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Integral Woman Portugal: De Mulher para Mulher

O Integral Woman é um encontro que reúne mulheres empreendedoras e empresárias em encontros de network, palestras e workshops, tendo também em consideração a saúde da mulher, equilíbrio físico, espiritual e mental.

Esta rede de Network internacional começou no Brasil pelas mãos da Tânia Trevisan, CEO & Founder do Integral Woman, e em cada encontro reforça a importância dos mesmos com o objetivo de oferecer oportunidades de networking, inspirar e motivar a mulher para que esta se sinta completa na sua vida profissional e pessoal.

Um momento de convívio, motivação, network, energia e boa disposição. É assim que se pode descrever estes encontros.

Em Portugal, este evento surge pelas mãos de Mafalda Flores, Diretora Geral da Blood.Com, uma Agência de Comunicação e Ativação Mediática. “O Integral Woman aparece na minha vida por intermédio de uma amiga. Fui apresentada ao conceito com a finalidade de o promover. Enquanto mulher que aprecia empreendedoras, com objetivos e que, sobretudo, não vejam os filhos como uma menos-valia para conseguirem ser empresárias, aceitei o desafio. Há tempo para tudo. Por vezes é um desafio mas, querendo, todas conseguimos”.

Quando conheceu Tânia Trevisan, criadora desta Comunidade no Brasil, apaixonou-se de imediato: “demo-nos logo bem, por isso aceitei divulgar o evento cá em Portugal. Entretanto, com o sucesso conseguido, assumi a representação no nosso país. Este é um projeto para fazer crescer, com expansão regional, focalizado em empreendedoras. Mulheres integrais com atitude”.

ENCONTRO INTEGRAL WOMAN LUSO-BRASILEIRO

No passado mês de maio o Hotel Dom Pedro, em Lisboa, recebeu um grupo de mulheres empresárias, divertidas e positivas no Encontro Integral Woman Luso-Brasileiro. Com convidadas especiais foram abordados temas da atualidade que nos despertam todos os dias.

Em formato pequeno-almoço Networking foi possível fazer diversas partilhas e potenciar negócios além-fronteiras. “Hoje reunimos 40 mulheres poderosas num Encontro IW especial entre Portugal e Brasil. Partilhas grandiosas, emoção e muita energia positiva ficou espelhada neste momento que nos faz crescer a cada encontro. Um obrigada muito especial às nossas duas Palestrantes – Cláudia Grande e Leila Navarro que nos abriram a mente para temas tão recorrentes do nosso dia-a-dia. Tânia Trevisan, como sempre a Embaixadora das Embaixadoras que une consenso e harmonia entre as mulheres!”, refere Mafalda Flores na página de facebook da Integral Woman.

Cláudia Grande, com o seu projeto 60 anos e Leila Navarro, com o seu discurso motivacional contribuíram para o empreendedorismo feminino, encorajar as mulheres empreendedoras, fornecer-lhes informações e elevar-lhes a autoestima.

Sobre o Projeto 60 anos de Cláudia Grande, este pretende conectar pessoas que compartilham pensamentos e atitudes com o mesmo objetivo: atingir a maturidade com qualidade de vida e muito charme. É um projeto voltado para o público com mais de 50 anos de idade, promove o envelhecimento com saúde e bem-estar para quem desejar chegar – e ultrapassar! – os 60 anos com leveza e qualidade de vida.

Leila Navarro é palestrante motivacional há mais de 18 anos e integra o ranking dos 20 maiores palestrantes do Brasil. Leila mostra nas suas palestras motivacionais como compartilhar conhecimentos, engajar-se em projetos e na solução de problemas, comprometer-se com a carreira e a empresa, e dessa maneira ser um profissional mais produtivo, mais preparado e muito mais competente.

Tânia Trevisan atualmente é empresária, mentora e dá palestras sobre temas ligados não só à produção de eventos como ao empreendedorismo feminino. Tânia Trevisan anseia atrair mais participantes para o Integral Woman, para que também elas sintam a experiência de pertencer a um grupo diferenciado, com propósitos e valores de uma ’Mulher Integral’. Além disto, expandir esta iniciativa para mais cidades em Portugal com a presença da Embaixadora Integral Woman, gerando novas oportunidades de negócios, “uma onda do bem, em prol de uma sociedade mais justa, equilibrada, feliz e um mundo melhor”.

Estes encontros querem proporcionar às participantes informação sobre conteúdos de abrangência profissional, pessoal e cultural, apresentados por palestrantes especializados em diversas áreas, facilitar o acesso a uma rede de networking internacional, partilha de experiências, inspirar e motivar as mulheres que desejam crescer como pessoas íntegras e felizes.

Startups: Costa quer atrair jovens empreendedores indianos

Na sua visita oficial à Índia de seis dias, o primeiro-ministro, António Costa, manifestou a intenção de dar continuidade à forte presença registada por jovens indianos de ‘starpups’ na última Web Summit em Lisboa.

