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Cinco dicas para melhorar as suas fotografias de Natal

1. Faça experiências com as interações

“Com toda a excitação desta quadra festiva, desde a comida à socialização sem fim, é difícil decidir o que fotografar. Como sou fotógrafa de família, para mim a magia reside em descobrir a história por detrás das interações – entre irmãos, avós ou amigos. Há muitas oportunidades para tentar fazer coisas diferentes, como por exemplo colocar a sua câmara num tripé e documentar a mesa a ser posta várias vezes durante o dia.”

 

2. Teste novos estilos

“Para contar uma história coerente, é importante não subestimar a necessidade de manter um estilo de fotografia consistente. Para mim, isso significa fotografar a preto e branco. Adoro o facto de fazer com que as imagens e as histórias pareçam intemporais. Este Natal, encorajo-o a fazer o oposto daquilo que habitualmente fazer, e avaliar o impacto que isso terá no seu trabalho. O seu estilo é natural ou mais tradicional? Talvez costume editar as suas fotografias de uma forma peculiar? Experimente, encontre um novo estilo e adote-o durante o Natal.”

 

3. Misture as suas perspetivas

“Pense na sua infância e nas memórias festivas que se destacam. Como fotógrafo, tem a oportunidade de recriar esses momentos, se alterar a sua perspetiva. Leve a sua fotografia a um novo nível (literalmente) ao contar a história do Natal a partir da perspetiva de uma criança, ou até de um animal de estimação! Um ecrã traseiro rotativo, como o da EOS R, facilita muito esta tarefa, pois permite-lhe tirar fotografias em locais e de ângulos que normalmente não veria (ou, sequer, caberia neles!). Combine essa funcionalidade com uma abertura larga, como f/1.2, e poderá captar imagens fantásticas com as luzes da árvore de Natal a cintilar em pano de fundo. Se quiser outra alternativa, vá até à cozinha e teste as suas capacidades de fotografia “close-up” no peru fumegante, ou no pudim de Natal flambeado! Vai surpreender-se com o quanto uma mudança de perspetiva pode transformar o seu trabalho!”

 

4. A fotografia evoluiu – adote a naturalidade

“Há dez anos atrás, quase todas as famílias tinham um retrato tirado em estúdio, conservador e formal. Desde então, a fotografia evoluiu com uma tendência para estilos mais naturais e informais. Se adotar uma abordagem mais natural nas suas fotografias, há uma série de oportunidades para fazer as coisas de forma um pouco diferente. Experimente fotografar os diferentes elementos da sua rotina familiar. Na minha casa, temos a tradição de pendurar as nossas meias na chaminé na noite antes do Natal. Neste caso, poderia experimentar fazer uns “close-ups” das meias com uma lente macro, ou captar a excitação na cara dos miúdos, ao pensarem nas suas meias cheias de presentes – muitas vezes em ambientes com pouca luz. Sendo fotógrafos, podemos ter medo de aparecer nas nossas próprias fotos, mas não pode ser! Ligue o temporizador, brinque um bocadinho e veja como isso pode mudar o seu estilo de fotografia – pode até ensinar-lhe algo novo sobre como interagir com as próximas pessoas que fotografar.”

 

5. Imprima as suas fotos e analise a técnica

“Hoje em dia é tão fácil armazenar as suas fotos em formato digital, que pode até esquecer que elas existem, até que alguém lhe pergunte sobre elas. No entanto, reunir uma série de imagens consistentes e imprimi-las é uma forma fantástica de documentar o seu progresso enquanto fotógrafo e o seu crescimento ao longo do tempo. Pode olhar para trás e dizer, ‘bem, esta fotografia resultou bem porque x, y e z, por isso vou utilizar essas técnicas no meu próximo projeto’. É muito mais fácil fazer isto do que examinar as 15.000 fotografias que tem armazenadas no seu computador.
Imprimir as fotografias que tirou aos seus familiares e amigos durante o Natal também pode ter um grande valor sentimental. Boas fotografias podem fazer-nos recordar como as coisas eram e levam-nos a valorizar como as coisas são agora. Negligenciamos frequentemente o impacto que uma fotografia impressa pode ter e as memórias incríveis que estão associadas a ela – desde os projetos profissionais às fotografias pessoais. Na minha opinião, se conseguir tirar uma foto que faça algum familiar seu pegar no telefone, quando fizer 40 anos, e dizer ‘vamos encontrar-nos’, então essa imagem é realmente poderosa.”

Festival Internacional de Imagem de Natureza em Vila Real

Entre 1 a 10 de dezembro, Vila Real organiza o Festival Internacional de Imagem de Natureza.

