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YOU START ME APP CONCURSO GLOBAL PARA JOVENS TECH

You Start Me App é um concurso realizado pela Câmara Municipal de Braga e pela Startup Braga, inserido na Capital Ibero-Americana de Juventude – Braga 2016, que pretende dar visibilidade e promover os jovens empreendedores que tenham desenvolvido aplicações móveis inovadoras.

O concurso irá premiar uma aplicação (criada de raiz ou lançada em 2016) cuja equipa criadora tenha jovens com idades entre os 18 aos 35 anos, de nacionalidade relativa aos países que compõem o Organismo Internacional de Juventude para a Iberoamérica (OIJI).

Sendo que a Capital Ibero-Americana de Juventude – Braga 2016 (CIAJ 2016) pretende funcionar como um espaço de cooperação, de novas oportunidades, de estímulo à criatividade e participação, de estímulo ao empreendedorismo económico e social e de criação de novas politicas para a juventude, faz sentido desafiar e premiar as soluções que surjam dessa aplicação de dinamismo.

O You Start Me App reflete assim os quatro eixos temáticos da organização da CIAJ 2016, contribuindo para a promoção de:

  • Uma juventude com voz;
  • Uma economia do futuro;
  • Um diálogo intercultural;
  • Novas políticas para uma juventude global;

Esta iniciativa visa oferecer aos jovens uma componente de trabalho dinâmico e criativo inserindo num concurso a possibilidade de alcançarem os seus objetivos, trabalhando em algo real e com potencial de evolução pós-concurso.

A equipa vencedora desta competição será premiada com o seguinte:

  • Prémio monetário de 7500€;
  • Entrada na comunidade Startup Braga com acesso gratuito a 6 meses de incubação;
  • Acesso ao programa BizSpark da Microsoft, num valor superior a 21 mil euros.

O segundo e terceiro lugar têm acesso às mesmas ofertas, mas o prémio monetário será de 1500€ para o segundo classificado e 1000€ para o terceiro.

As candidaturas estão abertas e irão decorrer até ao dia 31 de outubro. O formulário encontra-se disponível em http://startupbraga.com/youstartmeapp/ assim como mais informação sobre a competição.

Acerca do Organismo Internacional de Juventude para a Iberoamérica

A Organização Internacional da Juventude (OIJ) para Iberoamerica é uma organização internacional de natureza multigovernamental que reúne os ministérios da juventude dos países da Comunidade Ibero-Americana e que tem como objetivo principal a inclusão e a integração dos jovens através de políticas públicas de juventude. Desta lista de países fazem parte Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, República Dominicana, Equador, Espanha, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela.

“Sonhar é gratuito e ainda alimenta a alma”

Sue Amado

Quem é a Sue Amado? É uma empreendedora das palavras, que viu o seu primeiro romance ser editado em setembro de 2015, “Pedaços de Mim” pela Capital Books, mas tendo já escritos mais cinco que pretende mostrar, em breve, ao mundo.

Com a criação do blog FEELME, em 2012, obteve a confirmação do papel que as palavras desempenham na sua vida e na dos outros, sendo que o mesmo é de contos, emoções e sentimentos com os quais pretende mudar a direção dos afetos, ampliando-os, sem máscaras, e usando cada vogal e consoante, com os sons que não arrisca deixar fugir. O blog possui um cariz bilingue, com posts que deixa fluir, não arriscando quaisquer traduções, porque de outras línguas se fazem os mesmos amores e desamores. Ainda testou, no início, um formato mais quente, mas temeu ver-se colada a uma escrita erótica, e tem conseguido aligeirar o que tanto parece, ainda, assustar alguns, porque escrever usando MESMO as palavras com o significado que têm, aparenta ser uma tarefa para mais algumas décadas.
A Pena e Papiro é um projeto de escrita por encomenda, no qual transforma as histórias de que são feitas as vidas de muita gente anónima, mas igualmente bonita, em livros, aprendendo a “navegar” por mundos de que são feitas as vidas de gente anónima, mas igualmente bonita. São já milhares de palavras que embeleza e romantiza, para que o que importa mesmo, se mantenha para sempre.
A Sue Amado é ainda professora de inglês, há mais de vinte anos, preparando os candidatos para os exames externos da Universidade de Cambridge, e administrando, como formadora, cursos profissionais para áreas específicas. Possui um programa semanal na rádio Hertz, (92FM/98FM) escreve para a Blogazine, e abraçou o projeto Adoro ser Mulher, porque acredita na corrente criativa e empreendedora que existe em cada uma das maravilhosas mulheres que o compõem.
Esta mãe de três filhos, todos rapazes, alimenta-se das energias que acumula, para ser mais, para chegar mais longe e para continuar a acreditar que este pequeno país, à beira-mar plantado, ainda lhe irá permitir um lugar ao sol. Sabe que a vida sem prazer, sem criatividade, e sem os universos que inventa para que o seu, e o dos outros, seja maior e melhor, nunca teria o mesmo sabor, se tivesse apenas uma atividade. Escrever será, talvez, o que sabe fazer melhor, e é usando as palavras, da forma e formato certos, que pretende continuar, num crescimento emocional que lhe permita a maturidade que apenas conseguem os que amam incondicionalmente. Mas muito mais tem ainda por realizar, e sabe, sem qualquer dúvida, que chegará onde se propôs, porque sonhar é gratuito e ainda alimenta a alma.

