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AlgarveShopping recebe Beauty Days

Instalado no corredor coberto do Piso 1, o espaço dos Beauty Days conta com a participação das marcas de maquilhagem e beleza presentes no AlgarveShopping. Para todos os visitantes apaixonados por estas temáticas, estes 4 dias vão ser únicos!
No espaço dedicado aos Beauty Days, o Centro conta também com a presença de um consultor de imagem, que irá oferecer consultas gratuitas a todos os interessados em dicas profissionais! Para usufruir desta oportunidade, os visitantes devem apenas dirigir-se ao espaço dos Beauty Days das 11h00 às 14h00 e das 15h00 às 19h00 e aguardar pela sua vez, mediante a disponibilidade do profissional.
As novidades não acabam por aqui! Durante os Beauty Days, o AlgarveShopping vai oferecer 100€ em cartão surprise a cada uma das 3 fotografias mais originais tiradas no espaço do evento! Para participar basta ficar atento ao perfil de Instagram do AlgarveShopping, @centro.algarveshopping (não dispensando a consulta do regulamento em www.algarveshopping.com).
Entre os dias 8 e 11 de junho, o Centro acolhe os Beauty Days, com demonstrações de maquilhagem, consultas de imagem e um passatempo imperdível!

Sobre o AlgarveShopping

Inaugurado em abril de 2001, o AlgarveShopping dispõe de uma Área Bruta Locável (ABL) de 46.266 m2, que engloba um total de 125 lojas. Dada a sua localização, o Centro tem uma grande afluência nos meses de verão, bem como nas vésperas de feriado ou em épocas festivas, alternando o seu fecho entre as 23h00 e as 24h00. Os visitantes deste Centro comercial e de lazer podem ainda usufruir dos 2.533 lugares de estacionamento gratuitos e dos inúmeros serviços que tem à disposição, como cadeiras de rodas, carrinhos de bebé, fraldário, Sala de 1os Socorros, entre outros.

A par da experiência única de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, o AlgarveShopping assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social. Todas as iniciativas e novidades sobre o Centro podem ser consultadas no site www.algarveshopping.pt e no facebook www.facebook.com/algarveshopping.

IBM Think Summit Lisboa debate o 2º Capítulo da Transformação Digital

Redefinição digital, acessibilidade, autonomia e segurança assentes num conceito digital, Inteligência artificial e foco na experimentação, são apenas alguns dos temas que estão hoje em destaque no Think Summit 2019, evento organizado anualmente pela IBM Portugal e que reúne especialistas da IBM, parceiros e clientes.

O evento, aborda as grandes tendências e inovações digitais que visam a utilização inteligente de dados, tecnologia e ferramentas digitais eficientes. Debater o papel essencial da tecnologia na competitividade das empresas  demonstrando que a Inovação tecnológica permite não só a eficiência de custos, mas também contribui para conquistar vantagens competitivas com novos modelos de negócio, novas ofertas, novas experiências, novos insights. Partilhar o momento disruptivo que vivemos com o impacto de grandes tendências tecnológicas como Inteligência Artificial, Cloud, Blockchain e Segurança, nas empresas e na sociedade, serão alguns dos temas em debate no evento.

O ThinkSummit 2019 tem início logo pela manhã com António Raposo de Lima, Presidente da IBM Portugal, a abrir a sessão com o tema “Let’s Put Smart to Work” focado no 2º capítulo da transformação digital, destacando as soluções de Inteligência Artificial, a abordagem multicloud e as referências de clientes que estão na vanguarda da inovação.  Passa a palavra a Sam Lightstone, CTO for Data & IBM Fellow, IBM Canadá, que incidirá a sua intervenção no “Data and AI: The largest Technology Disruption in 240 years”. O especialista debate a forma como a Inteligência artificial está a alterar a ciência da computação e a prática da codificação. É uma intervenção que permite aos presentes conhecer ainda mais sobre as vantagens do machine learning e conhecer as mais recentes evoluções do ponto de vista de hardware e software enquanto inovações revolucionárias da indústria.

De seguida, Noel Bravo, Vice President Hybrid Cloud da IBM, baseia a sua intervenção no tema “Accelerating the Enterprise Cloud Journey”. Para as empresas que estão agora a começar a sua jornada para a cloud, pode ser tentador selecionar apenas um fornecedor de cloud, e tentar mover todos os seus sistemas para esse único fornecedor. Mas gerir ambientes com um único fornecedor de cloud, não é, por si só, suficiente para eliminar a complexidade da mudança para cloud: se a escolha de um único fornecedor contemplar soluções mistas de infrastructure-as-a-service (IaaS), platform-as-a-service (PaaS) e software-as-a-service (SaaS), cada uma destas ofertas pode ainda ter que ser gerida separadamente. O porta voz, demonstra que o futuro passa por ambientes multicloud, em que os clientes podem e devem escolher o destino das suas soluções e aplicações baseado numa arquitetura estruturada e nas soluções que melhor respondam à necessidade do seu negócio.

Por último, Chieko Asakawa, IBM Fellow, IBM Research, centra a sua apresentação num tema de real relevância nos dias de hoje “AI for Acessibility”. Nesta última apresentação a investigadora invisual da IBM Research tem a oportunidade de apresentar e demonstrar ao vivo as inovações desenvolvidas com o propósito de otimizar a qualidade de vida de pessoas com deficiência visual. Cega desde os 14 anos, Chieko ajudou a desenvolver várias tecnologias pioneiras de acessibilidade, incluindo o mais antigo navegador de voz dos anos 90, que “abriu” o caminho da Internet para pessoas com deficiência visual. Como membro do corpo docente na Universidade Carnegie Mellon, está a liderar um projeto de desenvolvimento de um sistema de mobilidade com inteligência artificial para cegos e outras populações com deficiência.

