• next generation event
Inicio Tags Empresas

Tag: Empresas

“What you think, you became”

Detentora da marca Momentum Sanus, Márcia Santos proporciona momentos de saúde e bem-estar ao mundo empresarial, para além de contribuir para o desenvolvimento das empresas e aumento da produtividade.

Empresas mais saudáveis têm colaboradores mais felizes e consequentemente são mais produtivas”. Este é o lema da Momentum Sanus. Márcia Santos explica que o trabalho que desenvolve nas empresas baseia-se na procura do equilíbrio entre o bem-estar pessoal e a vida profissional. Com serviços especializados de programação neurolinguística, o objetivo é atuar na gestão, formação, e consultoria em recursos humanos. “Direcionámo-nos para empresas e organizações que apostam na excelência, no crescimento, na evolução e na mudança de forma integrada, onde o potencial humano é valorizado”.

Qualquer que seja o segmento, o trabalho é desenvolvido junto dos líderes: “Normalmente trabalho com líderes. São pessoas que se preocupam com os seus colaboradores e são por isso pessoas voltadas para o cliente interno e para uma comunicação interna mais eficaz de modo a atingir objetivos. Alguns dos meus clientes são pessoas que continuaram negócios familiares ou que iniciaram o seu próprio negócio. Normalmente são empresas onde o departamento de RH não está constituído e onde é necessário implementar essa estrutura. O dono da empresa contrata os meus serviços, mas a empresa só crescerá se os colaboradores estiverem dispostos a isso”, explica.

PENSAMENTO NEGATIVO TEM DE PASSAR A POSITIVO

O processo inicia-se com um levantamento de necessidades junto da gestão. Nesta fase, Márcia Santos adota uma postura que faz com que as pessoas se sintam confortáveis em expor o que pensam e o que sentem. Depois de estabelecida a confiança todo o processo de alinhamento se torna altamente eficaz.

“Se tivermos uma predisposição positiva para uma determinada tarefa, existe maior probabilidade mental de a concretizar… se as pessoas já têm uma carga menos positiva e pensam constantemente que vão fracassar, a probabilidade de falhar aumenta. Ajudo a pessoa a ganhar o seu foco, mas um foco positivo. Normalmente as pessoas pensam muito naquilo que não querem, e quando lhes pergunto o que querem não há uma resposta imediata. Este trabalho é transformar um pensamento pouco produtivo em algo positivo”.

Se um gestor ou um diretor apenas diz “não façam assim, não quero isto, todos começam a pensar de forma negativa”, torna-se, por isso, importante que os líderes saibam o que e como orientar a sua equipa para os objetivos, conta a nossa entrevistada.

“EU NÃO CONSIGO, EU NÃO SEI”

“Tenho clientes que me procuraram já depois de tentar inúmeras “receitas” para resolver problemas e com as quais não obtiverem resultados. Não faço milagres, mas ajudo as pessoas e inverter o mind set delas”. Muitos gestores dizem, segundo a psicóloga, que o grande problema reside em não se conseguirem fazer ouvir pelos colaboradores… Outro motivo que leva os gestores recorrer a ajuda é aperceberem-se de que os seus colaboradores não estão bem, mas não sabem porquê. Cabe então a Márcia Santos entender os motivos que levam ao desânimo e trabalhar soluções para que os problemas sejam ultrapassados.

Sobre o tempo que dura a intervenção, “pode ser um acompanhamento contínuo de apoio à empresa, ou um apoio numa determinada fase em que se apresenta um desafio específico, que pode ir de três meses até um ano”.

Em suma, o fator de sucesso de Márcia Santos é acreditar nas capacidades das pessoas e ajudá-las a acreditar nelas próprias para darem o melhor de si.

Governo quer multas até 20 milhões para empresas que violem proteção de dados

O Conselho de Ministros aprovou hoje a proposta de lei relativa à proteção de dados pessoais que assegura a execução na lei nacional das regras europeias, no âmbito do regulamento de proteção de dados da União Europeia, que entra em vigor em 25 de maio.

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, este regulamento visa “proteger o cidadão face ao tratamento de dados de pessoas em larga escala por grandes empresas e serviços de sociedade de informação”.

