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Huawei vai selecionar 10 estudantes portugueses para programa de formação na China

Esta é uma oportunidade única para dez estudantes de universidades portuguesas, que terão a oportunidade de integrar um programa de formação que é também uma experiência cultural, frequentar a sede da Huawei em Shenzhen e conhecer uma das mais avançadas e inovadoras instalações de Investigação & Desenvolvimento do mundo.

A edição de 2019 deste programa selecionará dez dos melhores alunos das áreas de Engenharia Eletrotécnica e de Comunicações, Informática, e outras áreas relacionadas, que frequentem instituições de ensino superior em Portugal.

Para além de uma semana de experiência cultural em Pequim, os estudantes terão a oportunidade de passar uma semana na sede da Huawei, em Shenzhen, onde poderão interagir com engenheiros de alto nível e integrar atividades práticas nos laboratórios da empresa.

A primeira edição deste programa decorreu em julho de 2015, após a assinatura do Memorando de Entendimento com a AICEP para a implementação desta iniciativa em Portugal, em maio de 2014, durante a visita oficial à China do então Presidente da República Aníbal Cavaco Silva.

“Acreditamos que a educação tem um papel crucial para o desenvolvimento das sociedades. Ao longo destes 15 anos de atividade em Portugal, a Huawei tem vindo a reforçar o investimento e o compromisso com o país. É nesse contexto que implementamos o Seeds for the Future. Através desta iniciativa, contribuímos ativamente para a capacitação do talento em Portugal e para o desenvolvimento das TIC no país, uma área cada vez mais relevante para a economia nacional”, afirma Diogo Madeira da Silva, Head of Public Affairs & Communications da Huawei em Portugal.

Huawei promove colaboração com a Indústria para estabelecer padrões comuns de cibersegurança nas redes 5G

A Huawei reforça o seu compromisso com a cibersegurança, apresentando um livro branco de segurança nas redes 5G. Com o título “Colaborando com a Indústria para garantir a segurança nas redes 5G”, o relatório analisa a posição dos especialistas do setor e organizações de padrões internacionais, que demonstram que os riscos de segurança das redes 5G podem ser geridos de forma eficaz, graças a protocolos e padrões de segurança, bem como de mecanismos que garantem a confidencialidade, integridade das informações dos utilizadores e a disponibilidade do serviço.

A inovação faz parte do ADN da Huawei desde o primeiro dia e tal reflete-se numa aposta permanente na procura das melhores soluções e serviços para os clientes. Desde 2009 que a Huawei investe em Investigação e Desenvolvimento (I&D) na tecnologia 5G. Só em 2017 e 2018, a empresa investiu quase 1,4 mil milhões de dólares no desenvolvimento de produtos 5G.

O 5G está a converter-se numa realidade e o seu ciclo de vida irá estender-se por muitos anos. Graças ao investimento em I&D e ao desenvolvimento de mais de 2.500 patentes relacionadas com o 5G, a Huawei tem-se posicionado como líder nas primeiras implementações desta tecnologia, tendo já assinado 50 contratos comerciais e implementado 150.000 estações base 5G no mundo.

O 5G trará novas oportunidades, assim como novos desafios para a cibersegurança: por um lado, os novos serviços, arquiteturas e tecnologias, mas também requisitos mais exigentes em termos de privacidade e proteção da informação do utilizador. Deste modo, a Indústria necessita de compreender as necessidades e os diferentes cenários do serviço 5G, e definir os melhores padrões e tecnologias de segurança 5G para abordar os riscos associados.

A partir de 2020, as aplicações de Realidade Virtual, Realidade Aumentada, veículos conectados (IoV), banda larga móvel melhorada (eMBB) e Internet of Things (IoT) crescerão exponencialmente, em paralelo com a implementação de redes 5G. Além disso, especialistas estimam que, até 2025, haverá 100 mil milhões de conexões em todo o mundo, das quais 90% serão conexões da IoT, mudando significativamente as nossas vidas.

Huawei celebra 46 contratos comerciais para a implementação do 5G em todo o mundo

A Huawei já celebrou 46 contratos comerciais de 5G com operadores de todo o mundo e implementou mais de 100.000 estações base 5G. Assim, a empresa posiciona-se como o primeiro fornecedor de redes 5G, com presença em mais de 170 países.