Após estas apresentações individuais, realiza-se uma mesa de debate dedicada ao tema “Repensar o futuro das organizações e da sociedade com o impacto das novas tecnologias”, cujo painel conta com a presença, para além de António Raposo de Lima, de Carlos Gomes da Silva, Presidente da Comissão Executiva da Galp, Dulce Mota, Presidente do Banco Montepio, António Almeida Henriques, Presidente da Câmara Municipal de Viseu e Sofia Ferreira, Country Manager da Mundipharma Portugal. A moderação fica a cargo de Clara de Sousa, jornalista da SIC.

Para o encerramento dos trabalhos, antes de almoço, marca presença Pedro Siza Vieira, Ministro Adjunto e da Economia.

No período da tarde teremos o Think Campus com sessões:

  • Cloud & Infrastructure Campus – que apresentará a visão da IBM para o futuro das infraestruturas, num contexto multicloud, aberto, flexível e seguro e a capacidade que a IBM tem em ajudar os clientes na jornada para a Cloud – desde o desenho e criação de modelos em ambiente Cloud garage ao suporte em todas as diferentes etapas da adoção para Cloud.;
  • Security & Resilience Campus – focado nos últimos avanços tecnológicos em cibersegurança, como a segurança e resiliência estão diretamente ligados, e como a IBM é a líder de mercado nestas áreas;
  • Data & AI Campus – que dará a conhecer como a inteligência artificial e a analítica avançada em tempo real, podem gerar valor para as organizações a partir dos seus dados, tais como o exemplo prático que teremos disponível com a KONE no evento.

Ainda no âmbito do Think Summit 2019, decorrem algumas demos de vertente prática.

Um exemplo concreto é o do voto acessível desenvolvido pela IBM no âmbito do orçamento participativo para a Câmara Municipal de Viseu. A solução IBM cobre qualquer tipo de deficiência, sendo 100% acessível para todos. Aliás, este projeto já ultrapassou a barreira da deficiência e pode ser usado por uma população mais idosa que tenha restrições em termos de acessibilidade.  Este é em primeiro lugar um sistema de voto eletrónico na sua base que depois evoluiu para a questão da acessibilidade tendo inclusive já sido testado em cenário de eleições reais para a Associação de Paralisia Cerebral do Porto.

Outra das demos práticas disponíveis é a IBM Cloud Garage, uma plataforma que permite aos clientes trabalhar com especialistas da IBM para desenvolver e testar aplicações em ambientes cloud de forma ágil e segura. Esta agilidade, permite um time-to-deploy de 4 a 6 semanas, com um risco e investimento inicial significativamente reduzidos. Surge também como resposta à escassez de talentos transversal a todo o setor, não só aliviando a necessidade de contratação de especialistas para este processo de development e implementação, mas também promove o desenvolvimento dos talentos internos das empresas.

Já a demo KONE Connected 24/7 é um sistema inteligente de manutenção e ação preventiva em sistemas de escadas rolantes e elevadores. Utiliza sistemas avançados de IoT de forma a trazer serviços de ação preditiva, e os dados analisados na cloud através da plataforma IBM Watson.

Por último, a demo Progress Bar consiste numa demonstração interativa de casos de sucesso da IBM nacionais e internacionais. Cada área de negócio é representada por uma imagem 3D, com possibilidade de proceder ao scanning com leitores NFC e explorar as múltiplas apresentações.

Realizado anualmente, o Think visa ser um espaço de partilha de conhecimento, de troca de ideias e de inspiração. A interação homem tecnologia e o desafio da reinvenção contínua têm sido o ponto base das várias edições, que procura debater e extrair da inovação tecnológica o melhor para os negócios e a vida em sociedade.

A agenda completa do evento está disponível em https://www-05.ibm.com/pt/think-summit/index.html

Matosinhos Independente: 2.º encontro

Neste 2.º encontro terá uma 1.ªparte de conferência com Sofia Vala Rocha com o tema: Dificuldades de Ser Oposição, em que Joaquim Jorge, fundador do MI, será o moderador. E uma 2.ªparte, já sem a presença de Sofia Vala Rocha em que será feitos uma análise política sobre Matosinhos e o processo de candidatura do movimento MI.

Sofia Vala Rocha é vereadora (em regime de substituição) do PSD na CM Lisboa, jurista e participou no programa Barca do Infer­no, da RTP ao lado de Manuela Moura Guedes, Isabel Moreira e Raquel Varela, faz parte das personalidades, que não integram este movimento, mas acederam dar o seu contributo descomprometidamente, que vamos ouvir e aconselharmo-nos. (https://www.matosinhosindependente.pt/espacoCidadao/personalidades.html )

Sofia Vala Rocha tem-se notabilizado na oposição, pelos vídeos que têm feito a chamar à atenção das diversas lacunas do executivo do PS liderado por Fernando Medina e pelas crónicas no semanário Sol.

Mudar Matosinhos é uma responsabilidade de todos. Em democracia os cidadãos têm direitos e obrigações. Um dos seus direitos: é exigir ao executivo responsabilidades pelo uso do poder.

Repolitizar Matosinhos. A pergunta é se existe a possibilidade de que o pêndulo se desloque para o MI e seja possível desalojar o PS do poder?

