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Novo balanço eleva para 48 o número de mortos em incêndio em Paradise

© Reuters

informação foi avançada na terça-feira, após a descoberta de mais seis corpos. As autoridades adiantaram que o fogo que praticamente devastou a vila de Paradise destruiu mais de sete mil casas e obrigou à deslocação de 52 mil pessoas.

O número total de mortos em incêndios no estado da Califórnia aumentou para 50, um número que incluiu as duas vítimas fatais na cidade de Malibu.

O incêndio em Paradise é o mais mortífero na história da Califórnia, desde que existem registos.

Os incêndios deflagraram na semana passada no sul e no norte do Estado da Califórnia e rapidamente avançaram em várias frentes, alimentados por ventos fortes, destruindo dezenas de milhares de edifícios e obrigando ao encerramento de escolas, ao corte de estradas e à evacuação de localidades inteiras.

LUSA

Incêndio: Autoridades retiram 30 mil pessoas de localidades na Califórnia

© Lusa

incêndio já queimou mais de 8.000 hectares em menos de 24 horas e continua a avançar impulsionado pelos fortes ventos que sopram na região, segundo os últimos dados do Departamento de Proteção Florestal e de Incêndio do estado, Calfire.

Até ao momento, não há registo de mortes, entretanto, há vários desaparecidos e muitas outras pessoas que sofreram queimaduras graves.

Durante toda a quinta-feira, foram evacuadas as pequenas cidades de Pulga, Magalia e Concow, no condado de Butte, além da cidade de Paradise, que tem cerca de 26.000 habitantes, e as áreas rurais de Butte Creek Canyon e Butte Valley.

Na manhã de hoje, as autoridades locais emitiram ordens de retirada para partes da cidade de Chico, de 90.000 habitantes, para onde as chamas estão a avançar.

A área afetada fica a 140 quilómetros da capital do estado da Califórnia, Sacramento, e a cerca de 280 quilómetros da área da baía de São Francisco, até a fumaça do incêndio, informou a agência de notícias espanhola EFE.

O autarca da cidade de Paradise, Scott Lotter, que saiu da cidade com sua família, disse ao jornal The Sacramento Bee que “toda a cidade está em chamas” e descreveu um cenário de “horror e caos” com as estradas colapsadas pelo tráfego e carros abandonados.

O incêndio, batizado de ‘Camp Fire’, foi declarado na quinta-feira e espalhou-se rapidamente por um solo que está muito seco com a ajuda de fortes ventos, de até 80 quilómetros por hora que atingem também hoje naquela área.

O governador em exercício da Califórnia, Gavin Newsom, pediu ao Governo Federal uma declaração presidencial de emergência, para libertar recursos físicos e financeiros adicionais para a área afetada.

Incêndios graves na Califórnia estão a tornar-se mais frequentes e violentos, visto que, de acordo com o registro oficial de 1932, quatro dos cinco incêndios mais destrutivos da história do estado ocorreram nos últimos seis anos.

LUSA

Incêndio no IPO-Porto obrigou à evacuação de uma enfermaria

© Global Imagens

Em declarações à Lusa, o chefe de serviço dos Bombeiros Sapadores do Porto disse que o alerta foi dado cerca das 06h00 e que quando chegaram ao local já se depararam com muito fumo no piso 4.

“Depois do reconhecimento, percebemos que a sala de computadores do bloco operatório já estava tomada pelo fogo”, disse.

Segundo o mesmo responsável, ninguém sofreu ferimentos, porque os doentes já tinham sido todos retirados.

O incêndio foi extinto cerca das 07h30.

LUSA

Póvoa de Lanhoso: Fogo mobiliza 112 operacionais e quatro meios aéreos

Segundo a fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), o incêndio, pelas 10:00, tinha três frentes ativas.

A fonte acrescentou que o incêndio lavra numa zona de mato, não havendo registo de feridos nem de habitações atingidas.

No combate ao incêndio estão ainda envolvidos 37 meios terrestres.

LUSA

Governo do Brasil anuncia plano de recuperação do Museu Nacional

Em comunicado publicado ‘online’, o Governo anunciou que irá formar um comité executivo para a recuperação do Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e aplicar 15 milhões de reais (cerca de três milhões de euros) no projeto.

O incêndio ocorrido no domingo não provocou vítimas, mas destruiu grande parte do acervo do maior museu de História Natural e Antropologia da América Latina, cujo edifício tinha sido residência da família real e imperial brasileira.

Segundo o comunicado, do valor destinado à recuperação, dois terços irão para a segurança do local, reforço das estruturas e da contenção e resgate de parte do acervo, e o restante para a criação de um projeto executivo de restauração da entidade.

De acordo com o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, o plano divide-se em quatro etapas: a primeira é a proteção da estrutura física do museu e do acervo, onde estão a ser identificadas as obras e peças que ainda podem ser resgatadas.

A segunda etapa será a elaboração do projeto básico, e do projeto executivo para a reconstrução do museu e dos equipamentos necessários para a obra, que poderá ter a participação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, na sigla em inglês).

Após a conclusão desses projetos, será realizada a obra de recuperação em si, acrescenta a nota oficial.

O Presidente do Brasil, Michel Temer, entrou em contacto com bancos e empresas privadas, que já sinalizaram o interesse em patrocinar a reconstrução.

“Considerando a Lei Rouanet [lei de apoio à cultura no Brasil que incentiva o mecenato] como uma fonte de apoio ao museu, com apoio de outras entidades e parceiros como doadores, estamos procurando aumentar as condições de recuperarmos, com a maior brevidade, o nosso Museu”, indica o comunicado, citando o ministro da Educação, Rossieli Soares.