Poderão chegar até à Sue Amado através das páginas e contactos que passamos infra:
http://suesotto.blogspot.com
http://www.facebook.com/lourdes.sue
sueamado@sapo.pt

“Temos projetos, ideias e um futuro que creio promissor”

Susana Menoita

Aos 30 anos dei por mim desempregada. Licenciada, pós-graduada e a frequentar um mestrado. Até aí, chamavam-me Dr.ª, tinha um bom emprego, responsabilidades, gabinete próprio.

Despedi-me da realidade como a conhecia até então e embarquei numa nova jornada. Perdi-me ao tentar encontrar-me. Debati-me com dúvidas, fui invadida pelo medo e a angústia. Até que decidi que já não conseguia continuar inerte, com pena de mim mesma. Parei, refleti, fiz um período de luto. Sem pressa, o tempo que investimos em nós nunca é tempo perdido. Reinventei-me. No momento em que me entreguei à convicção de que ia vencer independentemente do caminho, iniciei o meu percurso rumo ao topo. Um percurso não isento de percalços mas que me orgulha, aprendi a medir o sucesso não com base no dinheiro que ganho mas no prazer que retiro do meu trabalho, nas pessoas com quem me cruzo e nas oportunidades que vão surgindo e que agarro.
A cozinha era o meu refúgio e no meio dos meus devaneios culinários surgiu a ideia de abrir onde espaço onde pudesse comercializar os doces que tanto gostava de preparar. Delineei um projeto, fiz estudos de viabilidade e sustentabilidade económica. Calculei o valor do investimento. Fiz formação. Aperfeiçoei-me. Procurei um espaço e a ideia tomou forma. Ainda hesitei, tive receio mas resolvi arriscar e assim nasceu a Cakes 2 Love. Quatro anos volvidos, a empresa cresceu, orgulho-me de dizer que somos hoje uma referência na área dos casamentos na zona centro do país. Estamos situados na Guarda e tiramos partido da nossa localização, tendo já estabelecido contactos em Espanha. Procuramos crescer de forma sustentada e sem colocar em causa o trabalho já desenvolvido. Temos projetos, ideias e um futuro que creio promissor.
Se aprendi algo foi que a vida não é estanque, nem preto no branco, há uma pluralidade de cores e tonalidades distintas para descobrir. Não temos que ser uma coisa só. Temos sim que saber aproveitar os nossos recursos, maximizar as nossas potencialidades e acreditar que somos capazes. Einstein dizia que: “uma mente que se abre a uma nova ideia, jamais regressa ao seu tamanho inicial” e eu fervilho de novas ideias. Descobri que sou mais forte do que julgava, que tenho valor e que não preciso de títulos académicos, nem prefixos para me sentir realizada. Já não me sinto vergada pelo peso do que a sociedade me impõe, quem me define sou eu. Mulher, esposa, mãe, filha, irmã, amiga, profissional. Desempenho uma panóplia de papéis e sou feliz em todos eles.

Agradecimentos: Sofia Tregeira – Joalheria de Autor, pelas magníficas jóias cedidas para esta sessão fotográfica.

Migrações e empreendedorismo no feminino

Há quem defenda que 2016 será o ano em que as forças do empreendedorismo convergirão com o feminismo, e que esta fusão será positiva para todos, para a economia, para os consumidores e para a sociedade.

