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Militar da GNR perseguida e esfaqueada em Almada

Uma militar da GNR, de 24 anos, saiu do serviço às 15 horas de domingo e seguiu para casa na sua viatura particular.

Contudo, a viagem não correu como esperado, pois três homens perseguiram-na e conseguiram obrigá-la a parar o carro na zona dos Capuchos, em Almada.

Com a viatura imobilizada, os três suspeitos aproximaram-se da militar, arrancaram-na do interior do carro e agrediram-na com murros e pontapés.

Não satisfeitos, os três homens ainda a esfaquearam no pescoço, deixando-a inconsciente.

Fonte do comando da GNR de Setúbal disse ao Notícias ao Minuto que a militar foi posteriormente “socorrida” e transportada para o Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Apesar dos ferimentos, a militar recuperou e entretanto já teve alta hospitalar.

Militar da GNR alvejado por um foragido à justiça

Um militar da GNR foi hoje atingido por um tiro de caçadeira durante uma operação realizada na zona da Covilhã para deter um homem que estava evadido da prisão há 14 anos, disse fonte policial.

“O militar foi atingido a tiro, mas estava protegido com um colete [à prova de bala], pelo que não teve qualquer ferimento”, disse o tenente-coronel Fernando Miranda à agência Lusa.

Por precaução, o militar da GNR foi transportado para o Centro Hospitalar da Cova da Beira, na Covilhã, distrito de Castelo Branco, onde se encontra em observação.

Segundo a mesma fonte, o incidente registou-se hoje ao início da manhã, sendo que o alegado agressor apenas efetuou um disparo, uma vez que o militar da GNR apesar de atingido ainda o conseguiu manietar.

“A situação não tomou outras proporções porque o militar teve o sangue-frio para conseguir manietar o indivíduo”, disse. Além do evadido, os militares da GNR ainda detiveram um segundo homem.

O homem que disparou está foragido há 14 anos. Terá sido condenado a seis anos e meio de prisão por vários furtos, de acordo com informação da TVI24.

GNR deteve 155 pessoas em flagrante delito durante o fim de semana

Em comunicado, a GNR refere que dos 155 detidos, 94 deveram-se a condução sob efeito do álcool, 26 por condução sem habilitação legal para conduzir e quatro por furto.

Nas operações, que decorreram sábado e domingo em todo o território nacional, a GNR apreendeu 1.531 euros em numerário.

No que diz respeito ao trânsito, foram registadas 1.729 infrações, 914 das quais deveram-se a excesso de velocidade, 223 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei e 79 por falta de inspeção periódica e obrigatória.

Segundo a GNR, 72 das infrações deveram-se à falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças, 48 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução, 33 por infrações a tacógrafos e 33 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

As operações da GNR decorreram no fim de semana e tiveram como objetivo a prevenção e o combate à criminalidade violenta e fiscalização rodoviária.

GNR em operação de resgate de 21 pessoas na Grécia

Em comunicado, a GNR adiantou que os militares da Unidade Controlo Costeiro (UCC), que se encontram destacados na missão da Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (FRONTEX) na Grécia (Poseidon Rapid Intervention), resgataram durante a madrugada de terça-feira, próximo da ilha de Kos, uma embarcação de recreio com seis metros, com 21 pessoas a bordo.

As 21 pessoas, entre as quais nove menores (sete crianças) e seis mulheres (uma delas grávida) não apresentavam ferimentos, segundo a GNR, tendo sido entregues às autoridades de segurança locais.

“Este resgate ocorreu durante uma ação de patrulhamento marítimo que estava a ser realizada pela embarcação (Lancha de Vigilância e Interceção) da UCC, tendo os militares recebido uma comunicação da Guarda Costeira Helénica a reportar um pedido de socorro de uma embarcação junto à fronteira com a Turquia”, refere o texto.

A GNR indicou que a embarcação socorrida encontrava-se à deriva a duas milhas da costa grega, não possuindo propulsão por falta de combustível, tendo a mesma sido rebocada pelos militares até ao porto de Kos.

A GNR participa nesta operação da FRONTEX, com 16 militares e uma lancha de vigilância da UCC, na ilha grega de Kos desde o dia 1 de abril e até ao dia 30 de setembro de 2016.

De acordo com a GNR, o principal objetivo desta operação “é prevenir, detetar e fazer cessar ilícitos relacionados com a imigração ilegal, o tráfico de seres humanos e o tráfico de droga, contribuindo para a salvaguarda de vidas humanas no mar”.

No ano passado foram detetados 3. 067 migrantes ilegais, socorridas 1.265 pessoas, tendo sido percorridas 3.800 náuticas.

