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“Sete” tem estreia marcada para os dias 29 e 30 de junho

90 vozes vão juntar-se a um ensemble de músicos para apresentar um exercício sobre a nossa humanidade. A memória, o tempo, o medo e a coragem, o bem e o mal, tudo consagrado num espetáculo único que envolve o projeto de comunidade Outra Voz.

Sobre um manto verde, num contacto privilegiado com a natureza, a Outra Voz e a encenadora Sandra Barros viram aqui, neste Parque da Cidade de Guimarães, o palco perfeito para um espetáculo que celebra o que cada um de nós tem de singular e em comum com o outro.

Os jovens cantores da SMG – Conservatório de Guimarães juntam-se ao grupo de comunidade Outra Voz, sob a direção de Marisa Oliveira, e serão acompanhados pelo ensemble de sopros, percussão e gaita de fole, dirigidos pelo músico vimaranense Rui Souza. Todo este evento conta com a coordenação de Carlos A. Correia, também responsável do projeto Outra Voz, e a cenografia está a cargo do artista plástico Daniel Costa.

Sobre a Outra Voz:

A Outra Voz é um grupo de comunidade dedicado à expressão e exploração vocais a partir da música de tradição e transmissão oral. Criada em julho de 2010, a partir da Área de Comunidade da programação da Capital Europeia da Cultura 2012, constitui o único projeto artístico que permaneceu para além da realização deste grande evento.

Constituída em 2013 como Associação Cultural sem fins lucrativos, realiza ensaios em várias freguesias de Guimarães onde se ligam mais de 100 elementos. A Outra Voz é um ponto de encontro entre pessoas, mas também um genuíno fenómeno de autonomia e auto-organização efetivamente comunitária

Outra Voz : Há 8 anos de portas abertas à comunidade

Parte dos pressupostos de criação da Outra Voz assentam em processos colaborativos nos quais, a partir de uma temática, encontram-se cruzamentos expressivos entre profissionais e não-profissionais. Exercícios estes que serão apresentados de uma forma distribuída e culminarão num objeto artístico único, que será apresentado em finais de junho.

As conversas e propostas rodam em torno dessa ânsia criativa, ocorrem semanalmente em horário pós-laboral, com ensaios conduzidos em seis diferentes locais: Academia de Bailado de Guimarães, ADCL de S. Torcato, Casa do Povo de Briteiros, Juntas de Freguesia de Lordelo, Nespereira e Pevidém. Envolvem cerca de uma centena de participantes.

A Outra Voz é um grupo com portas permanentemente abertas à participação de todos. Estima-se que já tenham passado acima de três centenas de cidadãos vimaranenses e de concelhos vizinhos por este espaço que conta com uma atividade regular que se materializa em apresentações em diversos locais de referência do território nacional, como são exemplo, a Culturgest, o Centro Cultural de Belém ou mais recentemente, o Convento de S. Francisco em Coimbra e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, a convite da artista plástica Ann Hamilton.

HORÁRIOS DOS ENSAIOS:

Terças:

19:30

-Briteiros | Casa do Povo

21:00

-S. Torcato | ADCL

Quartas:

19:00

-Pevidém | Junta de Freguesia

21:15

-Cidade | Academia de Bailado de Guimarães

Quintas:

20:00

-Nespereira | Junta de Freguesia

21:30

-Lordelo | Junta de Freguesia

Guimarães recebe workshop da confiança

Andar à velocidade da confiança é para si?

A confiança é uma energia essencial e está codificada no nosso ADN. Desde que nascemos que exercitamos a confiança em pequenos e grandes passos, junto dos que amamos e consideramos, com quem trabalhamos e lidamos no dia-a-dia e até com desconhecidos. A confiança cria vínculos neurais, faz pontes entre pessoas, abre portas e move-nos para alcançarmos objectivos e termos uma vida com significado.

Estudos feitos na área da confiança comprovam que as pessoas que têm confiança e a praticam são mais saudáveis, têm melhores relacionamentos pessoais e ao nível empresarial geram mais lucros. De cada vez que cria confiança acrescenta energia, valor, dinamismo e velocidade à sua vida e empresa. E quando não confia, não é de confiança ou é visto como não sendo de confiança a energia decresce, desinveste, baixa os lucros, aumenta os custos e baixa a velocidade de realização das suas metas.
Para avançar ande à velocidade da confiança e respeite a sinalização da sua alma.