O extenso programa conta com a realização de seminários, exposições, workshops e o festival de curtas-metragens da biodiversidade, com um cartaz com mais de 55 curtas-metragens de vários continentes.

FIIN_PROGRAMAEncontro de Fotografia e Cinegrafia de Natureza, que conta nesta edição com um leque de reputados especialistas nacionais e internacionais, pretende assumir-se como um fórum de debate sobre a preservação da vida selvagem do planeta e o papel dos fotógrafos e cinegrafistas de natureza podem desempenhar nesse desígnio conservacionista.

De salientar que o Encontro vai ocupar toda a manhã do dia 2 de dezembro. Durante a tarde do dia 2 de dezembro e ao longo do dia 3 de dezembro decorrem os workshops ministrados pelos oradores do Encontro. As inscrições para os workshops são limitadas e serão realizadas durante o Encontro.

Os Workshops de Fotografia e Cinegrafia de Natureza serão dinamizados por conceituados especialistas nacionais e internacionais nas áreas da fotografia e cinegrafia de natureza e vida selvagem.

As inscrições serão realizadas no dia 2 de dezembro, aquando da realização do Encontro de Fotografia e Cinegrafia de Natureza (as inscrições estão limitadas à capacidade dos auditórios e é realizada junto do Secretariado do Encontro, na Aula Magna da UTAD).

Festival de Curtas-metragens é um dos eventos com maior destaque na programação do FIIN.

De 4 a 9 de dezembro serão exibidos 60 filmes, selecionados de entre um universo de 1403 obras a concurso, provenientes de 60 países de todos os continentes. As sessões decorrerão em dois horários (15 horas e 21:30 horas). A entrada é livre.

As 4 exposições previstas para o FIIN refletem um objetivo comum: o esforço de Vila Real na divulgação de imagens da vida selvagem como um meio de sensibilização da sociedade para a importância da conservação e preservação do património natural. Desde imagens de grandes primatas e outros animais ameaçados, captadas por grande fotógrafos mundiais, até imagens da biodiversidade de Vila Real captadas pelos nossos jovens fotógrafos, tudo pode ser visto nestas magníficas exposições.

Veja toda a programação nesta página

A primeira “Escola de Fotógrafos” nasceu em Marco de Canaveses

A marca começou por fazer uma primeira experiência que acabou por se tornar um sucesso, tendo reunido mais de 50 profissionais de fotografia.

O fotógrafo Nelson Marques, orador convidado da primeira sessão dedicada à fotografia de casamento, recordou a importância desta iniciativa, referindo que é decisiva para a formação dos fotógrafos, fator fundamental na competitividade profissional e qualidade do seus trabalhos.

“Quando partilhamos, aprendemos, e quando aprendemos, evoluímos”, frisou.

“Decidimos criar a Academy DreambooksPro porque há falta de espaços onde se possa pensar a fotografia, de forma descontraída e casual, para debater as grandes questões e desafios que se colocam atualmente, tanto ao nível técnico e estético, como ao nível do mercado”, refere Diogo Teixeira, Brand Manager da marca líder em Portugal no segmento de fotografia profissional.

A Academia tem agora sessões que acontecem todos os meses, entre as 15h30 e as 20h00, no auditório da LFM Corporate, no Marco de Canaveses, e é sempre composta por uma intervenção de um fotógrafo convidado, sendo que são sempre exploradas as vertentes teórica e prática. As sessões de formação terminam com um jantar de network facultativo.

“Os oradores convidados são fotógrafos muito influentes e prestigiados a nível nacional, e muitos deles têm já distinções a nível europeu, como é o caso do orador da próxima sessão”, realçou o responsável, que espera que até ao final do ano passem pela academia mais de 600 participantes.

O calendário completo pode ser consultado em http://www.dreambookspro.pt/ACADEMY.

A DreambooksPro está integrada no Grupo LFM Corporate, que conta com mais de 30 anos de experiência e de conhecimento na indústria fotográfica, com duas unidades de produção em Portugal e no Brasil.

Está presente em vários países, vendendo para todo o mundo, sendo que só em Portugal trabalha com mais de oito mil clientes. A marca, que está no Brasil desde 2014, conta atualmente com 150 colaboradores e representa cerca de 50% do negócio do grupo LFM Corporate.

Fotos para enternecer o seu dia

1954 – O gato Brownie recebe leite enquanto o gato Blackie espera a sua vez.

1956 – Animais usados em terapia médica.

                                                                                                                                 Francis Miller

O soldado Frank Praytor alimenta um gato bebé que adotou após a mãe deste ter falecido.