Sabemos que não é tarefa fácil, mas não é impossível. O PS depois do 25 de Abril esteve sempre no poder, está na hora dos matosinhenses mudarem e darem oportunidade a outras pessoas, outras formas de pensar e de fazer política.

Em Matosinhos a maioria das pessoas depende do PS, em subsídios, nomeações, em todo o tipo de ajudas. Quem vive em Matosinhos, deve ser livre e tentar libertar-se dessas amarras com mais de 42 anos, viver sem favores, compadrio ou amiguismo.

Matosinhos tem que acabar com a “votocracia” em que os matosinhenses votam sempre no PS – temos que  demonstrar que o PS não é o dono de Matosinhos , temos qua acabar com os políticos de sempre,  a presunção de que sem “eles” não se consegue fazer nada, assim como, a  sobranceria que usa e abusa o PS em Matosinhos.

Temos que acabar com casos como a Realidade Social https://tvi24.iol.pt/sociedade/programa-ana-leal/ana-leal-negocio-com-4-milhoes-de-prejuizo-salva-candidatura-de-autarca-do-ps?fbclid=IwAR3OuU_ZYpJ1GUNvB1etxSDPcQMPtoNUP8M3eAqMEQt0ekrysUzSA1HPQPk)

ou Raf Park https://www.publico.pt/2018/03/25/local/noticia/do-raf-park-que-ia-trazer-multidoes-a-matosinhos-sobra-a-ruina-e-a-factura-paga-pela-compra-e-arrendamento-dos-terrenos-1807727

ou ajustes directos sem nexo https://www.cmjornal.pt/portugal/cidades/detalhe/ajuste-da-3500-por-mes-a-ex-gestora-municipal

ou negócios deste tipo. https://www.publico.pt/2018/11/20/local/noticia/matosinhos-reverte-permutas-resolver-erro-podera-sair-caro-cofres-autarquia-1851831

Matosinhos tem que deixar de ser subserviente ao Terreiro do Paço. Matosinhos é dos matosinhenses e não é de quem exerce o poder.

Assuntos como das obras do Porto de Leixões, a CM Matosinhos não deve nem pode ajoelhar-se ao Poder Central estando comprometida.

O frenesim de anúncio de obras e projectos como o da Quinta da Conceição, assim como outras. Essas obras já deveriam ter sido feitas e um pedido de desculpas aos matosinhenses por anos e anos de atraso. A mobilidade é uma lástima: vários desastres de automóvel provocados pelas lombas e camionetas a arder da Resende. https://www.jn.pt/local/noticias/porto/matosinhos/interior/acidente-em-s-mamede-faz-varios-feridos-10468729.html .

O MI teve um inquérito a decorrer (https://docs.google.com/forms/d/1mcU5-bRCuO1joiYKJ7G2iEeMEWIdNHNFKeoJX4MHGfY/prefill ). Os temas que mais preocupam os subscritores e simpatizantes: mobilidade; ambiente; subsídios; habitação.

Nesse inquérito  https://www.matosinhosindependente.pt/inquerito/index.html das várias razões para apoiarem este movimento sobressai: ser um movimento independente dos partidos, querer melhorar Matosinhos e ter à sua frente Joaquim Jorge.

Este encontro é importante para fazermos um balanço da recolha de assinaturas iniciada no início do ano.

O nosso objetivo está a ser conseguido, já temos cerca de 2.500 assinaturas.

1- 2.500 assinaturas até Junho 2019

2- 5.000 assinaturas no final de 2019

3- 5.000 assinaturas em 2020

4- 5.000 assinaturas em 2021

Apercebemo-nos que os jovens aderem mais facilmente, isso, deve-se a estarem mais abertos à mudança. O futuro é dos jovens e procurar cativar quem se abstém, no concelho de Matosinhos, a abstenção nas diversas eleições anda à volta de 50%.

Achamos que é natural um concelho dominado pelo PS há mais de 42 anos, os mais idosos mostrarem alguma relutância e já não acreditarem em nada. Mas temos que mudar essa mentalidade e dar-lhes alguma esperança e fazer-lhes ver que vale a pena.

É importante os matosinhenses saberem que assinar uma propositura é permitir que o Matosinhos Independente possa concorrer às autárquicas em 2021, que é diferente de o apoiar. Isso, com tempo temos que o merecer.

Há um nervoso “miudinho” contra o MI com calúnias e difamações à mistura. Afirmações deste tipo: “Uma candidatura autárquica deve ser composta por gente da terra”, “Joaquim Jorge quer um tacho”, “Joaquim Jorge quer formar um partido político”, “Não assinem as proposituras”, “Já há independentes que chegue em Matosinhos”, etc.

O Joaquim Jorge ser nascido e criado em S. Mamede de Infesta não interessa, o que interessa é outros virem de longe e nem serem de Matosinhos. Joaquim Jorge ser professor de carreira toda a sua vida, não é ter emprego! Santa ignorância! É proibido por lei na Constituição a existência de partidos regionais.

Por fim, assinar uma propositura é um acto cívico que se limita a permitir que o MI possa concorrer e seja alternativa, não é apoiar nem tem nenhumas implicações.

Em Matosinhos há medo e receio de tudo, mas também, nos apercebemos de quem está há muito tempo no poder ter medo e receio de perder os seus lugares e privilégios.

Lisboa acolheu um dos maiores eventos mundiais sobre o mar

A capital foi escolhida pela Comissão Europeia como lugar para discutir temas atuais sobre os oceanos à escala global, no Centro de Congressos de Lisboa.