Três mortos e mais de 800 acidentes de viação durante a Páscoa

Desde a meia-noite de quinta-feira até à meia-noite de domingo, na ‘Operação Páscoa 2016’, ocorreram 804 acidentes, dos quais resultaram três vítimas mortais, 256 feridos ligeiros e 22 feridos graves.

De acordo com a mesma fonte, comparando com a operação de 2015, nesta Páscoa houve mais 106 acidentes de viação, menos dois mortos, mais um ferido grave e mais 37 feridos ligeiros.

Durante a operação de patrulhamento e a fiscalização rodoviária, a GNR registou 146 situações de crime, a maioria por excesso de álcool e falta de carta de condução. Foram aplicadas 5.169 contraordenações.

 

Multas por falta de cinto de segurança aumentaram 26% em 2015

Os dados foram avançados pela Guarda Nacional Republicana para anunciar a operação de fiscalização ao uso do cinto de segurança e cadeirinhas para crianças que se realiza até domingo.

Em comunicado, a GNR refere que registou 32.391 infrações por falta de cinto de segurança e cadeirinhas para crianças (sistemas de retenção para crianças) em 2015, correspondendo a um aumento de 26 por cento em relação a 2014, quando foram multados 24.942 condutores.

O capitão Ricardo Silva, do comando-geral da GNR, disse à agência Lusa que mais de 90 por cento das 32.391 infrações estão relacionadas com a falta de cinto de segurança.

Segundo aquela força de segurança, Porto (5.782), Braga (3.721), Aveiro (3.068), Lisboa (2.898) e Setúbal (2.061) foram os cinco distritos que registaram o maior número de multas por falta de cinto de segurança em 2015.

A GNR refere que a utilização do cinto de segurança e as cadeirinhas para crianças reduzem “a ocorrência e gravidade de lesões sofridas pelos ocupantes de uma viatura em caso de acidente de viação”, justificando a “particular atenção” às ações de prevenção e fiscalização dada a este tipo de dispositivos.

A GNR intensifica, até domingo, a fiscalização do uso do cinto de segurança e de sistemas de retenção para crianças, direcionando as ações para as vias onde as infrações por falta de uso destes dispositivos são mais frequentes.

Para a operação dos cintos de segurança foram mobilizados militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais, sendo realizada em simultâneo em todos os países da Europa e enquadra-se no plano definido pela European Traffic Police Network, organismo que congrega todas as polícias de trânsito da Europa, no qual a GNR é a representante nacional.

 

GNR incentiva proprietários a limpar terrenos para travar incêndios

Quinze militares e oito viaturas do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) e do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) percorreram esta manhã algumas aldeias do concelho de Murça, distrito de Vila Real.

Os militares concentraram-se em Fiolhoso, aquela que é considerada a aldeia mais luxemburguesa de Portugal, isto porque são muitos os que dali emigraram para o Luxemburgo e, depois de uma apresentação na junta de freguesia, espalharam-se pelo terreno.

O guarda Costa e o cabo Rodrigues entraram num dos cafés da aldeia e aproveitaram os clientes para passarem a mensagem de que é preciso limpar os matos à volta das habitações, numa área de 50 metros. “Podem ter árvores, mas estas e o mato rasteiro têm de estar limpos”, salientou o cabo Rodrigues.

A chuva intensa que caiu hoje dificultou o contacto com as pessoas na rua, mas é nesta altura, no inverno, que é preciso prevenir para, segundo afirmou à agência Lusa o capitão do GIPS Bruno Antunes, “evitar os incêndios florestais”.

“O objetivo é mesmo esse, mitigar ao máximo este flagelo”, frisou.

É um trabalho que se repete desde 2013 e que, de acordo com o responsável, está a dar resultados.

“No ano passado, no distrito de Vila Real, nos concelhos onde promovemos estas ações houve uma redução de 40% nas ignições”, sublinhou.

Para já identificam-se as situações de infração, sensibilizam-se os proprietários para a limpeza voluntária mas depois, a partir de maio, os militares voltam a passar e aí já são levantados autos de contraordenação.

A grande dificuldade com que os militares se confrontam é identificar os proprietários, uma dificuldade acrescida em localidades como Fiolhoso onde a maioria da população é emigrante e só regressa na altura do verão, o período mais crítico de ocorrência de incêndios.

Mais à frente, na aldeia de Fonte Fria, já na freguesia de Vilares, os guardas pedem ajuda a um casal para tentarem identificar o dono de um terreno, ali ao lado, que precisa de ser limpo. Maria Dulcínia e Américo Correia colaboram prontamente e dizem que estas iniciativas são bem-vindas, até para a segurança da sua própria casa.