Num encontro de ‘startups’ portuguesas e indianas no Instituto Tecnológico de Bangalore, no qual também discursaram o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros da Índia, Shri Akbar, o líder do executivo português anunciou  que o Governo português vai adotar um programa de facilitação de vistos destinado a jovens indianos, abrangendo universitários empreendedores em ‘startups’ ou em setores ligados às tecnologias de informação.

“Estamos a preparar um ‘startup’ visa destinado a empreendedores indianos e a jovens quadros graduados na área das tecnologias de comunicação e informação. Tal facilitará a possibilidade de residirem e iniciarem negócios em Portugal”, salientou António Costa.

“Portugal tem uma longa tradição de tolerância e de abertura ao mundo, algo que tem sido reconhecido internacionalmente. A capacidade de interação entre pessoas de diferentes origens, culturas e religiões faz parte do DNA de Portugal”, sustentou o primeiro-ministro.

Na sua intervenção, naquele que é o terceiro dia da visita oficial à Índia, o primeiro-ministro referiu-se igualmente a medidas já em curso no país, como o programa “Start-up’ Portugal, destinado a jovens empreendedores.

“Penso que Portugal é o país ideal para vocês testarem as vossas inovações, eventualmente falharem e testarem de novo até serem bem sucedidos. Fui testemunha da atmosfera vibrante que se registou durante os dias de Web Summit em Lisboa – uma cidade que tem como lema construir pontes e não muros”, apontou ainda António Costa.

Na abertura de uma conferência económica, com empresários indianos e portugueses, intitulado “Índia e Portugal parceiros para o crescimento”, o primeiro-ministro referiu o caráter ainda incipiente das relações entre os dois países, salientando a seguir as potencialidades da experiência empresarial portuguesa em setores como o abastecimento de água, tratamento de resíduos, indústrias de Defesa, construção de infraestruturas, ´start-ups’, agricultura, indústria alimentar e energias renováveis.

Dirigindo-se aos investidores indianos, o líder do executivo português declarou: “Do Governo português, podem estar certos que vamos dar todo o apoio, quer às empresas portuguesas de exportação para a Índia, quer às empresas indianas interessadas em possuir presença em Portugal”.

Estas startups cresceram com as redes sociais

Dois mil milhões. É um número equivalente a 200 vezes o número total da população portuguesa. Eram cerca de 2,3 mil milhões os utilizadores mundiais de redes sociais à entrada de 2016, com o Facebook a liderar, seguido do YouTube, Twitter, Google +, Instagram e LinkedIn.

Em Portugal, o cenário é idêntico ou, aliás, mais surpreendente: em 2015, 70% dos utilizadores de Internet no país participavam nas redes sociais, uma média superior à registada na União Europeia, segundo o Instituto Nacional de Estatística.

No mesmo ano, o Facebook foi a rede social mais utilizada, com uma taxa de penetração de 94%, seguido do YouTube (41,4%), Google + (40,2%), LinkedIn (37,3%), Instagram (28,9%) e Twitter (23,6%), de acordo com um estudo da Marktest.

Desengane-se quem pensa que as redes sociais são coisas de miúdos. Os graúdos também estão lá em força: em 2014, 49% estavam na faixa etária dos 16 aos 34 anos e 47% já tinham filhos, segundo o mais recente estudo da TNS / Google.

Não é por acaso que o marketing se tenha virado para as redes sociais. Um terço das empresas portuguesas já usa as redes sociais na sua estratégia, até pelo facto de 69% dos utilizadores seguir marcas nas redes sociais e 13% considerar inclusive que tal tem influência nas suas opções de compra, de acordo com o mesmo estudo da Marktest.

No campo empresarial, as startups parecem ter uma relação ímpar com as redes sociais. Porque é que gostam tanto delas? Porque as redes sociais correspondem: dão-lhes visibilidade sem custos, colocam-nas em contacto com o mundo em poucos segundos. Porque não exigem nada de volta: apenas conteúdos de qualidade e a manutenção da relação de qualidade com o cliente. Porque são novas, atrativas, sonhadoras e vistas pela ala empresarial mais conservadora como sinónimo de incerteza e risco: tal e qual como as startups. Umas e outras entendem-se, estabelecendo uma relação de sinergia.

Inês dos Ramos de Castro explica, na sua tese de mestrado, “o impacto das redes sociais online nas startups”, e as razões principais que levam as startups a utilizar as redes sociais como impulsionadoras de negócio: “facilidade de disseminação de informação, proximidade com o cliente, baixos custos associados à utilização das redes sociais como meio de ação e visibilidade comparável à das grandes empresas sem grandes custos”.

As ações mais comuns das startups nas redes sociais são a colocação de imagens alusivas ao produto, vídeos e incentivos aos clientes para partilhar as suas experiências com a marca. Estas acabam por ser um suporte viável e impulsionador da comunicação, promoção, exposição e vendas de uma startup.

As quatro startups que se seguem estão continuamente a crescer com as redes sociais: usam-nas para promover as suas marcas e como parte integrante do seu modelo de negócio e fontes de receita.

Begin.media

A Begin.media nasceu em outubro de 2015 com uma premissa inovadora e participativa: juntar jovens jornalistas em início de carreira, estudantes ou recém-licenciados, que têm na plataforma um local para publicar os seus trabalhos, e jornalistas mentores que os ajudam com a sua experiência e expertise.