O European Maritime Day é um evento anual promovido desde 2008 pela Direção-Geral dos Assuntos Marítimos e das Pescas (DG MARE) da Comissão Europeia que reúne mais de um milhar de intervenientes nas diferentes fileiras da economia do mar.

Apresentado como a “WebSummit do Mar”, este palco internacional de debate do mar esteve este ano focado no empreendedorismo, pesquisa, inovação e investimento, com vista a aumentar as tecnologias sustentáveis e cadeias de valor emergentes na vasta economia do mar.

O Comissário Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, Karmenu Vella, o Diretor-Geral da DG MARE (Direção-Geral dos Assuntos Marítimos e das Pescas), João Aguiar Machado, e o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, foram outras presenças ilustres neste evento, organizado pela Comissão Europeia, com o apoio do Ministério do Mar de Portugal e da Câmara Municipal de Lisboa, e que conta já com a 12.ª edição das comemorações do Dia Europeu do Mar, sendo esta edição a primeira que se realiza em Portugal.

No seu discurso de abertura do European Maritime Day e satisfeita com os números associados ao evento que contou com a maior adesão de sempre, 1.400 participantes, a Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, não pode deixar de realçar que estes números são demonstrativos da importância do Oceano, da alta dinâmica em que se encontra a economia do mar e do papel central que a União Europeia tem vindo a desempenhar no seu sucesso.

“Por isso o tema desta 12ª edição do European Maritime Day não poderia ser mais adequado: Empreendedorismo, Investigação, Inovação e Investimento Azuis. Com efeito, este é um dos vetores centrais da estratégia estruturada pela Comissão, e por isso cumprimento o Comissário Karmenu Vella, e igualmente prosseguida pelo governo português, através do Ministério do Mar”, disse a Ministra do Mar durante o seu discurso.

Salientou, ainda, que o Mar poderá ser, sem dúvida, o motor de desenvolvimento sustentável de Portugal, a via para construir prosperidade com sustentabilidade.

“Quando avançámos com a implementação da estratégia de governação inteligente do mar no início desta legislatura, lançámos um conjunto de iniciativas destinadas a efetivar um melhor ordenamento do espaço marítimo, desenvolver modelos de negócio de baixo carbono na economia azul e suplantar os constrangimentos dos custos de contexto do investidor, da fraca oferta de financiamento e de um ecossistema de inovação ainda incipiente”.

GOVERNAÇÃO INTELIGENTE DOS OCEANOS

Nos mesmos dias, na Gare Marítima de Alcântara, realizou-se a 4.ª edição do Oceans Meeting, evento promovido pelo Ministério do Mar de Portugal e que vem ganhando prestígio ao longo dos anos.

Este ano, a edição do Oceans Meeting incidiu sobre o tema central “Governação Inteligente dos Oceanos”, propondo cinco painéis para reflexão: Governação dos Oceanos e Partilha de Dados; Inovação, Startups Azuis e Financiamento; Tecnologias de Limpeza dos Oceanos; Governação dos Oceanos – Desafios dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento; Governação Inteligente dos Oceanos – Cooperação para Soluções Práticas.

No discurso de abertura do evento, a Ministra do Mar alertou para os desafios do mar. “O Oceano está no centro dos desafios globais que a Humanidade enfrenta. Desafios como o lixo marinho, as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, a segurança alimentar e, claro, a sustentabilidade. Enfrentar estes desafios globais e ao mesmo tempo desenvolver estas novas oportunidades de riqueza implica indubitavelmente uma governação do oceano assente na exploração e utilização sustentável dos recursos marinhos. O aproveitamento dos recursos só será benéfico se for sustentável”.

É por isso que a sustentabilidade é o centro de uma governação inteligente do oceano, o tema do Oceans Meeting 2019, organizado pelo Governo através do Ministério do Mar.

“A governação inteligente do oceano é um foco estratégico que se encontra alinhado com a Agenda 2030 da ONU: agir para promover a prosperidade, protegendo o planeta. Ou seja, a erradicação da pobreza tem de estar de mãos dadas com o combate às alterações climáticas e à proteção ambiental. E o Oceano é a principal arma de combate aos efeitos nefastos das alterações climáticas”, realçou a Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino.

O Oceans Meeting contou com a presença de organizações Internacionais como a ONU, Comissão Europeia, IMO, entre outros, e, em números revistos estiveram presentes e representados 64 países, 47 delegações, 1 chefe de Estado, 22 Ministros, 8 Secretários de Estado, 7 organizações Internacionais, 203 participantes internacionais, 100 participantes nacionais.