O presidente da Junta de Fiolhoso, José Manuel Marcolino, tenta também ajudar os militares mostrando, num mapa, quais são as situações mais preocupantes.

“Aqui há bastantes terrenos muito próximos das habitações e há muitas zonas que não estão limpas e que é preciso limpar”, frisou o autarca.

Para José Marcolino, a vinda da GNR à aldeia pode “incutir mais algum receio e medo de serem autuados” o que pode também servir como incentivo a que os populares cumpram a legislação.

Já Carlos Teixeira, ex emigrante, pede à GNR para “não se compadecer com ninguém”, considerando que “primeiro ainda se pode dar uma advertência mas depois autuar verdadeiramente”.

“Estas ações são boas porque há muitas habitações que estão em risco, portanto se elas estão em risco há que protege-las. Não só as casas como as pessoas. Pode estar uma pessoa a dormir e vir um incêndio de noite e destruir a casa”, referiu.

Carlos Teixeira lembrou a floresta, de pinhal e antigos castanheiros, que havia à volta de Fiolhoso, e lamentou que os incêndios tenham destruído “essa fortuna”.

Durante a manhã, os militares identificaram 30 situações de infração nas freguesias de Fiolhoso e Vilares.

“Este ano, a GNR em Vila Real propõe-se até ao dia 15 de maio conseguir identificar todas as condições de não conformidade”, concluiu o capitão Bruno Antunes.

Em 2015, arderam 68.000 hectares em Portugal, tendo a GNR contabilizado 20.481 ocorrências e 5.864 crimes.

Segurança: Passos tinha um assessor, Costa recorre a três

António Costa

São três os nomeados por António Costa para ficarem responsáveis pelas áreas de segurança interna e da defesa: um oficial da PSP (intendente Luís Elias), outro da GNR (coronel Óscar Rocha) e ainda um militar e ex-comandante naval (José Montenegro).

A notícia é dada pelo Diário de Notícias (DN), que não obteve em tempo útil esclarecimentos por parte do gabinete do primeiro-ministro sobre as missões a serem atribuídas a cada um. No entanto, a mesma publicação apurou que “o caderno de encargos” do intendente e do coronel contempla “tratar de tudo o que diz respeito à segurança interna, análise da organização e melhorias no sistema e o apoio à decisão em alguns processos mais sensíveis”.

Recorde-se que esta é uma aposta na segurança interna reforçada, uma vez que o ex-primeiro-ministro Passos Coelho tinha escolhido apenas um assessor para as mesmas áreas durante o seu mandato.

António Costa é também o primeiro chefe de governo a chamar para o seu gabinete um oficial da PSP e outro da GNR. “Conhecendo António Costa, desde que foi ministro da Administração Interna (MAI), a rivalidade entre a GNR e a PSP quis evitar inevitáveis conflitos, caso só nomeasse um deles”, explicou uma fonte próxima ao DN.

GNR apreende 695 pés de canábis e cogumelos alucinogénios

Em conferência de imprensa realizada hoje, o comandante do destacamento territorial de Faro da GNR, Filipe Mendes, adiantou que se trata da maior apreensão de droga feita pela GNR no Algarve desde o início deste ano, frisando que resultou de uma investigação que decorria há cerca de quatro meses.

Além dos pés de canábis e dos cogumelos, estavam na habitação 11.400 doses individuais de cocaína e uma quantidade não especificada de MDMA, droga que, no seu conjunto, valeria no mercado umas “largas dezenas de milhares de euros”, referiu aquele responsável aos jornalistas.

A GNR vai agora apurar se o homem fazia venda direta da droga, sendo certo que, no que respeita à canábis, o processo era todo feito pelo agora detido, desde a germinação, até ao processo de maturação, secagem, preparação e embalamento da droga.

O homem, de 31 anos, não tinha emprego e dedicava-se, alegadamente, não só ao tráfico de canábis, como de outro tipo de drogas, referiu a GNR.

As plantas de canábis estavam espalhadas por duas divisões da casa, onde foi também encontrado diverso material para apoio ao cultivo das plantas, nomeadamente, temporizadores, lâmpadas e extratores de odor.

Segundo o comandante do destacamento territorial de Faro da GNR, é a primeira vez que aquele destacamento apreende cogumelos alucinogénios, que, neste caso, estavam ainda a germinar, mas também uma quantidade já pronta para consumo.

A droga vai agora ser encaminhada para o Laboratório de Polícia Científica e só depois deverá ser destruída, concluiu.

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