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Operação Ano Novo registou menos acidentes, vítimas mortais e feridos graves do que me 2016

“Foram também contabilizadas três vítimas mortais, menos quatro do que em 2016, sete feridos graves, menos 11 do que em 2016 e 256 feridos leves, menos 21 do que no ano passado”, adiantou.

No que diz respeito a segunda-feira, primeiro dia de 2018, o tenente-coronel Jorge Amado adiantou que a GNR registou 106 acidentes, sem vítimas, mas que causaram dois feridos graves e 51 ligeiros.

“Foram fiscalizados até à meia-noite 22.662 condutores, dos quais 219 por excesso de álcool, 34 por falta de habilitação legal e 33 por outros motivos”, disse.

Segundo a GNR, das 5.612 contraordenações registadas pela corporação, 700 foram por excesso de álcool, 1.813 por excesso de velocidade, 162 por falta de cintos de segurança ou sistemas de retenção, 153 por uso indevido do telemóvel e 244 por falta de inspeção periódica.

A GNR intensifica, desde sexta-feira e até hoje, o patrulhamento rodoviário nas vias de maior tráfego no âmbito da operação “Ano Novo”.

De acordo com a GNR, o reforço do patrulhamento nas estradas tem como objetivo “prevenir a sinistralidade rodoviária, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias, no sentido de lhes proporcionar uma deslocação em segurança”.

GNR intensifica patrulhamento nas estradas a partir de hoje

Segundo a Guarda Nacional Republicana, o reforço do patrulhamento nas estradas tem como objetivo “prevenir a sinistralidade rodoviária, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias, no sentido de lhes proporcionar uma deslocação em segurança”.

A GNR chama a atenção para a possibilidade de ocorrerem acidentes nesta altura do ano, devido à existência de uma maior procura de eventos e de espaços de diversão, muitas vezes “associada ao cometimento de alguns excessos”.

Durante a operação “Ano Novo”, a GNR vai estar “particularmente atenta” à deslocação para os locais de diversão e de grande concentração de pessoas, devido às celebrações da passagem de ano, para “evitar comportamentos de risco por parte de condutores de veículos, com especial atenção aos condutores de ciclomotores e motociclos”.

Para a operação vão estar mobilizados militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais, que vão focar a sua atenção na condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, excesso de velocidade, manobras perigosas, incorreta ou não utilização do cinto de segurança e cadeirinhas para crianças e não utilização de equipamentos de proteção por parte dos motociclistas.

Os militares da GNR vão ainda efetuar ações de sensibilização dirigidas a peões, ciclistas e motociclistas.

LUSA

Sete mortos durante a operação “Natal Tranquilo” da GNR

Segundo os números divulgados no site da GNR, a vítima mortal de terça-feira resultou de um acidente no distrito de Castelo Branco.

No mesmo dia foram registados sete feridos graves e 83 ligeiros num total de 209 acidentes.

A operação “Natal Tranquilo” acumulou até ao final do dia de terça-feira 932 acidentes.

Desde sexta-feira foram registados 19 feridos graves e 299 feridos ligeiros.

A GNR registou quatro mortos nas estradas nos primeiros dois dias da operação “Natal Tranquilo”: uma pessoa morreu no distrito do Faro na sexta-feira, e outras três morreram no sábado em acidentes nos distritos de Aveiro, Porto e Setúbal.

Já no dia de Natal, o quarto dia da operação “Natal Tranquilo”, morreram duas pessoas em acidentes ocorridos em Portalegre e Santarém.

A operação da Guarda Nacional Republicana (GNR) decorreu entre sexta-feira e terça-feira com o patrulhamento rodoviário, em todo o país, das vias com maior tráfego neste período do ano, e com mais de 6.500 militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais destacados para a operação.

IPSS vendia em feiras roupa que lhe era doada para África

A operação foi conduzida pelo Núcleo de Investigação Criminal de Mafra, que a 4 de setembro apreendeu nessa cidade e também em Torres Vedras o equivalente a “200 mil euros em vestuário de marca”.

