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“A LIDERANÇA É UMA QUESTÃO DE COMPORTAMENTO E INICIATIVA”

O Grupo Ciprotur proporciona oferta de alojamento turístico diferenciado em duas das ilhas do Arquipélago dos Açores: A Ilha São Miguel e a Ilha de Santa Maria. O que vai encontrar quem escolhe um dos hotéis do grupo para conhecer e descobrir o melhor dos Açores?

Localização privilegiada, foco no cliente e no seu bem-estar, informalidade, conforto e look minimalista, são as nossas principais caraterísticas.

O Hotel Ponta Delgada e o Antillia Hotel Apartamento localizam-se no centro de Ponta Delgada e oferecem uma vasta gama de serviços no âmbito do turismo de negócios e do turismo de lazer. O Hotel do Mar, na Vila da Povoação, em frente ao mar e a 12 km das Furnas, e o Hotel Colombo, na ilha de Santa Maria situado entre o campo e o mar, proporcionam descanso e conforto revigorantes, bem como uma agradável proximidade a praias e atividades náuticas.

Cláudia Soares Faias é Diretora Executiva do Ciprotur Hotel Group e Docente Convidada na Universidade dos Açores. É uma líder e uma mulher que assume uma posição de destaque na vida profissional. Que barreiras superou durante o seu percurso profissional? Ser mulher no “mundo dos negócios” acarreta obstáculos ou desafios?

Nasci e cresci numa família de empresários empreendedores. Aprendi a comunicar e a gerir desde muito cedo o que me forneceu ferramentas essenciais ao meu percurso académico e profissional. Ser mulher no mundo dos negócios é um constante desafio. Ser mulher e ter um papel ativo no âmbito da gestão turística e hoteleira, que é ainda um cenário dominado pelos homens, representa um repto de maior dimensão.

É percetível que, hoje em dia, as mulheres líderes estão mais preocupadas em obter respeito do que de reconhecimento. Ainda assim é devido à desigualdade de género que se faz sentir no mercado de trabalho. Por onde devia começar a mudança?

O respeito conquista-se através de uma liderança eficaz, mas não é indissociável do reconhecimento, que é ganho pelos resultados obtidos na gestão eficiente dos recursos. A desigualdade de género existe e está presente no mercado de trabalho, mas parte de todos nós mudar o contexto. As mulheres estão a conquistar mercado e a ganhar terreno na liderança de setores de atividade onde há 30 anos atrás apenas os homens se evidenciavam. A formação, a atitude e a sensibilidade são alicerces fundamentais.

A mulher tende a possuir, tradicionalmente, um vínculo familiar mais estreito do que o homem. Assume a responsabilidade pela casa, por cuidar dos filhos, ser boa mãe, companheira e empresária. Quem é Cláudia Soares Faias enquanto profissional e enquanto mulher?

Uma plataforma de gestão de prioridades…Somos ambos pais e gestores e tentamos dar o nosso melhor no seio da família e das diferentes empresas em que exercemos funções, partilhamos tarefas e preocupações. Enquanto mulher, mãe e profissional, dedico-me a cada atividade com determinação e definição de objetivos. só assim consigo avaliar os prós e os contras das decisões tomadas nas diversas circunstâncias.

As mulheres geralmente são reconhecidas por competências de liderança mais subtis. Afinal, mulheres e homens são diferentes e é natural que possuam competências distintas.  O que é preciso para se ser um bom líder? São as mulheres líderes mais eficazes?

As mulheres são por natureza atentas, observadoras e multitarefas. A gestão familiar poderá servir de base para a gestão empresarial. Obviamente que as competências são diferentes, o que se revela positivo. A diversidade de conhecimentos e de competências transmite cor, dinâmica e potencial em qualquer conjuntura.

Um bom líder otimiza os recursos, enfrenta adversidades, assume insucessos e partilha vitórias. As mulheres poderão ser líderes mais eficazes, mas não me parece que a eficácia seja uma questão de género, diria antes que a liderança é uma questão de comportamento e iniciativa.

Hotéis continuam a dominar, apesar da subida do alojamento local

“A indústria do turismo e o setor da hotelaria em particular, agora num novo paradigma, demonstraram uma dinâmica incomparável. Estamos perante uma revolução digital, que aproximou o turista do destino e de todas as suas valências, tornando a competitividade e a diferenciação fundamentais. Estamos perante uma nova realidade, novos costumes, que influenciam e estimulam novos modelos de negócio”, afirma Jorge Marrão, da consultora Deloitte, responsável pelo estudo.

