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Mais de 90% das escolas e infantários do Centro reduzem sal na alimentação

Mais de 90% das escolas e infantários do Centro do país estão abrangidos pelo programa “sope.come”, criado há cinco anos pela Administração Regional de Saúde (ARS) para reduzir o consumo de sal na alimentação. “Noventa por centro das escolas dos 1.º, 2.º, e 3.º ciclos da região Centro e 96% dos jardins-de-infância estão abrangidos pelo projecto”, informou esta segunda-feira o gabinete de relações públicas e comunicação da ARS do Centro, em comunicado.

No momento, o programa “chega também às cantinas e refeitórios de 91% das instituições particulares de solidariedade social (IPSS)” da região. Integrado no “minorsal.saúde”, programa estratégico de redução do sal na alimentação da população desenvolvido pelo Departamento de Saúde Pública (DSP) da ARS, o “sopa.come” reúne “as sete maiores empresas nacionais de restauração colectiva”.

O projecto tem-se revelado “de todo o interesse pela oportunidade de interacção com as instituições aderentes”, segundo a nota. “A articulação entre o DSP e as referidas empresas tem permitido desenvolver uma intervenção estratégica em conjunto que, na actualidade, abrange milhares de crianças, pessoas activas e idosos”, adianta.

Além do trabalho de monitorização do teor do sal nas sopas de todos os estabelecimentos incluídos no projecto (refeitórios escolares, IPSS, hospitais e alguns restaurantes), “existe um grande trabalho de sensibilização para a problemática da redução do sal na confecção das refeições com o objectivo de prevenir doenças, nomeadamente as cardiovasculares e cerebrovasculares”, destaca a ARS do Centro.

Ministro anuncia esta semana novo modelo de “avaliação”

“Todo o processo de avaliação está a ser estudado e ao longo desta semana teremos informação para fazer chegar à comunidade educativa, em tempo útil e que não vai interferir com o funcionamento das escolas”, disse.

Questionado sobre se seria apenas para o quarto ano ou se também envolveria o sexto e nono ano, o ministro referiu que será uma “solução integrada de avaliação e aferição”.

Tiago Brandão Rodrigues disse ainda que foi criado um grupo de trabalho para se debruçar sobre as metas curriculares e que espera em breve ter informação para avançar.

O ministro esteve hoje numa visita à escola secundária da Baixa da Banheira, na Moita, onde foi alertado pela direção da escola, que tem cerca de 440 alunos, para a necessidade de algumas obras de requalificação do espaço e para a construção de um pavilhão desportivo.

“Todas as escolas têm que ter condições para que o desporto faça parte dos seus currículos e da sua formação”, afirmou.

Durante a visita, Tiago Brandão Rodrigues reuniu durante cerca de 30 minutos com professores da escola e deslocou-se a algumas salas de aulas dirigindo-se aos alunos no dia que marca o arranque do segundo período letivo.

Escola de turismo do ISCTE custará entre oito a dez milhões de euros

A nova escola universitária vai ser financiada pela venda de uma parcela de terreno do ISCTE, que será utilizada para a construção de dois hotéis — um de quatro ou cinco estrelas e um low cost para estudantes, docentes e investigadores -, a funcionarem, obrigatoriamente, em articulação com a escola de turismo, referiu o reitor à agência Lusa.

“Há-de ser a primeira vez que uma universidade pública compra o terreno e constrói sem financiamento público”, afirmou Luís Reto, criticando que “o Estado não financia os custos correntes quanto mais os custos de investimento”.

Segundo o reitor do ISCTE, o financiamento por parte do Estado “tem diminuído todos os anos”, pelo que as universidades têm que arranjar receita própria para se conseguirem expandir.

O objetivo da universidade é criar “uma escola dedicada ao ‘hospitality & tourism management’ e à gastronomia de alto nível”, revelou, referindo que permitirá a formação de executivos, mestrado, doutoramento e investigação na área.

“Portugal é um dos 20 destinos turísticos do mundo e a ambição é ter uma escola que esteja ao mesmo nível internacional e que atraia também estudantes internacionais nesta área”, defendeu Luís Reto, considerando que a instituição “não tem qualquer hipótese de nas instalações atuais desenvolver nova atividade”, por estarem “completamente sobrelotadas”.

Em 2011, o ISCTE comprou um terreno à Parpública – empresa gestora das participações públicas – por 9,2 milhões de euros, valor que será liquidado até ao início de 2016, informou o responsável da instituição universitária, acrescentando que este ativo será utilizado para construir o novo edifício escolar, através da venda de uma parcela para a construção de dois hotéis.

“Precisamos de fazer esta alienação, porque não temos dinheiro para construir o nosso edifício. Temos é um terreno”, expressou.

O terreno onde vão ser construídas as duas unidades hoteleiras e a escola de turismo localiza-se junto ao campus do ISCTE-IUL, na Avenida das Forças Armadas, freguesia de Alvalade, no local onde hoje funciona a sede do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), que, desde 2011, paga à universidade uma renda de 560 mil euros por ano e cujas infraestruturas serão demolidas aquando o início do novo projeto.