CoimbraShopping recebe Showcookings imperdíveis

Sónia PontesAfonso Vilela, alunos do curso de Técnico de Restauração da Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL) da Mealhada e dois restaurantes – Green Noodles & Cª – são os responsáveis por aguçar o apetite dos visitantes do Centro, durante estes dois dias.
Este programa de showcookings inicia no dia 25 de maio, às 11h00, com a presença de Sónia Pontes. Tendo conquistado o segundo lugar no MasterChef Portugal, a chef é, atualmente, jurada do programa “As Receitas lá de Casa” e consultora de investigação e desenvolvimento na fábrica onde criou a sua iguaria: “O Bolo de Laranja da Sónia”. Apaixonada por recriar receitas, a chef vai ensinar todos os truques e dicas numa experiência de cozinha ao vivo.
Às 16h00, entra na cozinha Afonso Vilela, vencedor do MasterChef Celebridades. Ator e manequim, Afonso é também apaixonado pela cozinha e por tudo o que envolve criatividade com os alimentos. Neste dia, o vencedor do conhecido programa de culinária vai partilhar com todos os visitantes as suas receitas preferidas!
Ainda neste dia, às 18h00, o Restaurante “Green” arregaça as mangas para um showcooking completo. Conhecido pelas suas opções naturalmente saborosas e biológicas, Green vai dar conhecer aos visitantes algumas das técnicas para a confeção dos seus pratos.
O dia 26 de maio conta com a presença dos alunos da EPVL que, entre as 11h00 e as 17h00, revelam todos os segredos para a confeção de uma refeição completa: acepipes e salgadinhos, sobremesas, um prato e uma bebida para acompanhar são as opções que os alunos vão cozinhar ao vivo.
O fim de semana de experiências gastronómicas termina com o showcooking do restaurante Noodles e Cª, às 18h00. Único em Coimbra e reconhecido por aliar a tradição asiática à inovação na cozinha, o restaurante promete oferecer a todos os visitantes uma viagem de sabores com um showcooking cultural.
O piso 1 do Centro vai ser transformado numa verdadeira cozinha que viaja pelos sabores e gastronomias de todos os convidados!

Sobre o CoimbraShopping

Localizado numa zona privilegiada da cidade, o CoimbraShopping tem acompanhado, desde a sua abertura em 1993, o enorme crescimento urbanístico que se tem desenvolvido na área circundante. A sua centralidade, servida por uma facilitadora rede de transportes, e a sua diversidade de oferta de serviços e lazer, faz com que seja um espaço comercial de referência na cidade de Coimbra.

Provido de um parque de estacionamento gratuito com capacidade para 1143 viaturas, o CoimbraShopping dispõe de 2 pisos, numa Área Bruta Locável (ABL) de 27.048 m2, com 58 lojas que têm vindo a ser renovadas para irem ao encontro, cada vez mais, da preferência dos seus clientes que procuram uma oferta diversificada e um atendimento personalizado. Exemplo desta renovação contínua são o hipermercado Continente, a conveniência da Farmácia e de um Ginásio de grande dimensão e ainda a acolhedora zona de Restaurantes com luz natural. No final de 2018, o Centro passou a contar com um serviço completo de lavagem automóvel no parque de estacionamento.

A par da experiência de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, o CoimbraShopping assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social. Todas as iniciativas e novidades sobre o Centro podem ser  consultadas no site www.coimbrashopping.pt e na Mobile App.

CDI Portugal comemora 6 anos com debate sobre impacto da ciência dos dados na educação

O evento contará com as presenças da Subdiretora-Geral da Educação, Maria João Horta, e do Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Data Science, João Pires da Cruz, que darão os seus contributos para o atual e importante tema da análise dos dados no futuro da Educação. O evento contará ainda com a presença de Pedro Rebelo de Sousa, João Pedro Tavares e Margarida Ferreirinha do CDI Portugal, e ainda de Guilherme Collares Pereira, board member do Apps for Good UK.

A equipa de alunas da Escola Quinta do Marquês, em Oeiras, vencedora da quarta edição do Apps for Good com a aplicação ‘1936’ – inspirada no livro de José Saramago “O ano da morte de Ricardo Reis” e que disponibiliza dois roteiros pela cidade de Lisboa para facilitar o estudo da obra – também marcará presença com a apresentação da sua ideia. 

Agenda 6º Aniversário CDI Portugal

Dia: 23 de maio 2019

Hora: 17h30-18h30

Local: SRS Advogados – Rua Dom Francisco Manuel de Melo 21, Lisboa

“O balanço dos seis anos de existência do CDI Portugal é a constatação do crescimento e consolidação do nosso trabalho. O programa Apps for Good tem sido um sucesso e excedido todas as expectativas e os Centros de Cidadania Digital estão a transformar e a promover a cidadania ativa e a inclusão digital. Este ano estamos a fazer o piloto do Programa Muda na Escola em 18 escolas e vamos lançar novos projetos e continuar a demonstrar a forma inovadora como o CDI Portugal encara os problemas sociais e a forma de os resolver ou atenuar”, afirma João Baracho.

O diretor executivo do CDI Portugal salienta que “É muito importante que a comunidade se aperceba que existe uma nova Economia Social, fundamental para a sustentabilidade do planeta não só no aspeto ambiental, mas também social e económico com um papel cada vez mais importante nas opções politico-estratégicas de cada país”.

O CDI é uma das mais reconhecidas Organizações Não-Governamentais a nível mundial com a missão de inclusão e inovação social através da utilização da Tecnologia. Lançado há cinco anos pelo CDI Portugal, o Apps for Good é um programa educativo tecnológico que pretende seduzir jovens (entre os 10 e 18 anos) e professores para a utilização da tecnologia como forma de resolver os seus problemas, propondo um novo modelo educativo mais intuitivo, colaborativo e prático. O objetivo do programa é o desenvolvimento de Apps para smartphones e tablets que possam contribuir para a resolução de problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo em que vivemos.

Operacionalizado pelo CDI Portugal e promovido pela Câmara Municipal de Valongo, o Centro de Cidadania Digital está na sua segunda edição em Valongo. A metodologia de resolução de problemas da comunidade, característica do CDI Portugal, adaptou-se às autarquias produzindo o Centro de Cidadania Digital que é um laboratório vivo onde a tecnologia é usada como meio para um fim social. O compromisso é ajudar as pessoas a apropriarem-se das TIC transformando-as em pessoas mais colaborativas e empreendedoras, no encontro de soluções conjuntas para a sua vida e comunidade. 