Ainda na fase beta, a Begin.media pretende desenvolver um sistema de pagamento aos jovens jornalistas que se baseia no crowdfunding e na vontade dos leitores, que escolherão a contribuição que estão dispostos a dar para aceder aos artigos. A Begin.media ganha uma pequena comissão dessa contribuição além de prever também como fonte de receita a publicidade digital. Além disso, é possível encomendar artigos jornalísticos para os mais variados fins.

As redes sociais têm sido os principais veículos para dar visibilidade ao projeto e aos próprios artigos dos jornalistas, até porque não existia qualquer budget para publicidade paga: no Facebook, tinham até finais de julho de 2016, quase três mil seguidores; no Instagram e no Twittersomavam algumas centenas.

A startup, que participou na última edição da Web Summit, em novembro do ano passado, já recebeu em poucos meses mais de 500 candidaturas de jovens aspirantes a jornalistas, sintoma de um futuro que se afigura de sucesso.

Get Social

A Get Social está dos dois lados do palco: não só utiliza as redes sociais para expandir o seu negócio, como as usa como objeto dele. Trata-se de uma plataforma de social analytics, como um google analytics com muito mais funcionalidades e focado nas redes sociais, ajudandomarketers e editores a medir, promover e potenciar o seu melhor conteúdo.

Além disso, disponibiliza um conjunto de aplicações direcionadas para o aumento de tráfego e envolvimento social, além dos vulgares botões e barras de redes sociais presentes nos websites, que permitem, por exemplo, redirecionar o tráfego para páginas específicas e informar os visitantes sobre eventos pontuais e promoções especiais.

Comercializa também um software específico para meios de comunicação social digitais, agências e departamentos de comunicação, que lhes permite perceber, em tempo real, o impacto social determinada notícia.

Integrada no Programa Ativar Portugal Startups da Microsoft Portugal, a Get Social já conta com dois investidores nacionais – aFaber Ventures e a Portugal Ventures – e está à procura de outros além-fronteiras.

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EPA

Arbor Media

A Arbor Media é outro exemplo de como o ecossistema dos media sociais proporcionou o desenvolvimento de produtos. Integrada também no programa Ativar Portugal Startups, fornece soluções de softwarepara gravação, webcasting e live streaming de aúdio e/ou vídeo, que permitem, por exemplo, transmitir qualquer evento, em direto ou em diferido, para todo o mundo, através da Internet.

Outra solução que merece destaque pela sua componente inovadora é aConnectedViews: disponibiliza conteúdos de rádio e televisão ao vivo e acesso video-on-demand em tablets, smartphones e settop boxes.

Canal 180

O Canal 180, que arrancou em 2011, é um canal de televisão open sourcededicado à cultura, às artes e à criatividade. Está disponível nos operadores por Cabo – Meo, NOS e Vodafone TV –, mas também na Internet e numa aplicação para IOS.

Comunicam com o exterior através de sete redes sociais, cada um assumindo uma função específica na estratégia de partilha de conteúdos, de acordo com o seu perfil. Estão no Facebook, onde eram seguidos em finais de julho de 2016, por quase 50 mil pessoas e no Youtube, com mais de cinco mil subscritores, onde partilham os diversos programas, na área da música, cultural visual, cinema, arquitetura ou design. Marcam também presença no Twitter, no Vimeo, no Instagram, na plataformaTumblr e no Spotify.

Gostando ou não delas, uma coisa é certa: num futuro próximo, as empresas que não usarem as redes sociais como parte integrante da sua estratégia de comunicação, arriscam a ficar de lado da maior conversa do mundo.

YOU START ME APP CONCURSO GLOBAL PARA JOVENS TECH

You Start Me App é um concurso realizado pela Câmara Municipal de Braga e pela Startup Braga, inserido na Capital Ibero-Americana de Juventude – Braga 2016, que pretende dar visibilidade e promover os jovens empreendedores que tenham desenvolvido aplicações móveis inovadoras.

O concurso irá premiar uma aplicação (criada de raiz ou lançada em 2016) cuja equipa criadora tenha jovens com idades entre os 18 aos 35 anos, de nacionalidade relativa aos países que compõem o Organismo Internacional de Juventude para a Iberoamérica (OIJI).

Sendo que a Capital Ibero-Americana de Juventude – Braga 2016 (CIAJ 2016) pretende funcionar como um espaço de cooperação, de novas oportunidades, de estímulo à criatividade e participação, de estímulo ao empreendedorismo económico e social e de criação de novas politicas para a juventude, faz sentido desafiar e premiar as soluções que surjam dessa aplicação de dinamismo.

O You Start Me App reflete assim os quatro eixos temáticos da organização da CIAJ 2016, contribuindo para a promoção de:

  • Uma juventude com voz;
  • Uma economia do futuro;
  • Um diálogo intercultural;
  • Novas políticas para uma juventude global;

Esta iniciativa visa oferecer aos jovens uma componente de trabalho dinâmico e criativo inserindo num concurso a possibilidade de alcançarem os seus objetivos, trabalhando em algo real e com potencial de evolução pós-concurso.