Sabe o que é a confiança e sente-a na sua vida?

Tem a determinação e a convicção em relação a quem é, o que fazer e ter?

Ou, a maioria das vezes sente-se:
• Com dúvidas em relação a ser capaz ou ter valor
• Ao tomar decisões receia, volta atrás e perde energia,
• Passa a vida a procrastinar, a adiar o que sabe que é para fazer,
• Desanima com os imprevistos e dificuldades que lhe aparecem,
• Já não aguenta a pressão e tem medo de não conseguir,
• Não sabe como comunicar o seu ponto de vista sem ficar a tremer,
• Tem receio de ser julgado e rejeitado pelos outros,
• Perde o seu poder em pequenas coisas,
• A sua cabeça está cheia de pensamentos negativos e fica horas a remoer,
• Quer desistir, fugir e que o deixem em paz?

Tudo isto são indicadores que a confiança, os seus níveis de confiança estão baixos e que você sobrevive em vez de viver.

• Seja você mãe, professora, bancário, assistente, vendedora, médico, psicóloga, electricista, terapeuta, atleta, astrólogo, empresária, recepcionista, estudante, carpinteiro ou gestora você precisa de ter confiança em si e no que quer para o conseguir e vencer.

Benefícios do Workshop da Confiança

• Autoconfiança e segurança interior,
• Libertar as sombras da confiança (medo, dúvida, resistência, fracasso, não ser suficiente),
• Aprender a vencer a apatia,
• Aprender e aplicar os recursos da confiança,
• Resolver questões de afirmação pessoal e estima,
• Ganhar maior valorização pessoal,
• Assumir as suas verdadeiras capacidades e usá-las,
• Clareza na tomada de decisões e agir com convicção,
• Forte motivação, poder pessoal e autonomia,
• Capacidade de liderança,
• Saber gerir conflitos e comunicar com clareza,
• Serenidade e coerência,
• Desenvolver padrões de sucesso,
• Usar o sistema das três verdades da confiança,
• Ter confiança em si e no universo e criar sincronicidades,
• Trabalhar em grupo e falar em público com confiança,
• Subir os seus níveis de confiança,
• Agarrar novas oportunidades de trabalho, de relacionamento ou de negócios.
A sua vida quer que você ande à velocidade da confiança e que tenha os resultados que só a confiança lhe pode dar. Agora é o momento de ter a energia, a expansão e o impacto que deseja no mundo, com confiança. Dê já o passo e inscreva-se aqui.

Horário

Sábado e domingo das 9h30 às 19h

Local

GUIMARÃES

Na antiga escola primária de Gonça

Rua José e da Silva Gonzales n 26.

4800-192 Gonça, Guimarães

Se estiver longe pode participar por Skype.

Informações e inscrições

susana@susanacorderosa.com Telef: 929 015 310 www.susanacorderosa.com

Prémios Município do Ano conhecidos em novembro em Guimarães

© iStock

Em comunicado enviado à Lusa, a Universidade do Minho (UMinho) refere que o concurso, por si organizado, através da plataforma UM-Cidades, e pela Câmara de Guimarães, “visa reconhecer as boas práticas de projetos implementados pelos municípios com impacto no território, na economia e na sociedade, promovendo o crescimento, a inclusão e a sustentabilidade”.

O galardão “pretende também colocar na agenda a temática da territorialização do desenvolvimento, perspetivada a partir da ação das autarquias, bem como valorizar realidades diversas que incluam as cidades e os territórios de baixa densidade nas diferentes regiões do país”, acrescenta a UMinho.

Lisboa venceu esta iniciativa em 2014, com o projeto “Há Vida na Mouraria”, sendo que em 2015 foi vencedor Vila do Bispo, com o projeto “Festival de Observação de Aves & Atividades de Natureza”. Em 2016 venceu o prémio o Fundão, com o projeto “Academias de Código”, e no ano passado Guimarães, com “Pay-as-You-Throw no Centro Histórico de Guimarães”.