No Brasil, há mais de 3.700 museus, sendo que destes, 456 são museus federais, descreve o portal do Governo.

O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, foi fundado por João VI, de Portugal, e era o mais antigo e um dos mais importantes museus do Brasil.

Entre as peças do acervo estavam a coleção egípcia, que começou a ser adquirida pelo imperador Pedro I, e o mais antigo fóssil humano encontrado no Brasil, batizado de “Luzia”, com cerca de 11.000 anos.

Entre os milhões de peças que retratavam os 200 anos de história brasileira estavam igualmente um diário da imperatriz Leopoldina, e um trono do Reino de Daomé, dado em 1811 ao príncipe regente João VI.

Por seu turno, o ministro português da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, que se encontra no Rio de Janeiro em visita oficial, afirmou, na segunda-feira que a destruição no museu foi “uma perda irreparável”.

“Estamos consternadíssimos. Nós sentimos também essa perda porque era um acervo importantíssimo da história natural do país, da sociedade brasileira e também da história política, sendo este o palácio onde o rei de Portugal se veio instalar quando levou a corte para o Brasil. É um monumento muito importante para a história dos dois países”, constatou o ministro à chegada ao Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro, onde iria abrir o 9.º colóquio do polo de pesquisas luso-brasileiras.

Em janeiro de 2015, este museu chegou a estar fechado ao público devido a “problemas com os serviços de vigilância e limpeza”, relacionados com o atraso de meses no pagamento, e os funcionários de limpeza também fizeram uma paralisação por falta de pagamento dos salários, noticiou a imprensa local, na altura.

A história do museu remonta aos tempos da fundação do Museu Real por João VI, em 1818, cujo principal objetivo era propagar o conhecimento e o estudo das ciências naturais em terras brasileiras. Hoje, era reconhecido como um dos principais centros de pesquisa em história natural e antropológica, na América Latina.

LUSA

Incêndio em Matosinhos põe em risco a nova fábrica Ramirez

De acordo com fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro do Porto, no local estão 24 operacionais, de várias corporações locais.

O alerta para o incêndio chegou por volta das 13.10 horas.

Massivo incêndio na Califórnia já destruiu mais de mil habitações

© Lusa

Estas informações foram prestadas quando algumas pessoas que tinham sido retiradas de suas casas foram autorizadas a regressar, mas também quando se assiste ao eclodir de novos incêndios no que parece ser um Verão infinito de chamas no designado Golden State (Estado Dourado).

“Quaisquer que sejam os recursos necessários, nós vamos disponibilizá-los”, assegurou o governador do Estado, Jerry Brown, durante uma conferência de imprensa.

Na ocasião, Brown admitiu: “Estamos surpreendidos. Todos os anos as autoridades dos incêndios aprendem novas lições. Estamos em território inexplorado”.

Passado apenas um mês do seu orçamento anual estar em vigor, o Estado já gastou mais de um quarto das verbas destinadas ao combate aos incêndios, pelo menos 125 milhões de dólares, na estimativa do porta-voz do Departamento de Florestas e Proteção do Fogo, Mike Mohler.

Este incêndio já é o sexto mais destrutivo na história da Califórnia.

Além daquelas habitações, o incêndio de Redding também já destruiu 440 celeiros e armazéns.

Iniciado em 23 de julho, este fogo já provocou seis mortes, forçou 38 mil pessoas a saírem de casa e queimou uma área de 470 quilómetros quadrados.

Está controlado em apenas 35%.

LUSA

Hospital de Santo António: Incêndio obriga a cancelar parte das cirurgias

Fonte desta unidade hospitalar disse à Lusa que o funcionamento do bloco operatório “vai ficar afetado enquanto decorrer a intervenção nas caldeiras, pelo que uma parte das cirurgias de hoje não se realizam”.

A mesma fonte acrescentou que o problema ficou circunscrito às áreas técnicas exteriores ao hospital e que “já está em curso o processo de reabilitação”.

“Tratou-se de um problema na caldeira que resultou num derrame de líquido termofluido, que danificou as bombas circuladoras”, esclareceu.

Contactados pela Lusa, os Sapadores do Porto disseram que o alerta de incêndio foi dado cerca das 23:30 de segunda-feira, tendo a situação ficado em fase de rescaldo em cerca de 30 minutos.

LUSA

Vila Nova de Famalicão: Cinco pessoas desalojadas devido a incêndio

“Recebemos o alerta cerca das 20:00 para um incêndio habitacional. O incêndio danificou a casa, esta ficou inabitável e cinco pessoas ficaram desalojadas”, disse à Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários de Famalicão.

Segundo a mesma fonte, o incêndio ocorreu na rua de São Silvestre, na freguesia de Lousado, em Vila Nova de Famalicão.

Os bombeiros de Famalicão estiveram no local com três viaturas e nove elementos.

LUSA

Incêndio na Torre Trump, em Nova Iorque

Segundo a televisão NBC, que cita fonte policial, os bombeiros responderam a um alarme de incêndio, aparentemente desencadeado por um problema elétrico.

O departamento de combate a incêndios de Nova Iorque confirmou à agência Associated Press que o fogo teve origem às 07:00 locais (12:00 em Lisboa) num andar do topo do edifício.

Até ao momento, não foi necessária qualquer evacuação e não há registo de qualquer vítima.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não está no edifício de apartamentos de luxo e escritórios de empresas.

LUSA

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