A equipa vencedora desta competição será premiada com o seguinte:

  • Prémio monetário de 7500€;
  • Entrada na comunidade Startup Braga com acesso gratuito a 6 meses de incubação;
  • Acesso ao programa BizSpark da Microsoft, num valor superior a 21 mil euros.

O segundo e terceiro lugar têm acesso às mesmas ofertas, mas o prémio monetário será de 1500€ para o segundo classificado e 1000€ para o terceiro.

As candidaturas estão abertas e irão decorrer até ao dia 31 de outubro. O formulário encontra-se disponível em http://startupbraga.com/youstartmeapp/ assim como mais informação sobre a competição.

Acerca do Organismo Internacional de Juventude para a Iberoamérica

A Organização Internacional da Juventude (OIJ) para Iberoamerica é uma organização internacional de natureza multigovernamental que reúne os ministérios da juventude dos países da Comunidade Ibero-Americana e que tem como objetivo principal a inclusão e a integração dos jovens através de políticas públicas de juventude. Desta lista de países fazem parte Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, República Dominicana, Equador, Espanha, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela.

“Sonhar é gratuito e ainda alimenta a alma”

Sue Amado

Quem é a Sue Amado? É uma empreendedora das palavras, que viu o seu primeiro romance ser editado em setembro de 2015, “Pedaços de Mim” pela Capital Books, mas tendo já escritos mais cinco que pretende mostrar, em breve, ao mundo.

Com a criação do blog FEELME, em 2012, obteve a confirmação do papel que as palavras desempenham na sua vida e na dos outros, sendo que o mesmo é de contos, emoções e sentimentos com os quais pretende mudar a direção dos afetos, ampliando-os, sem máscaras, e usando cada vogal e consoante, com os sons que não arrisca deixar fugir. O blog possui um cariz bilingue, com posts que deixa fluir, não arriscando quaisquer traduções, porque de outras línguas se fazem os mesmos amores e desamores. Ainda testou, no início, um formato mais quente, mas temeu ver-se colada a uma escrita erótica, e tem conseguido aligeirar o que tanto parece, ainda, assustar alguns, porque escrever usando MESMO as palavras com o significado que têm, aparenta ser uma tarefa para mais algumas décadas.
A Pena e Papiro é um projeto de escrita por encomenda, no qual transforma as histórias de que são feitas as vidas de muita gente anónima, mas igualmente bonita, em livros, aprendendo a “navegar” por mundos de que são feitas as vidas de gente anónima, mas igualmente bonita. São já milhares de palavras que embeleza e romantiza, para que o que importa mesmo, se mantenha para sempre.
A Sue Amado é ainda professora de inglês, há mais de vinte anos, preparando os candidatos para os exames externos da Universidade de Cambridge, e administrando, como formadora, cursos profissionais para áreas específicas. Possui um programa semanal na rádio Hertz, (92FM/98FM) escreve para a Blogazine, e abraçou o projeto Adoro ser Mulher, porque acredita na corrente criativa e empreendedora que existe em cada uma das maravilhosas mulheres que o compõem.
Esta mãe de três filhos, todos rapazes, alimenta-se das energias que acumula, para ser mais, para chegar mais longe e para continuar a acreditar que este pequeno país, à beira-mar plantado, ainda lhe irá permitir um lugar ao sol. Sabe que a vida sem prazer, sem criatividade, e sem os universos que inventa para que o seu, e o dos outros, seja maior e melhor, nunca teria o mesmo sabor, se tivesse apenas uma atividade. Escrever será, talvez, o que sabe fazer melhor, e é usando as palavras, da forma e formato certos, que pretende continuar, num crescimento emocional que lhe permita a maturidade que apenas conseguem os que amam incondicionalmente. Mas muito mais tem ainda por realizar, e sabe, sem qualquer dúvida, que chegará onde se propôs, porque sonhar é gratuito e ainda alimenta a alma.

Poderão chegar até à Sue Amado através das páginas e contactos que passamos infra:
http://suesotto.blogspot.com
http://www.facebook.com/lourdes.sue
sueamado@sapo.pt

“Temos projetos, ideias e um futuro que creio promissor”

Susana Menoita

Aos 30 anos dei por mim desempregada. Licenciada, pós-graduada e a frequentar um mestrado. Até aí, chamavam-me Dr.ª, tinha um bom emprego, responsabilidades, gabinete próprio.