De acordo com o “The Kaufman Startup Index 2015” as mulheres empreendedoras são mais perspicazes do que a sua contraparte masculina a detetar as oportunidades no mercado e a criar um novo produto ou serviço para um determinado segmento.
Foi exatamente o que sucedeu com a Ei!, a primeira empresa em Portugal totalmente direcionada para a assessoria ao migrante, onde as necessidades sentidas na primeira pessoa, por uma das sócias enquanto emigrante, detetaram uma oportunidade de negócio. Foi nesse sentido que a Ei! surgiu tendo vindo a preencher uma lacuna no que respeita à prestação de serviços cuja procura tem origem nos fluxos migratórios da atualidade.
O empreendedorismo feminino é um fenómeno de tal forma interessante que tem merecido ser estudado e apresentado de forma individualizada, como acontece nesta revista. Vamos aos fatos:
Em primeiro lugar, o empreendedorismo feminino tem sido reconhecido durante a última década como uma fonte-motor importante do crescimento económico. As mulheres empreendedoras criam novos postos de trabalho e oferecem diferentes soluções de gestão, organização e resolução de problemas inerentes ao negócio ao mesmo tempo que exploram novos nichos de negócio. Contudo, as mulheres ainda são uma minoria entre os empreendedores. Mais, a percentagem de mulheres a ter acesso a venture capital no lançamento de um negócio é de apenas 20.1% comparado com 79.9% dos homens .
Ainda existe uma falha no mercado que discrimina a possibilidade de as mulheres serem empreendedoras e serem empreendedoras bem sucedidas. Esta falha de mercado tem que ser enfrentada a vários – níveis, político, económico e social – para que o potencial económico deste grupo possa ser plenamente utilizado. Sem dúvida que o impacto das mulheres na economia é substancial, contudo, ainda faltam dados concretos que permitam descrever em detalhe este impacto.
Em segundo lugar, a participação das mulheres empreendedoras tem sido negligenciada. As mulheres não têm apenas uma taxa de participação mais baixa nas empresas como gerem empresas em indústrias diferentes das dos homens, designadamente: comércio, educação e prestação de serviços, que são áreas entendidas como menos importante para o desenvolvimento e crescimento económico do que a alta tecnologia e indústria. Mais, a pesquisa mainstream, as políticas e os programas tendem a ser “men streamed” e muitas vezes não têm em atenção as necessidades específicas das mulheres empreendedoras e das mulheres que querem ser empreendedoras
Como consequência, a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres de uma perspetiva empreendedora ainda não é uma realidade.
O projeto da Ei! é um projeto de 3 mulheres empreendedoras apaixonadas pelo fenómeno das migrações – uma área em permanente mutação e crescimento.
Há poucos temas tão emotivos como as migrações. A migração é uma escolha individual, de quem busca uma vida melhor longe da sua terra natal. Mas esta escolha tem consequências que ultrapassam a esfera do indivíduo: afeta a sua vida, mas também a da sua família, a da sociedade onde escolhe residir, mas também a da sociedade que deixa para trás. É por causa desta relação, com tantos ângulos e tantos efeitos, que são necessárias várias formas de intervenção no acolhimento.
As migrações constituem hoje, simultaneamente, um dos maiores desafios e oportunidades para as políticas públicas de qualquer país. No âmbito da União Europeia, as migrações são uma realidade que suscita, e ainda bem, atenção crescente. Desde logo, no plano humanitário, a pressão migratória sobre as fronteiras externas da União Europeia tem aumentado. Temos assistido a tragédias humanitária antes desconhecidas na Europa, fruto do desespero de muitos migrantes, que procuram, por todas as formas, muito precárias, chegar a solo europeu, em busca de uma vida melhor.
Seria um erro, todavia, ver na política migratória apenas política de gestão de fronteiras, nacionais ou europeias. A política migratória é política de segurança interna. É também política social e de cidadania, política de emprego, política de gestão da diversidade, política económica
Portugal tem alterado de forma significativa, nos últimos anos, o seu perfil migratório. No final dos anos 90 do século passado, Portugal transformou-se num país de perfil intensamente imigratório, acolhendo um número elevado de imigrantes que procuravam o nosso país para trabalhar
Esta realidade trouxe ao nosso país, como todos pudemos testemunhar, maior diversidade cultural, novos profissionais, novas línguas, abertura de horizontes e uma imigração que não se cingia aos países de língua portuguesa. Tudo isto foi enriquecedor sob diversos pontos de vista. Inúmeros estudos, nacionais e internacionais, demonstraram o efeito positivo da imigração nas contas públicas.
A prestação de serviços migratórios podem ser também um trunfo de competitividade, de desenvolvimento, de alargamento daquilo a que podemos chamar o “espaço humano” de um país: toda essa rede de contactos, experiências e interações que a política migratória potência.
Mas há também uma diferença de fundo: as migrações deixaram de se centrar exclusivamente no fator trabalho, como no passado, sujeitas à oferta existente nos mercados laborais. Deixámos de assistir a movimentos migratórios apenas laborais, para hoje testemunharmos as novas migrações temporárias (circulares, de talento, turismo e de consumo) têm cada vez mais importância na economia. Esta realidade torna cada vez mais premente uma reflexão politico-estratégica para que se possa definir o posicionamento que mais convém a Portugal. As migrações são hoje motivadas por fatores como o clima, o ambiente empreendedor, as condições de ensino ou de investigação, o ambiente fiscal e regulatório, o comércio e os serviços.
A Ei! está atenta a tudo isto e oferece um conjunto de serviços diversificados e integrados para quem se encontra em mobilidade. Criada em setembro de 2014, o nosso projeto conta já com cerca de 250 clientes oriundos de 20 países diferentes e cuja tendência será seguramente para aumentar.
Existe um provérbio chinês diz que as mulheres sustentam metade do Céu. O que significa que os homens sustentam a outra metade. É necessário encontrar um equilíbrio.

PME Excelência como sinónimo de visibilidade e credibilidade

Miguel Cruz

Que importância tem a atribuição deste estatuto para as PME’s nacionais?
O Estatuto PME Excelência é um estatuto de reconhecimento importante para qualquer empresa. É importante por se tratar de um reconhecimento realizado pelo IAPMEI, pelo Turismo de Portugal e por todos os bancos associados, valorizado por todos os stakeholders. Costuma-se dizer que nenhum homem é uma ilha. O mesmo acontece com as empresas, em particular as mais pequenas. O reconhecimento da sua excelência, solidez financeira e, em muitos casos, das suas estratégias de sucesso é essencial para o seu posicionamento e crescimento.

