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IKEA na mira de Bruxelas devido a possíveis a benefícios fiscais na Holanda

A Comissão Europeia deverá abrir uma investigação sobre a estrutura de impostos corporativos da gigante do mobiliário sueca IKEA. A notícia está a ser avançada pela BBC e em causa estarão possíveis vantagens fiscais concedidas nos Países Baixos.

Margrethe Vestager, comissária europeia da concorrência, garante que todas as empresas “grandes ou pequenas, multinacionais ou não, devem pagar a sua justa parcela de impostos”.

Deste modo, a União Europeia irá analisar se as questões tributárias da empresa estão a cumprir as regras europeias.

Em comunicado, a Comissão Europeia diz querer averiguar se “duas decisões fiscais antecipadas permitiram à Inter IKEA pagar menos impostos, dando-lhe uma vantagem em relação a outras empresas, em violação das regras da União Europeia em matéria de ajudas de Estado”.

A investigação diz respeito a duas decisões fiscais, de 2006 e 2011, que reduziram a base tributável da Inter IKEA Sistems na Holanda.

IKEA atinge facturação-recorde de 34.200 milhões de euros

O grupo sueco IKEA obteve receitas-recorde de 34.200 milhões de euros no seu último exercício fiscal, terminado em Agosto. Trata-se de um aumento de 7,1% face ao exercício anterior que se explica, em parte, pelo rápido crescimento do mercado chinês, onde o IKEA tem 21 lojas.

“A China mantém-se como um dos mercados de mais rápido crescimento, em paralelo com a Austrália, o Canadá e a Polónia”, afirmou Peter Agnefjäll, o presidente da empresa. Na Alemanha, que continua a ser o maior mercado da marca, e nos Estados Unidos, atingiram-se recordes de crescimento, referiu a empresa.

Actualmente o grupo tem mais de 300 lojas espalhadas por 28 países, que no último exercício receberam cerca de 783 milhões de visitantes. Já tem na agenda a entrada na Sérvia e na Índia, sendo que este mercado, a par da China, deverá ser um dos principais motores de crescimento nos próximos anos.

Segundo a Bloomberg, que cita declarações de Peter Agnefjäll, a empresa vai abrir a primeira loja na Índia no próximo ano, mas conta ter um total de 25 espaços naquele país até 2025. Simultaneamente, a cadeia sueca de mobiliário e artigos de decoração quer acelerar o ritmo de aberturas no mercado chinês.

O facto de ter presença relevante nos dois países mais populosos do mundo poderá ajudar a empresa a atingir a meta dos 50 mil milhões de euros de facturação que fixou para 2020. Durante o ano fiscal de 2016 a marca inaugurou 12 novas lojas e outros 19 pontos de levantamento de encomendas, no seguimento de uma estratégia que aposta na integração das lojas com o comércio online.

Na nota divulgada esta terça-feira, o grupo IKEA refere que a abertura da loja de Loulé deverá ocorrer na próxima Primavera, aumentando para cinco o total de estabelecimentos da marca em Portugal. O Ikea tem lojas em Alfragide, Loures, Matosinhos e Braga (inaugurada este ano) e prepara-se assim para abrir o primeiro espaço no Sul. A empresa anunciou recentemente um investimento de um milhão de euros para a instalação de painéis solares na nova loja, além da contratação de 250 trabalhadores.

O processo de recrutamento de trabalhadores para a loja algarvia deverá começar ainda este ano e o projecto deverá contribuir para a criação de três mil novos empregos, directos e indirectos, segundo informação do grupo.

IKEA. E os suecos renderam-se à francesinha

Pensar global, agir local. Os suecos do IKEA renderam-se às receitas portuguesas. Depois de pratos com bacalhau, disponíveis desde o ano passado, a nova ementa dos restaurantes das lojas IKEA em Portugal apresenta agora um prato de francesinha. Esta é uma das receitas da nova ementa, que acompanha o lançamento da coleção de 2016/17, já disponível nas lojas de todo o país, por 4,95 euros.

Risco leva IKEA a pedir a clientes que devolvam base de candeeiro

A gigante sueca do mobiliário pede aos clientes que tenham adquirido uma base para candeeiro Gothem que a devolvam numa das lojas IKEA em Portugal.

Explica a IKEA em comunicado que esta é uma medida de prevenção que “surge na sequência do relato de alguns casos de danificação dos cabos elétricos” causado por esta base de candeeiro.

Esclarece-se ainda que, em causa, está a possibilidade de o corpo metálico ficar eletrizado, o que acarreta um “risco para a segurança” das pessoas.

Quem tiver adquirido as bases para o candeeiro (que pode ver na imagem acima) basta deslocar-se com o produto a qualquer loja IKEA. Os clientes serão reembolsados, sendo que não é necessário apresentar fatura.

Governo aponta novo IKEA como exemplo de “dinamismo” da economia

Em declarações aos jornalistas, à margem da abertura daquela estrutura comercial, Manuel Caldeira Cabral escusou-se a comentar noticias que avançam com a possibilidade de ser necessário um corte de mil milhões de euros nas contas do Governo, reafirmando que na quarta-feira foi aprovado um Orçamento dO Estado (OE2016) de “confiança” com “redução da carga fiscal”.