“Já vai em dois milhões e tal de rendas pagos pelo IMT”, disse Luís Reto, referindo que ao descontar o valor recebido das rendas ao preço pago pelo terreno [9,2 milhões de euros] o investimento passa a ser cerca de sete milhões.

Questionado sobre a possibilidade de criar a nova escola sem construir os hotéis, o reitor do ISCTE considerou que as unidades hoteleiras são “um complemento do projeto”, reforçando que “não há nenhuma grande escola do mundo que não tenha hotéis de aplicação” para que os estudantes possam ter aulas práticas de gestão hoteleira e de gastronomia.

“Não vamos construir hotéis, nem gerir hotéis”, frisou o responsável do ISCTE, explicando que o projeto será colocado a concurso público internacional, tendo como permuta construir o edifício escolar, orçamentado “entre os oito e 10 milhões de euros”.

Na quarta-feira, a Câmara de Lisboa aprovou o pedido de informação prévia apresentado pelo ISCTE-IUL para construir dois hotéis, com os votos contra do PCP e abstenção do CDS e de um vereador dos Cidadãos por Lisboa.

“Entre fevereiro e março teremos o concurso na rua”, disse Luís Reto, revelando que o projeto tem despoletado o interesse nacional e, principalmente, internacional, pelo que a construção dos edifícios poderá começar em 2016.

Fundando em 1972, o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa passou a designar-se ISCTE-IUL em 2009 quando a instituição passou para o regime de fundação pública de direito privado.

Ali estudam cerca de 9.000 estudantes.

640 mil alunos em casa. Ameaça terrorista força Los Angeles a fechar escolas

A polícia da cidade e o FBI foram notificados e estão a investigar a ameaça, recebida por um administrador escolar e que referia a existência de mochilas a malas armadilhadas deixadas em várias escolas. “Não foi a uma escola, duas escolas ou três escolas, não identificadas especificamente. Por isso é que tomei esta decisão”, disse o administrador do distrito escolar, Ramon Cortines, citado pela Reuters

Cortines considerou importante tomar precauções, “tendo em conta o que aconteceu recentemente”, uma alusão ao atentado de San Bernardino, também na Califórnia, que no início do mês fez 14 mortos e 22 feridos. “Não vou correr o risco de pôr crianças em qualquer edifício até saber que é seguro.”

“Numa abundância de precaução como administrador, Cortines indicou que decidimos fechar as nossas escolas hoje, até termos a certeza que as nossas escolas estão seguras”, disse o chefe da força policial escolar de Los Angeles

As autoridades tencionam efetuar buscas em todos os estabelecimentos escolares, acrescenta o Los Angeles Times.

O distrito escolar de Los Angeles é o segundo maior dos Estados Unidos, com mais de mil escolas e cerca de 640 mil crianças e jovens. Os estudantes que já tiverem chegado às escolas ficarão nas instalações até serem recolhidos pelos pais ou encarregados de educação.

Ministra belga da Educação sugere ‘salas seguras’ nas escolas

Sala de aula

Segundo a imprensa local, Joëlle Milquet enumerou quatro medidas para as escolas primárias e secundárias aumentarem a segurança, nomeadamente com a criação de salas onde alunos e professores possam refugiar-se.

A ministra também defendeu a necessidade de colocar, no início e no fim dos períodos de aulas, uma pessoa em cada acesso dos estabelecimentos para identificação de pais e alunos e para comunicar qualquer ação suspeita.

Essas pessoas devem dispor de um telemóvel para rapidamente poderem alertar as forças de segurança e de emergência.

Outras medidas passam pela limitação de concentrações frente às escolas ou as saídas de alunos à hora de almoço e durante as horas de aulas.

Durante o dia, as portas e os acessos às escolas devem ser fechados, com exceção de um local, que deve estar permanentemente vigiado.

O Conselho Nacional de Segurança encontra-se reunido para analisar a continuação, ou não, do estado de alerta máximo na capital belga.

As autoridades belgas decidiram manter durante o dia de hoje o alerta máximo na região de Bruxelas, por considerarem que permanece uma “ameaça séria e iminente” de ataques terroristas.

Todas as linhas de metro estão encerradas, assim como as escolas.

As autoridades consideraram haver risco de ataques iminentes em Bruxelas, provavelmente em diversos pontos da cidade, à imagem do que sucedeu em Paris a 13 de novembro.

Os alvos potenciais identificados são locais com grande afluência de pessoas, estando no topo da lista os centros comerciais, as artérias com mais comércio, e os transportes públicos, razão pela qual as recomendações das autoridades permanecem as mesmas que vigoraram durante o fim de semana, estando também desaconselhados eventos que possam atrair muitas pessoas.

No resto do território belga, o nível de ameaça permanece em “3”, na escala até “4”, tendo o primeiro-ministro sublinhado que não se deve subestimar este nível de alerta, que diz respeito a uma ameaça “possível e verosímil”.

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