A empresa tem vindo, nos últimos anos, a contribuir para o fortalecimento do papel da Europa na implementação desta nova tecnologia. Nesse sentido, a empresa tecnológica organizou, no passado dia 21 de maio no Centro de Cibersegurança de Bruxelas, uma sessão de apresentação do plano de colaboração com as instituições europeias, onde mostrou como o 5G pode contribuir para o progresso do continente europeu. Abraham Liu, Vice-Presidente da Huawei para a Europa, realçou que a região deve encontrar uma forma de combinar os seus valores com as novas tecnologias que irão revolucionar a nossa forma de viver.

Segundo Liu, “no próximo ano, iremos observar a implementação de uma nova geração de redes de comunicações móveis 5G, que têm um grande potencial para mudar as nossas vidas para melhor. Espera-se que, em 2025, os ganhos provenientes do 5G em todo o mundo cheguem a 225.000 milhões de euros”. O Vice-Presidente da Huawei para a Europa afirmou ainda que “as pessoas não só estarão ligadas à Internet, como terão acesso a muito mais coisas. A chamada IoT (Internet of Things) assistirá a uma explosão de comunicações entre dispositivos, bem como entre estes e as pessoas. Cerca de 100 milhões de dispositivos estarão conectados em 2024 e os benefícios da introdução do 5G em áreas como o setor automóvel, saúde, transportes ou energia, podem chegar aos 114.000 milhões de euros ao ano”.

Exemplos do compromisso financeiro da Huawei com a Europa são os casos do Reino Unido ou França. No Reino Unido, segundo um estudo independente da consultora Oxford Economics, a empresa contribuiu para a criação de 26.000 postos de trabalho diretos e indiretos. Em 2012, a Huawei anunciou um investimento de 1.300 milhões de libras no Reino Unido durante cinco anos. Passados esses cinco anos, a empresa superou esse valor em quase 900 milhões de libras, tendo dispendido 200.000 milhões de libras em investimentos e aquisições durante esse período. Em 2018, a empresa adquiriu mais de 900 milhões de libras em bens e serviços de empresas no Reino Unido, o que representa 30% do seu objetivo – a Huawei prometeu um investimento de 3.000 milhões de libras em fornecedores britânicos entre 2018 e 2022. Em 2018, a empresa investiu também 112 milhões de libras em Investigação e Desenvolvimento (I&D), empregando mais de 300 investigadores no Reino Unido e colaborando com 35 universidades e institutos de investigação.

Já em França, a Huawei abriu o seu OpenLab em abril de 2018, uma plataforma para que especialistas de diversas indústrias possam identificar as suas futuras necessidades na transformação digital e desenvolver soluções para a indústria. Em apenas um ano, 50 parceiros trabalharam em 15 soluções que abrangem o retalho, a produção e as cidades inteligentes. A empresa anunciou que investirá 35 milhões de euros no OpenLab de Paris durante os próximos cinco anos, procurando construir um ecossistema digital mais sólido no país. Segundo Ken Hu, Deputy Chairman da Huawei, “este é o melhor momento para a inovação. França tem uma enorme capacidade de investigação. Além disso, tem muito talento e um ambiente propício à inovação. É um país muito bem posicionado para ser um centro global nestes temas. Por isso a Huawei está presente neste mercado há 17 anos”.

Huawei apela aos EUA que ajustem a sua abordagem para enfrentarem a cibersegurança de forma eficaz

Banir a Huawei utilizando a cibersegurança como um argumento “não contribui para tornar as redes mais seguras e desvia a atenção dos desafios reais que enfrentamos”, afirma Song Liuping, Chief Legal Officer da Huawei. “Os políticos nos EUA estão a utilizar a força de uma nação inteira para ir atrás de uma empresa privada”, realça Song. “Isto não é normal, é algo quase nunca visto na História”.

“O governo dos EUA não apresentou evidências de que a Huawei é uma ameaça à segurança. Não há fumo, nem fogo. Apenas especulação”, acrescenta Song.