                                                                                                                              Sargento Martin Riley

1974 – Harold Whittles ouve pela primeira vez na sua vida.

                                                                                                                                    Jack Bradley

Criança recebe par de sapatos na Aústria durante a II Guerra Mundial.

                                                                                                                                    Gerald Waller

Menina a tocar música para o seu cão.

                                                                                                                                              BP

Foto de casal.

                                                                                                                                                   BP

 Melhores amigos.

                                                                                                                           National Geographic

 1955 – Surpresa.

1959 – Menina francesa e o seu gato.

                                                                                                                                                     BP

O melhor fotógrafo de viagens é português

Não é o primeiro prémio que Joel Santos traz para Portugal pelas suas fotografias dramáticas e carregadas de humanismo. Outro dos prémios foi o “Travel Photography of the Year” com um conjunto de 8 imagens (da Etiópia e do Gana), uma delas de uma caravana de camelos na Etiópia. A imagem do vulcão na Etiópia valeu-lhe ainda o título de primeiro fotógrafo a ganhar este prémio com imagens capturadas com a ajuda de um drone (imagens espantosas no vídeo abaixo).

É o primeiro português a vencer o prémio de “Travel Photographer of the Year“ e dá-nos motivos que cheguem para aplaudirmos as imagens de sonho que nos faz chegar da outra ponta do mundo.

Estivemos à conversa com o Joel que partilhou connosco estas 10 fotos fantásticas captadas em vários locais à volta do mundo e resumiu a sua carreira já notável. Senão vejam:

 

Joel Santos é economista e um apaixonado fotógrafo profissional de viagens. É o autor dos livros best-seller ‘FOTOgrafia’; ‘FOTOcomposição’, ‘FOTOpad’, ‘FOTOedição’ e ‘ÍNDIA – A Cor do Contraste’.

Foi o director da revista ‘O Mundo da Fotografia Digital’ (de 2007 a 2010) e é colunista regular da revista VISÃO.

Pertence ao ‘Canon Ambassador Programme’ como ‘Canon Explorer’ (Europa, África e Médio Oriente).

As suas fotografias foram usadas pela National Geographic, IKEA, Microsoft, ABC Studios.

Foi vencedor de inúmeros prémios nacionais e internacionais de fotografia, incluindo o VISÃO/BES (2005) e o Travel Photographer of the Year (2016).

É formador de fotografia e guia de viagens fotográficas por todo o mundo, tendo viajado por mais de 40 países para encontrar a melhor luz e fotografar momentos únicos.

 

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Pescador com Corvo Marinho – Yangshuo – China

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Mineiro de Sal e Caravana – Deserto de Sal na Depressão de Danakil – Etiópia

Grande Muralha da China – China

 Vulcão Erta Ale – Depressão de Danakil – Etiópia

Sadhu (Homem Santo) – Varanasi – Índia

Salar de Uyuni – Bolívia

 Bali – Indonésia

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Caçador com Águias – Mongólia

Pescador do lago Inle – Myanmar

Sadhu (Homem Santo) – Jaipur – Índia

“Eyes wide open! 100 anos de fotografia Leica”

A mostra explora aspetos cruciais da prática e da teoria fotográfica: da evolução tecnológica e estética às preocupações éticas e deontológicas, passando pelas mais livres expressões de artistas. A organização feita pela Câmara do Porto com curadoria de Hans-Michael Koetzle foca-se na coleção e historia da empresa Leica. Uma exposição que devolve, em imagens, o século XX.

Dividida em catorze núcleos, a exposição aborda a forma como o formato de 35mm transformou o olhar fotográfico no contexto da história da arte e da cultura ocidental, os efeitos da miniaturização da fotografia no trabalho criativo de amadores, artistas e fotojornalistas e, sobretudo, como a linguagem visual se alterou ao longo das décadas e, com ela, a nossa perceção do mundo.

Alguns dos nomes icónicos da fotografia estarão incluídos na exposição: Nobuyoshi Araki, Julia Baier, Oskar Barnack, René Burri, Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, Gérard Castello-Lopes, François Fontaine, Bruce Gilden, Eva Kemlein, Saul Leiter, Susan Meiselas, Paulo Nozolino, Victor Palla, Alexander Rodtschenko ou Christer Strömholm, entre outros.

A partir de 30 de novembro, os Jardins do Palácio de Cristal abrem as portas a esta exposição de terça a sábado (das 10 às 18 horas) e de segunda e domingo (das 14 às 18 horas), a entrada é gratuita.

