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APDL marca presença na Feira Transport Logistic de Munique

A APDL será co-expositor no stand da Associação dos Portos de Portugal (APP) em parceria com o Porto de Sines e no stand da “Red Cencyl Atlantic Corridor” (Espanha/Portugal). Os parceiros da rede Cencyl presentes na feira incluem o Porto da Figueira da Foz, o Porto de Aveiro, as Plataformas da Guarda, Salamanca, Valladolid e a Associação Cylog.

“A Transport Logistic é o maior palco logístico europeu, tanto pela oportunidade de desenvolver contactos com visitantes oriundos de mais de 120 países, como pela partilha de conhecimento entre os reconhecidos líderes da indústria”, afirma a APDL.

A Transport Logistic de Munique, que terá lugar no New Munich Trade Fair Centre, conta com cerca de 2.200 expositores de 62 países e prevê uma assistência superior a 50 mil visitantes.

Recorde-se que o projeto da Rede Cencyl conta com o financiamento europeu do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do programa Interreg Espanha-Portugal, e promove a cooperação entre os portos da fachada atlântica das regiões Norte e Centro de Portugal e o território servido pelo corredor Porto, Aveiro, Salamanca e Valladolid.

Uma feira com supercarros, Freeze-ray e frigoríficos de abrir com o pé

A marca, que se chegou a suspeitar ser a Apple disfarçada, mostrou pela primeira vez como pretende mudar o futuro da indústria automóvel, com um supercarro elétrico que parece ser inspirado no Batmobile. O FFZero 1 é algo que até agora só vimos nos filmes.

“Prefiro pensar no FFZero 1 não como um carro de conceito mas como um conceito de carro. Um teste extremo das ideias fundamentais em que estamos a trabalhar para os carros que iremos produzir”, disse Richard Kim, diretor de Design da empresa financiada pelo bilionário chinês Jia Yueting. Kim esteve envolvido nos novos carros elétricos da agora rival BMW, i3 e i8, e disse que o design interior do carro foi inspirado por investigação da NASA. De lado, é possível ver uma espécie de dobra, a que o executivo chama “linha ovni”, e que fará parte de todos os carros da marca. Também terá realidade aumentada e um encaixe para o smartphone no volante.

Com uma força impressionante de mil cavalos, este desportivo não é para a família nem para o consumidor típico, e ainda não está em produção – o que desiludiu aqueles que queriam ver um embate com a Tesla já este ano. A marca de Elon Musk vendeu 50 mil carros elétricos de luxo em 2015.

Mas não foi com a Tesla que a empresa se comparou. “A Apple não transformou apenas o telefone, transformou a forma como vivemos, e nós também queremos fazer isso”, declarou o arquiteto de produto da Faraday, Nick Sampson. “Estamos a embarcar em nada menos do que um redesenho completo do que significa a mobilidade.” Baseada na Califórnia, a startup vai investir mil milhões de dólares numa fábrica local e pretende ter o primeiro carro no mercado dentro de “poucos” anos.

Horas depois do evento da Faraday, foi a vez da Ford, que se esquivou aos rumores de que está a trabalhar num carro com a Google. O CEO Mike Fields anunciou que a construtora passou da fase de pesquisa para “engenharia avançada” e vai triplicar a sua frota de carros autónomos, tornando-a a “maior da indústria” com 30 híbridos Ford Fusion que serão testados nas estradas da Califórnia. Também apresentou a terceira geração de sensores Velodyne, que são colocados no exterior do carro para fazer o mapeamento 3D de tudo o que o rodeia e permite uma auto-condução segura. “Estamos a trabalhar nisto há uma década”, referiu Fields, prometendo um carro totalmente autónomo dentro de quatro anos.

Do lado do hardware, a fabricante de processadores NVidia surpreendeu com o lançamento do Drive PX2, um sistema de inteligência artificial com o poder de um supercomputador que permitirá aos carros autónomos identificarem e compreenderem o que os rodeia. A Qualcomm lançou o novo processador 820 para a indústria automóvel e várias outras empresas referiram os seus esforços na tecnologia para veículos, tal como a Panasonic com o conceito de e-cockpit e o sistema OneConnect e a LG com a “expansão dos sentidos” do carro e as suas parcerias com a Volkswagen e a Google.

Mas o que chamou a atenção na LG Electronics foi a nova geração de frigoríficos super premium LG Signature. O incrível? Basta bater na porta para ver o que está lá dentro, sem precisar de abrir. É a funcionalidade Knock-On, que ilumina o frigorífico por dentro e torna a porta “transparente” – não será preciso ficar especado a tentar decidir o que comer com a porta aberta. Este é o motivo pelo qual o design faz lembrar o ecrã de um smartphone. A outra função é a abertura automática da porta, que se ativa quando a pessoa encosta o pé à porta.