Na sua exposição, a Huawei argumenta que a Secção 889 da NDAA 2019 nomeia especificamente a empresa e não só impede que as agências governamentais dos EUA comprem equipamentos e serviços da Huawei, como também as impede de contratar ou conceder empréstimos a terceiros que compram equipamentos ou serviços da Huawei – mesmo que não exista qualquer impacto ou ligação ao governo dos EUA.

Song aborda ainda a inclusão da Huawei na “Lista de Entidades” pelo Departamento de Comércio dos EUA, há duas semanas. “Estabeleceu-se um precedente perigoso. Hoje são as telecomunicações e a Huawei. Amanhã pode ser a sua indústria, a sua empresa, os seus consumidores”, afirma.

“O sistema judicial é a última linha de defesa da justiça. A Huawei confia na independência e integridade do sistema judicial dos EUA. Esperamos que os erros na NDAA possam ser corrigidos pelo tribunal”, acrescenta Song.
Glen Nager, advogado principal da Huawei no caso, refere que a Secção 889 da NDAA de 2019 viola o Projeto de Lei, o Processo Legal e as Cláusulas de Aquisição da Constituição dos Estados Unidos. Assim, o caso é puramente “uma questão de lei”, pois não há factos em análise, justificando-se, assim, a moção para um julgamento sumário de forma a acelerar o processo.

A Huawei acredita que a supressão da Huawei pelos EUA não ajudará a tornar as redes mais seguras. A empresa espera que os EUA assumam a abordagem correta e adotem medidas honestas e efectivas para aumentar a cibersegurança para todos, caso o objetivo real do governo dos EUA seja a segurança.

De acordo com o agendamento do tribunal, está marcada uma audiência sobre a moção para o dia 19 de setembro.

Após críticas à partilha de dados, Facebook anuncia fim de parceria com Huawei

Getty Images

O Facebook anunciou esta quinta-feira o fim da parceria com os chineses do Huawei, que envolvia a partilha de dados de utilizadores da rede social com o grupo de telecomunicações, que Washington considera uma ameaça à segurança nacional.

Os fabricantes chineses Huawei, Lenovo, OPPO e TCL estão entre as empresas com quem o grupo partilhou dados, de forma “controlada”, admitiu na quarta-feira o vice-presidente do Facebook Francisco Varela.

O Huawei esteve sob investigação pelo Congresso dos Estados Unidos, que num relatório de 2012 considerou que a empresa tem uma relação próxima com o Partido Comunista Chinês.

Agências governamentais e o exército norte-americano baniram recentemente telemóveis fabricados pelo Huawei devido a questões de segurança.

Na quarta-feira, o grupo chinês garantiu que nunca armazenou dados de utilizadores nos seus servidores. O porta-voz do Huawei, Joe Kelly, disse que a parceria visava tornar os serviços do Facebook mais convenientes para os utilizadores dos seus telemóveis.

Uma investigação do jornal The New York Times revelou esta semana que o Facebook estabeleceu acordos com 60 fabricantes de dispositivos móveis, que tiveram acesso, sem o consentimento explícito, a vários dados pessoais dos utilizadores, como religião, tendências políticas, amigos, eventos e estado civil.

Em abril passado, Zuckerberg esteve no Congresso norte-americano para testemunhar no caso que envolve a empresa Cambridge Analytica, que usou, indevidamente, dados de 87 milhões de utilizadores do Facebook.

Em Maio, Zuckerberg foi ouvido no Parlamento Europeu e pediu desculpa pelo uso indevido de dados pessoais dos utilizadores.

A Huawei tem escritórios em Lisboa, onde conta também com um centro de inovação e experimentação.

Segundo a AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), desde 2004, a firma chinesa investiu 40 milhões de euros em Portugal.

LUSA

Próximo topo de gama da Huawei é revelador

Uma imagem partilhada no site francês da Amazon pode ter oferecido mais um vislumbre do próximo topo de gama da Huawei (e do protetor de ecrã que estará disponível no mercado). Ainda não há confirmação oficial mas, se a imagem foi verdadeira, revela que a fabricante chinesa se ‘inspirou’ fortemente no iPhone X da Apple.

O motivo está relacionado com a saliência no topo do ecrã do dispositivo – conhecido por enquanto como Huawei P20 Plus Huawei P11 Plus – que também está presente no último smartphone lançado pela ‘empresa da maçã’.