A GNR encetou então novas diligências de investigação, acabando por efetuar a 28 de setembro uma busca aos armazéns da IPSS da Feira que recebera essas peças de roupa por parte de várias “marcas de renome”, a título de doação, para que esse material fosse “enviado para um país da África Ocidental”.

Segundo a GNR, a instituição vinha, no entanto, procedendo “à venda desses artigos em feiras, estando por isso indiciada na prática dos crimes de burla qualificada e fraude fiscal”.

Quanto ao material apreendido no armazém da Feira, incluía 96 mil artigos que alegadamente também viriam a ser convertidos em lucro, em vez de encaminhados para as comunidades africanas que a IPSS se propusera ajudar.

GNR intensifica fiscalização ao uso do cinto de segurança

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana adianta que intensificou, a partir de hoje e até ao dia 17 de setembro, a fiscalização ao uso do cinto de segurança e de cadeirinhas para crianças nas estradas onde estas infrações são mais frequentes.

Segundo aquela força de segurança, a utilização destes dispositivos reduz a ocorrência e gravidade de lesões sofridas pelos ocupantes de uma viatura em caso de acidente de viação, pelo que a GNR tem dado particular atenção às ações de prevenção e fiscalização desta matéria.

A GNR avança que, este ano, foram registadas 17.363 infrações por falta de cinto de segurança e de sistemas de retenção para crianças, o que corresponde a uma diminuição de cerca de 7% em relação ao período homólogo de 2016 (18 701 infrações).

Os distritos que registam mais contraordenações este ano são o Porto (3.343), Braga (1.860), Leiria (1.214) e Aveiro (1.392).

Esta operação dos cintos de segurança, levada a cabo por militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos comandos territoriais da GNR, é realizada de igual modo em todos os países da Europa e enquadra-se no plano definido pela European Traffic Police Network (TISPOL), organismo que congrega todas as polícias de trânsito da Europa, no qual a GNR é a representante nacional.

GNR volta a intensificar a fiscalização rodoviária a partir de hoje

Trata-se da 4.ª de seis fases da Operação “Hermes – Viajar em Segurança” que incidirá também sobre os trajetos para eventos próprios desta altura do ano.

Os militares da GNR estarão particularmente atentos aos comportamentos de risco na estrada, nomeadamente condução sob o efeito do álcool e de substâncias psicotrópicas, condução sem habilitação legal, excesso de velocidade, incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção de crianças, utilização indevida do telemóvel, manobras perigosas de ultrapassagem, mudança de direção, inversão do sentido da marcha, cedência de passagem, distância de segurança e não circulação na via mais à direita.

Na 3ª fase da operação, que decorreu entre 28 e 30 de julho, foram registados 694 acidentes, três mortos e 20 feridos graves, detidos 158 condutores, a maioria (120) por condução com taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 gramas por litro.

Três GNR condenados por alegadas agressões no hospital de Amarante

Segundo informa o Ministério Público, a pena aplicada a cada um dos arguidos foi de 12 meses de prisão e 50 dias de multa, mas os três militares recorreram desta decisão judicial.

Segundo a página da Internet da Procuradoria Geral Distrital do Porto, os factos ocorreram na madrugada de 8 de junho de 2014, quando uma patrulha da GNR acorreu ao hospital devido a alterações da ordem que a vítima, um homem alcoolizado, estaria a provocar.

O tribunal considerou provado que, pouco depois de chegados ao hospital, os militares “levaram a vítima para uma sala anexa às urgências e agrediram-na”.

De seguida, terão algemado e introduzido a vítima na viatura policial em que se tinham deslocado, “transportando-a para um monte próximo do novo parque de campismo de Amarante”.

Pode ler-se ainda que os três agentes policiais agrediram a vítima e insultaram-na durante o percurso. Nas proximidades do parque de campismo, já fora da viatura, “os militares desferiram bastonadas e pontapés e deixaram a vítima abandonada no local”.

GNR reforça vigilância nas áreas com maior risco de incêndio

Numa nota enviada à agência Lusa, a Guarda Nacional Republicana adianta que este plano de reforço de ações de patrulhamento, vigilância e prevenção começou a 1 de julho.

Segundo a GNR, estas ações têm como objetivo a prevenção da criminalidade, nomeadamente através da monitorização de comportamentos de risco que possam resultar em incêndios, bem como contactar com as populações afetadas pelos fogos.