As regras europeias preveem multas de até 20 milhões de euros ou 4% do volume de negócios a grandes empresas no caso de infrações à lei consideradas contraordenações muito graves.

Já para a administração pública não estão previstas multas, segundo a proposta do Governo, disse hoje a ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques.

“Este regulamento foi sobretudo pensado — mas não é esse o resultado final – tendo em conta grandes empresas multinacionais para quem os dados, e muitas vezes os dados pessoais, são o seu negócio ou aquilo em que assenta a sua atividade, (…) e não para as administrações públicas dos Estados-membros que têm também a obrigação de os proteger, mas não usam os dados pessoais como negócios”, afirmou a governante.

A ministra acrescentou que a opção de isentar a administração pública de sanções em caso de infrações foi também tomada em outros países da União Europeia.

Em Portugal, acrescentou, a proposta do Governo é que assim fique por três anos e que depois seja reapreciado, considerando que este é o tempo que a administração pública precisa para se “organizar neste novo paradigma”.

A proposta do Governo que executa, na lei portuguesa, o regulamento geral de proteção de dados e revoga a atual lei de proteção de dados pessoais seguirá para o parlamento, onde tem de ser aprovada antes de entrar em vigor.

Maria Manuel Leitão Marques disse esperar que o processo legislativo esteja concluindo antes de 25 de maio, para que o regulamento europeu e as alterações à lei portuguesa comecem a vigorar ao mesmo tempo.

LUSA

Pedrógão Grande: Aviso para candidaturas de empresas afetadas deve abrir na sexta-feira

Este aviso destina-se às empresas afetadas pelos incêndios que deflagraram em Pedrógão Grande e Góis, a 17 de junho, e vai permitir dar um apoio de 85% a fundo perdido que pode ser usado “para comprar máquinas, equipamentos, reconstrução, grandes reparações e equipamentos informáticos”, disse à agência Lusa a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa.

Deste apoio ficam excluídas “empresas que exploram a floresta e a agricultura”, com exceção dos casos da indústria transformadora da madeira, que também ficam incluídos neste aviso.

Segundo Ana Abrunhosa, haverá um adiantamento de 25% após a aprovação da candidatura na CCDRC, para que as empresas tenham mais capacidade para fazerem encomendas de material que ficou destruído.

“É um regime muito simples, com um formulário simples”, sublinhou.

De empresa a empresa, será apurada a cobertura por parte do seguro, sendo que o prejuízo será determinado pela avaliação dos peritos das seguradoras e, nos casos em que não há esta avaliação, a própria CCDRC disponibiliza um técnico para fazer esse levantamento, aclarou.

Segundo Ana Abrunhosa, o pedido de reprogramação do programa comunitário deve ser enviado ainda hoje ou na sexta-feira para Bruxelas, sendo que, a partir do momento em que é registado o pedido formal de reprogramação, deverá ser aberto o aviso para a submissão de candidaturas.

A reprogramação só deverá estar aprovada por Bruxelas em setembro, mas tal não impede a CCDRC de lançar o aviso, “aprovar candidaturas, fazer adiantamentos e pedidos de pagamento”.

Se a candidatura “estiver bem instruída” e já tiver a avaliação dos prejuízos feita por um perito, a aprovação deverá demorar apenas alguns dias.

“Daremos a maior prioridade” a estas candidaturas, cujo aviso vai ser aberto sem prazo para fechar, realçou.

Ana Abrunhosa falava à agência Lusa antes de uma ação de sensibilização junto de empresas, na Câmara de Pedrógão Grande.

Também na sexta-feira, a CCDRC vai dinamizar uma ação semelhante na Câmara de Figueiró dos Vinhos, às 10:00, estando ainda a ser agendada a ação na Castanheira de Pera.

Ao mesmo tempo que são promovidas estas sessões, a CCDRC está “simultaneamente a realizar reuniões individuais com empresas” da zona afetada, acrescentou.

Dois grandes incêndios começaram no dia 17 de junho em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado 64 mortos e mais de 200 feridos. Foram extintos uma semana depois.

Estes fogos terão afetado aproximadamente 500 habitações, 169 de primeira habitação, 205 desegunda e 117 já devolutas. Quase 50 empresas foram também afetadas, assim como os empregos de 372 pessoas.

Os prejuízos diretos dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.

Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos no combate às chamas que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.