Despedi-me da realidade como a conhecia até então e embarquei numa nova jornada. Perdi-me ao tentar encontrar-me. Debati-me com dúvidas, fui invadida pelo medo e a angústia. Até que decidi que já não conseguia continuar inerte, com pena de mim mesma. Parei, refleti, fiz um período de luto. Sem pressa, o tempo que investimos em nós nunca é tempo perdido. Reinventei-me. No momento em que me entreguei à convicção de que ia vencer independentemente do caminho, iniciei o meu percurso rumo ao topo. Um percurso não isento de percalços mas que me orgulha, aprendi a medir o sucesso não com base no dinheiro que ganho mas no prazer que retiro do meu trabalho, nas pessoas com quem me cruzo e nas oportunidades que vão surgindo e que agarro.
A cozinha era o meu refúgio e no meio dos meus devaneios culinários surgiu a ideia de abrir onde espaço onde pudesse comercializar os doces que tanto gostava de preparar. Delineei um projeto, fiz estudos de viabilidade e sustentabilidade económica. Calculei o valor do investimento. Fiz formação. Aperfeiçoei-me. Procurei um espaço e a ideia tomou forma. Ainda hesitei, tive receio mas resolvi arriscar e assim nasceu a Cakes 2 Love. Quatro anos volvidos, a empresa cresceu, orgulho-me de dizer que somos hoje uma referência na área dos casamentos na zona centro do país. Estamos situados na Guarda e tiramos partido da nossa localização, tendo já estabelecido contactos em Espanha. Procuramos crescer de forma sustentada e sem colocar em causa o trabalho já desenvolvido. Temos projetos, ideias e um futuro que creio promissor.
Se aprendi algo foi que a vida não é estanque, nem preto no branco, há uma pluralidade de cores e tonalidades distintas para descobrir. Não temos que ser uma coisa só. Temos sim que saber aproveitar os nossos recursos, maximizar as nossas potencialidades e acreditar que somos capazes. Einstein dizia que: “uma mente que se abre a uma nova ideia, jamais regressa ao seu tamanho inicial” e eu fervilho de novas ideias. Descobri que sou mais forte do que julgava, que tenho valor e que não preciso de títulos académicos, nem prefixos para me sentir realizada. Já não me sinto vergada pelo peso do que a sociedade me impõe, quem me define sou eu. Mulher, esposa, mãe, filha, irmã, amiga, profissional. Desempenho uma panóplia de papéis e sou feliz em todos eles.

Agradecimentos: Sofia Tregeira – Joalheria de Autor, pelas magníficas jóias cedidas para esta sessão fotográfica.

Migrações e empreendedorismo no feminino

Há quem defenda que 2016 será o ano em que as forças do empreendedorismo convergirão com o feminismo, e que esta fusão será positiva para todos, para a economia, para os consumidores e para a sociedade.