Sobre o CDI

O CDI nasceu no Brasil há 24 anos, foi fundada por Rodrigo Baggio, e é uma das mais reconhecidas Organizações Não-Governamentais a nível mundial, estando em mais de 15 países.

Em Portugal o CDI é responsável pelo Apps for Good, Centro de Cidadania Digital e pelo Muda na Escola.

Para mais informações, aceda a http://cdi.org.pt/ ou www.facebook.com/cdiportugal

Conferência “GSK – 50 anos a respirar inovação”

A iniciativa inclui um debate sobre “O contributo da inovação na resposta aos principais desafios da área respiratória em Portugal”, no qual participam representantes das principais sociedades médicas e associações de doentes ligadas à saúde respiratória em Portugal (ver programa abaixo). David Allen, SVP Medicine Design – Medicine Science & Technology da GSK, Silvia Guichardo, Diretora-Geral da GSK em Portugal, e Christopher Sainty, Embaixador Britânico em Portugal, são também presenças confirmadas.

As doenças respiratórias são um verdadeiro problema de saúde pública mundial. Calcula-se que, em todo o mundo, existam 300 milhões de pessoas a sofrer de Asma, 210 milhões de pessoas afetadas por Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e 3 milhões com outras patologias respiratórias crónicas[1]. Segundo a Organização Mundial de Saúde, as doenças respiratórias são responsáveis por 3,9 milhões de mortes por ano, sendo que, em 2030, a DPOC pode tornar-se na terceira causa de morte em todo o mundo[2].

De acordo com o mais recente relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias estas patologias foram causa de 13.474 mortes em 2016[3]. Isto é, morrem cerca de 48 pessoas por dia (duas pessoas por hora) em Portugal devido a doenças respiratórias[4]. (13º Relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias).

Sobre a GSK

A GSK é uma multinacional farmacêutica, impulsionada pela ciência e inovação, com um propósito especial: ajudar as pessoas a fazerem mais, sentirem-se melhor e viverem mais tempo. Com uma história que começou há 300 anos atrás, a GSK emprega mais de 100 pessoas em Portugal na área farmacêutica. A sua ambição é ser uma das empresas farmacêuticas mais inovadora, com melhor performance e de maior confiança do mundo. Para saber mais: www.gsk.pt.

[1] Dados do Programa Nacional para as Doenças Respiratórias da Direção Geral da Saúde.

[2]  World Health Statistics; Geneva, WHO, 2008

[3] 13º Relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias

[4] 13º Relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias

“The power of imperfection” é o evento que vem provar que as imperfeições têm lugar nas empresas

O evento que teve lugar no dia 14 de março, Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa prometia ser disruptivo logo à chegada com um staff e espaço arrojado capaz de fazer inveja aos bastidores do filme “Back to the Future” de 1985. O conceito foi apreciado com agrado a cada convidado que ia enchendo o espaço reservado à receção. Os maiores mistérios residiam nas salas onde os mais recentes produtos da consultora iam ser apresentados.

Aos poucos, foram sendo desvendados. Divididos por pulseiras de cores diferentes, assim se formaram três grupos de convidados que, encaminhados pelo staff iam sendo levados de sala em sala. Uma sala para cada produto e apresentações extenuantes dos responsáveis por cada nova aposta da consultora.

Os novos produtos são fruto de muita investigação, brainstorming e de uma visão de futuro arrojado. Para pessoas que não querem rotinas, para empresas que não querem burocracias e para consumidores que querem acima de tudo inovação.

Chamam-se Diversity Driving DNA; Mapping and Matching (M&M); High Organic Performance (HOPe) e SPIL program.

A tocar uma visão futurista, os convidados eram surpreendidos sempre com salas repletas de surpresas. Com apresentações diferentes do habitual, a SDO Consulting quis provar que, o fazer diferente e bem, é uma realidade.

DIVERSITY DRIVING DNA

Este é um produto para impulsionar equipas através da colaboração e diversidade.

“A diversidade das equipas é o novo DNA das equipas”. Tal diversidade procura transformar as equipas ao invés de se concentrar na busca incessante de altos rendimentos. Esta solução pode ser vista como um projeto de transformação aproveitando as diferenças com que cada elemento da equipa contribui. Tal transformação revela benefícios como inovação, colaboração, capital intelectual e EVP e employer branding, que nada mais é do que tornar a marca atrativa e, por conseguinte, mais forte.

HOPE – HIGH ORGANIC PERFORMANCE

Já não se fala em mudança na SDO mas em evolução permanente e, neste sentido, nasce o HOPe – uma solução ambiciosa e que ajudará as organizações a ganharem agilidade competitiva para uma gestão consistente. Tudo isto através de cinco dimensões: pessoas, arquitetura, estratégia, cultura e liderança.

Esta solução pretende romper com os clássicos e, muitas vezes ineficazes, modelos de gestão. Para contrariar um tipo de liderança mais rígida e começar a olhar para o potencial humano como motor para a evolução tecnológica inevitável. Para isso existe um fator-chave: feedback contínuo de forma a conquistar uma melhoria contínua. O HOPe fará um speed scanning do que se passa na organização e para depois, através de uma análise possa implementar um plano de ação com base nas necessidades de cada cliente/organização.

M&M – MAPPING AND MATCHING

Tornar as organizações mais ágeis e eficazes para conseguirem ter equipas mais diversas e robustas.

A SDO está certa de que as empresas ainda padecem de uma lentidão na tomada de decisões e de que grande culpa do flagelo reside na falta de equipas rápidas e ágeis. Por isso mesmo esta solução incide na origem da formação de uma equipa.