Risco leva IKEA a pedir a clientes que devolvam base de candeeiro

A gigante sueca do mobiliário pede aos clientes que tenham adquirido uma base para candeeiro Gothem que a devolvam numa das lojas IKEA em Portugal.

Explica a IKEA em comunicado que esta é uma medida de prevenção que “surge na sequência do relato de alguns casos de danificação dos cabos elétricos” causado por esta base de candeeiro.

Esclarece-se ainda que, em causa, está a possibilidade de o corpo metálico ficar eletrizado, o que acarreta um “risco para a segurança” das pessoas.

Quem tiver adquirido as bases para o candeeiro (que pode ver na imagem acima) basta deslocar-se com o produto a qualquer loja IKEA. Os clientes serão reembolsados, sendo que não é necessário apresentar fatura.

Pela Valorização das Mulheres

Joana Gíria

Como vê a CITE a sua missão na igualdade e não discriminação entre homens e mulheres no universo laboral?
De acordo com a missão estabelecida na sua lei orgânica, e para o seu cumprimento, a CITE, que é constituída por representantes do Estado e dos parceiros sociais, aposta em ações de promoção e divulgação sobre a igualdade de género no trabalho, no emprego e na formação profissional, sobre os direitos relativos à proteção na parentalidade e sobre a promoção de boas práticas de conciliação trabalho/família, contando com o envolvimento e as diversas sensibilidades de todos os referidos agentes.

Igualdade entre homens e mulheres é um princípio Constitucional, mas a discriminação no trabalho existe em Portugal. De que forma a CITE tem procurado, com os mecanismos ao dispor, combater a discriminação no mundo laboral?
O princípio enunciado só é alcançável através da promoção de iguais condições e oportunidades para homens e mulheres em termos de vivência em sociedade e no mundo laboral, o que deve manifestar-se de forma transversal em todos os domínios integrando a perspetiva de género nas políticas e práticas sociais.
Embora venhamos a assistir à melhoria de alguns indicadores no que respeita a discriminação de género, outros não são confortáveis, como os que respeitam à ascensão de mulheres a cargos de decisão e os que apontam para a desigualdade salarial ainda persistente.
No ano transato, a CITE lançou a Campanha de promoção nacional mulheres nos conselhos de administração das empresas. A mensagem foi difundida, por diversos meios, a um elevado número de empresas, parceiros sociais, trabalhadores e trabalhadoras, com o objetivo de sensibilizar o público em geral para a necessidade de as mulheres, por mérito próprio, estarem presentes em maior número nos conselhos de administração das empresas.
No que respeita à desigualdade salarial, de acordo com os últimos dados disponíveis, em Portugal as mulheres ganham aproximadamente 17,9% menos que os homens, o que corresponde a cerca de 2 meses de trabalho não remunerado por ano.
Tal como a UE tem assinalado, anualmente, a 28 de fevereiro, o Dia para a Igualdade Salarial (Equal Pay), a CITE tem assinalado, anualmente, o Dia Nacional da Igualdade Salarial, de acordo com a realidade do país, a 6 de março, o que significa que para conseguirem ganhar o mesmo que os homens, as mulheres teriam de trabalhar mais 65 dias por ano, ou seja, até ao dia 6/3. Ao invés, os homens poderiam começar a trabalhar apenas nesse dia para haver igualdade salarial. Em 2015, a Comissão Europeia passou a destacar o dia 2 de novembro como o Dia para a Igualdade Salarial, pelo que em Portugal nos adaptaremos ao novo formato europeu assinalando no final do ano de 2016 o Dia para a Igualdade Salarial, esperando que a data se aproxime à da UE.