De acordo com o “The Kaufman Startup Index 2015” as mulheres empreendedoras são mais perspicazes do que a sua contraparte masculina a detetar as oportunidades no mercado e a criar um novo produto ou serviço para um determinado segmento.
Foi exatamente o que sucedeu com a Ei!, a primeira empresa em Portugal totalmente direcionada para a assessoria ao migrante, onde as necessidades sentidas na primeira pessoa, por uma das sócias enquanto emigrante, detetaram uma oportunidade de negócio. Foi nesse sentido que a Ei! surgiu tendo vindo a preencher uma lacuna no que respeita à prestação de serviços cuja procura tem origem nos fluxos migratórios da atualidade.
O empreendedorismo feminino é um fenómeno de tal forma interessante que tem merecido ser estudado e apresentado de forma individualizada, como acontece nesta revista. Vamos aos fatos:
Em primeiro lugar, o empreendedorismo feminino tem sido reconhecido durante a última década como uma fonte-motor importante do crescimento económico. As mulheres empreendedoras criam novos postos de trabalho e oferecem diferentes soluções de gestão, organização e resolução de problemas inerentes ao negócio ao mesmo tempo que exploram novos nichos de negócio. Contudo, as mulheres ainda são uma minoria entre os empreendedores. Mais, a percentagem de mulheres a ter acesso a venture capital no lançamento de um negócio é de apenas 20.1% comparado com 79.9% dos homens .
Ainda existe uma falha no mercado que discrimina a possibilidade de as mulheres serem empreendedoras e serem empreendedoras bem sucedidas. Esta falha de mercado tem que ser enfrentada a vários – níveis, político, económico e social – para que o potencial económico deste grupo possa ser plenamente utilizado. Sem dúvida que o impacto das mulheres na economia é substancial, contudo, ainda faltam dados concretos que permitam descrever em detalhe este impacto.
Em segundo lugar, a participação das mulheres empreendedoras tem sido negligenciada. As mulheres não têm apenas uma taxa de participação mais baixa nas empresas como gerem empresas em indústrias diferentes das dos homens, designadamente: comércio, educação e prestação de serviços, que são áreas entendidas como menos importante para o desenvolvimento e crescimento económico do que a alta tecnologia e indústria. Mais, a pesquisa mainstream, as políticas e os programas tendem a ser “men streamed” e muitas vezes não têm em atenção as necessidades específicas das mulheres empreendedoras e das mulheres que querem ser empreendedoras
Como consequência, a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres de uma perspetiva empreendedora ainda não é uma realidade.
O projeto da Ei! é um projeto de 3 mulheres empreendedoras apaixonadas pelo fenómeno das migrações – uma área em permanente mutação e crescimento.
Há poucos temas tão emotivos como as migrações. A migração é uma escolha individual, de quem busca uma vida melhor longe da sua terra natal. Mas esta escolha tem consequências que ultrapassam a esfera do indivíduo: afeta a sua vida, mas também a da sua família, a da sociedade onde escolhe residir, mas também a da sociedade que deixa para trás. É por causa desta relação, com tantos ângulos e tantos efeitos, que são necessárias várias formas de intervenção no acolhimento.
As migrações constituem hoje, simultaneamente, um dos maiores desafios e oportunidades para as políticas públicas de qualquer país. No âmbito da União Europeia, as migrações são uma realidade que suscita, e ainda bem, atenção crescente. Desde logo, no plano humanitário, a pressão migratória sobre as fronteiras externas da União Europeia tem aumentado. Temos assistido a tragédias humanitária antes desconhecidas na Europa, fruto do desespero de muitos migrantes, que procuram, por todas as formas, muito precárias, chegar a solo europeu, em busca de uma vida melhor.
Seria um erro, todavia, ver na política migratória apenas política de gestão de fronteiras, nacionais ou europeias. A política migratória é política de segurança interna. É também política social e de cidadania, política de emprego, política de gestão da diversidade, política económica
Portugal tem alterado de forma significativa, nos últimos anos, o seu perfil migratório. No final dos anos 90 do século passado, Portugal transformou-se num país de perfil intensamente imigratório, acolhendo um número elevado de imigrantes que procuravam o nosso país para trabalhar
Esta realidade trouxe ao nosso país, como todos pudemos testemunhar, maior diversidade cultural, novos profissionais, novas línguas, abertura de horizontes e uma imigração que não se cingia aos países de língua portuguesa. Tudo isto foi enriquecedor sob diversos pontos de vista. Inúmeros estudos, nacionais e internacionais, demonstraram o efeito positivo da imigração nas contas públicas.
A prestação de serviços migratórios podem ser também um trunfo de competitividade, de desenvolvimento, de alargamento daquilo a que podemos chamar o “espaço humano” de um país: toda essa rede de contactos, experiências e interações que a política migratória potência.
Mas há também uma diferença de fundo: as migrações deixaram de se centrar exclusivamente no fator trabalho, como no passado, sujeitas à oferta existente nos mercados laborais. Deixámos de assistir a movimentos migratórios apenas laborais, para hoje testemunharmos as novas migrações temporárias (circulares, de talento, turismo e de consumo) têm cada vez mais importância na economia. Esta realidade torna cada vez mais premente uma reflexão politico-estratégica para que se possa definir o posicionamento que mais convém a Portugal. As migrações são hoje motivadas por fatores como o clima, o ambiente empreendedor, as condições de ensino ou de investigação, o ambiente fiscal e regulatório, o comércio e os serviços.
A Ei! está atenta a tudo isto e oferece um conjunto de serviços diversificados e integrados para quem se encontra em mobilidade. Criada em setembro de 2014, o nosso projeto conta já com cerca de 250 clientes oriundos de 20 países diferentes e cuja tendência será seguramente para aumentar.
Existe um provérbio chinês diz que as mulheres sustentam metade do Céu. O que significa que os homens sustentam a outra metade. É necessário encontrar um equilíbrio.

PME Excelência como sinónimo de visibilidade e credibilidade

Miguel Cruz

Que importância tem a atribuição deste estatuto para as PME’s nacionais?
O Estatuto PME Excelência é um estatuto de reconhecimento importante para qualquer empresa. É importante por se tratar de um reconhecimento realizado pelo IAPMEI, pelo Turismo de Portugal e por todos os bancos associados, valorizado por todos os stakeholders. Costuma-se dizer que nenhum homem é uma ilha. O mesmo acontece com as empresas, em particular as mais pequenas. O reconhecimento da sua excelência, solidez financeira e, em muitos casos, das suas estratégias de sucesso é essencial para o seu posicionamento e crescimento.

Que vantagens há para as empresas que ganham este estatuto?
Trata-se de um selo de reconhecimento. A grande vantagem é a visibilidade e a credibilidade que se associa a uma empresa que recebe o estatuto. É preciso não esquecer que as empresas PME Excelência são escolhidas do conjunto de empresas PME Líder, como sendo as melhores. Fruto deste reconhecimento, e do nível de exigência associado a este estatuto, há algumas vantagens adicionais, quer no acesso a alguns produtos ou serviços de entidades nossas parceiras, quer no acesso a instrumentos de financiamento como sejam as linhas de crédito.

Qual o peso destas empresas na economia nacional?
Quase 8 mil milhões de euros de volume de negócios, mais de 6 mil milhões de euros de ativo, mais de 2 mil milhões de euros de exportações, mais de 57 mil postos de trabalho. Valores importantes para um número restrito de empresas.

Castelo Branco e Guarda estão entre os distritos que menos empresas ganharam este estatuto. Até neste campo o fosso entre o litoral e o Interior é grande. O que é preciso fazer para inverter esta tendência?
Castelo Branco teve 18 empresas e Guarda 16. Representam um pouco menos de 2,5% do total dos 18 Distritos e das duas Regiões Autónomas. O número de empresas no estatuto não pode deixar de estar relacionado com a densidade empresarial de cada região. É preciso continuar a criar as condições para incrementar o investimento, aprofundar o relacionamento das empresas com entidades do sistema de inovação e investigação e estimular o funcionamento em rede.