Segundo o governante, a abertura do novo centro comercial em Braga, o qual integra uma loja do grupo sueco IKEA, é “prova acabada” que há quem acredite em Portugal e que não é mais preciso “adiar” projetos de sucesso por causa da crise.

“Este é um espaço que estava para abrir há seis anos, com a crise ficou parado e agora reabre em força. É um bom exemplo de uma perspetiva firme de comercializar e produzir em Portugal”, referiu Caldeira Cabral, lembrando que o IKEA tem unidades de produção no país.

O ministro considerou, assim, que a nova unidade comercial é uma “sinal de confiança no país, de esperança e de que há dinamismo na economia portuguesa para que as coisas hoje, em vez de fecharem, voltem a abrir e a criar postos de trabalho que é o que a economia precisa”.

“Estamos aqui como a prova acabada de há quem acredite em Portugal e que os projetos de sucesso não têm mais que ser adiados, têm que ser concretizados porque país sabe responder a eles”, apontou.

Questionado com a necessidade de um eventual corte de mil milhões de euros nas contas do Estado, o titular da pasta da Economia não avançou onde podia esse corte ser feito nem se teria que ser feito, optando por lembrar os princípios do OE2016 aprovado na quarta-feira na Assembleia da República.

“O Orçamento do Estado aprovado ontem [quarta-feira] é um orçamento que repõe o rendimento dos portugueses, que aposta na confiança e com uma redução da carga fiscal. Foi esse o orçamento do Estado que foi aprovado”, disse.

O Nova Arcada abriu hoje com 68.500 metros quadrados, albergando 109 lojas, um investimento de 160 milhões de euros que, acreditam os responsáveis pela estrutura, irá criar cerca de dois mil postos de trabalho diretos.

 

Apple, Google, Ikea e McDonald’s vão a Bruxelas falar de evasão fiscal

European Union

A pressão para forçar as maiores multinacionais do mundo a pagar mais impostos na Europa continua a aumentar. 

Depois de alguns pedidos de pagamento de vários milhões de euros em impostos devidos, a Apple, a Google, a McDonald’s e o Ikea vão ser chamados a depor perante o Comité Fiscal da Comissão Europeia amanhã, de forma a esclarecer a alegada evasão fiscal de que são acusadas. Pela segunda vez, a Google é chamada a depor, enquanto para as restantes empresas a chamada a Bruxelas é inédita.

Além dos nomes revelados hoje, a Agência Reuters garante que a Starbucks e a Fiat Chrysler também foram convidadas a falar, mas rejeitaram o pedido devido aos recursos apresentados contra os pedidos de pagamento na Holanda e Luxemburgo.

Apesar de não ter qualquer poder judicial ou executivo que possa forçar as multinacionais a pagar ao fisco dos países europeus, o Comité do Parlamento Europeu dá sinal da pressão política para que as grandes empresas mundiais aumentem o seu contributo nas nações em que operam. As marcas chamadas a depor são acusadas de desenhar esquemas empresariais e financeiros que alegadamente permitiram a fuga a milhões de euros em impostos na Europa.

O IKEA está a recrutar

IKEA

A cadeia de mobiliário e decoração IKEA está a recrutar colaboradores para diferentes áreas do negócio.
Na área do recrutamento, no site do IKEA, é possível ver ofertas três ofertas para a Grande Lisboa – uma para a loja de Loures e duas para a de Alfragide -, uma para a loja de Braga e outra para a loja de Paços de Ferreira.
Para a loja de Loures, a cadeia de mobiliário e decoração procura um colaborador de vendas a tempo parcial, enquanto para o espaço comercial de Alfragide o IKEA procura alguém para a administração (tempo inteiro a título temporário) e para o restaurante (tempo parcial a título temporário).
Para o espaço de Braga a empresa procura alguém para a função de assistente de vendas e apoio ao cliente a tempo inteiro e permanente, havendo ainda uma vaga para a loja de Paços de Ferreira para Business Developer também a tempo inteiro e a título permanente.

IKEA investe quatro milhões em energia solar em Portugal

As lojas IKEA existentes em Portugal vão passar a gerar 26% da sua própria energia, já que o grupo irá investir quatro milhões de euros em energia solar em território nacional, revela um comunicado enviado às redações.

“A IKEA Portugal vai instalar dez mil painéis solares nas três lojas que tem atualmente no país. Esta iniciativa, que reflete o compromisso do Grupo IKEA no combate às alterações climáticas, representa um investimento de mais de quatro milhões de euros e é o maior projeto em Portugal, ao nível de potência energética em coberturas”, esclarece a empresa que tem lojas em Loures, Alfragide e Matosinhos.

A IKEA está a fazer esta instalação fotovoltaica para cumprir o objetivo estabelecido pela própria empresa em que pretende, até 2020, “ser autossuficiente a nível energético, conseguindo assim produzir a mesma quantidade de energia renovável que consome em todas as suas unidades, a nível global”.

“Esta iniciativa do Grupo IKEA em Portugal estará concluída até à próxima primavera e vai permitir que quase toda a energia produzida pelos painéis solares (98%) possa ser utilizada pelas lojas, o que, por sua vez, representa 26% do total da energia consumida pelas lojas IKEA no país”, esclarece o comunicado.

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