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Estudantes portugueses competem em desafio de inovação em saúde na Europa com resolução de problemas reais

Através da apresentação de problemas reais e ferramentas de inovação, os programas i-Days, que estarão em mais 20 países europeus em 2019, promovem a inovação em saúde entre estudantes universitários, em iniciativas que duram um a dois dias em diversas instituições académicas pela Europa.

O objetivo dos i-Days é fomentar o trabalho em equipas multidisciplinares, na busca de uma solução inovadora para um desafio real de saúde, apresentado por projetos do EIT Health. Em Portugal participam na edição 2019 a Universidade de Lisboa e a Universidade de Coimbra, ambas parceiras do EIT Health, e também a Universidade do Porto e a Universidade de Évora, que são Hubs do Regional Innovation Scheme (RIS), programa europeu que pretende apoiar as regiões que têm níveis mais moderados de inovação do que outros países da região no que diz respeito ao desenvolvimento de inovação no setor de saúde e outros setores.

Esta é a segunda vez que os i-Days contam com a presença de Hubs na Europa, o que espelha o empenho das regiões com niveis de inovação mais moderados, bem como a atualização das capacidades dos talentos presente nos países do Centro, Leste e Sul da Europa.

Os vencedores locais dos i-Days ganham uma viagem a Paris onde são convidados a desenvolver as suas capacidades de inovação e empreendedorismo e aprimorar a sua ideia no evento anual de vencedores, que se realiza a 1 de dezembro no Palais Brongniart.

Federação Académica: quartos a 300 euros são “incomportáveis”

Estamos a falar de preços na cidade do Porto que rondam os 250 a 300 euros por mês, portanto é metade do salário mínimo nacional e são valores absolutamente incomportáveis para a típica família portuguesa”, observou o presidente da FAP, João Pedro Videira, lamentando que a “maior fatia do orçamento” dum estudante universitário no Porto seja gasto no alojamento

O custo total mensal de um universitário no Porto, explicou, ronda entre os 700 e os 900 euros mensais, atendendo a todos os gastos para a frequência do ensino superior, designadamente propinas, alojamento, alimentação, material escolar e livros.

O presidente da FAP avisou ainda que o Estado continua sem dar uma resposta e os estudantes estão a chegar a uma “situação limite”.

“O Estado, como a própria autarquia neste momento também, tem de começar a dar alguma resposta sobre esta matéria, porque estamos a achegar a uma situação limite, aliás já chegámos a uma situação limite em que se verificam cada vez mais estes valores”.

Muitas vezes os valores das rendas nem sequer têm um contrato de arrendamento e muitas vezes sem despesas incluídas, acrescenta, falando em cerca de “50 euros” a mais para despesas mensais.

“Hoje em dia frequentar o ensino superior no Porto, para quem é estudante deslocado, pode rondar entre os 700 euros e os 900 euros, a mil euros por mês, dependendo do nível de vida”, conclui.

Segundo o presidente da FAP, a realidade na Universidade do Porto é que existem 23 mil estudantes deslocados.

“Temos 1.300 camas de oferta pública no total, mas desse total 100 camas estão inoperacionais e o resto do mercado tem de ser em privados”, com valores “exorbitantes e incomportáveis” para a maioria das famílias portuguesas.

LUSA

Malásia: Pelo menos 25 mortos em incêndio em escola em Kuala Lumpur

Pelo menos 25 pessoas, na sua maioria estudantes, morreram esta quinta-feira na sequência de um incêndio que deflagrou numa escola religiosa em Kuala Lumpur, anunciou o departamento de bombeiros da capital da Malásia.

“Segundo a informação que temos, 25 estudantes e professores morreram no incêndio” ocorrido numa escola no nordeste de Kuala Lumpur, indicou fonte dos bombeiros ao jornal The Star.

O fogo deflagrou na escola Tahfiz Darul Quran Ittifaqiyah, no bairro de Datuk Keramat.