Assinalar o Dia Internacional da Mulher é aplaudir os avanços conquistados no feminino a nível económico, social e político. Atualmente, no mercado de trabalho, há uma real valorização do capital humano feminino?
Acredito que sim. As empresas e outras organizações, bem como a sociedade em geral, despertam para a necessidade de incluir mulheres e homens no seu capital humano. Começam a ter noção de que a igualdade de género gera competitividade e aumento de produtividade. Uma organização em que mulheres e homens participem de igual modo; conciliem trabalho/família com a mesma naturalidade e tenham iguais oportunidades de carreira e ascensão profissional, são organizações mais saudáveis e socialmente responsáveis.
Em 2013, a CITE impulsionou a criação do iGen – Forum Empresas para a Igualdade – o nosso compromisso, que conta agora com 39 organizações. A troca de experiências e a avaliação de boas práticas no âmbito das organizações do Fórum demonstra que a participação equilibrada de mulheres e homens nas organizações é uma mais-valia a todos os níveis da gestão do negócio e é assumida como questão fundamental de direitos humanos.
Em Portugal, há mais mulheres licenciadas, mestradas e doutorandas do que homens em igualdade de circunstâncias. Está na hora de não desperdiçar capital humano e escolher pelo mérito e é tempo de o mundo do trabalho espelhar a realidade social.

O que trará 2016 para a CITE?
Em 2016, no âmbito do desenvolvimento das suas atribuições legais, encontra-se prevista uma ação de promoção da Igualdade de Género, em conjunto com a ACT – Autoridade para as Condições do Trabalho, com o objetivo de sensibilizar públicos-alvo para temáticas importantes como igualdade no acesso ao emprego, igualdade salarial, proteção na parentalidade e conciliação, e assédio sexual.
A CITE encontra-se ainda em fase de conclusão de três grandes projetos, dois de que é entidade promotora e um outro de que é entidade parceira. Estes projetos, financiados pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu – EEA Grants, permitirão colher dados fundamentais para o desenho de políticas promotoras da Igualdade de Género no Trabalho e no Emprego, particularmente focados nas temáticas do assédio sexual e moral no local de trabalho, do papel assumido pelos homens no âmbito das questões da conciliação e da parentalidade, bem como do conhecimento aprofundado da forma como o Tempo é utilizado por homens e por mulheres nas suas atividades quotidianas.
Os seus resultados traçarão um retrato fiel e atualizado de alguns dos pilares estruturantes para o mundo do trabalho, permitindo introduzir mudanças consistentes para a construção de uma sociedade mais igualitária.

AEP quer que Governo mantenha dinâmica de apoio às empresas

Falando na abertura do Fórum Empresarial Portugal 2020, promovido pela AEP, Paulo Nunes de Almeida afirmou que se com o Plano 100 “foi possível contratar mais depressa e acelerar o pagamento dos incentivos às empresas é porque as candidaturas estavam feitas e os investimentos programados”.

Contudo, disse, o Estado “não estava a responder e a atividade empresarial estava a ressentir-se”.

Para o dirigente associativo, há agora que “manter a mesma dinâmica” e “estimular e dar confiança” às empresas para que elas respondam “afirmativamente” às oportunidades que surgem nas áreas da formação, inovação, competitividade e internacionalização.

Só dessa forma, salientou, será possível “chegar ao fim do ano cumprindo o objetivo que o Governo há dias assumiu para o país, de fazer chegar 450 milhões de euros” às empresas em incentivos do Portugal 2020.

Na sua intervenção, Nunes de Almeida defendeu que o Governo tem de “olhar para as empresas, a começar pelas PME [Pequenas e Médias Empresas], como absolutamente essenciais para a modernização da economia, o crescimento e o emprego”, pelo que “não pode continuar a dar em incentivos e apoios previstos nos fundos europeus para depois retirar com impostos agravados, mais custos de contexto e ausência de reformas fundamentais para a atividade económica”.

Durante o Fórum Empresarial Portugal 2020, que ainda decorre e no qual participam cerca de duas centenas de empresários e gestores, serão apresentados dois investimentos empresariais recentes concretizados com o apoio do Portugal 2020: a Sonafi, uma empresa especializada em fundição de peças técnicas em alumínio; e a ElasticTek, que se dedica à produção de elásticos para dispositivos de higiene pessoal.

Trabalhadores de Wall Street receberam 22.700 milhões de bónus num dia

O total de bónus pagos aos corretores e banqueiros de Wall Street voltaram a cair no ano passado, mas a verdade é que o centro financeiro de Nova Iorque continua a apresentar números impressionantes. Num só dia, os trabalhadores do maior mercado acionista do mundo receberam 22.700 milhões de euros em prémios de desempenho, um valor que representa uma queda de 9% face aos números de 2014 e que ficam consideravelmente abaixo do máximo de sempre. 