Não é Blue-ray, agora é Freeze-ray

Uma das surpresas do dia deu-se na conferência da Panasonic, que revelou o lançamento da nova geração de discos Blu-ray, com um parceiro especial: Facebook. A empresa nipónica trabalhou com a rede social no desenvolvimento dos discos de armazenamento Freeze-ray, cujo alvo é o mercado empresarial. As empresas precisam de cada vez mais armazenamento, e estes discos têm a capacidade de 100 gigas, com planos para subir para 300 gigas na segunda metade do ano, depois 500 gigas e 1 terabyte. Mark Zuckerberg e companhia são os primeiros a utilizar a tecnologia, arquivando petabytes de dados “frios” em armazenamento profundo (dados com acesso pouco frequente).

“Estes discos asseguram que os utilizadores do Facebook poderão aceder às suas contas na rede social dentro de vários anos e continuar a encontrar as fotos que publicaram ontem”, explicou Yasuji Enokido, diretor geral da empresa.

O CES vai decorrer até sábado e tem várias empresas portuguesas: Beeverycreative, Muzzley, Displax e Aptoide. Samsung, IBM, Sony, Intel e Volkswagen são outras das gigantes com apresentações na feira.

Maquitex de regresso à Exponor

Yvonne Heinen e Francisco Aguiar

Depois de longos anos de sufoco, a indústria têxtil encara hoje números bem mais animadores. De janeiro a agosto do presente ano, as exportações do têxtil e vestuário aumentaram 3,5%, relativamente ao período homólogo de 2014, alcançando os 3,25 milhões de euros. Face a 2013, as exportações cresceram quase 8%, ultrapassando os 4,6 mil milhões de euros. Para a Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal (ATP) este crescimento só agora começou, prevendo-se que as exportações atinjam os 5 mil milhões de euros até ao final da década. Estamos a falar de um setor que emprega atualmente 120 mil trabalhadores, dispersos por cerca de cinco mil empresas que se reinventaram em tempos de dificuldades, deram a volta à crise, apostaram na modernização do seu parque industrial, apostaram na tecnologia e inovação e perante o convite do Grupo OFFE para marcarem presença no renascimento daquela que já foi e continua a ser uma das feiras de maior referência do setor no universo da Península Ibérica disseram prontamente “sim”! Foi o caso da Gerber Technology, uma multinacional que tem ajudado empresas de todo o mundo a desenvolverem, fabricarem e levarem os seus produtos ao mercado de uma forma mais inteligente, eficaz e rápida.

Da necessidade de ouvirem permanentemente as solicitações dos seus clientes e parceiros, nasce a importância de marcarem presença em eventos como a Maquitex, que apesar de ter uma escala mais local, assume-se como uma opção estratégica para a empresa, tal como explicou em conversa com a Revista Pontos de Vista, Yvonne Heinen, Responsável de Marketing da Gerber para a região EMEA (Europa, Médio Oriente e África). “A Maquitex desapareceu por onze anos e revitalizou-se para uma nova edição. Quando a Gerber foi contactada pela organização, ficamos muito satisfeitos porque acreditamos que esta indústria está a recuperar e continua a ser necessário que exista uma plataforma onde todos os agentes possam estar reunidos para ouvir os clientes, as suas necessidades, dando a conhecer o que cada um pode oferecer. Por isso, o momento para recuperar a Maquitex não poderia ser o mais oportuno”, explicou. Assumindo ser um evento de elevada relevância para o setor a nível nacional, Yvonne Heinen olha para esta feira como estratégica para as atividades da Gerber e para, mais uma vez, a marca se comunicar com o seu mercado.

Num momento em que Portugal se tornou mais competitivo aos olhos externos, não só pelos custos de produção mas também pelo mais alto nível de qualidade que imprime no seu desempenho nesta área, a responsável acredita que a Maquitex chegou no momento certo. MaquitexQuanto à sua ausência durante 11 anos, Yvonne Heinen não acredita que o desaparecimento tenha sido muito sentido uma vez que o setor se encontrava “adormecido”. “Estes eventos são importantes para comunicar com os clientes mas implicam também um forte investimento por parte das empresas e ao longo dos últimos anos não houve grande potencial de investimento”, ressalvou, acrescentando: “não esperamos vender diretamente na feira mas temos expectativas de retorno”.

