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Ford cai 7,5% em vendas nos Estados Unidos

Até agora, as vendas do grupo Ford nos Estados Unidos totalizaram 1.501.314 veículos, menos 4,3% do que no mesmo período de 2016.

AdvertisementEm comunicado, a Ford assinalou que as vendas da marca Ford desceram 7,7% para 191.337 veículos, enquanto as da marca de gama alta Lincoln registaram uma redução de 2,5% para 8.875 unidades.

Carros autónomos da Ford conseguem andar na escuridão

A Ford anunciou hoje que conseguiu testar com sucesso nos seus carros Fusion a condução autónoma na escuridão total. No teste não havia luzes de rua ligadas ou faróis de algum tipo. Ao que parece, estava tão escuro que era necessário usar óculos de visão noturna para ver os carros.Ao Tech Insider, Randy Visintainer, diretor de veículos autónomos da Ford, explicou que “o propósito de fazer este teste à noite foi para testar uma situação onde poderá haver pouca iluminação”. A fabricante decidiu, então, “levar ao extremo” e fazer o teste “na escuridão completa”.

O teste, que decorreu em março, teve lugar num circuito fechado que foi anteriormente mapeado para que o carro soubesse onde se encontrava. O veículo andou a cerca de 95 quilómetros por hora.

 

Ford quer criar carro que também é sala de cinema

Atualmente os sistemas de entretenimento estão sobretudo pensados para quem vai nos lugares do passageiro, sendo que o condutor tem de ficar concentrado na estrada. A Ford espera que no futuro todos os passageiros possam desfrutar de um filme no carro transformado em sala de cinema.

É este o cenário que indica a última patente da marca norte-americana, de nome ‘Sistema de Entretenimento de Veículo Autónomo’, propondo transformar os seus veículos em salas de cinema, com uma tela a descer do tecto do carro e ficando em frente do vidro frontal, explica o The Next Web.

Tendo em conta que a maioria dos condutores ainda se sente um pouco inseguro em deixar de ter controlo total sobre os veículos é provável que a ideia ainda demore a ser aceite mas a perspetiva de uma família inteira desfrutar de um filme enquanto em plena viagem é tentatadora.

 

Uma feira com supercarros, Freeze-ray e frigoríficos de abrir com o pé

A marca, que se chegou a suspeitar ser a Apple disfarçada, mostrou pela primeira vez como pretende mudar o futuro da indústria automóvel, com um supercarro elétrico que parece ser inspirado no Batmobile. O FFZero 1 é algo que até agora só vimos nos filmes.

“Prefiro pensar no FFZero 1 não como um carro de conceito mas como um conceito de carro. Um teste extremo das ideias fundamentais em que estamos a trabalhar para os carros que iremos produzir”, disse Richard Kim, diretor de Design da empresa financiada pelo bilionário chinês Jia Yueting. Kim esteve envolvido nos novos carros elétricos da agora rival BMW, i3 e i8, e disse que o design interior do carro foi inspirado por investigação da NASA. De lado, é possível ver uma espécie de dobra, a que o executivo chama “linha ovni”, e que fará parte de todos os carros da marca. Também terá realidade aumentada e um encaixe para o smartphone no volante.

Com uma força impressionante de mil cavalos, este desportivo não é para a família nem para o consumidor típico, e ainda não está em produção – o que desiludiu aqueles que queriam ver um embate com a Tesla já este ano. A marca de Elon Musk vendeu 50 mil carros elétricos de luxo em 2015.

Mas não foi com a Tesla que a empresa se comparou. “A Apple não transformou apenas o telefone, transformou a forma como vivemos, e nós também queremos fazer isso”, declarou o arquiteto de produto da Faraday, Nick Sampson. “Estamos a embarcar em nada menos do que um redesenho completo do que significa a mobilidade.” Baseada na Califórnia, a startup vai investir mil milhões de dólares numa fábrica local e pretende ter o primeiro carro no mercado dentro de “poucos” anos.

Horas depois do evento da Faraday, foi a vez da Ford, que se esquivou aos rumores de que está a trabalhar num carro com a Google. O CEO Mike Fields anunciou que a construtora passou da fase de pesquisa para “engenharia avançada” e vai triplicar a sua frota de carros autónomos, tornando-a a “maior da indústria” com 30 híbridos Ford Fusion que serão testados nas estradas da Califórnia. Também apresentou a terceira geração de sensores Velodyne, que são colocados no exterior do carro para fazer o mapeamento 3D de tudo o que o rodeia e permite uma auto-condução segura. “Estamos a trabalhar nisto há uma década”, referiu Fields, prometendo um carro totalmente autónomo dentro de quatro anos.

Do lado do hardware, a fabricante de processadores NVidia surpreendeu com o lançamento do Drive PX2, um sistema de inteligência artificial com o poder de um supercomputador que permitirá aos carros autónomos identificarem e compreenderem o que os rodeia. A Qualcomm lançou o novo processador 820 para a indústria automóvel e várias outras empresas referiram os seus esforços na tecnologia para veículos, tal como a Panasonic com o conceito de e-cockpit e o sistema OneConnect e a LG com a “expansão dos sentidos” do carro e as suas parcerias com a Volkswagen e a Google.

Mas o que chamou a atenção na LG Electronics foi a nova geração de frigoríficos super premium LG Signature. O incrível? Basta bater na porta para ver o que está lá dentro, sem precisar de abrir. É a funcionalidade Knock-On, que ilumina o frigorífico por dentro e torna a porta “transparente” – não será preciso ficar especado a tentar decidir o que comer com a porta aberta. Este é o motivo pelo qual o design faz lembrar o ecrã de um smartphone. A outra função é a abertura automática da porta, que se ativa quando a pessoa encosta o pé à porta.

Não é Blue-ray, agora é Freeze-ray

Uma das surpresas do dia deu-se na conferência da Panasonic, que revelou o lançamento da nova geração de discos Blu-ray, com um parceiro especial: Facebook. A empresa nipónica trabalhou com a rede social no desenvolvimento dos discos de armazenamento Freeze-ray, cujo alvo é o mercado empresarial. As empresas precisam de cada vez mais armazenamento, e estes discos têm a capacidade de 100 gigas, com planos para subir para 300 gigas na segunda metade do ano, depois 500 gigas e 1 terabyte. Mark Zuckerberg e companhia são os primeiros a utilizar a tecnologia, arquivando petabytes de dados “frios” em armazenamento profundo (dados com acesso pouco frequente).

“Estes discos asseguram que os utilizadores do Facebook poderão aceder às suas contas na rede social dentro de vários anos e continuar a encontrar as fotos que publicaram ontem”, explicou Yasuji Enokido, diretor geral da empresa.

O CES vai decorrer até sábado e tem várias empresas portuguesas: Beeverycreative, Muzzley, Displax e Aptoide. Samsung, IBM, Sony, Intel e Volkswagen são outras das gigantes com apresentações na feira.

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