Que vantagens há para as empresas que ganham este estatuto?
Trata-se de um selo de reconhecimento. A grande vantagem é a visibilidade e a credibilidade que se associa a uma empresa que recebe o estatuto. É preciso não esquecer que as empresas PME Excelência são escolhidas do conjunto de empresas PME Líder, como sendo as melhores. Fruto deste reconhecimento, e do nível de exigência associado a este estatuto, há algumas vantagens adicionais, quer no acesso a alguns produtos ou serviços de entidades nossas parceiras, quer no acesso a instrumentos de financiamento como sejam as linhas de crédito.

Qual o peso destas empresas na economia nacional?
Quase 8 mil milhões de euros de volume de negócios, mais de 6 mil milhões de euros de ativo, mais de 2 mil milhões de euros de exportações, mais de 57 mil postos de trabalho. Valores importantes para um número restrito de empresas.

Castelo Branco e Guarda estão entre os distritos que menos empresas ganharam este estatuto. Até neste campo o fosso entre o litoral e o Interior é grande. O que é preciso fazer para inverter esta tendência?
Castelo Branco teve 18 empresas e Guarda 16. Representam um pouco menos de 2,5% do total dos 18 Distritos e das duas Regiões Autónomas. O número de empresas no estatuto não pode deixar de estar relacionado com a densidade empresarial de cada região. É preciso continuar a criar as condições para incrementar o investimento, aprofundar o relacionamento das empresas com entidades do sistema de inovação e investigação e estimular o funcionamento em rede.

Comparando com os anos anteriores houve alguma evolução nos setores que ganharam este estatuto?
Há uma redução do número global de empresas PME Excelência, quando comparado com o ano anterior. Tal deve-se a uma postura de maior exigência no cumprimento dos indicadores associados. No entanto, as alterações de comportamento entre diferentes setores entre um ano e o anterior foram perfeitamente marginais.
O que há a assinalar, isso sim, é que apesar de uma redução no número total de empresas, os valores médios de volume de negócios, de exportações e de autonomia financeira cresceram. As exportações médias cresceram mais de 19%, e o resultado líquido quase 50%. Os níveis médios de Autonomia Financeira continuam bem acima dos 50%.

Numa altura em que o país está a sair de uma crise profunda que levou ao encerramento de centenas de pequenas e médias empresas, premiar estas empresas é um incentivo à economia e ao investimento?
Conceder o estatuto PME Excelência a estas empresas é um reconhecimento merecido do esforço que desenvolveram, da sua resiliência e da sua estratégia. É com certeza um bom exemplo para a economia e mais uma iniciativa de estímulo ao investimento. Felizmente o ano de 2015 registou o maior número de nascimentos de empresas desde 2007, com mais de 37 mil empresas criadas. Foram criadas cerca de 2,4 empresas por cada empresa encerrada. O investimento, e o aumento do investimento em percentagem do PIB, é essencial para a capacidade concorrencial das nossas empresas, e para o crescimento da economia portuguesa, razão pela qual todas as medidas que ajudem a estimular o investimento, a competitividade e a internacionalização das nossas empresas são importantes.

Considera que Portugal é um país de empreendedores?
Penso que há cada vez mais atividade empreendedora em Portugal. Cada vez mais competência e conhecimento. Cada vez maior funcionamento em rede. Os empresários portugueses têm vindo a melhorar os seus níveis de flexibilidade, a sua capacidade de competir em contexto de elevada incerteza. São, por isso, crescentemente empreendedores. Também na fase de arranque, os últimos dados mostram que em Portugal a propensão empreendedora está ligeiramente acima da média europeia. Temos, por isso, de continuar a densificar o ecossistema empreendedor, e continuar a apostar na promoção da competitividade empresarial, alargando o número de empresas de excelência.

O IAPMEI tem recebido muitos pedidos de apoio de empresários que querem apostar numa atividade comercial/industrial?
Sim, muitos. Basta referir que, se compararmos o Portugal 2020 com o QREN, a procura mais do que duplicou, isto é, recebemos mais do dobro das candidaturas do que no período comparável do QREN. O aumento da procura regista-se em todas as tipologias – Qualificação e Internacionalização de PME, Investigação e Desenvolvimento e particularmente Inovação Produtiva e Empreendedorismo. A média de candidaturas em fases simultâneas no Portugal 2020, dirigida ao IAPMEI aproxima-se das 800. Mas vamos tendo também muita procura para instrumentos de diagnóstico e acompanhamento, empreendedorismo, entre outros.

Quais são as áreas que estão a evoluir mais?
A evolução das empresas portuguesas é sentida nas diferentes áreas de atividade com subida na cadeia de valor, e crescente internacionalização. Os desafios da competitividade empresarial são transversais, sendo que diferentes setores têm necessidade de tipos de soluções distintas. Nesta matéria importa aproveitar a oportunidade para destacar a importância da economia digital como uma emergente área com potencial de crescimento económico, e de diversificação crescente de mercados.