As vítimas “podem ter sucumbido à inalação de fumo ou ter sido apanhados pelas chamas”, afirmou o diretor dos bombeiros de Kuala Lumpur à agência noticiosa francesa AFP.

“Penso que é um dos piores dramas dos últimos 20 anos. Vamos investigar as causas do incêndio”, acrescentou.

As vítimas mortais são 23 estudantes e dois professores.

Doze alunos e dois docentes conseguiram fugir, mas pelo menos quatro ficaram feridos com gravidade e foram hospitalizados, indicaram as autoridades.

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, enviou as condolências aos familiares das vítimas, através de uma mensagem publicada na sua conta na rede de mensagens instantâneas Twitter, a partir dos Estados Unidos, onde se encontra em visita oficial.

Segundo os media malaios, os bombeiros alertaram em agosto para as escassas medidas de segurança contra incêndios nos centros religiosos privados.

De acordo com as autoridades, desde 2015 foram registados 211 incêndios nestes recintos.

Lusa

Em 2016, Portugal acolheu estudantes de 109 países

O ano de 2016 foi um grande ano em termos de mobilidade de estudantes internacionais em Portugal, uma tendência que tem vindo a verificar-se nos últimos anos”, afirmou a Uniplaces, revelando que o número de arrendamentos na plataforma cresceu 183% face a 2015.

Os dados do relatório da Uniplaces sobre o mercado de arrendamento a estudantes são baseados nos contratos de arrendamento mensais feitos por estudantes portugueses e estrangeiros em Lisboa, Porto e Coimbra durante 2016.

Neste âmbito, o relatório concluiu que Lisboa continuou a ser a cidade mais procurada (74%), tanto por estudantes estrangeiros como portugueses, contudo “foi o Porto (21%) que teve a melhor evolução no ano, com o número de arrendamentos a aumentar quase 300% face a 2015”, posicionando-se em último, em termos de preferências, a cidade de Coimbra (5%).

Além do crescimento da procura, a plataforma ‘online’ para alojamento de estudantes universitários registou um aumento do lado da oferta, verificando-se uma subida de 33% no número de anúncios.

Em relação à nacionalidade dos universitários alojados em Portugal através da Uniplaces, 77% dos estudantes eram estrangeiros, provenientes de 109 países diferentes, o que representou “um ligeiro decréscimo face a 2015 (85%)”, de acordo com os dados do relatório.

Do total de estudantes estrangeiros em Portugal, 67% eram provenientes de nove países: Brasil (13%), Itália (11%), Alemanha (10%), França (9%), Espanha (9%), Polónia (5%), Holanda (4%), Grã-Bretanha (3%) e Bélgica (3%).

Sobre a duração da estadia, a média situou-se nos 4,9 meses, verificando-se que são os estudantes portugueses os que ficam alojados durante períodos mais longos, em média um mês a mais do que estudantes estrangeiros (5,7 meses e 4,7 meses, respetivamente).

“Já os gastos com renda mensal, que se situaram nos 415 euros, mostram um cenário diferente: são os portugueses que estão dispostos a pagar menos por renda (395 euros por mês face a 420 euros por mês por parte de estudantes estrangeiros)”, apurou o relatório da Uniplaces, revelando ainda que são os estudantes do Reino Unido que estão dispostos a pagar mais pelo alojamento em Portugal, gastando em média 496 euros por mês.

Os gastos em alojamento também variam consoante a cidade. Lisboa é a cidade onde os estudantes pagam mais por renda mensal, que em média ronda os 438 euros, seguindo-se Porto, com uma renda média de 378 euros, e Coimbra, onde o gasto médio no alojamento é de 274 euros por mês.

“Arrendar um quarto em Lisboa fica, em média, 16% mais caro do que no Porto”, revelou a plataforma.

Relativamente à tipologia do arrendamento nas três cidades, 80% dos estudantes optaram por arrendar um quarto, 19% arrendaram uma casa e 1% arrendou uma cama.

