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Portugal com 4.º maior aumento dos preços das casas no 3.º trimestre de 2019

Texto e foto: LUSA

Portugal registou o quarto maior aumento homólogo dos preços das casas no terceiro trimestre de 2019, 10,3%, mais do dobro da subida verificada em média na zona euro e na UE (4,1% em ambos os casos), segundo o Eurostat.

Os dados publicados esta quinta-feira pelo gabinete oficial de estatísticas da União Europeia revelam que, entre julho e setembro do ano passado, os preços das casas, medido pelo índice dos preços das habitações, aumentou 4,1% tanto no espaço da moeda única como no conjunto dos 28 Estados-membros face ao mesmo período de 2018 e, respetivamente, 1,4% e 1,5% na comparação em cadeia, com o trimestre anterior.

O Eurostat aponta que os maiores aumentos homólogos dos preços das casas foram registados na Letónia (13,5%), na Eslováquia (11,5%), no Luxemburgo (11,3%) e em Portugal (10,3%), que no segundo trimestre também já registara o quarto maior aumento homólogo entre os 28 Estados-membros (então de 10,1%).

Face ao segundo trimestre de 2019, os preços do imobiliário para habitação subiram de forma mais vincada na Letónia (3,9%) e Eslovénia (3,1%), tendo Portugal registado um aumento de 1,2%, abaixo da média da zona euro (1,4%) e da União (1,5%).

Vendas a retalho sobem em julho na zona euro e UE. Portugal cresce acima da média

Foto LUSA

O volume das vendas a retalho avançou em julho 2,2% na zona euro e 2,6% na União Europeia (UE) face ao mesmo mês de 2018, tendo em Portugal crescido acima da média (4,4%), divulga esta quarta-feira o Eurostat.

Segundo o gabinete estatístico europeu, já face a junho as vendas a retalho recuaram 0,6% em julho na zona euro e 0,5% na UE. Entre os Estados-membros para os quais há dados disponíveis, as maiores subidas nas vendas homólogas no volume de vendas a retalho registaram-se na Roménia (7,5%), em Malta (6,5%), na Hungria e na Eslovénia (6,3% cada), tendo sido registado apenas um recuo, de 0,8%, na Eslováquia.

Portugal viu as suas vendas a retalho aumentarem 4,4% em termos homólogos e manterem-se estáveis face a junho.

Face a junho, os principais recuos nas vendas a retalho observaram-se na Croácia (-3,3%), na Alemanha (-2,2%) e na Bélgica (-1,4%).

Por seu lado, a Irlanda (1,9%), a Eslovénia (1,2%), a Bulgária e Malta (1,0% cada) apresentaram os maiores avanços na variação em cadeia.

 

Fonte: LUSA

Portugal é o 4º país com maior poluição sonora e dos que menos recicla

Fonte LUSA

Os dados são do gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), o Eurostat, e foram hoje divulgados num ponto de situação sobre as cidades e comunidades sustentáveis, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estipulados pela Comissão Europeia.

No que toca ao indicador referente à poluição sonora, 23,5% da população portuguesa afirmava, em 2017, estar exposta ao ruído, percentagem que só ficava atrás de países como a Alemanha (26,1%), Holanda (25,6%) e Malta (24,9%).

Os menos expostos ao barulho eram, nesse ano, a Estónia (8,2%), Croácia (8,6%) e Irlanda (9%), bem abaixo da média comunitária (17,5%).

Já a taxa de reciclagem de resíduos municipais (face ao total de lixo gerado) colocava Portugal, em 2017, no oitavo lugar dos que menos reciclava (28,4%), abaixo da média da UE (46,4%).

Os Estados-membros com maior taxa de reciclagem de lixo municipal eram, há dois anos, a Alemanha (67,6%), a Eslovénia (57,8%) e a Áustria (57,7%), enquanto os que tinham valores mais baixos eram Malta (6,4%), Roménia (13,9%) e Chipre (16,1%).

Outro parâmetro avaliado foi a exposição à poluição do ar (considerando partículas de menor dimensão), no qual Portugal ficou abaixo do total da UE, ao registar uma média de 12 microgramas por metro cúbico contra 14,1 microgramas por metro cúbico a nível comunitário. Ficou, ainda, a meio da tabela entre os 28 Estados-membros.

O país da UE com maior exposição a poluição atmosférica era, em 2017, a Polónia, seguido pela Bulgária e pela Hungria, enquanto os menos expostos eram a Finlândia, a Estónia e a Suécia.

No indicador da sinistralidade rodoviária, Portugal também ficou a meio da tabela relativamente às mortes em acidentes de aviação (com 5,5 mortes por 100 mil habitantes), ainda assim acima da média da UE (de cinco mortes por 100 mil habitantes).

Bulgária, Roménia e Letónia foram os países que, há dois anos, registaram maior número de mortes em acidentes de aviação, contra menos casos verificados na Suécia, Reino Unido e Holanda.

A abordagem da UE para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da UE foi apresentada no final de 2016 pelo executivo comunitário e enquadra-se na Agenda 2030 das Nações Unidas.

Fonte LUSA

Ganha bem ou mal? Saiba com o simulador do Eurostat

Ganhar bem ou mal é subjetivo. Há vários fatores a ter em consideração, tais como, por exemplo, o país onde se vive ou o número de pessoas que constituem o agregado familiar. Ora, o Eurostat disponibilizou um simulador onde é possível perceber se determinada pessoa ganha bem ou mal, mediante o contexto em que está inserido.

