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Interior do país é o mais afetado por falta de medicamentos

Fonte iOnline

Percentagem que chega quase aos 70% nos distritos de Beja e Guarda (68,22% e 67,30%, respetivamente). Números que indicam que a falta de medicamentos nunca afetou tanto os portugueses. Estes dados foram revelados por uma sondagem realizada pelo Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (CEFAR).

A indisponibilidade de medicamentos levou ainda 1,4 milhões (21,50%) de utentes a recorrer a consulta médica para alterar a prescrição. O recurso a estas consultas causou elevados custos quer para o sistema de saúde (35,3M€ a 43,8M€), quer para o utente (2,1M€ a 4,4M€). As regiões mais desertificadas e economicamente mais desfavorecidas do interior do país são as que registam mais ocorrências deste tipo.

A população do distrito de Beja surge no estudo como uma das mais prejudicadas, registando o maior número de pessoas obrigadas a interromper o tratamento devido à falta de determinados fármacos: 9,30%, quase o dobro da média nacional (5,70%).

Enquanto a média nacional é de 21,50%, em Bragança o valor atinge os 31,17% e regiões como Viseu, Beja e Guarda rondam os 30%.

Os inquéritos para o relatório sobre o “Impacto da Indisponibilidade do Medicamento no Cidadão e no Sistema de Saúde”, da CEFAR, foram realizados na primeira semana de abril deste ano e contaram com a participação de utentes de 2.097 farmácias em Portugal.

Os Medicamentos Genéricos são “uma marca de todos”

Com o apoio das Farmácias Portuguesas e da Ordem dos Farmacêuticos, a campanha multimeios “Medicamentos Genéricos, uma marca de todos” foi lançada em outubro e promete chegar junto do grande público e das Farmácias através de diversos materiais, entre os quais folhetos e um microsite.

Em mg.marcadetodos.pt, é possível obter esclarecimentos sobre os benefícios e vantagens dos Medicamentos Genéricos, assim como os direitos dos doentes, o enquadramento dos Medicamentos Genéricos e a legislação que estabelece os critérios a que estes têm de cumprir.

Com recurso à animação, vários vídeos informativos, divididos em episódios, contam a história dos Medicamentos Genéricos, respondendo às perguntas mais frequentes, entre as quais as relacionadas com os preços (definição e alterações dos mesmos), e mostrando porque é que estes medicamentos reforçam o acesso da população à medicação.

Conscientes da importância e impacto que os Medicamentos Genéricos têm no Serviço Nacional de Saúde e na população, a Teva, como líder mundial1 e nacional2 de Medicamentos Genéricos (um em cada cinco dos Medicamentos Genéricos consumidos são do Grupo Teva), pretende desta forma assumir um papel ativo na educação e perceção de que os Medicamentos Genéricos são uma marca de confiança, são uma marca de todos.

1 Site: https://www.tevapharm.com/about/profile/, consultado em 07/11/2018

2 Dados HMR MAT.10.2018

Sobre a Teva

A Teva estabeleceu-se em Portugal no ano de 2004 e iniciou a sua atividade comercial em 2005 com apenas 4 colaboradores e cerca de 5 Medicamentos Genéricos na área Oncológica.

Atualmente com aproximadamente 100 colaboradores, a Teva lidera o mercado de Medicamentos Genéricos em ambulatório. Cerca de 20% do consumo de Medicamentos Genéricos do mercado nacional é das 3 marcas do Grupo Teva: Teva, ratiopharm e Mepha. A Teva em Portugal tem aprovadas mais de 900 Autorizações de Introdução no Mercado, nas diferentes áreas onde atua, potenciando o seu modelo híbrido – Medicamentos Genéricos e Inovação – e apresentando-se como um parceiro que permite aumentar as eficiências nos Sistema de Saúde.

No segmento de inovação a Teva tem hoje três áreas estratégicas: Neurociências, Respiratória e Oncológica, sempre com o propósito de melhorar a vida de cada vez mais pessoas.

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