PME excelência 2015

No dia 10 de fevereiro, decorreu, no Europarque, em Santa Maria da Feira a cerimónia PME excelência 2015, onde foram distinguidas as empresas que mais se destacaram no ano transato.

O estatuto PME Excelência tem como objetivo sinalizar o mérito de pequenas e médias empresas com perfis de desempenho superiores e conta com a parceria do Turismo de Portugal, I.P. e dos principais bancos a operar no mercado, designadamente o Banco BIC, o Banco BPI, o Banco Popular, o Barclays, a Caixa Geral de Depósitos, o Crédito Agrícola, o Millennium BCP, o Montepio, o Novo Banco, o Novo Banco Açores, o Santander Totta.
A cerimónia PME Excelência 2015, onde esteve também presente o atual Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, integrou dois painéis debate sobre competitividade e crescimento empresarial e os desafios futuros para a gestão das empresas de excelência, moderados, respetivamente, pela Secretária de Estado do Turismo e pelo Secretário de Estado da Indústria.
Selecionadas pelo IAPMEI e pelo Turismo de Portugal, o estatuto das melhores das melhores tem como objetivo conferir notoriedade às PME, num justo reconhecimento do seu mérito e do seu contributo para os resultados da economia. É de saudar as empresas que obtiveram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão e que conseguiram manter-se competitivas num contexto económico exigente, com crescimento e consolidação de resultados

“Seja excelente! Faça o que a apaixona”

Vanda Brás

Num país onde por vezes o interior é tantas vezes esquecido, o empreendedorismo em todos os seus prismas resulta numa luz cativante para os novos visionários, os jovens curiosos e os sonhadores natos.

Para muitos manterem-se no “limbo” é não se reconhecerem a eles próprios, ou ainda pior, é calar a voz interior que grita que foram feitos para muito mais.
Porque se algo é certo, é que todo o empreendedor tem o seu rasgo de coragem e grandeza dentro de si. Onde ao ver realizadas e materializadas as ideias, estas se podem transformar em projetos que nos preenchem.
Empreender é escolher um caminho que nos levará a um objetivo, é caminhar sabendo onde queremos chegar e o que queremos conseguir; empreender é trabalhar pelo que desejamos, dando especial atenção às pequenas singularidades das nossas ideias e passando estas à ação.
Não interessa se existe mais alguém que tenha percorrido o mesmo caminho, porque no final a única realidade é que “podíamos ter sido os primeiros” e possivelmente “poderíamos ser os únicos”. Não precisamos de ser o Einstein para nos apercebermos que as nossas próprias vidas já são por si únicas e que podemos ser nós mesmos e aproveitar e disfrutar a vida fazendo o que nos dá prazer, e esse empreender já é por si ganhar. Porque escolhemos o que nos enche de satisfação e sentido, porque este caminho que é a vida, para muitos é já um empreendimento, e esse empreendimento é por si único, porque somos únicos e as nossas circunstâncias, a nossa história e a nossa vida jamais se repetirá em toda a eternidade.
Foi nesta vontade de empreender que surgiu a Variantactiva. Lda, com sede em Portugal e filial em Espanha. Uma empresa tão vasta em projetos como em dimensão. Desde os transportes nacionais e internacionais, à venda de carros e peças automóveis, ao aluguer de viaturas de luxo, à criação de um Centro de Abate de Viaturas.
Possuímos também representação das marcas premium e 100% vegan – Aluminé e Benevita – dedicadas aos cuidados capilares, de rosto e nutrição.
Viver no interior tem estas vantagens. A proximidade de fronteiras, as sinergias entre países, onde se esquecem as limitações geográficas e se aprende a tirar partido delas.
Com a vontade de abraçar novos projetos, responder a desafios, mudar paradigmas, e ser capaz de inspirar e persistir, surgiu a oportunidade de representar a Comunidade de Empreendedorismo Feminino Adoro.Ser.Mulher nas cidades de Guarda, Viseu e Aveiro, com o intuito de ajudar a dar voz e divulgar os projetos de todas as mulheres empreendedoras que existem nestas cidades e em todo o país.
Se você se quer destacar, não seja diferente. Seja excelente! Faça o que a apaixona. Aproveite!

Fundação da Juventude lança Programa de Estágios para Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas

A Fundação da Juventude lança a 24ª edição do PEJENE – Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas, em parceria com o IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional, IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude e Companhia de Seguros Tranquilidade. Este Programa de Estágios, de âmbito nacional, destina-se a jovens a frequentar o último e penúltimo ano do ensino superior em todas as áreas académicas.

As candidaturas ao PEJENE 2016 contam com duas fases: a primeira fase decorre até 8 de Abril e destina-se a empresas e entidades de acolhimento interessadas em receber estagiários. A segunda fase inicia-se a 12 de abril e destina-se a jovens estudantes que pretendam candidatar-se a um dos estágios disponibilizados pelas empresas.

As candidaturas são feitas diretamente através da plataforma www.fjuventude.pt/pejene2016 onde, após avaliação de candidaturas das empresas e entidades de acolhimento, a Fundação da Juventude divulga a lista de vagas para estágios, iniciando-se assim as candidaturas para os jovens estudantes. Os estágios da 24ª edição realizam-se entre julho e setembro, sendo atribuído durante o período em questão o subsídio de alimentação, de transporte e um Seguro de Acidentes Pessoais.