A GNR explica que o contacto com as populações tem como finalidade “identificar e sinalizar situações críticas que necessitem ou recomendem a intervenção urgente de outras entidades”, como a segurança social ou as autarquias, e daquelas “consideradas de risco ou que possam constituir perigo para os cidadãos e seus bens”.

Este patrulhamento está a ser realizado por militares dos postos territoriais, secções de programas especiais e destacamentos de intervenção e de trânsito, além de elementos de núcleos de proteção ambiental e do Grupo de Intervenção Proteção e Socorro.

Incendiário apanhado em flagrante delito pela GNR

O caso aconteceu esta terça-feira e o fogo foi detectado através de uma torre de vigia. Instantes depois, a GNR localizou o suspeito.

O homem confirmou ter usado um isqueiro para atear o fogo e confessou ter sido o autor de outro incêndio, há duas semanas na Portela do Vale, também em Monchique. Nesse incêndio, uma viatura dos bombeiros de Portimão ficou destruída.

GNR realiza pela primeira vez operação para apoiar turistas durante o verão

O ‘Programa Turismo Seguro’ insere-se na operação “Verão Seguro 2017”, iniciativa que a Guarda Nacional Republicana realiza nos meses de julho e agosto e consiste num reforço do patrulhamento em todo o país, especialmente nos locais junto à praia e em eventos de grande dimensão, além da fiscalização rodoviária.

A capitão Raquel Valente, do comando-geral da GNR, disse à agência Lusa que o ‘Programa Turismo Seguro’ tem como principal objetivos apoiar, garantir a segurança e combater o crime junto dos turistas, sejam nacionais ou estrangeiros.

Além do reforço do patrulhamento especializado com vista ao atendimento, acolhimento e encaminhamento dos turistas, os militares da GNR vão também desenvolver ações de informação e sensibilização para prevenir os potenciais riscos e perigos durante as férias.

Para promover e facilitar o policiamento de proximidade com os turistas e no âmbito da cooperação internacional, vão estar em permanência em Portugal seis militares da Guardia Civil Espanhola e três militares da Gendamarie Nationale Francesa, avançou a GNR.

Raquel Valente afirmou que os militares espanhóis e franceses vão patrulhar as zonas balneares mais turísticas do Algarve, Lisboa e Setúbal durante os meses de julho e agosto, estando previsto que cheguem a Portugal na quarta-feira.

Segundo a GNR, o patrulhamento foi reforçado em todo o Algarve com militares a cavalo da Unidade de Segurança e Honras do Estado e com elementos da Unidade de Intervenção (estabelecimento da ordem pública) e Cinotécnica (cães).

A GNR vai contar, durante o verão, com um reforço permanente de mais 193 militares e com um apoio “não permanente” de 450 elementos, quando se realizarem eventos com uma grande concentração de pessoas no Algarve, adiantou.

Raquel Valente adiantou que o reforço de elementos da GNR é para todo o Algarve e não só para a região de Albufeira.

A GNR vai também reforçar o patrulhamento nas zonas turísticas espanholas mais frequentadas pelos portugueses, como Pontevedra e Huelva, com quatro militares, existindo ainda um aumento de efetivos misto com a Guardia Civil nas zonas de fronteira.

No âmbito da operação “Verão Seguro 2017”, a GNR realiza o ‘Programa Chave Direta’ com o objetivo de garantir a segurança das residências enquanto os seus proprietários se encontram de férias, promovendo os elementos da corporação ações de patrulhamento durante a sua ausência.

Para aderir a este programa, o proprietário tem que se inscrever através da internet ou preencher um requerimento no posto da GNR da sua área de residência

De acordo com esta força de segurança, o ‘Programa Chave Direta’ está ativo até ao dia 15 de setembro e, nos últimos dois verões, foram registadas 3.750 residências, tendo apenas uma sido alvo de furto.

Durante o verão, a GNR, através da Unidade de Controlo Costeiro, reforçou ainda a vigilância em toda a costa e mar territorial do país, nomeadamente nos pontos que podem oferecer “melhores condições para desembarques de droga”.

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