Comparando com os anos anteriores houve alguma evolução nos setores que ganharam este estatuto?
Há uma redução do número global de empresas PME Excelência, quando comparado com o ano anterior. Tal deve-se a uma postura de maior exigência no cumprimento dos indicadores associados. No entanto, as alterações de comportamento entre diferentes setores entre um ano e o anterior foram perfeitamente marginais.
O que há a assinalar, isso sim, é que apesar de uma redução no número total de empresas, os valores médios de volume de negócios, de exportações e de autonomia financeira cresceram. As exportações médias cresceram mais de 19%, e o resultado líquido quase 50%. Os níveis médios de Autonomia Financeira continuam bem acima dos 50%.

Numa altura em que o país está a sair de uma crise profunda que levou ao encerramento de centenas de pequenas e médias empresas, premiar estas empresas é um incentivo à economia e ao investimento?
Conceder o estatuto PME Excelência a estas empresas é um reconhecimento merecido do esforço que desenvolveram, da sua resiliência e da sua estratégia. É com certeza um bom exemplo para a economia e mais uma iniciativa de estímulo ao investimento. Felizmente o ano de 2015 registou o maior número de nascimentos de empresas desde 2007, com mais de 37 mil empresas criadas. Foram criadas cerca de 2,4 empresas por cada empresa encerrada. O investimento, e o aumento do investimento em percentagem do PIB, é essencial para a capacidade concorrencial das nossas empresas, e para o crescimento da economia portuguesa, razão pela qual todas as medidas que ajudem a estimular o investimento, a competitividade e a internacionalização das nossas empresas são importantes.

Considera que Portugal é um país de empreendedores?
Penso que há cada vez mais atividade empreendedora em Portugal. Cada vez mais competência e conhecimento. Cada vez maior funcionamento em rede. Os empresários portugueses têm vindo a melhorar os seus níveis de flexibilidade, a sua capacidade de competir em contexto de elevada incerteza. São, por isso, crescentemente empreendedores. Também na fase de arranque, os últimos dados mostram que em Portugal a propensão empreendedora está ligeiramente acima da média europeia. Temos, por isso, de continuar a densificar o ecossistema empreendedor, e continuar a apostar na promoção da competitividade empresarial, alargando o número de empresas de excelência.

O IAPMEI tem recebido muitos pedidos de apoio de empresários que querem apostar numa atividade comercial/industrial?
Sim, muitos. Basta referir que, se compararmos o Portugal 2020 com o QREN, a procura mais do que duplicou, isto é, recebemos mais do dobro das candidaturas do que no período comparável do QREN. O aumento da procura regista-se em todas as tipologias – Qualificação e Internacionalização de PME, Investigação e Desenvolvimento e particularmente Inovação Produtiva e Empreendedorismo. A média de candidaturas em fases simultâneas no Portugal 2020, dirigida ao IAPMEI aproxima-se das 800. Mas vamos tendo também muita procura para instrumentos de diagnóstico e acompanhamento, empreendedorismo, entre outros.

Quais são as áreas que estão a evoluir mais?
A evolução das empresas portuguesas é sentida nas diferentes áreas de atividade com subida na cadeia de valor, e crescente internacionalização. Os desafios da competitividade empresarial são transversais, sendo que diferentes setores têm necessidade de tipos de soluções distintas. Nesta matéria importa aproveitar a oportunidade para destacar a importância da economia digital como uma emergente área com potencial de crescimento económico, e de diversificação crescente de mercados.

PME excelência 2015

No dia 10 de fevereiro, decorreu, no Europarque, em Santa Maria da Feira a cerimónia PME excelência 2015, onde foram distinguidas as empresas que mais se destacaram no ano transato.

O estatuto PME Excelência tem como objetivo sinalizar o mérito de pequenas e médias empresas com perfis de desempenho superiores e conta com a parceria do Turismo de Portugal, I.P. e dos principais bancos a operar no mercado, designadamente o Banco BIC, o Banco BPI, o Banco Popular, o Barclays, a Caixa Geral de Depósitos, o Crédito Agrícola, o Millennium BCP, o Montepio, o Novo Banco, o Novo Banco Açores, o Santander Totta.
A cerimónia PME Excelência 2015, onde esteve também presente o atual Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, integrou dois painéis debate sobre competitividade e crescimento empresarial e os desafios futuros para a gestão das empresas de excelência, moderados, respetivamente, pela Secretária de Estado do Turismo e pelo Secretário de Estado da Indústria.
Selecionadas pelo IAPMEI e pelo Turismo de Portugal, o estatuto das melhores das melhores tem como objetivo conferir notoriedade às PME, num justo reconhecimento do seu mérito e do seu contributo para os resultados da economia. É de saudar as empresas que obtiveram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão e que conseguiram manter-se competitivas num contexto económico exigente, com crescimento e consolidação de resultados

“Seja excelente! Faça o que a apaixona”

Vanda Brás

Num país onde por vezes o interior é tantas vezes esquecido, o empreendedorismo em todos os seus prismas resulta numa luz cativante para os novos visionários, os jovens curiosos e os sonhadores natos.