A sazonalidade da procura foi também outro dos pontos abordados no relatório, que mostra a existência de “uma maior procura por arrendamento no início dos semestres escolares”.

“Os meses com maior procura são setembro e fevereiro, sendo que, de modo geral, os estudantes fazem a reserva com um mês de antecedência. A estadia média, de quase cinco meses, corresponde ao período semestral das universidades e dos programas de intercâmbio”, referiu a Uniplaces.

Segundo a plataforma ‘online’, é expectável que a tendência de crescimento do mercado de arrendamento a estudantes em Portugal se mantenha em 2017.

2ª Edição do Portugal’s Future Hoteliers Summit

Portugal’s Future Hoteliers Summit” pretende assumir-se como uma Cimeira inovadora e criativa onde estudantes, professores, líderes da indústria e profissionais podem reunir-se numa plataforma de diálogo para trocar ideias, compartilhar conhecimentos e contactos, enquanto se trabalha em prole de um objetivo comum. As apresentações e partilhas de ideais e conhecimentos serão todos direcionados para a construção de uma ponte entre a indústria e os alunos e, deste modo, incentivá-los a avançar e apoiar a indústria para estar preparada para as futuras gerações. O evento desenvolver-se-á em torno de um concurso destinado aos alunos Portugueses de Hotelaria e Turismo.

O “Hospitality Challenge”, parte integrante e central da Cimeira, será uma competição inovadora dirigida a alunos provenientes de estabelecimentos de ensino superior da área de Hotelaria e Turismo. A equipa vencedora terá a oportunidade única de representar Portugal no “Global Young Hoteliers Summit”, uma competição internacional entre estudantes das mais conceituadas escolas de Hotelaria e Turismo de todo o mundo. O evento terá lugar na prestigiosa escola de Hotelaria, “École Hôtelière de Lausanne”, na Suíça, em Março de 2017.

Escolas participantes no “Hospitality Challenge 2016”

  • Instituto Politécnico do Cávado e do Ave – Escola Superior de Gestão (ESG);
  • Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Vila do Conde;
  • Instituto Politécnico de Castelo Branco – Escola Superior de Gestão (ESG);
  • Universidade do Algarve – Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo (ESGHT);
  • Universidade Europeia;
  • Instituto Politécnico de Leiria (IPL) – Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM);
  • Universidade Católica – Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais de Braga;
  • Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE).

Fisco inspeciona arrendamentos a estudantes

A Autoridade Tributária (AT) está a fazer “ações de controlo ao alojamento local, incluindo o destinado a estudantes”, apurou o JN/Dinheiro Vivo. Por agora, o Ministério das Finanças apenas avança que ainda “não é possível quantificar resultados”, dada a fase em que se encontram os procedimentos. No entanto, adianta que, nos contactos efetuados, os técnicos do Fisco têm “incentivado a regularização voluntária das situações anómalas detetadas”.

Jovem português distinguido no maior concurso do mundo para estudantes de chinês

Apaixonado por teatro e seduzido pela cultura oriental, o português Samuel Gomes foi este mês distinguido com o prémio “Melhor Performance Artística”, no maior concurso do mundo para alunos de língua chinesa, o Chinese Bridge.

“Foi uma surpresa. Entre mais de 100 países, com tanta gente boa, a última coisa que esperas é receber um prémio”, conta à agência Lusa o jovem de 25 anos, natural do Porto.

Licenciado em Línguas e Culturas Orientais, pela Universidade do Minho, Samuel Gomes completou no ano passado um mestrado em Estudos de Teatro, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

A edição deste ano do Chinese Bridge, que decorre em Hunan, província do centro da China, conta com a participação de 146 estudantes de chinês mandarim, oriundos de 108 países.

Samuel, que estuda atualmente no Instituto Confúcio (IC) da Universidade do Minho, é o único concorrente de Portugal.