Se recuarmos no processo e considerarmos o mesmo agregado familiar mas em França o cenário já é diferente: “o seu rendimento familiar está entre os 10% mais baixos de França”. Este é apenas um dos exemplos que pode ser traçado através do simulador disponível aqui.

O Eurostat deu também a conhecer que o rendimento disponível das famílias cresceu 16% na União Europeia (UE) entre 2000 e 2009, tendo depois recuado cerca de 3% entre 2009 e 2013 – durante a crise financeira – para depois voltar a acelerar 5% entre 2013 e 2016.

Homens ganham mais 17,8% do que as mulheres em Portugal

A disparidade salarial é definida como a diferença entre os vencimentos anuais entre homens e mulheres, mas quando se tem em conta as três desvantagens que estas têm que enfrentar -menor salário por hora, menos horas de trabalho em empregos pagos e taxas de emprego mais baixas — a disparidade de género chegava, em 2014, aos 26,1% em Portugal (UE 39,6%).

No âmbito da promoção da igualdade de géneros, a Comissão Europeia anunciou hoje um plano de ação para acabar com as disparidades salariais entre homens e mulheres, que deverá estar aplicado até ao final do mandato do colégio, em 2019.

O plano de ação prevê o respeito pelo princípio da igualdade salarial, avaliando a possibilidade de alterar a diretiva (lei europeia) sobre a igualdade de género.

Bruxelas quer ainda reduzir o efeito penalizante dos cuidados familiares, apelando ao Parlamento Europeu e aos Estados-membros que adotem rapidamente a proposta de diretiva relativa à conciliação entre a vida profissional e a vida familiar, de abril de 2017.

“As mulheres continuam a estar sub-representadas nos cargos de chefia, tanto na política como nas empresas”, disse a comissária Justiça, Consumidores e Igualdade de Género, Vera Jourová.

A comissária acrescentou que “as disparidades salariais entre homens e mulheres devem acabar porque a independência económica das mulheres é a sua melhor proteção contra a violência”.

LUSA

Economia da zona euro com crescimento homólogo de 1,6% no 2º trimestre

Já na comparação com o primeiro trimestre de 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro aumentou, entre abril e junho, 0,3% na zona euro e 0,4% na UE, a um ritmo mais moderado que no trimestre anterior (0,6 e 0,5% respetivamente).

Um novo boletim sobre o indicador será divulgado a 12 de agosto, indica o gabinete oficial de estatísticas da UE.

 

Portugal é 3.º produtor de tomate na União Europeia

Portugal foi o terceiro maior produtor de tomate na União Europeia (8,0%) em 2015, depois de Itália (36,3%) e Espanha (27,4%), sendo que os três países fornecem quase três quartos do legume, divulgou, esta quarta-feira, o Eurostat.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), Portugal cultiva 2,5% dos legumes e 3,6% das frutas produzidas na UE, que divulga dados do ano passado, sendo o terceiro maior produtor de tomate (8% do total da UE).

No que respeita aos legumes, o tomate é a principal produção na média da UE (35 quilos por habitante), enquanto a maçã (25 quilos por habitante) é o fruto com maior produção.

A Polónia é o principal produtor de maçãs (25% do total), seguindo-se Itália (19,2%) a França (15,5%).

A produção de maçãs em Portugal representa 2,6% do total da UE.

Preços caem 0,2% na zona euro em abril

A energia registou uma queda nos preços de 8,6% em abril em termos homólogos (em março tinham caído 8,7%), o que explicou a queda do índice geral de preços no consumidor na zona euro, refere o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE) em comunicado.

A contrariar a descida dos preços na energia, destaca-se o setor dos serviços, aquele que teve a maior subida de preços em abril (1,0%, face aos 1,4% de março), seguindo-se o da alimentação, álcool e tabaco (0,8%, estável na comparação com março) e o dos bens industriais não energéticos (0,5%, estável face a março).

Um novo boletim, com dados para a UE e Estados-membros, é divulgado a 18 de maio.

Custo da mão-de-obra sobe 1,3% na zona euro no 4.º trimestre de 2015

Entre outubro e dezembro últimos, segundo o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), o custo por hora da mão-de-obra teve as maiores subidas homólogas na Roménia (11,4%), na República Checa (8,6%), na Letónia (7,7) e na Bulgária (5,8%).

As maiores quebras no indicador foram observadas em Itália e Chipre (-0,8% cada), Holanda (-0,4%) e Luxemburgo (-0,1%).

Em Portugal, o custo horário da mão-de-obra subiu 2,0% no último trimestre de 2015, face ao período homólogo.

Emprego cresce 0,3% na zona euro, Portugal com 3.ª maior subida

Já no conjunto dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE), a taxa de emprego entre outubro e dezembro subiu 1,0% na comparação homóloga e 0,1% face ao trimestre anterior.

Entre julho e setembro de 2015, o emprego tinha aumentado 1,1% na zona euro e 1,0% na UE, face ao mesmo período de 2014.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, na variação em cadeia, a taxa de emprego teve a maior subida em Malta (1,7%), na Croácia (0,8%), em Portugal, Espanha, Luxemburgo, Polónia e Suécia (0,7% cada).

As maiores quebras no emprego foram observadas na Estónia (-2,4%), no Reino Unido (-1,0%) e na Lituânia (-03%).

Já na comparação homóloga, a taxa de emprego só diminuiu na Roménia (-0,7%) e as maiores subidas registaram-se em Malta (4,6%), Espanha (3,0%) e Hungria (2,9%). Em Portugal aumentou 1,8%.

 

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