São então criadas as chamadas UPTeams com base nas competências pretendidas para dar resposta a um determinado desafio organizacional.

De forma a criar as UPTeams, a SDO propõe fazer um mapeamento das capacidades e talentos dos colaboradores para descobrir o match perfeito. Com esta abordagem, a M&M promete conseguir resultados, compromisso e empoderamento.

São seis pilares de abordagem: estratégia, singularidade, organicidade, proatividade, agilidade e transparência.

Nesta era, a empresa consultora sugere aos seus clientes a disrupção com a tentativa, tantas vezes falhadas, de atingir níveis de perfeição e chama à atenção para aquilo que nem sempre é visível como por exemplo as valências de marketeer que um contabilista possa ter.

SPIL PROGRAM

Esta é a solução criada a pensar no líder e em como tornar as suas vulnerabilidades em mais-valias. A liderança é posta à prova todos os dias e nem sempre corresponde às expectativas. De forma a tornar a liderança mais eficaz, poderosa e certeira, antes de conhecer as suas equipas, um líder tem que se conhecer primeiro. As dúvidas fazem parte e as perguntas podem e devem ser feitas. A SDO desafia assim pessoas que ocupem cargos de liderança reflitam e entendam que o que, à partida parecem fraquezas, podem ser desmontadas e tornarem-se casos de sucesso e superação.

O programa desenvolve-se em três fases:

Selfie report, onde é realizado um diagnóstico sobre as vulnerabilidades de cada participante; o deep program, uma fase de três workshops: (in (pulse), inner (pulse) e our (pulse) e o Call2Action, um período de coaching individual para a implementação do programa que foi sendo definido ao longo das duas etapas anteriores. Com este produto, a SDO acredita que haverá um maior envolvimento das equipas, um maior foco no autodesenvolvimento, uma consciencialização acerca dos objetivos comuns, uma maior elasticidade no papel do líder perante uma gestão relacional e emocional. Tudo isto trará uma promoção de práticas inovadoras e adaptadas à realidade organizacional, tendo por base uma cultura de autenticidade.

As quatro soluções apresentadas são o resultado de anos de pesquisa e de rígida investigação e pretende revolucionar métodos arcaicos e sem resultados que persistem nas empresas teimosamente. O evento terminou com um jantar onde todos os convidados se mostraram alegremente surpreendidos e convencidos a tornarem as suas empresas um lugar onde os seus colaboradores gostem de estar.

O QUE ELES DIZEM…

Paula Oliveira senior partner na SDO Consulting

“Este evento é o lançamento da nova SDO e de um conjunto de serviços que propomos ao mercado para contrariar a tendência da perfeição e mostrar assim que é na nossa imperfeição que reside muitas vezes a nossa mais-valia”.

Patrícia Halm Administradora na SDO Consulting

“Este é um dia histórico para a SDO, que se reinventou passados 26 anos e, que está a fazer história no novo mercado das organizações. Este evento representa aquilo em que na SDO acreditamos: nas pessoas e nas suas singularidades. Queremos celebrar isto e trabalhar as pessoas neste sentido”.

Ricardo Fortes da Costa Managing partner na SDO Consulting

“Este evento é extremamente importante para nós porque é hoje que celebramos com os nossos clientes aquela que é a grande mudança que estamos a operar. Querendo, no fundo, lançar as tendências atuais no mercado e que cultivamos dentro da SDO”.

É urgente uma resposta mais agressiva na gestão do risco cardiovascular em pessoas com diabetes

“Atualmente é muito clara a necessidade de gerir de forma mais agressiva o risco de doença cardiovascular nas pessoas com diabetes, visto que são as doenças cardiovasculares a causa mais comum de morte entre os adultos com diabetes”, alerta José Luís Medina, presidente do 2.º O Coração da Diabetes, encontro organizado pela Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), que junta no Porto centenas de profissionais de saúde em torno das principais questões relevantes na diabetes e doenças cardiovasculares.

A segunda edição deste encontro nacional realiza-se a 22 e 23 de março na Fundação Engenheiro António de Almeida, centrando o debate na diabetes e na relação desta doença crónica com as doenças cardiovasculares e outras complicações, o seu peso na qualidade de vida dos doentes e cuidadores e para o próprio Estado e Serviço Nacional de Saúde.

A prevalência da diabetes tem vindo a aumentar nos últimos anos, o que realça a importância de diagnosticar e tratar a diabetes de forma adequada e explica o empenho da APDP na organização deste encontro.

“A diabetes afeta mais de um milhão de portugueses. 30% dos internamentos por acidente vascular cerebral (AVC) são em pessoas com diabetes e perto de 1/3 dos internamentos por enfarte agudo do miocárdio ocorrem em pessoas com diabetes. Não podemos ignorar esta doença nem as complicações a ela associadas”, afirma o endocrinologista.

O 2º O Coração da Diabetes vai juntar mais de 200 participantes, entre profissionais de endocrinologia, cardiologia, medicina interna e medicina geral e familiar, as áreas que mais lidam com o flagelo da diabetes e das suas complicações.

“Apesar dos progressos já alcançados na gestão dos níveis glicémicos e no tratamento dos fatores de risco cardiovascular, a taxa de mortalidade em pessoas com diabetes tipo 1, por exemplo, ainda é elevada”, explica José Luís Medina, acrescentando que “por se manifestar mais cedo na vida do doente [por exemplo em criança ou adolescente] na diabetes tipo 1 as complicações vasculares começam a desenvolver-se cedo, logo no início da doença, embora se manifestem depois na idade adulta”. Os temas a abordar no encontro têm uma relação direta com a prática clínica, procurando respostas para as importantes questões que assolam médicos e doentes na gestão da diabetes e das complicações a ela associadas. Obesidade, hipertensão arterial e insuficiência cardíaca, cirurgia bariátrica como meio de proteção vascular, síndrome metabólica na mulher e biomarcadores e outras formas de diagnóstico em doentes sem sintomas são alguns dos temas em foco neste encontro.