Apesar dos principais índices de Nova Iorque terem ficado praticamente inalterados durante 2015, diminuindo os ganhos dos investidores, as empresas decidiram pagar em média um bónus de 133.132 euros a cada funcionário. O valor do ano passado reflete um aumento de 378% nos últimos 30 anos, mas continua abaixo do máximo histórico.

Em 2006, dois anos antes do início da mais recente crise financeira mundial com epicentro em Wall Street, os prémios de desempenho tinham atingido o recorde de 173.920 euros por trabalhador, um valor que dificilmente será igualado nos próximos anos, garante a CNN.

Após a queda do Lehman Brothers e o colapso do mercado hipotecário, o Estado norte-americano salvou várias empresas de Wall Street com o dinheiro dos contribuintes, iniciando uma polémica que levou à criação de movimentos como o Ocuppy Wall Street. Os bónus multimilionários numa época de recuperação incerta e abrandamento económico nos Estados Unidos promete criar mais indignação numa altura marcada pela corrida Republicana e democrata à Casa Branca.

 

O que as grandes tecnológicas têm em comum? Não querem Donald Trump

Donald Trump

Os comentários feitos por Donald Trump nas suas campanhas não têm deixado nem indiferente e a popularidade do magnata parece ter chegado a um ponto em que até os líderes das principais tecnológicas estão desconfortáveis.

Dessa forma, conta o The Huffington Post que líderes como Tim Cook, CEO da Apple, Larry Page, CEO da Apple, Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX e Sean Parker, criador do Napster, atenderam a um evento especial onde Donald Trump foi um dos temas. Mais especificamente, procurou-se encontrar formas de impedir que Donald Trump chegue a ser nomeado candidato republicano e defronte Hillary Clinton na fase final da corrida presidencial.

O evento, de nome American Enterprise Institute’s annual World Forum, teve lugar numa ilha ao largo do estado da Georgia e a ele atenderam também alguns políticos e senadores norte-americanos. Terá sido por iniciativa destas personalidades que o CEO da Apple voltou a ser chamado a atenção sobre o caso do iPhone de São Bernardino e a necessidade de cooperar com o FBI, um tema que Tim Cook não esteve disponível para discutir.

Mulheres lideravam 28,5% das empresas em Portugal em 2015

“As mulheres representam 42,2% da força de trabalho das empresas em Portugal e a sua presença tem sido reforçada nos últimos anos também nos cargos de liderança e de gestão”, refere o estudo, adiantando que “28,5% das empresas em Portugal são lideradas por mulheres, mais 5,2 pontos percentuais do que em 2011”.

Esta é uma “evolução positiva que se regista também nos lugares de gestão, em que as mulheres desempenham 34,1% das funções, uma melhoria de 2,2 pontos percentuais nos últimos cinco anos”, refere o estudo da Informa D&B sobre a “Presença feminina nas empresas em Portugal, que teve como objetivo “traçar o retrato do panorama atual e avaliar a evolução dos principais indicadores entre 2011 e 2015”.

“O estudo aponta para uma evolução positiva, ainda que lenta, em todos os indicadores de emprego, gestão e liderança femininas”, refere a diretora-geral da Informa D&B, Teresa Cardoso de Menezes, citada em comunicado.

No caso das empresas cotadas, o estudo refere que em cinco anos “a presença feminina nos conselhos de administração das empresas da bolsa quase duplicou (mais 5 pontos percentuais), onde 10,7% dos cargos são ocupados por mulheres”.

No entanto, a presença feminina “é mais expressiva” nas sociedades anónimas, onde menos de um quarto (21,4%) está nos órgãos de administração, embora se tenha registado um aumento da presença das mulheres em 3,1 pontos percentuais, mas conta com 15,6% (+2,4 pontos percentuais) dessas empresas a serem lideradas pelo género feminino.

O estudo refere que se regista uma “maior proporção de mulheres no topo das empresas mais jovens”, sendo que é nas ‘startups’ (com menos de um ano de existência) que há maior preponderância de gestão e lideranças femininas (35,2% e 32,3%, respetivamente).

“Desde 2011 que a presença de mulheres em funções de gestão e liderança em empresas com menos de cinco anos tem vindo a crescer de forma sustentada”, refere Teresa Cardoso de Menezes.