Segundo Ricardo Carvalho, Presidente Executivo da Fundação da Juventude, «na última edição do programa PEJENE a taxa de empregabilidade, verificada após a realização do estágio, foi de 15%. São resultados que se revelam bastante significativos, tendo em conta a conjuntura atual, em que existe uma grande dificuldade de empregabilidade por parte de jovens diplomados».

O PEJENE enquadra-se num dos vetores estratégicos de atuação da Fundação da Juventude – Emprego e Empreendedorismo – e constitui um importante fator de enriquecimento curricular assim como aquisição de experiência e conhecimento em contexto laboral. Este programa tem vindo a responder, desde 1993, às necessidades dos jovens que se encontram a finalizar o ensino superior, permitindo desempenhar tarefas de caráter profissional, e aumentar os seus conhecimentos em ambiente real de trabalho.

Sobre a Fundação da Juventude:
A Fundação da Juventude é uma instituição privada, de interesse público, sem fins lucrativos, focada na Formação, Empreendedorismo e apoio ao Emprego Jovem. Foi criada por escritura notarial a 25 de setembro de 1989, pela mão de 21 instituições públicas e privadas e declarada instituição de utilidade pública, em março de 1990. De âmbito nacional, a Fundação da Juventude tem Sede na cidade do Porto e uma Delegação na Região de Lisboa e Vale do Tejo.

Dois portugueses na lista da Forbes dos 30 empreendedores em tecnologia com menos de 30 anos

A Forbes considera a TalkDesk “uma das startups com crescimento mais rápido em Silicon Valley”, sublinhando que a empresa, criada em 2011, angariou mais de 24 milhões de dólares (22 milhões de euros) em investimentos durante 2015 de grupos como a Salesforce Ventures, DFJ, Storm Ventures e 500startups.

Tiago Paiva, 29 anos, e Cristina Fonseca, 28, fundaram a TalkDesk em Portugal mas foi em Mountain View, na Califórnia, que criaram a morada da sede da empresa, por considerarem que aí o leque de potenciais clientes seria maior. O objetivo da dupla foi ajudar as empresas a terem um software que permitisse criar um call center de uma forma simples, ou em cinco minutos, como promovem no seu site.

Nos últimos quatro anos, a dupla e a sua equipa, que atualmente conta com perto de 150 pessoas entre a sede nos Estados Unidos e os escritórios em Lisboa e com representação noutros países, teve um crescimento constante, tendo em junho e outubro de 2015 anunciado ter recebido investimentos na ordem dos 13,4 milhões de dólares (12,3 milhões de euros) e de seis milhões de dólares (5,5 milhões de euros), respetivamente.

Com clientes como a Uniplaces, a Dropbox, a Box ou a Doordash, a startup desenvolve software que permite às empresas ter uma visão geral dos seus clientes tendo acesso ao seu perfil e às interações anteriores assim que atendem uma chamada. Como explicou Cristina Fonseca ao Techcrunch em dezembro, a empresa “consegue ver tudo sobre o cliente quando esse cliente lhe está a ligar”.

Segundo a responsável, a próxima ideia para a TalkDesk é ir além do atendimento telefónico e expandir os seus serviços a chats, e-mail e vídeo, enquanto uma “solução moderna que resolve um problema para as companhias de hoje”.

Há um ano, a Forbes incluía outros portugueses nas suas listas. O futebolista Cristiano Ronaldo, o artista Alexandre Farto, mais conhecido por Vhils, e a investigadora Maria Pereira estavam na lista anual “30 under 30” da revista que identificou os 30 jovens com menos de 30 anos mais bem-sucedidos do mundo, em 20 categorias, num total de 600 nomes de várias nacionalidades.

O importante é fazer

Pedro Queiró

Portugal é um país de empreendedores. Sempre fomos, independentemente de Governos ou modas. O país fez-se porque D. Afonso Henriques se levantou, defendeu-se pela mão de Nun’Álvares Pereira e deu a volta ao mundo na coragem de marinheiros que não sabiam o que os esperava. Nada na nossa história nos foi dado pela sorte; arregaçamos as mangas e fizemos.

Hoje em dia vemos uma nova geração de exemplos a surgir: não são marinheiros, nem soldados, nem reis, mas herdaram o espírito de quem não tem medo de coisas novas e a atitude: ir e fazer, acreditando que conseguem.

Falo de pessoas como Andreia e Jorge Ferreira, que lançaram uma marca inovadora (meia. tdúzia) sobre um conceito tão tradicional como a compota; já se expandiram para meio mundo, e vão a caminho do resto. Filipa Neto e Lara Vidreiro lançaram um serviço de aluguer de vestidos online (Chic by Choice) quando ainda estavam na faculdade; já são líderes na Europa. Ou Cristina Fonseca e Tiago Paiva (TalkDesk), que revolucionaram o call-center.