De acordo com as conclusões da 11.ª edição do Atlas da Hotelaria, “apesar do incremento da procura por alojamento local face a anos anteriores, os hotéis continuam a ser a preferência dos turistas que visitam Portugal”.

Atualmente existem no país mais 135 empreendimentos turísticos e mais 6.203 unidades de alojamento do que em 2015, num total de 1.864 e 136.203, respetivamente.

Os hotéis são a tipologia de empreendimentos turísticos predominante, com 73% do total, seguindo-se os apartamentos turísticos (10%), os hotéis apartamentos (8%), os hotéis rurais (4%), os aldeamentos turísticos (3%) e as pousadas (2%), num panorama que se manteve “praticamente inalterado” face a 2015.

Impulsionado “sobretudo pelas plataformas de pesquisa e arrendamento ‘online’, o alojamento local verificou, contudo, “um crescimento assinalável”, com o número de unidades a ultrapassar atualmente as 22.000, correspondentes a uma oferta de mais 88.000 camas.

As regiões de Lisboa e Algarve concentram cerca de 75% das unidades (88.674 camas) e o Norte surge na terceira posição com 11%.

Ainda assim, segundo a Deloitte, os empreendimentos turísticos de três e quatro estrelas são os que predominam a nível nacional, representando 34% e 37% do mercado, ou seja, 643 e 695 unidades hoteleiras, respetivamente.

Os empreendimentos de duas estrelas ocupam a terceira posição, com 16%, e os de cinco estrelas a quarta posição, com 8%, existindo atualmente em Portugal 142 unidades hoteleiras nesta categoria.

No ano passado, destacou-se o aumento do número de hotéis de quatro estrelas, onde se registaram 68 aberturas, com os grupos Pestana Hotels & Resorts/Pousadas de Portugal, Vila Galé Hotéis e Accor Hotels a surgirem como os detentores do maior número de empreendimento turísticos.

O Grupo Pestana lidera o ranking “de forma destacada”, com 7.076 unidades de alojamentos (14.570 camas) em 65 empreendimentos, mas são de assinalar os reforços da oferta em 2016 dos grupos HF Hotéis Fénix (que subiram do 14.º para o 11.º lugar), Porto Bay (do 17.º para o 12.º) e Turim Hotéis (19.º para 17.º).

Numa análise por regiões, verifica-se que o Algarve continua a concentrar o maior número de empreendimentos turísticos do país (23%) e também de unidades de alojamento (32%), tendo apresentado uma taxa de ocupação média de 61,8% e um preço médio por quarto de 56,7 euros.

Seguiu-se a região Norte, que reúne 22% dos empreendimentos turísticos, a região Centro (21%) e Lisboa (15%), com a Madeira e Lisboa a destacarem-se como as zonas do país com maior taxa de ocupação (72,7% e 71,2%, respetivamente).

Relativamente ao RevPAR (receita por quarto disponível), todas as regiões do país aumentaram as suas receitas em 2016, com Lisboa a sobressair com uma receita por quarto disponível de 53,6 euros, mais 5,70 euros do que no ano anterior.

Porto é campeão europeu dos aumentos de preços em hotéis

Nenhuma das grandes cidades europeias ficou mais cara para os turistas do que o Porto neste mês de março. De acordo com o índice de preços da Trivago, a segunda maior cidade portuguesa regstou a maior variação de preços em todo o ‘velho continente’, com um aumento de 30% no preço por noite em hotéis na comparação direta com março do ano passado.

Em vez dos 55 euros de 2015, os turistas que visitam o Porto este mês serão obrigados a pagar uma média de 72 euros por cada noite, um valor que é ainda assim um dos mais baixos entre as grandes cidades europeias. No top 10 das maiores subidas, a cidade invicta é mesmo a mais barata, muito atrás da cidade mais cara, Amesterdão, onde os turistas pagam uma média de 157 euros por dormida.

Além do Porto, Lisboa surge também no top 10 de maiores aumentos de preços: a capital portuguesa ficou no 9º lugar, subindo de 83 para 95 euros por noite num hotel no espaço de um ano.

 

80 anos Bensaude Hotels

Tanque Termal Parque Terra Nostra

O Terra Nostra Garden Hotel é exatamente o hotel que marca o início da ligação do Grupo Bensaude com a área do turismo, comemorando em 2015 os seus 80 anos de atividade ininterrupta, sendo um ex-líbris do turismo açoriano e estando intrinsecamente ligado à hotelaria da ilha de São Miguel.