Os finalistas nomeados em 2018, a 5ª edição do prémio, nas nove categorias (áreas geográficas) a concurso são Avis, Coruche, Santarém e Sines (Alentejo), Albufeira, Alcoutim e Loulé (Algarve), Cascais, Lisboa, Mafra e Sesimbra (Área Metropolitana de Lisboa), Arouca, Espinho, Gondomar e Vila Nova de Gaia (Área Metropolitana do Porto), Águeda, Mealhada, Oliveira do Hospital e Seia (Centro), Figueira de Castelo Rodrigo, Idanha-a-Nova, Lousã e Sátão (Centro com menos de 20 mil habitantes), Braga, Ponte de Lima, Viana do Castelo e Vila Real (Norte), Alfândega da Fé, Armamar, Montalegre e Valpaços (Norte com menos de 20 mil habitantes), Horta, Madalena do Pico, Ribeira Grande e Vila Praia da Vitória (Regiões Autónomas).

A cerimónia de entrega dos dez galardões a concurso está marcada para as 17:00 e será antecedida pela conferência “Como os municípios podem contratar transportes públicos e partilhados”, proferida por Robert Stussi, vice-presidente da Associação Portuguesa do Veículo Elétrico.

Esta edição contou com 56 candidaturas.

LUSA

Guimarães acolhe sete famílias yazidi

“Cidade berço de Portugal, Guimarães irá agora tornar-se no berço de uma vida nova para aqueles que são dos refugiados mais massacrados que têm chegado à Europa”, disse Gabriela Nunes, da Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Locais, uma das sete instituições daquele concelho que vai acolher os cidadãos yazidi.

Os yazidis são uma minoria religiosa que tem sido alvo de perseguição e massacres na Síria e no Iraque por parte dos apoiantes do Estado Islâmico.

Hoje, chegam a Portugal sete famílias yazidi, num total de 24 pessoas, que são acolhidas em instituições de Guimarães. Inicialmente, estava prevista a chegada de mais uma família de seis pessoas, mas a sua viagem foi cancelada por motivos de saúde.

A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Locais vai receber um casal e dois filhos, com dois e seis anos, e ainda um outro adulto.

Para Gabriela Nunes, o “grande desafio” não é tanto a criação das condições físicas do alojamento, porque toda a comunidade ajudou, mas sim a “integração”, a começar pela língua.

“Pontos de Vista” numa corrida solidária

O evento que se realiza no próximo dia 16 de outubro e que tem um custo simbólico de 5 euros de inscrição, é uma boa forma de praticar exercício e ao mesmo tempo poder ajudar o próximo, neste caso o melhor da vida, as crianças.

Não deixe de participar e contribuir com produtos necessários e géneros alimentares, pois um sorriso no rosto de uma criança vale cada quilómetro de esforço da corrida e cada um dos cêntimos da inscrição.

O 1º TRAIL SOLIDÁRIO é organizado  pelo Clube Recreativo Candoso e a Associação Os Rotos. Parte da receita irá reverter a favor da CASA DA CRIANÇA em Guimarães ( http://www.casadacrianca.pt/ )

Para mais informações e inscrições consulte a página oficial do evento em http://chrono.pt/event/trail-solidario-2016/

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Vai ser possível subir à torre que é um ícone de Guimarães

Já não será necessário pedir por favor para entrar na icónica torre onde Guimarães anuncia “Aqui Nasceu Portugal”. O edifício é privado, mas será expropriado pela autarquia, para dar lugar a um projecto de valorização da estrutura de defesa medieval, que tornará possível visitar o seu interior e subir ao topo através de um elevador. O projecto, apresentado esta segunda-feira, será candidatado a fundos comunitários, mas avançará com ou sem dinheiro europeu, garante a câmara.

A entrada para a Torre da Alfândega é hoje em dia feito através do histórico café Milenário, no largo do Toural, mas não está acessível a toda a gente. Quem consegue ter autorização para lá entrar percebe que dentro de torre ainda se encontram as construções de um bar que ali funcionou até aos anos 1980, por exemplo. O plano da Câmara de Guimarães para aquele local aponta para a demolição de tudo aquilo que foi sendo acrescentado, deixando apenas à vista as pedras da estrutura de defesa medieval.