Ainda que a referida saliência tenha sido recebida com algumas críticas, parece que está a tornar-se uma ‘sensação’ entre o mercado de smartphones, nota o Android Headlines.

Mais do que uma opção de design, esta área serve para alocar de forma mais discreta os sensores e as câmaras frontais, sendo que ainda não está confirmado qualquer sistema de reconhecimento facial no próximo topo de gama da Huawei.

Smartphones. O segredo do sucesso da Huawei em Portugal

Há quatro anos que o mercado português de smartphones é liderado pela Samsung, e nenhuma outra concorrente conseguiu ameaçar a posição da gigante sul-coreana. Mas isso pode mudar em breve, com a ofensiva de outra fabricante asiática – a Huawei.

A marca aumentou de forma decisiva o seu investimento no mercado português e está com uma estratégia agressiva de conquista de território, com resultados visíveis: no quarto trimestre de 2015, chegou ao segundo lugar do ranking em Portugal. A grande surpresa é que manteve essa posição no primeiro trimestre de 2016, um período tradicionalmente fraco nas vendas deste segmento. “No Natal, quem oferece telefones não oferece de qualquer marca.

É um trimestre forte em marcas tradicionais”, explica ao Dinheiro Vivo Francisco Jerónimo, diretor de pesquisa da consultora IDC para dispositivos móveis na Europa. “Ver aqui a Huawei em segundo lugar no quarto trimestre e a manter essa posição no primeiro trimestre revela mesmo que há uma forte aposta por parte dos canais, e também que os consumidores estão a reconhecer a marca como boa”, sublinha. “A campanha com o P9 tem tido uma forte recetividade e demonstra um crescimento do brand awareness.” O P9 é o novo topo de gama da Huawei, com a particularidade de ter lentes Leica.

O investimento da empresa está a passar por uma forte campanha de marketing relativa ao telefone e a estreia nos patrocínios de festivais, com a presença no NOS Alive, além da primeira loja própria em Portugal, que abriu em janeiro no Centro Comercial Colombo. “A Huawei tem metas ambiciosas e acreditamos estar no bom caminho para as cumprir na medida em que, no mercado europeu, somos já reconhecidos com marca premium e com uma recetividade positiva do consumidor”, congratula-se Michael Mao, diretor da área de negócio de consumo da Huawei Portugal. “As nossas expectativas no mercado europeu são alcançar a liderança numa estratégia a cinco anos”, refere o responsável, reiterando uma ambição que a empresa vem proclamando.

O P9 é o novo topo de gama da Huawei, com a particularidade de ter lentes Leica. Como seria de esperar, a ascensão da marca chinesa em Portugal fez várias vítimas pelo caminho – provocou um tombo nas vendas da Wiko, que chegou a estar em segundo no ranking, da Alcatel, da Sony, da Acer, da Meo e da Microsoft/Nokia. Isto tem a ver com o “crescimento forte” da Huawei e a resiliência da Samsung, cujos números também subiram graças ao Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge.

O Ascend P7, um dos smartphones da marca, na apresentação em Paris em 2014. (REUTERS/Philippe Wojazer) “Apesar de se olhar para os fabricantes e os telemóveis que lançaram e achar que isso é suficiente para as marcas venderem mais, isso não é a história toda”, refere Francisco Jerónimo. “A história está muitas vezes no que as marcas fazem com os canais.”

O especialista indica que muitas pessoas vão a uma loja com uma ideia do que querem comprar, mas depois são influenciadas por aquilo que os vendedores dizem. “A Huawei está claramente a seguir os passos da Samsung. Significa chegar a uma Phone House e dizer: ‘se vocês venderem o meu canal, eu por cada telefone que vendem dou x ao vendedor, ou x à Phone House para fazerem publicidade e porem anúncios na televisão”, exemplifica o diretor da IDC. São as ações “below the line”, que muitas vezes explicam o que influencia o mercado – principalmente numa altura em que as vendas mundiais estão estagnadas. Basta ir a uma loja e dizer: ‘estou a pensar comprar um telefone, o que aconselha?’ para perceber onde está o incentivo.