A declamação do poema Qiang Jinjiu (“Trazei o Vinho”, em chinês), de Li Bai (701-762 D.C.), um dos maiores poetas da China Antiga, valeu-lhe a distinção.

O interesse de Samuel pelo oriente vem “desde muito pequeno”, quando “adorava ouvir música tradicional chinesa” e se deliciava “com fotos de templos chineses”, que chegava a desenhar no infantário.

Em 2009, optou por estudar chinês, ainda a China não era “moda” em Portugal e “os estereótipos sobre o país entre os portugueses eram bastante acentuados”. “Existia uma espécie de complexo em aprender mandarim”, recorda.

Entretanto, o país asiático tornou-se um dos principais investidores em Portugal, comprando participações em grandes empresas das áreas da energia, seguros, saúde e banca. “Hoje, todos os portugueses falam da China”, diz Samuel.

O IC, organismo patrocinado por Pequim para assegurar o ensino de chinês, está já implantado em quatro universidades portuguesas – Aveiro, Coimbra, Lisboa e Minho.

Em 2011, o Instituto Politécnico de Leiria criou, em colaboração com o Instituto Politécnico de Macau (IPM), a primeira licenciatura em Portugal de Tradução e Interpretação Português/Chinês – Chinês/Português.

Desde o ano passado, o ensino de mandarim foi também introduzido em algumas escolas portuguesas, ao nível do secundário e do terceiro ciclo, como alternativa de língua estrangeira.

Em São João da Madeira, no norte de Portugal, aulas de mandarim estão, desde 2012, disponíveis para alunos dos 3.º, 4.º e 5.º ano do ensino básico.

O chinês mandarim é a língua mais falada do mundo e o único idioma oficial da República Popular da China, país com cerca de 1.375 milhões de habitantes – cerca de 18% da população mundial – e a segunda maior economia do planeta.

Para Samuel, trata-se de “uma língua justa, que expõe nitidamente o grau de esforço de quem a estuda”. “Quem a quiser estudar seriamente não pode apenas reter a consciência da dimensão da sua diferença. Tem, sobretudo, de a aceitar e sentir”, realça.

Mais do que o seu sistema de escrita, um dos mais antigos do mundo e constituído por milhares de carateres, é a existência de tons que torna o chinês numa “língua especial”, defende.

Em mandarim, existem quatro tons e mais um quinto tom neutro. A mesma palavra pode ter vários significados, dependendo do tom utilizado. ‘Chi’, por exemplo, quer dizer comer (chi), estar atrasado (chí), régua (chi) ou repreender (chì).

Assimilar estes processos exige anos de dedicação: “Atualmente, estudo cerca de 12 horas por dia. Estudo vocabulário, pratico dicção, vejo televisão chinesa ou faço traduções”, descreve Samuel.

Ainda assim, “tudo isto não chega para se atingirem resultados mais elevados”, admite. Segundo Samuel, para obter um bom domínio da língua chinesa é indispensável imergir na sociedade onde esta é falada. “Preciso da China à minha volta 24 horas por dia”, conclui.

Seis estudantes condenados a 3 anos de prisão por homossexualidade na Tunísia

“Denunciados por vizinhos” e detidos no final de novembro, princípio de dezembro, os seis jovens reconheceram ter tido “práticas homossexuais” e foram condenados na quinta-feira a três anos de prisão, a pena máxima prevista pelo artigo 230 do código penal, disse Boutheina Karkni à agência France Presse.

A medida de proibição de residirem na cidade, igualmente prevista no código penal, será aplicada quando saírem da prisão, adiantou o advogado.

Criticando as “condenações extremamente severas”, Karkni anunciou ter apelado, devendo o recurso ser apreciado num tribunal de Sousse “daqui a 2-3 semanas”.

A associação Shams, que defende a despenalização da homossexualidade na Tunísia, criticou num comunicado o julgamento de Kairouan.

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