Para o acesso à torre será criada uma caixa de escadas em ferro, que introduz um percurso ao longo dos pisos, permitindo a interpretação da construção. No seu interior será ainda colocado um elevador envidraçado que permitirá esta leitura, bem como o acesso ao topo da Torre da Alfândega. A partir dali há uma vista privilegiada sobre a cidade que passará a poder ser partilhada pelos visitantes. O acesso ao público será feito a partir da rua do Anjo, que também vai ser requalificada, juntamente com o edifício contíguo à torre medieval, que está actualmente em ruínas.

O projecto da Câmara de Guimarães já tem parecer favorável da Direção Geral do Património Cultural, que também autorizou a autarquia a avançar com uma ideia que se apresenta como complementar à visitação da Torre da Alfândega: a criação de um passadiço no tramo da muralha da cidade, ao longo da Avenida Alberto Sampaio. As duas iniciativas vão ser candidatos a financiamento através do Portugal 2020, mas o vereador do turismo da Câmara de Guimarães, José Bastos, garante que a intervenção na Torre da Alfândega avança “com ou sem fundos comunitários”.

Em Março, veio a público a informação de que a torre tinha sido transacionada entre privados, em 2014, por 190 mil euros. Na altura, a autarquia não exerceu o direito de preferência que tem sobre qualquer edifício situado na zona histórica que seja vendido. Agora, vai avançar para a expropriação do prédio que confronta com a muralha. “Já foi dado início ao processo, que agora pode ser amigável ou litigioso, mas avançará”, explica ao PÚBLICO José Bastos. A data para o início da obra também está dependente da finalização da expropriação, mas a intenção da autarquia é avançar para a concretização do projecto “a curto prazo”.

A Cozinha: Regresso às origens em Guimarães

Simplesmente, A Cozinha. O nome revela o modo como o chefe António Loureiro quer concentrar-se no essencial: “a qualidade dos produtos e do serviço”. Aos 48 anos, após ter acumulado experiências profissionais em restaurantes com Estrelas Michelin (Belcanto, The Kitchin, Azurmendi) e em cadeias hoteleiras (Pousadas de Portugal, Solverde, Meliã) – que culminaram na conquista do título de Chefe Cozinheiro do Ano em 2014 –, decidiu regressar à terra onde nasceu e cresceu. “Sempre tive a intenção de voltar a Guimarães, onde comecei a minha carreira e cheguei a ter um restaurante de comida tradicional, com bastante êxito”, conta. Partiu, porque quis investir na carreira, “conhecer outros países e outras cozinhas”, conforme diz. Hoje, é necessariamente um cozinheiro diferente, apostado em valorizar a cozinha tradicional, sobretudo do Minho e do Alto Douro, com muita criatividade.

É com pratos como este Horta do Minho (com cogumelos, legumes e barriga de porco, €7) que o chefe de cozinha António Loureiro quer valorizar e reafirmar as tradições gastronómicas portuguesas, sobretudo do Minho e de Trás-os-Montes

É com pratos como este Horta do Minho (com cogumelos, legumes e barriga de porco, €7) que o chefe de cozinha António Loureiro quer valorizar e reafirmar as tradições gastronómicas portuguesas, sobretudo do Minho e de Trás-os-Montes