E há muitos outros além destes: empresas como a Uniplaces, Unbabel, Farfetch, Feedzai, Muzzley, Landing.jobs, Zercatto, e tantas outras, foram fundadas e levadas ao sucesso por Portugueses que não ficaram à espera da sorte. Em vez disso, foram e fizeram.

E o que quer isto dizer para o resto de nós? Lançar uma empresa de sucesso está perfeitamente ao alcance de qualquer Português. Em primeiro lugar, não é preciso ter grandes credenciais: na lista que vos dei acima misturam-se pessoas com e sem cursos superiores, homens e mulheres, novos e velhos, do Norte, Sul e Centro do País. Em segundo lugar, não é preciso ter uma ideia do outro mundo; reparem como aquela lista abrange indústrias desde a alimentação até à moda, tecnologia, e finanças.

Mas então o que é preciso? O que é que os fundadores daquelas empresas têm em comum?
A característica que encontramos em todos eles é uma vontade férrea de ir e fazer. Seja qual for a indústria, a experiência, a educação, ou o papel na empresa, todos eles decidiram tomar esse primeiro passo, deitaram mãos à obra e fizeram. E para isso não é preciso ter sorte; é só preciso querer.

Hoje em dia é mais fácil do que nunca consegui-lo. Organizações como a Acredita Portugal (que tenho o privilégio de liderar) e outras pelo país dedicam-se a abrir portas onde elas antes estavam fechadas, a apoiar quem tem essa vontade e a sustentar o seu sucesso. No caso particular da Acredita Portugal, qualquer pessoa pode candidatar uma ou mais ideias, independentemente da sua experiência, educação, zona de residência ou área de atuação. Nós ensinamos-lhe o que precisar de saber, damos-lhe as ferramentas para desenvolver o seu negócio, e pomos qualquer projeto no caminho para o sucesso, basta que você o queira.

Em seguida encaminhamos os melhores projetos para uma larga rede de parceiros em todo o país que vão potenciar o seu sucesso, desde potenciais financiadores, como incubadoras, aceleradoras, investidores profissionais e outros parceiros.

Já o fazemos em Portugal desde 2008, tendo passado pelos nossos concursos dezenas de milhares de projetos empreendedores de todas as áreas possíveis. Aliás, alguns dos exemplos que usei anteriormente passaram pelo nosso concurso, e poderia dar mais uma dúzia de exemplos mais recentes que também lá chegarão. E em 2016, como todos os anos, vamos abrir as portas a mais um grupo de Portugueses como você, cheios de vontade de ter sucesso, e dar-lhes essa oportunidade.

Porque não você? Porque não agora? Que ideias tem na manga que poderiam mudar a sua vida? A minha? A nossa? Porque não fazê-lo?
A Acredita Portugal espera por si!

As inscrições para o concurso da Acredita Portugal estão abertas e podem ser feitas em http://goo.gl/l8V0ZB

“Uma empresa focada nos seus clientes, no acompanhamento das suas necessidades e no desenvolvimento sustentável das regiões”

Com três parques empresariais, a aicep Global Parques promove o desenvolvimento social e económico de Portugal, contribuindo para a fixação de investimento e para a interação entre empresas atuantes em diferentes mercados. Neste contexto, como definem a vossa missão?
A aicep Global Parques desenvolve a sua atividade de gestão de parques empresariais para garantir no mercado uma oferta eficiente, que satisfaça as necessidades dos agentes económicos. Desenvolvemos a nossa ação promovendo e estabelecendo parcerias com um vasto conjunto de entidades – internacionais, nacionais e regionais -, pois acreditamos que a complementaridade garante uma oferta mais competitiva e, assim, o principal da nossa missão: a fixação de investimentos nas nossas infraestruturas.
O desenvolvimento social e económico do país e das regiões é conseguido através da valorização dos recursos endógenos existentes. Com base no conjunto de ativos, de serviços e de processos, as empresas devem ter o trabalho contínuo de garantir a competitividade deste conjunto. Faz-se através da recuperação e da valorização do todo que constitui a atividade empresarial: as pessoas, os serviços, os processos e as infraestruturas. Na aicep Global Parques trabalhamos para que os nossos recursos sejam fatores de promoção da competitividade e do desenvolvimento económico dos nossos clientes e das regiões onde estamos localizados.