Morreu a mulher que beijou ao fim da II Guerra

Greta não conhecia George e nem sequer sabia o seu nome. O que fez, naqueles poucos segundos, em Times Square, Nova Iorque, no dia 14 de Agosto de 1945, só lhe regressou à memória vinte anos depois, enquanto folheava um livro de imagens do fotojornalista alemão Alfred Eisenstaedt. Ali estava, o V-J day, o nome pelo qual ficou conhecido nos EUA o derradeiro final da II Guerra Mundial – o dia da rendição japonesa, já após a queda de Berlim e de Hitler.

A enfermeira, que parece arrebatada por um passe de tango argentino, tem o rosto coberto quase completamente pela mão e pela cara do marinheiro que a beija. Homens e mulheres que passam em redor reparam no beijo, ou no fotógrafo que segura a Leica que o regista, e sorriem. A revista Life coloca a imagem na página 27 da sua edição seguinte, vendida por 10 cêntimos. Mas Greta Friedman não viu a revista. Nesse dia, depois do beijo, voltou ao consultório do dentista para quem trabalhava.

Afinal, fora a Times Square apenas ver para crer. Ouvira a notícia do fim da Guerra mas queria ter a certeza. E fez o que se deve fazer nessas circunstâncias: desceu as escadas e comprovou. Havia festa na rua.

George Mendonsa, o marinheiro que a beijou, saíra a meio de um espectáculo no Radio City Music Hall, logo depois de ser dada a notícia. Foi para a rua comemorar. Estava livre da guerra. “Estava felicíssimo, vi uma enfermeira e beijei-a por pura alegria.”

Greta tem uma versão parecida. “De repente, um marinheiro agarrou-me. Não foi bem um beijo, foi uma comemoração: ele já não precisava de voltar à frente do Pacífico, onde tinha combatido. Não foi romântico, foi apenas uma maneira de dizer: ‘Graças a Deus, acabou a guerra’.”

Ambos tinham razões próprias para festejar. Greta tinha chegado aos EUA com 15 anos. Era uma refugiada austríaca, judia, órfã de vítimas dos campos de extermínio nazis. George era um luso-descendente, filho de emigrantes madeirenses radicados em Newport. George até estava acompanhado por uma “linda rapariga”, com quem fora ao espectáculo, e que viria a ser a sua mulher nos mais de 70 anos seguintes.

Mas nesse dia, em Nova Iorque, muitas outras pessoas deram, ou quiseram dar, o mesmo beijo. E a história de Greta e George foi também a história de Edith Slain, Glenn McDuffie e Carl Muscarello. A controvérsia sobre a identidade do par de Times Square durou até 2012, quando uma investigação rigorosa permitiu concluir que Greta era, com o grau de certeza que se pode ter, a enfermeira nos braços do marinheiro.

Os dois reencontraram-se em Times Square, em 2012. George é um pescador reformado. Greta, que tirou um curso de Artes, dedicava-se então ao restauro de livros antigos. Morreu este domingo, na Virginia, aos 92 anos.

Quer passear? O Google tem 40 novos parques

Visitar parques e espaços verdes é sempre especial mas, entre tantos que existem pelo mundo quais deles deve escolher? O Street View permite-lhe examinar bem a questão com 40 novos parques nacionais e locais históricos dos EUA.

Estas novidades estão disponíveis não só enquanto coleção de fotografias mas também em perspectiva 360º, permitindo ao ‘visitante’ ter uma visão completa de tudo o que pode ver no local.

Como nota o Engadget entre as novidades é possível encontrar a histórica ilha da prisão de Alcatraz, uma localização que deve ser de grande interesse para os mais curiosos que queiram ter uma noção do tipo de local que teve uma das prisões mais icónicas do mundo.

Seis anos depois, a foto perfeita existe: é a de um pássaro

O objetivo deste fotógrafo escocês era captar o momento em que o guarda-rios entrava com o bico dentro de um rio, num voo vertical e sem causar agitação da água. Seis anos de trabalho depois, McFayden conseguiu o ângulo perfeito: “A fotografia que eu procurava do voo perfeito, extremamente direito, sem splasces, exigia-me não só estar no sítio certo e fazer o clique de sorte, mas também ao pássaro que fosse perfeito”, explicou o artista ao Bored Panda.

Houve até sessões em que Alan McFadyen tirou 600 fotografias sem que nenhuma se aproximasse sequer do que procurava. “Nunca parei para pensar sobre quanto tempo estava a demorar enquanto eu apreciava o trabalho, mas agora que olho para trás estou muito orgulhoso da imagem e do trabalho que fiz”, admite.

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