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Portugal teve 2ª maior queda do emprego na zona euro do 3º trimestre

Já no conjunto dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE), a taxa de emprego entre julho e setembro subiu 1,1% na comparação homóloga e 0,4% face ao trimestre anterior. No segundo trimestre, o emprego tinha aumentado 1,0% na zona euro e na UE, face ao mesmo período de 2014.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, na variação em cadeia, a taxa de emprego teve a maior subida na Estónia (2,1%), na Hungria (0,8%), na Irlanda, Espanha, Luxemburgo e Reino Unido (0,6% cada).

As maiores quebras no emprego foram observadas na Croácia (-0,6%), em Portugal (-0,5%) e Malta (-0,3%).

Já na comparação homóloga, a taxa de emprego só diminuiu na Croácia (-0,3%)e as maiores subidas tiveram lugar na Estónia (4,4%), Irlanda e Espanha (3,0% cada) e Hungria (2,7%). Em Portugal aumentou 0,4%.

Milhares de postos de trabalho em risco na banca mundial

Durante este ano, os 11 maiores bancos europeus e norte-americanos cortaram um total de mais de 10% dos seus postos de trabalho, diz o jornal.

A mais recente vaga de cortes aconteceu na semana passada, com o banco holandês Rabobank a suprimir nove mil postos de trabalho. Também na semana passada, o Morgan Stanley anunciou o corte de 1.200 postos de trabalho.

De acordo com fontes anónimas citadas pelo Financial Times, o BNP Paribas e o Barclays vão anunciar cortes nos postos de trabalho quando apresentarem as suas novas estratégias que preveem diminuir as despesas entre 10 a 20% nos seus bancos de investimento.

No Barclays, o presidente executivo, Jes Staley, vai anunciar os cortes nos postos de trabalho no dia 1 de março, quando for apresentada a nova estratégia para o banco britânico. Já o banco francês BNP Paribas vai anunciar novos cortes em fevereiro, revelam as mesmas fontes.

O Financial Times diz que o setor tem vindo a sofrer uma queda nas receitas devido a uma combinação de fatores, como regulamentações mais apertadas, taxas de juro baixas e pouca atividade dos clientes.

Na lista dos bancos que anunciaram mais cortes nos postos de trabalho durante 2015, o Novo Banco surge no 11º lugar. Segundo o Financial Times, o Novo Banco, que conta com um total de 7.700 trabalhadores, pretende eliminar mil postos de trabalho.

Nesta lista, o HSBC surge em primeiro lugar, com cortes anunciados na ordem dos 25 mil postos de trabalho. Seguem-se o StanChart, com um corte de 15 mil postos de trabalho, e o RBS, com 14 mil.

Cerca de 80 mil portugueses há meses sem salário em Angola

Bandeira de Angola

A crise do petróleo continua a afetar o negócio da construção civil em Angola, sendo já 80 mil o número de trabalhadores portugueses que se encontra a trabalhar naquele país mas sem receber salário. Muitos querem regressar a casa mas nem dinheiro para a passagem de avião têm, revela hoje o Jornal de Notícias.

Portugal é o segundo país com maior presença no mercado da construção africano sendo que do total de 5,3 mil milhões de euros faturados na área, dois mil são provenientes de Angola. Porém, o orçamento angolano foi feito numa altura em que o petróleo estava nos 76,5 euros. Agora está a 44 euros.

Na sequência desta crise, Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, confirma a situação de que cerca de 80 mil trabalhadores estarão sem receber em média há, pelo menos, três meses. Por isso, muitos que virão a Portugal pelo Natal já não pensam em voltar.

“Há 200 mil trabalhadores portugueses a trabalhar na fileira da construção em Angola e cerca de 40% têm entre dois e seis meses de salário em atraso”, afirma o sindicalista, que revela que a empresa Soares das Costa é umas que se encontra nessa situação.

Apesar disto, “as empresas continuam a manifestar confiança neste mercado”, refere Reis Campos, que diz acreditar que as autoridades angolanas não vão deixar passar esta situação imune e que algo farão para que as consequências desta conjuntura sejam minimizadas.

Lidl quer recrutar nas universidades

Lidl

A Lidl Portugal pretende captar capital humano de excelência e está à procura de jovens talentos nas universidade portuguesas.

A semana passada a empresa esteve na Universidade Católica, onde promoveu um encontro com jovens estudantes daquela instituição num evento de networking, com o objetivo de dar a conhecer a 24 alunos da Universidade Católica as oportunidades de carreira dentro da empresa.

No próximo dia 28 novembro, a Lidl irá marcar presença no Pitch Bootcamp do ISCTE, um acelerador de competências que, em dois dias, aproxima 100 jovens estudantes e recém-licenciados de 101 empresas.

No primeiro dia os participantes estão em contacto com as ferramentas necessárias para que possam explorar as suas competências, compreender a sua proposta de valor, perceber o que as empresas procuram, como se devem apresentar e, em última análise, o que podem fazer para construir uma boa carreira. Já no segundo dia fazem um Pitch aos júris e mentores, constituído pelo mundo das empresas entre CEO, diretores de Marketing, gestores de Produto, diretores de RH e managers, para recolher feedback e explorar oportunidades de trabalho, estágios ou visitas a empresas.

Para além destas ações concretas, o Lidl mantém uma “forte estratégia de recrutamento no mercado português”, disponibilizando para o efeito um website dedicado a oportunidades de carreira em empregos.lidl.pt, onde dá a conhecer a empresa e as diferentes áreas e oportunidades para futuros talentos fazerem parte da equipa.

A cadeia de hard discount é também uma presença assídua em Feiras de Emprego e em plataformas digitais de recrutamento como o LinkedIn ou o The Talent City.

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