A diabetes é hoje uma das principais causas de morte, principalmente por implicar um risco significativamente aumentado de doença coronária e de AVC. Em 2014 a diabetes representou cerca de oito anos e meio de vida perdida por cada óbito por diabetes na população com menos de 70 anos.

Sobre a APDP

Fundada em 1926, a APDP é a associação de pessoas com diabetes mais antiga do mundo. Com cerca de 15 mil associados, desenvolve a sua atividade na luta contra a diabetes e no apoio à pessoa com esta doença, tendo sempre como meta a integração das pessoas com diabetes enquanto elementos ativos na sociedade. A APDP tem sido pioneira na prevenção, na educação e no acompanhamento personalizado. Conhecer melhor a doença e explorar novas formas de tratamento são os seus principais objetivos, a par da criação de estruturas capazes de dar resposta aos diversos problemas que envolvem a diabetes. www.apdp.pt

“Cidades Inteligentes – Um novo centro de competências em Portugal?”

Num momento em que as “Smart Cities” estão na agenda da União Europeia e em que já emergiram em Portugal projetos nesta área, a plataforma Portugal Agora junta em conferência representantes de empresas de referência e do Setor Público para debater o tema “Cidades Inteligentes – Um novo centro de competências em Portugal?”. A iniciativa tem lugar a 26 de março, no Jupiter Lisboa Hotel, em Lisboa.

Inês Ferreira (Altice Portugal), José Gonçalo Regalado (Millennium BCP), Miguel Pinto Luz (Câmara Municipal de Cascais), Nuno Piolty de Almeida (Samsung Electronics Portugal) e Luís Bravo Martins (IT People Group) são os oradores convidados para tentar responder a questões relacionadas com o papel da tecnologia e da inovação, processos de gestão urbana, sustentabilidade, atratividade e qualidade de vida das cidades e a possibilidade de criar um novo centro de competências em Portugal.

“A tecnologia atual apresenta-nos possibilidades de inovar na gestão urbana de forma nunca antes vista: no planeamento de espaços, numa maior conectividade entre pessoas e instituições, na busca de soluções que maximizem a eficiência energética, na gestão de resíduos e sustentabilidade ambiental, em novos modelos de mobilidade urbana e mesmo na alavancagem da uma cidadania mais ativa. Todas estas dimensões se conjugam nas chamadas Smart Cities.” explica Carlos Sezões, Coordenador do Portugal Agora.

O responsável do projeto acrescenta que “governar é tomar opções e definir uma estratégia, é decidir o que fazer e o que não fazer. Parece-me, pois, que criar condições para uma maior atratividade e qualidade das nossas cidades devia ser um desígnio para a próxima década.”

O tema em discussão encerra notório potencial, com a expectativa que o mercado global de Smart Cities alcance mais de 1,5 triliões de dólares até 2020, entre projetos embrionários e experiências mais consolidadas. Estudos recentes estimam mais de 600 projetos de cidades inteligentes a nível global até ao final da presente década. Muitas são iniciativas de “refundação” inteligente de cidades com séculos de história, exemplo de Santander, Barcelona ou Amesterdão, a par da construção de cidades de raiz.

As cidades, como polos de atração e inovação social, têm e continuarão a ter um papel importantíssimo no desenvolvimento humano. O talento, capacidade de inovação e competências tecnológicas de instituições portuguesas, pode ser decisivo, com ideias a aplicar na inovação local e, quem sabe, a exportar. Iniciativas meritórias, como eventos, debates e plataformas, têm emergido nos últimos anos, agregando os esforços de dezenas de entidades para potenciar o desenvolvimento de soluções inovadoras nestas áreas.

A participação na conferência, à semelhança de todos os eventos da plataforma Portugal Agora, é de entrada livre mediante inscrição prévia através do endereço info@portugalagora.com. 

PROGRAMA:

17.30h – Abertura: Carlos Sezões (Coordenador do Portugal Agora)

17.45h – Painel de oradores:

  • Inês Ferreira (M2M and IoT Group Product Manager – responsável pela Internet Of Things da Altice Portugal)
  • José Gonçalo Regalado (Chief Marketing Officer – Corporate & SMEs ∙ Millennium BCP)
  • Miguel Pinto Luz (Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais)
  • Nuno Piolty de Almeida (B2B Enterprise Sales Manager – gestor de desenvolvimento de negócio da Samsung Electronics Portugal)
  • Luís Bravo Martins (Head of Marketing – IT People Group, especialista em AV/VR – Realidade Aumentada e Realidade Virtual)

19.00h – Debate

19.30h – Encerramento 

Sobre o Portugal Agora:

O projeto “Portugal Agora” destina-se a criar uma visão, desdobrada em modelos estratégicos para o país, para as próximas décadas. Tal será conseguido através de um espaço plural de discussão, durante um período delimitado, com o intuito de determinar onde são possíveis convergências, que se materializem em prioridades, nas quais Portugal se possa desenvolver. O projeto assume dimensões estratégicas – Atratividade, Conhecimento, Empreendedorismo – para Portugal e quer ligá-las à execução e à ação. Informações adicionais: http://www.portugalagora.com/

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