Publicidade Terra NostraA Bensaude Hotels, não com esta designação à altura, dá os primeiros passos em 1933 através de um grupo de visionários açorianos, entre os quais Vasco Bensaude, um dos principais protagonistas, confirmando-se e materializando-se em abril de 1935 com a abertura do Hotel Terra Nostra.

Este projeto, bafejado pelo sucesso, não deve ser alheio à sua envolvência, uma vez que a existência e aquisição do Parque Terra Nostra por parte da Sociedade Terra Nostra foi vital para que ainda hoje este seja um “guilty pleasure” ou um “secret spot” de excelência para todos os que o visitam, com a sua riqueza de espécies botânicas, o seu tanque de água férrea e mais recentemente com o jacuzzi natural.

Foi assim que em 2013 o Terra Nostra Garden Hotel foi submetido a grandes obras de remodelação, posicionando-se como um dos melhores hotéis da sua categoria em Portugal, o que o levou a ganhar vários prémios com o “Portugal’s Leading Boutique Hotel” atribuído pelo World Travel Awards em 2014 ou mais recentemente outro prémio atribuído pelo World Luxury Hotel Awards, demonstrando a aposta clara da marca no fortalecimento da sua imagem e da sua coleção.

A Bensaude Hotels, nascida e criada com esta matriz de qualidade e de preocupação com a sua oferta para proporcionar aos seus hóspedes momentos inesquecíveis, expande-se, deste então, tendo estado envolvida na construção do primeiro campo de golfe dos Açores em 1939 e, posteriormente, com outro ex-libris da Ilha de São Miguel, o Hotel São Pedro.

Com o passar dos anos e com a afirmação do turismo como setor estratégico da economia portuguesa e, mais recentemente, da economia açoriana, a preocupação da Bensaude Hotels em acompanhar o mercado e as tendências, faz com que haja um grande investimento no setor do turismo, desde o início do século XXI, com a abertura de unidades hoteleiras construídas de raiz, como é o caso do Hotel Marina Atlântico ou do Terceira Mar Hotel, unidades absolutamente ímpares no panorama da região autónoma dos Açores, existindo ainda a preocupação de fazer um investimento fora da região, apresentando-se o Hotel Açores Lisboa como o embaixador da cultura e dos sabores açorianos na capital portuguesa.

Ao longo destes 80 anos de história que este ano se celebram, a Bensaude Hotels, e hoje mais que nunca essa preocupação é real, apostou naquilo que são os produtos regionais açorianos e na hospitalidade que tão bem caracteriza os que nesta região autónoma estão enraizados. Características que com o passar dos anos se encontram cada vez mais vincadas no ADN da marca e na sua comunicação, sendo que cada vez mais é uma marca virada para o mundo com a excelência dos retoques que, só uma marca nascida numa região com características tão únicas, pode ter.

A procura de um equilíbrio entre a atividade económica e a sustentabilidade ambiental é ainda uma das matrizes importantes da marca, que assume, claramente, a preservação do meio ambiente onde se insere, estando ligada às questões ambientais desde a sua criação, sendo reflexo disto nos dias de hoje a certificação ambiental de duas das suas unidades hoteleiras, sendo que todas as outras têm rigorosos planos para preservação ambiental e redução do impacte no meio ambiente.

Como marca, a preocupação e a ligação à região autónoma dos Açores é extremamente vincada, bem como as preocupações sociais que daí advêm. Uma marca com tradição, que continua a olhar com esperança para o futuro, superando os desafios que se colocam.

Joe Berardo vende hotéis Savoy na Madeira

Joe Berardo

O negócio, concretizado na sexta-feira, envolve cerca de 115 milhões de euros e permite arrancar com as obras de construção do Hotel Savoy, uma unidade emblemática do Funchal, que foi demolida em 2009 para dar lugar a um novo hotel.

Na altura, a decisão de demolir o hotel com quase 100 anos foi polémica, pois envolveu o despedimento coletivo de 95 trabalhadores e varreu da cidade uma unidade histórica, por onde passaram personalidades internacionais como Margaret Thatcher (que lá passou a lua de mel e as bodas de ouro), e que contribuiu para colocar a Madeira no mapa turístico mundial.

As obras do renovado Savoy começaram no ano seguinte, mas a empreitada acabou por parar em 2011 por falta de financiamento. Desde essa data que no coração da zona mais nobre da capital madeirense está uma cratera com o tamanho de dois campos de futebol.

Apesar dos contratempos, Joe Berardo defendeu sempre o projeto, e mostrou-se confiante que o sonho dele e de Horácio Roque ia ser uma realidade. No entanto, todas as tentativas de encontrar financiamento falharam, apesar da vertente imobiliária e de time-sharing da unidade terem sido comercializadas com relativo sucesso.