“Optimize-se”. Esta é a mensagem central que a Gerber quer comunicar. No final desta 16ª edição da Maquitex, Yvonne Heinen deixou um apelo especial aos parceiros e clientes desta multinacional: “fique ainda melhor connosco. Muitos dos nossos clientes já são muito bons mas têm sempre potencial para serem ainda melhores. Se assim quiserem, juntem-se à Gerber e terão mais produtividade e uma capacidade mais rápida de responder ao mercado. Nós estamos aqui para ajuda-lo a ser melhor, seja qual for o desafio que nos coloque”.

A reafirmação de uma feira de referência

Além da Gerber Technology, pelo Pavilhão 6 da Exponor estiveram cerca de 50 expositores, entre os quais os principais fabricantes e distribuidores de equipamentos para a fileira têxtil a operar em Portugal, que apresentaram as soluções técnicas mais recentes de cerca de duas centenas de marcas. Organizada pelo Grupo Offe, em parceria com a Exponor, recuperar a Maquitex não foi mero fruto do acaso. Houve um intenso trabalho de preparação que durou largos meses e que foram resuPedro Mendonça da Silvamidos por Pedro Mendonça da Silva, do Departamento Comercial do Grupo Offe: “ao longo do tempo fomos recebendo alguns convites por parte de empresas que manifestaram interesse no relançamento da Maquitex. Falamos com diversas entidades do setor para perceber a visão delas, as suas necessidades, os objetivos que queriam ver concretizados e fomos anotando essas sugestões. E hoje aqui estamos na 16ª edição de uma das feiras mais antigas da Exponor”. Este foi “mais um evento que funciona”, com a assinatura de uma empresa vocacionada para a organização de eventos e feiras e que há muito tempo tinha esta ambição de fazer renascer a Maquitex. “Dentro do segmento das feiras profissionais, a Maquitex é a primeira feira que estamos a organizar e queremos continuar a apostar neste formato”, afirmou Pedro Silva.
Num setor que vive melhores momentos, mais um passo firme foi dado. 5, 6 e 7 de novembro foram, assim, três dias enriquecedores ao longo dos quais foi possível conhecer o que de melhor existe no mercado ao nível de máquinas, tecnologias e acessórios.

Informações sobre a Maquitex
Setores em exposição:
– Máquinas e equipamentos; corte; estendimento; acabamento; bordados; costura; transporte; acessórios para máquinas de costura e outras máquinas para a indústria do vestuário; máquinas auxiliares e dispositivos para acabamento; máquinas de costura e outras máquinas para a indústria do vestuário; máquinas de estampar para têxteis; tecnologias de produção; agulhas, fios e etiquetas; impressão e estamparia; packaging; CAD CAM; Software; Componentes e acessórios; matéria-prima; serviços.

Perfil do visitante:
– Empresários; Diretores; Designers; Técnicos especializados; engenheiros de produção.

Estreia da MAQUISHOES

Paralelamente realizou-se a primeira edição da MaquiShoes – Feira de Máquinas, Tecnologia e Acessórios para a Indústria do Calçado. Trata-se da única feira profissional dedicada a equipamento e maquinaria para o setor do calçado, uma das indústrias nacionais que tem vivenciado um substancial crescimento ao longo dos últimos anos. Estiveram presentes 20 expositores e um total de 50 marcas representadas.

O que é o GERBERcutter® Z1?

Trata-se de um “sistema de corte automatizado controlado por computador, sendo a solução ideal para corte de umam folha ou poucas folhas de uma vasta gama de materiais, como compósitos, mobiliário e têxteis técnicos complexos”.
É um sistema adequado para “maximizar a sua produtividade e rentabilidade, reduzir o trabalho em curso, reduzir os tempos de preparação e assegurar que as peças são cortadas com precisão”.

Quem é a Gerber Technology?

É uma multinacional que disponibiliza soluções integradas de hardware e software a mais de 25 mil clientes em 130 países, entre os quais estão mais de cem incluídos na lista Fortune 500, nos setores moda e vestuário, aeroespacial, construção, embalagem, energia eólica, estofos, interiores de meios de transporte e têxteis técnicos.

“A edição de 2015 da Maquitex, que vai na sua 16ª edição, resulta de uma parceria com a empresa Offe – Organização Funcional de Feiras e Eventos e teve, depois de um interregno de mais de uma década, uma adesão extremamente positiva, com as principais marcas e empresas do setor a marcar presença, o que prenuncia um crescimento sustentado de uma feira de um setor importante para a economia nacional”. (Promotores da Maquitex)

“A realização simultânea e no mesmo espaço da MaquiShoes visa reforçar as sinergias existentes decorrentes do facto de muitas empresas serem fornecedoras da indústria têxtil e do calçado, permitindo igualmente por esta via aos visitantes profissionais uma melhor gestão do tempo”. (Exponor)

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