Lucília Monteiro

Um edifício em ruínas do Serralho, largo recatado e esquecido do centro histórico de Guimarães, encaixava na ideia de António Loureiro. Ali podia construir um restaurante relativamente pequeno (com capacidade para 40 pessoas), numa zona não massificada pelo turismo e concentrar-se nas experiências sensoriais proporcionadas aos clientes, tendo sempre por base o receituário regional. “Estamos numa posição geográfica privilegiada, a 30 quilómetros do mar e a outros tantos da serra, e pelo meio ainda encontramos as hortas do Minho”, sublinha António Loureiro. “Temos uma grande diversidade de produtos à disposição e uma tradição gastronómica muito forte.” Ao almoço, optarão por pratos mais simples, “reconhecíveis pelo público em geral”, ao passo que ao jantar haverá propostas mais arrojadas, à carta ou em menus de degustação. Na sala principal, logo à entrada, as mesas sem toalhas estão prontas a receber as criações do chefe. No piso superior, além de um terraço com ervas aromáticas e pequenos legumes, há uma sala privada com mesa oval para dez pessoas, de janela aberta para uma das cozinhas, onde se realizarão eventos de live cooking, workshops e provas de vinhos. Refira-se, aliás, que a garrafeira irá focar-se nos vinhos verdes e do Douro. Valorizando, mais uma vez, as riquezas da região.

A Cozinha > Lg. do Serralho, 4, Guimarães > T. 253 534 022 > seg-sáb 12h30-15h30, 19h30-23h > €35 (preço médio)

Já começou o maior evento de software de modelação open source em Portugal

O 11.º OpenFOAM Workshop (OFW11), um encontro internacional que traz a Portugal 300 especialistas para falar sobre soluções open source, começou hoje e prolongar-se-á até à próxima quinta-feira, dia 30 de junho, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. A entrega de uma pen drive gigante, a simbolizar o lançamento da nova versão do software de modelação open source OpenFOAM®, ao presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, abriu as hostes para o evento anual que este ano se realiza em Portugal. A versão “Foam-extended-4.0-Guimarães” está a partir deste momento disponível para utilização por parte das empresas, com todos os melhoramentos decorrentes do último ano.

São mais de 130 palestras, 32 cursos e 170 instituições representadas. No OFW11 estão vários investigadores, académicos, empresários e programadores de 30 países, tais como Alemanha, Espanha, França, Itália, Áustria, Croácia, Rússia, Suécia, Brasil, Reino Unido, República da Coreia, Japão, China, entre outros. O objetivo é debater e analisar as vantagens decorrentes da utilização de software open source para os vários setores industriais, nomeadamente Automóvel, Naval, Química, Polímeros, Energias Renováveis, e ainda nas áreas das Finanças, Economia, Medicina, entre outras.

OFW11

As soluções open source permitem, pela sua natureza universal e de desenvolvimento tecnológico constante, reduzir custos e aumentar a eficiência das empresas, por exemplo no desenvolvimento de novos produtos e em testes laboratoriais. O software de modelação baseado na tecnologia OpenFOAM® é uma ferramenta open source que integra uma biblioteca de códigos para simular fenómenos de acústica, transferência de calor, turbulência, escoamento, aerodinâmica, reações químicas, eletromagnetismo, entre muitos outros.

Em 2015, o número de utilizadores docresceu exponencialmente, tendo sido efetuados mais de 280 mil downloads em países como Alemanha, Estados Unidos da América, China, Japão, Reino Unido, Índia, Brasil, Austrália e África do Sul. Em Portugal a utilização do OpenFOAM® tem um grande potencial de crescimento, tendo sido formada uma comunidade de utilizadores, a FOAM@PT.

As inscrições para o OFW11 ainda estão a decorrer em www.openfoamworkshop.org. O evento decorre até 30 de junho, no Centro Cultural Vila Flor, sob organização do DEP – Departamento de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho e do i3N/IPC – Instituto de Polímeros e Compósitos.

Incêndio em Guimarães destruiu fábrica de calçado

Um incêndio destruiu esta madrugada, uma fábrica de calçado em Calvos, Guimarães, e danificou um armazém têxtil, tendo sido combatido por oito viaturas e 29 homens, informou fonte dos Bombeiros Voluntários da cidade.

Segundo a mesma fonte, o alerta foi dado às 00:43 e “as causas do incêndio não são ainda conhecidas”.

O fogo, adiantou, “teve início na fábrica de calçado e pegou depois a um armazém de uma empresa têxtil que fica mesmo ao lado”.

A mesma fonte explicou que a fábrica de calçado “ficou destruída”, enquanto a têxtil ficou “apenas danificada”.

Não há feridos a registar neste incêndio, que demorou cerca de quatro horas a ser combatido.

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