A compra pelo Grupo AFA permite agora viabilizar a construção do hotel de cincos estrelas que conta com 500 quartos – mais 163 do que o anterior Savoy –, divididos em 16 pisos e três corpos. E mesmos detratores do projeto inicial – a oposição camarária criticou a volumetria do edifício –, olham para o negócio com satisfação.

“Mais importante do que refletir se o Savoy original deveria ou não ter sido demolido, importa olhar para o futuro e pensar que aquela cratera tem um impacto negativo muito forte numa zona nobre da cidade”, disse ao PÚBLICO o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, confirmando que a autarquia foi ouvida durante as negociações entre o Grupo AFA e a Siet Savoy.

As licenças da obra caducavam esta terça-feira, e os compradores queriam garantias que estas seriam prorrogadas. Cafôfo, eleito por uma coligação de partidos opositores ao PSD-Madeira, que na altura da demolição presidia à câmara, não só deu essas garantias como ainda simplificou os processos e procedimentos.

“O que eu pedi, foi que o requinte e o classicismo do anterior Savoy, continuem nesta nova unidade”, explicou o autarca, lembrando que a zona onde o hotel será construído é “fundamental” para a cidade. “Fica junto de moradias do início do século passado, e ao lado de um hotel desenhado por Oscar Niemeyer [o hotel Casino Park]”, argumentou, apontando ainda os benefícios para a cidade de uma obra que irá dinamizar a economia e criar cerca de 350 postos de trabalho. As obras devem arrancar já em Janeiro.

O Grupo AFA tem na construção o core business, principalmente as grandes obras públicas. Na Madeira, o grupo, do qual o empresário Avelino Farinha é o rosto mais visível, foi responsável pela construção de grande parte da rede viária, túneis e infraestruturas portuárias. Com uma vasto portfólio de obras no continente, Açores, Senegal, Mauritânia e Angola, a AFA começou a diversificar as áreas de atuação à medida que se aproximava o fim do ciclo de obras públicas na Madeira.

Próximo de Alberto João Jardim, Avelino Farinha começou a olhar para o turismo com interesse. Primeiro com a compra do quatro estrelas Calheta Beach e depois, em Abril deste ano, com a construção e exploração de outro quatro estrelas, o Saccharum, também na Calheta.

Com este negócio, a AFA reforça a posição no sector turístico e imobiliário, que passa a ter um peso cada vez maior na faturação do grupo. O empresário, que foi buscar um ex-diretor regional do Turismo, Bruno Freitas, e o ex-vereador funchalense com o pelouro da economia, Pedro Calado, não pretende ficar por aqui.

O hotel Madeira Palácio, outro ícone da hotelaria madeirense, que foi também parcialmente demolido para ser reconstruído e acabou, devido à falta de financiamento, por ter o mesmo destino do que o Savoy, será um dos próximos alvos. Mas é também para Lisboa, sabe o PÚBLICO, que o grupo pretende crescer nesta área, através da compra de uma unidade hoteleira.

As coisas de que as pessoas mais se esquecem nos hotéis

Quarto de hotel

Relógios de ouro, vibradores, dentaduras e até uma esposa e uma mãe. O motor de busca de hotéis e voos Jetcost compilou as coisas mais surpreendentes de que as pessoas já se esqueceram em hotéis.

Nesta lista há alguns objetos bastante óbvios como os carregadores de telemóvel ou câmaras fotográficas, pijamas e roupa interior, livros e despertadores e peluches.

Há ainda pessoas que se esquecem da dentadura (chegou a ser encontrada uma com dentes em ouro que custaria mais de oito mil euros), cintas lombares e olhos de cristal ou até uma perna ortopédica.

São ainda encontrados objetos mais íntimos. São encontrados todas as semanas dezenas de vibradores, caixas de preservativos e bonecas insufláveis.

Mas ainda esquecimentos mais graves. Um casal esqueceu-se por umas horas do seu bebé de 18 meses, que deixou no berço do quarto; um empresário esqueceu-se da esposa e só deu conta quando já estava no aeroporto; outro turista esqueceu-se da mãe.

A lista de objetos perdidos é longa. A Jetcost destaca ainda em comunicado enviado às redações que foram também esquecidos em hotéis objetos como um relógio Rolex de ouro valorizado em 60 mil euros, as chaves de um Ferrari 458 e de um Rolls Royce, um vestido de noiva ou até lotes de notas escondidos.

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