Com a vasta experiência que vos caracteriza, continuam a apostar na dinamização das empresas em parques especializados e cuidadosamente desenvolvidos. Como definem os vossos parques? E porque motivo deve continuar a ser a primeira escolha das empresas?
A aicep Global Parques gere três ativos com características distintas. Em Sines e Setúbal oferecemos plataformas industriais e logísticas para o Atlântico, com uma localização privilegiada junto a portos marítimos estratégicos. São locais adequados, para, entre outra atividades, a adição de valor nos fluxos logísticos internacionais.
Em Sines, a ZILS – Zona Industrial e Logística de Sines disponibiliza mais de 2.375ha, onde são passíveis de instalar todo o tipo de atividades, sendo de realçar a enorme capacidade de infraestruturas e de utilities disponíveis e o acompanhamento personalizado em todo o processo de instalação pela equipa da aicep Global Parques. Existe uma oferta de lotes já infraestruturados. Este facto é muito benéfico para a atração de projetos onde o cronograma exige rapidez. No caso de nenhum lote responder às exigências específicas de uma determinada atividade, a aicep Global Parques realiza um loteamento à medida.
Para aumentar a eficiência, no processo de decisão de localização e de instalação, a aicep Global Parques disponibiliza online um Dossier do Investidor com toda a informação necessária, de forma organizada.
O BlueBiz – Parque empresarial da Península de Setúbal ocupa uma área de 56 ha totalmente infraestruturada, estando pronto a acolher indústria ligeira de todos os setores, de distribuição e logística e de serviços. Uma das grandes vantagens é o modelo de negócio, assente na utilização do espaço mediante o pagamento de uma renda, usufruindo dos serviços do parque em vez da aquisição de imóveis, que permite a concentração do investimento no desenvolvimento da atividade na fase de arranque do negócio.
O Albiz, em Sintra, tem como target PME de indústria ligeira, de logística e de serviços que beneficiam com a proximidade a Lisboa.

Nos vossos parques empresariais, prezam pela complementaridade, isto é, pela diversidade de marcas e áreas de atividade. De que modo esta é uma mais-valia para as entidades que vos procuram?
Assistimos a diversos casos de complementaridade, nomeadamente na ZILS e no BlueBiz. Presenciamos empresas que se instalam porque são fornecedoras de outras já localizadas e temos o caso de outras, do mesmo setor, que veem na partilha de serviços, como por exemplo o transporte para mercados internacionais, uma mais-valia.
Na ZILS temos procurado promover a partilha de serviços entre empresas, conscientes de que podem obter economias de escala neste processo. Parcerias na área da formação, do transporte de colaboradores, da higiene e segurança no trabalho, da manutenção de áreas verdes e segurança têm sido avaliadas e são claramente fatores de atratividade.

Tendo como objetivo o contínuo desenvolvimento nacional, é imprescindível manter a marca como um organismo evoluído e inovador. Como encaram esta questão internamente? Que soluções inovadoras têm vindo a desenvolver no sentido de manter uma existência adequada à inevitável evolução temporal?
Sem dúvida, temos a preocupação de que a marca aicep Global Parques seja uma marca inovadora. Temos vindo a implementar novas práticas como é o caso da adoção de um sistema integrado de gestão empresarial, com, entre outros, um módulo de CRM e de Qualidade que permite acompanhar os clientes em todas as suas vertentes, valorizando-se a área de customer care.
Inovador, também, é o esforço contínuo no desenvolvimento de inúmeras parcerias na área da eficiência energética, de forma a adotarmos sistemas e práticas economizadoras e ambientalmente responsáveis, englobando os nossos clientes nesta sensibilização.

Global Find e Global Force são dois excelentes exemplos da inovação da aicep Global Parques. O que podem dizer-nos sobre estes dois serviços? Que mais-valias trazem às empresas portuguesas e internacionais?
O Global Find é uma ferramenta de promoção territorial valiosa que coloca todas as localizações nacionais que estejam na plataforma no mercado mundial de localizações de investimento.
O Global Force engloba várias áreas de serviços às empresas, realçando-se o apoio às empresas no seu processo de instalação e serviços de apoio à gestão de parques empresarias que não pertencem à rede Global Parques.

Como será marcado o futuro da marca? Poderemos conhecer brevemente um novo parque empresarial associado à aicep Global Parques?
A equipa da aicep Global Parques trabalha continuamente para o aumento da notoriedade da sua marca e para que seja reconhecida como uma empresa focada nos seus clientes, no acompanhamento das suas necessidades e no desenvolvimento sustentável das regiões onde os seus ativos se localizam. Isto é, na garantia de que oferecemos no mercado uma infraestrutura para a competitividade.
Estamos abertos a gestão de mais parques se existir uma oportunidade viável para tal, de forma a podermos aplicar as nossas práticas de gestão de parques empresarias a um universo mais alargado que valorize e complete ainda mais a nossa oferta e a economia nacional.

CAIXABEM DESTACÁVEL
Inovação como foco da aicep Global Parques
“Ao nível dos serviços de localização empresarial, nomeadamente no auxílio à missão de captação de investimento do nosso maior acionista, a AICEP, EPE, somos inovadores e pioneiros, com o desenvolvimento do Global Find. Trata-se de um motor de busca, disponível na web, com base em SIG – Sistemas de Informação Geográfica, que encontra a solução de localização, em Portugal continental, que melhor se adequa a um determinado projeto, com base numa análise multicritério. O Global Find já foi reconhecido diversas vezes e recentemente foi distinguido pelo European Institute of Public Administration, no âmbito dos prémios EPSA 2015, como «uma das brilhantes realização públicas que encontraram novos métodos para abordar problemas diferentes em relação a uma série de importantes desafios sociais, de desenvolvimento regional e de desenvolvimento de negócios usando diferentes modelos de parceria e cooperação com resultados conclusivos e com impacto numa sociedade melhor»”.

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