“A Samsung seguiu o que a Nokia fazia no passado e agora a Huawei está a seguir o que a Samsung faz”, acrescenta Francisco Jerónimo. Por exemplo: dar telefones para os vendedores experimentarem e oferecer comissões nas vendas. “Estes programas de incentivos mexem o mercado, e a Samsung tem vindo a crescer quota nos últimos quatro a cinco anos à conta de investimento que faz nos canais de venda.” Agora, a Huawei está a mostrar que também tem dinheiro, e vontade, para investir.

É claro que a qualidade dos telefones é decisiva, mas chegámos a um ponto de maturidade em que as especificações de hardware são todas muito boas, e de certa forma equivalentes. Como é que outras fabricantes podem diferenciar-se? Escolhendo nichos, como uma marca portuguesa que apareceu recentemente, a LAIQ. “Esta marca tem telefones interessantes e preços interessantes. Estão a tentar fazer algumas coisas diferenciadoras que possam garantir um grupo de clientes que gostem não só do telefone e do preço, mas também do customer service que essa marca pode fazer.” Ou seja, a ideia é trazer ofertas mais localizadas, como uma startup inglesa, Kazam, que lançou o smartphone “London” exclusivamente para quem vive em Londres. “São marcas lançadas por pessoas que já vinham da indústria, conhecem muito bem os canais, fazem algum investimento, usam os contactos que já têm no retalho e se venderem uns milhares de unidades pagam as despesas, pagam os salários e têm negócio”, resume Francisco Jerónimo.

Feitas as contas, o top das vendas de telemóveis em Portugal é agora composto pela Samsung em primeiro, a Huawei em segundo e a Apple em terceiro, uma subida em relação ao trimestre anterior. A LG também teve uma boa performance no trimestre, subindo para quarto.

Huawei vendeu 12 milhões de smartphones num único mês

Um analista de mercado apresentou alguns dados este mês onde indicava que a Huawei teria vendido um total de 109 milhões de smartphones em 2015. Agora, a empresa chinesa confirmou qual o número de dispositivos vendidos durante o último ano, e o analista não falhou por muito: foram vendidos 108 milhões de smartphones.

Apenas no último mês de 2015, a Huawei vendeu 12 milhões de smartphones, um aumento de 93% quando comparado com dezembro de 2014. A empresa partilhou os dados com o Android Headlines.

O objetivo da Huawei será vender dez milhões de dispositivos móveis por mês. Segundo a mesma publicação, o ano de 2016 teve um grande arranque para a empresa chinesa.

Smartphones chineses em contraciclo com mercado mundial

Smartphone Huawei

O mercado mundial dos smartphones está a desacelerar. De acordo com a Standard & Poor’s, o crescimento de 2015 foi de 10%, em comparação com o incremento de 30% no mesmo período de 2014.

Tal como salientou um dos autores do estudo agora divulgado, a principal causa desta desaceleração é a economia chinesa. A China é o país onde se vendem mais smartphones em todo o mundo. Além disso, o mercado de smartphones começou a consolidar-se há pouco tempo, pelo que os consumidores estariam agora a começar a renovar os equipamentos comprados como primeiro smartphone.

De acordo com o estudo, a crise não afeta apenas o mercado chinês. A recessão da economia asiática tem repercussões também nos EUA e Europa Ocidental, enquanto que em outros países como a Índia, Médio Oriente e África espera-se uma “maior procura” nos próximos dois anos.

Por empresas, Xiaomi ou Huawei começam a ganhar terreno a empresas como a Samsung, que em 2012 era a segunda marca mais vendida na China e agora ocupa o quarto lugar atrás da Xiaomi, Huawei e Apple.

No resto do mundo, a Huawei e Xiaomi superaram as vendas de empresas como a LG ou a Sony e continuam no encalce da Samsung e Apple.

O estudo revela que o principal motivo pelo qual estas empresas chinesas começam a superar os seus rivais é o preço. Os terminais que comercializam são mais baratos e têm características similares aos da concorrência.

De acordo com outro dos autores do estudo, a Apple é a única que se mantém “extremamente forte” no mercado graças à lealdade que existe à marca.

Em 2014, venderam-se mais de 1.300 milhões de smartwatches em todo o mundo, mais 300 milhões do que em 2013, dos quais 40% foram fabricados na China, país que comprou no ano passado cerca de 30% do total mundial.

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