A presença das mulheres nos cargos de gestão e liderança é tanto maior quanto menor for a empresa (em termos de volume de negócios), sendo nas microempresas (com faturação inferior a dois milhões de euros) que se encontram mais mulheres no topo: mais de um terço (34,9%) nos cargos de gestão e 29,2% nas funções de liderança.

Já nas grandes empresas (volume de negócios acima dos 50 milhões de euros), quase metade da força de trabalho (45,4%) são mulheres, mas “estão mais fracamente representadas no topo: ocupam 12,4% das posições de gestão e 8,0% das de liderança”.

Por setores de atividade, a maior concentração de mulheres líderes de empresas está no setor dos serviços (36,5%), alojamento e restauração (32,5%) e retalho (32,4%), “áreas em que os cargos de gestão ocupados por pessoas do sexo feminino são também superiores à média do universo empresarial (34,1%), a que se juntam as atividades imobiliárias”.

É na banca, refere o estudo, em que o género feminino “está mais equitativamente representado na força de trabalho (48,2%), embora isso não se traduza nos lugares do topo, onde menos de um décimo das empresas é liderado pelo sexo feminino.

Concluiu-se ainda que as empresas lideradas por mulheres tendem a privilegiar a diversidade de género nas estruturas de gestão.

“É nas empresas lideradas por mulheres que se encontram mais equipas de gestão mista (58,8% vs. 40,3% nas empresas lideradas por homens).

Por outro lado, “as empresas lideradas por homens revelam maior vocação exportadora, comparativamente às lideradas por mulheres (19,9% vs. 13,6% são exportadoras)”.

Em 2014, “as exportações cresceram a um ritmo mais acentuado nas empresas com liderança feminina (+17,4%) quando comparadas com as lideradas pelo género masculino (+3,9%).

Mais de 20 empresas portuguesas participam no Fórum Económico da CPLP

Murade Murargy

As empresas representam setores tão diversos como as TIC (tecnologias de informação e comunicação), topografia, consultoria, equipamentos, engenharia, metalomecânica, construção, vidro, produtos agrícolas e produtos químicos, entre outros, segundo informou a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

A missão empresarial, organizada pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), pela União de Exportadores da CPLP (UE-CPLP) e pela Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI) inclui empresas de vários pontos do país.

Em Timor-Leste estará também, entre 24 e 27 de fevereiro, o presidente da AICEP, Miguel Frasquilho, que deverá intervir no Fórum para analisar o tema da competitividade empresarial da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa).

Em Díli juntar-se-ão a delegações de cerca de duas dezenas de países, entre os quais os estados membros da CPLP e nações da Ásia e Pacífico.

Portugal terá um dos mais de 30 ‘stands’ que estão previstos para o Fórum, que decorre entre 25 e 27 de fevereiro, após a segunda reunião dos Ministros do Comércio da CPLP.

Estão previstos ‘stands’ dos estados membros da CPLP e de empresas lusófonas, do sudeste asiático e de Timor-Leste, bem como de várias instituições.

O Fórum Economico da CPLP é para o Governo timorense uma oportunidade para criar uma ponte entre empresários lusófonos e os seus congéneres da Ásia e do Pacífico, usando Timor-Leste como plataforma.

O encontro arranca com uma visita à mostra “Parcerias para o Desenvolvimento” e à zona expositiva do fórum, com a apresentação de salas temáticas por país e os primeiros encontros entre empresários, que continuam no dia seguinte.

A 26 de fevereiro arrancam os debates, com temas como “plantar a bandeira da CPLP nos negócios do mundo”, o papel dos blocos regionais e económicos no espaço multirregional e o papel de Timor-Leste nos laços entre CPLP e Ásia e Pacífico.

Competitividade da CPLP e inovação económica e social como alavanca de desenvolvimento económico sustentável são outros temas do debate no fórum, que terminará com a aprovação de uma declaração final.

No dia 28 haverá ainda visitas a vários pontos de interesse económico em Timor-Leste, incluindo o enclave de Oecusse (Zona Especial de Economia Social de Mercado), a ilha de Ataúro (turismo), Tibar (projetos de bambu), Ermera (café), Aileu (agricultura) e Hera (complexo elétrico e indústrias adjacentes).

EMPRESAS