e sinto-me completa!

E desse lado? O que vos faz realmente felizes? Conseguem criar as condições necessárias para fazer disso o vosso negócio? Estão focadas no vosso objetivo? Vale a pena pensar nisto! Nem sempre é fácil, mas vale a pena!“

Patrícia Damas, CEO & FOUNDER da Make Happiness Events

iBranding para uma ativação e construção de marca eficaz

A iBranding “foi criada para desenvolver marcas criativas para empreendedores apaixonados”. Que necessidades específicas veio e empresa colmatar no mercado em que atua?

Muitas vezes assume-se que um bom produto se vende por si só, fazendo, com que, por vezes boas ideias se percam no mercado por não se saberem comunicar. Acreditamos que quando se abre um negócio a marca é um dos pontos cruciais para o seu sucesso, no entanto, a falta de conhecimento, e por vezes de orçamento para se contratar profissionais na área são escassos.

A verdade é que muitos empreendedores não têm conhecimentos suficientes sobre o branding, e da sua importância para terem uma presença forte no mercado, e de alcançarem com sucesso o seu público-alvo. 

Oferecem “kit’s” para negócios iniciantes. Quais são eles?

Neste momento, estamos presentes no mercado com dois produtos: o iBranding[KIT] e o Kit do Empreendedor®.

O iBranding[KIT] foi criado de forma a simplificar a vida aos empreendedores, dando-lhes as ferramentas e o apoio necessário para comunicarem a sua marca com mais impacto. É um kit que dá ao empreendedor uma vantagem competitiva e autonomia sobre a sua marca, sendo composto por: Estratégia de Marca, Logotipo, Manual de Identidade Visual, Cartões de Visita (impressos), Templates e Pen (de todos os ficheiros).

O Kit do Empreendedor® consiste num conjunto de ferramentas e apoio técnico que um empreendedor necessita para alavancar o seu projeto, estando disponível em vários formatos, que se adaptam ao empreendedor e às suas necessidades, e que podem ser adquiridos separadamente. Consiste no Modelo e Plano de Negócios, na Comunicação e Estratégia da Marca, e no Apoio Financeiro e Apoio Jurídico. 

Fale-nos mais um pouco do trabalho e projetos que a empresa desenvolve. 

O nosso trabalho foca-se sobretudo na construção e ativação de marcas. O iBranding[KIT] é sem dúvida a nossa estrela, é o best-seller. Muitas vezes é através dele que os nossos clientes acabam por sentir a necessidade e a importância de ter um plano de negócios. Acabamos por atuar também nesta vertente, voltando um pouco “ao inicio” e ajudando a dar estrutura ao negócio.

Temos vindo a dar alguns workshops de “Branding para Empreendedores” a convite de algumas entidades como a Santa Casa da Misericórdia de Almada, do PAE: Programa de Apoio ao Empreendedorismo de Almada, das Mulheres à Obra. Também temos uma oferta formativa que temos vindo a dinamizar com recursos próprios.

Como descreve o acompanhamento aos clientes que vos procuram desde o primeiro instante até à fase final? 

Trabalhamos numa base de empreendedor para empreendedor. Sempre que possível todos os passos são acompanhados e discutidos com o cliente, presencialmente ou por videoconferência. Apesar do iBranding[KIT] ter um valor fixo, fazemos sempre um briefing com o cliente, onde discutimos a sua marca e qual o modelo de negócio a implementar no mercado. A partir daqui, definimos quais os “produtos” que estarão incluídos no kit daquele cliente específico.

Quais diria que são as maiores dificuldades dos profissionais, principalmente, numa fase inicial do negócio? 

Diria que atualmente os empreendedores com quem trabalhamos têm tantas áreas para dominar, desde a logística, aos recursos humanos e investimento, que nem sempre têm a marca na sua lista de prioridades. Embora considerem que a marca é um dos pontos cruciais, na altura de se lançarem no mercado pedem um logotipo, pois não sabem ao certo do que vão precisar para comunicar a sua marca, muitas vezes o branding é visto como um custo, esquecendo-se que se trata de um investimento com retorno garantido.

Também temos vindo a observar que muitas vezes a ideia de negócio ainda não está bem definida, e a ausência de um plano de negócios que suporte a ideia que pretendem concretizar. Sendo na maioria dos casos profissionais altamente qualificados, custa-lhes por vezes desenvolver o plano de negócios e, em particular, uma visão clara do que pretendem para a “sua Marca”.

“Somos uma equipa de criativos, arrojados e apaixonados pelo que fazemos”. A solidez de uma equipa é muito importante neste tipo de trabalho? Porquê? 

Claramente que sim. A criatividade é algo que tem muito a ver com a partilha de ideias e conceitos. Somos apaixonados pelo que fazemos, pois para nós a paixão que se tem pelo negócio que se vai lançar é extremamente importante. É importante garantir que com o passar do tempo essa paixão não desapareça.

O caminho do empreendedor é como a ponta de um iceberg muitas vezes só vemos o topo e avaliamos o sucesso da empresa pelos seus resultados económicos, esquecendo a disciplina, a persistência, o talento e sobretudo a paixão do empreendedor em acreditar no seu produto e não desistir que o tornou possível. Ter uma equipa sólida, que partilhe os mesmos valores e visão, é muito importante, pois isso dá coerência à marca. Assim como também é importante que os stackholders entendam e comunguem da mesma filosofia de negócio.

Web Summit: Fundador não revela continuidade da conferência de tecnologia em Lisboa

Em conferência de imprensa no último dia do evento, quando questionado sobre a continuidade em Lisboa, Paddy Casgrave respondeu que não ter outro foco, “senão as próximas 12 horas”.

“É o mesmo se for perguntado a um jogador de ténis, no meio de uma partida, sobre o que está a pensar fazer no fim-de-semana, ou a um jogador de futebol, no intervalo, os planos para a próxima semana. Não tenho outro foco, senão as próximas 12 horas”, garantiu.

Entre inúmeros elogios a entidades governamentais, às forças de segurança, bombeiros e transportes da cidade, Cosgrave garantiu haver um “casamento perfeito” entre a conferência e Portugal.

O líder da conferência referiu ainda que podem existir outras opções de locais, além do Altice Arena e FIL, no Parque das Nações.

“Há muitos mais edifícios fantásticos”, assinalou o responsável, recordando que algumas cimeiras paralelas decorreram na segunda-feira noutros locais da cidade.

“É uma possibilidade que devemos encarar, de forma mais séria nos anos vindouros o abrir mais locais durante a semana da Web Summit”, admitiu.

Os planos mais imediatos após o encerramento da cimeira, que decorre pelo segundo ano consecutivo em Lisboa, é analisar como correu para garantir melhorias e avaliar hipóteses como dedicar conferências à IA e às novas formas de pagamento.

A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

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