Para muitos manterem-se no “limbo” é não se reconhecerem a eles próprios, ou ainda pior, é calar a voz interior que grita que foram feitos para muito mais.
Porque se algo é certo, é que todo o empreendedor tem o seu rasgo de coragem e grandeza dentro de si. Onde ao ver realizadas e materializadas as ideias, estas se podem transformar em projetos que nos preenchem.
Empreender é escolher um caminho que nos levará a um objetivo, é caminhar sabendo onde queremos chegar e o que queremos conseguir; empreender é trabalhar pelo que desejamos, dando especial atenção às pequenas singularidades das nossas ideias e passando estas à ação.
Não interessa se existe mais alguém que tenha percorrido o mesmo caminho, porque no final a única realidade é que “podíamos ter sido os primeiros” e possivelmente “poderíamos ser os únicos”. Não precisamos de ser o Einstein para nos apercebermos que as nossas próprias vidas já são por si únicas e que podemos ser nós mesmos e aproveitar e disfrutar a vida fazendo o que nos dá prazer, e esse empreender já é por si ganhar. Porque escolhemos o que nos enche de satisfação e sentido, porque este caminho que é a vida, para muitos é já um empreendimento, e esse empreendimento é por si único, porque somos únicos e as nossas circunstâncias, a nossa história e a nossa vida jamais se repetirá em toda a eternidade.
Foi nesta vontade de empreender que surgiu a Variantactiva. Lda, com sede em Portugal e filial em Espanha. Uma empresa tão vasta em projetos como em dimensão. Desde os transportes nacionais e internacionais, à venda de carros e peças automóveis, ao aluguer de viaturas de luxo, à criação de um Centro de Abate de Viaturas.
Possuímos também representação das marcas premium e 100% vegan – Aluminé e Benevita – dedicadas aos cuidados capilares, de rosto e nutrição.
Viver no interior tem estas vantagens. A proximidade de fronteiras, as sinergias entre países, onde se esquecem as limitações geográficas e se aprende a tirar partido delas.
Com a vontade de abraçar novos projetos, responder a desafios, mudar paradigmas, e ser capaz de inspirar e persistir, surgiu a oportunidade de representar a Comunidade de Empreendedorismo Feminino Adoro.Ser.Mulher nas cidades de Guarda, Viseu e Aveiro, com o intuito de ajudar a dar voz e divulgar os projetos de todas as mulheres empreendedoras que existem nestas cidades e em todo o país.
Se você se quer destacar, não seja diferente. Seja excelente! Faça o que a apaixona. Aproveite!

Fundação da Juventude lança Programa de Estágios para Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas

A Fundação da Juventude lança a 24ª edição do PEJENE – Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas, em parceria com o IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional, IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude e Companhia de Seguros Tranquilidade. Este Programa de Estágios, de âmbito nacional, destina-se a jovens a frequentar o último e penúltimo ano do ensino superior em todas as áreas académicas.

As candidaturas ao PEJENE 2016 contam com duas fases: a primeira fase decorre até 8 de Abril e destina-se a empresas e entidades de acolhimento interessadas em receber estagiários. A segunda fase inicia-se a 12 de abril e destina-se a jovens estudantes que pretendam candidatar-se a um dos estágios disponibilizados pelas empresas.

As candidaturas são feitas diretamente através da plataforma www.fjuventude.pt/pejene2016 onde, após avaliação de candidaturas das empresas e entidades de acolhimento, a Fundação da Juventude divulga a lista de vagas para estágios, iniciando-se assim as candidaturas para os jovens estudantes. Os estágios da 24ª edição realizam-se entre julho e setembro, sendo atribuído durante o período em questão o subsídio de alimentação, de transporte e um Seguro de Acidentes Pessoais.

Segundo Ricardo Carvalho, Presidente Executivo da Fundação da Juventude, «na última edição do programa PEJENE a taxa de empregabilidade, verificada após a realização do estágio, foi de 15%. São resultados que se revelam bastante significativos, tendo em conta a conjuntura atual, em que existe uma grande dificuldade de empregabilidade por parte de jovens diplomados».

O PEJENE enquadra-se num dos vetores estratégicos de atuação da Fundação da Juventude – Emprego e Empreendedorismo – e constitui um importante fator de enriquecimento curricular assim como aquisição de experiência e conhecimento em contexto laboral. Este programa tem vindo a responder, desde 1993, às necessidades dos jovens que se encontram a finalizar o ensino superior, permitindo desempenhar tarefas de caráter profissional, e aumentar os seus conhecimentos em ambiente real de trabalho.

Sobre a Fundação da Juventude:
A Fundação da Juventude é uma instituição privada, de interesse público, sem fins lucrativos, focada na Formação, Empreendedorismo e apoio ao Emprego Jovem. Foi criada por escritura notarial a 25 de setembro de 1989, pela mão de 21 instituições públicas e privadas e declarada instituição de utilidade pública, em março de 1990. De âmbito nacional, a Fundação da Juventude tem Sede na cidade do Porto e uma Delegação na Região de Lisboa e Vale do Tejo.

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